O presidente Michel Temer pediu ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, para não dar novas declarações e ficar quieto depois das entrevistas polêmicas em que afirmou, entre outras coisas, que comandantes de batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro são “sócios do crime organizado do Rio”.
Temer quer aproveitar o feriado para baixar a temperatura do episódio a fim de conseguir ver o quadro desse episódio com maior clareza.
Nesta quinta-feira (2), o clima foi de ressaca no Palácio do Jaburu. Com quem conversou, Temer voltou a demonstrar perplexidade com as declarações. Mas não falou em nenhum momento da possibilidade de exonerar o ministro Torquato Jardim.
Segundo interlocutores próximos, a maior preocupação de Temer é de manter pontes com o governo do Rio de Janeiro depois do estresse desse episódio, para manter a parceria na área de segurança pública com o estado.
Diante disso, o governador Luiz Fernando Pezão foi informado de que a interlocução para essa parceria será feita preferencialmente com os ministros da Defesa, Raul Jungmann, e do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen.
Há o reconhecimento de Temer de que será difícil retomar o diálogo institucional entre Pezão e Torquato Jardim.
Uma coisa tenho que concordar com o Torquato: Não é possível o crescimento vertiginoso do crime organizado e do tráfico de drogas, sem à vista grossa de muitas autoridades. Infelizmente aqui neste país maravilhosos, está tudo dominado. O certo virou errado e o errado virou certo!
A desigualdade entre homens e mulheres medida pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) aumentou em 2017 no Brasil e em todo o mundo, o primeiro recuo desde que a medição começou, em 2006. O índice de igualdade global de gênero é baseado dados de acesso saúde e sobrevivência, participação e oportunidade econômica, realização educacional, e empoderamento político.
O resultado foi atribuído pela entidade à diminuição da igualdade na economia e na política. A Islândia é a campeã da igualdade de gênero no mundo, seguida por Noruega, Finlândia, Ruanda e Suécia, no ranking 144 países. Os Estados Unidos caíram quatro posições, aparecendo em 49º. Entre os países do G20, a França lidera, em 11º lugar, seguida da Alemanha (12º) e do Reino Unido (15º). Já o Brasil caiu onze posições, ficando em 90º.
Em 2006, estava em 67º. O país faz feio na comparação com outros latino-americanos. A melhor performance é a da Nicarágua que figura entre os dez primeiros no ranking global. A Bolívia aparece em 17º; Cuba, em 25º, e a Argentina, em 34º. Os cinco com mais desigualdade de gênero são Irã, Chade, Síria, Paquistão e Iêmen.
De acordo com projeções do Fórum Econômico Mundial, se esse ritmo for mantido, serão necessários cem anos para as diferenças entre os gêneros serem superadas. “Quando olhamos os resultados dessas quatro dimensões em termos globais, foi um ano sombrio para o progresso da paridade de gênero. Enquanto nos anteriores tinha havido certa evolução, neste o movimento não apenas estacionou como se recolheu”, disse Till Leopold, do WEF.
Baixa representativa de mulheres na política brasileira
No caso do Brasil, a baixa representatividade de mulheres em ministérios e no Legislativo puxou o índice para baixo. “Apesar de ser verdade que o Brasil estava indo bem na economia nos últimos anos, isso estacionou, ao passo que os demais países da América Latina. Com a queda na representatividade política, é como se o Brasil tivesse ficado parado, enquanto os demais avançaram”, analisou Leopold.
O Brasil, no entanto, foi o único país da América Latina que conseguiu diminuir a diferença de gêneros na saúde e na educação. Questionado sobre a eficácia da adoção de políticas para reduzir a diferença de gênero Leopold disse que “certamente não há uma receita única que funcione para todos os países. Mas as pesquisas mostram que medidas com alvo no gênero para ajudar mulheres a progredir no mercado de trabalho têm efeito multiplicador para a economia como um todo e, assim, podem ser bastante eficazes”.
Tem nada a ver com isso, conheço mulheres altamente competentes, mas que não entram na politica corrupta desse país nem a pai, o fato é esse e nada de representatividade no parlamento ou outra porcaria inventada pra gerar notícia!!!
Em um intervalo de uma hora e meia, duas pessoas foram assassinadas e outra foi baleada em Mossoró, cidade da região Oeste potiguar, na tarde desta quinta-feira (2). Os crimes aconteceram entre as 13h e 14h30. Dois deles, no mesmo bairro: o Belo Horizonte, na Zona Sul da cidade.
O último caso ocorreu por volta das 14h30, quando dois homens chegaram a um bar no bairro Belo Horizonte e atiraram na cabeça de um taxista identificado como Antonio Carlos Tavares Dantas, de 41 anos, que estava bebendo no local. A vítima foi socorrida ao Hospital Tarcísio Maia por pessoas que estavam no estabelecimento e usaram seu próprio carro, antes da chegada da polícia. De acordo com a unidade, o estado do taxista é grave.
Mais cedo, por voltas das 13h, o corpo de Richardson Diego de Oliveira (conhecido como Dieguinho), de 20 anos, tinha sido encontrado com marcas de tiros no abdómem e na cabeça, de acordo com o Instituto Técnico-Científico de Perícia. Ele estava debaixo de uma ponte do bairro Belo Horizonte.
Outro crime aconteceu em uma rua conhecida como beco das frutas, na região central de Mossoró, pouco tempo depois, próximo das 14h, no horário local (o Rio Grande do Norte não tem horário de verão). Morta a facadas, a vítima foi reconhecida como um flanelinha, mas ainda não teve sua identificação oficialmente confirmada. De acordo com testemunhas, ele estava em um bar, quando, durante uma discussão, empurrou uma pessoa. Minutos depois, sofreu vários golpes de arma branca.
O flanelinha ainda correu por cerca de 300 metros, em busca de socorro, mas morreu na porta de uma churrascaria localizada ao lado do mercado central da cidade. Ao chegar ao local, a Polícia Militar prendeu um suspeito, que foi acompanhar a perícia e foi apontado por testemunhas. Ele negou a autoria do crime.
O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot fez sua estreia no Twitter nesta quinta-feira (2). De antemão, disse não ser candidato a cargo eletivo algum. Afirmou que usará a rede social para acompanhar a luta contra a corrupção no Brasil e na América Latina.
O presidente do UFC, Dana White, parece não estar muito otimista com relação ao futuro de Jon Jones. O ex-campeão dos meio-pesados da organização aguarda o julgamento da USADA (agência que controla o programa antidoping do Ultimate) após testar positivo para substância proibida em amostra colhida na véspera do UFC 214, realizado no dia 29 de julho, na Califórnia. Na oportunidade, Jones derrotou Daniel Cormier e recuperou o cinturão da categoria, mas acabou perdendo o título quando o resultado da contraprova, divulgado em setembro, confirmou o doping.
Em entrevista ao “The Jim Rome Show”, White disse que o caso de Jones pode não ter solução.
– Ele não é o tipo de cara que só pensa em dinheiro. Mas eu acho que o Jon gosta muito de balada, ele gosta de sair e se divertir, e fazer tudo o que ele faz. O dinheiro e a fama tornaram isso mil vezes pior. Ele não conseguia se controlar e costumava ultrapassar todos os limites. Eu não vou ficar aqui agindo como o advogado do diabo, todos nós já saímos e provavelmente nos divertimos exageradamente aqui e ali, mas ele continua fazendo isso consistentemente. Mesmo quando ele já tinha ferrado tudo, ele conseguia unir forças para sair e ferrava tudo novamente. Mesmo dessa última vez que ele voltou a lutar, os fãs o perdoaram. Ele recuperou a popularidade mais do que nunca, todo mundo queria ver esse cara suceder…e ele vai lá e faz tudo de novo. É inacreditável! – declarou o mandatário.
Dependendo do julgamento da USADA, Jones pode pegar de dois a quatro anos de suspensão. O lutador, de 30 anos, tem um extenso histórico de problemas: já se envolveu em vários acidentes de trânsito e foi flagrado outras duas vezes em exames antidoping, perdendo o cinturão como consequência.
– O pior de tudo é que ele poderia ter ficado preso. O juiz deu a ele uma nova chance, esse cara poderia ser condenado a um bom tempo na cadeia, e ainda assim ele não acordou. Se isso não é uma chamada para você cair na real, você é irrecuperável! – completou o chefão.
Um dos acusados de envolvimento com a organização criminosa que desviava recursos públicos na liberação de empréstimos do FI-FGTS, segundo a investigação da Polícia Federal, era o vice-presidente de Gestão de Ativos e Terceiros da Caixa, Marcos Roberto Vasconcelos. Ele exercia função essencial para a liberação de dinheiro para a quadrilha comandada pelo ex-ministro Geddel Vieira Lima e o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Marcos Roberto poderia ter sido expurgado do serviço público ainda no início de 2016, quando o nome dele foi citado no relatório final da CPI dos Fundos de Pensão da Câmara dos Deputados. Mas ele recebeu uma ajuda providencial para permanecer no cargo até setembro.
Mensagens de celular recuperadas pela Polícia Federal mostram que coube ao então presidente do PT no Paraná, o deputado federal Enio Verri, ajudar a retirar o nome de Marcos Roberto do relatório final da CPI. No dia 13 de abril de 2016, Marcos Roberto enviou uma mensagem ao parlamentar perguntando se ainda havia tempo para alterar o relatório da CPI. “Enio diz que sim”, diz um relatório da Delegacia de Inquéritos Especiais da Polícia Federal, ao qual VEJA teve acesso. No documento da CPI, Marcos Roberto era uma das pessoas responsabilizadas pelo prejuízo causado ao patrimônio do Funcef, o fundo de pensão da Caixa. A CPI havia decidido encaminhar ao Ministério Público Federal um pedido para propor ação penal para responsabilizar o servidor por má administração dos recursos públicos.
No dia 14 de abril do ano passado, dois dias após fazer o pedido ao deputado petista, Marcos Roberto envia mensagem à então presidente da Caixa, Míriam Belchior, informando que poderia retirar o nome do banco e seu próprio nome do relatório da CPI. No mesmo dia, Marcos recebeu mensagem de uma pessoa chamada Duncan, informando que “Erica pediu a retirada” do nome dele do relatório. “Erica teria dito a Duncan que o relator (da CPI) havia feito um acordo com Enio”, diz o relatório da PF. No dia 20, um dia após a divulgação da última versão do relatório final, Marcos Roberto agradece a Duncan “por seu nome ter sido retirado da nova versão do relatório (da CPI)”. A PF não identifica quem seriam Duncan e Érica.
Em seu depoimento, Marcos Roberto negou que fosse ligado ao PT, como suspeita a polícia. Ele, porém, informou ter trabalhado na prefeitura de Maringá, entre janeiro de 2001 e março de 2002, a convite do então secretário da Fazenda da Prefeitura, o petista Enio Verri.
O deputado Enio Verri admite que trocou diversas mensagens de celular com Marcos Roberto Vasconcelos. “Ele é meu colega do departamento de Economia da Universidade de Maringá”, diz o parlamentar. Mas Enio Verri nega que tenha ajudado a retirar o nome do colega do relatório final da CPI dos Fundos de Pensão. “Eu era apenas um membro da comissão. Eu não era o coordenador da bancada (do PT)”, diz Enio Verri.
Esses safados não são do Serviço Público, são cargos comissionados, e como tal não tem respaldo nem respeito junto a categoria. Estão ali só tomando lugar dos verdadeiros donos, os Funcionários Concursados. Maioria deles, indicados por políticos vão tentar se dá bem de uma forma ou de outra, tanto um quanto o outro e o povo é quem paga a conta.
Um menino de 2 anos morreu nesta terça-feira, 31, em Bertioga, no litoral de São Paulo, após cair do sexto andar de um prédio na Riviera de São Lourenço. O caso está sendo investigado, mas as primeiras informações indicam que a criança entrou em um buraco aberto para instalação de um aparelho de ar-condicionado.
O Corpo de Bombeiros foi acionado às 19h20 e encaminhou equipe ao módulo 6 do condomínio. O acidente aconteceu no prédio que fica na Rua 505. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foram chamadas e confirmaram que a criança morreu no local. Os nomes do menino e de seus familiares não foram divulgados.
Em março deste ano, na cidade de Praia Grande, também no litoral sul paulista, um menino de 4 anos morreu ao cair do apartamento onde morava com o pai, no 16.º andar de um prédio no bairro Aviação. O boletim de ocorrência registrado na época constatou que não havia redes de proteção ou grades nas janelas do imóvel.
A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois – Jorge William / Agência O Globo
Em meio à polêmica sobre seu pedido para receber salário acima do teto, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois desistiu do pleito. Em nota divulgada na tarde desta quinta-feira, ela afirma que já encaminhou ao governo comunicado de que desistiu de acumular salário de ministra com aposentadoria de desembargadora aposentada da Bahia, o que lhe garantiria um rendimento bruto de R$ 61,4 mil.
Luislinda reclamava que, por causa do limite constitucional, só podia ficar com R$ 33,7 mil, equivalente ao salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ela havia afirmado ainda que “sem sombra de dúvidas” essa situação se assemelhava ao trabalho escravo. O caso foi revelado pelo jornal “O Estado de S. Paulo”. Em entrevista à rádio CBN, a ministra confirmou o pedido e disse que, em função do cargo que ocupa, tem “representatividade” e precisa se apresentar “trajada dignamente”.
— Eu, como desembargadora aposentada, posso botar um chinelinho simples e ir a qualquer lugar. Mas como ministra de Estado, não posso fazer isso. Eu tenho uma representatividade. Não de luxo, mas de pelo menos me apresentar trajada dignamente. É cabelo, é maquiagem, é perfume, é roupa, é sapato, é alimentação. Porque, se eu não me alimentar, eu vou adoecer e, aí, vou dar trabalho para o Estado. É tudo isso que tem que ter. Então, eu pedi, formulei o pedido, como qualquer pessoa que se achar no direito pode requerer. Estou com um salário aqui, neste mês, de R$ 2.700. Para uma responsabilidade que se tem… — disse Luislinda Valois.
No pedido, a Luislinda justifica que por causa da regra do teto constitucional seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos (o somatório dos dois, o que ela recebe, equivale justamente ao teto). O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado. Como ministra, ela tem direito a carro com motorista, jatinho da FAB, cartão corporativo e imóvel funcional. A ministra diz que não pode ficar sem receber pelo trabalho no governo, caso contrário, seria trabalho escravo.
— Eu fiz uma alusão, uma simbologia (ao trabalho escravo), porque todo trabalho que se executa e que não tem as respectiva remuneração, ele não é correto, ele não é um trabalho legal — disse Luislinda.
Por tais argumentos todo trabalhador brasileiro que receba salário inferior a 2.700,00 reais é um escravo em potencial! Esse tipo de gente é despudorada e ofende a todos os trabalhadores dignos do nosso respeito.
A produção industrial brasileira teve alta pelo quinto mês consecutivo. Pesquisa Industrial Mensal do IBGE, divulgada nesta quarta-feira (1), mostrou que em setembro a produção da indústria teve alta de 2,6% em relação a igual período do ano passado.
Após início de ano errático, com altas seguidas de quedas até abril, a indústria passou a uma trajetória de altas seguidas. Na comparação de setembro com agosto, a alta foi de 0,2%. Em nove meses deste ano, apenas dois apresentaram variação negativa na comparação com o mês imediatamente anterior.
Também em setembro o país registrou marcas significativas que levaram analistas a falar em fim da recessão na indústria. A alta da produção no acumulado em 12 meses foi de 0,4%, o que encerrou ciclo de 39 meses de quedas consecutivas. A última alta nessa base acumulada havia sido em maio de 2014.
RECUPERAÇÃO
Apesar da melhora, o país está longe de recuperar as perdas nos últimos três anos. Enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) só sentiu os efeitos da crise em 2015 e 2016, a indústria já vinha em queda desde 2014.
O nível da produção atual, de acordo com o IBGE, está equivalente de 2008.
Para efeito de comparação, a indústria teve quedas de 3%, 8,3%, 6,4% em 2014, 2015 e 2016, respectivamente. Nos nove primeiros meses deste ano, a alta é de 1,6%. A previsão da LCA Consultores é de alta de 2% neste ano.
“Digamos que descemos dez degraus nos últimos três anos e estamos subindo um. É uma melhora, que tecnicamente tira a indústria da recessão, mas não recupera perdas”, disse Everton Carneiro, analista da RC.
De acordo com o economista Rodrigo Nishida, da LCA, a indústria entrou nos últimos cinco meses em “trajetória mais firme de recuperação”. Ele também advoga a tese de que a recessão no setor está no retrovisor.
Nishida explica que a melhora da indústria, muito concentrada no início do ano em setores voltados para as exportações, começa a dar sinais mais forte de recuperação no mercado interno.
É o caso da indústria automotiva, que aproveitou a valorização do dólar em razão da crise para vender carretas, caminhões e veículos principalmente a mercados na América Latina no início do ano. Agora, as vendas diretas no Brasil estão se recuperando, ainda que lentamente.
Na comparação de setembro com igual período do ano passado, a produção de automóveis teve alta de 26,4%, o que impulsionou a produção de bens de consumo duráveis (alta de 16,2%).
Os bens de capital também tiveram alta, de 5,7%. O grupamento é considerado um termômetro dos investimentos por ser composto por máquinas destinadas à produção. Na outra ponta, a construção civil continua a amargar perdas (-0,3%). “É uma recuperação lenta e gradual”, afirmou André Macedo, técnico da Coordenação da Indústria do IBGE.
A recuperação é lenta, parte de um patamar muito ruim. Mas quando a atividade econômica engrenar, a arrecadação melhora e melhora o lado do servidores.
O Brasil no rumo certo, estamos vencendo o desastre do PT.
A Procuradoria espanhola pediu nesta quinta-feira que a Justiça ordene a busca, captura e detenção europeia do presidente catalão destituído, Carles Puigdemont, e dos seus quatro conselheiros que o acompanham na Bélgica. As cinco autoridades não responderam à intimação para comparecer a um tribunal, uma vez que são acusados pelos crimes de sedição e rebelião pela sua participação na tentativa independentista catalã, que podem resultar em pena de até 30 anos de prisão. Além disso, os procuradores pediram que os outros nove conselheiros catalães destituídos sejam presos, e apenas um com possibilidade de soltura por fiança.
Segundo o “El País”, o pedido da Procuradoria é que oito dos nove ex-membros do governo catalão destituídos presentes no tribunal sejam presos sem possibilidade de fiança. A exceção é o ex-conselheiro de Economia Santi Vila, que teria que pagar 50 mil euros pela sua soltura. Ele pediu demissão no dia anterior à declaração unilateral de independência pelo Parlamento catalão, promovida por várias forças políticas, incluindo o seu Partido Democrata Europeu Catalão (PDeCAT). A decisão sobre o destino dos líderes está agora nas mãos da juíza Carmen Lamela, de acordo com o jornal espanhol.
Dos 14 membros esperados no tribunal, os quatro que não compareceram, além de Puigdemont, foram: Clara Ponsati, Antoni Comín, Lluis Puig e Meritxell Serret. Estiveram presentes para depor, no entanto, figuras de peso no antigo governo catalão, como o vice-presidente Oriol Junqueras e o ex-chanceler Raúl Romeva.
Membros do governo catalão destituído chega a tribunal espanhol para prestar depoimento – GABRIEL BOUYS / AFP
Não muito longe dali, no mesmo dia, chegaram seis membros do Parlamento catalão intimados a depor na Suprema Corte, acompanhados pela presidente da Casa, Carme Forcadell. No entanto, a sessão foi suspensa por uma semana, a pedido dos advogados de defesa dos acusados.
Todos os 20 politicos são investigados por rebelião, sedição e má gestão de fundos pela sua participação ativa no movimento secessionista catalão e na proclamação de independência unilateral deste mês. Estes são considerados delitos muito graves, que podem resultar em até 30 anos de prisão. O governo espanhol do presidente Mariano Rajoy não aceitou a separação e conseguiu sufocar as tentativas independentistas.
A ausência de Puigdemont poderia levar à sua prisão na Bélgica, onde muitos dizem que ele pedirá asilo político, apesar de o presidente destituído ter negado que tentaria fugir. Se ele não retornar, pode ser alvo de um processo de extradição e, dependendo da duração destes procedimentos legais, correria o risco de não estar de volta à Catalunha para as eleições marcadas para 21 de dezembro. Uma foto publicada nas redes sociais mostra, supostamente, Puigdemont em um café da Bélgica:
Uma possível concessão de asilo a Puigdemont poderia provocar um incidente diplomático com a Espanha e provocar uma crise no governo belga, que já amanheceu em meio à tensão entre os partidos que formam a coalizão. O país, que se divide entre regiões de idioma francês e holandês, é governado por um bloco conservador liderado pelo primeiro-ministro, Charles Michel, um liberal francófono. A aliança é integrada pela democracia cristã, liberais e nacional-democratas (CD&V, N-VA e VLD respectivamente).
O ministro espanhol das Relações Exteriores e o da Justiça também questionaram a viabilidade de um eventual pedido de asilo à Bélgica por parte de Puigdemont. O chanceler espanhol, Alfonso Dastis, trocou mensagens com seu colega belga, que teria-se colocado à disposição, mas sem ir além, diante da falta de confirmação oficial das intenções de Puigdemont.
Em comunicado, Puigdemont disse que alguns dos seus conselheiros compareceriam à convocatória judicial para denunciar a falta de garantias do sistema judicial espanhol e a sua vontade de perseguir ideias políticas.
“Essas intimações se enquadram num julgamento resumo sem base jurídica que busca apenas punir ideias”, disse, em nota, Puigdemont.
Uma pesquisa regional publicada na semana passada mostrou que o apoio a um Estado independente da Catalunha de fato atingiu o nível mais alto desde dezembro de 2014: agora, cerca de 48,7% dos catalães acreditam que a região deve ser independente, segundo o Centro de Estudos de Opinião — um aumento de sete pontos percentuais em relação a junho. Os contrários à independência somam 43,6%.
Em um esforço para ajudar a fechar as suas contas no próximo ano, o governo vai mudar a tributação de fundos de investimento voltados para a alta renda.
O objetivo é arrecadar R$ 10,7 bilhões em 2018 –algo próximo do que o governo pretendia obter com o Refis, o programa de refinanciamento de dívida, antes de ser desfigurado pelo Congresso.
O efeito da medida sobre o setor de fundos também não é desprezível: só entre fundos fechados, a medida vai atingir cerca de 420 carteiras, que reúnem patrimônio ao redor de R$ 22 bilhões, segundo levantamento feito pelo consultor independente Marcelo D’Agosto.
A partir do próximo ano, a nova regra atinge dois grupos. Os fundos fechados, que não admitem resgate e geralmente são criados para receber investimentos de indivíduos de alta renda; e os fundos que investem em ações de empresas que não estão listadas em Bolsa, chamados de fundos de participação.
Essa é uma primeira iniciativa da União de mudar a cobrança sobre ganhos do topo da pirâmide. Os dois grupos pagavam o Imposto de Renda apenas no resgate da aplicação, o que representava uma vantagem sobre os fundos comuns.
Com a mudança, eles vão passar a antecipar o recolhimento do imposto duas vezes por ano, o que acaba “comendo” uma parte do rendimento que, de outra forma, continuaria se acumulando.
Essa antecipação é chamada de “come-cotas”.
Segundo D’Agosto, parece justo que esses investidores, cuja aplicação média fica entre R$ 10 milhões e R$ 20 milhões, sejam tributados desde o início da aplicação.
Para Bernard Appy, diretor do CCiF (Centro de Cidadania Fiscal), o ideal é que o come-cotas não existisse, já que ele incide sobre a fase de acumulação do fundo. Mas a partir do momento que existe para o investidor de menor porte é melhor que exista também para o maior, diz ele.
Advogados preveem uma enxurrada de questionamentos jurídicos até 2018, quando a regra entra em vigor.
O ponto mais polêmico é a decisão de cobrar o come-cotas também sobre o rendimento passado do fundo, ou seja, sobre o estoque acumulado pelos fundos fechados.
“A cobrança retroativa é questionável e dará margem a muita discussão”, diz Hermano Barbosa, sócio do escritório BMA Advogados.
Segundo ele, seria mais justo com os contribuintes que as mudanças valessem apenas para os fundos criados a partir da MP.
José Roberto Afonso, pesquisador do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) e professor do IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público), diz que é preciso atenção para que a tentativa de antecipar a cobrança não empurre investidores para outras aplicações isentas, inclusive as realizadas no exterior, as quais os brasileiros muito ricos têm acesso facilitado.
Sergio Gobetti, do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada), diz que a medida é boa, mas tímida. “Há um potencial de receita no curto prazo porque a regra incide sobre o estoque de rendimento.” Por isso, diz ele, a arrecadação prevista para 2018 não deve se repetir.
E o governo sempre procurando formas de roubar o povo. Isso aí já é confisco. Estão exaurindo as riquezas da população para manter a máquina funcionando, em vez de praticar austeridade, o que seria a decisão mais correta a tomar.
Conor McGregor fez a maior luta de sua carreira em agosto, quando enfrentou Floyd Mayweather em um duelo de boxe ,e faturou pelo menos US$ 30 milhões (sem contar participação em vendas de pacotes pay-per-views, vendas de produtos e etc). Estimava-se que ele recebesse pelo menos US$ 75 milhões pela luta – mais dinheiro do que ele ganhou durante toda a sua carreira.
E apesar dos rumores de que o irlandês possa voltar ao octógono até o final do ano para defender o seu cinturão do UFC, ele afirma que não está com pressa. Tudo depende das negociações, e Conor tem, inclusive, uma condição não-negociável: quer se tornar “sócio” do Ultimate.
– Eu fui promotor da luta contra o Mayweather e estamos negociando atualmente. Eu não vou entrar naquele octógono a menos que eu seja parte de tudo, que eu seja um co-promotor – declarou o lutador durante um “perguntas e respostas” realizado em Dublin nesta quarta-feira, durante o lançamento do filme que conta a história da sua ascenção no esporte.
O irlandês se mostrou bastante hesitante para falar sobre o seu futuro, afirmando que está levando outras coisas em consideração, agora que assumiu um lado mais empresário. Conor, no entanto, deixou claro que está analisando suas opções.
– Ver esse filme hoje me fez entender que se eu realmente quero voltar a lutar, eu estou na fase de negociação agora. Todo mundo está tentando que eu faça alguma coisa por dinheiro, do começo ao fim. Eles (UFC) estão tentando que eu volte a lutar antes do final do ano para ajudar a companhia a fazer dinheiro, assim eles podem reafirmar a dívida após essa venda gigante de US$ 4,2 bilhões e tal. E eu estou sentando aqui, assistindo todas as guerras que eu travei, uma atrás da outra, vendo como eu cheguei até aqui. Eu acho que tenho que ir com calma agora. Não estou com pressa. Estou em uma excelente posição. Pra sempre estarei no estágio de ganhar dinheiro. Meu dinheiro está lá em cima sendo contado por uma máquina de contar dinheiro, então estou ótimo.
Apesar de deixar seu futuro no ar, Conor reafirmou a paixão pelo esporte e disse que voltará a lutar um dia:
– Eu ainda amo lutar. Amei assistir aquele filme (…) Isso é algo que eu amo fazer. Eu vou lutar novamente, sem dúvida, e vou lutar muitas vezes. Mas quando eu o fizer, eu vou precisar eliminar tudo o que vem de fora, porque há muita coisa rolando na parte dos negócios, muita coisa pessoal, tudo o que envolve um império. Você tem todas essas entidades separadas crescendo. Eu tenho funcionários que têm funcionários, tudo está envolvido nessa grande bolha. Então, se eu realmente voltar e for a hora de lutar de novo, eu preciso me distanciar disso tudo – completou.
A candidata presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, Ana Adalgisa, esteve reunida com engenheiros da Caixa Econômica, em Natal, e apresentou as propostas para a gestão que implantará, a partir de janeiro, com a união de toda classe.
Durante o encontro, Ana Adalgisa ressaltou a importância do Piso Nacional do Engenheiro e ressaltou o compromisso para lutar pela implantação da Carreira de Estado para Engenharia. “Os engenheiros têm papel de protagonistas para o desenvolvimento do nosso país, daí a necessidade de termos uma carreira de Estado. Na nossa gestão no CREA-RN vamos ecoar essa bandeira como força e pressão para que o projeto seja aprovado”, destacou.
Ana Adalgisa reforçou, durante o encontro, que a sua candidatura é reflexo da união de todas as engenharias para avançar na qualificação profissional e com um CREA mais participativo nas decisões da sociedade. Ela expôs também o programa de desburocratizar as demandas dos engenheiros no CREA, além de ressaltar o programa de oferecer suporte e qualificação aos novos engenheiros.
Durante a visita aos engenheiros da Caixa, Ana Adalgisa esteve acompanhada de Mário Amorim, candidato a diretor da Mútua, e Almir Mariano, que disputa a Diretoria Administrativa.
A campanha desta candidata é reflexo de todas as engenharias? Que engraçado ela é funcionária de um sindicato que trabalha para a engenharia civil! Apoiada pela atual gestão, será se alguma coisa vai mudar para os profissionais no CREA? Ela trabalha no sindicato que representa os empresários da construção civil, qual o interesse do empresariado assumir o conselho de classe? Acordem!
O profissional CREA, não admite nenhuma chapa comprometida com o SINDUSCON. Quem defenderá nosso teto de salários com os empresários ??? Só tem uma chapa que defende realmente o profissional é a CHAPA os PROFISSIONAIS QUEREM A SOCIEDADE PRECISA , Jose augusto N.:102.
#Peço ao administrador desse site, para não apagar o meu comentários. E na verdade não entendo pq estão sendo apagados os comentários contra a chapa do SINDUSCON???
Muito difícil acreditar que defenderá o piso salarial dos Profissionais, já que é representante dos empresários. Recebe ordens do SINDUSCON, pois é funcionária de carteira assinada. Como pode ir de encontro às ordens dos patrões? Sinceramente não acredito em Papai Noel. A muitos anos o SINDUSCON tenta ter o controle do CREA RN. Nós profissionais, não iremos permitir este ato, NUNCA.
O ministro da Justiça, Torquato Jardim, tem planos para transformar a Força Nacional de Segurança Pública num grupo de elite permanente, com profissionais exclusivos da União. A ideia passa por dois desenhos: ou o governo federal abriria concurso para um engajamento temporário de agentes de segurança dos estados, de oito a dez anos, ou aceitaria policiais militares assumindo a remuneração deles e demais encargos por esse mesmo período. A tropa, segundo a proposta em estudo, teria, no máximo, 2,5 mil integrantes.
Vinculada ao Ministério da Justiça desde que foi criada, em 2004, a Força Nacional sempre funcionou com policiais emprestados de outros estados que, após serem treinados para as operações federais, passam a ser chamados em caso de necessidade. Eles mantêm seus salários da corporação de origem e recebem diárias do governo federal enquanto estiverem em atuação. Torquato, no entanto, defende dedicação integral dos profissionais à Força, que passaria a trabalhar também em conjunto com setores de inteligência dos governos federal e estaduais.
O ministro, que criou uma crise com o governo do Rio por acusar a cúpula da Polícia Militar de corrupção, ainda avalia os custos dessa transformação e pondera que tais mudanças, a depender do formato, terão de passar pelo crivo dos colégios de secretários estaduais ligados à Segurança e ao Sistema Penitenciário, e também pelo Congresso Nacional:
— Estamos discutindo, ouvindo opiniões sobre a forma de seleção, o tempo de engajamento, a remuneração. Isso está para ser decidido. E temos que convencer o Congresso Nacional.
O tamanho da Força Nacional permanente — de 2,5 mil homens — é considerado pequeno em relação ao número de policiais já treinados até agora: cerca de 18 mil — o que não significa que todos tenham condições de atender a um chamado hoje. No momento, há 2.150 mobilizados em operações pelo país.
IDEIA NÃO É NOVA
No formato em estudo, defende Torquato, uma tropa menor seria suficiente por ser treinada com foco na região de atuação e, além disso, resultaria em menos demanda das Forças Armadas nas ruas:
— A tropa pode ficar estacionada em quatro ou cinco pontos do território nacional, com equipamentos e treinamentos mais específicos para aquela região e podendo ser engajada mais rapidamente.
Não é a primeira vez que o governo pensa em tornar a Força um grupo permanente. Em 2007, o então ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, defendeu a ideia de ter um batalhão de 500 homens sempre mobilizados em Brasília para pronto emprego. Já o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que ocupou o Ministério da Justiça até o início do ano, esboçou ideia parecida.
Para aumentar o número de policiais à disposição da Força, sem depender só dos estados, Moraes convenceu o governo a baixar uma Medida Provisória que permitiu o ingresso na tropa de profissionais estaduais ou federais ligados à Segurança aposentados há menos de cinco anos. Já foram abertos quatro editais de seleção com novos integrantes atuando em operações que estão em curso.
Bem pensado, assim daria oportunidades para outros no mercado de trabalho, deixando de pagar a quem já recebe seu salário regularmente. Hoje, o estado disponibiliza efetivo para integrar essa força, não deixando de remunerar esse efetivo para servir a outros e as vezes a si. Portanto, dessa forma não mais forneceria policiais e mesmo assim poderia contar com ela caso necessário fosse.
Sendo prático?
A Farça Nacional nada mais é que descobrir um santo para cobrir outro. Seu efetivo é de outras polícias e não um novo.
Assim, fingem resolver um problema mas deixam outro.
Verdade! Pegam efetivo das forças auxiliares estaduais e deixam os estados descobertos…
Governo ainda ganha os créditos de ter "gerado uma nova instituição" mas na verdade é uma velha manobra ! Enquanto isso os estados sofrem …
Depois de protagonizar um duro embate com o ministro Gilmar Mendes no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), na semana passada, o ministro Roberto Barroso repetiu as críticas que fez ao colega durante o
34º Encontro Nacional dos Procuradores da República, que começou nesta quarta-feira, em Porto de Galinhas (PE). Durante a discussão no plenário do Supremo, Barroso disse que Gilmar Mendes “vai mudando a jurisprudência de acordo com o réu” e que promove não o Estado de Direito, mas um “Estado de compadrio”. Também afirmou que Mendes tinha uma “parceria com a leniência em relação à criminalidade de colarinho branco”.
Falando para a plateia de procuradores nesta semana, Barroso mostrou que não está disposto a colocar panos quentes no episódio. Sem citar Gilmar Mendes, o ministro voltou a atacar o “Estado de compadrio” que muda a jurisprudência “de acordo com o réu” e busca perpetuar “a cultura ancestral de leniência e impunidade com a criminalidade do colarinho branco”.
Além de repisar argumentos usados para confrontar Gilmar Mendes, Barroso disse que a leniência com os crimes do colarinho branco “tem representantes em toda parte” e denunciou o que chamou de “direito penal seletivo” que “criou um país de ricos delinquentes”. “O país da fraude em licitações, da corrupção ativa, da corrupção passiva, do peculato, da lavagem de dinheiro sujo”, disse Barroso. “O mal é persistente e a desonestidade se dissimula em muitas roupagens. Quem quer que olhe em volta pode constatar que a ‘Operação Abafa’ (no combate à corrupção) é visível, ostensiva e indecente”, complementou o ministro.
Analisando a conduta de integrantes da magistratura, Barroso listou valores básicos que regem a atuação do Poder Judiciário: “A lógica de um juiz não pode ser a do amigo/inimigo, mas sim a do correto, justo e legítimo. O poder, inclusive o de juízes e tribunais, não existe para proteger amigos e perseguir inimigos, mas para servir ao bem e à justiça. Juiz que faz favores transaciona com o que não lhe pertence”.
Com 18 páginas, o discurso de Barroso, batizado de “Conquistas democráticas, combate à corrupção e ordem econômica”, também dedicou longo espaço para a defesa da jurisprudência do STF que estabeleceu a prisão em segunda instância. Barroso defendeu a medida e criticou os movimentos no STF, capitaneados por Gilmar Mendes, para rever a jurisprudência.
“Em 2016, o Supremo Tribunal Federal, por três vezes, decidiu sobre a possibilidade da execução após o segundo grau. Só se muda uma linha de entendimento quando há uma alteração relevante na realidade de fato ou na percepção do direito. Nada disso aconteceu. De lá para cá, nada mudou, salvo a chegada de alguns novos réus. Um país em que a jurisprudência vai mudando em função do réu, não é um Estado de direito. É um Estado de compadrio”, disse Barroso. “Algumas pessoas tentam disfarçar o compadrio dizendo que estão preocupadas com os pobres. Não creiam nisso. Pobres são presos antes mesmo da decisão de primeiro grau. São presos por tráfico de drogas, roubo, homicídio ou reincidência em furtos. Corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, fraude em licitações e lavagem de dinheiro não são crimes de pobres”, complementou.
Uma coisa tenho que concordar com o Torquato: Não é possível o crescimento vertiginoso do crime organizado e do tráfico de drogas, sem à vista grossa de muitas autoridades. Infelizmente aqui neste país maravilhosos, está tudo dominado. O certo virou errado e o errado virou certo!