Tecnologia

Pressão: Twitter anuncia medidas para coibir agressão a usuário

 Pressionado por um abaixo-assinado no Reino Unido, o Twitter endureceu suas regras de uso em todo o mundo para combater novos casos de abusos e ameaças a internautas.

As medidas foram anunciadas no último sábado, depois que a rede social foi usada em uma onda de mensagens agressivas a ativistas e jornalistas britânicas.

As novas regras afirmam que os usuários do Twitter não podem “publicar ou postar ameaças de violência direta e específica contra outras pessoas”.

Quem descumprir a ordem, de acordo com a empresa, será expulso da rede e pode ser denunciado à polícia.

“Atualizamos as regras do Twitter para deixar claro que não toleramos comportamento abusivo. Queremos que as pessoas se sintam seguras”, afirmou a rede social, em nota assinada pelos diretores Del Harvey e Tony Wang.

O Twitter também criou um atalho para ajudar os usuários a denunciar eventuais casos de abuso. O botão já está disponível no aplicativo para iPhone e deve ser criado em outras plataformas até setembro.

No último dia 29, a polícia britânica prendeu um homem de 21 anos acusado de usar um perfil falso para enviar ameaças de estupro à feminista Caroline Criado-Perez.

As jornalistas Hadley Freeman (“The Guardian”), Grace Dent (“The Independent”) e Catherine Mayer (“Time”) receberam ameaças de um outro usuário anônimo.

Depois que os casos foram noticiados, mais de 125 mil pessoas assinaram um abaixo-assinado online no site Change.org pedindo que o site mudasse suas regras para impedir novos abusos.

O Twitter também foi alvo de críticas na imprensa britânica e em mensagens postadas na própria rede social. O site afirma que as mudanças não representam nenhum tipo de censura aos usuários.

Folha

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Brasil

Brasil tem 6,3 mil empresas em recuperação judicial

Foto: Marcello Casal Jr

O Brasil terminou o primeiro semestre de 2026 com 6.341 empresas em recuperação judicial ativa, segundo o Monitor RGF-BizDoc. O levantamento, elaborado pelas consultorias RGF e BizDoc com dados da Receita Federal e dos Tribunais de Justiça, mostra crescimento de 6,2% no número de empresas em recuperação em relação ao fim de 2025.

O avanço foi mais expressivo entre as empresas de menor porte. Entre o primeiro trimestre de 2023 e o segundo trimestre de 2026, o número de microempresas em recuperação judicial cresceu 133%. Entre as pequenas empresas, a alta foi de 69%. Nas médias, o crescimento chegou a 31%.

Leia também: “Entenda o que a Casas Bahia tem a ver com suas compras mais caras“

Entre as microempresas, a proporção passou de 0,03 para 0,07 empresa em recuperação judicial a cada mil negócios. No grupo das pequenas, o índice subiu de 0,52 para 0,87 por mil.

As grandes companhias ainda apresentam índices proporcionalmente maiores de recuperação judicial. Segundo o levantamento, porém, essas empresas também recorrem a outros mecanismos de reestruturação, como negociações diretas e recuperações extrajudiciais.

O comércio tinha o maior estoque de empresas em recuperação judicial no fim do segundo trimestre, com 1.649 casos. A indústria aparecia na sequência, com 1.455 empresas, enquanto o agronegócio registrava 1.263.

O agronegócio também foi o setor que mais acrescentou novos casos durante o segundo trimestre, com 111 entradas.

O levantamento ocorre em um cenário de crédito mais caro e juros elevados. Esses fatores podem aumentar a pressão sobre empresas endividadas, mas os dados não atribuem o crescimento das recuperações judiciais a uma única causa.

Questões relacionadas à estrutura financeira dos negócios também podem contribuir para dificuldades de pagamento, como endividamento elevado, margens reduzidas, despesas incompatíveis com a geração de caixa e crescimento financiado por dívida.

Com informações da Revista Oeste

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Brasil

Justiça nega liminar pedida por Lulinha para retirar vídeo de Flávio Bolsonaro

Foto: Reprodução

A Justiça de São Paulo negou, em um primeiro momento, a liminar pedida por Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, para retirar das redes sociais um vídeo publicado pelo candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, que o liga às fraudes no INSS.

Na decisão, a juíza Alessandra Lopes Santana de Mello, da 41ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, afirmou que “a prova documental carreada à inicial não permite aferir, nesse momento, a inveracidade do conteúdo do vídeo postado pelo primeiro réu nas redes sociais”.

“Não consta dos autos prova mínima do conteúdo das investigações mencionadas na inicial, o que impede a identificação, com segurança, da verossimilhança da ilicitude alegada”, escreveu a magistrada.

A juíza também defendeu cautela antes de determinar a retirada do conteúdo. “A questão merece ser apreciada com maior cautela e sob o crivo do contraditório, a fim de evitar cerceamento indevido à liberdade de expressão e ao direito de crítica, notadamente por recaírem tais direitos fundamentais sobre fatos que podem encerrar interesse público e político.”

Com informações da CNN

 

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Eleições 2026

Denúncias eleitorais em app do TSE triplicam em cinco dias

Foto: Divulgação

O número de denúncias de possíveis irregularidades nas campanhas eleitorais de 2026 disparou nos últimos dias. Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que o aplicativo Pardal recebeu 3.468 registros até esta segunda-feira (24). O volume representa um aumento de 2.365 ocorrências em apenas cinco dias, em relação às 1.103 denúncias contabilizadas na última quarta-feira (19).

Entre os cargos disputados, as campanhas para deputado estadual concentram a maior quantidade de queixas, com 1.245 registros. Na sequência aparecem deputado federal, com 1.096, e denúncias relacionadas a partidos, coligações e federações, que somam 447. Também foram registrados 392 casos envolvendo candidatos a governador, 120 a senador, 108 a deputado distrital, 57 a presidente e três a vice-governador.

O Pardal Móvel é utilizado pela Justiça Eleitoral como uma ferramenta de participação da sociedade na fiscalização das campanhas. Regulamentado para as Eleições Gerais de 2026 pela Portaria TSE nº 451/2026, o sistema permite que cidadãos comuniquem possíveis violações das regras eleitorais e encaminhem informações para análise dos órgãos competentes.

São Paulo aparece na liderança entre os Estados com maior quantidade de registros no Pardal, com 613 denúncias. A Bahia ocupa a segunda posição, com 309 ocorrências, seguida pelo Rio Grande do Sul, que soma 301.

Minas Gerais e Pernambuco aparecem logo depois, com 275 denúncias cada. O Paraná contabiliza 272 registros, enquanto o Ceará reúne 219. O levantamento indica uma distribuição significativa das ocorrências entre diferentes regiões do País.

As irregularidades relacionadas à propaganda eleitoral em vias públicas são o principal motivo das denúncias, com 1.200 registros. A propaganda na internet aparece em segundo lugar, com 599 ocorrências.

Com informações de Pleno News

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Eleições 2026

TRE-RN libera candidato do PT ao Governo do Estado para usar “Cadu de Lula” como nome de urna

Foto: Divulgação/PT

O Tribunal Regional Eleitoral do RN (TRE-RN) rejeitou, nesta terça-feira (25), o pedido do Ministério Público Eleitoral (MPE) para impedir que o candidato do PT ao Governo do Estado, Cadu Xavier, usasse “Cadu de Lula” como nome de urna.

Para a Procuradoria Regional Eleitoral, a expressão pode confundir o eleitor e sugerir um parentesco inexistente com o presidente Lula. O Pleno do TRE-RN, no entanto, rejeitou a tese e liberou o candidato petista para usar o nome de urna “Cadu de Lula”.

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Brasil

COBRANÇA ABUSIVA: MPT acusa Uber de cobrar para motorista trabalhar e pede R$ 321 milhões de indenização

Foto: Divulgação

O Ministério Público do Trabalho (MPT) entrou na Justiça contra a Uber e quer suspender imediatamente um programa que, na avaliação do órgão, faz o motorista pagar para ter acesso ao próprio trabalho. A ação civil pública pede a suspensão do chamado “Passe para Motoristas”, além da devolução dos valores pagos pelos trabalhadores e uma indenização de R$ 321 milhões por dano moral coletivo. O processo tramita na 9ª Vara do Trabalho de Salvador.

Para o MPT, o modelo cria uma situação de dependência econômica e risco de endividamento, já que o trabalhador pode precisar continuar fazendo corridas justamente para quitar uma dívida contraída para ter acesso às corridas.

O programa foi lançado em maio em 12 cidades e, segundo informações da própria empresa, já chegou a 29 municípios. O Ministério Público quer impedir também a expansão do sistema para outras localidades.

A procuradoria solicita ainda acesso aos critérios utilizados pelo algoritmo da Uber para distribuição das corridas e definição dos preços, além de questionar possíveis impactos do programa sobre a concorrência com outros aplicativos.

O MPT chegou a afirmar que o mecanismo apresenta características de “servidão por dívida” e pode ter elementos associados ao trabalho em condições análogas à escravidão. A ação, porém, não pede reconhecimento de vínculo empregatício entre a Uber e os motoristas.

Com informações do jornal O Globo

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Brasil

AGU trava ação contra Mendonça, mas PF mantém pressão e amplia crise

Foto: Agência Senado

A Polícia Federal mantém o pedido à AGU (Advocacia-Geral da União) para que seja apresentado um recurso contra a decisão do ministro André Mendonça de determinar o compartilhamento dos dados brutos do caso INSS, que tem, entre outras provas, a íntegra das quebras de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e da lobista Roberta Luchsinger.

A ordem judicial também proíbe que sejam realizadas mudanças na equipe de investigação sem informar ao relator do caso no STF (Supremo Tribunal Federal).

A polícia afirma que a decisão é uma violação à autonomia investigativa da corporação e procurou, há mais de um mês, o advogado-geral da União, Jorge Messias, para tentar derrubar a determinação do magistrado.

O chefe da AGU, no entanto, tem defendido no governo que o ideal seria estreitar o diálogo nos bastidores para chegar a um acordo entre PF e Mendonça.

A cúpula da polícia, porém, insiste na necessidade de recorrer da decisão, o que tem feito a crise entre o magistrado e a polícia se ampliar a cada dia.

Os atritos entre o ministro e a corporação tiveram início devido ao caso do INSS. Um dos motivos, como mostrou a CNN, foi o fato de a PF ter levado mais de sete meses para enviar ao magistrado os dados das quebras de sigilo de Lulinha.

O magistrado determinou a derrubada dos sigilos fiscal, bancário e telemático do primogênito do chefe do Executivo em dezembro do ano passado, mas a demora em compartilhar as informações irritou o magistrado, que determinou o compartilhamento dos dados brutos do caso.

Além disso, a troca da coordenação da PF responsável pela apuração do INSS foi outro motivo que desencadeou a crise.

Com informações da CNN

 

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Brasil

Moraes diz que modelo eleitoral brasileiro faliu e defende migração para o voto distrital misto

Foto: Victor Piemonte/STF

O vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, defendeu nessa segunda-feira, 24, uma ampla reformulação do sistema político brasileiro. Durante palestra no Tribunal de Contas do Município de São Paulo (TCMSP), o ministro afirmou que o atual modelo eleitoral “faliu” e argumentou que o País precisa promover mudanças em todos os Poderes, com prioridade para a política.

Na avaliação de Moraes, o fortalecimento das instituições é o principal caminho para preservar a democracia brasileira. Ele citou episódios de instabilidade ocorridos desde a promulgação da Constituição de 1988, como os processos de impeachment de dois presidentes e os ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023.

Apesar das crises, o ministro afirmou que o regime democrático conseguiu se manter. “O Brasil continua hoje, 24 de agosto, uma democracia forte, com eleições marcadas”, disse. Para ele, porém, a preservação desse cenário depende de instituições mais sólidas e de reformas estruturais.

Crítica ao sistema proporcional

Moraes direcionou parte de sua fala ao sistema eleitoral utilizado para a escolha de deputados e vereadores. Segundo o ministro, o modelo proporcional contribui para a eleição de parlamentares com pouca identificação partidária e pode enfraquecer o funcionamento do Congresso Nacional.

“Esse modelo eleitoral faliu, porque produz candidatos e eleitos que não têm vinculação nenhuma a partidos”, afirmou. Na sequência, criticou parlamentares que, segundo ele, priorizam a exposição nas redes sociais em detrimento da discussão de projetos e da atuação legislativa.

O ministro também defendeu mudanças no financiamento das legendas e a adoção gradual do sistema distrital misto. “Eu defendo há muito tempo, desde o tempo de promotor, que o Brasil saia do proporcional puro e vá para o distrital misto. Podemos começar com 30% distrital. Daí, na outra, 40%, 60%”, declarou.

Na visão de Moraes, a mudança ajudaria a fortalecer os partidos e reduzir problemas de governabilidade. “A Constituição brasileira e a separação de poderes foram fincadas numa democracia de partidos. Se nós não tivermos partidos fortes, vamos ter sempre esse problema de governabilidade”, afirmou.

Atualmente, o Brasil combina dois modelos. O sistema majoritário é utilizado nas eleições para presidente, governador, prefeito e senador. Já deputados federais, deputados estaduais e distritais e vereadores são escolhidos pelo sistema proporcional, que leva em conta o desempenho dos partidos e federações para definir a distribuição das cadeiras.

No sistema distrital, o território eleitoral é dividido em regiões correspondentes ao número de vagas disponíveis. Os candidatos disputam diretamente os votos de um determinado distrito, aproximando a representação parlamentar dos eleitores de uma área específica. Já no modelo distrital misto, parte das cadeiras é distribuída por distritos, e parte por voto em lista nos partidos.

Com informações de Congresso em Foco

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Política

Polícia prende suspeito de roubar e extorquir familiar de juiz que saía de academia em Natal

Foto: Reprodução

A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (25), um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão contra um homem, de 31 anos, suspeito pelo crime de roubo e extorsão. O caso aconteceu na última quinta-feira (20), quando a vítima saía de uma academia na avenida Amintas Barros, no bairro Lagoa Nova, zona Sul de Natal.

De acordo com as investigações, a ação criminosa ocorreu por volta das 5h59min, quando a vítima havia acabado de entrar em seu veículo e foi surpreendida por dois suspeitos. Um dos homens passou a bater no vidro da porta do motorista e, em seguida, abriu a porta do automóvel. Sob grave ameaça, determinou que a vítima, familiar de um juiz criminal, passasse para o banco do passageiro, assumindo a direção do veículo, enquanto o segundo suspeito entrava no carro. O preso é o que veste camisa branca.

Ainda na ocasião, os homens subtraíram o aparelho celular da vítima e passaram a exigir que ela fornecesse a senha de acesso ao aplicativo bancário. Em sequência, determinaram que fosse realizada uma transferência via PIX no valor de R$ 5 mil.

Além do valor transferido, os criminosos subtraíram outros bens da vítima, incluindo uma aliança de ouro e seu aparelho celular. O veículo também foi levado durante a ação e posteriormente localizado abandonado no bairro Dix-Sept Rosado, em Natal.

O homem foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

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Brasil

“BARRAQUEIRA”: Veja revela mensagens que mostram como Lulinha se referia à madrasta e primeira-dama Janja da Silva

Foto: Reprodução

Mensagens anexadas a inquérito da Polícia Federal mostram que Fábio Luís Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, se referiu à primeira-dama Janja Lula da Silva como “barraqueira” após ser informado sobre supostos ataques contra ela nas redes sociais.

De acordo com a revista Veja, os diálogos foram trocados em junho de 2025 entre Lulinha e a empresária e lobista Roberta Luchsinger. Ela relatou que Kalil Bittar, apontado como sócio de Lulinha, teria criado um perfil falso para fazer ataques contra Janja.

Na conversa, Roberta afirmou que havia contado a um interlocutor ligado à Telebras que Kalil não falava em nome de Lulinha e que Janja “odeia” o empresário. Em seguida, a lobista relatou: “Contei da baixaria q ele criou perfil fake p falar mal da first”, em referência à primeira-dama.

A resposta de Lulinha foi curta e chamou atenção: “Barraqueiraaaaaaaaaa”.

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Política

[VÍDEO] “Acho sexy”, diz Renan Santos sobre ser chamado de agressivo

Imagem: Reprodução/Youtube

Durante coletiva de imprensa em São Paulo nessa segunda-feira (24), o presidente do Missão e candidato ao Planalto, Renan Santos, afirmou ter achado “sexy” ser chamado de agressivo por Augusto Cury (Avante), também concorrente à Presidência, durante o debate eleitoral da noite anterior.

“Eu acho sexy, precisa ser agressivo. Se a situação brasileira é dramática, não vai ser sendo calmo e plácido que eu vou resolver ela, nem que eu vou ativar as pessoas indignadas”, disse o presidenciável. Para Renan, uma postura mais incisiva é necessária para “despertar” o eleitor diante dos problemas do país.

Renan também retomou as críticas ao presidente Lula e a Flávio Bolsonaro por não terem participado do debate. “É uma eleição da impunidade. É uma eleição que nega o debate, porque eles não querem que as pessoas não falem de política. O que a imprensa está fazendo aqui comigo é um trabalho sério da democracia, de poder avaliar um candidato que tem opiniões. Eles não querem fazer isso”, disse.

O candidato do Missão acusou os dois adversários de evitarem o confronto para não serem questionados sobre suas relações com o banqueiro Daniel Vorcaro. “Essa eleição foi construída pelo Banco Master (…) para fazer com que o Lula ou o Flávio vençam, porque ambos estiveram, em alguma medida, na folha de pagamento do Master”.

Com informações de Congresso em Foco

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