Diversos

Nísia Floresta: ex-prefeito é condenado por improbidade após contratação irregular de 2.421 temporários

O juiz Tiago Neves Câmara, da Vara Única da Comarca de Nísia Floresta, suspendeu os direitos políticos do ex-prefeito da cidade, George Ney Ferreira, por ato de improbidade administrativa pela contratação de 2.421 funcionários temporários sem a realização de concurso público entre os anos de 2009 e 2012, período no qual estava a frente do Executivo municipal. A condenação é resultado de uma Ação de Improbidade Administrativa movida pelo Ministério Público Estadual.

De acordo com o MP, as contratações irregulares aconteceram a partir da aprovação de leis municipais editadas pelo ex-prefeito e aprovadas pela Câmara de Vereadores de Nísia Floresta anualmente. A cada lei, argumentou o MP, era autorizada a contratação de um número determinado de funcionários pelo período de um ano. O Ministério Público argumentou ainda que, durante os anos em que as leis foram aprovadas, recomendou à Câmara Municipal que não aprovasse um dos projetos de lei (2009), o qual, no entanto, foi aprovado.

Na sentença, o juiz destaca que George Ney Ferreira efetuou as contratações de forma dolosa, ciente de que ia contra a lei. Em 2009, mesmo com a recomendação do MP à Câmara, foram contratados 498 contratados. Em 2010, foram contratados outros 540, no entanto, a lei que autorizava a contratação foi declarada inconstitucional pelo TJRN. Em 2011, mesmo sem uma lei municipal aprovada pelo Legislativo, foram 671 contratações, enquanto que em 2012 foram 712 contratados, chegando ao total de 2.421 contratações em quatro anos de mandato.

“Diante dessas informações, fácil perceber que o réu, deliberadamente optou por manter as contratações temporárias realizadas ao arrepio da lei. E o que é pior, para tanto serviu de estratagema para, em detrimento da boa fé, ganhar tempo e findar o mandato com a situação irregular em pleno vigor, contratando centenas de pessoas de forma ilegal”, assevera o magistrado na sentença.

Na contestação, a defesa do ex-prefeito alegou que o Município realizou concurso em 1996, todavia o Ministério Público ingressou com uma Ação Civil Pública pedindo a anulação do certame. Uma vez que a ação ainda se encontra em grau de recurso junto ao Superior Tribunal de Justiça, o Município teria ficado impossibilitado de realizar novo concurso, uma vez que não tinha definição do Poder Judiciário quanto ao preenchimento das vagas, restando ao Executivo a contratação de temporários. Além disso, a defesa de George Ney Ferreira alega que o ex-prefeito não agiu com má-fé ou dolo ao contratar os temporários, pensando no interesse público.

Conduta dolosa

Apesar da argumentação da defesa, o juiz Tiago Neves Câmara considerou a conduta do ex-prefeito dolosa, uma vez que o gestor esteve a frente da Prefeitura da cidade entre 2005 e 2012, sem nunca ter realizado o concurso público para o preenchimento das vagas, bem como firmou Termos de Ajustamento de Conduta com os Ministérios Públicos Estadual e do Trabalho para realização dos certames e reconheceu a ilegalidade das contratações temporárias.

“Tais fatos confirmam que a conduta do demandado foi dolosa, posto estar ciente das ilegalidades cometidas, ter se comprometido a saná-las e, posteriormente, não cumpri-las, utilizando argumentos infundados para tentar justificar a ausência de concurso público”, frisa.

Na sentença, o juiz declarou a inconstitucionalidade da Lei Municipal 752/2012 e declarou nulos todos os contratos temporários firmados com base nessa lei.

(Ação Civil de Improbidade Administrativa nº 0002112-43.2012.8.20.0145)
TJRN

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Polícia

Lava-Jato inclui no esquema de propinas mais dois ministérios dados pelo governo Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o Congresso do partido em Brasília, realizado na semana passada – André Coelho / 1-6-2017 / Agência O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) incluiu entre os órgãos dados pelo governo Lula ao PP e ao PMDB, no esquema de arrecadação de propinas, os ministérios da Saúde, das Minas e Energia e a diretoria comercial do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB). A informação faz parte do documento de alegações finais apresentado pelos procuradores da Lava-Jato ao juiz Sergio Moro, na ação em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de receber benefícios ilícitos da empreiteira OAS, que era contratada da Petrobras e repassaria propina aos partidos políticos.

Segundo o documento do MPF, além da diretoria de Abastecimento da Petrobras, o governo Lula entregou ao PP, em troca de apoio parlamentar no início do primeiro mandato, em 2003, a diretoria comercial do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB) e a secretaria de Ciência e Tecnologia. Ao PMDB, coube a liderança do governo no Congresso, a Embaixada do Brasil em Portugal e a presidência da Transpetro. O documento diz que, depois do mensalão, com o PP enfraquecido e com vários de seus líderes condenados, o PT teria buscado apoio do PMDB para superar a crise de governabilidade, com a redistribuição de cargos e a concessão do Ministério de Minas e Energia ao partido.

“Nesse contexto, Lula buscou o apoio do PMDB para superar a crise política e de governabilidade que o afetava, mediante a redistribuição de cargos na administração pública, o que culminou na concessão de uma importante pasta governamental, o Ministério de Minas e Energia”, diz o documento.

Para os procuradores, a distribuição de cargos tinha como objetivo a arrecadação de propinas.

“Por sua vez, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro – PMDB ocupou relevante papel no restabelecimento político e governamental do ex-presidente Lula, fornecendo apoio em troca da distribuição de cargos com vistas, sabidamente, à arrecadação de propinas pelo PMDB”, afirmam.

Segundo os procuradores, o desvio de dinheiro público não ficou restrito ao núcleo de empresas de publicidade e bancos investigados no mensalão, mas avançou sobre Petrobras, Eletronuclear, Caixa Econômica Federal, Ministério da Saúde e Ministério do Planejamento.

“Observe-se, nessa senda, que os gigantescos esquemas criminosos delineados, envolvendo membros do Poder Executivo e do Poder Legislativo, bem como a nomeação de agentes para altos cargos públicos, traziam como ponto de convergência, ainda, a presença de líderes partidários no topo da pirâmide criminosa”, afirma o documento.

Os procuradores argumentam que o esquema de distribuição de cargos para arrecadação de propina era plenamente conhecido por Lula.

“Agentes que se encontravam no poder e seus partidos eram os principais beneficiados pelos estratagemas ilícitos sustentados, vez que, enquanto responsáveis pela escolha dos ocupantes de cargos públicos, “apadrinhados” que concordavam em atuar no esquema de arrecadação e de distribuição de propinas e que contatavam com operadores financeiros e/ou grupos empresariais economicamente fortes para a obtenção de vantagens indevidas, dispunham do controle do funcionamento e do desenvolvimento desse sistema”, dizem os procuradores.

Na avaliação deles, neste jogo de poder, a figura que detinha a última palavra para as situações e as funções mais relevantes e estratégicas, além do cargo de maior importância na República, era o então presidente Lula.

O documento de alegações é a última peça de acusação que os procuradores da Lava-Jato apresentam na ação movida contra o ex-presidente Lula referente a benefícios que ele teria recebido da OAS, uma das empreiteiras participantes do cartel da Petrobras. Para o MPF, Lula seria o real proprietário de um apartamento tríplex, no Guarujá (SP), que segue em nome da OAS, e a empresa também teria pago o armazenamento do acerto presidencial, quando ele deixou o Palácio do Planalto, como forma de repassar propina ao ex-presidente.

A Petrobras, que figura como assistente de acusação, deve apresentar suas alegações finais no processo até terça-feira, dia 6. As defesas devem apresentar seus argumentos finais entre os dias 7 e 20 de junho. A partir de então, o juiz Sergio Moro poderá dar a sentença.

O Globo

 

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Polícia

VÍDEO: Sargento da PM é morto nas Quintas

Com acréscimo de informações do G1-RN

O sargento da Polícia Militar conhecido como Cândido, que trabalhou muito anos no Grupo Tático Operacional do 6º BPM,  foi morto a tiros na manhã desta segunda-feira (5) no bairro das Quintas.

Um vídeo que roda nas redes sociais, mostra o sargento sendo abordado por dois homens em uma moto. Na ocasião, ele não teria reagido, mas foi baleado mesmo assim. A arma do policial foi levada pelos criminosos.

Segundo a PM, o sargento estava levando o pai para fazer um tratamento no hospital da Liga Contra o Câncer. A mulher do policial também o acompanhava. Cândido estaria estacionando o carro quando os criminosos se aproximaram, anunciaram o assalto e, por fim, atiraram nele.

A PM ainda fez buscas pela região, mas não encontrou nenhum suspeito.

Ainda de acordo com a polícia, o sargento Cândido deixa mulher e um filho pequeno. Ele era lotado no Pelotão da PM em Santana do Matos, mas residia em Caicó, na região Seridó do estado.

Segundo a PM, ele estava levando o pai para fazer um tratamento no hospital da Liga Contra o Câncer. Veja vídeo abaixo:

Opinião dos leitores

  1. É de lascar um negócio desse, p… que pariu. Cadê o tal dos direitos humanos pra falar a favor do sargento?? Cadê? Cadê? Devem estarem se preparando para defenderem quem não é humano. Sim porque quem pratica tamanha violência não é humano, so pode ser um espírito de porco, um bicho, animal, mais nunca um humano. Imoraaaal.

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Política

49% dos brasileiros acham que Lula será preso e ficará fora da disputa de 2018

Metade dos brasileiros, ou 49,6%, acha que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva acabará sendo preso nas investigações da Lava Jato ficando, portanto, fora das eleições de 2018. Outros 44,8% acham que o petista não será preso e poderá entrar na disputa, e 5,6% não sabem ou não responderam. O resultado é de uma pesquisa de opinião feita pelo Instituto Paraná obtida com exclusividade pelo R7. O levantamento foi feito dias antes do pedido de prisão contra o ex-presidente, feito nesta sexta (2) pelo MPF (Ministério Público Federal).

Apesar da divisão da opinião dos brasileiros detectada na pesquisa, metade acreditando na prisão e a outra metade não acreditando, houve um aumento do número dos que acreditam que Lula será preso e essa é a primeira vez que pesquisas detectam que o número de pessoas que acreditam que Lula será preso supera os que acham que ele ficará em liberdade. Em abril do ano passado, há pouco mais de um ano portanto, ao serem questionados sobre uma possível prisão de Lula, apenas 31,2% disseram acreditar que o ex-presidente seria preso. Os que acreditavam que Lula não seria preso era 54,7% na época. Outros 12,6% disseram que ele talvez seja preso e 1,5% não sabem ou não responderam.

Em outra pesquisa, de março do ano passado, mês que Lula foi conduzido coercitivamente para depor em São Paulo, a maior parte dos entrevistados, 68,2%, disseram acreditar serem verdadeiras as denúncias que recaem sobre Lula — de obtenção de vantagens indevidas de empresas que mantinham negócios com o governo. Outros 18,1% acreditavam se tratar de perseguição e 13,7% não souberam ou não responderam.

De um ano para cá, o ex-presidente prestou o primeiro depoimento para o juiz Sergio Moro, no mês passado, e nesta sexta-feira (2), o MPF (Ministério Público Federal) pediu a prisão do ex-presidente no processo que ele responde em Curitiba sobre o tríplex no Guarujá. A decisão de pedir a prisão do ex-presidente está nas mãos do juiz Sergio Moro. No pedido, o MPF diz ter concluído que o apartamento tríplex na cidade do Guarujá, no litoral Paulista, teria sido entregue ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras.

A defesa do ex-presidente afirma que a denúncia do MPF é uma perseguição ao ex-presidente.

Neste final de semana, Lula esteve em Brasília para o Congresso Nacional do partido. A ex-presidente Dilma Rousseff também esteve no encontro. A pesquisa do Paraná Pesquisas perguntou ainda aos eleitores se acreditam que Dilma pode ser presa. Ao contrário do resultado com Lula, na pesquisa sobre Dilma a maioria dos entrevistados, 55,3%, acham que a ex-presidente não será presa. Outros 38,7% acham que ela será presa e 6% não sabem ou não responderam.
O instituto ouviu 2.022 eleitores por meio de entrevistas pessoais com eleitores de 26 Estados e Distrito Federal em 164 municípios entre os dias 25 e 29 de maio de 2017, sendo auditadas simultaneamente à sua realização, 20% das entrevistas. A amostra tem grau de confiança de 95% para uma margem de erro que varia entre as regiões, de dois a seis pontos percentuais.

Opinião dos leitores

  1. O MPF já pediu oficialmente a prisão dele, baseada em 334 páginas de provas no processo do triplex.
    Mas Lula foi a mídia dizer que não sabe a razão do pedido do MPF, onde estão as provas?
    Mostra que é o dono do PT, pois PETISTA normalmente NÃO LÊ e quando tem a enorme capacidade de fazer isso, NÃO ENTENDE NADA DO QUE ESTÁ ESCRITO. Por isso eles alegam "falta" de provas.
    Com o detalhe que o PT e seu bando NÃO RESPEITAM AS LEIS, o que vale é a palavra do partido.

    1. Verdade. Já dizia o finado Roberto Campos: "o PT é o partido dos trabalhadores que não trabalham, dos estudantes que não estudam e dos intelectuais que não pensam". E o ídolo maior dessa corja só serve prá provar isso: semi analfabeto (se gaba dessa condição e do fato de, segundo ele próprio, nunca ter lido um livro), preguiçoso, desonesto, mentiroso e falastrão. Um legítimo encantador de burros.

  2. ainda tem 51% duvidando q este bandido vai para curitiba?
    serie bom um junho que o fio é bem maior por la

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Política

Bolsonaro prepara mais um filho para entrar na política. Jairzinho de 19 anos

Segundo colocado nas pesquisas, Jair Bolsonaro já tem três filhos na política: Flávio, Carlos e Eduardo. Se o Senado baixar a idade para uma pessoa se eleger, ele vai lançar o quarto membro da família em 2018: Jairzinho, de 19 anos.

RADAR ONLINE

Opinião dos leitores

  1. Esse aí é o representante daqueles que acham que tudo pode se resolver na bala, no cacete, na ignorância, no grito e no bofete. A maioria deles nunca leu um livro e nem pretender ler nos próximos anos. No final de semana, escutam música sertaneja, em volume alto, tomando cerveja e vendo futebol. São os novos medíocres do século XXI. Taí o Bolsonaro, seu líder máximo.

    1. "Cumpanhero", segundo diversas pesquisas recentes, os simpatizantes do Bolsonaro são exatamente o oposto do que vc disse. Pertencem à parcela mais instruída da população e confiam nele mas não cegamente. A sua descrição, na verdade, e ainda conforme inúmeras pesquisas, é exatamente dos ainda eleitores do PT. Seu comentário, na verdade, só confirma essas pesquisas pois indica que vc é uma pessoa desinformada, não habituada a ler, considerando que já foram divulgadas várias pesquisas sobre esse assunto. Inclusive nesses dias saiu uma. Pesquisa, se isso lhe for possível.

    2. Antes de falar que Petista é alienado, leiam o comentário de "Ceará Mundão", vocês mudaram seus conceitos. kkkkkkkk
      Eu NUNCA votei no PT, mas qualquer pessoa com o bom senso, não precisa ser "essas coisas toda não", pra saber que esse cidadão é um oportunista fracassado, é só ver a sua história como homem.

    3. Caro amigo, um pais que apenas criou uma população apenas com Direitos sem deveres ou obrigações, como se deve governar???

    4. Caro Mário , Acho que vc foi muito infeliz na sua colocação vc poderia ter apelado pro lado de crença e ideologia… mas dizer que eles representam uma maioria que nunca leu um livro??? dizer que representam os que ouvem sertanejo?/(porque isso ? por acaso é crime ? desonra ou demérito ouvir sertanejo? ( eu sou roqueiro, adoro MPB, ouço ,muito pouco sertanejo , mas não vejo mal nenhum no gênero .. vc é muito preconceituoso isso sim… analfabeto cultural) não faço nada disso nos fins de semana , mas não acho nada de mais quem faz… Quem é mais medíocre ? quem segue um homem honesto , radicalmente contra os corruptos, um cara que sempre estudou, um cara que tem amor à pátria ou um cara que já confessou que é um preguiçoso , que nunca gostou de ler , que foi flagrado em pose lendo um livro de cabeça pra baixo, um cara que se pudesse seria cidadão cubano (desde que estivesse no poder , pra mamar igual ao traficante Fidel e Raul Castro… (sabidamente sócios de PABLO EMILIO ESCOBAR GAVIRIA, lider do extinto cartel de MEDELLIN), um cara que sem trabalhar amealhou um patrimônio absurdo ( ou vc acha que o LULINHA é o Ronaldinho dele?, um cara que é acusado de inúmeras falcatruas , apontado inclusive como mandante de homicídio ( suponhamos que toda essa acusação seja mentirosa e só tentativa de denegrir a imagem de um ser boníssimo ) eu te pergunto …um cara que se acompanha de tanta gente escrota , se associa a criminosos condenados …. é confiável? quem é mais medíocre quem segue um ou quem segue o outro ? a sua maneira de defender ponto de vista é falha e repetitiva …seu argumentos são frágeis …. sua certeza é duvidosa… vc realmente acredita nisso? Acho que discordar de alguém é necessário , mas criticar pela crítica é ser leviano , vc tá generalizando o eleitor de Bolsonaro não corresponde ao que vc falou e o conceito de Mediocridade tem que ser reanalisado por vc… lei mais sobre o assunto … critique as idéias do cara não os seus seguidores.. defenda as idéias daquele a quem vc segue… seja honesto consigo mesmo.. não voto e não apoio por isso..e por issp… convença … se for capaz …mas não precisa agredir generalizadamente….Não se deixe levar pela mediocridade nem pelo preconceito.. pois vc pode virar alvo disso … Sabe seus comentários me ajudaram a pensar em como não ser petista está me fazendo bem… um dia já fui simpatizante do PT … acho que o Bolsonaro está mais coerente com o sentimento nacional … vc me ajudou a me definir como eleitor dele… pensando bem continue como está …sendo medíocre …preconceituoso… vai ajudar na causa.

    1. Mais vale 01 Bolsonaro que 10.000 petistas. Lula elegia o filho vereador, José Dirceu elegeu o filho deputado, Dilma fez da filha uma próspera empresária… e assim por diante. Estão falando do quê, ruma de rabo preso cara de pau!

    2. Calinhos, lembre-se: quem não gosta de uns dos piores deputados que o país já teve, não necessariamente "gosta" do PT. Simplesmente estudou e tem pelo menos ensino médio..kkkkk

    3. Carlinhos, nunca votei nos aloprados do PT, agora não sou obrigado a votar nesse artista. Tá te enganando, prometendo o que não pode fazer. Preste atenção que vc vai vê.

    4. Muitas pesquisas já mostraram que os simpatizantes do Bolsonaro pertencem à parte mais instruída da população brasileira. O oposto dos petistas, a propósito. Quanto à opinião dos que são contrários, não merecem ser levadas a sério, já que são meros "achismos", sem qualquer fundamentação fática. Na verdade, qualquer político mais à direita do espectro será criticado pelos petistas e afins. E essa gente age com base no fanatismo ou na defesa de seus próprios interesses e da sua "seita".

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Judiciário

J&F expõe racha no STF e mostra relator sob ataque

Edson Fachin

POR ESTADÃO CONTEÚDO

A delação do Grupo J&F, que estremeceu o governo de Michel Temer, teve duas implicações diretas no Supremo Tribunal Federal. Responsável pela homologação do acordo do Ministério Público Federal com os irmãos Joesley e Wesley Batista, o ministro Edson Fachin virou alvo de ataques que partem do Planalto e do Congresso e questionamentos dos próprios colegas de Tribunal. Na Corte, as críticas à homologação mostraram um STF dividido.

A prisão ontem do ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), ex-assessor de Temer, tende a acirrar o clima no STF e sobre o relator.

O consenso formado em torno do nome de Fachin na época em que a Lava Jato caiu em seu colo, por meio de um sorteio feito após a morte de Teori Zavascki, se diluiu. De um lado estão ministros que questionam os limites da investigação. De outro, um grupo que avalia que a confirmação das decisões do relator serve para dar força ao combate à corrupção em um dos momentos mais sensíveis da investigação.

Fachin segue de forma mais rigorosa em sua habitual discrição. Ele, que costuma ter diálogos com ministros antes e depois das sessões, tem optado por deixar o plenário sozinho nos dias de sessão. Eventualmente, puxa pelo braço um ou outro colega reservadamente – como fez com Ricardo Lewandowski após sessão da Segunda Turma na terça-feira passada. E depois de assumir a Lava Jato, passou a ter a segurança reforçada.

O ministro não se queixa para os colegas. Mas seus colegas de Corte avaliam que é “nítido o peso” que ele está sentindo. Desde que a homologação do acordo veio à tona, circularam informações sobre a ligação de Fachin com um dos delatores. Ele teria sido acompanhado pelo executivo Ricardo Saud, da JBS, na época em que fez um périplo por gabinetes de senadores que iriam sabatiná-lo quando seu nome foi indicado para vaga na Corte. Fontes ligadas a Fachin mapearam que as informações têm saído de dentro do Planalto, por pessoas próximas ao presidente.

Um ministro afirmou, reservadamente, que todos eles ocuparam importantes posições na Justiça ou advocacia antes de chegarem ao Tribunal e, para assumirem a vaga, mantiveram relações políticas, o que é absolutamente normal. O ministro Gilmar Mendes fez um comentário nesse sentido em plenário, na quinta-feira passada: “Eu não sei quem daqui foi nomeado e não participou de algum périplo político”.

Na Câmara, aliados de Temer trabalham em um requerimento para que Fachin preste esclarecimentos sobre o acordo da J&F, que homologou.

Apesar de internamente uma maioria se formar em torno do apoio a Fachin, o único que saiu a público para defender o relator da Lava Jato foi Luís Roberto Barroso, que disse, em entrevista recente, ver um “cerco” sobre o colega. Fachin tem boa relação com outros colegas, como o vizinho de gabinete, Lewandowski, e com a presidente, Cármen Lúcia. Mas, no Supremo, em vez de vozes em sua defesa, predomina o silêncio.

De outro lado, Gilmar encampa publicamente a defesa de que o acordo da J&F passe por discussão no plenário. Para investigadores da Lava Jato, rever uma decisão do relator pode colocar em xeque toda a operação. Em discurso na quarta-feira passada, Gilmar disse que defende o combate à corrupção, mas que este não pode ser o “único projeto” da sociedade.

O discurso foi visto como uma “vacina” do que ainda virá pela frente em termos de críticas ao trabalho dos investigadores. Há ministros, críticos a Gilmar, que afirmam que, na época dos governos do PT, o ministro usava discursos e informações públicas sobre as delações da Lava Jato para acusar o “governo cleptocrata”.

Atenção. No Supremo, uma questão envolvendo o acordo da J&F foi vista como um erro: a divulgação de áudio interceptado do jornalista Reinaldo Azevedo com Andrea Neves, irmã do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), mesmo sem conexão direta com as investigações. Não passaram despercebidos também entre os comentários no STF a conversa de Gilmar com Aécio na interceptação telefônica da Polícia Federal, e a menção ao nome de Alexandre de Moraes em uma conversa de Joesley com o tucano.

Opinião dos leitores

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Política

Áudios mostram tensão de Aécio antes de delação da JBS

(FILES) This file photo taken on August 30, 2016 shows opposition leader Senator Aecio Neves speaks during the senate impeachment trial of Brazilian suspended President Dilma Rousseff at the National Congress in Brasilia. Brazil's President Michel Temer reeled on May 18, 2017 from a report that he authorized payment of hush money to a jailed politician in a scandal threatening to plunge Latin America's biggest country into political meltdown. In another blow for the veteran leader of the center-right PMDB party, his key ally Senator Aecio Neves from the PSDB party was targeted by anti-graft police early Thursday. / AFP PHOTO / ANDRESSA ANHOLETE

POR FOLHAPRESS

“O tempo é o senhor da verdade”, sugeriu o senador Aécio Neves (PSDB-MG) como título de um artigo que assinaria. “Não, isso é a marca do Collor, pelo amor de Deus”, respondeu, do outro lado da linha, a irmã Andrea.

A conversa, do último dia 20, dizia respeito à elaboração de texto para um jornal de Minas sobre acusações que o tucano sofreu em delações da Odebrecht.

Junto a outros grampos feitos pela Polícia Federal no celular do tucano, este mostra como Aécio tentava defender seu nome no mês anterior à divulgação de outra delação, a da JBS, que resultou na prisão da irmã e o afastou preventivamente do mandato.

Nas escutas, autorizadas pela Justiça, o tucano aparece disparando telefonemas para discutir o trâmite de seus casos na Justiça, mas também em tentativas de “enquadrar” aliados, como o senador Zezé Perrella (PMDB-MG), e até na busca de uma ponte com o PT de Minas Gerais.

Em 17 de abril, ele ligou irritado para o governador paranaense Beto Richa (PSDB) exigindo que o chefe da Casa Civil do Paraná, Valdir Rossoni, apagasse um vídeo em que cobrava explicações do senador sobre a Odebrecht. “Ou ele arranca isso agora [e diz que] foi mal-entendido ou acabou aí entre a gente.”

Dois dias depois, Aécio reclamou com o deputado petista Gabriel Guimarães (MG) sobre um pedido de investigação feito por um outro integrante do PT no Estado. Disse que o momento “não é para fazer graça” e que cada um precisa administrar “os doidos de cada lado”.

“Entra nesse circuito hoje para ver se baixa essa bola”, disse Aécio, que pediu que o recado fosse dado ao governador Fernando Pimentel, do PT.

Procurado, Guimarães disse que ouve todos que o procuram para tratar de Minas.

ODEBRECHT

Em suas conversas com Andrea, Aécio costumava falar sobre as notícias que saíam sobre ele na imprensa a respeito da delação da Odebrecht –jornalista, a irmã do senador afastado cuidava da imagem dele desde sua época de governador de Minas.

Ele reclama com Andrea que, no artigo que iria enviar ao jornal, se preocupa só em se defender, em vez de propor “agenda” para o Brasil. “Não temos que responder tudo, Andrea, eu acho. Estão respondendo demais”, afirma, em um dos telefonemas.

Ela sugere em outra gravação que ele repense a participação do PSDB na reforma trabalhista, que para ela pode ser “um tiro no pé”.

No início de maio, o tucano defendeu junto ao líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer (SC), um “tratamento diferenciado” ao governo Michel Temer. Mas admitiu que nem para a legenda “o mar está para peixe” e preparava uma propaganda que enfatizava a renovação do partido –a peça publicitária de dez minutos, veiculada em 11 de maio, dedicou mais tempo à ministra Luislinda Valois (Direitos Humanos) que ao senador.

PF

Aécio também faz queixas ao diretor-geral da PF, Leandro Daiello, ao telefone. Ele falou sobre o acesso a outros depoimentos em inquérito que responde e diz que um delegado se recusa a fornecer os autos à sua defesa.

Ao falar da delação da Odebrecht com Romero Jucá (PMDB-RR), lamentou a “banalização geral da política”.

Apesar de toda a preocupação com os casos que estavam em andamento, o tucano acabou denunciado pela Procuradoria-Geral da República não em decorrência da delação da Odebrecht, mas da JBS. Apresentada na sexta-feira (2), a denúncia o acusa de corrupção passiva e obstrução à Justiça.

OUTRO LADO

Procurado, Aécio disse, por meio de sua assessoria, que não há nas gravações nenhum “fato indevido”. “Com autoridades e colegas de partido foram tratados temas referentes à atividade parlamentar e partidária”, disse.

A respeito da conversa com Daiello, o tucano afirma que na época já tinha obtido acesso aos autos por decisão judicial e que fez uma comunicação pessoal sobre o adiamento de seu depoimento.

Opinião dos leitores

  1. Se todos esses bandidos tivessem na cadeia, muita coisa já estava resolvida, pelo menos estávamos livre desses marginais.

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Política

Governo se mexe para barrar na Câmara denúncia da Procuradoria contra Temer

JOSIAS DE SOUZA

Convencidos de que o procurador-geral da República Rodrigo Janot prepara uma denúncia contra Michel Temer, os operadores políticos do governo se apressam em colocar de pé uma estratégia para barrar a iniciativa na Câmara. Antes de analisar a denúncia da Procuradoria e decidir se abre ou não uma ação penal contra o presidente, o Supremo Tribunal Federal terá de obter autorização de pelo menos dois terços da Câmara —342 votos dos 513 disponíveis.

Conforme já explicado aqui, a investigação que pode resultar na abertura de uma ação penal contra Temer segue uma coreografia muito parecida com o rito do impeachment que ceifou o mandato Dilma Rousseff. A diferença em relação ao crime de responsabilidade é que nos casos que envolvem crimes comuns, depois da autorização da Câmara, cabe ao Supremo julgar o presidente, não ao Senado. Temer é investigado por suspeita de corrupção, obstrução de Justiça e organização criminosa.

No papel, os deputados supostamente governistas somam 411 votos na Câmara. No mundo real, o governo não conseguiu reunir nem os 308 votos necessários à aprovação da emenda constitucional da reforma da Previdência. Porém, embora o presidente esteja politicametne debilitado, o Planalto está otimista quanto às chances de enterrar a denúncia de Janot. De fato, o desafio é maior para os adversários do que para Temer.

Diferentemente do que ocorre com a reforma da Previdência, na votação sobre a denúncia de Janot, os defensores do afastamento do presidente é que terão de colocar em plenário os 342 votos exigidos pela Constituição. Se tiver do seu lado 171 deputados, Temer prevalecerá na Câmara. E não precisa nem que seus aliados dêem as caras na sessão. A abstenção ou a simples ausência valem tanto quanto um voto contra a denúncia. O importante é não deixar que os partidários do ‘fora, Temer’ levem ao painel eletrônico os dois terços.

Resta saber como Temer se reposicionará em cena se o ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, filmado recebendo mala com propina de R$ 500 mil da JBS e preso no último sábado, fechar um acordo de delação premiada com a Procuradoria. Dilma Rousseff também imaginou que o condomínio governista, por majoritário, barraria o pedido que resultou na sua deposição pelo Senado. Mas o derretimento do poder petista foi tão avassalador que a autorização para abertura do processo de impeachment foi aprovado por 367 deputados —25 além do mínimo necessário.

Opinião dos leitores

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Judiciário

Advogado de Temer diz que Janot pode ter gravações para divulgar durante sessão do TSE

O Globo

Às vésperas do julgamento da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em sucessivas reuniões com aliados ontem e no sábado, o presidente Michel Temer tentou traçar cenários para a semana decisiva para seu governo. O Planalto dissemina um cenário no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pode até mesmo apresentar denúncia contra Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes mesmo de serem enviadas respostas do presidente aos questionamento do Ministério Público Federal, possibilidade descartada por procuradores ligados ao caso e ouvidos pelo GLOBO.

O advogado de Temer no TSE, Gustavo Guedes, afirmou estar preocupado com o surgimento de novos fatos relacionados à delação da JBS durante o julgamento da chapa Dilma-Temer, que começa amanhã. E diz que gravações podem estar guardadas para serem divulgadas durante os próximos dias. Com este discurso, o Planalto espera criar uma vacina para constranger eventuais movimentos de Janot neste período.

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Segurança

Chefe de organização criminosa do RN é preso no Ceará com R$ 31,9 mil em espécie

POR DIÁRIO DO NORDESTE

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, no início da tarde deste domingo (4), no KM 159, da BR-116, em Russas, um homem foragido da Justiça por tráfico de drogas. Ele seguia de Foz do Iguaçu, no Paraná, para Fortaleza.

Conforme a PRF, ele é acusado de integrar organização criminosa “Sindicato do Crimes”, responsável por financiar ataques em Rio Grande do Norte.

No momento da abordagem, o acusado se identificou aos policiais como Gilson Pontes Miranda, apresentando uma CNH, RG e CPF com tal identificação. Contudo, após verificação, a PRF detectou que os documentos eram falsos.

O nome verdadeiro do condutor é Gilson Miranda Silva. Além da documentação falsa, a polícia apreendeu a quantia de R$ 31,9 mil em cédulas de R$ 100 e R$ 50. Ele estava acompanhado de uma mulher cuja identidade não foi revelada pela PRF.

Organização criminosa

De acordo com o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP/RN), Gilson Miranda lidera um dos braços da organização criminosa “Sindicato do Crime” cujo patrimônio identificado chega a R$ 20 milhões. No grupo ainda estavam esposa, pais e irmãos.

A informação foi revelada durante entrevista coletiva que detalhou a Operação Medellín, desencadeada em setembro de 2016. Naquela ocasião, 14 pessoas foram presas, mas Gilson não foi encontrado. Ele já era foragido de outra operação no Rio Grande do Norte. O esquema liderado por ele pode ser visto aqui.

Além do crime de tráfico de drogas e ocultação de bens, Gilson Miranda é suspeito de ser o mandante do assassinato de outro homem.

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Política

Temer cogitou renunciar, mas Romero Jucá o fez mudar de ideia

Mesmo depois de dizer que não renunciaria, Temer conversou com aliados sobre a possibilidade de sair e convocar eleições gerais para novembro. Romero Jucá abortou a ideia: “Você vai renunciar a prazo?”.

Radar

Opinião dos leitores

    1. O pior é que todos eles continuaram lá por décadas, graças ao maravilhoso e inteligente povo brasileiro.

  1. Ficamos devendo essa ao senador Romero Juca seria mais um desastre para o Brasil a sai da do presidente TEMER. As coisas não podem serem analisadas na superficialidade .

    1. Este PMDB, o GOVERNO TEMER, está mais pior do que o PT. O que esta para o povo brasileiro é a renúncia do atual governo.
      FORA TEMER! ELEIÇÕES INDIRETAS JÁ!

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Política

Política para a População em Situação de Rua ainda não foi implementada no Rio

Cerca de oito anos depois de sua criação, a Política Nacional para a População em Situação de Rua ainda não foi implementada na cidade do Rio de Janeiro. A política foi criada em 2009 e estabelece as diretrizes para garantir direitos e a dignidade dessas pessoas, que têm em comum a pobreza extrema, os vínculos familiares interrompidos ou fragilizados e a inexistência de moradia convencional regular.

Enquanto isso, a população em situação de Rua triplicou entre 2014 e 2016, segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos. Até o ano passado, eram pouco mais de 14,2 mil pessoas dormindo em calçadas da capital fluminense, número que continua aumentando em 2017.

Para a defensora pública Carla Beatriz Nunes Maia, do Núcleo de Defesa dos Direitos Humanos (Nudedh), o mecanismo garante a institucionalização das ações voltadas para esse público e dá robustez e eficácia às políticas públicas. “A política [nacional] prevê financiamentos federais e outros convênios. Também prevê o Comitê Gestor Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento no município, que é fundamental para que se criem soluções em larga escala para esse setor”.

A coordenadora estadual do Movimento Nacional de População em Situação de Rua no Rio de Janeiro, Maralice dos Santos, tem esperança de que as pessoas em situação de rua possam finalmente participar da elaboração e implementação de políticas para elas.

“Poderíamos fazer um grande trabalho com todas as secretarias, em prol dessa população. Os usuários também teriam participação fundamental, porque quem sabe das necessidades da gente é a gente, não precisamos que ninguém fale por nós”, contou ela, que morou na rua por três anos e hoje, formada em assistência social, vive na casa de uma amiga.

Maralice contou que fez contato com diferentes representantes da gestão passada da prefeitura para solicitar a instalação do comitê, mas só ouviu promessas. “Ficaram me cozinhando, acabou o mandato e eles não criaram o comitê”, lamentou.

À frente da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos há cinco meses, Teresa Bergher reconheceu que a política nacional é importante, mas disse que a prefeitura ainda não tem prazo para implementá-la, nem para criar o comitê. “Há muito a ser feito, temos que estudar isso, mas ainda não temos data definida para que haja essa adequação”.

Parcerias pontuais

Apesar da falta de institucionalização das ações para o público em situação de rua, algumas iniciativas em parceria com organizações não-governamentais (ONGs) e órgãos governamentais têm surtido resultados animadores. Uma delas é a Ronda DH, que percorre a capital fluminense e verifica se a população de rua sofre violência por parte dos órgãos de repressão governamentais. O projeto, criado há cerca de um ano, é fruto de parceria entre ONGs, a Ordem dos Advogados do Brasil e as defensorias estadual e federal.

Outro exemplo é o trabalho extrajudicial realizado pela Defensoria municipal para envolver agentes da Guarda Municipal e da Secretaria de Ordem Pública nas questões relacionadas a essa população. “Agentes públicos que outrora agrediam essas pessoas, hoje são nossos parceiros. Eles participam do Grupo de Trabalho para dinamizar as políticas de acesso à documentação e saúde mental. Estamos alcançando resultados únicos”, comentou a defensora Carla. Eles também estão articulando um curso de capacitação dos guardas municipais para melhor atender esses cidadãos.

A parceria inédita com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação também vai possibilitar que pessoas em situação de rua sejam capacitadas para o mercado de trabalho e incluídas no Sistema Nacional de Emprego. O curso tem duração de um mês e a primeira turma tem 12 alunos, dentre eles, André Lima, 38 anos, e Claudio do Nascimento, 45 anos.

 

Veja a matéria completa da Agência Brasil AQUI

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Política

Mesmo se condenado pelo TSE, Temer pode adiar saída da Presidência; entenda

Mesmo se condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no julgamento que será retomado na próxima terça-feira (6), o presidente Michel Temer tem a possibilidade de prolongar a permanência no cargo por meio dos recursos judiciais disponíveis.

Usualmente, a punição nesse tipo de ação é a perda do mandato e o impedimento de se candidatar pelos oito anos seguintes à eleição questionada.

Advogados e juristas consultados pelo G1, no entanto, apontaram várias formas de se contestar uma eventual condenação e com isso ao menos adiar, provisoriamente, a eventual saída do cargo.

Apresentada em 2014 pelo PSDB, a ação aponta abuso de poder político e econômico na disputa que elegeu a ex-presidente Dilma Rousseff e Temer como vice.

A principal acusação é a de que a campanha foi abastecida com propina de empreiteiras contratadas pela Petrobras.

A defesa de Temer argumenta que ele não pode ser punido porque não era responsável pela captação de recursos da campanha, função exercida à época pelo atual prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT).

Para reforçar essa tese, informou que o PMDB abriu uma conta separada para receitas e despesas exclusivas de sua candidatura à vice-presidência.

A expectativa dos advogados de defesa é que a conduta de Temer seja separada da conduta da ex-presidente Dilma Rousseff.

Mas, mesmo se Temer também for considerado culpado, a defesa terá algumas opções para evitar que ele deixe a cadeira de presidente.

G1

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Política

Quanto vale a vida de Rodrigo Rocha Loures?

Por Vicente Nunes – Correio Braziliense

Muita gente vem se perguntando quanto vale a vida do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures, preso neste sábado, 3 de junho, pela Polícia Federal. Se abrir a boca, Loures derruba de vez o governo de Michel Temer. Loures é uma das pessoas mais próximas de Temer e é acusado de receber R$ 500 mil por semana em propina paga pelo grupo JBS. Ele foi filmado pela PF recebendo os recursos oriundos da corrupção.

Por precaução, Loures está preso, sozinho, em uma cela de nove metros quadrados na sede da Polícia Federal, em Brasília. Na segunda-feira, o ex-deputado e ex-assessor especial de Temer será transferido para o presídio da Papuda. Ele ficará em uma ala na qual ficam presos em situação de vulnerabilidades. Não é por acaso. “Teme-se que Loures possa ser morto. Há um governo que depende dele para continuar”, explicar um policial federal.

Loures, a princípio, não está disposto a fazer delação premiada. A mulher dele é favorável à delação. O pai dele, um empresário, é contra. A delação, no entanto, vai depender do estado emocional do ex-deputado. Caso se sinta sozinho, abandonado por todos, sobretudo por Temer, pode, sim, abrir a boca. E Loures sabe muito, muito mesmo.

A Polícia Federal tem a exata noção do quanto Loures é precioso. Por isso, montou todo um esquema de segurança para proteger a vida dele. Ele é suspeito de intermediar muitos negócios escusos no governo. Fala-se, na Esplanada dos Ministérios, que o ex-assessor de Temer vendia informações privilegiadas ao mercado financeiro. Inclusive, vários pontos da reforma da Previdência Social teriam sido fechados com representantes de instituições financeiras.

Uma fonte do Palácio do Planalto diz que vários encontros de Loures com integrantes do mercado financeiro não constam na agenda oficial dele. Isso, inclusive, está sendo investigado pela Polícia Federal. Os depoimentos do ex-deputado serão muito importantes para se chegar aos integrantes do mercado que tinham trânsito livre no Planalto.

Opinião dos leitores

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Política

Aloysio Nunes chama jovens do PSDB de “cabeças de vento”

O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) durante reunião extraordinária na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, em Brasília (DF) - 08/04/2014

Pouco diplomático, Aloysio Nunes vem chamando os “cabeças pretas” do PSDB (os deputados mais jovens da legenda) de “cabeças de vento”. Essa ala defende o abandono do governo.

 

Radar

Opinião dos leitores

    1. Comunista que é aplaudido pelos "patos amarelhos" e o MBL por atacar os países bolivarianos?!

    2. Esses "militontos" petistas são mesmo incapazes de separar a coisas. Criticar os ditadores bolivarianos será sempre uma atitude correta, não importa de quem parta. Quanto ao esquerdismo do PSDB é o chamado "socialismo fabiano" e o senador Aloysio, assim como FHC e outros mais, foi exilado político na época dos governos militares. A história não muda conforme o gosto das pessoas, "cumpanhero".

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