O doleiro Lúcio Funaro afirmou nesta terça-feira (31), em depoimento à Justiça Federal de Brasília, que o presidente Michel Temer recebeu R$ 2,5 milhões de propina do grupo Bertin como contrapartida pela liberação de financiamento do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa, ao conglomerado de infraestrutura.
O G1 entrou em contato com a assessoria da Presidência da República, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia obtido resposta. A reportagem ainda não conseguiu localizar o grupo Bertin.
Conforme Funaro, o pagamento do grupo Bertin tinha relação com investimento na área de energia. À época do aporte do FI-FGTS, o atual secretário-geral da Presidência, Moreira Franco, ocupava a vice-presidência de Fundos e Loterias da Caixa, responsável pela gestão do FI-FGTS.
Delator da Lava Jato, o doleiro disse à Justiça acreditar que o repasse a Temer ocorreu por meio de doações oficiais ao diretório nacional do PMDB.
Após obter o financiamento com recursos do fundo, o empresário Natalino Bertin acertou o repasse de valores a políticos, sendo que parte da propina foi paga por meio de doações oficiais, relatou o doleiro.
“Quando foi para definir como é que seria a divisão do montante que o Natalino disponibilizou para doações, se eu não me engano, o deputado Eduardo Cunha ficou com um milhão, dois milhões, dois milhões e meio, foram destinados ao presidente Michel Temer, e um valor de um milhão também, um milhão e meio, destinado ao deputado Candido Vaccarezza”, afirmou o doleiro.
Ainda de acordo com Funaro, os ex-deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Cândido Vaccarezza (Avante-SP) também receberam suborno Bertin para avalizar a liberação de financimento para o grupo Bertin.
Réu na Operação Sépsis – desdobramento da Lava Jato que investiga suposto esquema de propinas envolvendo financiamentos do FI-FGTS –, o doleiro fez acordo de delação premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR).
Propina do grupo Bertin
Funaro já havia mencionado pagamento de propina do grupo Bertin em seu acordo de delação com a PGR, mas, à época, ele não havia detalhado o pagamento a Temer. Na delação, o doleiro tinha explicado aos investigadores que empresas pagavam propina em troca de facilidades na liberação dos recursos do FI-FGTS.
Em um dos vídeos da delação premiada, Funaro explicou que foi procurado pelo grupo Bertin para viabilizar o investimento do FI-FGTS na empresa Nova Cibe porque os empresários sabiam que a vice-presidência de Fundos da Caixa era do PMDB.
Na ocasião, o doleiro afirmou que o aporte ao grupo Bertin teve como contrapartida o pagamento de propina dividida entre ele, Cunha e Moreira Franco, que rebatem as acusações do delator.
Na delação premiada, Funaro havia afirmado que distribuiu os R$ 12 milhões de propina do grupo Bertin da seguinte forma:
65% para Moreira Franco 25% para Cunha 15% para ele próprio
Nesta terça, Funaro detalhou ainda mais essa operação no depoimento à Justiça Federal. Segundo ele, Moreira Franco atuou, à época em que ocupou a cadeira de vice-presidente da Caixa, para liberar dentro do banco os recursos solicitados pelo grupo Bertin.
De acordo com o doleiro, em meio à campanha eleitoral de 2010, um encontro em um hotel definiu valores de doações para as campanhas políticas.
É destaque no portal G1-RN. Um cirurgião-dentista foi baleado durante uma tentativa de assalto na manhã desta terça-feira (31) no centro de Natal, confirmou a Polícia Militar. A vítima foi socorrida e está no centro cirúrgico do Hospital Walfredo Gurgel, na Zona Leste da capital potiguar. Ainda não há informações sobre o estado de saúde. De acordo com a PM, um homem tentou roubar um carro modelo Corolla na avenida Princesa Isabel, uma das mais movimentadas do centro da cidade. Durante a ação, ele disparou a arma de foto e atingiu um cirurgião-dentista que passava a pé, na rua. O homem foi socorrido por pessoas que passavam pelo local e levado ao hospital.
BG
Ohhhh quanta falta está fazendo o MÃO BRANCA, onde os bandidos se entregavam nas delegacias com medo de serem mortos. Era só soltar uma listinha com os nomes que se mijavam todos Ressuscita MÃO BRANCA.
O Governo do Estado encerra nos próximos dias 06 e 10 de novembro o pagamento da folha de setembro para os servidores que recebem acima de R$ 4 mil.
Na próxima segunda-feira, dia 06, será paga uma parcela de R$ 4 mil aos que recebem acima desse valor. O restante dessa faixa salarial será pago no dia 10 de novembro.
Em paralelo, o Governo dá início ao pagamento da folha de outubro. Também no dia 10/11 serão depositados os pagamentos dos servidores estaduais que recebem até R$ 2 mil.
Pagamento hoje
Já os servidores da Educação, que recebem a partir de recursos federais do Fundeb, e os dos órgãos da administração indireta, que possuem recursos próprios, estão recebendo os salários do mês do outubro hoje, terça-feira (31).
O pagamento de hoje está sendo realizado sem distinção entre ativos, inativos, aposentados e pensionistas. Com isso, até o dia 10 de novembro 50% dos servidores terão recebido seus vencimentos referente à folha de outubro do Estado.
É incrível como toda crise só está refletindo em cima dos funcionalismo que ganha acima de 4 mil. São pessoas que pagam muitas contas, que trabalham em hospitais, delegacias que são vitais à saúde e segurança da população . Vamos protestar, minha gente!
Como vimos, os eleitores estao observando toda essa pilantragem desse desgoverno irresponsável e inconsequente. Muito cara de pau e cínico. Não é possível que uma pessoa dessa quando se olhe no espelho nao veja o reflexo de sua maldade contra o funcionalismo . Ele merece um processo de impeachment, por desvio de finalidade, má gestão, e envolvimento em corrupção, investigado pela lava jato. A prisao te aguarda!
Isso é humilhante! Não pagamos nossas dividas divididas como: Caern, Cosern, internet, fora os juros dos cartões de créditos. Quem ganha acima de 2.000,00 não sabemos quando iremos receber. Muito obrigado governador!
Alguém recebeu hoje pois na minha conta não entrou nadaaaaaaaaaa….mas quando fazemos algum agendamento na conta o dinheiro sai a 00:00 h do dia agendado …tendo ou não dinheiro . Plor que o nosso salário entra na hora que eles querem…..safadeza grande…. nojo…..
Essa justiça conivente nada faz, sabe de td e mais um pouco, qero ver atrasar do Robinho, vice e td secretariado técnico
Como a justiça vai dizer alguma coisa , se já receberam o deles desde o dia 27, o mês de outubro viu! Só olham para o seu umbigo! A justiça e o ministério público!
Um túnel da base nuclear de Punggye-ri, na Coreia do Norte, desabou no último dia 10 de outubro e causou a morte de cerca de 200 pessoa
A informação foi divulgada pela agência sul-coreana “Yonhap” nesta terça-feira (31). Segundo o veículo, o incidente ocorreu durante os trabalhos de escavação de uma nova galeria no local.
Uma centena de indivíduos teria sido soterrada em um primeiro momento, enquanto outras 100 pessoas teriam sido vitimadas por um segundo desabamento durante as atividades de resgate.
Na Coreia do Sul, acredita-se que o subsolo da base nuclear de Punggye-ri tenha sido fragilizado pela detonação realizada por Pyongyang em 3 de setembro, quando o regime de Kim Jong-un diz ter testado uma bomba de hidrogênio.
A explosão causou um terremoto de magnitude 6.3 na escala Richter e representou o mais forte dos seis testes nucleares feitos pela Coreia do Norte. Existe o temor de que o desabamento em Punggye-ri tenha causado o vazamento de material radioativo.
O ministro Torquato Jardim (Justiça) faz um diagnóstico aterrador do setor de segurança pública no Rio de Janeiro. Declara, por exemplo, que o governador fluminense, Luiz Fernando Pezão, e o secretário de Segurança do Estado, Roberto Sá, não controlam a Polícia Militar. Para ele, o comando da PM no Rio decorre de “acerto com deputado estadual e o crime organizado.” Mais: “Comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”
Torquato declara-se convencido de que o assassinato do tenente-coronel Luiz Gustavo Teixeira, que comandava o 3º Batalhão da PM carioca, no bairro do Méier, não foi resultado de um assalto. ”Esse coronel que foi executado ninguém me convence que não foi acerto de contas.” O ministro conta que conversou sobre o assunto com o governador e o secretário de Segurança do Rio. Encontrou-os na última sexta-feira, em Rio Branco (AC), numa reunião com governadores de vários Estados.
“Eu cobrei do Roberto Sá e do Pezão”, relata Torquato. Entretanto, os interlocutores do ministro reiteraram que se tratou de um assalto. E o ministro: “Ninguém assalta dando dezenas de tiros em cima de um coronel à paisana, num carro descaracterizado. O motorista era um sargento da confiança dele.”
Na avaliação do ministro da Justiça, está ocorrendo uma mudança no perfil do comando da criminalidade no Rio. “O que está acontecendo hoje é que a milícia está tomando conta do narcotráfico.” Por quê? Os principais chefões do tráfico estão trancafiados em presídios federais. E o crime organizado “deixou de ser vertical. Passou a ser uma operação horizontal, muito mais difícil de controlar.”
Ao esmiuçar seu raciocínio, Torquato declarou que a horizontalização do crime fez crescer o poder de capitães e tenentes da política. “Aí é onde os comandantes de batalhão passam a ter influência. Não tem um chefão para controlar. Cada um vai ficar dono do seu pedaço. Hoje, os comandantes de batalhão são sócios do crime organizado no Rio.”
Torquato diz acreditar que o socorro do governo federal ao Rio, envolvendo as Forças Armadas, a Força Nacional de Segurança, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária, vai atenuar os problemas. Mas “a virada da curva ficará para 2019, com outro presidente e outro governador. Com o atual governo do Rio não será possível.”
O ministro relata: “Nós já tivemos conversas —ora eu sozinho, ora com o Raul Jungmann [ministro da Defesa] e o Sérgio Etchegoyen [chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência]—, conversas duríssimas com o secretário de Segurança do Estado e com governador. Não tem comando.”.
A partir desta quarta-feira (1º), o motorista que acumular 20 pontos ou mais na carteira de habilitação estará sujeito a uma suspensão da CNH por no mínimo seis meses, segundo o Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP). Antes, o tempo mínimo era de um mês. A pontuação vale para infrações cometidas desde 1º de novembro de 2016. A decisão vale para todo o país.
O período maior de suspensão foi estabelecido pela Lei Federal nº 13.281, que promoveu alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em vigor desde novembro de 2016, a norma produzirá efeitos nos processos de suspensões a partir de agora porque o condutor é penalizado ao somar ou ultrapassar 20 pontos no período de 12 meses contados a partir da primeira infração.
Motoristas reincidentes na perda da CNH no período de um ano receberão a pena mínima de oito meses. Atualmente, nesses casos, é de seis meses. Já o tempo máximo permanece em 24 meses.
De janeiro a setembro, 424.625 condutores tiveram a habilitação suspensa no estado. Na cidade de São Paulo foram 187.266 no período.
O condutor não tem a habilitação suspensa imediatamente após somar os 20 pontos na CNH. Ele é notificado pelo Detran.SP sobre a abertura do processo e tem o direito de apresentar defesa em diversas instâncias, conforme garante a legislação federal. O recurso pode ser apresentado de forma online no portal www.detran.sp.gov.br.
Ao ter a suspensão decretada, o cidadão recebe uma notificação para comparecer à unidade do Detran-SP, entregar a habilitação e assinar o termo de suspensão, quando terá início o cumprimento da pena. A partir desse momento, o motorista está impedido de dirigir. Caso conduza qualquer veículo, poderá ter a habilitação cassada por dois anos.
Depois de cumprir a suspensão, a CNH será restituída e o motorista poderá voltar ao volante após apresentar o certificado de conclusão do curso de reciclagem – oferecido pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de forma presencial ou a distância. Quem tem a habilitação cassada, além da reciclagem, tem de refazer os exames médico, psicotécnico, teórico e prático de direção veicular.
A CBTU informa que nesta quinta-feira (02/11), dia de finados, o Sistema de Trens Urbanos de Natal não funcionará. O sistema estará disponível novamente na sexta-feira (03/11), a partir das 05h20min na Linha Norte, no percurso Ceará-Mirim/Natal e 05h40min na Linha Sul, no percurso Parnamirim/Natal.
O Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), avançou 2,2 pontos de setembro para outubro. O indicador alcançou 87,8 pontos em uma escala de zero a 200, o maior nível desde outubro de 2014.
A confiança aumentou para empresários de nove das 13 principais atividades pesquisadas. Eles estão mais confiantes quanto ao presente porque o Índice da Situação Atual cresceu 2,3 pontos e também quanto ao futuro porque o Índice de Expectativas aumentou 2,1 pontos.
Empresas querem contratar
O Indicador de Tendência do Emprego no Setor para os próximos meses ficou em 101,3 pontos em outubro, ultrapassando a barreira dos 100 pontos pela primeira vez em 34 meses. As empresas que planejam contratações (16,5%) superam as que tencionam cortes (14,5%).
O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor de serviços chegou a 83% em outubro, avançando 1,5 ponto percentual sobre setembro e alcançando o seu maior valor desde janeiro de 2016.
De acordo com a FGV, os empresários têm agora uma leitura mais favorável sobre o ambiente de negócios e o padrão de melhora generalizada na percepção empresarial “deve se sustentar nos próximos meses, salvo a ocorrência de algum fato impactante vindo do campo político”.
A impressão que tenho é que o bom mesmo é a informalidade que existe até então nesses ramos que têm necessidade de trabalho intermitente para alimentar o número de ações trabalhistas existentes no Brasil. Contratar pelas horas necessárias quem está desocupado e de forma legal parece que não é bom e que foi um retrocesso. Consultem quem está desempregado para ver a opinião deles.
Suponho que vc deva ser um grande empresário de muito sucesso. Se for é compreensível, está defendendo o seu interesse, mesquinho. Agora se vc nao for, absurdo o que defende. Defender salário de 20 reais por dia. Querem pagar isso para terem mais lucros. As empresas dos Rochas tiveram mais de 300 milhões de lucros e ainda convenceram um monte de gado a defende-los como se fossem as vítimas, coitadinhos. Não é a toa que o bandido que comanda o país faz o que bem entende e todos aqueles que berravam contra a corrupção, calam-Se. Deve ser porque o acha um coitadinho ou será puro masoquismo? Pelo jeito tem muitos que gostam de tomar no ze golé.
Com 4,45 real por hora para trabalhar as horas que o empresário achar conveniente para ele e um bando de pessoas sem alternativa, ou pega ou se ferra de vez. Essa é a reforma que o Rogério Marinho fez pensando nele e em um grupo de empresários mal intencionados e exploradores dos trabalhadores. O sonho deles é que voltemos á época da escravidão. Avançaram nesse sentido, enquanto não chegam lá, vão trocando hora de trabalho por prato de comida, etc . Uma empresa que tenha uma maior necessidade de funcionários em determinado período, pode contratar só por esse período, de 4 ou 5 horas, Ou seja, o trabalhador ganhará só 20 e poucos reais por dia. Tudo dentro da lei feita por bandidos que saquearam o poder e agora legalizam as falcatruas necessárias para que os financiam.
ATENÇÃO…COXINHAS, a empresa Sá Cavalcante, que opera franquias das redes Bob's, Spoleto e Choe's Oriental Gourmet, está oferecendo um salário de R$4,45 por hora trabalhada, em uma jornada de cinco horas nos finais de semana.
Trata-se do chamado trabalho intermitente, possível no país com a aprovação da Reforma Trabalhista, que entrará em vigor no dia 11 de novembro.
Obrigado Rogério Marinho…. mais panelas, mais panelas…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
A Polícia Federal cumpre na manhã de hoje (31/10), em Natal, três mandados judiciais de busca e apreensão e apura desvios de recursos do Programa de Subsídio à Habitação de Interesse Social – PSH e do Programa Minha Casa Minha Vida – PMCMV.
A investigação constatou que, na tentativa de ocultar a ação criminosa, recursos repassados nos anos de 2008 e 2009 para uma instituição financeira sediada na capital potiguar foram em parte desviados mediante a falsificação de recibos em nome de terceiros.
O objetivo da diligência é coletar provas que revelem o real destino dos recursos indicados nos recibos falsificados, havendo a suspeita de que tenham sido agentes públicos, dentre os quais, vereadores e prefeitos do interior do RN.
Que vergonha desse país! Os ladrões mor de Brasília seguram verba até conseguir o panorama sinistro deles, pra quando chegar aqui gente da terra da gente roubar também! É muita ganância e materialismo! Só Jesus!!!!
Uma decisão realizada pela Câmara Criminal do TJRN ressaltou, mais uma vez, que já está pacificado na jurisprudência dos tribunais brasileiros o entendimento de que o crime de roubo se consuma no momento em que o agente se torna possuidor da coisa alheia, mesmo que seja por pouco tempo. O julgamento é relacionado ao delito praticado por um homem, Antônio Carlos Silva Viana, que, no uso de um facão, se apropriou do celular de uma passageira de transporte coletivo, sendo, instantes depois, detidos por outros passageiros.
Seguindo a jurisprudência, o Ministério Público pediu que a sentença inicial, dada pela 5ª Vara Criminal da Comarca de Natal, fosse reformada, a fim de ser imposto ao acusado as penas atinentes ao roubo consumado, e não tentado. Situação que foi definida na sentença de primeiro grau.
De acordo com os autos, o acusado foi preso em flagrante, ainda dentro do ônibus, em virtude da reação por parte da vítima e de outros passageiros, tendo sido recuperado o aparelho celular e efetivada a apreensão da arma branca do tipo facão, com o qual ameaçou a dona do aparelho. O MP também ressaltou que, além da prova documental e dos depoimentos colhidos, o acusado confessou que anunciou o assalto.
“Ou seja, embora a juíza inicial tenha enquadrado a conduta do apelante na modalidade tentada, , se acha perfeitamente caracterizada a hipótese de roubo consumado, previsto no artigo 157, §2º, I do CP), nos termos da Súmula 582 do STJ”, enfatiza o voto da Apelação Criminal n° 2017.009108-9.
A presença da mídia digital (televisões, computadores, tablets e celulares) já é parte dos lares e da intimidade familiar, informando, distraindo ou prestando serviços. O seu uso agrega muito trazendo novidades culturais, artísticas e descobertas, além de entreter. Nos dias de hoje é normal você ver em restaurantes crianças com tablets ligados em jogos ou nos seus desenhos favoritos, crianças com a fantasia infantil (https://www.mundodosherois.com.br/fantasias) do seu super heróis favorito e até mesmo na hora de ir para a escola, mochila infantil (https://www.mundodosherois.com.br/escolar/mochila-infantil) de personagens é o item favoritos das crianças.
Finalidades básicas das mídias digitais:
Informação: É um excelente meio de informar, consideradas as possibilidades de comunicação rápida, e seu alcance infinito de trazer o mundo todo para perto.
Formação: Se notarmos, os comerciais, e as expressões dos personagens e apresentadores podem transformar-se na própria bagagem informativa da criança, influenciando sobre o modo dela ser, falar, agir e se comportar.
Todos nós e principalmente as crianças, correm o risco de serem manipulados e se tornarem meros repetidores de seus programas e conceitos. Para tudo é necessário escolher adequadamente a programação assistida.
Distração: O papel de entreter e distrair desde que não seja em grande excesso e possibilite as crianças a executarem outras atividades essenciais em sua vida.
Empregar um tempo excessivo prejudicará o rendimento escolar, além de ser um empecilho na formação da capacidade crítica e criativa.
As vantagens e utilização à favor da educação:
O uso responsável destes meios de comunicação, se escolhido de maneira correta possui muitas vantagens como enriquecimento de vocabulário, capacidade crítica, transmissão de valores éticos veiculados pelos personagens, estimula a criatividade e ajuda a adquirir bons hábitos.
O importante é fazer destes instrumentos, aliados no aprendizado. Pois a noção principal destes valores e virtudes aprende-se no âmbito familiar. Na família educa-se a inteligência e a consciência através de carinho, atenção, bons exemplos, limites, respeito, e formação de hábitos.
Há possibilidade de conhecer a programação básica, e é direito e dever dos pais selecionar os conteúdos com os critérios ensinados e exercidos em casa.
Dica: Optar por desenhos e filmes previamente vistos pelos pais, pois 50% dos desenhos animados não são recomendáveis devido a seu conteúdo rico em violência de sons e
imagens.
Fonte IDE – Instituto de Desenvolvimento da Educação.
Desenhos recomendados
Dora, a Aventureira: Dora é uma menina de 7 anos que está sempre envolvida em alguma aventura e, para resolver as situações, ela precisa falar inglês com outros personagens para concluir suas missões ao longo de cada episódio. A ajuda dos telespectadores faz parte da interação pois quando as personagens fazem perguntas, elas esperam de fato um certo tempo de resposta como se estivessem esperando a criança responder. Por ser bastante explicativa, a série também é recomendada por especialistas em necessidades especiais para crianças com autismo. Os estímulos e apoios visuais ajudam bastante no desenvolvimento mental das crianças, fazendo com que ela associe o que está vendo à palavras em português e em inglês, assim o aprendizado é completo.
O Show da Luna: De onde vem o arco-íris? Dá pra pegar suas cores? Do que ele é feito? Como a água vira chuva? Por quê as borboletas esfregam as patinhas? Por quê os pássaros voam? Essas são apenas algumas perguntas que Luna, menina de seis anos que dá nome a série faz para matar sua curiosidade. Os personagens se aventuram a cada episódio em suas descobertas científicas que ensinam não somente às crianças, mas aos adultos também.
A Casa do Mickey Mouse: é uma série de desenho animado da Turma do Mickey Mouse. Diferente do clássico, esse desenho foi feito principalmente para crianças. Incentivando a participação das crianças na resolução de tarefas de maior dificuldade, as estrelas da série (Mickey, Minnie, Donald, Margarida, Pateta, Pluto, Professor Ludovico e Toodles) propõem brincadeiras educativas, que ensinam as crianças a contarem até 10, montarem quebra cabeças etc. A qualquer momento, quando surge alguma dificuldade, Mickey e seus amigos pedem ajuda aos Mickey-objetos, que são trazidos por Toodles, um objeto voador semelhante à silhueta de um rato. Ele traz objetos que podem ser utilizados para resolver esses problemas.
Doutora Brinquedos: A série narra uma menina de seis anos chamada Dottie & Doc; McStuffins que, um dia, decide que quer se tornar uma médica como a mãe. Ela finge ser uma médica, consertando brinquedos e bonecas. Quando ela coloca seu estetoscópio, brinquedos, bonecas, bichos de pelúcia e magicamente ganham vida e ela pode se comunicar com eles. Com uma pequena ajuda de seus amigos animais de pelúcia, Doc ajuda brinquedos a se sentirem melhores;, diagnosticando os seus problemas.
Venda de apólices anti-hacker ganha fôlego; WannaCry provoca corrida por proteção e aquece mercado de segurança.
Computador infectado com ransomware (Foto: João Balbi / TechTudo)
Diferente do antivírus que trabalha para prevenir, o seguro cibernético oferece ajuda póstuma. Ou seja, depois que seus contratantes foram infectados. Nestes casos, a apólice repassa à seguradora as responsabilidades sobre os danos, dando garantia ao segurado — de acordo, claro, com o contrato. Na fala de um corretor, faz total sentido. Mas, você deve estar se perguntando: o que leva alguém a contratar um seguro em vez de adotar uma postura proativa? A resposta é simples: o serviço mira empresas, de todos os tamanhos, vítimas de exploração de falhas de software e ataques. Por vários motivos, nem sempre o antivírus opera milagres: lenta detecção, falta de atualização, uso inadequado, infecções em rede e até mesmo o fator humano influenciam na segurança do parque de máquinas — e no custo do seguro.
Segundo a Aon, que oferece consultoria e corretagem de seguros, o chamado “risco cibernético” já é o quinto que mais preocupa empresários em todo o mundo. Nos últimos meses, ataques de ransomware se alastraram, dando fôlego à proposta. No Brasil, ainda engatinha. A previsão local, de acordo com a corretora, é de o setor crescer 20% ao ano, nos próximos cinco anos — focado, principalmente, em instituições financeiras e também comércio eletrônico.
Realizada duas vezes ao ano, a Pesquisa Global sobre Gerenciamento de Riscos da Aon verifica quais as principais preocupações e ameaças aos negócios. A edição de 2017 (com dados apanhados no final de 2016), ouviu 1.843 entrevistados de empresas públicas e privadas. Dando sequência aos anos anteriores, o temor de ataques de hackers apareceu no TOP 10, subindo de forma expressiva da nona para a quinta colocação, ficando atrás apenas de: 1. dano à reputação/marca, 2. desaceleração econômica, 3. aumento da concorrência e 4. mudanças regulatórias. Casos cibernéticos, porém, podem influenciar os outros riscos, gerando prejuízos em várias áreas de produção e com difícil recuperação.
Como o seguro anti-hack funciona?
Conversamos com Mauricio Bandeira, gerente de produtos financeiros da Aon Brasil, que explicou em detalhes o que é o seguro cibernético, como funciona e quem compra esse tipo de proteção adicional — também no Brasil — em um cenário em que a pergunta não é sobre “se um ataque vai acontecer”, mas “quando vai acontecer”. E, também, qual será o real tamanho do estrago.
Em máquinas corporativas, as práticas criminosas mais comuns são ataques de phishing e ransomware. Ultimamente, foram vários os casos de empresas de diversos setores que, depois de atacadas, sofreram com o comprometimento de informações de terceiros/clientes (vazamentos), tiveram redes de computadores comprometidas, roubo de dados e, como principal consequência, forte impacto na continuidade do negócio, pausa na produção/distribuição e lucratividade afetada.
“O seguro cibernético tem coberturas para empresas contratantes e também para terceiros. As coberturas incluem todos os custos pós-ataque hacker e vazamento de dados, inclusive em casos de ransomware [bloqueio de arquivos], onde há travamento do computador e cobrança de resgate”, explica Bandeira.
Isso quer dizer que uma “apólice cyber” vai dar conta dos gastos de uma investigação forense, contratação de técnicos, de uma equipe de gerenciamento de crise (incluindo vários tipos de profissionais, de tecnologia à comunicação) e ainda para prejuízos causados pelos lucros cessantes. A companhia pode contratar quem quiser, mas a seguradora tem sempre equipes de prontidão.
A quem se destina?
Um seguro é um passo dado especialmente por pessoas jurídicas e a contração desse tipo de proteção é crescente. Bancos e instituições financeiras foram os primeiros a sentir nos cofres a necessidade de aplicar segurança adicional aos seus dados. Laboratórios, hospitais e clínicas, que dependem de sistemas para compartilhar resultados de exames e controlar prontuários de pacientes, também já aparecem como principais alvos de ataques. O setor de educação, idem.
“O setor de aviação já enxerga o risco cibernético com o principal fator de preocupação. Com o avanço dos controles digitais, especialistas temem que um dia terroristas consigam derrubar aeronaves com ataques hacker”, diz Bandeira.
Quanto custa?
As apólices de seguro cibernético, assim como as de seguro de vida ou contra incêndios são feitas por período anual. A Aon, que afirma ter negociado de 15% a 20% das apólices globais — e cerca de 50% no mercado nacional — calcula que, para uma apólice que cubra um milhão de reais, por exemplo, a empresa contratante pode pagar como prêmio de R$ 7 mil a R$ 25 mil ao ano.
A forma como a companhia lida com a própria segurança, porém, vai detalhar o contrato e os valores podem tornar-se maiores em função de fatores como: tamanho da empresa, total da apólice assegurada, volume de informações sensíveis em posse da contratante, se há treinamento interno ou uso de softwares desatualizados/descontinuados e etc. Tudo feito por questionário e análise prévia do que vai ser segurado. A seguradora pode recusar riscos muito altos.
Brasil ainda vive momento educacional
Grandes incidentes como WannaCry e No-Petya tiveram a Europa como olho do furacão, mas respingaram também no Brasil, aumentando a percepção do risco em setores da Indústria. Por aqui, três seguradoras já trabalham com risco cibernético: XL, Zurich e AIG. A expectativa é de que, até o fim do ano, outras seis estejam operando vendas à todo vapor.
Ainda que haja movimento na chegada de novos players, a demanda pela contratação de risco cibernético ainda não está madura. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) — autarquia federal responsável pela autorização, controle e fiscalização do mercado de seguros — ainda não tem uma categoria dedicada que regulamente esse tipo de serviço. De acordo com a instituição, a modalidade iniciou sua comercialização no Brasil em 2012 — cinco anos, apenas.
Atualmente, seguros para riscos cibernéticos são enquadrados em ramos distintos — de acordo com os riscos cobertos —, como responsabilidade civil, riscos diversos e lucros cessantes. “Esta modalidade de seguro não possui normativo específico. Para elaboração de produtos é necessário seguir os normativos gerais de seguros de danos, os quais estabelecem regras para cláusulas de aceitação de proposta, de forma de contração, de pagamento de prêmios, de atualização de valores, de concorrência de apólices, de liquidação de sinistros, de perda de direitos e outras”, informou a superintendência ao TechTudo, em nota.
Para Bandeira, o Brasil ainda vive um momento educacional, de conscientizar empresários sobre o risco que sua empresa corre e da própria existência do produto. As seguradoras, no geral, apostam em uma nova legislação para as empresas brasileiras que responsabilize companhias por vazamentos de dados de sua base de usuários — similar ao que existe nos Estados Unidos.
“Essa exigência legal ajuda a aumentar o interesse por ferramentas de mitigação e transferência de risco. O seguro é uma delas. Assim que houver a promulgação de uma lei de responsabilidade, o mercado deve mudar e a contratação deve aumentar substancialmente”, acredita Bandeira. No momento, não há uma lei específica que obrigue as empresas a reportar que foram vítimas de crimes digitais no Brasil. Alguns projetos tramitam, mas sem previsão de serem aprovados.
Prevendo o movimento, seguradoras têm realizado workshops e palestras em setores da indústria para vender o novo produto, formando uma base de clientes.
“Lidar com risco cibernético é mais sobre resiliência do que prevenção. Não é questão de se uma empresa será atacada, mas de quando”, alerta Bandeira.
IoT é logo ali
Segundo a Cisco, em três anos, serão 50 bilhões o total de dispositivos conectados à Internet. Quando nos damos conta de que 2020 é logo ali, fica fácil entender que IoT — Internet of Things (ou Internet das Coisas, em português) — vai elevar o alarme e as preocupações de segurança de indústrias e de pessoas comuns com tantos objetos de rotina e wearables (vestíveis) conectados.
“Os controle digitais e o avanço da Internet das Coisas (IoT) vai elevar o risco cibernético a patamares inimagináveis em alguns anos. Com mais aparelhos conectados [além do celular e do computador] e mais processos dependendo do acesso a redes, o campo de atuação dos hackers aumentará consideravelmente. Por isso, é fundamental que as empresas estejam preparadas para lidar com as consequências desses eventos”, encerra Bandeira.
A visão é compartilhada pelo setor de segurança. Em setembro, Eugene Kaspersky, criador da companhia russa de antivírus que leva seu nome, encerrou sua palestra magistral durante a 7ª Cúpula Latino Americana de Analistas de Segurança da Kaspersky Lab, em Buenos Aires, na Argentina, com um alerta para quem opta por aparelhos online como Smart TVs, relógios, e até casas e carros conectados.
Excelente análise, Sandro. Aprendi ainda na faculdade, mas a vida mesmo foi quem me ensinou, que "SEGURO É UM CONTRATO DE COBERTURA DE DANOS QUE COBRE TUDO, MENOS O QUE ACONTECE !".
Odeio seguradoras !!!
Vamos entender. Eu contrato um 'seguro' que garante financeiramente que não terei perdas com ataques cibernéticos. Ok. Mas se eu tenho um serviço de back-up automatizado e uso de algumas proatividades, eu evito da mesma forma.
O problema é que ao contratar o seguro eu troco de ladrão. Porque na hora de buscar o ressarcimento pelo ataque, a seguradora vai questionar até se eu acredito em Papai Noel.
As seguradoras vivem de dar golpes legalizados. Você contrata o seguro contra roubo de carros, mas se você for abordado e levarem seu carro, isso caracteriza assalto e não roubo. Ou seja, vc foi roubado pelo ladrão e pela seguradora.
Leia BEEm as entrelinhas desse contrato de seguro para não ser roubado duas vezes. Aprenda e se proteger de ataques cibernéticos e seja feliz sem precisar pagar essa imbecilidade.
“Lamento que as minhas razões não tenham sido consideradas até agora, mas tenho a convicção de que, no momento oportuno, a verdade prevalecerá, porque os fatos e as provas estão a meu favor”.
Caro Eleitor: Grande parcela do eleitorado brasileiro(não tem moral nenhum de criticar qual quer parlamentar pelo fato do mesmo ter recebido doação para sua campanha, antes de mudar muitos políticos essa grande parcela do eleitorado é que mudar de conduta aí sim poder e deve criticar.
Senador Agripino, pela posição ocupada pelo mesmo nas últimas décadas, como opositor aos governos petistas, não tinha nem uma influência para praticar desvio de recursos públicos ocupando o cargo legislativo de sanador da república. É preciso saber e entender o jogo político q ora se inicia, visando as eleições do ano, onde o rio grande do norte tem q preencher duas cadeiras no senado federal. Alguem muita as vezes os sujos querem a todo custo sujar o oponente para conseguir sua vitória. tem meu voto senador Agripino Maia, pela sua história como governador que muito trabalhou pelo Rio |Grande do Norte.
interessante, que todo politico quando esta sendo acusado de algum ilícito, já diz que não foi ele, é uma calúnia, isso é uma afronta a democracia, estão rasgando a constituição, etc… tudo isso são frases que já estou me acostumando ouvir nos jornais, e internet, o pior é que as coisas aparecem contra esses políticos e absolutamente nada acontecem com eles , chega ser desesperador essa situação que se encontra nosso país… que Deus tenha misericórdia de todos nós………..
O senador tem como cidadão o direito a ampla defesa, mas fica o registro em seu currículo.
MUDANDO DE ASSUNTO – SOBRE O PROJETO DE MUDANÇA DOS PLANOS DE SAÚDE:
O mercado trabalha com a expectativa de que a Agência Nacional de Saúde (ANS) adotará iniciativas destinadas a cessar as atividades de planos de saúde com até 20 mil vidas (ou segurados) em 18 meses, a partir de resolução da Comissão Interministerial de Participações de Governança Corporativa. *O objetivo seria concentrar o negócio nas mãos de grandes bancos e gigantes desse setor*.
O objetivo é impulsionar o mercado privado só com vidas (segurados) de até 55 anos. *Os mais velhos terão o lixo como destino, ou melhor, vão se virar no SUS*
Quando a ANS foi criada haviam no Brasil quase *4.000 seguros de saúde, hoje restam menos de 300, e vão diminuir ainda mais*.
As grandes corporações dominam cada vez mais o mercado de saúde suplementar, um dos melhores negócios do mundo.
Por sinal o atual ministro da saúde vem de família que controla um desses planos gigantes que vão dar as cartas se a reforma for aprovada.
Essa é a realidade por trás do discurso enganador dos políticosque mais uma vez olham o interesse das corporações e não do povo. Agora vão restringir o direito dos idosos.
Interessante,Senador ! é que ninguem( do povo) acredita ou torce por isso. O Sr. foi um dos que votou,juntamente,com Senador Garibaldi,pela permanencia do Aercio Neves,no Senado ou seja,o estado do RN necessitado de tudo e nao temos representação a altura,no Senado. Esteja ciente que ninguem mais suporta desvios de dinheiro publico e que a nação brasileira esta do lado da Policia Federal e nela acredita 1000 vezes mais que na sua versao
A taxa de desemprego no país no terceiro trimestre deste ano recuou para 12,4%, divulgou o IBGE na manhã desta terça-feira (31).
No trimestre encerrado em junho, a taxa havia sido de 13%. As informações são da Pnad Contínua, pesquisa de emprego de abrangência nacional do instituto.
A taxa do terceiro trimestre foi a menor do ano até o momento.
O país encerrou o terceiro trimestre com 12,9 milhões de pessoas desocupadas, que são pessoas sem emprego mas que estão em busca de oportunidade. O dado representa queda de 3,9% em relação ao trimestre encerrado em junho. Havia ao final de setembro, 524 mil pessoas a menos na fila do emprego.
No terceiro trimestre de 2016, a taxa de desemprego havia sido de 11,8%. O contingente de desempregados na ocasião era de 12,022 milhões de pessoas.
O país encerrou setembro deste ano com 91,1 milhões de pessoas ocupadas, que são pessoas efetivamente empregadas. O indicador teve alta de 1,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior e de 1,6% frente a igual trimestre de 2016.
INFORMALIDADE
O desemprego continua a recuar principalmente devido à geração de postos de trabalho informais no país. O Brasil atingiu no trimestre encerrado em setembro a marca de 10,9 milhões de pessoas ocupadas no setor privado sem carteira assinada.
Na passagem do segundo para o terceiro trimestre deste ano, 288 mil pessoas passaram a trabalhar sem carteira assinada. A alta no período foi de 2,7%.
No intervalo de um ano –entre o trimestre encerrado em setembro deste ano e igual período do ano passado– o contingente aumentou em 641 mil pessoas, tendo registrado alta de 6,2%.
RENDIMENTO MÉDIO REAL
O trabalhado por conta própria, formado por empregadores com pelo menos um funcionário, também continua a avançar e contribuir para o recuo da taxa de desemprego. Esse grupo de trabalhadores, segundo o IBGE, é formado em sua maioria por pequenos empreendedores.
Ao final de setembro deste ano, o país possuía 22,9 milhões de pessoas nessa situação –alta de 1,8% ou 402 mil pessoas em relação ao trimestre imediatamente anterior. Na comparação anual, o crescimento desse contingente foi de 1,056 milhão de pessoas, ou de 4,8%.
Apesar de contribuir para a melhora dos indicadores de desemprego, o chamado emprego informal é considerado de menor qualidade em relação ao emprego com carteira assinada.
Na outra ponta, o emprego com carteira assinada continua a cair –em setembro eram 33,3 milhões nessa situação. Na passagem do segundo para o terceiro trimestres, houve queda de 31 mil pessoas nessa condição, ou 0,1%. No intervalo de um ano, 810 mil pessoas deixaram postos de trabalho com carteira assinada.
Basta não torcer contra o Brasil ( até que o seu Dom Sebastião volte) para constatar a olhos vistos que as cosias, pelo menos, pararam de piorar já há alguns meses.
"Apesar de contribuir para a melhora dos indicadores de desemprego, o chamado emprego informal é considerado de menor qualidade em relação ao emprego com carteira assinada.
Na outra ponta, o emprego com carteira assinada continua a cair –em setembro eram 33,3 milhões nessa situação. Na passagem do segundo para o terceiro trimestres, houve queda de 31 mil pessoas nessa condição, ou 0,1%. No intervalo de um ano, 810 mil pessoas deixaram postos de trabalho com carteira assinada."
Que tal ler a notícia além da manchete antes de falar merda e fazer papel de ótari defendendo essa canalhocracia!
O juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, em processo da 7ª Vara Cível de Natal, condenou o Hipermercado Extra ao pagamento de R$ 200 mil, a título de danos morais coletivos, devendo o valor ser revertido ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos do Consumidor, em virtude de problemas sanitários constatados no estabelecimento em Natal.
Determinou ainda, que a Companhia Brasileira de Distribuição – Hipermercado Extra publique, às suas custas, o inteiro teor da parte dispositiva da sentença judicial, no prazo de 15 dias a contar de seu trânsito em julgado, em três jornais potiguares, na dimensão mínima de 15cm x 15cm e em três dias intercalados, sob pena de multa diária de R$ 100, limitada a 30 dias.
O caso
O Ministério Público do Rio Grande do Norte ajuizou Ação Civil Pública contra a Companhia Brasileira de Distribuição (Extra Hipermercado), alegando que instaurou o Inquérito Civil para apurar supostas práticas lesivas aos direitos dos consumidores a partir das inspeções sanitárias realizadas pela Secretaria Municipal de Saúde, as quais resultaram em diversas autuações.
Afirmou que em cinco Autos de Infração da Vigilância Sanitária foram apontadas várias irregularidades na loja da empresa localizada na Avenida Engenheiro Roberto Freire, as quais, apesar de identificadas desde 2008, não teriam sido sanadas, denotando a lesividade das condutas perpetradas pelo Hipermercado e sua inércia para saná-las, o que a impediu a obtenção de alvará sanitário, documento indispensável para o regular funcionamento do estabelecimento.
Pediu, ainda, pela realização de nova inspeção na loja, com a aplicação de multa no valor de R$ 5 mil por cada item em desconformidade com a legislação sanitária. Por fim, pediu pela condenação da empresa ao pagamento de uma indenização de R$ 300 mil por danos morais coletivos.
O Extra defendeu a inépcia da petição inicial por ausência de causa de pedir e/ou falta de interesse de agir em razão da desnecessidade da pretensão buscada em juízo, diante da existência de ato posterior da própria Vigilância Sanitária, em conjunto com o Procon e com o Núcleo de Segurança de Trabalho, atestando a regularidade das suas instalações e atividades.
Decisão
O juiz Bruno Montenegro reconheceu a legitimidade do Ministério Público para propor a demanda, na medida em que os artigos 127 e 129, ambos da Constituição Federal, conferem ao MP a legitimidade para a defesa dos interesses metaindividuais, os quais englobam os direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos, sempre em prol do interesse do bem maior da coletividade.
Quanto à indenização por danos morais coletivos, o magistrado percebeu que a empresa funcionou por um longo período sem a chancela do alvará sanitário, de sorte que as irregularidades apontadas subsistiram por anos, o que não pode, segundo ele, ser ignorado por aquele juízo.
“Dos autos extrai-se que apenas em meados de junho de 2012 o alvará sanitário foi solicitado, de modo que o período de funcionamento sem a autorização necessária deve ser atribuído à atuação desidiosa da própria ré, ao contrário do que esta pretende fazer acreditar em sede de contestação, pretendendo transferir essa responsabilidade ao órgão de fiscalização”, comentou.
E completou: “Deveras, além do funcionamento sem o respectivo alvará, foi possível constatar concretamente diversas condutas irregulares levadas a cabo pela ré, a exemplo da adulteração dos prazos de validade dos produtos e da exposição inadequada de produtos que precisam ser acondicionados de forma específica, o que convola contra a vida e a saúde do consumidor”.
BG
Quem investe num País como esse é otário, Leis da Suíça para Pais de de quinto mundo. E o judiciário adora fazer uma condenação desta, agora vá a praia de Ponta Negra "cartão postal" de Natal e veja se existe um banheiro para o Cidadão. São dois pesos e duas medidas.
"…adulteração dos prazos de validade dos produtos e da exposição inadequada de produtos que precisam ser acondicionados de forma específica, o que convola contra a vida e a saúde do consumidor"
Você acha isso pouco, Sr. Capitalismo Selvagem?
Pronto! Mas Ninguém multa o govero do estado por está veacando o servidor. Isso pode Arnaldo? R$$$$ 200 paus? É muito complicado esse país, não se leva em consideração os empregos que essa rede gera. Era melhor terem assinado um TAC.
Um dia desses achei CINCO potes de margarina, todas da mesma marca, vencidas há cerca de um mês nas prateleiras desse hipermercado. Continuo comprando lá, mas tenho cautela com produtos perecíveis. Sempre olho a validade dos industrializados e o estado de carnes e laticínios.
Não se pode medir a importância da Justiça do Trabalho pelos direitos devolvidos à sociedade em termos monetários, mas pela pacificação social que promove, diz Guilherme Feliciano, presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho).
Na mesma linha, Leonardo Grizagoridis da Silva, diretor da associação que reúne os juízes da grande São Paulo, a Amatra-2, diz que a Justiça estadual responde por mais da metade das despesas do Judiciário, mas “ninguém pensa em extinguir as varas de família ou de falências”.
Nele, o pesquisador André Gambier Campos aponta que a Justiça do Trabalho é cara e está sobrecarregada. Para o autor, porém, a solução não seria reduzir a Justiça trabalhista, mas elevar os mecanismos de negociação para que um número menor de disputas chegassem a ela.
Segundo Campos, para cada R$ 1 pago aos empregados, a Justiça do Trabalho desembolsa R$ 0,91 e a União consegue arrecadar R$ 0,16. “Por esse raciocínio tortuoso, que olha apenas números, a Justiça criminal deveria ser extinta”, diz Feliciano.
As associações rebatem ainda a ideia de lentidão. Elas concordam que a Justiça do Trabalho está sobrecarregada, mas destacam que essa instância sofreu corte de 30% no orçamento em 2016.
Além disso, lembram que a alta da demanda pela Justiça trabalhista foi influenciada pela crise e por seus reflexos no pagamento de rescisões e direitos trabalhistas.
COMPARAÇÃO
Para Feliciano, os dados da Justiça do Trabalho podem ser melhor entendidos se forem comparados com o restante do Judiciário.
Enquanto na Justiça de maneira geral o percentual de processos não solucionados no ano tem um índice médio de 73%, na Justiça do Trabalho esse índice seria de 6,8%. Os dados são do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).
A Justiça que mais faz conciliação, diz Feliciano, é a trabalhista. Foram mais de 500 mil acordos no primeiro semestre de 2016 –83% do total das soluções.
O custo médio mensal por magistrado também é menor na Justiça trabalhista. Em todo o Judiciário, ele foi de R$ 47,7 mil em 2016. Na Justiça do Trabalho, de R$ 38,8 mil.
Por meio de sua assessoria de comunicação, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) diz ainda que, em número de casos pendentes, a Justiça do Trabalho também é destaque positivo, com 5,3 milhões. Na Justiça Federal são 10 milhões de casos pendentes. Na estadual, 63 milhões.
Feliciano diz ainda que o volume de acordos poderia ser maior e algumas iniciativas estão sendo tomadas nesse sentido. “O conselho superior tem incentivado os tribunais regionais a criar centros alternativos de solução de conflito”, diz.
Com relação à baixa arrecadação obtida com a Justiça laboral, Silva, da Amatra-2, diz que alguns caminhos poderiam ser avaliados, como custas mais altas para o empregador condenado de maneira recorrente.
Um dos poucos pontos de concordância entre estudo e juízes se refere ao viés da Justiça trabalhista: não é considerada “pró-trabalhador”. “É isenta, o que não significa dizer que o trabalhador esteja perdendo, mas que ele raramente obtém 100% dos pedidos que faz”, diz Feliciano.
Tô procurando essa eficiência a anos e não vejo, pelo contrário vejo muito tempo de folga é recesso pra isso pra aquilo ,fora agora até feriado que cai no sábado é transferido pra dia de semana, além de vários auxílios que recebem aí não querem que o povo os comparem com esses políticos usurpadores do dinheiro do povo é brincadeira!
kkkkk
Procuram muito trabalho mesmo, mas não dão conta nem dos poucos porque tem 60 dias de ferias, 20 de recesso, 20 folgas de plantao, 90 de licença-premio, ai amigos sobra pouco tempo pra trabalhar…
Enquanto isso VIVA AO AUXILIO MORADIA!!!
Esse país é um carnaval!
BG, pra que informar essas maracutaias de Temer?? Não vai acontecer nada com esses bandidos…. só se eles saírem do PMDB E PSDB e forem pro PT!!!
Mas isso não vem ao caso. Eles não são petistas. Vemos o tamanho da indignação pela quantidade de manifestações.