Trânsito

Avenida Salgado Filho será interditada parcialmente a partir desta terça-feira para obras da passarela

FOTO: STTU

A Prefeitura do Natal, por meio da STTU informa que a Avenida Senador Salgado Filho terá uma faixa interditada, a partir desta terça-feira (27), sentido sul, das 08h às 16h, quando deve concluir a primeira etapa da obra de reforma da passarela em até seis dias.

Quando o trabalhado for feito no sentido zona sul/centro a interdição acontecerá das 09h30 às 16h, por seis dias de interdição.

De acordo com o departamento de planejamento da STTU, a obra faz parte do cronograma, e durante a interdição serâo feitos os serviços de pintura da estrutura metálica.

 

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Saúde

‘Peguei covid fazendo swing’: a reação dos frequentadores após interdição de boate de sexo no RJ com 300 pessoas

Foto: Reprodução/Prefeitura do Rio

Uma boate dedicada a encontros íntimos entre casais que reunia mais de 300 pessoas, no Rio de Janeiro, foi interditada. Localizada em um casarão em uma avenida discreta na Barra da Tijuca, a Asha Club é uma “balada liberal”, ou casa de “swing” — como é conhecida internacionalmente a prática de sexo entre casais ou trocas de parceiros.

O estabelecimento foi multado e fechado por tempo indeterminado pela Vigilância Sanitária “devido a aglomeração”, segundo a Prefeitura. A BBC News Brasil enviou questionamentos aos responsáveis pela Asha Club, mas não recebeu resposta até a publicação desta reportagem.

O episódio lança luz sobre uma prática que atrai muitos adeptos no Brasil, mas é cercada de tabus e controvérsia, especialmente quando isso acontece em meio a uma pandemia, com uma série de restrições impostas por governos para conter a circulação do coronavírus.

“Ninguém usava (máscara), eu só levava na bolsa mesmo”, diz à BBC News Brasil Andrea*, que frequentava a Asha Club. “Ninguém pensa nisso na hora. Eu particularmente não penso, é o tempo todo abaixando máscara, tirando máscara, máscara cai, pega a máscara de volta… A vontade, o gostar, o desejo e o prazer — essas coisas falam mais alto para mim do que o distanciamento.”

Ela se diz frustrada com o fim das festas, mas reconhece que a interdição foi prudente. “Pra ser sincera, acho que não tem como fazer swing na pandemia. Eu não respeito isso, mas acho que não tem como (fazer) de forma alguma, nem se diminuir a capacidade (da casa), nem se usar álcool, porque as coisas são muito frenéticas lá dentro. O beijo rola o tempo todo, as mãos, o sexo.”

“Eu não gostei (do fechamento), mas a gente tem que aceitar”, avalia. “É a minha diversão e a de muita gente, mas acho que eles estão certos. E a vacina já está aí, daqui a pouco a gente vai tomar, vai ficar tudo bem, aí volta tudo de novo.”

É importante ressaltar que, segundo autoridades de saúde, mesmo vacinadas, as pessoas ainda podem transmitir o vírus e devem manter o distanciamento físico e o uso de máscaras até que uma parcela suficiente da população esteja vacinada e a pandemia seja controlada, com números de casos e mortes bem reduzidos — o que não é o caso do Brasil.

A visão dos frequentadores

Além de Andrea, a BBC News Brasil ouviu outros frequentadores da boate que foi fechada e que costumam ir a festas de swing privadas e outros estabelecimentos do tipo que seguem funcionando.

Todos apoiam o fechamento e concordam que a prática contradiz medidas de controle do coronavírus — e seus depoimentos também revelam questões pouco discutidas sobre o tema, desde a maior sensação de segurança das mulheres nestes espaços em relação ao outros locais que frequentam no dia-a-dia até o senso de comunidade e aceitação que muitos dizem encontrar na cena “swinger”.

Mauro* era um frequentador assíduo da Asha Club. Após visitarem a casa na semana anterior, já vacinados, ele e a companheira planejavam participar do evento interrompido pela Prefeitura do Rio, mas cancelaram os planos após um contratempo.

A sua história pessoal ilustra a contradição entre pandemia e swing. “A gente não estava indo. Em dezembro, meio que demos uma afrouxada e fomos curtir a casa. Ficamos doentes. Foi meio que instantâneo, a gente não estava indo para lugar nenhum, passamos o ano passado todo sem fazer nada, e aí, no momento em que a gente voltou a curtir alguma coisa, ficamos doentes.”

Dias depois da visita, ambos confirmaram que tinham contraído o coronavírus. “Comecei a sentir todos os sintomas, muita febre, garganta inflamada e tal. Fiquei bem mal, e aí paramos de frequentar.”

Hoje, ele defende medidas duras de fiscalização e diz que as casas deveriam exigir comprovantes de vacinação, além de oferecerem espaços mais arejados. “Na casa de swing, você tem relação com pessoas de vários lugares, Estados e países.”

Enquanto o Brasil é criticado internacionalmente pela falta de uma legislação clara definindo restrições nacionais para conter a doença, as principais autoridades mundiais de saúde apontam que não existe tratamento comprovadamente eficaz contra a covid-19 — eficazes são as medidas para não contrair o vírus, como distanciamento físico, uso de máscara e lavagem de mãos.

Todas as práticas recomendadas se mostram inviáveis em casas de swing, onde a proximidade entre os presentes é constante. Além disso, as vacinas contra a covid-19 ajudam a evitar infecções, mas são mais eficazes para prevenir os quadros mais graves da doença ou mortes.

Até a publicação desta reportagem, 42,5% dos brasileiros haviam recebido uma dose de vacina. Os totalmente imunizados — com duas doses ou dose única — representavam 16,2%.

Preocupação e prazer

Juliana*, outra frequentadora da Asha Club, estima em “trezentas, quatrocentas” o número de pessoas que encontrou quando visitou a casa em meio à pandemia.

Ela conta que, por conta do trabalho, faz testes de covid-19 a cada três dias. “(Por isso) quanto a mim, eu sempre estive despreocupada. Mas é claro que você tem aquela preocupaçãozinha com os outros, mas não deixa de ir, né? Eu acho que a gente devia se preocupar sim, mas a realidade é que a gente não se preocupa. Depois que está lá dentro, a gente meio que esquece.”

Autoridades alertam que testes rápidos, como os que são muitas vezes usados nestes casos, não podem ser empregados isoladamente para confirmar se uma pessoa tem ou não coronavírus. A eficácia dos testes rápidos também varia de marca para marca e é afetada conforme o intervalo entre o contágio e o teste, que não envolve análise em laboratório e tem resultado entre 15 e 30 minutos.

A Organização Pan-Americana da Saúde não recomenda sua aplicação em pessoas sem os sintomas mais conhecidos da doença, como febre, tosse contínua, dor de cabeça e perda ou mudança de olfato e paladar.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em nota técnica, aponta que os “testes rápidos para pesquisa de antígenos não substituem o PCR-RT, considerado o padrão ouro para diagnóstico da infecção pelo vírus da covid-19.” Vale lembrar que mesmo os testes de covid-19 laboratoriais podem falhar em detectar o vírus.

Juliana conta que está afastada da prática há alguns meses. Diz apoiar o aumento da fiscalização, mas aponta o que, em sua opinião, há contradições nas políticas públicas de controle da pandemia.

“Se as casas de festas normais estão funcionando, acho hipocrisia fechar a Asha. Porque tudo que você faz na Asha, você faz numa boate normal. A diferença é que as vezes você sai de lá e vai transar em outro lugar. Então, se ela tem um protocolo a seguir e não está seguindo, com certeza tem que ser fechada. E botar 300 pessoas dentro de uma casa não é seguir protocolo.”

Carlos* também costumava ir à Asha e diz ser “contra estar num ambiente fechado sem proteção”. “É o mesmo que frequentarmos estes clubes e nos relacionarmos sem preservativo. Não tem nexo”, diz.

Procurada, a Secretaria de Ordem Pública da Prefeitura do Rio informou que um decreto em vigor desde 8 de julho — as normas têm sido renovadas conforme a avaliação semanal das taxas de transmissão do vírus na cidade — suspende o “funcionamento de boates, danceterias e salões de dança” na capital fluminense e esclarece que por isso a casa de swing foi interditada.

Além destes espaços, “festas que necessitem de autorização transitória, em áreas públicas e particulares” também estão proibidas. Já “casas de espetáculo e concerto e as apresentações artísticas em espaços de eventos” estão permitidas se não houver filas de espera, aglomerações na entrada e saída, e limite de 40% da lotação máxima em espaços fechados, e 60% em locais abertos. Distanciamento mínimo de 1,5m é exigido entre os presentes” — outro item não respeitado na boate interditada.

“Na verdade, acho que o que falta é fiscalização”, afirma Juliana.

A Secretaria de Ordem Pública afirma que, desde o início do ano, 151 festas e eventos clandestinos foram encerrados no Rio de Janeiro.

‘Mais respeitoso que Carnaval ou transporte público’

Como outros entrevistados, Juliana enfatiza que as festas não se resumem a sexo ou encontros fortuitos. “Numa balada liberal, a diferença é o respeito. Hoje, como mulher, você vai a uma boate ou outros lugares os caras não respeitam. Eles te pegam, eles te apertam, eles te passam a mão e muitas vezes você se aborrece. Por esses constrangimentos eu nunca passei por isso numa casa de swing”, diz.

“Então, muitas vezes, eu prefiro ir pra uma casa de swing pra curtir a minha noite mesmo sem sexo, sabendo que eu vou ser respeitada, do que ir para uma balada normal, sabendo que vou me aborrecer.”

Andrea concorda e explica o que a atrai para a cena de swing. “É um lugar mais respeitoso do que o Carnaval de rua, do que o transporte público, do que uma casa de shows normal. Não, você não é obrigada a nada — nem lá e nem em lugar nenhum. A gente nunca é obrigada a fazer nada”, diz. “Se você disse não, é não. E se você disse sim, vamos ser felizes e desfrutar de muito prazer.”

Mauro traz a perspectiva masculina sobre o tema. “O swing nunca vai contra a vontade da mulher, ele acontece justamente se a mulher quiser, se ela tiver vontade, se ela estiver confortável. Na minha relação é assim, e para muitos casais que eu conheço e que são adeptos a esse tipo de vida é assim, tem que ser em comum acordo para as duas partes, com muito diálogo”, diz. “Se não houver respeito, nada acontece.”

Carlos descreve em detalhes o espaço agora lacrado pelas autoridades. “São três ambientes, sendo o primeiro andar com uma pista de dança com mesas e cadeiras, a mesa do DJ, dois poledances e o open bar. Passando pela pista de dança, têm as cabines, que são os lugares onde existem as brincadeiras”, diz.

“Já no segundo andar têm vários quartos, seguranças e a pessoa que fica limpando o tempo todo os ambientes. Além dos quartos lá em cima, tem uma sala muito grande com duas camas imensas e com colchões de borracha iguais aos dos hospitais, com vários casais fazendo sexo, sendo que ninguém toca em ninguém sem consentimento.”

Todos os entrevistados descrevem a prática do swing como algo que vai além do sexo e também tem a ver com um espírito comunitário.

“Tem um casal que marquei de conhecer lá, mas acabou que nada rolou, só ficou na amizade mesmo, e somos amigos até hoje. Tem grupo no WhatsApp, é um ajudando o outro, não só sobre sexo e essas coisas, não. Tem amizade também, tem companheirismo. Tem hora que a gente está triste e procura aquela amiga para conversar. É meio que uma comunidade mesmo”, diz Andrea.

Já Juliana diz valorizar estes ambientes por serem locais onde “as mulheres comandam”. “As pessoas têm preconceito e eu também tinha esse preconceito. Quando minha amiga me chamou pela primeira vez eu fiquei meio assim, ‘nossa, vou pra uma casa de swing, chegando lá, vou ter que transar muito, vou ter que fazer com qualquer um, e não é assim que funciona. É uma boate normal, você só faz você quiser, e se não quiser fazer nada, você não faz nada”, diz. “Da primeira vez que fui, me diverti demais. No final eu deitei e dormi no sofá.”

Ela continua: “Sou uma mulher sexualmente livre. E, por ser assim, não me obrigo a nada, nem tenho medo de ser julgada. “O que você faz ou não entre quatro paredes não diz respeito a ninguém e nem define seu caráter. As pessoas precisam entender que suas preferências sexuais não te definem”.

BBC

 

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Trânsito

Pista do viaduto de Igapó é parcialmente interditada para manutenção entre esta segunda e quinta, informa Dnit

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes no Estado do Rio Grande do Norte (Dnit) informa que a pista de rolamento do Viaduto de Igapó, na Zona Norte de Natal, será parcialmente interditada a partir desta segunda-feira (21).

Segundo o (Dnit), a interdição acontece das 20h às 6h até a próxima quinta-feira (24) para que sejam realizados serviços de manutenção preventiva.

O Dnit alerta que o tráfego de veículos no trecho em obras deverá operar em sentido único.

A previsão é de que os serviços ocorram de acordo com o cronograma abaixo:

Dia 21/09/2020: faixa de rolamento direita, sentido Ceará-Mirim/ Natal;

Dia 22/09/2020: faixa de rolamento esquerda, sentido Ceará-Mirim/Natal;

Dia 23/09/2020: faixa de rolamento direita, sentido Natal/Ceará-Mirim; e

Dia 24/09/2020: faixa de rolamento esquerda, sentido Natal/Ceará-Mirim.

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Trânsito

Trecho da Av. Prudente de Morais interditado para obras de recapeamento a partir desta segunda; veja rotas alternativas

Foto: Google Street View

A Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) informa que a Av. Prudente de Morais será interditada entre a Rua Raimundo Chaves até a Av. Gov. Tarcísio de Vasconcelos Maia, mais conhecida como Av. da Integração, para obras de recapeamento asfáltico. A intervenção deve durar cerca de 30 dias.

Segundo o órgão, a obra faz parte dos serviços de recapeamento asfáltico nos principais corredores de transporte público da capital, onde estão sendo investidos R$ 6 milhões oriundos das multas de trânsito. “São ações fundamentais para dar mais fluidez e agilidade as linhas de ônibus de nossa cidade”, ressalta Elequicina Santos, secretária da STTU.

1ª FASE – PISTA SENTIDO CIDADE SATÉLITE

De acordo com a STTU, os trabalhos foram iniciados na Av. Prudente de Morais nesta segunda-feira (20) a partir das 7h na pista sentido Cidade Satélite, onde o asfalto antigo será fresado – ou seja, parcialmente removido – para aplicação da nova camada de asfalto. De acordo com a construtora que executa o serviço, a obra nesta pista deve durar em torno de 15 dias, dependendo das condições do tempo.

Com a obra, a via será fechada para veículos de passeio e de carga, ficando liberada apenas para o transporte público, o qual circulará em apenas uma faixa. Os veículos vindos das ruas Pres. Pamplona, Ernesto Nazareth, Zumbi, Candelária, Barão de Serra Branca, Santa Cecília, Sete de Setembro, Manoel de Abreu e Militão Chaves não poderão acessar a Av. Prudente de Morais durante a obra.

A STTU recomenda que os motoristas programem o trajeto de seu deslocamento com antecedência para evitar a Av. Prudente de Morais, podendo utilizar como rota alternativa a Rua Jaguarari. Já os moradores de Planalto e Cidade Satélite também podem utilizar como alternativa para acessar os bairros a entrada por Cidade Nova, pela Av. Solange Nunes do Nascimento e Rua Eng. João Hélio Alves da Rocha.

2ª FASE – PISTA SENTIDO PETRÓPOLIS

Após a finalização da pista sentido Cidade Satélite, será iniciada a pista sentido Petrópolis, serviço que será realizado nos mesmos moldes da outra pista, com duração prevista também de 15 dias.

Durante o bloqueio, o tráfego de veículos de passeio vindos da Av. Pref. Omar O’Grady, conhecido como Prolongamento da Av. Prudente de Morais, será direcionado para a Rua Jaguarari ou para BR-101 por meio da Av. da Integração, exceto no caso do transporte público, que poderá circular no trecho em obras. Os veículos vindos das ruas Militão Chaves, Madre Vasconcelos, São João da Cruz, Brisa da Tarde, Sete de Setembro, Marquês de Pombal, Bento Gonçalves (exceto transporte público), Zumbi, Laura Maia e Diogo Feijó não poderão acessar a Av. Prudente de Morais durante a obra.

Nesse período, a STTU recomenda que os motoristas que saem do Planalto e Cidade Satélite utilizem a saída do bairro por Cidade Nova, pela Rua Eng. João Hélio Alves da Rocha e Av. Solange Nunes do Nascimento, ou ainda pela BR-101 Sul, como forma de evitar a região da intervenção.

Durante os 30 dias das obras nas duas pistas, agentes de mobilidade da STTU estarão no local para orientar os motoristas e os usuários do transporte público. Em caso de dúvidas o cidadão pode ligar para o Alô STTU – no telefone 156 – ou perguntar pelo Twitter oficial, o @156Natal.

Opinião dos leitores

    1. Depende do edital
      A noite fica mais caro por conta do adicional noturno.
      Se o edital exigir que o serviço seja realizado no horário noturno aí todos terão condições de disputar o certame

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Diversos

Rua Maristela Alves, em Felipe Camarão, será interditada nesta segunda-feira

20115A Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), informa que a Rua Maristela Alves, em Felipe Camarão, será interditada entre os dias 10 e 14 de novembro para realização do evento Conexão Felipe Camarão.

Com isso, as linhas 30 (Felipe Camarão/Pirangi, via Candelária/Campus), 31 (Felipe Camarão/Pirangi, via Campus/Candelária), 76 (Felipe Camarão/Parque das Dunas) e 83 (Felipe Camarão/Ponta Negra, via Pirangi) sofrerão desvios de itinerário. No sentido bairro/centro, as linhas seguem pela Rua Maristela Alves, Rua Indomar, Rua Antônio Carolino, Rua Prof. Antônio Trigueiro, onde retorna a Rua Maristela Alves e segue normalmente. Já no sentido centro/bairro, a linha faz o itinerário inverso: Rua Maristela Alves, Rua Prof. Antônio Trigueiro, Rua Antônio Carolino, Rua Indomar e Rua Maristela Alves.

Para mais informações os usuários podem ligar para o Alô STTU, no 156, ou pelo twitter oficial, o @156Nata

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Clima

CHUVAS: Avenida Silvio Pedroza em Areia Preta é interditada por segurança

Segundo o Via Certa Natal, em razão das pancadas de chuvas que atingem a capital potiguar desde a madrugada desta segunda-feira (28), a Avenida Governador Silvio Pedroza foi interditada em Areia Preta como medida de segurança no começo da tarde.

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Trânsito

Faixa da Avenida Salgado Filho no sentido centro/zona sul será interditada

Dando continuidade aos trabalhos de recuperação da passarela da Av. Salgado Filho, a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) informa que a faixa da direita da via, na altura do Complexo Viário do 4º Centenário, no sentido Centro/região Sul estará fechada para o trânsito neste fim de semana (dias 29 e 30).

Com a intervenção, a Semob informa que também deixará de existir o acesso de veículos que desciam no contra fluxo para acessar a Rua Padre João Damasceno, nas imediações da Empresa Industrial Técnica (EIT), durante neste fim de semana.

A Secretaria de Mobilidade Urbana pede a compreensão dos condutores de veículos e informa ainda que o trânsito na região será liberado na segunda-feira (31).

Opinião dos leitores

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Trânsito

Prudente de Morais permanecerá interditada enquanto reparo não for concluído

A avenida Prudente de Morais foi interditada no sentido Candelária/Petrópolis após o rompimento de uma tubulação da Companhia de águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). O trânsito está sendo desviado para as avenidas Jaguarari, São José, e Capitão Mor Gouveia.

O problema é próximo ao cruzamento com a Miguel Castro.

Técnicos da Caren já estão no local fazendo os reparos na tubulação. O conserto pode levar entre 6 e 12h. A área já está bastante congestionada.

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Jornalismo

Ponte Forte-Redinha será interditada a partir das 15h

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) vai interditar a Ponte de Todos Newton Navarro, entre as 15h e 19h deste sábado, no sentido Praia do Meio/Redinha. O objetivo, segundo a secretaria, é  garantir a segurança dos  foliões dos blocos carnavalescos que farão a travessia rumo à Praia da Redinha, onde irão participar da prévia carnavalesca no Largo do Buiú.

A pista que normalmente serve ao fluxo Redinha/Praia do Meio será utilizada em mão dupla, nesse período. Uma das faixas será usada para quem deseja deslocar-se rumo à zona Norte da capital. Com a pista operando em mão-dupla, as autoridades de trânsito sugerem mais cautela aos motoristas porque, mesmo com o auxílio dos agentes de trânsito, a tendência é que o fluxo de veículos seja um pouco mais lento.

Fonte: Tribuna do Norte

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