Judiciário

Geddel pode ter malas de dinheiro em outros esconderijos

O apartamento no Chame-Chame, bairro de Salvador, não é o único local onde Geddel Vieira Lima escondia dinheiro. A suspeita é que há malas e caixas semelhantes espalhados em diversos outros locais, inclusive fora da Bahia. A apreensão dos R$51 milhões atribuídos ao ex-ministro de Lula e Temer não causou especial surpresa no mundo político: esse tipo de esconderijo é mais comum do que se imagina.

O imóvel no Chame-Chame era conhecido dos vizinhos de Geddel, que o viam com frequência no local. Fica a menos de 1km da casa dele.

O Ministério Público Federal e a Polícia Federal vão listar até mesmo imóveis remotamente ligados a Geddel, à procura de malas.

Uma das expectativas dos investigadores, no caso Geddel, é que ele também se disponha a delatar seus cúmplices no esquema.

Cláudio Humberto

Opinião dos leitores

  1. Isso é que ele deu bobeira tem.dinheiro enterrado por todo lado !!!
    Nessas alturas alguém ia deixar essa qtidade de dinheiro ali mofando isso foi que não deram conta de desovar !!!

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Comportamento

Ex-mulher denuncia vereador de Parnamirim por ameaça: “Pensão é um tiro na cara que eu dou”

vereador paulo miranda parnamirim

A técnica de enfermagem Ocilene Figueiredo da Silva, de 37 anos, procurou a Justiça para denunciar que está sofrendo ameaças de seu ex-companheiro e da atual mulher dele. O acusado é o advogado Paulo Miranda, atual vereador em Parnamirim, município da Região Metropolitana de Natal.

Em entrevista à TV Ponta Negra, Ocilene contou que as ameaças começaram em novembro de 2016, quando o relacionamento dos dois terminou. Desde então ela diz já ter recebido várias mensagens de texto e áudio e ligações telefônicas nas quais o vereador tentou lhe amedrontar. “Tenho medo, fico com medo de sair de casa para ir trabalhar. Ele já chegou a ligar para o meu trabalho, me ameaçando, e vem à minha casa”, relata.

A ex-mulher do vereador assinala que já trocou três vezes o número de seu telefone celular, no entanto as agressões continuaram. Em uma das mensagens de áudio, o vereador age com pressão psicológica contra Ocilene. “Pensão é um tiro na cara que eu dou”, afirma ele, que diz não temer a Justiça. “Pega uns anos de cadeia, depois sai e pronto”, complementa.

Após relatar as ameaças, Ocilene conseguiu na Justiça uma medida protetiva, uma garantia legal de que, caso se aproxime da ex-companheira, Paulo Miranda poderá ser punido. Nada que minimize, segundo ela, os danos emocionais. “Só eu sei o que estou passando. Sou conhecida como uma pessoa que só faz o bem, mas estou vivendo um tormento muito grande”, comenta.

A reportagem do Portal Agora RN/Agora Jornal tentou estabelecer contato com o vereador nesta sexta-feira, 8, para ouvir sua versão dos fatos, mas os celulares do parlamentar estavam desligados.

AGORA/RN

Opinião dos leitores

  1. NOTA DE ESCLARECIMENTO
    Em razão da repercussão que ocorre via redes sociais e veículos de comunicação, SOBRE A MATÉRIA “AMEAÇA” PUBLICADA NO DIA 08/09/2017.
    A matéria divulgada é robusta em difamações e calúnias sobre a reputação de um homem de bem, advogado, funcionário público federal aposentado e que nunca, em toda a sua vida pregressa, se envolveu em escândalos.
    A partir do momento que entrou na vida pública, começaram as perseguições, calunias, difamações e, principalmente, da sua ex, com a qual teve relacionamento conturbado, todavia nunca houve um convívio no mesmo teto.
    Depois que o Dr. Paulo Miranda logrou êxito na vida pública e, em novembro de 2016, rompeu por definitivo o relacionamento com a Sra. Ocilene Figueiredo da Silva, inconformada com o término, vem buscando destruir a vida pessoal e denegrir a imagem e vida pública do ilustríssimo vereador.
    Em suas falsas declarações, a Sra. Ocilene Figueiredo da Silva, relata:
    a) Que vem sofrendo ameaças;
    b) Que as ameaças começaram após o fim do relacionamento em Novembro de 2016;
    c) Que registrou várias ligações, áudios e conversas que provam as ameaças;
    d) Que obtém uma medida protetiva contra o eminente vereador, Paulo Miranda.
    TODAVIA, essa medida protetiva foi revertida em um crime de denunciação caluniosa em desfavor da Sra. Ocilene Figueiredo da Silva, depois das investigações policiais sobre a falsa denúncia e provada a inocência do Vereador Dr. Paulo Miranda, o fato é tão verdadeiro que existe um processo em que o Ministério Público do Estado do RN indiciou Ocilene Figueiredo da Silva no processo de nº 0101842-17.2017.8.20.0124, por tal crime.
    Esse processo teve o início na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, DEAM/Parnamirim, em 26/04/2017, pela falsa denúncia de agressão e ameaça, mas nesse processo contém documentos que provam que a Sra. Ocilene Figueiredo da Silva CONFESSA E PLANEJA A PRÁTICA DE CRIMES CONTRA A ATUAL COMPANHEIRA DO VEREADOR BEM COMO O DESEJO DE AUTOLESIONAR COMO FORMA DE FORJAR A PRÁTICA DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
    Além disso, no processo acima, a Sra. Ocilene NÃO JUNTOU AO PROCESSO, sequer, uma única prova contendo as referidas chamadas sobre a ameaça, ou uma prova que debatesse e esclarecesse as acusações que vem sofrendo, haja vista que a mesma se vale sempre de MONTAGENS, como o referido áudio apresentado, se colocando como vítima.
    A Sra. Ocilene Figueiredo da Silva FOI INDICIADA PELO DELITO DE DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA, TIPIFICADO NO ART. 339 DO CÓDIGO PENAL.
    Art. 339. Dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, instauração de investigação administrativa, inquérito civil ou ação de improbidade administrativa contra alguém, imputando-lhe crime de que o sabe inocente: (Redação dada pela Lei nº 10.028, de 2000)
    Pena – reclusão, de dois a oito anos, e multa.

    Ademais, Ocilene Figueiredo da Silva foi também indiciada e CONDENADA a prestação de serviços à comunidade por crime de AMEAÇA contra a atual companheira do vereador Paulo Miranda no processo de nº 0100782-09.2017.8.20.0124, onde o Ministério Público Estadual do RN é o autor.
    Esclarece-se, ainda, que as denúncias ora vinculadas pela Sra. Ocilene Figueiredo da Silva não passam de mera vingança, em razão de existir uma NOTÍCIA CRIME na 2ª DP de Parnamirim por uma série de crimes, cuja autoria e materialidade levam em desfavor da Sra. Ocilene, (alcunha Cilene) os crimes elencados são: de calunia, difamação, crimes cibernéticos e assalto a mão armada.

    Vale frisar que as denúncias e difamações que estão circulando nas redes sociais e televisivas são infundadas e sem provas, onde a Sra. Ocilene, insatisfeita com o fim do relacionamento, busca vingança, a qualquer custo, e todos temem pela vida do vereador Dr. Paulo Miranda.
    Em suma, sempre respeitamos todos os princípios norteadores, assim, esclarece a assessoria jurídica e o ilustríssimo vereador, trazendo a veracidade de todos os fatos, acima, provados e que também serão abertos novos processos cíveis e penais contra aqueles que estão buscando denegrir a imagem do Vereador Paulo Miranda.

  2. Essa mulher que faz a denúncia era um rolo dele, nunca foi ex, agora ela está fazendo isso porque ele acabou o rolo com ela e já tem outra namorada. Ela não teve filho com ele, está querendo pensão porque o tinha como mais uma fonte de renda! 37 anos dá pra ela ter aprendido a lição que homem maia velho não é fonte de dinheiro, ela vá trabalhar que é o melhor a fazer!

  3. Pra q uma mulher de 37 anos quer pensão? Se tiver filho tdo bem do contrário vá trabalhar!

  4. Como sempre: nenhuma medida efetiva para essa mulher não morrer é feita pela justiça. A Lei Maria da Penha, como muitas outras, não é para os "ricos" e sim para os pobres.

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Jornalismo

Dirceu diz que prefere morrer do que delatar como Palocci

José Dirceu, condenado na Operação Lava Jato, diz que prefere “morrer” antes de delatar, como tenta fazer o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci.

O próprio Dirceu, questionado sobre o depoimento em que Palocci envolve Lula diretamente com o recolhimento de propinas para o PT, respondeu a interlocutores: “Só luta por uma causa quem tem valor. Os que brigam por interesse têm preço. Não que não me custe dor, sofrimento, medo e às vezes pânico. Mas prefiro morrer que rastejar e perder a dignidade”.

O depoimento do ex-ministro da Fazenda ao juiz Sergio Moro levou a uma comparação entre o comportamento dele e de condenados como Dirceu e João Vaccari, ex-tesoureiro do PT. Os dois suportariam tudo em nome de uma “causa”. Já Palocci jamais teria tido qualquer compromisso com ela.

MÔNICA BERGAMO

Opinião dos leitores

  1. Ze Dirceu e um bandido igual aos outros do PT. Por isso, ele não trai os companheiros. Deve ir para a cadeia ou ser preso para o resto da vida. Há se tivesse prisão perpétua no Brasil ou qu sabe em pelotão de fuzilamento.

  2. Parece que a lei são pra uns e outros não, porque Temer sai de boa, mesmo tendo prova suficiente. Sem falar nas maldades com o povo brasileiro, e tudo quieto. Mito estranho

  3. Dizer isso solto é muito fácil, quero ver ele preso, comendo pão com ovo, dormindo no chão e mijando e cagando num buraco.

  4. Aliás, espetácular a causa que esses bandidos do partido dos trabalhadores devende. Roubar o dinheiro do contribuinte, por isso que, esse país não oferece sequer o básico . Vai falar merda na cadeia bandido.

  5. Se a esta altura ainda não havia feita nada que lhe conferisse uma medalha de honra esta é a sua deixa, cai dentro

  6. Perder a dignidade? kkkkkk…..piada.
    Se diz que não delata, é para quem sabe muito……outro bandido condenado

  7. Esse bandido do Zé Dirceu só fala isso porque não foi submetido a uma camada de pau, pois quero ver se ele era arrochado mesmo.

  8. Você diz isso porquê tá solto, têm o supremo prá te proteger, mais o seu dia vai chegar bandido você é igual ou pior que lula,

  9. a causa desse elemento era a perpetuação do PT no poder! Corrupção a todo vapor para esse fim. Os planos foram um pouco atrapalhados com o MENSALÃO, mas conseguiram suplantar essa dificuldade! Com a Lava Jato e a incompetência governamental de Dilma, a "causa" de Dirceu e seus asseclas teve fim! Agora com Palocci entregando o "mito" Lula, estamos vendo o fim do PT

    1. Tucanos está a 24 no governo de SP. É perpetuação do poder?

  10. Dirceu, os petistas e essa jornalista Mônica Bergamo (petista de carteirinha) acham bonito roubar, ser pego, não colaborar com a justiça e não buscar uma recuperação perante a sociedade! Por isso que estão na situação política que se econtram hoje, só são apoiados por fanáticos e ignorantes.

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Judiciário

Ex-procurador Marcello Miller diz que soube do pedido de prisão pela imprensa

O Estado de S.Paulo

Após depoimento que durou nove horas do ex-procurador da República Marcello Miller à Procuradoria Regional da República da 2ª Região, no centro do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (8), seu advogado, André Perecmanis, afirmou que o pedido de prisão de seu cliente, apresentado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, “causa espécie e indignação”. Mas ressaltou que ainda não havia sido informado oficialmente sobre o pedido: “Soube pela imprensa”, disse, ao sair do prédio do Ministério Público Federal.

O depoimento de Miller começou às 15h30 de sexta-feira, 8 e terminou por volta de 0h30 deste sábado, 9. Ele foi interrogado por um procurador regional da República designado pela equipe do procurador-geral da República. Miller saiu do prédio, acompanhado por seus dois advogados, à 0h54. Ele não falou com a imprensa, que só pode fazer perguntas a seu advogado.

Para Perecmanis, Miller “contribuiu, falou durante dez horas ininterruptas, mostrou todo interesse em colaborar, explicou que na realidade está aqui por conta de um áudio absolutamente desconexo, gravado em condições que ninguém sabe quais são e que tem uma série de atrocidades.

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Comportamento

Enfermeiras são afastadas após admirarem pênis de paciente morto

istock

POR METRÓPOLES

Cinco enfermeiras foram suspensas do Denver Health Medical Center, Estados Unidos, por um motivo um tanto quanto inusitado. Elas são acusadas de irem à câmara mortuária do hospital, abrirem o saco onde o morto estava e ficarem observando o tamanho do órgão genital dele. Segundo a imprensa local, essa situação ocorreu diversas vezes.

“Vários funcionários viram a vítima enquanto ela estava incapacitada e também depois que morreu”, disse a polícia à emissora ABC 7. Inicialmente, apenas duas enfermeiras foram suspensas, no entanto, após investigações, constatou-se que três outras suspeitas tiveram a mesma atitude.

A polícia também entrou na investigação, mas como não tinham evidências suficientes, deixaram a cargo do hospital. Nenhuma das enfermeiras se pronunciou sobre o caso.

Opinião dos leitores

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Polícia

Divisão de Homicídios já concluiu mais de 200 inquéritos neste ano

A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela investigação dos homicídios relacionados aos Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLIs) ocorridos na cidade de Natal, vem aumentando, nos últimos três anos, a elucidação deste tipo de crime e remetendo um número maior de inquéritos policiais à Justiça. Entre os meses de janeiro e agosto deste ano, a Divisão concluiu 242 inquéritos policiais, representando 59,84% dos CVLIs ocorridos em Natal.

Este número supera o quantitativo relativo à somatória do mesmo período dos dois últimos anos. Em 2016 foram concluídos e remetidos 141 inquéritos policiais e em 2015, 54 inquéritos, sendo ambos os dados referentes aos meses entre janeiro e agosto. Este quantitativo de 2017, indica que os números de inquéritos concluídos com êxito cresceram aproximadamente 20%, se comparados com o mesmo período dos anos anteriores. Os números positivos do trabalho realizado pela Divisão são advindos de mudanças que foram implantadas pela Polícia Civil. No final de 2015, o delegado Ben-Hur de Medeiros assumiu a Delegacia de Homicídios (Dehom), e logo no começo de 2016 a mesma foi extinta, dando lugar a DHPP, a qual foi implantada com reformulações e aumento de pessoal. Atualmente, a Divisão possui 13 delegados, que trabalham no funcionamento do expediente da DHPP e nas quatro equipes de plantão, responsáveis pelas Zonas Norte, Sul, Leste e Oeste. Cada equipe é formada por três agentes e um escrivão.

Segundo o delegado da DHPP, Ben Hur Medeiros, os casos de tentativa de homicídio não são investigados pela Divisão, sendo esses de responsabilidade de cada distrito policial. Ele explica ainda acerca das subnotificações, as quais ocasionam o não conhecimento de alguns homicídios por parte da DHPP. “Nesta nova estrutura, conseguimos muitos avanços, no entanto ainda estamos aquém do ideal, que seria se tivéssemos o dobro de agentes e veículos. Dentro dessa ideia, também seria interessante se houvesse núcleos da Divisão em cada município da região metropolitana, os quais seriam chancelados pela DHPP, tendo estrutura e pessoal necessários para o seu funcionamento. Para todo caso de homicídio que chega ao conhecimento da Divisão é imediatamente instaurado o devido inquérito policial e as investigações ficam mais céleres. Existem casos de subnotificações, quando a vítima é socorrida ao hospital e acaba falecendo dias ou meses depois e a DHPP não é informada, sendo assim, a Divisão acaba não tomando conhecimento desses tipos de homicídios. Durante todo este tempo em que estou a frente da DHPP, houve melhorias significativas no funcionamento e nos resultados positivos da Divisão”, detalha o diretor da DHPP, Ben Hur Medeiros.

Opinião dos leitores

  1. A matéria demonstra o quanto nós cidadãos omos sútil e maquiavelicamente enganados pela imprensa do RN, pois observa que a matéria menciona 59,84%, mas o detalhe está EM NATAL, pois este número de inquéritos concluídos, o que não significa inquéritos com identificação de autoria, representam, aproximadamente, 14% dos crimes de homicídios praticados no RN, uma vez que estamos prestes a completar 1.700 homicídios, ou seja, 1462 crimes vão para conta do PAPA. Não se pode condenar a instituição que investiga, pois é uma instituição em que, apenas em casos pontuais, de vulto e excepcionais realiza algum procedimento investigatório, haja vista que a ferramenta básica é a utilizada no século passado INFORMES e DENÚNCIAS, pois não se tem efetivo motivado e muito menos estrutura minima para realização d etal trabalho. Então a instituição se auto incrimina, ao tentar passar, através de um REALESE falseado, ou melhor, dúbio dolosamente, para mostrar a sociedade que está tudo bem e que a estrutura da instituição está funcionando de modo otimizado e sem problemas.

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Judiciário

JBS: Janot corrige na marra o maior erro dele e da Lava Jato

POR JOSIAS DE SOUZA

Todos cometem erros. Mas mesmo no erro pode-se errar pouco ou errar muito. No caso da JBS, o procurador-geral da República Rodrigo Janot escolheu o erro mais rendoso… Para os criminosos. A reavaliação dos termos do acordo de colaboração e o pedido de prisão do empresário Joesley Batista, do executivo Ricardo Saud e do ex-procurador Marcelo Miller representam a correção do maior erro já cometido na Lava Jato. Empurrado pelas circunstâncias, Janot faz agora por pressão o que se absteve de fazer antes por precaução.

Janot dizia que o prêmio da imunidade penal, embora parecesse excessivo, era a alternativa menos lesiva aos interesses do país. Alegava que, sem ele, o Brasil jamais saberia dos crimes praticados pelo conglomerado de Joesley. Conversa mole. A força-tarefa de Curitiba já havia demonstrado o contrário.

No caso da Odebrecht, por exemplo, também se dizia que a investigação jamais avançaria. Avançou. Alardeava-se que Marcelo Odebrecht não iria em cana. Está há mais de dois anos na tranca. Apostava-se que o personagem não abriria o bico. Delatou. Jurava-se que seu pai, Emílio Odebrecht, não falaria. Falou. E arrasta uma tornozeleira em casa.

Janot alegava ter sido procurado pelos irmãos Batista. Apresentaram-lhe, segundo suas palavras, “indícios consistentes de crimes em andamento”. Delitos praticados por um senador, Aécio Neves, e por um então deputado federal, Rodrigo Rocha Loures. Havia também notícia de corrupção praticada por um procurador da República. Tudo isso sem mencionar o áudio tóxico com os diálogos vadios de Michel Temer.

A mercadoria oferecida era, de fato, atraente. Impossível não abrir negociação. Mas daí a entregar de bandeja aos criminosos a premiação máxima, vai uma distância abissal. A força-tarefa de Curitiba observa uma “regra de ouro”, da qual os procuradores não abrem mão: a imunidade penal, embora prevista em lei, jamais será oferecida como prêmio a nenhum delator.

Guiando-se por esse princípio dogmático, os investigadores iluminaram os porões do maior escândalo de corrupção já detectado na história, dobraram a oligarquia empresarial, moeram os salteadores políticos sem mandato —do petista José Dirceu ao peemedebista Eduardo Cunha. E ainda trincaram os calcanhares de vidro do mito (Lula) e estilhaçaram a imagem da empulhação (Dilma Rousseff). Perto de tudo isso, Michel Temer e sua infantaria são asteriscos separados da condenação apenas pelo escudo do foro privilegiado.

De repente, veio à luz o autogrampo-pastelão, que forçou Janot a abrir uma investigação sobre sua própria investigação. Os colaboradores desastrados enfiaram no meio de um papelório entregue à Procuradoria quatro horas de uma “conversa de bêbados”. Nela, expressando-se num idioma muito parecido com o português, Joesley e Saud deixam claro que fizeram uma delação seletiva, sob orientação do ex-procurador Marcelo Miller —um amigo de Janot, que se desligaria da força-tarefa da Lava Jato para se tornar sócio de uma banca de advogados a serviço da JBS. Um acinte!

A suspeita de que Miller fizera jogo duplo tornara-se munição para os adversários de Janot. Mas o procurador-geral dera de ombros. Cometeu um erro dentro do outro. Algo que lhe custa caro. De equívoco em equívoco, o doutor chega à reta final do seu mandato às voltas com um déficit estético. Corre contra o relógio para limpar a cena. Se for bem sucedido, conseguirá apenas reduzir os danos.

As prisões tardias não apagam os rastros pegajosos do acordo benevolente. Ao contrário, servem para realçar o escárnio embutido na autorização para que os delatores desfrutassem de sua imunidade penal na 5ª Avenida de Nova York. Ou o descalabro estampado na descoberta de que a JBS, valendo-se dos segredos de sua própria delação, foi ao mercado para lucrar com câmbio e ações.

Até os colegas de Janot o criticam. O mínimo que dizem dele é que o procurador-geral fez pouco caso da instituição sob seu comando. Joesley não foi bater à porta do gabinete do chefe do Ministério Público por acaso. Estava cercado por cinco operações anti-corrupção. Sentia o hálito quente dos investigadores na nuca. Receava ser acordado pela Polícia Federal.

Contra esse pano de fundo, a blindagem oferecida por Janot à JBS deixou no ar uma incômoda impressão. Conforme já comentado aqui, não é que o crime não compensa. A questão é que, quando compensa, ele muda de nome. Passa a se chamar delação premiada. A cadeia, ainda que breve, torna o prêmio mais palatável. E restaura a credibilidade do instituto da colaboração judicial premiada.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Janot pede prisão de Joesley, Ricardo Saud e ex-procurador Marcello Miller

O Globo

A Procuradoria-Geral da República pediu nesta sexta-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) a prisão preventiva do dono da JBS, Joesley Batista, do diretor da empresa Ricardo Saud, e do ex-procurador Marcello Miller. Miller prestou depoimento na noite desta sexta-feira na sede da Procuradoria Regional da República da 2ª Região, no Centro do Rio. O depoimento durou nove horas.

Os pedidos de prisão serão encaminhados ao relator da Lava-Jato no STF, ministro Edson Fachin. Ele ainda não teve acesso aos pedidos. A tendência é que examine com cautela ao longo do fim de semana antes de tomar uma decisão.

Janot deve enviar também ao STF a rescisão do acordo de colaboração premiada firmado por Joesley e Ricardo com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Como o acerto previa imunidade total aos delatores, ele terá de ser revisto para que os dois vão para trás das grades.

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Esporte

Procuradoria do STJD deve denunciar Flamengo por desordem na decisão

Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) deve denunciar o Flamengo por ‘desordem’ na final da Copa do Brasil contra o Cruzeiro, no Maracanã. Antes da bola rolar, houve invasões nas entradas do estádio. Muitos torcedores também foram flagrados invadindo o Setor Norte, pulando as grades em meio a disputas com seguranças. Uma equipe da Procuradoria do tribunal está analisando as imagens e deve publicar a acusação até a próxima quinta-feira.

O clube rubro-negro também pode responder por falha na infraestrutura, já que foi o mandante do jogo. Contudo, caso seja punido, com perdas de mandos de campo e afins, o Flamengo só vai responder pelos problemas na próxima edição da Copa do Brasil, em 2018.

Apesar das muitas brigas e confusões do estádio, o Flamengo só deve ser responsabilizado pelos problemas registrados nos acessos do Maracanã.

O Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (Gepe) teve muito trabalho na final da Copa do Brasil. A grande maioria das confusões foram causadas por tentativas de invasões. Muitos torcedores conseguiram entrar no estádio sem ingresso. O problema vem se tornando frequente nos jogos do Rubro-Negro. A situação vêm ocorrendo também na Ilha do Urubu.

 

Terra

Opinião dos leitores

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Judiciário

Justiça homologa leniência da J&F, mas condiciona validade a acordo de delação

A Justiça Federal homologou nesta sexta-feira o acordo de leniência firmado entre o Ministério Público Federal (MPF) e o grupo J&F, proprietário da JBS, mas condicionou a continuidade desse acordo à posição que o Supremo Tribunal Federal (STF) adotará em relação à validade da delação premiada assinada com os executivos do grupo. Essa espécie de homologação condicionada foi assinada pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira, titular da 10ª Vara Federal de Brasília, depois de o MPF insistir na validade do acordo de leniência.

A delação foi pactuada entre os executivos da J&F e a Procuradoria Geral da República (PGR), com homologação do STF. Esse instrumento se destina a pessoas físicas. A leniência ocorreu em primeira instância, entre a Procuradoria da República no DF e o grupo de empresas, com foco nas sociedades da J&F. Os executivos obtiveram imunidade penal em troca da colaboração com investigações de autoridades com foro privilegiado, entre elas o presidente Michel Temer. Já a leniência assegurou a possibilidade de as empresas serem contratadas pelo poder público, em troca de um pagamento de R$ 10,3 bilhões em multas num prazo de 25 anos.

A PGR decidiu que vai pedir ao STF a revogação dos benefícios concedidos aos delatores, depois da revelação do conteúdo de um áudio em que Joesley Batista, um dos donos do grupo, e Ricardo Saud, diretor de relações institucionais, conversam sobre crimes omitidos na delação e sobre a atuação do então procurador da República Marcello Miller na elaboração do acordo. A data provável da gravação é 17 de março, e naquele momento Miller ainda era procurador – ele se desligou formalmente da função em abril. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, avalia pedir a prisão dos colaboradores.

Miller atuou, como advogado, na negociação do acordo de leniência da J&F no MPF. Ele trabalhou no escritório de advocacia que cuidou dos interesses do grupo nessa seara.

Ao decidir pela homologação da leniência, o juiz da 10ª Vara condicionou a continuidade da validade à cláusula 36 do acordo: “O presente acordo poderá ser integralmente rescindido caso o acordo de colaboração premiada firmado por executivos e dirigentes da empresa e homologado pelo STF seja anulado pelo mencionado tribunal.” Se houver uma anulação parcial, a perda de benefícios assegurados na leniência poderá ser discutida pelo MPF.

 

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Todas as empresa do grupo aqui no Brasil deveriam sair do comando desses Batistas e ser do povo , ali foi tudo do dinheiro publico e deve voltar ao povo

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Jornalismo

Lúcio Funaro disse em sua delação que pagou quase R$ 5 milhões de propina para Henrique Alves

Em sua delação premiada, obtida por O Antagonista, Lúcio Funaro diz ter documentos que comprovariam o pagamento de propina, a pedido de Eduardo Cunha, aos seguintes políticos:

– Michel Temer (1,5 milhão), Eduardo Cunha (5,6 milhões), Henrique Eduardo Alves (4,95 milhões), Sandro Mabel (2 milhões), Gabriel Chalita, Antônio Andrade (9,8 milhões), Manoel Júnior (150 mil), Cândido Vaccarezza (700 mil), Soraya Santos (1 milhão), Alexandre Santos (1 milhão) e Marcelo Castro do Piau (1 milhão).

Opinião dos leitores

  1. Coitado do prisioneiro Henrique Alves . Como é grande a sua inocência, este não se cria.

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Polícia

Professora e marido são presos suspeitos de estuprar prima de 12 anos em São Roque

Um casal suspeito de estuprar uma menina de 12 anos foi preso nesta quarta-feira (6), em São Roque (SP).

Os presos são uma professora, de 27 anos, e o marido dela, um analista de sistemas, de 28. A vítima é prima da professora.
Segundo a polícia, os abusos foram denunciados pela irmã mais velha da menina. A irmã disse à polícia que, quando tinha 16 anos, chegou a ir para a praia com o casal, e que na ocasião foi chamada para “fazer sexo a três”, mas não aceitou. A jovem de 22 anos afirmou que não imaginava que os dois pudessem fazer algo com a irmã mais nova, por conta da pouca idade dela.

Ao saber da história, a mãe questionou a filha de 12 anos, que confirmou tudo. A menina contou à polícia que dormiu algumas vezes na casa dos primos, que lhes davam bebida alcoólica e narguile para fumar. A vítima também relatou que o primo se deitava sobre ela, com roupa, e ficava molestando-a, e que a prima falava que era normal.

A mãe da vítima disse que antes de ir à polícia ainda recebeu mensagem da suspeita pedindo que ela não denunciasse o crime porque ela e o marido “iriam se tratar”.

A menina vai passar por exames no Instituto Médico Legal que podem comprovar os abusos. A professora cumpre prisão temporária na cadeia de Votorantim (SP), e o homem, na cadeia de Pilar do Sul (SP).

 

G1

Opinião dos leitores

  1. Isso são dois patifes, canalhas da pior espécie. Dois monstros que merecem apodrecer na cadeia e pagar até o último segundo as penas imputáveis aos dois.

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Esporte

Neymar brilha, Mbappé é decisivo em estreia, e PSG vence 5ª

Paris Saint-Germain segue dando show no Campeonato Francês. Nesta sexta-feira, o PSG visitou o Metz, no Stade Saint-Symphorien, em jogo que abriu a quinta rodada do torneio, e conquistou mais uma goleada, desta vez por 5 a 1. A vitória teve ótimas atuações de seus principais jogadores, com Mbappé marcando logo em sua estreia pelo clube, Neymar deixando o seu e Cavani anotando dois gols. O brasileiro Lucas entrou no segundo tempo para também balançar as redes, enquanto Riviére diminuiu para os mandantes.

Com o resultado, o Paris Saint-Germain manteve os 100% de aproveitamento, com 15 pontos em cinco jogos, e também a liderança do Campeonato Francês, podendo deixar a ponta apenas se o Monaco conseguir uma improvável goleada de 6 a 0 ou mais sobre o Nice, fora de casa. Já o Metz é lanterna da competição, ainda sem nenhum ponto somado.

 

Lance

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Política

Em vídeo, Temer comemora ‘boas novas’ e reconhece dificuldades

Por O Globo

 

O presidente Michel Temer celebrou as “boas novas” da semana, que começou com o anúncio de revisão do acordo de delação da JBS. Em vídeo nesta sexta-feira, o presidente reconhece dificuldades do governo, mas disse que não se omitirá.

— No Brasil, a semana foi repleta de boas novas. Notícias que confirmam a nossa caminhada na recuperação da economia — declarou, sem citar nomes ou dar detalhes.

Na segunda-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anunciou que iria revisar o acordo de colaboração premiada da JBS. Quatro dias antes, uma nova gravação dos delatores lançou suspeita sobre omissão de crimes e favorecimento por parte do ex-procurador Marcello Miller, colega de Janot. Agora, há possibilidade de que os delatores sejam presos.

— Governar é, mesmo diante de momentos adversos, não se omitir, enfrentar a realidade. É não pensar em si, mas no futuro das pessoas, do país — disse Temer, emendando que “o que o brasileiro quer é trabalhar” e pedindo “serenidade” e “maturidade”.

No vídeo, ele aparece sem os habituais paletó e gravata.

Os “erros” de governos anteriores voltaram a ser atacados pelo presidente. Temer foi vice da ex-presidente Dilma Rousseff por cinco anos e presidiu por 15 anos o PMDB, partido aliado também nas gestões Luiz Inácio Lula da Silva.

Segundo Michel Temer, há uma vontade popular de que ele corrija essas falhas apontadas. Na última pesquisa CNI/Ibope, a aprovação do peemedebista foi de 5%, a pior da série histórica de trinta anos.

 

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Opinião dos leitores

  1. Esse cachorro é pior que o barbudo. Ou cabra vagabundo , ladrão, cínico. Tem que ir é para cadeia junto com a corja que vive ao seu lado.

  2. Certamente vive um tempo de boas novas mesmo que destilando tanto mal pois afinal é tudo o que ele tem a oferecer

  3. Pense num sujeito cínico! Pena que ele manda no executivo, legislativo e também o judiciário.

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Política

Janot vai pedir revogação da imunidade e prisão de Joesley Batista

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, vai pedir a revogação da imunidade do empresário Joesley Batista e dos demais executivos do Grupo J&F, depois de áudios divulgados na segunda-feira passada. Joesley tinha obtido o perdão judicial após assinar acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em abril. A decisão de Janot pode abrir brecha para que o empresário e os demais executivos sejam alvo de medidas cautelares e até de um pedido de prisão.

Ontem, o empresário Joesley Batista, um dos donos da holding J&F, ficou pela primeira vez frente a frente com procuradores da República após a revelação de gravações de diálogos dele que atingem o Ministério Público Federal (MPF). Joesley chegou à sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), em Brasília, por volta das 10h. Enqaunto isso, Janot passou o dia monitorando, a distância, o depoimento do empresário e dos executivos da J&F Ricardo Saud e Francisco de Assis.

Quem esteve com o procurador-geral nos últimos dias afirma que ele estava decidido a revogar o benefício dado aos delatores em razão da gravação entregue pela própria empresa. O veredicto final sobre as consequências adotadas por Janot deve sair hoje.

Correio Braziliense

 

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Denúncia

Janot denuncia políticos do PMDB do Senado por organização criminosa

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (8) denúncia contra políticos do PMDB do Senado.
Foram denunciados os senadores Edison Lobão (MA), Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), além do ex-senador e ex-presidente José Sarney.

Também foi denunciado o ex-senador pelo PSDB e ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado.

A acusação aponta crime de organização criminosa, cuja pena varia entre 3 a 8 anos de prisão, além de multa. Para a PGR, há indícios de que o grupo mantinha controle sobre a Diretoria Internacional da Petrobras para angariar propinas de fornecedores da estatal.

As vantagens indevidas seriam cobradas por diretores indicados pelo partido, que se mantinham no cargo graças ao apoio dos políticos.

Na semana passada, uma denúncia semelhante foi apresentada contra políticos do PT, incluindo os ex-presidente Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, este apontado como líder da organização criminosa.
Os políticos do PP já foram denunciados pelo mesmo crime e a PGR ainda prepara denúncia contra membros do PMDB da Câmara, entre os quais o presidente Michel Temer.

Com a denúncia em mãos, o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, deverá notificar os acusados a apresentarem uma defesa prévia.

Depois, levará o caso para análise da Segunda Turma do STF, que decidirá se eles viram ou não réus pelo crime. Compõem o colegiado, além de Fachin, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Opinião dos leitores

  1. Esse PMDB e PT era para acabar ser extinto! o PMDB é a praga do Brasil, e o PT cheio de blá blá blá e ai deu no maio roubo do dinheiro publico isso pq tem muito mais ai , eletrobras, bnds , ongs etc …

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