Depois de quatro meses na cadeia, o empresário Rychardson Macedo, preso durante a operação Pecado Capital, deflagrada pelo Ministério Público com apoio da Polícia Militar, foi solto. A decisão de revogar a prisão por excesso de prazo foi dada por desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5)
Rychrdson foi preso em 12 de setembro durante a operação Pecado Capital, que descobriu um grande esquema de irregularidades e de desvio dentro do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem), durante 2007 e 2010, anos em que ele era diretor do órgão. Para o MP, Rychardson era o responsável por liderar e manter o esquema criminoso.
O processo foi iniciado no Tribunal de Justiça com a entrega da denúncia crime do MP, mas ele terminou sendo remetido para a Justiça Federal por ser um órgão mantido financeiramente pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
Seis pessoas foram presas ou por participação ou por oferecerem riscos ao andamento do processo judicial, mas apenas Rychardson continuou preso, apesar dos esforços da defesa em tentar soltá-lo através de habeas corpus.
Familiares de Daniel Vorcaro procuraram, na última semana, escritórios de advocacia em Brasília em busca de um novo advogado para assumir a defesa do empresário e dono do Banco Master.
Segundo informações da CNN, a estratégia tem como objetivo avançar nas negociações de um acordo de delação premiada. Vorcaro prepara uma terceira proposta de colaboração após duas tentativas terem sido rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República.
Pessoas próximas afirmam que a possibilidade de retorno à prisão levou o empresário a buscar reforço jurídico e acelerar as tratativas com as autoridades, de acordo com informações do blog da jornalista Larissa Rodrigues, da CNN Brasil.
Atualmente, a defesa é conduzida por Sérgio Leonardo, ex-presidente da OAB de Minas Gerais. Antes dele, Vorcaro já havia trocado de advogado em outras duas ocasiões.
De acordo com aliados, a nova proposta deverá incluir documentos e informações considerados mais consistentes. A expectativa é de que o material seja entregue à Polícia Federal nos próximos dias.
Nos bastidores, Vorcaro avalia que houve resistência das autoridades em relação ao conteúdo apresentado até agora. Já investigadores afirmam que qualquer eventual acordo dependerá da apresentação de informações relevantes, comprovadas e abrangentes.
Integrantes da Polícia Federal também demonstram cautela sobre a possibilidade de a nova proposta trazer elementos inéditos em relação às tentativas anteriores.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou neste sábado (20) que o trabalhador brasileiro não estaria conseguindo mais comprar carne no país.
Durante a declaração, ele disse que “sobrou a linguiça” para a população, em uma referência ao cenário econômico e ao consumo das famílias.
A fala também fez menção indireta à promessa feita em 2022 pelo presidente Lula (PT), quando afirmou que itens como picanha e cerveja estariam mais acessíveis.
Flávio Bolsonaro, senador pelo Rio de Janeiro, é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e tem sido um dos principais nomes da oposição no Senado.
A declaração foi feita em tom de crítica ao cenário econômico e à dificuldade de compra de alimentos básicos relatada por parte da população brasileira.
Um ex-servidor da Polícia Civil teve a casa invadida por criminosos durante a madrugada, em Jucurutu, no Seridó potiguar. De acordo com a Polícia Militar, cerca de R$ 5.800 em dinheiro foram levados da residência durante a ação criminosa.
A vítima relatou ter sido surpreendida dentro de casa. Ele afirmou não ter conseguido identificar os suspeitos. O homem também informou possuir problemas de visão, o que dificultou a percepção de detalhes da invasão.
Um ponto que chamou atenção dos policiais é que os criminosos teriam ido diretamente ao local onde o dinheiro estava guardado, o que levanta a suspeita de que eles já tinham conhecimento prévio da quantia.
O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, afirmou que o Brasil está crescendo abaixo da média da América Latina ao comentar um ranking de projeções econômicas divulgado pelo Banco Mundial em abril.
Em publicação nas redes sociais, ele compartilhou um gráfico que coloca o Brasil na 14ª posição entre países da região, com crescimento estimado em 1,6%, atrás de Paraguai (4,4%), Panamá (3,9%), Guatemala (3,7%) e Argentina (3,6%).
“Olha só a posição do Brasil. Somos um dos maiores países do mundo em território, população, recursos naturais e potencial econômico. Mesmo assim, continuamos atrás de nações muito menores”, lamentou.
Em outro trecho, Hang criticou o ambiente econômico e a condução das políticas públicas:
“Eu viajo pelo mundo todo e percebo o quanto ainda temos para fazer. O Brasil tem tudo para liderar essa lista, mas precisamos controlar os gastos públicos, fortalecer a economia e incentivar quem produz. Infelizmente, no nosso país, muitas vezes quem trabalha, empreende e gera empregos acaba sendo punido por uma carga excessiva de impostos e burocracia”, disse.
O empresário também citou exemplos internacionais de reformas econômicas e segurança pública como El Salvador e Argentina, que, segundo ele ,enfrentavam enormes dificuldades e que decidiram mudar de rumo.
“El Salvador saiu de uma das maiores taxas de homicídio do mundo, e hoje os índices estão de 1 homicídio por 100 mil habitantes. Já a Argentina vem implementando reformas econômicas profundas para combater a inflação e recuperar a confiança dos investidores. Isso mostra que, quando existe coragem para enfrentar os problemas e fazer as mudanças necessárias, os resultados aparecem”, destacou Hang.
Segundo relatório do Banco Mundial sobre a América Latina e o Caribe, a Argentina aparece como destaque na região, enquanto Brasil e México enfrentam perda de dinamismo em meio a “condições financeiras internas restritivas, espaço fiscal limitado e incerteza em relação à política comercial”.
O organismo projeta crescimento de 3,6% para a Argentina em 2026, enquanto estima expansão de 2,2% para a economia brasileira.
O estudo também aponta que a região segue com crescimento “limitado”, com renda per capita praticamente estagnada em diversos países.
Sobre a Argentina, o relatório destaca o impacto de ajustes fiscais e reformas econômicas conduzidas pelo governo de Javier Milei.
Já em relação ao Brasil, o Banco Mundial cita entraves ligados a juros elevados, incertezas econômicas e restrição fiscal, que afetam crédito, investimentos e consumo.
Durante a transmissão da partida entre Alemanha e Costa do Marfim, pela segunda rodada da Copa do Mundo, uma cena inesperada interrompeu momentaneamente o clima da cobertura esportiva.
A equipe da GE TV, da Globo, entrevistava torcedores alemães que acompanhavam o jogo no Brasil quando uma mulher apareceu no enquadramento.
Sem relação com a entrevista, ela fez críticas diretas ao presidente Lula (PT), chamando-o de “ladrão” e gritando “Lula fora” durante a transmissão ao vivo.
A fala surpreendeu os apresentadores e os demais torcedores que participavam da reportagem no momento.
Uma mulher ficou ferida após um acidente de moto na BR-101, em Natal, e aguardou mais de 2 horas pelo atendimento do Samu neste sábado (20). O acidente aconteceu após o condutor da moto perder o controle ao passar sobre uma tampa de bueiro desnivelada na pista.
O Corpo de Bombeiros realizou o primeiro atendimento ainda no trecho da rodovia. O condutor da moto foi socorrido e encaminhado ao Hospital Walfredo Gurgel.
A mulher ferida permaneceu no local aguardando atendimento do Samu. Segundo informações do Portal da Tropical, a vítima ficou cerca de 2h20 à espera de uma ambulância.
Diante da demora, o Corpo de Bombeiros retornou ao local do acidente e socorreu a mulher. Pouco depois, uma unidade do Samu chegou ao local.
A Polícia Civil identificou um terceiro suspeito de participação no atentado que matou o assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais e deixou ferido o vereador Cabo Deyvison (PL), em Mossoró. O crime aconteceu por volta das 22h da última segunda-feira (15), em frente à UPA do Alto de São Mateus.
Segundo a investigação, foram reunidos elementos que apontam o envolvimento de Wilson Mariano da Silva Filho na ação criminosa. Com base nas evidências coletadas, a Polícia Civil solicitou a prisão preventiva do investigado.
A medida foi autorizada pela Justiça. No entanto, o suspeito não foi localizado e é considerado foragido pelas forças de segurança.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso, identificar outros possíveis envolvidos e responsabilizar autores, coautores e eventuais mandantes do crime.
A corporação pede a colaboração da população para localizar o investigado. Informações que possam ajudar nas investigações ou indicar o paradeiro do suspeito podem ser repassadas, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181. O sigilo é garantido.
O vereador de Mossoró, Cabo Deyvison (PL), afirmou que não pretende deixar a vida pública após ter sido alvo de um atentado que resultou na morte de seu assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais e o deixou ferido. O crime aconteceu por volta das 22h da última segunda-feira (15), em frente à UPA do Alto de São Mateus, em Mossoró.
Em entrevista à Tribuna do Norte, ele disse que o episódio aumentou sua vontade de continuar na política e seguir defendendo suas posições.
Sobre as possíveis motivações do crime, o vereador afirmou que todas as linhas de investigação devem ser consideradas. Segundo ele, sua atuação no combate ao crime organizado pode ter relação com o caso e precisa ser apurada.
“Fui atacado em razão da minha atuação pública, e todas as linhas de investigação devem ser aprofundadas até que a verdade seja completamente esclarecida”, disse.
Cabo Deyvison também afirmou concordar que não se deve descartar motivações políticas ou empresariais. Para ele, a investigação deve seguir sem conclusões antecipadas.
O parlamentar disse confiar no trabalho das forças de segurança e acredita que todos os envolvidos, inclusive possíveis mandantes, serão identificados.
Mesmo após o atentado, ele afirmou que mantém a intenção de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Segundo ele, não vai permitir que a violência mude seus planos políticos.
Durante a entrevista, o vereador destacou que o caso mostra a gravidade do crime organizado no Rio Grande do Norte e defendeu o fortalecimento da segurança e da inteligência policial.
Ele também fez um apelo para que a violência não faça parte da política, afirmando que divergências devem ser resolvidas pelo debate e pelas instituições.
Por fim, disse que o atentado não mudou sua disposição de seguir na vida pública e que o episódio reforçou sua responsabilidade com os eleitores.
O Rio Grande do Norte tem cerca de R$ 771,8 milhões em créditos previdenciários que poderiam reforçar as contas do Estado, mas esse dinheiro ainda não foi liberado. As informações são da Tribuna do Norte.
Segundo dados do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado (IPERN), esses valores estão travados por três motivos principais: análises do INSS e da Dataprev e falta de documentos antigos.
Do total, aproximadamente R$ 413,2 milhões ainda estão em análise pelos órgãos federais. Outros R$ 358,6 milhões dependem da regularização de documentos para que possam ser pagos.
O IPERN informa que cerca de R$ 400 milhões podem ser liberados já em 2026, caso os processos avancem e as exigências sejam cumpridas.
O principal problema, segundo o presidente do órgão, Nereu Linhares, é a dificuldade de encontrar documentos antigos que comprovem as contribuições de servidores ao longo dos anos.
Há casos que envolvem registros das décadas de 1980 e 1990. Em muitos deles, os arquivos foram perdidos ou descartados, o que dificulta a validação exigida pelas regras atuais.
O instituto alerta ainda que parte desses valores pode ser perdida por prescrição. Pela lei, os pedidos precisam ser feitos dentro de cinco anos após a aposentadoria.
Esse tipo de crédito funciona como um acerto entre o Estado e o governo federal. Quando o servidor contribui para o INSS e se aposenta pelo Estado, a União deve repassar recursos ao governo estadual.
Mesmo com os repasses, o RN recebeu em 2025 o maior valor já registrado nessa compensação: R$ 115 milhões.
Ainda assim, o montante não cobre o déficit da previdência estadual, que chega a cerca de R$ 147 milhões por mês, segundo o IPERN.
Na prática, a demora na liberação desses recursos mantém pressão sobre as contas públicas e pode aumentar a necessidade de aportes do Tesouro estadual para cobrir o rombo da previdência.
Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (20) mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de desaprovação e 48% de aprovação entre os brasileiros.
Os números indicam estabilidade em relação ao levantamento anterior, realizado no fim de maio, quando tanto a aprovação quanto a desaprovação estavam em 48%.
O levantamento foi realizado antes da divulgação completa dos desdobramentos da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve como alvo o senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado.
A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-09956/2026 e ouviu 2.004 pessoas em 139 municípios entre os dias 17 e 18 de junho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
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