POR JOSIAS DE SOUZA
Michel Temer assumiu o lugar de Dilma Rousseff prometendo um governo de salvação e de união nacional. Denunciado por corrupção, tenta salvar a si próprio. E não sabe se conseguirá unir um pequeno grupo de aliados dispostos a livrá-lo da guilhotina. Precisa de 34 votos na Comissão de Constituição e Justiça e de 172 no plenário da Câmara.
Formou-se em Brasília um sólido consenso: Temer transformou sua Presidência num estorvo —que será longo, não importa o resultado das votações. Na melhor das hipóteses para Temer, o Planalto conseguirá enterrar a denúncia, prolongando o derretimento do presidente por prazo indeterminado. Ou até a próxima flechada da Procuradoria-Geral da República.
Na pior das hipóteses, os deputados aceitarão a denúncia. Neste caso, o Supremo Tribunal Federal estará autorizado a analisar a consistência jurídica da acusação do procurador-geral Rodrigo ‘Lá Vai Flecha’ Janot. Se a maioria dos 11 ministros da Suprema Corte julgar que a denúncia é consistente, Temer será afastado do cargo por até seis meses.
A Constituição manda que, enquanto durar o julgamento, assume o Planalto o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Um ministro do Supremo disse ao blog neste domingo que o tribunal não imprimiria um ritmo de toque de caixa a uma eventual ação penal aberta contra o presidente. Acha plausível que o processo se prolongue até o início de 2018.
Absolvido, Temer retornaria à Presidência. Condenado, hipótese mais provável, voltaria para São Paulo. E o Congresso teria 30 dias para eleger um novo presidente. A inércia conspira a favor da permanência de Rodrigo Maia.
Quer dizer: menos de um ano depois do impeachment de Dilma Rousseff, o Brasil deve ser submetido novamente ao constrangimento de conviver por vários meses com dois presidentes precários —um afastado e outro interino.
Pior: livrando-se de um estorvo acusado de corrupção, o país passará a ser comandado por outro absurdo investigado na Lava Jato. Maia frequenta as planilhas da Odebrecht como “Botafogo”. E já ocupa um capítulo da delação de Eduardo Cunha, que aguarda na fila pela oportunidade de explodir.

Ladrão é ladrão, ele era pra ter saído junto com Dilma . Ladrão igual a ela, agora fica essa justiça só moendo e não resolve nada.
Nós precisamos de um país unido. Imbecilidade e idiotice tem limites
É uma pena esta fazendo um grande governo e recuperando o brasil do estago que o PT deixou. Pena que a polpulacao é cega e a imprensa em todos os niveis quer ver o circi pegar fogo.
O problema não é os partidos e sim quem usa um partido pra se dizer honesto politicamente e é totalmente o inverso quando se estar no poder, não sou a favor de nenhum partido apenas temos que dá um basta nessa situação, todos que estão no poder na linha de frente estão sendo investigados e são culpados, então temos que tira-los do poder, todos porque se tira um e entra outro que está na mesma situação ou pior .
O PT é tão amaldiçoado que foi embora e ainda deixou uma praga dessa pra gente, sem contar que todos esses ministros do pmdb foram ministros do PT. O PMDB é uma extensão do PT.
Baderna. País dos hipócritas!
Enquanto continuar essa política do pão e circo, onde parte da população depende de ajuda do governo, onde o voto é obrigatório e assim a massa é manipulada a votar nos mesmos que já estão no pode, não haverá mudança!
Mais do mesmo!
Vouta QUERIDA.