Está marcado para começar às 8h da terça-feira (13), no Plenário do Tribunal do Júri, no Fórum Desembargador Miguel Seabra Fagundes, em Natal, o julgamento do soldado da Polícia Militar Moisés Gonçalo do Nascimento, de 44 anos. Ele é acusado de participação no assassinato do lutador de MMA Luiz de França Sousa Trindade.
O crime aconteceu em fevereiro de 2014 na frente de uma academia de musculação e artes marciais no conjunto Cidade Satélite, onde a vítima dava aulas. ‘Luizinho’, como era mais conhecido, tinha 25 anos.
Segundo a acusação, o soldado Moisés pilotava uma moto e teria ajudado o assassino a fugir. O autor dos disparos, no caso, seria o tenente da PM Iranildo Félix, que em dezembro de 2015 foi encontrado morto dentro do 5º Batalhão, onde estava preso. Na época, a Polícia Militar declarou que um agente foi levar a comida do tenente e o encontrou enforcado com um lençol. Iranildo negava o crime.
As investigações apontaram que a morte de Luizinho foi motivada por um desentendimento entre o tenente e o lutador durante treinamentos que ambos faziam na academia.
A presença de LeBron James é imponente. Não à toa, ele é chamado de Rei. Nesta sexta-feira, ele deu sobrevida ao Cleveland Cavaliers na série decisiva da NBA, a liga americana de basquete. Com mais um triplo-duplo, ele chegou a nove em finais na carreira e superou o recorde de Magic Johnson, liderando o time na vitória por 137 a 116 sobre o Golden State Warriors, em casa. Os Cavs reduziram a vantagem para 3 a 1 em busca de um novo milagre como em 2016, quando também perdiam pelo mesmo placar e conquistaram o título. LeBron ainda contou com o brilho de Kyrie Irving, cestinha da noite com 40 pontos.
O resultado quebrou a invencibilidade de 15 jogos do adversário nos playoffs desta temporada, um recorde. Tudo isso carregado pela torcida, que vestiu preto e usou um escudo para defender seu território, como diz o lema da cidade (Defend The Land). O quinto encontro acontece na segunda-feira, em Oakland.
LeBron terminou o jogo com 31 pontos, 10 rebotes e 11 assistências. Desta vez, teve ajuda preciosa de seus coadjuvantes. Kyrie Irving somou 40 pontos e converteu sete bolas de três pontos, terminando como cestinha da partida. Kevin Love fez mais 23 pontos. Até então sumido na série, Tristan Thompson pegou 10 rebotes, sendo quatro o seu máximo nos três jogos anteriores. Os Cavaliers ainda bateram o recorde de bolas de três em finais com 24, superando as 18 do rival no jogo 2. Kevin Durant se salvou nos Warriors com seu quarto jogo acima dos 30 pontos, terminando com 35.
A iluminação nesse trecho já é precária, vai ficar ainda pior. Por falar em iluminação, pra onde vai tanto dinheiro arrecadado pela prefeitura de Natal na conta de luz com a TAXA DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA?? Alô MINISTÉRIO PÚBLICO!!!
A Advocacia-Geral da União (AGU) informou nesta sexta-feira ter protocolado, junto à 10ª Vara Federal do Distrito Federal, um pedido para ter acesso aos termos do acordo de leniência de 10,3 bilhões de reais firmado entre o Ministério Público Federal e a J&F, controladora da JBS.
“Objetivo é verificar qual metodologia foi empregada no cálculo desta quantia e se isso resultou no efetivo ressarcimento do dano aos cofres públicos”, disse AGU em nota.
A AGU ressaltou que “ainda” não pediu a revisão do acordo, somente acesso aos termos. O total estipulado na negociação representa 5,62% do faturamento livre de impostos registrado pelas empresas do grupo em 2016.
O acordo prevê que a a holding controlada por Joesley e Wesley Batista irá pagar 10,3 bilhões de reais a longo de 25 anos – dinheiro que deverá ser destinado a iniciativas educacionais, prevenção à corrupção, além de ressarcir os cofres públicos.
O acordo inclui fatos investigados nas operações Greenfield, Sépsis e Cui Bono, além da Bullish e da Carne Fraca. Do total a ser pago, 8 bilhões de reais serão destinados à Fundação dos Economiários Federais (Funcef) (25%), à Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) (25%), ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) (25%), à União (12,5%), ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) (6,25 %) e à Caixa Econômica Federal (6,25%).
“O restante da multa, R$ 2,3 bilhões, será pago por meio de projetos sociais, especialmente nas áreas de educação, saúde e prevenção da corrupção. O prazo de pagamento foi fixado em 25 anos, sendo que, neste período, os valores serão corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo [IPCA]”, diz nota do MPF.
Vídeos aos quais o Jornal Nacional teve acesso com exclusividade mostram o executivo da J&F, Ricardo Saud, entregando dinheiro a Frederico Pacheco, primo do senador afastado Aécio Neves, do PSDB.
As imagens foram feitas pela Polícia Federal. A missão era acompanhar a entrega de parte dos R$ 2 milhões acertados entre o empresário Joesley Batista e Aécio.
Quem negociou a entrega do dinheiro foi o executivo da J&F Ricardo Saud. Segundo a PF, ficou combinado que seriam entregues quatro malas com R$ 500 mil cada uma a um primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, que já foi tesoureiro de campanha do senador.
A PF não acompanhou a primeira entrega, que aconteceu antes da JBS firmar o acordo de delação premiada. Mas o segundo encontro, sim. Foi no último dia 12 de abril. As câmeras de segurança da JBS mostram Fred entrando em uma sala na sede da empresa. Lá dentro, estava Ricardo Saud e uma das malas com R$ 500 mil.
No vídeo, as imagens mostram que o executivo checa se a porta da sala está fechada. Frederico apanha uma bolsa que havia trazido. Só que o dinheiro estava em notas de R$ 50, e não de R$ 100.
O volume todo não cabia na bolsa. Fred leva alguns maços e sai. Ricardo Saud puxa a mala ainda com dinheiro e acompanha Fred.
A polícia diz que a mala foi entregue então a Mendherson Souza Lima, ex-assessor do senador Zezé Perrella, do PMDB, mas não foi possível registrar este momento. Mais tarde, ainda de acordo com as imagens, Fred e Saud voltam à sala, conversam e Fred guarda na bolsa um maço que estava no bolso. Pouco depois ele vai embora.
No terceiro encontro, os investigadores filmaram a chegada de Fred ao prédio da JBS, desta vez com uma jaqueta e uma mochila nas costas.
Mais tarde, ele e Saud saem do prédio e vão ao encontro de Mendherson, que já estava esperando no estacionamento. Enquanto Fred coloca a mochila com dinheiro no carro, Mendherson cumprimenta Saud.
Depois, o ex-assessor parlamentar recebe um maço de dinheiro de Fred e o coloca no bolso. Eles se despedem, e Fred fica com Saud. Mendherson vai embora no carro, que a Polícia Federal ainda acompanhou na rodovia. Ele foi até Belo Horizonte no veículo.
De acordo com os investigadores, o dinheiro era destinado ao senador afastado Aécio Neves.
Com essas ações controladas, a Polícia Federal descobriu que R$ 480 mil foram escondidos na casa da sogra de Mendherson, em Nova Lima, Minas Gerais.
O ex-assessor contou à polícia que escondeu o dinheiro na véspera da operação Patmos. Ele levou os investigadores até o local, onde o valor foi apreendido. A maior parte do resto do dinheiro, no entanto, ainda está desaparecida.
A preservação do mandato de Michel Temer no julgamento do Tribunal Superior Eleitoral foi o coroamento de uma articulação subterrânea que envolveu ministros, políticos e magistrados. O roteiro básico já estava esboçado no último mês de fevereiro. Foi exposto em notícia veiculada aqui.
Àquela altura, o relator do caso, ministro Herman Benjamin, pisava no acelerador para organizar a oitiva de delatores da Odebrecht sem atrasar demasiadamente o processo. Temer e seus operadores puxavam o freio de mão. Ainda estavam inseguros quanto à posição de alguns magistrados.
Dois dos sete ministros que compunham o plenário do TSE teriam de deixar o tribunal. Henrique Neves sairia em abril. Luciana Lóssio, em maio. Caberia a Temer indicar os substitutos. Estava entendido que ocupariam as vagas dois advogados que já atuavam como juízes substitutos no TSE: Admar Gonzaga e Tarcísio Vieira.
Ao farejar a manobra, o relator adiantou o relógio. Intimou delatores da Odebrecht para depor em plena Quarta-feira de Cinzas. E sinalizou a intenção de submeter seu voto ao julgamento do plenário do TSE antes da saída dos colegas Henrique Neves e Luciana Lóssio.
Atento à movimentação do relator, o Planalto providenciou um antídoto. Armou-se para acionar um pedido de vista. Ficou acertado que, caso fosse necessário empurrar o julgamento com a barriga, o ministro Napoleão Nunes Maia pediria prazo para estudar mais detidamente os autos.
Nessa ocasião, Gilmar Mendes, o polêmico presidente do TSE, já repisava o bordão segundo o qual o importante era conhecer a podridão da campanha, não cassar mandatos.
“Esse processo é extremamente importante, histórico, independentemente do resultado”, disse Gilmar em fevereiro. “No fundo, o que se investiga? Uma forma de fazer política, que nós esparamos que fique no passado. Então, mais do que a importância do resultado —cassação ou confirmação, improcedência ou procedência—, o importante é que haja esse documento histórico sobre como se fazia campanha no Brasil. Nesse caso, um retrato bastante autêntico, porque estamos falando de campanha presidencial. É uma campanha presidencial vencedora. Isso é o que me parece relevante.”
No final de março, Benjamin concluiu a redação do seu relatório final. Havia duas certezas nos porões de Brasília: 1) o relator votaria a favor da interrupção do mandato de Temer e da cassação dos direitos políticos de Dilma. 2) um grande acordo costurado nos bastidores salvaria Temer e, de cambulhada, pouparia Dilma.
No relatório de Benjamin, o miolo da picanha era o conjunto de revelações feitas pelos delatores da Odebrecht sobre os repasses de verbas de má origem para a campanha da chapa Dilma-Temer. Inimigos figadais, os réus se uniram num esforço para banir do processo tudo o que dissessse respeito à Odebrecht. Os advogados de Temer e Dilma trataram do tema nas “alegações finais” que entregaram a Benjamin.
Como queria o relator, o julgamento foi marcado para 4 de abril, quando ainda estavam no tribunal os ministros Henrique Neves e Luciana Lóssio. Como tramava o Planalto, a sessão foi adiada antes que Benjamin pudesse iniciar a leitura do seu relatório. As defesas se queixaram de cerceamento. Obtiveram mais prazo para refazer suas petições finais: em vez de dois dias, cinco dias.
O Planalto nem precisou lançar mão do pedido de vista que o ministro Napoleão se dispusera a patrocinar. Graças a uma requisição de Nicolao dino, representante do Mnistério Público Federal, o TSE decidiu por 6 votos a 1 reabrir a fase de instrução do processo para interrogar o casal do marketing João Santana e Monica Moura, além de um funcionário da empresa da dupla. Aprovou-se também, a pedido da defesa de Dilma, a oitiva do ex-ministro petista Guido Mantega.
Benjamiu manifestou o receio de que o processo começasse a virar “um universo sem fim”. Ele declarou na ocasião: “Não vamos querer ouvir Adão e Eva e a serpente.” E seu colega Napoleão: “Eu também não quero retornar ao Paraíso, a não ser que fosse no período anterior à queda.”
Às vésperas do reinício do julgamento, a encenação ganhou um enredo para ser encenado no último ato. Conforme noticiado aqui há oito dias, o plenário do TSE, agora já adornado com as presenças de Admar e Tarcísio, os dois indicados de Temer, tramava excluir do processo todas as provas relacionadas às doações ilegais da Odebrecht. Exatamente como haviam requerido as defesas de Temer e Dilma.
Os advogados sustentaram —e quatro dos sete ministros engoliram— a tese segundo a qual o relator teria ultrapassado os limites das petições inciais do PSDB, autor das ações contra a chapa Dilma-Temer. Nessa versão, Benjamin não poderia ter interrogado os delatores da Odebrecht nem os marqueteiros Santana e Monica.
Para levar a manobra adiante, o TSE violou decisões que seus próprios ministros haviam tomado. O interrogatório de Santana e Monica fora aprovado em plenário no mês de abril. E as inquirições da Odebrecht escoravam-se em menções feitas na peça inicial do PSDB. Nela, requeria-se a investigação de doações tóxicas à campanha vencedora, feitas por empreiteiras que prestavam serviço à Petrobras.
Como se fosse pouco, o TSE aprovara em 2015, por um placar de 5 a 2, um voto redentor do ministro Gilmar Mendes, hoje presidente da Corte. Então relatora de uma das ações movidas pelo PSDB contra a chapa vitoriosa em 2014, a ministra Maria Thereza de Assis Moura, arquivara o processo.
Em voto divergente, Gilmar posicionou-se a favor da reabertura e, mais importante, pregou efusivamente a necessidade de aprofundar as investigações. Sua posição prevaleceu e virou um acórdão que Benjamin disse ter seguido como quem segue uma ”bíblia”. No julgamento encerrado na noite desta sexta-feira, quatro ministros deram de ombros para as deliberações anteriores do TSE, enterraram as provas testemunhais e documentais da Odebrecht, desconsideraram as revelações de Santana e Moura… E livraram Temer e Dilma de punições.
Integraram a maioria: Gilmar, amigo e conselheiro de Temer; Napoleão, que foi dispensado de levar à mesa um pedido de vista; e os dois ministros recém-indicados pelo presidente: Admar e Tarcísio. Votaram pela condenação da chapa, além de Benjamin, os ministros Luiz Fui e Rosa Weber. ”A Justiça prevaleceu”, disse, modéstia à parte, Michel Temer.
Qual a moral que a justiça brasileira têm? nenhuma, porquê deixar Fernandinho beira mar preso, e deixar Gilmar Mendes fazendo o que quer com a justiça Brasileira, humilhando o povo Brasileiro, militares fechem esse STF, TSE, assumam o país e prendam esse marginal que tá destruindo o país.
"No julgamento da chapa Dilma-Temer, no TSE, ficou escancarado à Nação o que todos sabemos. O poder judiciário, apesar de toda a pseudo-aura de isonomia criada a revestir os seus quadros, salvo exceções, é um poder político. O que ocorreu no TSE não é um ponto fora da curva. É o retrato do judiciário no Brasil", analisa o cientista político Robson Sávio Reis Souza; ele destaca, porém, que "no julgamento de ontem precisamos enfrentar pelo menos outros dois dilemas. O primeiro: além da corrupção endêmica produzida por agentes privados, há um esquema bilionário envolvendo as campanhas eleitorais no Brasil, que funciona à troca de favorecimentos escusos e até na 'compra de leis'"; o segundo, diz ele: "Ficou patente que todas as campanhas eleitorais no país são regadas com dinheiro sujo".
Esse Gilmar Mendes é o principal protagonista desse cenário. Quando ele pediu para continuar com as investigações, Dilma Roussef ainda era Presidente do Brasil, portanto, sua vontade era investigar e, confirmado o caixa 2, impugnar a chapa Dilma- Temer. Todavia, diante do impedimento de Dilma, o cenário mudou, aquela sua pretensão não fazia lógica, os argumentos teriam, agora que ser outro e, foi o que ele fez, apenas descobrir os bastidores da campanha. Isso é chantagem, foi como um processo de faz de conta, onde o relator levou a sério seu mister e também, a corte anterior, sem a presença desses dois ministros empossados por Michel Temer. Em razão, das manobras protelatórias se chegou ao que ele, Gilmar Mendes, desejava não mais impugnar a chapa vencedora, em razão do amigo Temer ser o principal alvo. Portanto, assistimos, no dia de ontem, um jogo cujo prognóstico já estava definido, bem antes do término da partida. Isso faz com que, nós simples cidadãos, desacreditemos na justiça, pois no meu entendimento, se era pra ser assim, não havia necessidade de investigação, a qual foi tão bem elucidada e comprovada, pois a investigação gerou expectativas na sociedade brasileira em tão somente, saber a verdade real e punir a ilicitude eleitoral, conforme os ditames da lei.
É VERGONHOSO. TUDO NO BRASIL É UMA POÇO DE LAMA PODRE. ONDE TUDO É SEBOSO SEM ESCAPAR NADA, NEM MESMO OS QUE SE JULGAM DA JUSTIÇA. QUE HORROR! SE OS TRIBUNAIS SE COMPORTAM ASSIM. VAMOS CONFIAR EM QUEM??????
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reiterou hoje (9) o pedido de prisão preventiva do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e manutenção da prisão de Andrea Neves, Mendherson Souza Lima e Frederico Pacheco. Em resposta a recursos, Janot enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) documento em que destaca a abundância de provas materiais concretas e idôneas imputadas aos presos em concurso com Aécio Neves, a alta gravidade do delito e o risco de reiteração, o que torna a prisão preventiva imprescindível para garantia da ordem pública.
“São muitos os precedentes do Supremo Tribunal Federal que chancelam o uso excepcional da prisão preventiva para impedir que o investigado, acusado ou sentenciado torne a praticar certos delitos enquanto responde a inquérito ou processo criminal, desde que haja prova concreta do risco correspondente”, disse Janot.
Para o procurador, a transcrição de conversas entre os envolvidos mostra que há fartas evidências tendentes a demonstrar que Andrea Neves, Frederico de Medeiros e Mendherson Souza Lima trabalham diretamente nos negócios escusos feitos por Aécio. “Andrea Neves e Frederico de Medeiros trataram diretamente com Joesley Batista e Ricardo Saud, respectivamente, sobre a solicitação de propina no valor de R$ 2 milhões, ocorrida no ano em curso.”
Segundo Janot, a irmã de Aécio, Andrea Neves, não só tem plena ciência do envolvimento do senador nas ilicitudes, como tem papel de protagonismo nas suas tratativas. O procurador ressaltou ainda que a relação de Andrea e Frederico Medeiros não pode ser considerada fato isolado. “A relação espúria que os une é muito anterior ao episódio mais recente de corrupção, e as provas colhidas demonstram que há um risco concreto de que, caso não sejam mantidos presos, reiterem nas graves condutas delitivas e possam destruir eventuais provas existentes em relação aos fatos ilícitos envolvendo Aécio Neves e ainda não totalmente esclarecidos”.
Existe, sim, um áudio inédito entregue por Joesley Batista, da JBS, capaz de complicar a situação do presidente Michel Temer. A gravação é mantida em segredo pela Procuradoria-Geral da República. Os investigadores não sabem ainda em que momento o material será usado.
Nada deu em nada……vcs tão substimando a força do senhor Michel teme esse ladrão é o chefe geral da máfia atual que sempre existiu e existe no Brasil.
Não foi atoa que ele derrubou todo o PT do poder e agora fez o TSE virar pitzaria….tenham cuidado esse camarada é perigoso.
Kkkkkk mas é bom mandar fazer uma avaliação deste áudio é uma perícia antes de fazer aquele papelão só alguém com pouca sabedoria sabe que Janot e petista e dos mais algos
Por quatro votos a três, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta sexta-feira (9) pela absolvição da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer, que foi acusada pelo PSDB de ter cometido abuso de poder político e econômico na campanha de 2014.
A votação chegou a ficar empatada com o voto da ministra Rosa Weber, e coube ao ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, dar o voto de minerva. Ele decidiu, então, inocentar a chapa, argumentando que o caso é peculiar e que “não se substitui um presidente da República a toda hora, ainda que se queira”. “A cassação de mandatos deveria ocorrer em situações inequívocas”, afirmou.
O ministro criticou a tentativa de uso do tribunal para resolver uma crise política. “Não é por acaso que a Constituição estabelece exigências. Do contrário, banalizaria o mandato.”
Votaram pela absolvição
Napoleão Nunes Maia Filho
Admar Gonzaga
Tarcisio Vieira de Carvalho Neto
Gilmar Mendes
Votaram pela condenação
Herman Benjamin, relator do caso
Luiz Fux
Rosa Weber
Fiel à máxima de que a melhor defesa é o ataque, o Palácio do Planalto decidiu mirar na Operação Lava-Jato. VEJA apurou que um dos alvos da artilharia é o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com um auxiliar do presidente Michel Temer, que pediu para se manter no anonimato porque não está autorizado a falar publicamente sobre o assunto, o governo acionou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o serviço secreto, para bisbilhotar a vida do ministro com o objetivo de encontrar qualquer detalhe que possa fragilizar sua posição de relator da Lava-Jato. O pecado de Fachin, aos olhos do governo, foi ter homologado a explosiva delação do dono da JBS, Joesley Batista, que disparou um potente petardo contra o governo Temer. A investigação da Abin, que está em curso há alguns dias, já teria encontrado indícios de que Fachin voou no jatinho da JBS.
Em nota, o presidente Michel Temer negou que tenha usado a Abin para investigar a vida do ministro Fachin. “O governo não usa a máquina pública contra os cidadãos brasileiros, muito menos fará qualquer tipo de ação que não respeite aos estritos ditames da lei”, diz o comunicado divulgado pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República.
O presidente Michel Temer jamais “acionou” a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para investigar a vida do Ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, como publicado hoje pelo site da revista Veja. O governo não usa a máquina pública contra os cidadãos brasileiros, muito menos fará qualquer tipo de ação que não respeite aos estritos ditames da lei.
A Abin é órgão que cumpre suas funções seguindo os princípios do Estado de Direito, sem instrumentalização e nos limites da lei que regem seus serviços.
Reitera-se que não há, nem houve, em momento algum a intenção do governo de combater a operação Lava Jato. #SecomPR
O porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, declarou nesta sexta-feira (9) que, para o presidente Michel Temer, a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a chapa formada por ele e Dilma Rousseff em 2014 garante o “bom funcionamento da democracia”.
Parola fez um pronunciamento à imprensa no Palácio do Planalto logo após o TSE rejeitar, por 4 votos a 3, a cassação da chapa Dilma-Temer.
A maioria dos ministros do TSE considerou que não houve lesão ao equilíbrio da disputa e, com isso, livrou Temer da perda do atual mandato e Dilma da inegibilidade por 8 anos. O voto que desempatou o julgamento foi o do ministro Gilmar Mendes, presidente do TSE, o último a se manifestar.
Estudos anteriores já mostraram que beber com moderação pode fazer bem para a saúde. Inclusive, muitos especialistas recomendam a ingestão de uma taça de vinho à noite ou um copo de cerveja para proteger o coração. No entanto, um novo estudo, publicado no periódico científico British Medical Journal (BMJ), sugere que até mesmo o consumo moderado de bebidas alcoólicas podem não ser tão saudável assim, pelo menos para o cérebro.
Segundo os pesquisadores, pessoas que bebem entre 14 e 21 unidades de álcool por semana, o equivalente a cerca de 175 mililitros de álcool puro, têm um risco três vezes maior de atrofia do hipocampo, que pode indicar sinais de Alzheimer, em comparação com os que nunca bebem.
As equipes de pesquisa da Universidade de Oxford e College London, ambas no Reino Unido, observaram o consumo semanal de álcool de 550 homens e mulheres que participaram do estudo Whitehall II, que analisou doenças e comportamentos sociais de um grupo de britânicos durante 30 anos. Ao longo desse período, os cientistas estudaram como os participantes se saíam em testes de função cerebral e a anatomia do cérebro por meio de exames de ressonância magnética.
Os resultados mostraram que as pessoas que bebiam mais corriam um risco maior de atrofia do hipocampo, que pode impactar a memória e a navegação espacial, problemas associados ao Alzheimer. Enquanto 35% daqueles que não bebiam apresentaram o problema, a taxa subiu para 65% nos consumiam álcool de forma moderada e 77% naqueles que ingeriam a bebida intensamente.
Essas pessoas também apresentaram um declínio na fluidez da linguagem e menos massa branca cerebral, cruciais para processar o pensamento de forma rápida.
Em comparação com pessoas que nunca bebiam, o grupo que consumia álcool moderadamente apresentou uma probabilidade três vezes maior de sofrer do dano cerebral.
Níveis de consumo
Apesar dos resultados, especialistas alertam que não há motivo para pânico. Como esse foi apenas um estudo observacional, os pesquisadores afirmam que as pessoas não devem mudar seus hábitos por conta do estudo, porém os resultados dos testes em pessoas que não costumam beber com tanta frequência foram bastante surpreendentes.
“Ficamos surpresos como mesmo em quem consumia moderadamente, a tal proteção do álcool mostrada por outros estudos, não surtiu efeito. Os níveis de consumo dessas pessoas eram o que muitos consideram ‘beber socialmente’.”, disse Anya Topiwala, professora de psiquiatria na Universidade de Oxford e coautora do estudo, à CNN.
Até mesmo quem consome álcool em níveis excessivos não costuma beber de uma só vez. No estudo, o grupo dos que mais bebiam, consumiam cerca de 30 unidades de álcool por semana, sendo cada unidade o equivalente a 10 mililitros de álcool puro.
Uma taça de vinho tem, em média, cerca de duas unidades, assim como um ‘pint’ de cerveja (copo de pouco mais de meio litro), dependendo do percentual alcoólico. Fazendo os cálculos, o grupo dos que mais bebiam ingeriam um pouco mais de duas taças de vinho ou dois ‘pints’ de cerveja diariamente.
Enquanto isso, o grupo que consumia moderadamente bebia, por dia, uma taça de vinho e algumas unidades extras nos fins de semana. Entre os participantes com consumo leve, aqueles que tomaram uma taça pequena de vinho (ou até sete unidades por semana) não mostraram diferenças significativas em relação aos que nunca bebem, mas também não demonstraram nenhum dos benefícios relacionados à bebida.
Isso é o que as pesquisas diz hoje. Amanhã mudam de opinião, o ovo era um vilão, nos dias de hoje é uma beleza, pode comer 08 por dia que faz bem a saúde. Uma dose moderada ater pouco tempo era bom, agora já não presta mais. A conclusão é que viva a pouca vida que existe aqui, faça o que pode fazer, o dia de amanhã pertence a Deus.
O juiz federal Vallisney de Souza Oliveira determinou a transferência do ex-ministro Henrique Alves do Estado (RN) para a carceragem da Polícia Federal em Brasília.
Henrique foi preso na última terça (6) e está na Academia de Polícia Militar, em Natal.
Ele foi alvo de dois mandados de prisão: um da operação Manus – que investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas; e outro da operação Sépsis – que investiga esquema de pagamento de propina para liberação de recursos do Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS), administrado pela Caixa Econômica Federal.
Ninguém rouba só. Sugiro a quebra do sigilo telefônico de Henriquinho para sabemos quem são os seus comparsas que lhe ajudam nas tramoias da vida! Um bom ponto de partida é começar a investigar os seus indicados para cargos federais no RN.
Já vai tarde!!
Aqui o quarto tem ar condicionado e a comida é do camarões!!!
Na papuda é o que ele merece e é pouco pra ele banho frio…e sem as regalias que ele tá tendo……boa viagem ladrão!
Vai passar as férias que vc merece na papuda……
João Vaccari Neto, tesoureiro do pt , teve a condenação suspensa pelo tribunal federal por falta de provas e deverá ser solto depois de dois anos preso. Justiça injusta or prender e condenar sem provas….
Ironia do destino…….vai embarcar no Aeroporto Augusto Severo,que tanto se empenhou em fechar,causando enorme prejuízo a Parnamirim e ao Rio Grande do Norte.Que fique "fechado" por um longo período.
O Dia dos Namorados deve movimentar no comércio brasileiro cerca de R$ 1,65 bilhão, já descontada a inflação. A cifra representa uma alta de 2,5% em volume de vendas em relação a igual período do ano passado. A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
O economista da CNC, Fabio Bentes, disse hoje (9) à Agência Brasil que, se for confirmada essa expectativa de alta no Dia dos Namorados, “a gente vai interromper uma sequência de dois anos de queda nas vendas na data comemorativa”. No ano passado, as vendas para o Dia dos Namorados caíram 4,9% e, em 2015, recuaram 1,1%.
Bentes avaliou que, embora o aumento projetado de 2,5% este ano seja um dado positivo, “ele sequer repõe a perda do ano passado”. Mesmo assim, entende que, se confirmado, o resultado deve ser comemorado, porque significa que o varejo está tentando se levantar da crise e isso começa a ocorrer com taxas modestas.
Segundo Fabio Bentes, o sinal que as datas comemorativas estão dando para o varejo este ano – incluídas a Páscoa e o Dia das Mães – é de uma leve alta, devido à redução de preços em função da inflação baixa e, também, por conta de uma melhoria nas condições de crédito. “Os juros ao consumidor têm caído e isso tem propiciado um certo desafogo das prestações”.
O economista da CNC disse que a prestação média de compra a prazo hoje está 5% menor do que há um ano. “E se a gente jogar a inflação em cima, esse recuo da prestação média acaba passando dos 9%”. Argumentou que grande parte do consumidor brasileiro não sabe bem o que é a taxa básica de juros Selic, definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, mas “sabe direitinho” o que é o tamanho de uma prestação. “A prestação hoje está cabendo mais no bolso do que cabia um ano atrás”.
As projeções da CNC para a data comemorativa dos namorados foram feitas com base em dados oficiais da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de âmbito nacional.
A pecuária brasileira perde um touro que representou uma verdadeira mudança de paradigma na nelore, raça que alçou o País ao posto de maior exportador mundial de carne bovina. Morreu Quanupur da 2L, pertencente aos criadores Adir do Carmo Leonel e seu filho Paulo Leonel, presidente e diretor do Grupo Adir, cujas fazendas estão localizadas em Ribeirão Preto (SP) e Nova Crixás (GO). Ele foi o primeiro touro Nelore a superar a marca de 5% em marmoreio (índice que mede a gordura entremeada e que dá sabor à carne), resultado acima da média até mesmo de alguns europeus, comprovando que o zebu selecionado com competência também produz carne marmorizada, ou seja, muito saborosa e macia. Com escore 5,02%, o touro do Grupo Adir apresentou mais que o dobro do valor médio registrado na raça Nelore e deixou para trás nada menos que outros 500.000 animais avaliados, segundo informa Adir e Paulo.
“Este trabalho revelou uma quebra de paradigma na pecuária brasileira, pois mostrou que o nelore também pode produzir carne de qualidade”, avalia a doutora Liliane Suguisawa, diretora técnica da DGT Brasil, empresa responsável pelas avaliações de carcaça do Grupo Adir. Quanupur da 2L também apresentou excelente rendimento de carcaça.
“Quanupur era dono de uma musculatura convexa, garupa comprida, linha dorsal desejável e costelas profundas. Era precoce e portava muita carne. Encontrar um indivíduo equilibrado assim é difícil”, informa Rodrigo Frigoni, gerente comercial da Central Bela Vista, de Botucatu (SP), onde o touro estava em coleta.
Quanupur é filho de Jallad, touro mais erado do Grupo Adir em vaca Godavapi da 2L. De acordo com Rodrigo Frigoni, em dois ou três anos o jovem raçador coletaria e comercializaria 100.000 doses de sêmen por ano. Era a previsão.
A produção do touro estava na casa das 600 doses por ejaculação, também o dobro da média obtida na Central Bela Vista, conforme o gerente da empresa. “Quanupur teria um futuro brilhante e já tinha um contrato aberto para venda de suas primeiras 10 mil doses”, lamenta Frigoni.
O reprodutor foi vítima de uma enterotoxemia, doença que integra o grupo das clostridioses, mesmo sendo vacinado na Estância 2L e recebendo reforço semestral na Central Bela Vista. O clostridium, agente causador da enfermidade, está presente no ambiente e no próprio trato digestivo dos bovinos.
A ex-ministra e ex-senadora Marina Silva (Rede) recebeu alta nesta sexta-feira do Hospital Brasília, na capital federal, após uma semana internada em decorrência de “fortes dores abdominais”, segundo comunicado de sua assessoria. Apesar da alta, o diagnóstico ainda não foi concluído – os médicos aguardam resultados de exames laboratoriais e de imagem.
“Nos próximos dias, Marina continuará em repouso e afastada de suas atividades públicas“, informa comunicado publicado por sua assessoria nas redes sociais. “Agradecemos por todas as mensagens de solidariedade e orações pela sua rápida e plena recuperação”, continua.
Terceira colocada nas eleições presidenciais de 2010 e 2014, Marina ainda não se decidiu se vai disputar novamente a eleição em 2018. Nos últimos dias, cresceram os rumores de que seu partido estaria negociando com Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) a formação de uma chapa, com a própria Marina, para disputar a sucessão presidencial. O ex-ministro disse esta semana que pode entrar na disputa – ele não é filiado a nenhum partido.
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