Política

Atuação de Maia intriga Temer de novo

FOTO: Ceará News

Às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, as movimentações políticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), intrigam o Palácio do Planalto. Desde setembro, quando o deputado acusou uma ofensiva do PMDB e do governo para “atropelar” o crescimento do DEM e participou de jantares com colegas da oposição, a escalada de atritos entre antigos aliados expôs o desgaste no relacionamento.

Em conversas reservadas, Temer tem dito que não entende o que Maia quer. Mesmo assim, na tentativa de evitar novos problemas, o presidente pediu a auxiliares e a dirigentes do PMDB que “joguem água na fervura”. A prioridade é evitar mais uma crise no momento em que a Câmara vai decidir o futuro de Temer e dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), também denunciados pela Procuradoria-Geral da República.

Quem participou do jantar com Maia na terça-feira, na casa da senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), disse que ele não quer se associar à impopularidade de Temer e pretende se descolar aos poucos, por uma questão de sobrevivência política. O presidente tem apenas 3% de aprovação, segundo pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Primeiro na linha de sucessão da Presidência da República e no quinto mandato consecutivo, Maia jura que será candidato à reeleição e a uma nova temporada no comando da Câmara. Até a cúpula do DEM, no entanto, admite que, dependendo do cenário, ele pode disputar o Planalto, em 2018.

Voo alto – “Rodrigo é um grande articulador e tem condições de dar voos mais altos. Pode compor qualquer chapa majoritária no ano que vem”, afirmou o líder do DEM na Câmara, Efraim Filho (PB). Embora Maia tenha se reunido algumas vezes com o prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), o DEM assegura que não o convidou para ser candidato à Presidência.

“Quero ver quem vai ficar descolado do governo no ano que vem, quando o Brasil estará retomando o crescimento. Se descolar agora, não cola mais lá na frente”, afirmou o vice-líder na Câmara, Beto Mansur (PRB-SP).

Maia não esconde a irritação com o que chama de “fogo amigo” palaciano e recentemente escancarou a contrariedade com ações de Padilha e Moreira. “Nem na cadeira de presidente eu sento quando o Michel está fora. Não faço isso de jeito nenhum”, contou o deputado, que já assumiu várias vezes o lugar de Temer, em razão das viagens do peemedebista. “Há muitas intrigas e espero que eles sejam mais respeitosos comigo”, emendou o presidente da Câmara, sempre se referindo ao governo como “eles”.

No encontro que teve Kátia como anfitriã – o segundo em menos de duas semanas -, Maia também fez reparos à atuação de Temer. Diante de senadores críticos ao governo, como Renan Calheiros (PMDB-AL) e Jorge Viana (PT-AC), apontou erros do Planalto na relação com os aliados e disse ter avisado o presidente, quando a Câmara barrou a primeira denúncia contra ele, em 2 de agosto, que era preciso “reconstruir” o governo, com uma nova cara e uma agenda de desenvolvimento para o País, se não quisesse enfrentar mais turbulências.

Na avaliação de Maia, como nada disso foi feito, o ambiente político de hoje é mais adverso a Temer. Embora calculando que o presidente terá votos para impedir o prosseguimento da segunda denúncia – desta vez por organização criminosa e obstrução da Justiça -, o deputado prevê que a vida do governo não será fácil. Em quase todos os partidos há aliados rebeldes e o PSDB continua cada vez mais dividido.

Temperatura – O diagnóstico também está sendo traçado pelo presidente da Câmara em reuniões mantidas com empresários, que vira e mexe o procuram para medir a temperatura da crise. Nem sempre esses encontros constam da agenda oficial. Até mesmo auxiliares de Temer admitem agora que o governo poderá ter menos apoio do que na primeira votação – quando conseguiu 263 votos para arquivar a denúncia por corrupção passiva -, mas não veem riscos para o Planalto. A nova acusação do Ministério Público Federal passará pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) depois do feriado e irá a plenário por volta do dia 24.

O ministro da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, saiu em defesa de Maia e disse que ele mantém uma “conduta exemplar”. Questionado sobre os rumores de que o presidente da Câmara estaria interessado na cadeira de Temer, Imbassahy encerrou o assunto.

“Não identifico qualquer ‘fogo amigo’, até porque jamais alguém faria um comentário contra o Rodrigo na minha presença. Todos sabem da relação de confiança e amizade que temos”, disse o ministro, que é filiado ao PSDB.

‘Facada nas costas’. As críticas de Maia na direção do governo e do PMDB ganharam corpo depois que o partido de Temer pulou na frente do DEM para filiar parlamentares dissidentes do PSB. Na lista estava o senador Fernando Bezerra Coelho (PE). Furioso, Maia falou em “facada nas costas” e não poupou o Planalto.

“A gente espera que o PMDB, entendendo tudo que o DEM fez pelo governo até agora, tire os pés da nossa porta”, reagiu ele, em 20 de setembro. Conhecido pelo estilo passional, Maia parecia outro homem, 15 dias antes, quando assinou o acordo de recuperação fiscal do Rio com a União. Presidente em exercício, o deputado foi às lágrimas naquela cerimônia. O ajuste nas contas públicas será sua bandeira da campanha, em 2018. Resta saber a que cargo.

Estadão

Opinião dos leitores

  1. 'Quem com ferro fere, com ferro será ferido!"
    "Pimenta nos olhos dos outros é…"
    "Faça o que digo, mas não faça o que faço."
    Esses ditos populares parecem exprimir uma sabedoria bem presente no mau caratismo e cara de pau dos dois personagens dessa trama que já nos causa náusea de vômito.
    UM SUJO FALANDO DO MAL LAVADO!

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Política

Após ataque a carro da Guarda Municipal de Natal, suspeito morre em troca de tiros com a PM

Um homem ainda não identificado morreu após trocar tiros com equipes do Bope e o Batalhão de Choque da Polícia Militar no início da manhã deste domingo (8) na Favela do Mosquito – comunidade carente do bairro das Quintas, na Zona Oeste de Natal.

Um homem ainda não identificado morreu após trocar tiros com equipes do Bope e o Batalhão de Choque da Polícia Militar no início da manhã deste domingo (8) na Favela do Mosquito – comunidade carente do bairro das Quintas, na Zona Oeste de Natal.

De acordo com a assessoria de imprensa da PM, os militares foram até o local depois que um carro da Guarda Municipal de Natal, que passava na região por volta das 5h, foi alvo de tiros dos criminosos que dominam a região.

A equipe da Guarda Municipal deixou o local e acionou reforço da Polícia Militar. “Quando a PM chegou lá, foi recebida a tiros pelos suspeitos. Um deles foi baleado e levado para o Pronto-Socorro Clóvis Sarinho, mas não resistiu”, afirmou o tenente-coronel Eduardo Franco.
Ainda de acordo com a PM, ninguém foi preso.

 

G1/RN

Opinião dos leitores

  1. Ninguém foi preso? Esse que morreu está preso. E é assim que deve ser a prisão para esses "suspeitos". Suspeito uma ova. Os caras abrem fogo, recebem a polícia a bala, e são chamados de "suspeitos". Tenha santa paciência.

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Política

Fundo eleitoral já nasce com rombo de R$ 300 mi

O fundo eleitoral criado para bancar as campanhas provocará no Orçamento do ano que vem um “rombo” de ao menos R$ 300 milhões. Embora parlamentares usem o discurso de que o fundo não vai tirar recursos públicos de outras áreas, como saúde e educação, esse valor terá de ser coberto com verba do Tesouro já que os cálculos para chegar ao total de R$ 1,77 bilhão consideraram uma receita que não será obtida em 2018.

A nova legislação, sancionada nesta sexta-feira, 6, pelo presidente Michel Temer, cria o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, abastecido com parte dos recursos originários de emendas de bancadas e o restante pela compensação fiscal gerada a partir do fim da propaganda partidária nas emissoras de rádio e TV em anos não eleitorais. O fundo público para abastecer as campanhas é uma medida alternativa ao financiamento empresarial, proibido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2015.

Pela proposta aprovada no Congresso, o fundo receberá o “equivalente à somatória da compensação fiscal que as emissoras comerciais de rádio e televisão receberam pela divulgação da propaganda partidária efetuada no ano da publicação da lei e no ano imediatamente anterior”. De acordo com cálculos dos parlamentares, isso significa algo em torno de R$ 450 milhões – R$ 300 milhões equivalentes a 2017.

Porém, como 2018 é ano de eleição, e apenas no primeiro semestre são veiculadas as chamadas propagandas partidárias, o governo deverá arrecadar das emissoras, com o fim da transmissão dessas peças, algo em torno de R$ 150 milhões. Ou seja, como o projeto foi sancionado com essa redação, haverá um déficit de pelo menos R$ 300 milhões.

Conta

Segundo técnicos do Senado que participaram da elaboração da proposta, a previsão inicial era de que, apesar do déficit inicial, o fim da propaganda de partidos e candidatos na TV e no rádio pudesse gerar saldo positivo de quase R$ 100 milhões em três anos. A conta leva em consideração os impostos que serão pagos pelas emissoras com o fim do benefício fiscal. Mas o estudo incluiu o fim do programa eleitoral, o que não foi aprovado pelo Congresso.

Durante a discussão, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), repetiu diversas vezes que o fundo não poderia ter dinheiro “novo”. “Venho dizendo há bastante tempo que temos que encontrar uma solução sem mexer na saúde, na educação e sem buscar dinheiro novo. E, sim, dinheiro que já é gasto com a política. Chegou a hora de os políticos e a política cortar na própria carne”, defendeu o senador na reta final das discussões.

Já o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), indicava que o valor total do fundo fosse um valor condizente com a situação fiscal do País. Ainda no primeiro semestre, o Congresso chegou a cogitar um fundo público que poderia ultrapassar o montante de R$ 3,6 bilhões, mas os parlamentares recuaram depois de críticas.

Emendas

Um problema semelhante ocorre com o dinheiro de parte das emendas de bancadas que deve ser usado para abastecer o fundo. Como já mostrou o Estado, esses recursos costumam ser apenas uma “promessa”, pois, na prática, o governo pouco libera ou demora anos para liberar o que foi reservado para esse tipo de emenda.

Pela proposta aprovada no Congresso, o governo terá que repassar de uma vez só para o fundo 30% dos R$ 4,4 bilhões previstos para próximo ano, o que corresponde a R$ 1,32 bilhão. Neste ano, por exemplo, o governo pagou apenas 0,9% desse tipo de emenda até agora.

As emendas são indicações das bancadas estaduais e do Distrito Federal de como o governo deve gastar parte dos recursos previstos no Orçamento. Vão desde a construção de obras de infraestrutura, como uma ponte, a valores destinados a programas de saúde ou educação. Desde 2015, o governo é obrigado a fazer o pagamento dessas indicações. Em 2016, cada uma das 27 bancadas teve até R$ 224,7 milhões divididos em emendas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Opinião dos leitores

  1. A cada dia criam uma nova aberração contra os interesses do povo, ignoram o clamor popular, suas necessidades e ainda assim são mantidos no poder de alguma forma, alegam que democraticamente através do voto. Se há tantos que desejam mudanças e elas não acontecem através do voto porque tantos não fazem diferente e ainda persistem em votar, será ingenuidade ou burrice mesmo

  2. O povo brasileiro é muito passivo, Deus me livre. Deixar criar, na cara da gente, um fundo partidário de 1,77 bilhões, para entregar de bandeja para políticos que vão para o palanque e TV, enganar o povo com promessas que nunca irão cumprir, enquanto a saúde agoniza, a segurança está uma guerra civil, a educação cada vez mais analfabeta…pra mim ficar passivo numa situação dessas, é pura ignorância. Eles tinham que fazer a campanha deles com o dinheiro do bolso deles. Ganharia realmente quem tivesse projeto e oferecesse alguma solução para nossos problemas e não criar mais uma dívida para o nosso bolso. Sim, porque quem paga essa conta somos nós. Menos emendas dos Deputados para os estados, menos dinheiro dos impostos que poderiam ser utilizado em nosso benefício e por aí vai. Eu nunca fui a favor de político fazer lei. Eles só aprovam o que é bom para eles…o povo???? o povo que se lasque pra lá. Eu já declarei e confirmo: NUCA MAIS DOU O MEU VOTO A NINGUÉM…#prontofalei

    1. É verdade, povo brasileiro pagando para eleger esses pilantras. Esperamos que o STF, tire essa organização criminosa de circulação. Que quer seja na esfera Federal, Estadual e Municipal. A sociedade na suporta tanta destruição no erário público.

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Diversos

Mega-Sena, concurso 1.975: aposta de Guarulhos (SP) leva mais de R$ 22 milhões

Mega-sena (Foto: Heloise Hamada/G1)

Uma única aposta, feita em Guarulhos (SP), levou o prêmio de R$ 22.575.348,57 no sorteio 1.975 da Mega-Sena realizado neste sábado (7), no município de Itapiranga (SC).

Veja as dezenas sorteadas: 08 – 11 – 24 – 26 – 47 – 57.

Ao todo, 76 apostas acertaram a quina; cada uma irá ganhar R$ 33.102,68.

Outras 5.845 apostas faturaram a quadra –e levarão R$ 614,88 cada uma.

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Política

Ditadura: um passado sombrio que bate à porta na esteira da crise

Michel Temer em Cerimônia de Imposição da Medalha Militar de Platina

Em tempos de polarização, escândalos de corrupção e crescente descrédito da classe política, cresce a ideia de que apenas a intervenção militar poderia recolocar o país nos trilhos. Recentemente, a fala do general Antonio Hamilton Mourão sugerindo a intervenção para “solucionar o problema político” causou forte repercussão, com ataques e defesas. A imagem de “ordem” que a ditadura promete, contudo, está longe de ser a realidade, alertaram historiadores. Durante a ditadura, o Brasil ficou em primeiro lugar no ranking de desigualdade social do mundo. O grande legado econômico deixado, além da ausência de políticas públicas e sociais, foi o forte processo inflacionário em ascensão. A crise da dívida externa desestruturou profundamente a economia brasileira, e seus resquícios são vividos até hoje pelos brasileiros. Como se não bastasse, a corrupção seguia silenciosa, com a imprensa e os órgãos fiscalizadores amordaçados e até mesmo inexistentes.

O historiador Pedro Henrique Campos afirma que muitas das grandes empreiteiras – envolvidas em escândalos da Lava Jato hoje – se beneficiaram de relações especiais com o Estado desde seu surgimento entre as décadas de 30 e 50. O pagamento de propinas, entretanto, se consolidou durante a ditadura.

Ele pesquisou a fundo os laços dessas empresas com o regime militar em sua tese de doutorado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), que deu origem ao livro Estranhas Catedrais.

“Temos menos exposição pública da corrupção naquele período. Os mecanismos de fiscalização e controle sobre isso não funcionavam bem ou alguns nem existiam, como o próprio Ministério Público. Além disso, os movimentos sociais eram reprimidos e a mídia estava sob mordaça. O serviço de espionagem verificava e acompanhava casos de corrupção, mas não trazia à tona. Era um ambiente muito mais propício do que os dias atuais. As ilegalidades e irregularidades eram muito maiores naquele período”, disse Campos.

O historiador explica que os escândalos da época têm a ver, em grande parte, com a disputa empresarial, exatamente como acontece hoje.

“A ditadura foi um governo que alimentou muito alguns setores privados. Não foi conduzido apenas pelos militares, foi empresarial-militar. O empresário favorecido por ela cresceu muito ao longo daquele período no acesso ao Estado e poder econômico e político”, completou Campos, lembrando que logo após o golpe houve uma série de medidas impopulares que retiravam os direitos dos trabalhadores, a fim de favorecer empresários.

“Essa ordem defendida por uma parcela da população era, na verdade, mediante uma repressão muito violenta aos trabalhadores, em benefício desses autores que eram os principais articuladores da ditadura”, finalizou.

 

Jornal do Brasil

Opinião dos leitores

  1. Já devia ter ocorrido. À única forma de SALVAR O BRASIL DESSA CORRUPÇÃO QUE SE INSTALOU EM TODOS OS PODERES!! Avante GRANDE GENERAL MOURÃO!!!

  2. Não esquecer que durante a ditadura, o Brasil ficou em primeiro lugar no ranking de desigualdade social do mundo. O grande legado econômico deixado, além da ausência de políticas públicas e sociais, foi o forte processo inflacionário em ascensão. A crise da dívida externa desestruturou profundamente a economia brasileira, e seus resquícios são vividos até hoje pelos brasileiros. Como se não bastasse, a corrupção seguia silenciosa, com a imprensa e os órgãos fiscalizadores amordaçados e até mesmo inexistentes.

    1. BG
      O Brasil está precisando de uma limpeza geral, na politica no judiciário e no executivo. São todo tipo de ações nefastas contra a Nação Brasileira por estes entes Federativos. Salários IMORAIS, falcatruas quase que generalizadas e a população abandonada em tudo. Talvez uma solução seja a intervenção militar para por as coisas em ordem.

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Política

32% aprovam Doria; 55% não votariam nele para presidente

Na primeira pesquisa do Datafolha após a intensificação de sua articulação visando a candidatura presidencial do PSDB em 2018, o prefeito de São Paulo, João Doria, despencou quase dez pontos percentuais na aprovação de sua administração.

Segundo o levantamento, o tucano tem 32% de aprovação, 26% de rejeição e 40% de avaliação regular entre os paulistanos. Há quatro meses, Doria pontuava 41% de ótimo/bom, 22% de ruim/péssimo e 34% de regular.

Com margem de erro de três pontos para mais ou menos, entre os 1.092 entrevistados de 4 a 5 de outubro, a curva é francamente desfavorável ao prefeito: fora do empate técnico em todas as simulações.

Pela primeira vez, a avaliação regular supera a positiva desde que sua gestão começou, em janeiro.

Desde a última pesquisa, Doria passou a percorrer o país em reuniões e estreitou relações com siglas como o DEM, cuja parcela ligada ao prefeito de Salvador, ACM Neto, vê o tucano como melhor candidato à Presidência que o seu padrinho, o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Com efeito, acham que Doria será candidato a presidente 37% dos paulistanos, contra 21% em junho. Mas 58% preferem que ele permaneça na prefeitura, contra apenas 10% que o desejam ver disputando a Presidência ou 15%, o governo do Estado.

Apenas 18% dos ouvidos votariam com certeza no tucano para a Presidência, enquanto 26% o fariam para o governo estadual. A maioria não votaria nele de jeito nenhum para o Planalto (55%), e 24% talvez o apoiassem.

Para a disputa do Palácio do Bandeirantes, os índices caem para 47% e 26%, respectivamente, sugerindo uma maior tolerância do eleitorado à ideia que mais agrada ao grupo de Alckmin.

Mesmo entre quem votou no prefeito, 63% preferem ele na cadeira, embora 44% acreditem que ele disputará a Presidência. Sua aprovação nesse grupo sobe para 52%, e é seu eleitorado natural, mais rico e escolarizado, aquele que mais deseja sua permanência.

Quando José Serra (PSDB) era prefeito e almejava o Planalto em junho de 2005, 67% diziam que ele deveria ficar no cargo, mas 28% acreditavam que ele sairia de qualquer forma. Ele por fim saiu, mas para o Bandeirantes, que conquistou em 2006.

Criticado por suas viagens nacionais, Doria sustenta que sua presença física é dispensável num mundo conectado e que São Paulo precisa ser “global”. A população não concorda, segundo o Datafolha. Para 49% dos paulistanos, suas viagens pelo país trazem mais prejuízos do que benefícios à cidade, enquanto 35% aprovam a iniciativa.

Já os que veem benefício pessoal ao tucano nas viagens são 77%, contra 14% que enxergam o contrário. De todo modo, metade dos paulistanos acha que o prefeito viaja mais do que devia, enquanto 40% apontam que a frequência é adequada, explicitando uma divisão de opiniões sobre o tema na cidade.

 

 

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. Esse é um lixeiro vestido de prefeito ou um prefeito vestido de lixeiro? que eu saiba, só sabe administrar o Facebook e o Instagram dele…e muito mal, por sinal. Sujeito arrogante e mal educado. ..pensa que pode tudo só pq tem dh…

  2. Mais um politico de momento. Esse coxinha nao vai chegar ao final do ano, população de SP eh muito exigente. Nao passa de um politico modinha.

  3. Dória é embuste . Não resiste . É como botox , só dura seis meses . Conto do vigário . Vai ser comido pela propus esperteza . Aos eleitores "cultos " é bem formandos politicamente de São Paulo , curtam , usem e abusem do seu PRAFAKE .

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Diversos

Troféu Cultura anuncia indicados e abre votação para o internauta neste domingo

Agora é com você, leitor ou internauta. Os 70 indicados nas 14 categorias da maior premiação da cultura potiguar estão definidos e agora o público é quem escolhe os vencedores da 14ª edição do Troféu Cultura.

Todos os indicados foram definidos por um time de especialistas em cada área artística e anunciados na noite de ontem (7) durante prestigiada festa realizada na Pinacoteca do Estado, com shows e a presença de artistas, intelectuais e produtores.

O sistema de votação está abrigado no site Papo Cultura (www.papocultura.com.br) e começa hoje, a partir das 12h. Para votar, você acessa o site ou este link AQUI e, no Menu superior da página, está a aba para o Troféu Cultura. Basta clicar e preencher um formulário para iniciar a votação.

O sistema de votação este ano está ainda mais seguro. Mantém a votação única por IP de computador, aliado às informações do votante, com informações de nome, CPF, e-mail, profissão e local, depois validados por códigos de softwares.

O internauta poderá escolher entre os destaques no Audiovisual, na Literatura e nas Artes Visuais, Melhor Produtor(a) Cultural, Melhor Fotógrafo(a), Melhor Banda, Melhor Show, Melhor Cantor e Cantora, Melhor Ator e Atriz, Melhor Espetáculo de Dança e de Teatro, além do Artista do Ano.

A votação permanecerá aberta até 12 de dezembro. E durante esses dois meses o Troféu investirá na divulgação de cada categoria e seus indicados. O anúncio dos vencedores será feito durante festa agendada para 18 de dezembro, no palco do Teatro Riachuelo.

A solenidade de ontem contou com patrocínio da Suvinil e da Mercedes Bens. O projeto do Troféu Cultura conta com patrocínio, por meio da Lei Câmara Cascudo e do Programa Djalma Maranhão, da Cosern Neonergia, Comjol, Unimed Natal e Hospital do Coração.

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Judiciário

Na PGR, Raquel Dodge confisca celulares para evitar vazamentos

Carlos Moura
A turma de Raquel Dodge já começou a negociar delações premiadas, mas com precauções evidentes para nada vazar.

Até celulares os advogados têm que deixar do lado de fora das salas de reuniões.

 

Lauro Jardim

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Política

Políticos mencionados em delações negam ilegalidade

Todos os políticos procurados pela reportagem negaram as acusações de envolvimento com o suposto pagamento de propina apontado pela Lava Jato.

A defesa do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o deputado está seguro de que a investigação vai comprovar sua inocência.

Em nota, o senador e líder do governo no parlamento, Romero Jucá (PMDB-RR) alegou que as Medidas Provisórias só são levadas adiante se aprovadas pela equipe econômica do governo, “pois, se não há aprovação das áreas econômicas dos governos, as mesma são vetadas, uma vez que o presidente da República é quem sanciona qualquer alteração em leis.”

A assessoria do senador Renan Calheiros (PMDB-AL) disse que o parlamentar já prestou depoimento sobre as acusações – e que mostrou não ter feito articulação em defesa das propostas. “Apresentou todas as provas, documentos e até notas taquigráficas de todas as discussões dessas MPs”, diz a nota.

O advogado Délio Lins e Silva Júnior, que representa o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso em Brasília, se limitou a negar as acusações contra o ex-parlamentar. A equipe do presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), não foi encontrada pelo Estado no dia do fechamento da reportagem. A defesa da presidente cassada Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não responderam aos questionamentos até a conclusão da edição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Opinião dos leitores

  1. O que não existe em nenhuma hipótese nesse asqueroso jogo político de extorsões, mentiras e privações, são inocentes. Ele poderia até persistir na mentira e dizer que não faz parte desse jogo mas quando todos alegam inocência sem buscar uma saída para os problemas que sufocam a população se tornam ainda mais culpados

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Polícia

Presos serram grade e fogem de cadeia em Assu

Nove presos fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Assu, região Oeste potiguar, na noite deste sábado (8). Um deles foi recapturado pela Polícia Militar na RN-016. Os fugitivos foram identificados após recontagem dos presos.

Segundo a direção do presídio, eles serraram uma grade e saíram rastejando. Quando chegaram no muro da unidade, pularam a estrutura e saíram correndo pelas ruas do município.

Estão foragidos:

  • Endre Cainare Rodrigues de Souza (Golinha)
  • Francisco Eduardo de Oliveira Lima (Lairton)
  • Hudson Taylon Melo Araújo da Cunha
  • Iario Fernandes de Oliveira (Nego Lalo)
  • José Clério da Silva Castro (Clerim)
  • Leonardo Maciel da Cruz (Léo)
  • Pedro Henrique da Silva
  • Rodrigo Pereira da Silva

Francisco Canindé de Melo Bezerra foi recapturado ainda durante a noite na RN-016, equanto tentava conseguir uma carona.

Com informações do G1/RN

Opinião dos leitores

  1. Atualizando a contagem: 245 presos foragidos em 27 fugas e 37 mortos( 2017). 145 presos foragidos na gestão de mauro.

    Placar Mauro x Virgulino

    V 273/52
    M 145/4

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Esporte

UFC 216: Werdum finaliza Harris em 65s e pede nova chance pelo cinturão

UFC 216: Werdum finaliza Harris em 65s e pede nova chance pelo cinturão

Não foi um dia fácil para Fabricio Werdum. Cerca de três horas antes de sua luta contra Derrick Lewis, o brasileiro foi informado de que o adversário estava fora do combate. Sem opções, após dois meses de preparação para o duelo, o gaúcho aceitou de última hora enfrentar Walt Harris, que tinha luta contra Mark Godbeer no card preliminar do UFC 216. E o duelo durou apenas 1min05s. Foi o suficiente para Werdum conseguir a queda, pegar as costas do adversário e encaixar uma chave de braço, fazendo Harris bater em desistência.

– Eu estou muito feliz por ter encontrado um adversário, mas aceitei lutar em cima da hora porque essa é a minha vida, é o que eu amo fazer.A luta do Overeem ficou no passado. Agora eu quero Stipe Miocic. Estou aqui, quero meu cinturão de volta! – declarou o brasileiro ainda dentro do octógono.

Conforme havia revelado para no início da semana, “Vai Cavalo” entrou na arena do UFC 216 com o hino do Grêmio, como forma de homenagear Alceno, avô de sua esposa, Karine Groff, que faleceu recentemente. Segundo colocado no ranking peso-pesado, ele enfrentou um adversário que não estava nem no Top 15.

Werdum vinha de derrota por decisão dividida para Alistair Overeem, em julho. Aos 40 anos, ele tem um cartel de 22 vitórias, sete derrotas e um empate. Já Walt Harris agora chega a 10 vitórias e seis derrotas na carreira.

Combate

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Economia

Bandeira tarifária fica vermelha em mais da metade do tempo desde a entrada em vigor

A bandeira tarifária, que aplica uma taxa extra nas contas de luz quando aumenta o custo de geração de energia no país, ficou na cor vermelha durante mais da metade do tempo desde que entrou em vigor, em janeiro de 2015.

A cor vermelha indica que está muito alto o custo de produção de energia no Brasil e que serão aplicadas as maiores taxas adicionais previstas nesse sistema na conta de luz.

De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os consumidores pagaram cerca de R$ 20,8 bilhões a mais nas contas de luz de janeiro de 2015 a agosto de 2017 (dado mais recente disponível) devido à cobrança da taxa extra das bandeiras.

Dos 34 meses contados até outubro deste ano, 19 (55,9% do total) foram sob bandeira vermelha, nem sempre seguidos.

 G1

Opinião dos leitores

  1. Só mais uma forma encontrada do cidadão financiar a falência das instituições.

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Judiciário

Além da suspensão, CNJ determinou a devolução do R$ 39 milhões de auxílio-moradia retroativo pago aos magistrados potiguares

Na decisão proferida na quinta-feira determinando imediatamente a suspensão do pagamento retroativo do auxílio-moradia ao judiciário potiguar, o ministro João Otávio de Noronha ainda determinou o estorno dos R$ 39, 5 milhões já creditado nas contas de juízes e desembargadores

O custo do pagamento retroativo do auxílio-moradia aos magistrados do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte alcançou R$ 39, 5 milhões. A decisão da Corte estadual que autorizou o desembolso em benefício de seus juízes foi suspensa pelo corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, nesta quinta-feira, 5 – mas o dinheiro já havia sido liberado.

A decisão do Pleno do Tribunal potiguar foi tomada no dia 27 de setembro e publicada no Diário de Justiça Eletrônico (DJe) em 4 de outubro. Dados obtidos no Portal da Transparência da Corte apontam que a movimentação começou a ser realizada antes da divulgação.

Os pagamentos foram divididos em quatro documentos: dois relativos a juízes do primeiro grau nos valores de R$ 25,1 milhões e R$ 9,6 milhões, e os demais sendo em referência a magistrados do segundo grau, nos valores de R$ 1,5 milhão e R$ 3,2 milhões.

Os empenhos de dois dos quatro documentos foram feitos em um sábado, 30 de setembro. Os demais foram feitos na segunda-feira, 2 de outubro. Entretanto, todos os documentos foram liquidados e pagos ainda no dia 2, dois dias antes da decisão ser divulgada no Diário de Justiça Eletrônico.

No total, R$ 34.808.032,33 foram destinados para juízes de primeiro grau e R$ 4.749.338,35 para os desembargadores.

 

 

Opinião dos leitores

  1. Coitadinhos desses juízes, tudo passando necessidade, tenham vergonha, vão fazer o trabalho de vcs. De cabeça erguida.

  2. Receberam de boa-fé. Gente, não se engane, a preocupação do judiciário e do MPRN restringe-se à questão financeira, as discussões colegiadas mistram isso claramente. Marido e mulher dentro do mesmo imóvel quitado, morando em Natal e ambos recebendo auxílio-moradia. Alguém já parou para pensar que 120 mil reais, pagos a título de indenização, compra qualquer imóvel residencial?! Por que não fazem isso? Porque receber do erário é melhor! Eis que se alguém reclamar verá a seguinte assertiva: estude, faça concurso, assim você tem direito ao benefício imoral travestido de legalidade. A cara do Brasil!

  3. Por que MP e TCE e MP do TCE não fizeram nada? Que estranho, né? Porque se passasse iam pedir a mesma coisa.

  4. Curioso que, para eles, não há crise. Se a parcela que o Executivo envia para o Judiciário não tem impacto previsto na LRF, que a fatia seja diminuída por meio de lei da ALRN, porque os servidores do Executivo estão à míngua com os salários congelados e atrasados.

  5. Parabéns CNJ, infelizmente esse povo precisa ser freado diante de coisas absurdas, falta moral, etica e transparência.
    Por isso o Brasil trm tanta corrupção, se quem devia dar exemplo abusa de esperteza entao quem tem oportunidade mete a mão também.

  6. BG.
    A constituição do Sr. Ulisses Guimarães e sua trupe deixaram o País INGOVERNÁVEL, verdadeiras castas do serviço público arrastam tudo do erário, enquanto a maioria da população não tem emprego nem de salário mínimo. Com essa historia de "democracia" estamos caminhando a passos largos para um guerra civil.

  7. Devolvo não. Já gastei o dinheiro na entrada de um ap no Porto Brasil em Pirangi, pois o verão está chegando e, data vênia, recebi de boa fé. Vão cobrar do presidente do TJ.

  8. Esse absurdo apenas vai de encontro ao respeito que os juízes tentam manter.
    E não se enganem o MP está só esperando a hora certa para tentar o seu também. Pior é que se qualquer servidor pedir o retroativo de verba indenizatória via administrativa ou judicial NÃO RECEBE.
    Não recebe por de forma uníssona o mesmo Poder, que as escondidas, nas caladas, se dão o benefício, nega considerando que se o servidor ficou sem a tal verba e sobreviveu então não mudará em nada recebê-la retroativamente.
    O judiciário em seus métodos e objetivos se igualou ao que de pior temos que sustentar que são os políticos.

  9. Por uma REAL reforma trabalhista, que envolva Celetistas, Estatutários e os Magistrados(Hiper-Estatutários). E se sonhar é possível, a CLASSE POLÍTICA.

  10. Gostaria de um contraponto de um excelentíssimo membro do judiciário ou do MP . O silêncio obsequioso não nos incomoda , na verdade ele faz muito mais barulho do que se pensa .

  11. PARABÉNS AO CNJ! mais ai vão recorrer desta decisão e la na frente não vai dá em nada , é esse o sentimento do brasileiro, espero que não,

  12. Porque os trabalhadores em geral não tem o direito ao auxílio terno, moradia?
    Em sendo uma questão de justiça a maior parte dos trabalhadores recebem muito menos.

  13. E os servidores do executivo, aí incluído os da saúde, educação e segurança, recebendo parcelado. Como é q um governador libera esse dinheiro para o judiciário? Mostra quem é. Servidores devem ir as ruas.

  14. Como e quando vão devolver?… Acho difícil… Vão alegar que é verba alimentar recebida de boa-fé, e adeus.

  15. Senhores juízes , excelentíssimos . Como diria o sabido metido a besta ; MERETRISSIMOS . Vocês poderiam passar sem essa . Vocês estudaram se especializaram , mas são inutilmente a prova de que não merecem nosso respeito . Observem que estou generalizando , sei que isso é doloroso , pois no meio do cesto as laranjas as boas são maioria , no entanto com atitudes e comportamentos desse tipo quem danado vai gostar de laranja ? O judiciário revela-se a cada dia uma ilha de inutilidades , que nos incomoda e revolta a ponto de termos nojo . Isso nojo . Vocês vão continuar recebendo as 30 moedas do auxílio moradia , mas constrangidos e envergonhados vão devolver o retroativo . Aproveitem excelências e devolvam a sociedade o respeito , devolvam a moral , devolvam a humildade , e se for difícil uma declaração façam uma reflexão do que vocês representam hoje , e o que vocês podem representar para um país . Aquela HILUX SW4 , aquela viagem para Europa ou aquele vinho raro , vocês terão e merecem . Mas o olho no olho e o reconhecimento da sociedade , a cada dia fica mais distante . Vocês vão ter que buscar . Afinal . Será que isso é ou não importante para vossas excelências ? Para os homens de boa vontade que formam um povo sim .

    1. Parabéns pelo texto. Deveria ser enviado a cada magistrado da sociedade potiguar. Mas creio que não é possível enviar cartas aos deuses.

  16. Anteriormente eu falei que iria pagar.
    E digo mais….não vão devolver.
    A pergunta é:
    Por que pagou ?
    Já havia a decisão de não pagar!
    Brasil da ANARQUIA….Todos estão fazendo o que quer…

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Política

Campanha na TV vai durar 35 dias e nas ruas 45 dias em 2018

Tem várias novidades positivas no arremedo de reforma política, aprovada no Congresso no apagar das luzes e publicada no Diário Oficial da União no último momento do prazo legal. Mas a principal delas é que a ladainha do “vote em mim”, no horário gratuito de rádio e TV, vai durar apenas 35 dias. A propaganda eleitoral ainda será longa, ninguém merece, mas já foi pior: até 2016, a campanha durava 90 dias.
 
Participarão de debates no rádio e na TV somente os candidatos de partidos que tenham um mínimo cinco deputados federais.
 
A duração total da campanha nas ruas não pode exceder os 45 dias. A essa boa notícia acrescente-se a redução de custos.
 
Outro aspecto positivo é a cláusula de barreira. Não é ainda o que se esperava, mas a partir da eleição de 2018 cairá o número de partidos.
 
CLÁUDIO HUMBERTO

Opinião dos leitores

  1. BOLSONARO vai provar que não precisa desses deputados e senadores
    Ele vai governar e se os "políticos" querem fazer sacanagem com ele
    Ele mesmo vai a TV e divulga tudo para o povo
    Abiquemos ver esse políticos se explicarem

  2. Um voto significa confiança a um sistema que tem nos privado de todos os direitos ainda que exenciais e taxam até a renda básicas de árduos trabalhos enquanto os próprios se fartam sem onerações ou responsabilidades. Abstenção ao voto pode até não ser a solução mas votar já me provaram que não leva a nada portanto fico com a primeira escolha buscando um resultado diferente a partir de uma ação diferente

  3. Os que esse bandidos têm para ensinar a sociedade? Como ser corrupto, bandido, ladrão, sobre impunidade, esses nossos políticos são todos uns canalhas.

    1. Eu também vou votar em Bolsonaro, mas lembre-se ele vai precisar de apoio dos Deputados e Senadores eleitos. para o Mito conseguir fazer algo pelo país temos que eleger uma bancada que esteja alinhada com a Proposta. No Brasil não se governa sem o legislativo. #Bolsonaro2018

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Esporte

Hamilton vence GP do Japão e coloca a mão na taça de campeão da F1

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ESTADÃO CONTEÚDO

O piloto Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu o Grande Prêmio do Japão, que ocorreu neste domingo, dando um grande passo rumo ao seu quarto título na Fórmula 1.   Ele cruzou a linha de chegada 1,2 segundo antes de Max Verstappen, da Red Bull, que havia vencido o GP anterior, na Malásia. Foi a oitava vitória do inglês na temporada e a terceira vez em que ele conquistou o lugar mais alto do pódio em Suzuka. Daniel Ricciardo, também da Red Bull, ficou em terceiro. O brasileiro Felipe Massa, da Williams, ficou na décima colocação.

Com a vitória, Hamilton está 59 pontos acima do rival Sebastian Vettel, da Ferrari, com apenas quatro corridas para o fim da temporada. O alemão teve que abandonar a prova na terceira volta, após problemas na vela do carro, o que diminui drasticamente suas esperanças de ainda vencer o campeonato. Hamilton, que obteve a pole position, manteve a liderança ao longo de toda a corrida.

Com Vettel fora do páreo, a prova tornou-se um duelo entre Hamilton e Max Verstappen. Nas primeiras 15 voltas, o inglês abriu uma diferença de 4 segundos e fez seu pit stop na 23ª volta. Verstappen parou uma volta antes e  na metade da corrida já havia reduzido a diferença para 1,7 segundo. Na última volta, a diferença havia caído para quase 1 segundo, mas Hamilton conseguiu escapar.

A depender da combinação de resultados, Hamilton pode se sagrar campeão já na próxima corrida, o GP dos Estados Unidos, que ocorrerá no próximo dia 22 em Austin. Além deste, restam os GPs do México, do Brasil e de Abu Dhabi.

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Política

Para Planalto, 2ª denúncia contra Temer será ‘conspiração’

Givaldo Barbosa (Foto: Agência O Globo)

O Estado de S. Paulo

O governo vai investir cada vez mais no discurso da “conspiração” para se referir à segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, apresentada pelo ex-procurador geral da República, Rodrigo Janot. O termo foi aprovado em pesquisas qualitativas que chegaram ao Palácio do Planalto.

Acusado de ter conspirado contra a então presidente Dilma Rousseff, que sofreu impeachment em agosto do ano passado, Temer sempre detestou essa expressão, mas hoje recorre a ela para se defender. A tese do “golpe” – antes usada por Dilma – virou agora escudo para o peemedebista.

Segundo interlocutores do presidente, as pesquisas mostraram que as delações da JBS já começam a ser vistas como algo “montado” para derrubar o governo. Diante deste resultado, auxiliares de Temer passaram a carimbar os críticos do Planalto como integrantes de uma “conspiração”.

Opinião dos leitores

  1. Conspiração são essas reuniões aos domingos no Planalto, com a presença dos três corruptos denunciados, usando do erário em defesa própria.

  2. O maior conspirador que esse país já viu vem se vitimar de conspiração, essa tese não vai colar.

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