A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira, 2, revogar a prisão preventiva do ex-ministro José Dirceu, preso desde agosto de 2015 na Operação Lava Jato. O resultado do julgamento, por 3 votos a 2, marcou uma nova derrota para o ministro Edson Fachin, relator da operação na Corte, e para a investigação conduzida pela força-tarefa em Curitiba.
A decisão sobre Dirceu é a quarta prisão de alvos da Lava Jato ou de seus desdobramentos revogada por ministros da Corte em uma semana. Além de nova derrota para a Lava Jato, o julgamento evidenciou uma espécie de disputa velada que vem sendo travada entre os procuradores, o juiz Sérgio Moro, e alguns ministros sobre o entendimento em relação a prisões preventivas. Para investigadores, o sinal foi claro de que outros presos devem ser soltos.
Na manhã desta terça-feira, antes de o habeas corpus de Dirceu ser julgado no Supremo, a Procuradoria da República no Paraná apresentou uma nova denúncia contra o ex-ministro por lavagem de dinheiro. A acusação formal, a terceira contra o petista, foi antecipada para que coincidisse com a apreciação do recurso no Supremo.
O ministro Gilmar Mendes, que foi favorável à liberdade de Dirceu, criticou a “manobra” e acusou os procuradores de tentar pressionar o Supremo.
A decisão de soltar Dirceu, segundo investigadores, também pode influenciar futuras tratativas para delações premiadas de alvos da Lava Jato. Estão presos em Curitiba o ex-ministro Antonio Palocci, o deputado cassado Eduardo Cunha, o ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, o operador Adir Assad e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari. Parte deles, de algum forma, já deu sinais de que podem negociar um acordo. Nesta terça-feira, a defesa de Palocci já entrou com um novo pedido de liberdade ao Supremo.
Restrições. Pela decisão do STF sobre Dirceu, o juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Criminal em Curitiba, deverá determinar quais medidas cautelares serão impostas ao ex-ministro em substituição à prisão.
Além de Gilmar, que desempatou o julgamento, votaram pela soltura do petista os ministros Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski. O relator da Lava Jato, Edson Fachin, e o decano do STF, ministro Celso de Mello, votaram pela manutenção da prisão.
Na semana passada, a 2.ª Turma do STF decidiu soltar o pecuarista José Carlos Bumlai e o ex-tesoureiro do PP João Cláudio Genu. Na ocasião, Fachin também foi vencido. “Este é um caso complexo e triste da nossa própria história. Não podemos nos ater à aparente vilania dos envolvidos para decidir acerca da prisão processual”, disse Gilmar.
A favor da manutenção da prisão, Fachin alegou que a medida “encontra-se plenamente justificada pela lei e pela jurisprudência desta Corte”. Fachin afirmou que Dirceu praticou crimes investigados pela Lava Jato durante o julgamento do mensalão, no qual foi condenado.
“Mais que isso, o paciente não teria sido dissuadido sequer pela condenação”, disse o relator da Lava Jato /
ESTADÃO – COLABORARAM FÁBIO SERAPIÃO e FAUSTO MACEDO
Agora com essa segunda turma do STF ninguém mas fica preso..vejam gilmar..tofolli e lewndovski turma da pesada…..delação de ratos pra que??
Lavajato foi gopeada e mas uma vez o Brasil perde e nossa geração também.
… Mas deixa está. .. Uma hora dessas a lava jato estará batendo às portas do judiciário. .. O medo por lá deve esta grande…
O que vou dizer a meus filhos?
Na prática o STF está dizendo que condenação em primeira instancia E NADA é a MESMA COISA.
Foi condenado, mas tem que ficar em liberdade para esperar o resultado do recurso. Pena que isso só tenha validade para ricos e poderosos, ladrão de galinha fica mesmo preso. O STF tem contribuído passando a sensação de impunidade e que a balança da justiça, não é CEGA e não tem o mesmo PESO.
Quem aposta que logo Palocci será solto e Cunha continuará preso?
Cadê a turma recursal da justiça federal que não julga logo essa turma da lava jato?
Onde ficam aqueles que sabem que essa decisão só tem cunho político?
A turma da esquerda esta enlouquecida e AMANDO Gilmar Mendes, querem até que Lula seja julgado por ele a partir de hoje.
Na prática o STF está dizendo que condenação em primeira instancia E NADA é a MESMA COISA.
Foi condenado, mas tem que ficar em liberdade para esperar o resultado do recurso. Pena que isso só tenha validade para ricos e poderosos, ladrão de galinha fica mesmo preso. O STF tem contribuído passando a sensação de impunidade e que a balança da justiça, não é sega e não tem o mesmo peso.
Quem aposta que logo Palocci será solto e Cunha continuará preso?
Cadê a turma recursal da justiça federal que não julga logo essa turma da lava jato?
Que abra o jogo logo!
O objetivo foi atingido com a liberdade de Dirceu, o silêncio de Palocci.
Parece que uma possível delação de Palocci seria mais catastrófica de todos os 77 diretores da odebrecht juntos. Segundo os boatos, levaria para dentro da lava jato, bancos e juristas de tribunais superiores. Assim a providencia foi tomada e soltaram José Dirceu como sinal para Palocci ficar calmo que a hora da liberdade dele estaria próxima.
É flagrante que Dirceu não pode ficar solto, ele foi condenado pelo mensalão e mesmo assim continuou atuando no petrolão, crime continuado, e pior, da mesma natureza. Mais uma vez membros do STF rasgam a legislação para favorecer um petista. E não será a última vez que presenciaremos esse tribunal de exceção em favor do PT. Já foram SOLTOS os seguintes CORRUPTOS do PT: Bumlai, Genu, Eike e agora Dirceu. Deve vir por ai Palocci. Mas Cunha vai apodrecer na cadeia, afinal ele contrariou o PT.
Com a lava jato batendo na porta do judiciário, já eram esperadas essas derrotas!!! O judiciário é o único capaz de colocar o país a limpo, mas está intimamente ligado ao executivo… só pratica sua independência qdo o assunto é salário e auxílios isento de impostos!!
Até cabaré é mais sério que esse STFarsa,agora será uma corda de caranguejo,sairão todos ,VERGONHA NACIONAL
Delatar pra que! Já não precisa mais. O STF solta sem precisar falar averdade, é uma quadrilha organizada que existe nesse país. A sociedade deveria ir pras ruas protestar contra essas safadezas.