Vencidas as denúncias criminais que ameaçavam seu mandato, o presidente Michel Temer concentra agora seus esforços em aprovar a polêmica reforma da Previdência.
Na última quarta-feira (1), justamente quando a Câmara mandava para a gaveta o pedido para processar o presidente, no Senado, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência imprimia uma derrota ao governo ao aprovar por unanimidade um relatório que nega a existência de deficit nas contas da aposentadoria e rejeita a necessidade de mudanças.
“A reforma não anda (no Congresso). Como é embasada em premissas falsas, conforme a CPI comprovou, ela vai empacar por si só”, disse o senador Hélio José (Pros-DF), autor do relatório baseado em uma investigação de seis meses.
Essas supostas premissas falsas podem ser resumidas em três itens principais: inclusão de servidores federais (civis e militares) no rombo, projeções “exageradas” de envelhecimento da população e má gestão dos recursos.
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reagiu dizendo que o rombo na Previdência é inquestionável. O governo considera essencial a reforma para tirar as contas públicas do vermelho. “Não é momento para demagogia”, criticou.
Mas afinal, há ou não deficit? A BBC Brasil ouviu autoridades e especialistas e explica abaixo os principais argumentos dos dois lados dessa discussão.
1) O que deve entrar nessa conta?
Quando se fala em rombo, o primeiro ponto de discórdia é o que deve entrar nesta conta.
O governo aponta para um desequilíbrio tanto no regime que atende os trabalhadores do setor privado (INSS), quanto no de aposentadoria dos servidores públicos.
Precisa de muita tortura estatística para negar que tem déficit.
-Ignorar que a Previdência, na hipótese mais favorável, é uma pirâmide que está desmoronando por questões demográficas;
-Ignorar que um considerável número de pessoas pouco ou nada contribui.
-Ignorar que foram criados contrabandos (PIS, Cofins, CSLL) para que no fim, todos os brasileiros paguem o pato;
-Ignorar, após tudo arrecadado, que ainda se tem despesas com saúde e os benefícios (como se tudo fosse destinado às aposentadorias).
O problema é que existem várias despesas que é para o governo pagar, despesas sociais, mas ele joga tudo na conta da previdência. Além disso, o israelense, nascido em Haifa, presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sócio do Banco Itaú, nomeado por Meirelles, tem todo interesse em vender presidência privada. E, provavelmente, muitos políticos, também terão sua "previdência privada"
CPI isenta, presidida pelo competente senador Paulo Paim. Não há dúvidas de q a previdência, apesar da roubalheira política de seus recursos, continua superavitária. Não há necessidade de reforma.
PAIM PARA PRESIDENTE!
Não existe rombo na previdência, tudo mentira, é só para beneficiar os bancos privados, os banqueiros, obrigando o povo fazer previdência privada. A união tem muito dinheiro, o que se paga de impostos. O que tem que se fazer é deixar de pagar os juros da dívida pública, que pagamos desde que o Brasil foi descoberto, é uma dívida sem fim, e olhe que só pagamos os juros!
A PREVIDÊNCIA, nunca deu prejuízo! o meio mais fácil para ELES manterem os discursos que a PREVIDÊNCIA da prejuízo é repetir os discursos.
O Brasil paga vários impostos justamente (e também) porque a Previdência não se sustenta por si.
Se fosse autossusentada bastariam as contribuições sobre a folha de pagamento. Mas como não funciona como um sistema de capitalização individual, tem que ter vários sustando os inativos. Com as pessoas tendo menos filhos as coisas só vão piorar. Mas não, vão criando contrabandos como PIS, CSLL e Cofins (e ainda vem com a picaretagem de excluir saúde e os benefícios a quem nunca contribuiu). Ademais, só uma minoria minimiza isso contribuindo. Tem muita categoria que tem aposentadoria antecipada, tem categoria que contribui com uma mixária, e um monte de inválido (acidente com motoqueiro virou epidemia). Brasileiro precisa parar de achar que tudo é culpa de banqueiro, banqueiro só faz o meio de campo, emprestando para governos perdulários que torram mais do que arrecadam e depois vem pedir empréstimos.
Lembrar também que o Brasil deu quase uma dezena de calotes/moratórias ao longo de sua história.
*não se sustenta 'por si' foi mal..heheeh
Ora, ora, os PTtralhas quebraram a PETROS (Petroleiros), PREVI ( Banco do Brasil), POSTALIS (Correios) e também a previdência dos funcionários da CAIXA, como não iam quebrar o INSS??? Isso o que a gente sabe.
Lógico, inclusive tirando 30% da DRU "Desvinculação Receita da União "para me terem a mão desordenadamente no erário público.
Mesmo sem DRU, a Previdência continuaria deficitária.
Antes era de 20%… graaaande diferença…
Nesse caso, o PT nem é tanto culpado, no sentido de ter criado problemas adicionais. Culpado no sentido de não ter enfrentado um problema estrutural, mesmo tendo chances de fazê-lo, quando navegava em alta popularidade e tinha Congresso na mão.
Quem recebe os pixulecos? É 1/3 pro santo, 1/3 pro careca e 1/3 pro mineirinho. É só pesquisar no Youtube.
O rombo, ou deficit, sao causados pelos marajas que ganham acima de 5mil reais, fazem greve, se dizem servidores publicos, contribuem com 11%, enquanto a maioria da populacao ganham menos de mil e demoram pra se aposentarem. Deviam separar a arrecadacao da aposentadoria dos servidores publicos e da populacao. Deixar rolar o deficit separadamente pra ver o que vai acontecer.
Servidor público contribui sobre tudo q recebe. No RGPS não.
Servidor não contribui. Se ele paga para a mesma fonte da qual recebe, no máximo tem descontado (isso comumente recebendo o que não receberia fora do serviço público).
Ao menos três pessoas morreram em um tiroteio dentro de uma loja do Walmart na quarta-feira (1) em Denver, onde a polícia disse que ainda não deteve ninguém.
A polícia de Thornton, no Colorado, não divulgou imediatamente nenhuma informação sobre as circunstâncias do tiroteio nem sobre quem foi o responsável.
Dois homens foram mortos no tiroteio. Uma mulher, que ficou ferida, chegou a ser levada ao hospital mas morreu depois, disse o Departamento de Polícia de Thornton no Twitter.
“Os detetives estão avaliando as imagens da segurança e testemunhas estão sendo entrevistadas”, disse a polícia no Twitter. Ninguém foi preso, completou.
Apesar dos esforços do Planalto para aprovar uma reforma da Previdência mais enxuta, o governo de Michel Temer vê um ambiente contaminado no Congresso e já admite que a votação pode não ser concluída neste ano.
Os principais articuladores políticos do presidente avaliam, em caráter reservado, que a impopularidade da proposta, a desorganização da base aliada e o prazo apertado até o recesso do fim de ano podem inviabilizar o sucesso de uma das principais bandeiras do ajuste de Temer.
Para esses aliados, a única maneira de reduzir as tensões com os parlamentares que sustentam o governo é antecipar uma reforma ministerial com a contrapartida de que os partidos entreguem os votos para aprovar o projeto.
O cenário pessimista contrasta com os planos desenhados há cerca de três semanas pela equipe econômica, que aceitou reduzir o pacote de mudanças em uma última tentativa de ganhar apoio e aprová-la na Câmara e no Senado até dezembro.
Desde então, o governo não fez nenhuma movimentação concreta para retomar o debate no Congresso. O relator da proposta, Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), foi escalado para sondar seus colegas sobre a disposição de encarar o tema, mas os primeiros retornos foram negativos.
Na avaliação de auxiliares, o presidente está longe de ter os votos de 308 deputados, necessários para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição que muda as regras de aposentadoria.
Os mais otimistas projetam que a retomada das articulações e a conquista de apoio serão mais lentas do que o previsto. Portanto, só haveria tempo hábil em 2017 para que a votação fosse concluída na Câmara, deixando o tema pendente no Senado no início de um ano eleitoral.
O Senador Paim é muito competente, isto ninguém dúvida, mas o partido dele passou quase 14 anos no Planalto e não fizeram nada pra cobrar esses Impostos das Empresas sonegadores. E agora vem com esta história, que o INSS é super vitario.
A CPI da Previdência presidida pelo competente senador PAIM, mostrou de forma cristalina q inexiste rombo na previdência. O q precisa é ser cobrado os mais de 450 bilhões das empresas sonegadoras.
450 bi dariam para cobri menos de dois anos de déficit.
É essa a solução?
Vai cobrar esses atrasados então da Varig, da Rede Manchete, da Encol…
Criminoso é esse relatório ultrapicareta dessa CPI.
Acabou de ser terminado o relatório da CPI DA PREVIDENCIA. Foram seus meses de trabalho e estudos desde a sua criação em 1923, Conclusão a previdência não tem déficit e as empresas privadas ainda devem 450 Bilhoes a previdênciae o governo negligência na cobrança. O povo tinha que saber da real situação da previdência e não aceitar essa reforma criminosa.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu na quarta-feira (1º) que Sayfullo Saipov, autor do atentado que deixou oito mortos em Nova York, seja condenado à morte. Ferido por policiais logo após o ataque, ele está sob custódia da polícia no hospital.
Quando foi interrogado pela 1ª vez, o uzbeque de 29 anos não mostrou nenhum remorso pelo ataque que teria realizado e pediu que se colocasse em seu quarto uma bandeira do grupo terrorista Estado Islâmico.
“O terrorista de Nova York estava feliz quando pediu para pendurar a bandeira do EI em seu quarto do hospital. Matou oito pessoas, deixou 12 gravemente feridas. Deveria receber a pena de morte!”, disse Trump, em mensagem no Twitter.
Na tarde de terça-feira (31), ele usou um caminhão para invadir uma ciclovia no sul de Manhattan para atropelar diversas pessoas. Além dos oito mortos, 12 pessoas ficaram feridas.
Quatro adolescentes escaparam do Centro Educacional (Ceduc) Pitimbu, em Parnamirim, cidade da Grande Natal. Segundo informações da Coordenação de Segurança do Sistema Socioeducativo, a fuga aconteceu por volta das 20h desta quarta-feira (1º), logo após um motim na unidade. Na ocasião, dois educadores foram feitos reféns, mas foram libertados sem ferimentos.
De acordo com o coordenador Deques Alves, os adolescentes estavam na área nova do centro, onde abriram um buraco na parede e fugiram para área de matagal que fica próximo da unidade. Até a última atualização desta publicação, nenhum dos menores havia sido encontrado.
Esta foi a segunda fuga registrada no sistema socioeducativo em menos de um mês. No dia 10 de outubro, sete adolescentes fugiram de Ciad em Natal.
O comércio da capital do Rio Grande do Norte vai funcionar de maneira diferenciada ao longo do feriado de Finados, que ocorrerá nesta quinta-feira, 2, em todo o país.
No tocante ao comércio de rua, o mesmo estará inteiramente fechado, tanto nos polos do Alecrim e do Centro da Cidade quanto no da Zona Norte de Natal. Supermercados estarão abertos ao público entre às 7h e às 21h,
Os shoppings, por outro lado, funcionarão entre às 11h e às 22h na parte da Praça de Alimentação; entre às 13h e às 21h nas lojas de departamento; e entre às 15h e às 21h em todas as demais lojas.
Confira abaixo o detalhamento do funcionamento do comércio:
Comércio de Rua
Alecrim: fechado
Centro da Cidade: fechado
Zona Norte: fechado
Shoppings
Midway Mall
Praça de Alimentação: 11hs às 22hs
Lojas de Departamento: 13hs às 21hs
Demais Lojas: 15hs às 21hs
Natal Shopping
Praça de Alimentação: 11h às 22hs
Quiosques Alimentação: 15hs às 22hs
Lojas âncoras/Mega Lojas: 13h às 21hs
Demais Lojas/Quiosques: 15hs às 21hs
Academia Fórmula: 9hs às 15hs
Cinema conforme a programação
Praia Shopping
Praça de Alimentação e Lazer: a partir das 11h
Lojas e Quiosques: 15h às 21hs
Cinema conforme a programação
Shopping Cidade Jardim
Praça de Alimentação: a partir das 11h
Lojas e Quiosques: 15h às 21hs
Shopping Via Direta:
Praça de Alimentação e Lazer: 12h às 22hs
Lojas e Quiosques: 15h às 21hs
Partage Norte Shopping Natal
Lojas e Quiosques: 15hs às 21hs
Praça de Alimentação e Lazer: 11hs às 22hs
Cinema conforme a programação
Sindicatos que representam funcionários públicos federais vão entrar na Justiça contra a medida provisória editada nesta semana que adia o reajuste salarial e eleva a contribuição previdenciária dos servidores. Em protesto, eles já iniciaram paralisações. Nesta quarta-feira, dia 1 , auditores fiscais, que também estavam insatisfeitos porque ficaram sem bônus salarial, foram os primeiros a cruzarem os braços.
Nos aeroportos e aduanas, os auditores deram início a uma operação padrão em que todas as cargas e bagagens são revistadas como forma de atrasar as liberações. Suspenderam ainda trabalhos em escritórios da Receita Federal, o que afeta fiscalizações e, consequentemente, a arrecadação de tributos.
No dia 10 de novembro, está programada uma manifestação que pretende levar trabalhadores às ruas em várias cidades do País. “O próprio governo espera essa reação diante das atrocidades que foram cometidas”, disse o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais (Sindifisco), Cláudio Damasceno. “As entidades vão reagir de forma articulada, não só na atuação parlamentar, como na via judicial e com estratégias de paralisações conjuntas.”
Como parte do pacote de ações para cortar despesas e aumentar receitas, o governo enviou na segunda-feira a Medida Provisória 805, que inclui o adiamento do reajuste dos servidores de 2018 para 2019 e o aumento da contribuição previdenciária de 11% para 14% para quem ganha acima de R$ 5 mil.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, disse que a Advocacia-Geral da União (AGU) está preparada para defender a decisão do governo de congelar o reajuste dos servidores. Segundo ele, a União deu reajuste de 6% em média neste ano para as categorias, embora a inflação tenha ficado em torno de 2,5% no período. “A situação deste ano não justifica movimentos mais contundentes. Para o ano que vem, não tem como, não cabe na conta do Orçamento. As categorias deveriam levar em consideração esses fatores, a situação do País, a quantidade de desempregados”, afirmou. Oliveira afirmou que a medida atinge as categorias que já ganham mais. “Para se ter uma ideia, a média de salário dessa turma é de R$ 13 mil por mês. Em número de servidores, a quantidade não é grande, mas em termos de salário é um grupo elevado.”
Melhor que reforma da previdência. Se cuida Garibaldi tua entrevista ontem de exonerar funcionários do estado defendido por ti, está bombamdo nas redes. Parabéns governador… a culpa não é do funcionalismo, pq 90 por cento deles ganha de um a dois salários. É como disse o bg, está no duodécimo.
Eu espero que vc, servidor público trouxinha, que apoiou o golpe esteja satisfeito. .aliás, ainda é pouco. ..bote pra lascar Temer…bote pra lascar…kkkkkkkk
Panelas, por favor. ….kkkkkkkkkkkkk
Burro… Foi a Dilma quem quebrou o País e, se não fosse o Temer, seria ela mesma quem proporia medidas impopulares como as que vivenciamos agora. Afinal, deveríamos esperar isso de quem captou recursos dos bancos estatais com a intenção de enganar o Congresso no que tange ao cálculo do resultado primario…
Se não há dinheiro, se há crise econômica, como dar aumento?
Os casos de corrupção identificados, estão na justiça.
Os ex-diretores da Petrobrás, em delação premiada, disseram que, nos governos de Lula e Dilma, 3% dos valores dos contratos eram desviados inclusive para o PT… Grande parte desse dinheiro foi devolvida
No meio do desemprego e da crise não tem como ficar dando aumento.
Greves de caráter político.
Atrocidades? Para a CUT, braço direito do PT, quanto pior melhor…
Se chuta muito a respeito do tamanho da corrupção no Brasil. Claro que ela é um problema a ser
enfrentado com vigor. Mas o grosso dos orçamentos vai pra despesas obrigatórias (e o pagamento de servidores come a maior fatia) e pagamento de dívidas (não culpem os banqueiros, culpe governos
demagogos e irresponsáveis que torram como se não houvesse amanhã).
A ministra Luislinda Valois, dos Direitos Humanos, apresentou ao governo um pedido para acumular o seu salário com o de desembargadora aposentada, o que lhe garantiria vencimento bruto de R$ 61,4 mil. Em 207 páginas, ela reclama que, por causa do teto constitucional, só pode ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas. A ministra diz que essa situação, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”.
Sobra pouco. Luislinda justifica no documento que, por causa da regra do abate-teto, pela qual nenhum servidor ganha mais do que um ministro do Supremo, seu salário de ministra cai para R$ 3.292 brutos. O de desembargadora, de R$ 30.471,10, é preservado.
Ops. Ao citar a Lei Áurea, a ministra Luislinda comete um deslize. Ela diz que a norma “recebeu o número 3533”, quando a lei sancionada pela princesa Isabel em 13 de maio de 1888 é a 3353.
Com a palavra. Procurada durante todo o dia de ontem para comentar o assunto, a ministra disse, por nota, que “não vai se pronunciar a respeito”. Filiada ao PSDB, ela assumiu a pasta em fevereiro deste ano.
Argumentos. No documento, Luislinda diz que “ao criar o teto remuneratório, não se pretendeu, obviamente, desmerecer ou apequenar o trabalho daquele que, por direito adquirido, já percebia, legalmente, os proventos como sói acontecer na minha situação”.
Definição. O Código Penal define trabalho análogo ao de escravo o que submete a pessoa a condições degradantes, jornada exaustiva, trabalho forçado, cerceamento de locomoção e servidão por dívida.
Benefícios. Como ministra, Luislinda tem direito a carro com motorista, jatinhos da FAB, cartão corporativo, imóvel funcional e a salário de R$ 30,9 mil.
É histórico. Nas terras onde o Plano Piloto foi construído, o último registro de trabalho escravo foi no século XIX. A região, onde está a Esplanada dos Ministérios e a Praça dos Três Poderes pertencia a Goiás.
É com esse parâmetro que ela vai julgar os outros.
Aí, se as janelas de ventilação de uma empresa tiverem menos
centímetros do que impõe uma portaria feita por um burocrata,
se diz que é trabalho análogo á escravidão.
A tragédia dos mortos e acidentados do trânsito brasileiro provoca, além das perdas emocionais, um custo anual de R$ 19,3 bilhões, segundo cálculos conservadores –valor superior ao PIB de 11 capitais, entre elas Natal, Maceió e Florianópolis.
A redução de vítimas na primeira metade desta década está muito aquém da meta traçada pelo governo federal.
As variações pelo Brasil são drásticas: há cidades com índices de mortes no trânsito comparáveis aos de países pobres africanos e outros equivalentes ao dos EUA.
Esse retrato da segurança viária, com dados públicos e pesquisas do Brasil e do mundo, foi preparado por consultores de gestão e economia da Falconi, que já desenvolveu projetos em 30 países e foi contratada pela Ambev, que é fabricante de cervejas.
Especialistas apontam que a embriaguez ao volante é uma das principais causas de acidentes de trânsito –ou seja, pelo menos parte dessas perdas está relacionada ao consumo abusivo de álcool.
O levantamento aponta que as 39 mil mortes de 2015 custaram R$ 11,6 bilhões aos cofres públicos, além de outros R$ 7,7 bilhões de prejuízo com tratamento de feridos.
O cálculo leva em conta gastos públicos com saúde e previdência, incluindo também os ganhos potenciais das vítimas ao longo da vida.
Os critérios se baseiam em estudos do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) e da ANTP (Associação Nacional de Transportes Públicos), com dados do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde.
SE HÁ UM CUSTO TÃO ALTO EMOCIONAL E FINANCEIRO , PQ OS NOSSOS CARROS AINDA SAIEM DE FÁBRICA COM TANTA POTÊNCIA NOS MOTRES AO PONTO DE UM CARRO CHEGAR A 300 KM/H OU UMA MOTO CHEGAR A MESMA VELOCIDADE DE CARRO SEM Á MENKR ESTRUTURA PARA SEGURAR UMA COLISÃO… SE OS CARROS JÁ SAÍSSEM DE FÁBRICA COM A POTÊNCIA DO MOTOR REDUZIDA A 80KM/H EM 20ANOS JA TERÍAMOS REDUZIDO SIGNIFICATIVAMENTE ESSES GASTOS E ESSE DINHEIRO SERIA INVESTIDO EM OUTROS LUGARES…
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou em petição ao STF (Supremo Tribunal Federal) não ter dúvida de que o atual ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes (PSDB-SP), recebeu R$ 500 mil da Odebrecht em um esquema para financiar sua campanha eleitoral de 2010.
“É fato incontroverso que houve o repasse de recursos para a campanha do senador Aloysio Nunes. Resta investigar a origem destes recursos e a finalidade do repasse”, escreveu Dodge ao ministro relator do caso no STF, Gilmar Mendes, no último dia 24.
Não há registro na Justiça Eleitoral de doação oficial da Odebrecht para Aloysio na disputa de 2010 ao Senado.
O inquérito foi aberto em março a pedido do então procurador-geral Rodrigo Janot como desdobramento do acordo de delação. Dois delatores da empreiteira informaram à PGR sobre o pagamento a Aloysio.
Um deles disse que repassou os dados sobre Aloysio ao “departamento da propina” da empresa e fez duas entregas, de R$ 250 mil cada uma, para o “representante” do candidato em hotéis da zona sul, não nominados, no segundo semestre de 2010. No sistema de acompanhamento dos pagamentos, Aloysio tinha o codinome “Manaus”.
Ao mesmo tempo em que apontou sua convicção sobre o repasse do dinheiro, Dodge sinalizou que tanto Aloysio quanto o senador José Serra (PSDB-SP) poderão se livrar de parte das investigações abertas. Os dois tucanos são investigados no mesmo inquérito. Sobre Serra, pesam afirmações de delatoressobre pagamentos ilegais em conexão com obras viárias no Estado de São Paulo.
Dodge afirmou que os crimes atribuídos a ambos e cometidos antes de 2010 não deverão ser mais objeto de investigação porque estariam prescritos —ou seja, o Estado não poderia mais buscar a punição dos supostos autores.
Segundo ela, o Código Penal “assegura aos senadores Serra e Aloysio prazo prescricional pela metade, pois eles têm idade de 75 e 72 anos, respectivamente”. Embora tenha feito a observação, Dodge não pediu o arquivamento das investigações.
Segundo os delatores da Odebrecht, de 2004 a 2006 houve pagamentos irregulares a campanhas de Serra de pelo menos R$ 9 milhões por meio de Paulo Vieira Souza, conhecido como “Paulo Preto”, então diretor da Dersa, estatal paulista do setor viário.
O cálculo da prescrição apresentado por Dodge, contudo, não atingiria outras partes da investigação, como pagamentos durante a campanha presidencial de Serra em 2010, incluindo 3,8 milhões de euros no exterior por meio de contas indicadas pelo ex-deputado federal Ronaldo Cézar Coelho, e repasses de R$ 4,6 milhões para a campanha à Prefeitura de São Paulo em 2012.
Na petição ao STF Dodge menciona uma manifestação da defesa de Aloysio que ressaltou que dois dos delatores, em depoimentos que prestaram à Polícia Federal, “declararam que as doações para a campanha” do atual ministro “não foram condicionadas à prática de ato de ofício em favor da empreiteira”.
A existência de um “ato de ofício”, ou contrapartida, é considerada fundamental nas investigações para diferenciar corrupção (pagamento de propina em troca de vantagem para a empresa) de caixa dois (crime eleitoral).
Ao pedir a continuidade das apurações, Dodge indicou que não está convicta sobre “a finalidade do repasse”.
Os delatores que trataram do pagamento a Aloysio foram Carlos Armando Guedes Paschoal, conhecido como CAP, e seu superior hierárquico, Benedicto da Silva Júnior, o BJ.
Paschoal afirmou que, ao assumir a função em São Paulo, em 2008, foi informado por outro executivo “sobre um esquema de pagamentos de vantagem indevida combinado” com Paulo Preto. Ambos disseram, contudo, que os pagamentos a Aloysio não estavam ligados a esse esquema e que o senador não pediu uma “contrapartida”.
As tratativas em torno da delação premiada do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci dos governos do PT estacionaram. A possibilidade de acordo só deve voltar à pauta em 2018, segundo fontes que participam das negociações.
Apesar de a gestão de Raquel Dodge na Procuradoria-Geral da República (PGR) ter completado 45 dias, sua equipe de procuradores em Brasília sequer analisou a proposta do ex-petista, que pretendia delatar políticos com foro privilegiado em eventual acordo. A defesa de Palocci não conseguiu sequer agendar um encontro com os procuradores na capital federal.
O ritmo lento é uma ducha de água fria nas expectativas de Palocci, que chegou a cogitar a hipótese de passar o Natal fora da cadeia. Não está decidido nem mesmo se a quantidade e qualidade de informações levadas por Palocci são suficientes para o Ministério Público propor um acordo.
Ao blog, a assessoria esclareceu que o levantamento publicado considerou apenas o ano de 2017. Quando, no entanto, se leva em conta toda a atividade parlamentar, o deputado sai de último para oitavo, num ranking de 11 posições.
A senadora Fátima Bezerra, que foi a segunda pior no ano de 2017, passa para a pior quando se considera o período acumulado. A deputada federal Zenaide Maia vem logo atrás.
No ano de 2017, Beto Rosado, explicou a assessoria teve mal desempenho em razão de afastamento provocado por questões de saúde.
O ranking leva em consideração a presença nas sessões, os privilégios de que gozam, a qualidade do trabalho legislativo e os processos que respondem.
Faz parte da tática comunista falar mal dos políticos.
Para o PT, quanto pior melhor.
O congresso representa o povo.
O Brasil tem vários problemas.
O primeiro para se livrar é o risco do comunismo.
Não podemos citar uma Cuba ou uma Venezuela.
Lá os bandidos começaram assim.
Falam mal dos congressistas para depois ocuparem o poder e colocar só gente dá mais e proibir o povo de criticar…
Isto é, critica o político bom para colocar um ruim e perder o direito de critica-los.
Autoritarismo comunista é assim…
A incompetência destes parlamentares que estão ali para sugar somente os benefícios do mandato, faz do nosso estado um dos piores no ranking em todos os indicativos.
O Rio Grande do Norte é muito lindo e demasiadamente quebrado.
Se tivesse sido escolhido o melhor a assessoria e ele não tinham emitido nenhuma explicação. Infelizmente faz vergonha a nossa representação na alta câmara federal. Pobre Mossoró, pobre Rio Grande do Norte. Com relação a Fátima. Sem comentário.
Foi e é pura verdade o que escrevi. Tenho 67 anos, e me dá saudades da atuação de deputados e senadores como exemplo Vingt Rosado, Wilma de faria, Lavoisier Zezito Martins, Joao Faustino, Betinho Rosado(pai), Sandra Rosado, João Maia, Laire Rosado, Paulo David Geraldo Melo… E muitos outros.
Esta aí exposta a minha moderação. …ou a falta dela.
A situação do RN é uma das piores no país, logo, entende-se que toda a bancada é incompetente, pois nada fizeram pra mudar isso, principalmente os PMDB que detém o poder!!!
No segundo dia de audiências no Congresso sobre a interferência russa na eleição norte-americana, executivos do Facebook, Google e Twitter prometeram, nesta quarta (1º), divulgar com mais transparência quem paga por anúncios em suas redes sociais —em especial, durante as eleições.
“Nós queremos prevenir esse tipo de abuso globalmente. É uma obrigação global. Temos todas as próximas eleições em foco”, afirmou Colin Stretch, principal advogado do Facebook.
Segundo ele, a regra se aplicaria a qualquer país no mundo.
As três empresas, conhecidas como “big tech”, disseram que pretendem divulgar, em cada anúncio em suas plataformas, quem pagou por ele, que outros anúncios aquele mesmo patrocinador publicou e quanto ele gastou.
O Google prometeu consolidar a mudança já em 2018. Um ícone será exibido ao lado de cada anúncio, por onde o usuário pode consultar as informações.
O Twitter disse que irá divulgar até mesmo por que aquele anúncio está sendo exibido para o usuário —ou seja, quais são os critérios determinados pelo anunciante para a divulgação daquele conteúdo.
“Queremos ser uma plataforma segura, aberta, transparente e positiva”, disse Sean Edgett, principal advogado do Twitter.
Os executivos repetiram o mea culpa desta terça (31), e admitiram que operadores russos usaram as redes a fim de “dividir o país”.
Eles afirmaram, porém, que não têm como avaliar se isso influenciou o resultado final das eleições. E disseram que continuam investigando.
“Sim, nós precisamos fazer mais”, afirmou Edgett, do Twitter, que disse que a empresa está disposta a compartilhar informações com a concorrência e com autoridades, a fim de combater o problema.
Meu Deus. Todos os me pergunto onde estão aqueles brasileiros conscientes que foram as ruas protestar. Dizendo que não pagariam o pato.
Por que esse povo não volta às ruas????
O advogado Rodrigo Tacla Duran, operador financeiro da Odebrecht entre 2011 e 2016, afirmou que o ex-procurador Marcello Miller propôs que ele gravasse uma reunião com outros advogados da empreiteira. À época, Tacla Duran tentava firmar um acordo de delação com o Ministério Público – a colaboração, no entanto, não foi aceita. O operador da Odebrecht é acusado pelo crime de lavagem de dinheiro e teve a prisão decretada pelo juiz Sergio Moro. Com dupla cidadania, o advogado escapou das sanções brasileiras e asilou-se na Espanha.
A sugestão de Marcello Miller, nas palavras do advogado, aconteceu durante uma reunião entre ele e outros procuradores em Curitiba. Apesar de atuar nas investigações da Operação Lava-Jato em Brasília, Miller participou do encontro na capital paranaense por haver o interesse em informações relativas a pessoas com foro privilegiado. O procurador Sérgio Bruno, também de Brasília, é outro que teria participado.
“Entre uma reunião e outra com a Procuradoria eu havia sido chamado para uma reunião com advogados da Odebrecht. Para que não houvesse nenhuma dúvida do meu espírito leal de querer colaborar, eu comentei que havia sido convocado a uma reunião. Eles deixaram claro que tinham interesse em saber o teor e o conteúdo da reunião. O Marcello Miller falou para gravar [a reunião com advogados]. Mas eu falei: ‘É reunião de advogados, doutor’. O Sergio Bruno foi contra. Ele falou: ‘Não, você vai lá e conta depois’”, contou Tacla Duran.
A atuação de Marcello Miller, narrada por Tacla Duran, reprisa uma suspeita que recai contra o ex-procurador e embasa um dos principais pontos que podem enfraquecer a delação do grupo JBS. Miller é suspeito de orientar executivos do frigorífico e repassar informações enquanto ainda trabalhava no Ministério Público. Ele deixou a Procuradoria em abril e, na sequência, passou a atuar como advogado do grupo J&F, controlador da gigante do mercado de proteína animal. Os executivos da JBS provocaram um terremoto no mundo político após gravarem uma série de autoridades e parlamentares, entre eles o presidente Michel Temer. Miller também esteve à frente da delação do ex-senador Delcídio do Amaral, outro que recorreu ao grampo como expediente no processo de colaboração.
A figura de Tacla Duran também é controversa: o advogado tentou colocar em suspeição os trabalhos do juiz Sergio Moro após afirmar, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, que um advogado amigo do magistrado teria atuado para facilitar, em troca de dinheiro “por fora”, seu acordo de delação. Não houve provas das acusações e Moro diz que as afirmações do advogado são falsas. O operador da Odebrecht também tenta desmontar o acordo de delação da Odebrecht com o argumento de que provas foram manipuladas e que os procuradores o pressionaram a colaborar com a Justiça.
A declaração de Duran foi feita no dia 28 de outubro aos deputados Wadih Damous (PT-RJ) e Paulo Pimenta (PT-RJ). Os petistas viajaram até Madri para ouvir o advogado no âmbito da CPI da JBS, que investiga o acordo de delação firmado pelos irmãos Wesley e Joesley Batista, executivos do frigorífico. No depoimento, no entanto, o advogado tratou principalmente de questões relativas à Odebrecht e tratou de desqualificar as ações da Procuradoria e de colocar em suspeição ações do juiz Sergio Moro – o que soa como canção aos ouvidos dos congressistas que tentam frear a Lava-Jato.
A CPI, que teve os trabalhos iniciados em setembro, tem como principal enfoque questionar as atuais regras de delação premiada e derrubar o acordo firmado pela JBS. Na última terça-feira, a comissão de inquérito aprovou o depoimento de Tacla Duran. A oitiva se dará por meio de videoconferência.
O autor do PLC 28, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que regulamenta o transporte privado de passageiros por aplicativo, quer devolver o controle do serviço às prefeituras. O trecho sobre o assunto foi alterado no Senado nesta terça-feira, durante votação das emendas do projeto de lei após pressão de empresas do setor, como Uber, 99 e Cabify.
Os senadores aprovaram três destaques (mudanças em relação ao texto principal), alterando quatro pontos da medida. Uma das alterações foi a remoção da exigência de que os motoristas tenham autorização da prefeitura para exercer a atividade.
O projeto de lei diz que cabe às prefeituras regulamentar e fiscalizar o serviço. Segundo Zarattini, a autorização é ponto central no texto e, por isso, ele acredita que a Câmara vai reverter a alteração. “Se for retirado o poder de regulamentação, não tem como fiscalizar. Não se fiscaliza o que não se regula”, disse à reportagem.
O parlamentar afirma que vai trabalhar para reverter também as outras alterações – que retiram a exigência de os automóveis terem placas vermelhas, com registro em nome do condutor e na cidade em que o serviço é prestado. As mudanças atenderam às demandas das empresas, que diziam que regulações do tipo burocratizariam demais o serviço, e tornariam o modelo de negócio inviável.
Com as alterações aprovadas ontem no Senado, os motoristas de aplicativos serão obrigados a ter registro de atividade profissional na habilitação, contribuir com o INSS (na modalidade individual) e o serviço deverá contar com seguro Acidentes Pessoais a Passageiros (APP) e Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT).
O texto-base do PLC foi aprovado por 46 votos a 10, e precisa passar novamente pela Câmara antes de ir à sanção presidencial.
Precisa de muita tortura estatística para negar que tem déficit.
-Ignorar que a Previdência, na hipótese mais favorável, é uma pirâmide que está desmoronando por questões demográficas;
-Ignorar que um considerável número de pessoas pouco ou nada contribui.
-Ignorar que foram criados contrabandos (PIS, Cofins, CSLL) para que no fim, todos os brasileiros paguem o pato;
-Ignorar, após tudo arrecadado, que ainda se tem despesas com saúde e os benefícios (como se tudo fosse destinado às aposentadorias).
O problema é que existem várias despesas que é para o governo pagar, despesas sociais, mas ele joga tudo na conta da previdência. Além disso, o israelense, nascido em Haifa, presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, sócio do Banco Itaú, nomeado por Meirelles, tem todo interesse em vender presidência privada. E, provavelmente, muitos políticos, também terão sua "previdência privada"
CPI isenta, presidida pelo competente senador Paulo Paim. Não há dúvidas de q a previdência, apesar da roubalheira política de seus recursos, continua superavitária. Não há necessidade de reforma.
PAIM PARA PRESIDENTE!
Alguém se lembra que foi Garibaldi Alves Filho, quando Ministro da Previdência quem criou a previdência complementar no Brasil?
Não existe rombo na previdência, tudo mentira, é só para beneficiar os bancos privados, os banqueiros, obrigando o povo fazer previdência privada. A união tem muito dinheiro, o que se paga de impostos. O que tem que se fazer é deixar de pagar os juros da dívida pública, que pagamos desde que o Brasil foi descoberto, é uma dívida sem fim, e olhe que só pagamos os juros!
A PREVIDÊNCIA, nunca deu prejuízo! o meio mais fácil para ELES manterem os discursos que a PREVIDÊNCIA da prejuízo é repetir os discursos.
O Brasil paga vários impostos justamente (e também) porque a Previdência não se sustenta por si.
Se fosse autossusentada bastariam as contribuições sobre a folha de pagamento. Mas como não funciona como um sistema de capitalização individual, tem que ter vários sustando os inativos. Com as pessoas tendo menos filhos as coisas só vão piorar. Mas não, vão criando contrabandos como PIS, CSLL e Cofins (e ainda vem com a picaretagem de excluir saúde e os benefícios a quem nunca contribuiu). Ademais, só uma minoria minimiza isso contribuindo. Tem muita categoria que tem aposentadoria antecipada, tem categoria que contribui com uma mixária, e um monte de inválido (acidente com motoqueiro virou epidemia). Brasileiro precisa parar de achar que tudo é culpa de banqueiro, banqueiro só faz o meio de campo, emprestando para governos perdulários que torram mais do que arrecadam e depois vem pedir empréstimos.
Lembrar também que o Brasil deu quase uma dezena de calotes/moratórias ao longo de sua história.
*não se sustenta 'por si' foi mal..heheeh
Ora, ora, os PTtralhas quebraram a PETROS (Petroleiros), PREVI ( Banco do Brasil), POSTALIS (Correios) e também a previdência dos funcionários da CAIXA, como não iam quebrar o INSS??? Isso o que a gente sabe.
Lógico, inclusive tirando 30% da DRU "Desvinculação Receita da União "para me terem a mão desordenadamente no erário público.
Mesmo sem DRU, a Previdência continuaria deficitária.
Antes era de 20%… graaaande diferença…
Nesse caso, o PT nem é tanto culpado, no sentido de ter criado problemas adicionais. Culpado no sentido de não ter enfrentado um problema estrutural, mesmo tendo chances de fazê-lo, quando navegava em alta popularidade e tinha Congresso na mão.
Quem recebe os pixulecos? É 1/3 pro santo, 1/3 pro careca e 1/3 pro mineirinho. É só pesquisar no Youtube.
O rombo, ou deficit, sao causados pelos marajas que ganham acima de 5mil reais, fazem greve, se dizem servidores publicos, contribuem com 11%, enquanto a maioria da populacao ganham menos de mil e demoram pra se aposentarem. Deviam separar a arrecadacao da aposentadoria dos servidores publicos e da populacao. Deixar rolar o deficit separadamente pra ver o que vai acontecer.
Servidor público contribui sobre tudo q recebe. No RGPS não.
Servidor não contribui. Se ele paga para a mesma fonte da qual recebe, no máximo tem descontado (isso comumente recebendo o que não receberia fora do serviço público).