Saúde

‘Peguei covid fazendo swing’: a reação dos frequentadores após interdição de boate de sexo no RJ com 300 pessoas

Foto: Reprodução/Prefeitura do Rio

Uma boate dedicada a encontros íntimos entre casais que reunia mais de 300 pessoas, no Rio de Janeiro, foi interditada. Localizada em um casarão em uma avenida discreta na Barra da Tijuca, a Asha Club é uma “balada liberal”, ou casa de “swing” — como é conhecida internacionalmente a prática de sexo entre casais ou trocas de parceiros.

O estabelecimento foi multado e fechado por tempo indeterminado pela Vigilância Sanitária “devido a aglomeração”, segundo a Prefeitura. A BBC News Brasil enviou questionamentos aos responsáveis pela Asha Club, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

O episódio lança luz sobre uma prática que atrai muitos adeptos no Brasil, mas é cercada de tabus e controvérsia, especialmente quando isso acontece em meio a uma pandemia, com uma série de restrições impostas por governos para conter a circulação do coronavírus.

“Ninguém usava (máscara), eu só levava na bolsa mesmo”, diz à BBC News Brasil Andrea*, que frequentava a Asha Club. “Ninguém pensa nisso na hora. Eu particularmente não penso, é o tempo todo abaixando máscara, tirando máscara, máscara cai, pega a máscara de volta… A vontade, o gostar, o desejo e o prazer — essas coisas falam mais alto para mim do que o distanciamento.”

Ela se diz frustrada com o fim das festas, mas reconhece que a interdição foi prudente. “Pra ser sincera, acho que não tem como fazer swing na pandemia. Eu não respeito isso, mas acho que não tem como (fazer) de forma alguma, nem se diminuir a capacidade (da casa), nem se usar álcool, porque as coisas são muito frenéticas lá dentro. O beijo rola o tempo todo, as mãos, o sexo.”

“Eu não gostei (do fechamento), mas a gente tem que aceitar”, avalia. “É a minha diversão e a de muita gente, mas acho que eles estão certos. E a vacina já está aí, daqui a pouco a gente vai tomar, vai ficar tudo bem, aí volta tudo de novo.”

É importante ressaltar que, segundo autoridades de saúde, mesmo vacinadas, as pessoas ainda podem transmitir o vírus e devem manter o distanciamento físico e o uso de máscaras até que uma parcela suficiente da população esteja vacinada e a pandemia seja controlada, com números de casos e mortes bem reduzidos — o que não é o caso do Brasil.

A visão dos frequentadores

Além de Andrea, a BBC News Brasil ouviu outros frequentadores da boate que foi fechada e que costumam ir a festas de swing privadas e outros estabelecimentos do tipo que seguem funcionando.

Todos apoiam o fechamento e concordam que a prática contradiz medidas de controle do coronavírus — e seus depoimentos também revelam questões pouco discutidas sobre o tema, desde a maior sensação de segurança das mulheres nestes espaços em relação ao outros locais que frequentam no dia-a-dia até o senso de comunidade e aceitação que muitos dizem encontrar na cena “swinger”.

Mauro* era um frequentador assíduo da Asha Club. Após visitarem a casa na semana anterior, já vacinados, ele e a companheira planejavam participar do evento interrompido pela Prefeitura do Rio, mas cancelaram os planos após um contratempo.

A sua história pessoal ilustra a contradição entre pandemia e swing. “A gente não estava indo. Em dezembro, meio que demos uma afrouxada e fomos curtir a casa. Ficamos doentes. Foi meio que instantâneo, a gente não estava indo para lugar nenhum, passamos o ano passado todo sem fazer nada, e aí, no momento em que a gente voltou a curtir alguma coisa, ficamos doentes.”

Dias depois da visita, ambos confirmaram que tinham contraído o coronavírus. “Comecei a sentir todos os sintomas, muita febre, garganta inflamada e tal. Fiquei bem mal, e aí paramos de frequentar.”

Hoje, ele defende medidas duras de fiscalização e diz que as casas deveriam exigir comprovantes de vacinação, além de oferecerem espaços mais arejados. “Na casa de swing, você tem relação com pessoas de vários lugares, Estados e países.”

Enquanto o Brasil é criticado internacionalmente pela falta de uma legislação clara definindo restrições nacionais para conter a doença, as principais autoridades mundiais de saúde apontam que não existe tratamento comprovadamente eficaz contra a covid-19 — eficazes são as medidas para não contrair o vírus, como distanciamento físico, uso de máscara e lavagem de mãos.

Todas as práticas recomendadas se mostram inviáveis em casas de swing, onde a proximidade entre os presentes é constante. Além disso, as vacinas contra a covid-19 ajudam a evitar infecções, mas são mais eficazes para prevenir os quadros mais graves da doença ou mortes.

Até a publicação desta reportagem, 42,5% dos brasileiros haviam recebido uma dose de vacina. Os totalmente imunizados — com duas doses ou dose única — representavam 16,2%.

Preocupação e prazer

Juliana*, outra frequentadora da Asha Club, estima em “trezentas, quatrocentas” o número de pessoas que encontrou quando visitou a casa em meio à pandemia.

Ela conta que, por conta do trabalho, faz testes de covid-19 a cada três dias. “(Por isso) quanto a mim, eu sempre estive despreocupada. Mas é claro que você tem aquela preocupaçãozinha com os outros, mas não deixa de ir, né? Eu acho que a gente devia se preocupar sim, mas a realidade é que a gente não se preocupa. Depois que está lá dentro, a gente meio que esquece.”

Autoridades alertam que testes rápidos, como os que são muitas vezes usados nestes casos, não podem ser empregados isoladamente para confirmar se uma pessoa tem ou não coronavírus. A eficácia dos testes rápidos também varia de marca para marca e é afetada conforme o intervalo entre o contágio e o teste, que não envolve análise em laboratório e tem resultado entre 15 e 30 minutos.

A Organização Pan-Americana da Saúde não recomenda sua aplicação em pessoas sem os sintomas mais conhecidos da doença, como febre, tosse contínua, dor de cabeça e perda ou mudança de olfato e paladar.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em nota técnica, aponta que os “testes rápidos para pesquisa de antígenos não substituem o PCR-RT, considerado o padrão ouro para diagnóstico da infecção pelo vírus da covid-19.” Vale lembrar que mesmo os testes de covid-19 laboratoriais podem falhar em detectar o vírus.

Juliana conta que está afastada da prática há alguns meses. Diz apoiar o aumento da fiscalização, mas aponta o que, em sua opinião, há contradições nas políticas públicas de controle da pandemia.

“Se as casas de festas normais estão funcionando, acho hipocrisia fechar a Asha. Porque tudo que você faz na Asha, você faz numa boate normal. A diferença é que as vezes você sai de lá e vai transar em outro lugar. Então, se ela tem um protocolo a seguir e não está seguindo, com certeza tem que ser fechada. E botar 300 pessoas dentro de uma casa não é seguir protocolo.”

Carlos* também costumava ir à Asha e diz ser “contra estar num ambiente fechado sem proteção”. “É o mesmo que frequentarmos estes clubes e nos relacionarmos sem preservativo. Não tem nexo”, diz.

Procurada, a Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura do Rio informou que um decreto em vigor desde 8 de julho — as normas têm sido renovadas conforme a avaliação semanal das taxas de transmissão do vírus na cidade — suspende o “funcionamento de boates, danceterias e salões de dança” na capital fluminense e esclarece que por isso a casa de swing foi interditada.

Além destes espaços, “festas que necessitem de autorização transitória, em áreas públicas e particulares” também estão proibidas. Já “casas de espetáculo e concerto e as apresentações artísticas em espaços de eventos” estão permitidas se não houver filas de espera, aglomerações na entrada e saída, e limite de 40% da lotação máxima em espaços fechados, e 60% em locais abertos. Distanciamento mínimo de 1,5m é exigido entre os presentes” — outro item não respeitado na boate interditada.

“Na verdade, acho que o que falta é fiscalização”, afirma Juliana.

A Secretaria de Ordem Pública afirma que, desde o início do ano, 151 festas e eventos clandestinos foram encerrados no Rio de Janeiro.

‘Mais respeitoso que Carnaval ou transporte público’

Como outros entrevistados, Juliana enfatiza que as festas não se resumem a sexo ou encontros fortuitos. “Numa balada liberal, a diferença é o respeito. Hoje, como mulher, você vai a uma boate ou outros lugares os caras não respeitam. Eles te pegam, eles te apertam, eles te passam a mão e muitas vezes você se aborrece. Por esses constrangimentos eu nunca passei por isso numa casa de swing”, diz.

“Então, muitas vezes, eu prefiro ir pra uma casa de swing pra curtir a minha noite mesmo sem sexo, sabendo que eu vou ser respeitada, do que ir para uma balada normal, sabendo que vou me aborrecer.”

Andrea concorda e explica o que a atrai para a cena de swing. “É um lugar mais respeitoso do que o Carnaval de rua, do que o transporte público, do que uma casa de shows normal. Não, você não é obrigada a nada — nem lá e nem em lugar nenhum. A gente nunca é obrigada a fazer nada”, diz. “Se você disse não, é não. E se você disse sim, vamos ser felizes e desfrutar de muito prazer.”

Mauro traz a perspectiva masculina sobre o tema. “O swing nunca vai contra a vontade da mulher, ele acontece justamente se a mulher quiser, se ela tiver vontade, se ela estiver confortável. Na minha relação é assim, e para muitos casais que eu conheço e que são adeptos a esse tipo de vida é assim, tem que ser em comum acordo para as duas partes, com muito diálogo”, diz. “Se não houver respeito, nada acontece.”

Carlos descreve em detalhes o espaço agora lacrado pelas autoridades. “São três ambientes, sendo o primeiro andar com uma pista de dança com mesas e cadeiras, a mesa do DJ, dois poledances e o open bar. Passando pela pista de dança, têm as cabines, que são os lugares onde existem as brincadeiras”, diz.

“Já no segundo andar têm vários quartos, seguranças e a pessoa que fica limpando o tempo todo os ambientes. Além dos quartos lá em cima, tem uma sala muito grande com duas camas imensas e com colchões de borracha iguais aos dos hospitais, com vários casais fazendo sexo, sendo que ninguém toca em ninguém sem consentimento.”

Todos os entrevistados descrevem a prática do swing como algo que vai além do sexo e também tem a ver com um espírito comunitário.

“Tem um casal que marquei de conhecer lá, mas acabou que nada rolou, só ficou na amizade mesmo, e somos amigos até hoje. Tem grupo no WhatsApp, é um ajudando o outro, não só sobre sexo e essas coisas, não. Tem amizade também, tem companheirismo. Tem hora que a gente está triste e procura aquela amiga para conversar. É meio que uma comunidade mesmo”, diz Andrea.

Já Juliana diz valorizar estes ambientes por serem locais onde “as mulheres comandam”. “As pessoas têm preconceito e eu também tinha esse preconceito. Quando minha amiga me chamou pela primeira vez eu fiquei meio assim, ‘nossa, vou pra uma casa de swing, chegando lá, vou ter que transar muito, vou ter que fazer com qualquer um, e não é assim que funciona. É uma boate normal, você só faz você quiser, e se não quiser fazer nada, você não faz nada”, diz. “Da primeira vez que fui, me diverti demais. No final eu deitei e dormi no sofá.”

Ela continua: “Sou uma mulher sexualmente livre. E, por ser assim, não me obrigo a nada, nem tenho medo de ser julgada. “O que você faz ou não entre quatro paredes não diz respeito a ninguém e nem define seu caráter. As pessoas precisam entender que suas preferências sexuais não te definem”.

BBC

 

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VÍDEO: Fogo destrói dois ônibus em garagem em São José de Mipibu

Imagens: Via Certa Natal

Um incêndio atingiu dois ônibus em uma garagem de São José de Mipibu, na Grande Natal, na manhã deste domingo (31). A ocorrência foi registrada por volta das 8h e mobilizou cinco equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN).

Segundo a corporação, havia vários veículos estacionados no local, mas apenas dois foram alcançados pelas chamas. A atuação dos bombeiros evitou que o fogo se espalhasse para os demais ônibus.

Durante o combate ao incêndio, outros veículos foram retirados da área como medida de segurança. Não houve registro de feridos. As causas do incêndio ainda são desconhecidas e serão investigadas por meio de perícia técnica.

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[VÍDEO] Em mensagem ao Brasil, papa Leão XIV defende modelo tradicional de família: “um homem e uma mulher”

O papa Leão XIV reafirmou neste sábado (30), em mensagem enviada ao 16º Simpósio Nacional das Famílias, em Aparecida (SP), o entendimento da Igreja Católica de que a família é formada por “um homem e uma mulher”.

Em vídeo direcionado aos participantes do evento, o pontífice afirmou que a família é a “primeira e essencial célula da sociedade” e deve ser protegida e promovida. Segundo ele, trata-se de uma comunidade formada por um homem e uma mulher unidos pelo amor.

Leão XIV também destacou que a Igreja precisa olhar para as famílias com “realismo e compaixão”, diante das dificuldades, crises e sofrimentos enfrentados nos lares, defendendo uma atuação marcada pela misericórdia e pelo discernimento pastoral.

O simpósio reúne cerca de 3 mil participantes e celebra os 10 anos da exortação apostólica Amoris Laetitia, do papa Francisco, e os 45 anos de Familiaris Consortio, de São João Paulo II, documentos centrais da doutrina católica sobre a família.

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Saúde

Pesquisa mostra que 62,2% dos usuários de canetas emagrecedoras mudaram a prioridade de gastos

Foto: Shutterstock

Uma pesquisa da consultoria NielsenIQ revelou que 62,2% dos usuários de canetas emagrecedoras precisaram mudar a prioridade de gastos para incluir o medicamento no orçamento.

O estudo, realizado com 8.240 domicílios brasileiros, mostra que apenas 4,6% das famílias utilizam atualmente as canetas, mas outros 26,1% demonstram interesse no tratamento e não aderem principalmente por causa do preço elevado.

Entre os usuários, 84% afirmam sentir impacto moderado ou alto no orçamento doméstico. Para 62,7%, o gasto mensal com o medicamento ultrapassa R$ 800.

Os setores mais afetados pela reorganização financeira são bares (62,3%), serviços em geral (56,6%), restaurantes (54,9%), lazer (50%) e supermercados (16,4%).

Segundo a NielsenIQ, a tendência é que a quebra de patentes e a redução dos preços ampliem o acesso às canetas emagrecedoras, aumentando seu impacto sobre o consumo das famílias brasileiras.

Atualmente, 70% dos compradores pertencem às classes de maior renda e estão concentrados nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Com preços mais baixos, a expectativa é que o uso avance também entre consumidores de renda média, exigindo uma nova redistribuição dos gastos domésticos.

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PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de massa fresca de cenoura com pesto de pistache; e pão na chapa com requeijão

MASSA FRESCA DE CENOURA COM PESTO DE PISTACHE
Ingredientes da massa
200 g de cenoura cozida
2 ovos
25 g de azeite
600 g de farinha de trigo

Modo de preparo
Bata no liquidificador a cenoura, os ovos e o azeite até ficar bem homogêneo.
Retire do liquidificador coloque em um recipiente (bacia) em seguida misture a farinha aos poucos até formar uma massa lisa e enxuta.
Cubra com um saco plástico e deixe descansar 20 minutos.
Logo após passe a massa em um cilindro manual e corte no formato desejado (espaguete/talharim) cozinhe em agua fervente por 03 minutos.
Ou se preferir deixe secar por oito horas antes de cozinhar.
Preparo: 30 min
Cozimento: 3 min

Ingredientes do molho pesto de pistache
75g de queijo Parmesão
150g de Azeite
50g de Pistache
10g de salsa
5g de Manjericão

Modo de preparo
Bata no liquidificador o parmesão com o azeite, em seguida coloque a salsa, o manjericão e processe um pouco mais.
Retire do liquidificador, coloque o pistache, misture e reserve.
Se necessário corrigir com sal.
Preparo: 8 min

Montagem
Refogue a massa com azeite, alho e manteiga rapidamente.
Acrescente um pouco do pesto e sirva em seguida.

DICA RÁPIDA

Pão assado com requeijão
Ingredientes:
1 pão francês
2 colheres de sopa bem cheias de requeijão

Modo de preparo:
Aqueça bastante uma frigideira antiaderente.
Corte o pão francês ao meio e coloque uma colher de requeijão gelado em cada fatia.
Coloque o pão na frigideira, com o requeijão virado pra baixo.
Deixe assar até formar uma crosta uniforme e desprender da frigideira.
Retire e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 3min
Tempo de cozimento: 5min

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RN tem 31,6 mil contratos do Fies em atraso e dívida de estudantes supera R$ 1,2 bilhão

Foto: Getty Images

O Rio Grande do Norte acumula mais de R$ 1,26 bilhão em dívidas do Fies, com cerca de 31,6 mil contratos firmados até 2017 em situação de atraso, segundo dados do Ministério da Educação (MEC). O valor médio da dívida é de aproximadamente R$ 40 mil por beneficiário, segundo reportagem do jornal Tribuna do Norte.

A maior parte dos devedores é formada por jovens: 72% têm até 30 anos. As mulheres representam 62% dos contratos. Para especialistas, a dificuldade de inserção no mercado de trabalho e os baixos salários explicam boa parte da inadimplência.

Os economistas Janduir Nóbrega e William Pereira avaliam que o endividamento reduz o consumo, dificulta o acesso ao crédito e impacta a economia local. Segundo eles, a renegociação das dívidas pode contribuir para recolocar recursos em circulação e melhorar a situação financeira dos beneficiários. Eles destacam que a renegociação pode devolver acesso ao crédito e melhorar o planejamento financeiro dos estudantes, mas alertam para a importância de evitar novos ciclos de endividamento.

A reportagem mostra casos como a da nutricionista Jéssica Nascimento que conseguiu quitar uma dívida de mais de R$ 49 mil após negociação, pagando cerca de R$ 15 mil. E mostra também a situação da enfermeira Amanda Carolinne que ainda enfrenta parcelas mensais e afirma que o financiamento continua pesando no orçamento.

Há também casos de estudantes que não concluíram a graduação, mas permaneceram com a dívida. É a situação de Moab Ferreira, que interrompeu o curso em 2014 e hoje busca renegociar um débito de cerca de R$ 27 mil.

Para reduzir a inadimplência, o governo federal mantém o programa Desenrola Fies, que permite renegociar débitos com descontos e parcelamentos. A adesão pode ser feita até 31 de dezembro nos canais do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal. Segundo o Banco do Brasil, mais de 25 mil contratos já foram renegociados em todo o país, somando cerca de R$ 1,4 bilhão.

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Mossoró: lideranças lotam auditório em apoio a Pedro Filho e Ériko Jácome

A pré-candidatura de Pedro Filho a deputado federal ganhou mais um importante impulso neste sábado (30), durante um grande encontro político realizado no Hotel Vitória Palace, em Mossoró. O evento foi promovido pelo ex-vereador Lamarque Oliveira e o suplente de vereador Alyson Melo, e reuniu lideranças, amigos, apoiadores e representantes de diversos segmentos da sociedade mossoroense.

Na ocasião, Lamarque e Alyson apresentaram oficialmente Pedro Filho como pré-candidato a deputado federal, ao lado de Érico Jácome, pré-candidato a deputado estadual. O encontro foi marcado por forte participação popular e demonstrou a mobilização crescente em torno do projeto político que vem sendo construído no Oeste potiguar.

“Feliz com a receptividade e o carinho do povo de Mossoró com nossa pré-candidatura. Vamos trabalhar para que a região Oeste do Estado volte a ter representatividade na Câmara Federal e que os mossoroenses voltem a ter voz em Brasília”, disse Pedro Filho.

A expressiva presença de apoiadores evidenciou o fortalecimento da pré-candidatura de Pedro Filho em Mossoró e na região Oeste. Vereador em Assú, líder evangélico e defensor de pautas ligadas à família, à liberdade e ao fortalecimento dos municípios, Pedro Filho tem intensificado agendas pelo Rio Grande do Norte e consolidado apoios de lideranças políticas, comunitárias e religiosas.

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VÍDEO: Em João Câmara, Rafael Motta diz que vai ‘resgatar a prefeitura’ comandada por prefeita que apoia sua chapa com Cadu Xavier e Samanda Alves

A passagem de Rafael Motta por João Câmara chamou a atenção durante discurso no município em que o pré-candidato ao Senado afirmou que pretende ‘resgatar a prefeitura’.

A fala de Rafael soou como ‘fogo amigo’ porque a prefeita Aize Bezerra é uma das apoiadoras da chapa governista formada por Cadu Xavier e Samanda Alves.

Integrantes do grupo governista não teriam recebido bem a declaração, avaliando que o episódio pode criar ruídos em uma base que busca manter a unidade para as eleições. A fala foi interpretada por parte de aliados como desnecessária e geradora de desgaste dentro do próprio grupo político.

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Prefeita Jussara reúne multidão em Extremoz e consolida apoio a Álvaro Dias e Babá

A prefeita de Extremoz, Jussara Sales, reuniu uma verdadeira multidão na noite deste sábado (30), no Colégio Expansivo, durante o “Encontro dos Amigos”, evento político que marcou a declaração pública de apoio do grupo político do município às pré-candidaturas de Álvaro Dias ao Governo do Rio Grande do Norte e de Babá Pereira para compor a chapa majoritária estadual.

O encontro reuniu lideranças de diversas regiões da cidade e contou com a presença dos 15 vereadores da Câmara Municipal de Extremoz, que reafirmaram unidade política e declararam seguir a liderança da prefeita Jussara Sales no projeto para as eleições de 2026.

Além de Álvaro Dias e Babá Pereira, o evento contou com a participação do pré-candidato ao Senado, Coronel Hélio, que destacou a construção de uma chapa de oposição e lembrou que o senador Styvenson Valentim integra o grupo político. Styvenson não pôde comparecer ao encontro devido ao cumprimento de agenda de entregas de obras e ações na região do Alto Oeste potiguar, mas enviou sua representação ao evento.

A mobilização também reuniu importantes lideranças estaduais e federais, entre elas os deputados federais General Girão e Sargento Gonçalves, a deputada estadual Terezinha Maia e o deputado estadual Tomba Farias, que representou o senador Rogério Marinho durante o encontro.

Em seu discurso, a prefeita Jussara Sales destacou a importância da união do grupo político de Extremoz e defendeu a construção de um projeto voltado para o desenvolvimento do Rio Grande do Norte.

“O povo de Extremoz mostrou mais uma vez sua força. Estamos unidos em torno de um projeto que acredita no crescimento do nosso estado, na melhoria da qualidade de vida da população e no fortalecimento dos municípios”, afirmou.

Álvaro Dias agradeceu a recepção e destacou a importância do apoio recebido em Extremoz.

“Receber o apoio da prefeita Jussara, dos vereadores e de toda essa multidão é uma demonstração de confiança e de compromisso com um novo momento para o Rio Grande do Norte. Extremoz mostrou sua força e sua capacidade de mobilização”, declarou.

Opinião dos leitores

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Dr Gustavo Mafaldo é destaque no Congresso brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia

O DNA FÉRTIL esteve presente no 63º Congresso Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia (CBGO 2026), um dos mais importantes eventos científicos da especialidade no país, responsável por reunir grandes referências da ginecologia e obstetrícia para debater avanços, evidências e inovações que fortalecem a prática clínica e elevam a qualidade da assistência à saúde da mulher.

O Dr. Gustavo Mafaldo integrou a programação científica como palestrante, ministrando duas aulas de grande relevância.

▫️ Terapia Hormonal na Prática Clínica da Ginecologia Endócrina: Mitos, Evidências e Casos Complexos

▫️ Uso de Testosterona em Mulheres para Melhora da Libido: Terapia Válida ou Modismo sem Evidências?

Temas centrais para as discussões atuais da especialidade, conduzidos com base em evidências científicas e foco na prática clínica segura, ética e individualizada.

A participação do Dr. Gustavo Mafaldo reforça o compromisso do DNA FÉRTIL com a excelência acadêmica, a atualização científica permanente e uma medicina pautada no conhecimento, na inovação e no cuidado integral à saúde feminina.

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Oposição quer debate sobre transição para fim da escala 6×1 e insistirá em texto alternativo no Senado

Foto: Andressa Anholete/Agência Senado

O fim da escala 6×1 no Senado deve ter novos capítulos nos debates que foram enfrentados na Câmara dos Deputados. O período de transição e os acordos de horas serão temas levantados pela oposição. O grupo deve usar a PEC (proposta de Emenda à Constituição) alternativa, apresentada nesta semana, como moeda de troca nas negociações.

O tema mais sensível é o período de transição para a redução da escala e da jornada de trabalho. Os partidos da direita têm feito coro à demanda dos empresários de ampliar o tempo até a implementação da medida. No argumento dos representantes de diferentes setores, isso “suavizaria os impactos econômicos”.

Da forma como veio da Câmara, o texto propõe a redução da jornada de 44 horas para 40 horas por semana, em até 14 meses após a promulgação da medida. O fim da escala 6×1 e os dois dias de descanso semanais para os trabalhadores passam a valer 60 dias depois que a PEC for aprovada nas duas Casas.

Esse tempo é visto como “impraticável” para adaptação dos empresários. Nesta semana, um grupo se reuniu com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pressionar pelo retardamento da medida. 

Alcolumbre ainda precisa enviar a PEC aprovada pelos deputados à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para dar andamento à tramitação. Lá, no entanto, está uma das ferramentas usadas pela oposição para tentar ganhar força nas negociações na disputa com o governo. O presidente da Casa despachou para o colegiado o texto apresentado pela oposição. 

A proposta alternativa é encabeçada por parlamentares ligados ao setor produtivo e conta com assinaturas de nomes do PL, entre eles o senador e pré-candidato à Presidência da República pelo partido, Flávio Bolsonaro (RJ). 

O texto foca em um acordo de horas, mudando um artigo da Constituição Federal para permitir que definições sobre jornada e escala de trabalho sejam estabelecidas mediante acordo individual entre empregado e empregador, convenção coletiva ou “livre pactuação contratual direta”.

Uma das alternativas ventiladas pela oposição é juntar a PEC apresentada pelo grupo e a proposta aprovada pelos deputados em um mesmo projeto. Essa medida contraria a posição do governo de justamente reduzir o tempo de implementação da medida. Além disso, essa estratégia ampliaria a margem de negociação dos opositores para aumentar o tempo da transição e atender o interesse dos empresários.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Trabalhar por hora é a solução. Cada trabalhador fica LIVRE para escolher a carga horária q lhe satisfaz. O mundo já é assim.

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