Geral

Previsão pluviométrica no RN para o próximo trimestre: de chuvas intensas e 500 milímetros na faixa litorânea leste a 590 mm nas regiões agreste, oeste e central; confira

Foto: Reprodução/Emparn

O mês de maio começou com chuvas em todas as regiões do Rio Grande do Norte, com maior concentração na região de Mossoró, Vale do Assú e Médio Oeste, devido a atuação combinada entre a Zona de Convergência Intertropical (ZCTI) e o Sistema Frontal (FF), é o que apontam as análises dos especialistas da Unidade Instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (EMPARN).

De acordo com recente reunião com representantes de diversos órgãos do setor de meteorologia de estados como Paraíba, Bahia, Alagoas, Pernambuco e do Distrito Federal, os especialistas concluíram que a previsão para o próximo trimestre- maio, junho e julho de 2021- é de chuvas dentro da normalidade no Rio Grande do Norte.

“O acumulado previsto para próximo trimestre é de: 550 mm no Leste, 270 mm no Agreste, 140 mm na região Central e 180 mm no Oeste. Durante esses meses, poderão ocorrer eventos de chuvas intensas ao longo da faixa litorânea Leste devido à influência da região oceânica que está com as águas mais aquecidas do que o normal”, explicou o chefe do setor, Gilmar Bristot.

Para esta semana, o meteorologista analisa que a tendência é de ocorrência de chuvas em todas as regiões de Estado. “As chuvas deverão aumentar a partir desta terça-feira com maior intensidade nas Regiões Oeste e Central e se estenderem por toda a semana com a continuidade da atuação da ZCTI e FF sobre o estado”, comentou.

A temperatura deverá variar entre 24oC durante as madrugadas e as máximas em torno dos 30oC durante as tardes, em Natal e para o interior do Estado, no Seridó, mínimas deverão variar entre 20oC a 25oC e as máximas em torno dos 34oC. Nas regiões Serranas, as temperaturas oscilarão entre 20oC e 31oC.

Balanço do final de semana

O boletim pluviométrico das 7h da sexta-feira (30/04) até a manhã de hoje (03/05) no mesmo horário registrou ocorrência de chuvas em 40 postos de monitoramento instalados nas quatro regiões do Rio Grande do Norte. O município de Mossoró registrou o maior volume acumulado no período, com 88,7 mm.

O boletim completo pode ser acessado no site www.emparn.rn.gov.br, “Chuvas Diárias” ou na aba “Meteorologia”.

Previsão da semana

03/05/21- segunda-feira- Céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuva isoladas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com pancadas de chuvas a qualquer hora.

04/05/21- terça-feira- As chuvas deverão aumentar nas regiões Oeste e Central durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

05/05/21-quarta-feira- Céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

06/05/21-quinta-feira – Céu parcialmente nublado com pancadas de chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

07/05/21-sexta-feira- Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

08/05/21- sábado- Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

09/05/21- Domingo- Céu parcialmente nublado com chuvas durante a tarde e noite no interior. No Litoral Leste e Agreste, céu parcialmente nublado a claro com chuvas a qualquer hora.

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Cidades

Plano no RN visa reduzir mortalidade de mães e bebês

O Rio Grande do Norte pretende reduzir, até 2030, as taxas de mortalidade materno-infantil por causas evitáveis. As metas são diminuir em 6,5% ao ano as mortes maternas, e em 5%, no mesmo intervalo de tempo, a mortalidade de crianças. Com isso, espera-se que, em 2030, a taxa de mortalidade materna esteja abaixo de 70 óbitos por 100 mil nascidos vivos. No caso de crianças, espera-se que a taxa de mortalidade fique abaixo de 12 por 1.000 nascidos vivos até o final desta década. As metas foram divulgadas pelo Governo do Estado nessa segunda-feira (3), durante o lançamento do Plano de Redução da Mortalidade Materna e na Infância.

 

As projeções locais estão dentro da meta brasileira de cumprir os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030, encabeçados pela Organização das Nações Unidas (ONU). A projeção nacional dentro da Agenda é de reduzir a mortalidade materna para menos de 30 óbitos a cada 100 mil nascidos vivos. Aqui no Rio Grande do Norte, segundo a secretária-adjunta de Saúde Pública do Estado, Maura Sobreira, o índice de mortalidade materna ficou acima dos 70 óbitos por 100 mil nascidos vivos no ano passado. Foram 28 mortes do tipo. Os dados ainda estão sob revisão e são considerados altos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) define óbito materno como “a morte de mulheres durante a gestação ou dentro de um período de 42 dias após o término da gravidez, devida a qualquer causa relacionada com ou agravada pela gravidez ou por medidas tomadas em relação a ela, porém não devida a causas acidentais ou incidentais”. Os dados do ano passado, se confirmados, evidenciam uma tendência de queda desde 2017, quando o Rio Grande do Norte registrou 36 mortes maternas.

No caso dos números relacionados à mortalidade infantil, o cenário também é preocupante. Segundo os índices compilados pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) foram 484 óbitos infantis em 2020. Desse total, 287 bebês morreram antes de completar sete dias de nascido; 118 estavam entre o sétimo dia de vida e o 27º; e 79 tinham entre 28 dias e 1 ano de vida. Os dados também estão sob revisão e demonstram uma taxa de mortalidade de 11,59 por mil nascidos vivos. O índice não difere muito dos últimos quatro anos. Em 2016, foram 12,81 mortes por mil nascidos vivos; em 2017, 12,31; em 2018, 11,72; e em 2019, 12,42. Para Maura Sobreira, as principais dificuldades em evitar os óbitos podem estar na Atenção Básica à Saúde.

“Nós temos uma mortalidade alta no Rio Grande do Norte. Esse é um problema histórico, portanto, não é de agora. No caso da mortalidade infantil, tivemos uma queda desde o processo de implantação da Estratégia Saúde da Família (ESF), mas ainda temos uma taxa de mortalidade neonatal precoce (crianças de seis dias de nascido) muito acentuada. Isso pode revelar questões referentes às condições assistenciais, e, independente do tempo de nascido da criança, pode também estar ligado às condições de vida”, declarou a secretária de Saúde adjunta.

Dentro do recorte das mortes maternas, as principais causas de óbitos estão relacionadas à tensão obstétrica dentro dos serviços materno-infantis, como hipertensão arterial, infecções e hemorragias “A maior parte dessas causas são evitáveis se o pré-natal tivesse sido feito mais adequadamente e se a paciente tivesse acesso a maternidades em condições estruturais e com profissionais que atendam de forma adequada”, pontuou Maura Sobreira.

Medidas
Para tentar atingir as metas estabelecidas, o Governo do Estado fará uma série de reformas estruturais nas unidades hospitalares estaduais, dentro do Plano de Redução da Mortalidade Materna e na Infância. O investimento para o cumprimento das metas está orçado em R$ 133.351.721,83. A maior parte desse montante (R$ 125 milhões) é destinada à construção do Hospital da Mulher, em Mossoró, com entrega prevista para o segundo semestre deste ano.
A governadora Fátima Bezerra afirmou, durante o lançamento do Plano, que a construção do hospital será ‘algo emblemático’. “Nós vamos entregar o Hospital da Mulher a Mossoró e a toda aquela região. Com isso, estou falando de um complexo hospitalar que vai ter a instalação de mais de 160 leitos. Será algo emblemático, com sala para parto humanizado e suporte para mulheres vítimas de violência”, elencou.

Ela destacou, ainda, a importância da união entre os vários setores da sociedade para que os resultados projetados sejam alcançados. “Para o Plano ter vida, ele precisa ter parceria com o Ministério da Saúde, mas também é fundamental a parceria com os Municípios e com os Ministérios Públicos, que fazem um papel de fiscalização colaborativa, além do engajamento de toda a sociedade. Esse Plano se trata da redução da mortalidade materna, ou seja, da vida das mulheres. Vamos garantir a elas e às nossas crianças o direito de nascer e de viver com dignidade e respeito”, sublinhou.

O secretário estadual de Saúde, Cipriano Maia, ressaltou que as ações envolvem também a redução das taxas de gravidez na adolescência e reforçou que deve haver união de esforços para diminuir os índices de mortalidade materno-infantil no RN. “Esse plano traduz o compromisso do Governo com os problemas estruturais do Estado, mas essas ações só terão sucesso se tivermos o apoio de todos. Queremos reverter essa estatística tão preocupante da morte de mulheres. Nossa expectativa é que o Plano seja um mobilizador de consecução desse trabalho, onde a gestação não apresente riscos para a mãe nem para a criança. Também queremos reduzir a gravidez na adolescência, que muitas vezes é fruto da violência contra a mulher. Mas isso depende da mobilização de diversos entes”, frisou.

O Secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Rafael Parente, também participou do evento. Além de elogiar o Plano, ele esclareceu que o foco para as ações que devem reduzir os números de mortes entre mulheres e crianças está na Atenção Básica. “A mortalidade materna é uma chaga do País todo e a gente tem que colocar isso em índices minimamente aceitáveis. O pré-natal não pode parar, mesmo com a pandemia. É importantíssimo que a gestante faça seu pré-natal. Parabenizo muito o lançamento desse Plano”, declarou.

Confia matéria completa na Tribuna do Norte.

Opinião dos leitores

  1. Mais uma promessa que ficará na promessa, quem acredita nesse desgoverno Estadual da Fátima Cadeado.

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Turismo

“Estados dão aula de como salvar o turismo e a gestão do RN é incompetente”

Foto: Reprodução

O setor de Comércio, Serviços e Turismo é responsável, segundo o Sistema Fecomércio, por cerca de 65% do PIB do Estado. São mais de cinquenta atividades que tem relação com essa cadeia produtiva, considerada a “indústria” que mais gera emprego e renda para a população economicamente ativa.

Mas os números do último ano não são nada animadores. De acordo com pesquisa realizada pelo SINDETUR-RN, Sindicato das Empresas de Turismo do Rio Grande do Norte, o segmento registrou uma queda de 70,77% no número de passeios realizados entre Abril/2020 e Março de 2021, em comparação ao período anterior à pandemia.

“A pesquisa foi realizada entre as principais empresas de receptivos e passeios turísticos do estado, que representam 80% do mercado”, explicou Júnior Câmara, presidente do SINDETUR-RN. “O dado preocupa, o reflexo é muito forte nos municípios que recebem diariamente os turistas de “bate e volta” e existem diversos serviços relacionados, como passeios de barco, quadriciclos, buggy, restaurantes, barracas de praia, lojas de artesanato e ambulantes, que também estão sofrem com essa queda do fluxo de passageiros. A cadeia de atividades que depende destes turistas é enorme”, explica.

As empresas de passeios não são as únicas que constataram a grande queda no movimento. Com a diminuição no número de voos diários para o Estado, os taxistas também relatam prejuízos. Numa cooperativa de taxis que atua no aeroporto com 120 veículos credenciados, alguns profissionais precisaram mudar de ocupação para garantir o sustento.

“Nós dependemos do turismo, dependemos de ter turista na cidade e não somente os taxistas. É o hotel, o restaurante, o trabalhador que vende água de coco na praia. E nós estamos dentro desse contexto. Tenho colegas que precisaram sair do taxi e arrumar outro meio de vida porque só o taxi só não dá para manter a família e pagar as contas”, lamenta Rogério Azevedo, presidente da COOPCON.

“Já tivemos excelentes momentos em que fazíamos 8 corridas diárias. Começou a cair, 4, 3 por dia, mesmo com os voos internacionais, mas isso foi diminuindo progressivamente. Antes da pandemia chegamos a ter 4 mil corridas/mês. No último ano tivemos mês com 186 corridas”, detalha Azevedo.

”Totalmente aos pedaços”

Para Habib Chalita, presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN), “O RN está totalmente aos pedaços, virou terra devastada para quem investiu em turismo, bares e restaurantes. Precisamos de ações para que a gente possa se reerguer. Somos a principal indústria geradora de empregos e renda. O que vai ser do Rio Grande do Norte, se não for o turismo?”, questiona.

Chalita ainda reforça que os impactos negativos não atingem somente as empresas. “Quero saber qual é a indústria aqui dentro do Rio Grande do Norte que consegue desenvolver mais rápido, gerar mais emprego e arrecadar mais impostos do que a gente” e lamenta: “A cadeia do turismo vem sendo jogada no lixo. Os outros estados do Nordeste estão dando aula de como salvar o turismo. João Pessoa, Recife, Fortaleza, Alagoas, pegaram o Rio Grande do Norte e colocaram no bolso. Mostra a total incompetência da gestão estadual atual com o turismo”, critica.

“O que passamos décadas para construir, em relação à indústria do Turismo no Rio Grande do Norte, foi jogado fora no lixo em 1 ano e 3 meses porque o governo do Estado não deu nenhuma assistência ao setor de turismo. A coisa mais fácil do mundo é você ver equipamentos turísticos, bares e restaurantes fechados em Natal. Virou comum”, finaliza.

AGORA RN

Opinião dos leitores

  1. Ministério público INERTE dá nisso, viajem para JOÃO PESSOA, tudo perfeito , sabem porque ???lá o poder legislativo trabalha sem roubar , sabe porque ??? O ministério público é atuante , prende , investiga etc , lá político morre de medo , aqui estão rindo da cara do POVO IDIOTA .
    Não estou limitado ao um único partido , todos que passaram nos últimos 40 anos no estado ROUBARAM , quebraram o estado ,e o ministério público CALADO …não querem problemas pra eles .podem perguntarem no meio jurídico como funciona na PARAÍBA????

  2. Esse desgoverno caótico de Fátima do PT está destruindo o RN em TODOS os setores. É difícil até criticar algo que é péssimo por completo. Na saude, fez o que? Na educação, a “professora” não quer abrir as escolas e recorre até mesmo ao STF para deixar os alunos sem estudar. Na infra-estrutura, fez alguma coisa? E na segurança, desvia a polícia para perseguir o cidadão de bem e nào deixar as pessoas trabalhar. O governo dessa senhora é uma sucessão interminável de equívocos e falta de atitude.

  3. Terra arrasada é solo fértil para políticos com dinheiro em caixa , e em ano de eleição. Entendendores entenderão…

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Saúde

Número de mortes por covid nesta 2ª feira é o menor dos últimos 63 dias

O avanço da vacinação pelo país em patamar milionário começa a surtir efeitos mais palpáveis nos números da pandemia e o Brasil teve ontem, segundo o Conass, 983 mortes decorrentes da covid19.

Apesar de ainda elevado, é o menor número dos últimos 63 dias. Com relação aos novos casos, o resultado de 24.619 é ainda mais promissor por ser o menor número de infecções confirmadas em 24h desde o dia 14 de fevereiro. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O resultado desta segunda fez cair a média diária de óbitos para 2.364, cerca de 25% menor que a do início de abril, e a menor em 40 dias.

Especialistas afirmam que efeitos da situação atual só são sentidos 15 dias depois. Por isso, a expectativa é de queda ainda mais acentuada.

Abril terminou com 24,6 milhões de doses aplicadas, e em aceleração. Nos últimos oito dias, a média foi acima de um milhão de doses diárias.

DIÁRIO DO PODER

Opinião dos leitores

  1. O avanço da vacina e principalmente o avanço da CPI do covidão vem diminuindo drasticamente o número de internações e mortes. Da-le CPI.

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Saúde

Com a distribuição de 11 milhões de novas doses, Brasil pode vacinar 25% da população adulta

Com 11,5 milhões de doses distribuídas nesta semana, o Brasil deve vacinar 25% do grupo apto a ser imunizado contra a Covid-19. A população adulta brasileira corresponde a 163.981 milhões de pessoas e, se as secretarias estaduais aplicarem as novas doses recebidas, 40,9 milhões dos maiores de 18 anos terão a primeira dose nos próximos dias.

A entrega de vacinas aos estados no início de maio é a maior desde o começo da pandemia de coronavírus. Serão mais de 11 milhões de doses. Desse total, 6,5 milhões foram produzidos pela Fiocruz; 4 milhões, pelo consórcio Covax Facility, encabeçado pela Organização Mundial da Saúde (OMS); 1 milhão, pela Pfizer/BioNTech; e 420 mil pelo Butantan.

 

Desde quando a campanha de imunização começou, em 18 de janeiro deste ano, a semana de 28 de março a 3 de abril detinha o recorde de maior número de doses distribuídas, com 9,2 milhões de vacinas repassadas aos estados. A quantidade estimada para os primeiros sete dias de maio é 25% superior a esse montante.

 

O cronograma do Ministério da Saúde prevê uma aceleração na distribuição de doses até o fim do primeiro semestre deste ano. De acordo com a última atualização, realizada na quarta-feira (28/4), neste mês devem ser repassados 34,5 milhões de vacinas, 7,9 milhões a mais do que em abril.

Desse total, 21,5 milhões serão produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); 5,6 milhões, pelo Instituto Butantan; 4,9 milhões serão enviadas pela Covax Facility; e outros 2,5 milhões virão da Pfizer. Assim, a previsão é de que a Pfizer envie mais 1,5 milhão de doses até o fim do mês.

A expectativa para o mês de junho é de que 52,2 milhões de unidades sejam distribuídas. Mais da metade desse total diz respeito a imunizantes da Fiocruz (34,2 milhões); enquanto o Butantan deve repassar 6 milhões de doses; e a Pfizer, outros 12 milhões. São aguardados mais 162,9 milhões de vacinas entre julho e setembro.

O médico infectologista Julival Ribeiro aponta que mesmo com a imunização é necessário manter o uso de outras medidas que reduzem o contágio pela Covid-19. “As vacinas precisam estar associadas ao uso de máscara e a medidas de distanciamento social, não há nenhuma vacina com eficácia de 100%”, apontou.

De acordo com o especialista, até o fim do ano ou início de 2022, o Brasil deve atingir um patamar de imunização suficiente para restringir de maneira significativa o espalhamento da doença. “As pessoas precisam tomar todas as doses para serem consideradas vacinadas”, lembrou.

Hoje, das 48,3 milhões de vacinas aplicadas, 16,1 milhões foram de segunda dose. Essa é a população imune atualmente no país.

METRÓPOLES

Opinião dos leitores

  1. A partir da 1a. dose, as vacinas já surtem efeito, embora ainda não em seu pleno efeito. E o Brasil está vencendo a crise sanitária. Graças a um presidente honesto, trabalhador, patriota, bem intencionado e que soube escolher seus assessores. Noticias como essa destroem as narrativas mentirosas daqueles que torcem pelo pior, que querem destruir o pais em nome do seu projeto de poder. O Brasil está dando certo.

    1. Poderia estar melhor, se o nosso presidente tivesse comprado as 70 Milhões de doses foram oferecidas em agosto do ano passado

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Saúde

Três em cada quatro brasileiros perderam alguém para a covid-19, indica levantamento

Três em cada quatro brasileiros perderam alguém para a covid-19, indicou um levantamento divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Entre aqueles que conhecem alguém que morreu na pandemia, 53% disseram ter perdido um amigo, 25% um parente que mora em outra residência e 15% um colega de trabalho.

Os porcentuais, que fazem parte da pesquisa “Os brasileiros, a pandemia e o consumo”, divulgado hoje pela CNI, são indícios do impacto da pandemia do novo coronavírus sobre as famílias brasileiras. Até a noite de ontem, mais de 407 mil pessoas já haviam morrido de covid-19 no País, conforme dados compilados pelo consórcio dos veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL.

 

O levantamento da CNI, realizado pelo Instituto FSB Pesquisa, mostra que 75% dos brasileiros conhecem alguém que já morreu de covid-19. Foram entrevistadas 2.010 pessoas com mais de 16 anos, nas 27 unidades da Federação, entre os dias 16 e 20 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa mostrou ainda que 56% da população brasileira possui atualmente um medo “muito grande” ou “grande” da covid-19. O porcentual sugere um aumento das preocupações, na esteira da segunda onda da pandemia neste ano de 2021. Em julho do ano passado, quando outro levantamento foi realizado, este porcentual era de 47%.

Entre 22% da população o medo atual da pandemia é classificado como “médio” e 9% o qualifica como “pequeno” ou “muito pequeno”. Em julho de 2020, 29% das pessoas diziam que o medo da pandemia era “médio” e 10% que era “pequeno” ou “muito pequeno”.

A relação dos brasileiros com a pandemia traz impactos diretos para a atividade econômica. Por meio de nota à imprensa, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, defendeu que “enquanto não houver uma vacinação em massa, a pandemia será motivo de grande preocupação para a população e continuará afetando o funcionamento das empresas, dificultando a esperada retomada da economia”.

Conforme o consórcio de imprensa, 31.875.681 pessoas haviam recebido pelo menos a primeira dose de vacina contra a covid-19 até o último domingo, 2. O número corresponde a apenas 15,05% da população brasileira. Na prática, de cada 20 brasileiros, somente 3 já receberam uma dose da vacina. O porcentual de quem já recebeu as duas doses é de apenas 7,49% da população.

Neste cenário, a pesquisa da CNI mostrou que 89% dos brasileiros consideram a pandemia no Brasil “muito grave” ou “grave”. Outros 6% a classificam como “mais ou menos grave”, enquanto apenas 10% dos brasileiros a tratam como “pouco grave” ou “nada grave”. Em julho de 2020, 84% das pessoas consideravam a pandemia “muito grave” ou “grave”.

ESTADÃO

Opinião dos leitores

  1. Vamos continuar com as aglomerações, vamos fazer passeatas igual ocorreu em 1° de maio. Esse vírus deveria ser é seletivo aos que se expõe, seria idiotas a menos nessa terra.

    1. Cada vez que eu leio um comentário desse, tenho mais certeza que estou do lado certo.

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Saúde

França e Alemanha misturam vacinas contra covid; OMS desaconselha medida por falta de estudos

Autoridades sanitárias da França e da Alemanha têm recomendado que seus cidadãos de, respectivamente, menos de 55 e 60 anos e que já tomaram a 1ª dose da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a covid-19, recebam como 2ª dose um imunizante diferente do primeiro. Nesse caso, a escolha preferencial recai sobre a Pfizer ou a Moderna. A combinação, que surpreendeu especialistas, tem sido receitada para reduzir o risco de coágulos, entre os mais jovens, relacionado ao produto de Oxford.

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) não recomenda a mistura de vacinas diferentes. Ainda não há estudos sobre as possíveis consequências dessas combinações. Além disso, o risco de ocorrência de coágulos entre aqueles que recebem as duas doses da AstraZeneca é muito raro. Não justificaria tal alteração do protocolo. Na Europa, foram 222 casos em pelo menos 34 milhões de vacinados.

“Acho uma decisão no mínimo controversa”, afirma o pediatra Renato Kfouri, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBim). “O risco de coágulos é baixíssimo, e não há estudos sobre essas combinações de vacinas. Não sabemos, por exemplo, se essa combinação pode oferecer proteção mais baixa ou até favorecer mais coágulos.”

Na França, a decisão deve afetar 530 mil pessoas com menos de 55 anos que já tomaram a 1ª dose da vacina da AstraZeneca entre o início de fevereiro e meados de março. A Alta Autoridade de Saúde, um painel de especialistas que aconselha o governo francês, disse que a 2ª dose deve ser de vacinas baseadas na tecnologia de RNA, como a da Pfizer e a da Moderna. Segundo o ministro da Saúde francês, Olivier Véran, a combinação de vacinas diferentes é “totalmente lógica”.

A vacina Oxford/AstraZeneca é um dos três imunizantes usados na campanha de imunização brasileira, junto da Coronavac e do produto da Pfizer. No Brasil, as doses de Oxford são fabricadas pela Fiocruz e, para o segundo semestre, a expectativa é de produção 100% nacional, sem dependência de insumos importados.

Autoridades investigam elo com coágulos

A Agência Médica Europeia estabeleceu recentemente que haveria “possível relação” entre a vacina da AstraZeneca e os incomuns coágulos que afetaram, na maior parte dos casos, mulheres com menos de 60 anos. A agência informou ter analisado ao menos 86 casos e 16 mortes. Recomendou uma atualização na bula da vacina, para que os coágulos sejam listados como um possível efeito colateral. Indicação semelhante foi dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Brasil.

Especialista em vacinas e integrante da Alta Autoridade de Saúde, Elisabeth Bouvet afirmou que a combinação de vacinas diferentes é uma solução prática. O objetivo é proteger os mais jovens, que têm risco menor de desenvolver formas graves de covid. “É uma escolha baseada em segurança”, garantiu, a despeito da ausência de dados clínicos sobre a combinação de vacinas.

Para a especialista, a estratégia teria risco muito baixo de provocar efeitos colaterais e, provavelmente, deve oferecer proteção adicional contra a covid, uma vez que todos os imunizantes têm como alvo principal a proteína spike do coronavírus. “Acreditamos que essa estratégia vai funcionar”, disse ela. “Não há razão para esperarmos algum efeito colateral em particular com a combinação. Mas será interessante estudar a resposta imunológica que será induzida.”

O ministro da Saúde da Alemanha, Klaus Hletschek, tem opinião semelhante à da colega francesa: “A solução encontrada vai oferecer bom nível de proteção”. A decisão da Alemanha foi baseada em decisão da Comissão Alemã de Vacinas. Na Alemanha, ao menos 2,2 milhões de pessoas com menos de 60 anos já tomaram a 1ª dose da AstraZeneca.

O britânico Peter English, especialista em controle de doenças transmissíveis, disse que é razoável combinar vacinas diferentes e que isso já foi feito antes para outras doenças.

ESTADÃO

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Economia

Governo confirma Petrobras em leilão do pré-sal que pode render R$ 11,1 bilhões

Depois de cortar em 70%, em média, o valor dos bônus do próximo leilão do pré-sal, previsto para dezembro, o governo anunciou nesta segunda-feira (3) que a Petrobras terá direito de preferência para operar as áreas que serão licitadas, em um indicativo de que haverá oferta pelos blocos.

No leilão, o primeiro com oportunidades no pré-sal após o início da pandemia, o governo oferecerá duas áreas que não atraíram interessados em evento que ficou conhecido como megaleilão do pré-sal, em 2019.

Caso se confirmem as ofertas da Petrobras, o governo garantirá uma arrecadação extra de R$ 11,1 bilhões em 2021. A estatal, porém, não é obrigada a fazer lances, mesmo tendo exercido direito de preferência previsto em lei.

O direito lhe garante uma fatia mínima de 30% no consórcio vencedor, mesmo que sua oferta tenha sido derrotada durante o leilão. A regra foi estabelecida em 2017, por lei que acabou com a presença obrigatória da estatal em consórcios do pré-sal, vigente havia sete anos.

Nesta segunda, em entrevista à CNN, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse acreditar que nenhuma empresa entrará na disputa sem participação da Petrobras. “Ela é considerada a empresa de petróleo mais qualificada para fazer produção em águas profundas e ultraprofundas, que é o caso dessa área de Sépia e Atapu”, afirmou.

Em nota divulgada na semana passada, a Petrobras diz que “a manifestação do interesse está em linha com o Plano Estratégico da companhia, com foco na concentração dos seus recursos em ativos de classe mundial em águas profundas e ultraprofundas”.

As áreas do próximo leilão, chamadas Atapu e Sépia, eram parte de um conjunto de quatro blocos oferecidos no megaleilão, quando o governo arrecadou R$ 69,9 bilhões com a concessão de outras duas áreas à Petrobras em parceria com estatais chinesas.

O pedido da Petrobras é para os campos de Atapu e Sépia, áreas que foram oferecidas, respectivamente, por R$ 13,7 bilhões e R$ 22,9 bilhões em 2019. Há duas semanas, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) anunciou que na nova oferta os bônus serão de R$ 4 bilhões e R$ 7,1 bilhões.

A falta de interesse de petroleiras privadas naquele leilão foi interpretada pelo mercado como reflexo dos altos preços pedidos pelo governo para projetos que tinham incertezas sobre reembolsos de investimentos feitos pela Petrobras.

Na semana passada, em um primeiro passo para tentar conceder as áreas, o MME anunciou acordo entre a Petrobras e a estatal PPSA (Pré-Sal Petróleo S.A.) com um cálculo final sobre os reembolsos, que ficarão na casa dos US$ 6,45 bilhões (R$ 36 bilhões, pela cotação atual).

A compensação será de US$ 3,253 bilhões para Atapu e US$ 3,2 bilhões para Sépia. Os valores podem ser ampliados entre 2022 e 2023, caso o preço do petróleo atinja média anual superior a US$ 40 por barril, até um limite de US$ 70 por barril.

Os reembolsos são necessários porque a Petrobras foi responsável pela descoberta dos reservatórios, mas segundo contrato assinado com o governo em 2010, tem direito a produzir apenas parte do petróleo que está no subsolo.

Esse contrato ficou conhecido como cessão onerosa. Em troca de ações da estatal no processo de capitalização da companhia, o governo deu à empresa 5 bilhões de barris de petróleo, mas os reservatórios tinham reservas maiores do que as cedidas à estatal.

Nos leilões do pré-sal, o bônus de assinatura é fixo e vence a disputa a empresa ou consórcio que se comprometer a entregar a maior parcela da produção ao governo, depois de deduzidos os custos de produção e a recuperação do investimento.

Para o leilão de dezembro, o CNPE estipulou que os lances mínimos serão de 5,89% da produção para Atapu e de 15,02% para Sépia. Em nota, o conselho disse que “os parâmetros escolhidos derivam de estudos robustos que envolvem modelagens geofísicas, geológicas, de reservatório e econômicas”.

Recentes resultados negativos na busca por petróleo em áreas do pré-sal indicam que o tempo de “bilhete premiado” da maior província petrolífera brasileira já passou e reforçam argumento de petroleiras para defender mudanças no modelo de leilões no país.

A expressão foi usada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva para ilustrar a elevada taxa de sucesso da Petrobras nos primeiros poços na região, argumento que justificou aprovação de lei que garantiu fatia maior da receita ao governo e um mínimo de 30% de cada projeto à estatal.

A indústria do petróleo defende o fim do regime de partilha da produção, que é tema de um projeto de lei do senador José Serra (PSDB-SP). As empresas defendem que o modelo, instituído por Lula após a descoberta do pré-sal, reduz a viabilidade dos investimentos.

O texto dá ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) a atribuição de definir qual o regime contratual para cada bloco licitado. Atualmente, o regime de partilha vigora no chamado polígono do pré-sal, área de 149 mil quilômetros quadrados entre Santa Catarina e o Espírito Santo.

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Opinião dos leitores

  1. Tem de ser, não estão produzindo, então deixe ver se outras pessoas fazem algo pra devolver o emprego , principalmente na área do RN e tbm no Brasil, vamos virar pra rodar, já que o PT afundou a BR,dizendo…o petróleo é nosso kkkkkkkk

  2. Depois de f**** aposentadoria, e direito dos trabalhadores, agora vende tudo, e nada de melhorar as condições de nossas vida, só teorias de conspirações, denuncias de desmandos sem judicialização e arranca rabo todo dia. Ainda quer continuar nessa pisada, mais quatro anos. Acha bom, uns poucos se dando bem com benesses do governo, uns idiotas igual aos petralhas alimentando mídias fakes e tolas. Ômi, não sei onde querem ir nesse país de babacas.

    1. Deveria perguntar ao pessoal dos governos anteriores que roubaram até secar a fonte de dinheiro.

    2. Só lembrando a você que quando mais se realizou leilão em campos de petróleo, foram nos “guvernu” de luladrao e dilmanta, se nao sabe, vai pesquisar.

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Nacional

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas, é extubado

O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, 41, foi extubado na noite desta segunda-feira (3), após o sangramento na cárdia, entre o esôfago e o estômago, ter sido estancado com procedimento endoscópico de hemostasia. Tratando de um câncer que começou no sistema digestivo, ele havia sido internado na Unidade de Terapia Intensiva do hospital Sírio-Libanês e intubado mais cedo.

Covas foi internado no domingo (2) para fazer exames de sangue, de imagens e endoscópico para continuar o tratamento de quimioterapia e imunoterapia, diz a prefeitura. A endoscopia mostrou que havia um sangramento no local do tumor inicial, na cárdia, entre o esôfago e o estômago. Após passar por procedimento endoscópico e ter o sangramento estancado, ele foi extubado já na noite desta segunda. Covas é acompanhado pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho.

O prefeito então foi levado à UTI e intubado. Covas é acompanhado pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho.

O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento em 2019 e vinha evitando, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas.

Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.

Em fevereiro, um novo nódulo no fígado foi descoberto. Na ocasião, a equipe médica disse que o câncer no sistema digestivo conseguiu “ganhar terreno”, mas que ainda era menor do que o primeiro encontrado há dois anos.

Em 16 de abril, os médicos anunciaram que exames detectaram o surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos do prefeito, e ele foi internado.

No último dia 27, os médicos anunciaram que ele teria alta. A prefeitura informou à época que a internação se prolongou devido ao acúmulo de líquido entre os pulmões e a pleura (membrana que reveste os pulmões), dentro da caixa torácica. O acúmulo é decorrente de uma inflamação provocada por um dos tumores no fígado. Covas fez drenagem pleural e seu quadro evoluiu com sucesso, dizem os médicos, com redução do líquido e melhora clínica, o que permitiu que ele deixasse o hospital.

Em casa, o prefeito estava recebendo alimentação venosa suplementar para recuperar o peso perdido nos últimos meses, e faria quimioterapia e imunoterapia a cada duas semanas, a começar pelo último fim de semana. O tratamento previsto, no entanto, foi adiado porque a equipe médica achou melhor esperar os resultados de novos exames.

No domingo (2), a prefeitura anunciou que ele voltaria a ser internado. Em entrevista à rádio CBN na manhã desta segunda, David Uip afirmou que Covas teve sintomas comuns ao tratamento, como náusea e vômito, e que os médicos optaram por interná-lo novamente para antecipar os exames.

Também neste domingo, o prefeito decidiu se licenciar por 30 dias do comando da Prefeitura de São Paulo. Neste período, o vice-prefeito, Ricardo Nunes (MDB), assumirá a maior prefeitura do país.

Em rede social, Covas disse no domingo que nos últimos meses a vida tem apresentado enormes desafios e que ele tem procurado enfrentá-los com fé, cabeça erguida e muita determinação. Reeleito no segundo turno em novembro, o tucano vinha despachando do hospital e de casa.

À Folha, Nunes afirmou que vai consultar Covas em temas importantes e que não fará mudanças enquanto for prefeito em exercício.

“Me sinto preparado para ocupar a cadeira nesses 30 dias. Nesses quatro meses do lado do Bruno, aprendi muito, a equipe montada é muito boa, está todo mundo muito entrosado. Os trabalhos vão continuar, eu vou continuar conversando com ele”, afirmou Nunes no domingo.

“Não farei absolutamente nenhuma mudança no rumo da prefeitura ou em secretariado, em hipótese alguma, isso nem me passou pela cabeça”, disse o vice-prefeito.

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Saúde

Número de mortes entre enfermeiros despenca no Brasil depois de vacinação contra a Covid-19

O número de mortes de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem por Covid-19 despencou no Brasil depois do início da vacinação.

O número, que vinha crescendo desde dezembro, atingiu pico em março, com 83 óbitos, e caiu para 24 no mês de abril —uma redução de 71%. Os profissionais estão incluídos nos grupos prioritários da vacinação.

A diminuição dos óbitos entre profissionais, segundo o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), pode ser creditada a diversos fatores, sendo o principal deles a imunização desses profissionais. “Ainda assim, as equipes continuam sobrecarregadas. Em especial com o advento da segunda onda, que foi mais agressiva”, diz Walkirio Costa Almeida, que integra o comitê de crise da entidade.

Ele também cita a maior disponibilidade de equipamentos de proteção e o maior conhecimento dos protocolos para o combate ao vírus como fatores que podem explicar a redução dos óbitos.

O Cofen registrou em abril 7 mortes na região Norte, 3 no Nordeste, 5 no Centro-Oeste, 8 no Sul e 1 no Sudeste. A queda segue o caminho inverso das mortes registradas no Brasil: abril foi o mês mais letal da epidemia, com 82.401 óbitos. A Covid-19 já matou 776 profissionais de enfermagem.

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Esporte

Governo deve começar a vacinar atletas brasileiros para os Jogos de Tóquio em 9 de maio

Em nova reunião nesta segunda-feira (3), o Ministério da Saúde sinalizou que deve iniciar a vacinação da delegação brasileira que vai para os Jogos de Tóquio a partir do dia 9 de maio.

Seis cidades devem ser definidas para receber atletas e demais pessoas credenciadas: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre e Fortaleza.

O Comitê Olímpico do Brasil fez consulta ao governo para saber se teria possibilidade de imunizar integrantes da delegação que estão no exterior, mas a resposta foi negativa.

Segundo levantamento, cerca de 199 atletas estão fora do país atualmente e terão que voltar se quiserem receber as doses.

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