Saúde

Com compra de 138 milhões de doses, Ministério da Saúde projeta vacinação da população em geral a partir de maio

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro da Saúde Eduardo Pazuello anunciou, nessa segunda-feira (15), que o governo completou as negociações com as farmacêuticas Pfizer e Janssen para compra de vacinas contra o coronavírus. Segundo o ministro, foram negociadas 100 milhões de doses da Pfizer e 38 milhões da Janssen, a única que precisa de apenas uma aplicação para imunização. Com isso, de acordo com a pasta, será possível vacinar as pessoas que não estão nos grupos prioritários a partir de maio — veja ao final do texto a ordem dos grupos prioritários.

— Estou informando à população que nós já concluímos a contratação da União Química da Sputnik, da Pfizer e da Janssen. Todas essas contratações foram finalizadas a partir da lei que foi sancionada — disse. — Só para que os senhores compreendam a velocidade administrativa desse trabalho. A partir da lei, sancionada na quarta-feira, hoje, segunda-feira, estou informando que já fizemos essas contratações completas.

— Todos laboratórios que chegam a nós entram em tratativas a partir de robustez de dados — afirmou.

O ministro afirmou que até o final de abril vai vacinar 88% dos prioritários e que toda população será vacinada até o fim de 2021.

— É provável que até maio todos de grupos prioritários sejam vacinados — disse.

Somadas às negociações com a AstraZeneca, a Sinovac, a Covax Facility, a União Química (Sputnik V) e Bharat Biotech, o governo projeta adquirir 562 milhões de doses de vacinas neste ano.

— Temos mais vacinas contratadas que brasileiros. Essas vacinas se mantêm na validade para 2022, por isso, temos que ter estoque. E não podemos contar com 100% das entregas. Há oscilações — disse. Ele afirmou que Estados e municípios podem adquirir o imunizante, desde que venham pelo Programa Nacional de Imunização (PNI).

— Não haverá Estados e nem municípios vacinando antes do que outros, não haverá divisão entre regiões e nem entre ricos e pobres na vacinação — disse.

O governo federal estava em tratativas para a compra das doses da Pfizer desde setembro do ano passado. Segundo o Ministério da Saúde, o contrato não foi formalizado antes devido às cláusulas, consideradas pela pasta, “abusivas”. Um projeto de lei aprovado no Congresso autorizou a compra do imunizante.

Também na coletiva, Pazuello confirmou que a pasta iniciará uma campanha publicitária para imunização nesta terça (16).

— Amanhã começamos uma campanha nacional de conscientização para vacinação — declarou o ministro.

Contratos firmados

O Ministério da Saúde tem contrato firmado para compra de vacinas com seis empresas: Fiocruz, Butantan, Precisa (vacina indiana), União Química (Sputnik V), Pfizer e Janssen. Dessas, não tem autorização da Anvisa as vacinas Sputnik, Precisa e da Janssen. As primerias doses da Pfizer vão chegar ao brasil em abril, mas a maioria dos lotes será enviada apenas no segundo semestre do ano.

Ordem de vacinação dos grupos prioritários

Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas;

Pessoas com deficiência institucionalizadas;

Povos indígenas vivendo em terras indígenas;

Trabalhadores de saúde;

Pessoas de 80 anos ou mais;

Pessoas de 75 a 79 anos;

Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas;

Povos e comunidades tradicionais quilombolas;

Pessoas de 70 a 74 anos;

Pessoas de 65 a 69 anos;

Pessoas de 60 a 64 anos;

Comorbidades;

Pessoas com deficiência permanente grave;

Pessoas em situação de rua;

População privada de liberdade;

Funcionários do sistema de privação de liberdade;

Trabalhadores da educação do Ensino Básico (creche, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA);

Trabalhadores da educação do Ensino Superior;

Forças de segurança e salvamento;

Forças Armadas;

Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros;

Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário;

Trabalhadores de transporte aéreo;

Trabalhadores de transporte aquaviário;

Caminhoneiros;

Trabalhadores portuários;

Trabalhadores industriais.

Zero Hora

Opinião dos leitores

  1. População privada de liberdade deveria ser os últimos. Eles acabam com o sossego do cidadão de bem e ainda tem esse tipo de privilégio.

  2. Não entendo essa prioridade aos marginais ante a outros grupos como militares, professores…..Eles estão "privados de liberdade" porque assim quiseram. Mataram, roubaram, estupraram e por isso devem ser vacinados como prioritários.
    Ah mundo injusto. Será que se eu for presa eu me vacinou antes dos outros?
    É uma opção. ???????

  3. TODOS estão enquadrados na condição de: "pessoa privada de liberdade". Pelo menos nisso o lockdown teve utilidade.
    Vamos TODOS receber vacina logo.

    1. À depender de quanto tempo de imunização tem essas vacinas, que até agora não foi comprovado, e lembrando que as vacinas não impede de contrair o vírus e sim evita que caso contraia não chegue ao caso grave da doença, então por enquanto todos os cuidados para evitar tem que ser mantido, e Governo tem que deixar isso bem claro para a população, ou vai sir tudo mundo doido ai na rua achando que o problema esta resolvido.

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Diversos

“Governo vai entregar 140 milhões de vacinas para os meses de março, abril e maio. Também ficou acertado o auxílio emergencial, que deve ser de R$ 250 até junho”, anuncia Lira

Foto: Reprodução/Twitter

O presidente da Câmara Federal, Arthur Lira, destacou na manhã desta segunda-feira(01), em suas redes sociais, o acerto com o governo do auxílio emergencial, que deve ser de R$ 250,00, até junho.

Lira ainda anunciou a entrega de 140 milhões da vacinas de março a maio:

“Agora na TV Record, anunciei que o governo vai entregar 140 milhões de vacinas para os meses de março, abril e maio. O assunto foi tratado ontem na reunião com o presidente Bolsonaro”.

Opinião dos leitores

  1. Praquê querer remanejar dinheiro da reta tabajara se o governo federal tá agindo.
    Qual a diferença de comprar pelo ministério da saúde, pra ir comprar pelo consórcio Nordeste??
    Tem dedo de deputado esquerdista nisso.
    Nada de desviar dinheiro da obra.
    Tá bom de mais assim.
    Consórcio nordeste, não sabe comprar nada.
    Onde já se viu, comprar respiradores a empresa que vende produtos a base de maconha?
    É querer comprar material de construção numa farmácia, não vai encontrar.
    É por isso que os 5.000 milhões foi pro beléleo e ninguém está preso.
    Mada de consórcio Nordeste, risco grande do dinheiro do povo levar fim.

  2. O governo federal está tentando fazer sua parte, apesar dos inimigos do Brasil, que fazem oposição irresponsável e torcem sempre pelo pior, politizando o combate à pandemia. E o que fez de efetivo, ATÉ AGORA, o governo do estado do RN? Trancar as pessoas e destruir a economia do estado só vai piorar as coisas.

    1. O governo federal não está tentando nada além da própria reeleição. Não vem com esse papo de honesta que não cola. É um governo fraco, incapaz de se movimentar e que mesmo com a ajuda do centrão, cheio de corrupção, não consegue fazer nada de bom pelo país. É o pior governo desde a redemocratização, disparado, e responsável principal pelo caos em que se encontra a saúde. Só tem levado a retrocessos econômicos, sociais e políticos. Esse nhen nhen do Direita honesta não convence ninguém. Conversa fiada.

    1. Cara, se tu chegas a acreditar que o Lula é inocente, então…

    2. No dia q sai o aumento da gasolina, mais um ora não esquecer, ele joga essa da vacina para os brasileiros ficarem calados. eu queria acreditar, mais vindo dessa turma q brinca com a doença e o povo fica complicado.

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Diversos

NÃO É SÃO JOÃO: Realização dos desfiles de Carnaval entre maio e julho de 2021 no Rio avança na Liesa

Foto: Alexandre Cassiano/Infoglobo

Em plenária realizada na noite desta segunda-feira, a Liga das Escolas de Samba do Rio (Liesa) e os presidentes das agremiações do Grupo Especial avançaram na ideia de realizar os desfiles de Carnaval na Sapucaí entre os meses de maio e julho de 2021. A definição, entretanto, vai depender da imunização da população contra a Covid-19 e da injeção de recursos financeiros públicos e privados no evento.

Segundo Jorge Castanheira, presidente da Liga, é possível, ainda, que os desfiles ocorram no mesmo período que os de São Paulo.

— Temos até janeiro de 2021 para decidir, esse é o prazo máximo. Vai depender de muitos fatores, principalmente a avaliação das autoridades sanitárias. Estamos imaginando a realização dos desfiles entre junho e início de julho, antes das Olimpíadas. Maio acredito que seja precipitado. Sobre o formato do evento, ainda não sei se seguiria nos moldes tradicionais, com o mesmo regulamento, ou se seria algo menor. Vamos continuar nos reunindo para debater, tudo está em estudo — disse Castanheira.

A data do evento no Sambódromo, contudo, não interfere no projeto de lives para escolhas dos sambas-enredo, nos meses de janeiro e fevereiro.

— São coisas independentes. O projeto das lives está encaminhando, mas necessita de liberação de verba pela Lei Aldir Blanc. Será R$ 120 mil para cada escola. Mesmo se em 2021 tivermos um formato diferente de desfile, os sambas-enredo escolhidos podem ficar para 2022 — explicou o presidente da Liga.

Para o presidente da Vila Isabel, Fernando Fernandes, a vacina continua sendo o ponto primordial para a realização da festa no próximo ano.

— A vacina continua sendo nossa prioridade, mas o presidente da Liga encontrou essa data como uma opção para que o desfile não seja cancelado em 2021. Ainda é uma possibilidade, é preciso discutir o formato, a verba, a liberação das autoridades e se a população vai estar imunizada. Acredito ser possível sim fazer uma festa no meio de 2021 e depois em fevereiro de 2022. O Carnaval se reiventa, nossos profissionais dão jeito pra tudo, mas tem que ter recurso – defendeu Fernandes.

Fernando Horta, presidente da Unidos da Tijuca, também elogiou a alternativa encontrada pela Liesa.

— Vai ser ótimo para ativar a cadeia produtiva do Carnaval, são muitos profissionais que dependem do evento. Mas isso se a vacina realmente sair. Queremos fazer um grande espetáculo em 2021, não se pode perder as tradições – afirmou Horta.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Tô dentro,faz 8 anos consecutivos que vou a Sapucaí,e não perco por nada, independente da época!

  2. Vão competir com as festas juninas do Nordeste…..arrocha o forró e traz os gringos da Sapucaí pra cá.

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Economia

Prévia do PIB indica crescimento da atividade econômica em maio

Foto: Pixabay

A prévia do PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos pelo país, registrou crescimento da atividade econômica em maio, de acordo com o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), divulgado pelo BC (Banco Central) nesta terça-feira (14).

O IBC-Br teve crescimento de 1,31% no mês. Em abril, o indicador havia despencado (-9,73%) devido à pandemia de coronavírus.

A previsão do mercado financeiro é que a atividade econômica tenha retração de 6,1% em 2020.

R7

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Economia

Após tombo recorde, vendas no comércio nacional sobem 13,9% em maio

Foto: © Fernando Frazão/Agência Brasil

O volume de vendas no comércio varejista nacional teve crescimento de 13,9% em maio deste ano, na comparação com abril. A alta veio depois de dois meses de queda devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em abril deste ano, por exemplo, a queda havia sido de 16,3%. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulado de 12 meses, o comércio varejista mantém estabilidade. Nos demais tipos de comparação, no entanto, foram registradas quedas: média móvel trimestral (-2,6%), comparação com maio de 2019 (-7,2%) e acumulado do ano (-3,9%).

Na passagem de abril para maio, foram registradas altas em todas as oito atividades pesquisadas pelo IBGE: tecidos, vestuário e calçados (100,6%), móveis e eletrodomésticos (47,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (45,2%), livros, jornais, revistas e papelaria (18,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (16,6%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (10,3%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (7,1%) e combustíveis e lubrificantes (5,9%).

O varejo ampliado, que também considera os setores de materiais de construção e de veículos e peças, teve crescimento de 19,6% na comparação com abril. Os veículos, motos, partes e peças cresceram 51,7%, enquanto os materiais de construção tiveram alta de 22,2%.

Nas outras comparações, no entanto, foram registradas quedas: média móvel trimestral (-5,9%), comparação com maio de 2019 (-14,9%), acumulado do ano (-8,6%) e acumulado de 12 meses (-1%).

Receita nominal

A receita nominal do varejo cresceu 9,9% na comparação com abril deste ano e 2,7% no acumulado de 12 meses. No entanto, teve quedas de 3,4% na média móvel trimestral, de 5,2% na comparação com maio do ano passado e de 0,6% no acumulado do ano.

Já a receita do varejo ampliado teve altas de 15,1% na comparação com abril deste ano e de 1,4% no acumulado de 12 meses. Registrou, no entanto, quedas de 5,8% na média móvel trimestral, de 12,1% na comparação com maio de 2019 e de 5,4% no acumulado do ano.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Aí papai Bolsonaro.
    1.200 contos por casal.
    O resultado é esse.
    Kkkkkkkk
    Ptezada no chão.
    Kkkkkk
    Chola não, é so ate 2026 nos tantim chega.
    Ķkkkkk

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Finanças

Em meio à pandemia do novo coronavírus, taxa de desemprego sobe para 12,9% em maio e atinge 12,7 milhões de pessoas, mostra Pnad Contínua

Foto: Shutterstock

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a taxa de desemprego no país subiu para 12,9% no trimestre encerrado em maio, atingindo 12,7 milhões de pessoas, em meio à pandemia do novo coronavírus.

O resultado ficou abaixo da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pela Bloomberg, calculada em 13,1%.

Em igual período de 2019, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,3%. No trimestre até abril de 2020, a taxa de desocupação estava em 12,6%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.460,00 no trimestre encerrado em maio. O resultado representa alta de 4,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 206,623 bilhões no trimestre até maio, queda de 2,8% ante igual período do ano anterior.

A população desocupada (12,7 milhões de pessoas) teve aumento de 3,0% (368 mil pessoas a mais) frente ao trimestre móvel anterior (12,3 milhões de pessoas) e ficou estatisticamente estável frente a igual trimestre de 2019 (13,0 milhões de pessoas).

A população ocupada (85,9 milhões) caiu 8,3% (7,8 milhões de pessoas a menos) em relação ao trimestre anterior e de 7,5% (7,0 milhões de pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre de 2019. Ambas as quedas foram recordes da série histórica.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) caiu para 49,5%, o menor da série histórica iniciada em 2012, com redução de 5,0 p.p. frente ao trimestre anterior (54,5%) e de 5,0 p.p. frente a igual trimestre de 2019 (54,5%).

Infomoney, com Agência Estado

Opinião dos leitores

  1. Vamos a matemática, mais de 100 milhões receberam o auxílio porque não trabalham.

    Os desempregados, segundo esses dados, são pouco mais de 12mi.

    Essa conta nunca bateu.

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Diversos

PANCADA: Brasil fecha 331.901 vagas formais de trabalho em maio, segundo Caged

Foto: Amanda Perobelli/Reuters 

De janeiro a maio deste ano, o número de vagas encerradas no mercado de trabalho formal já é superior a 1.144.875. Resultado de 6.911.049 demissões e 5.766.174 admissões, o valor é o pior para o período em toda a séria histórica do Novo Caged, iniciada em 2010.

Os dados foram divulgados pela secretaria especial de Previdência e Trabalho nesta segunda-feira (29). Com uma melhora em relação ao mês anterior, que registrou saldo negativo em mais de 902 mil postos de trabalho, o número de vagas fechadas em maio foi de 331.901

Os número são reflexos do avanço dos impactos da pandemia da Covid-19 na economia brasileira. Em maio, o resultado foi influenciado, principalmente, pelo menor número de admissões, que totalizando 703.921, recuaram 48% ante o mesmo mês do ano passado.

Apesar do saldo negativo de maio, as demissões de trabalhadores com carteira assinada também caíram 21% em relação ao mesmo mês do ano passado, somando 1.035.822.

Vale destacar que na semana passada, o ministério da Economia informou que os pedidos de seguro-desemprego totalizaram 3,64 milhões até a primeira quinzena de junho. O número representa uma alta de 14,2% em comparação com o mesmo período de 2019.

CNN Brasil

 

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Economia

Pandemia faz arrecadação de receitas federais cair 32,9% em maio, fechando em R$ 77,4 bilhões

FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS

Ainda sob forte impacto da crise do novo coronavírus, a arrecadação de receitas federais registrou queda de 32,92% em maio, totalizando R$ 77,4 bilhões, já descontada a inflação, segundo informou a Receita Federal, em relatório divulgado nesta terça-feira (23). A comparação é com o mesmo mês de 2019, quando a arrecadação foi de R$ 113,2 bilhões. É o pior resultado para maio desde 2005, quando foram arrecadados R$ 75,1 bilhões.

As receitas administradas pela Receita Federal, como impostos e contribuições federais, chegaram a R$ 76,139 bilhões no mês passado, resultando em queda real (descontada a inflação) de 18,11%. Já as receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 1,277 bilhão, uma queda de 83,62% em relação a maio de 2019.

De janeiro a abril deste ano, a arrecadação total chegou a R$ 579,708 bilhões, com queda real de 11,93%, em comparação com o mesmo período do ano passado. Foi o terceiro mês consecutivo de queda nominal (valores absolutos) de receitas e o quarto mês seguido de queda real (descontada a inflação).

De acordo com a Receita Federal, a queda na arrecadação federal se deu principalmente por causa do adiamento no pagamento de impostos, que estão entre as medidas adotadas pelo governo para aliviar os efeitos da pandemia.

“O resultado tanto do mês quanto do período acumulado foi bastante influenciado pelos diversos diferimentos [adiamentos] decorrentes da pandemia de coronavírus. Os diferimentos somaram, aproximadamente, 65 bilhões. As compensações se mantiveram praticamente constantes no mês de maio de 2020 em relação a maio de 2019 e apresentaram crescimento de 38,32% no período acumulado”, diz o órgão em relatório.

Entre os tributos com pagamento adiado está o Imposto de Renda da Pessoa Física, de abril para junho. Também houve postergação do pagamento de contribuição patronal ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e dos Programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Os pagamentos de abril serão quitados em agosto, e os de maio, em outubro. Também houve o adiamento, por seis meses, da parte federal do Simples Nacional. Os pagamentos de abril, maio e junho passaram para outubro, novembro e dezembro. Além disso, foi reduzida a zero a alíquota de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), por 90 dias.

Agência Brasil

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Economia

Segunda quinzena de maio foi dramática para o RN, diz secretário de Finanças

Foto: Elisa Elsie

O secretário de Finanças e Planejamento do Rio Grande do Norte, Aldemir Freire, descreve a segunda quinzena de maio, quando os entes federados ainda aguardavam a sanção presidencial do socorro financeiro da União, como o período mais “dramático”
vivido no cargo desde o início da pandemia de covid-19.

Somente no mês passado, ele estima ter deixado de arrecadar R$ 200 milhões devido aos efeitos do novo coronavírus. Em abril, a perda de receita havia ficado em R$ 122 milhões, e, em março, quando surgiam os primeiros casos de covid-19 no Brasil, em R$ 25 milhões. As comparações são com os mesmos períodos em 2019.

Em levantamento atualizado ontem (18) e repassado por Freire ao Broadcast Político, o rombo já chegava a R$ 450 milhões desde o início da pandemia.

“A gente nunca temeu que (a ajuda a Estados e municípios aprovada pelo Congresso) não saísse, era praticamente impossível. Seria jogar o Estado brasileiro em uma crise insustentável”, relata Freira ao Broadcast Político. “Só que, de fato, ela demorou muito. O ideal para ter saído a primeira parcela (dos repasses diretos de R$ 60 bilhões aos entes federados) teria sido no máximo no dia 20 de maio.”

O presidente Jair Bolsonaro sancionou o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus em 28 de maio. A primeira parcela caiu nos cofres regionais em 9 de junho, cabendo aos potiguares aproximadamente R$ 142 milhões – dos quais R$ 32 milhões destinados exclusivamente a gastos na área de saúde para o enfrentamento da covid-19.

Um fator que preocupa o titular do planejamento financeiro do governo de Fátima Bezerra (PT) é o perfil de endividamento do Estado. Metade do passivo é formada principalmente por restos a pagar de gestões anteriores. Freire reconhece risco de acumular dívidas de curto prazo e que o quadro de endividamento do Rio Grande do Norte com esse perfil “não é trivial”.

Para manter a sobrevivência da máquina pública e as atividades essenciais, as dívidas de março, abril e maio com alguns fornecedores tiveram de ser roladas e só voltaram a ser pagas em junho. “Ainda estou apagando ‘incêndios’ gestados na segunda quinzena de maio com fornecedores essenciais, de alimentação de presos e pagamento de diárias operacionais extras a policiais, por exemplo”, reconhece.

O economista diz ter assumido a Secretaria de Finanças e Planejamento (Seplan) com o Estado devendo até quatro meses de salário a servidores públicos. Duas folhas mensais foram quitadas, mas ainda falta pagar a de dezembro de 2018 e o décimo terceiro salário daquele ano, numa dívida de R$ 800 milhões. A receita bruta média do governo é de R$ 1 bilhão.

“Hoje, estamos pagando as folhas do mês dentro do próprio mês. É uma das prioridades de despesa, até porque servidores têm um peso grande na economia local, então é uma forma de sustentar a economia”, explica o secretário.

 Broadcast Político/Agência Estado

Opinião dos leitores

  1. Já notaram que Fátima não aparece de jeito nenhum?!? A bola da vez agora é mandar esse secretário de tributável falar pelo Governo…

    De toda maneira, só não existe secretario mais fraco que o secretário de saúde do estado. Pense num secretário incompetente!

  2. Esses secretários desse Desgovenos sao Hilários,não sabem de nada……….kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  3. Solução: fique em casa. Mantenham a economia do Estado paralisada. Esperem apenas pelos recursos do Gov Federal. Os que vão morrer de fome e depressão agradecem.

  4. INCOMPETENCIA TEM NOME FATIMA
    SENTOU E FICOU ESPERANDO O DESASTRE
    AGORA ESSE PAMONHA VEM SE LAMENTAR

  5. Isso é conversa homi, Bolsonaro mandou dinheiro a fole pra cubrir as percas com arrecadação.
    Bote o DINHEIRO pra fora.
    Fátima tá acabando com o RN.
    Votei e me arrependi.

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Diversos

Demanda por voos domésticos em maio cai 91% e por internacionais, 97%, aponta Anac

Foto: Agência O Globo

A demanda por voos domésticos caiu 91% em maio. Já a procura por voos internacionais sofreu queda maior: redução de 97%. Os dados são da Anac, na comparação a maio de 2019.

Em média, as aeronaves tiveram 70% de ocupação, uma queda de 13%. O mês também registrou um número menor de passageiros transportados: foram 538 mil a menos do que em maio do ano passado, uma redução de 92%.

O transporte de cargas registrou queda de 54%, para 17,9 mil toneladas.

Guilherme Amado – Época

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Economia

Commodities e China dominam exportações do Brasil em maio, indica FGV


Foto: © Reuters/Paulo Whitaker/Direitos Reservados

O Índice de Comércio Exterior (Icomex) da Fundação Getúlio Vargas, referente a maio, divulgado nesta segunda-feira(15), confirmou tendência já sinalizada nos meses anteriores de aumento das exportações brasileiras pautadas em commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) e destinadas para o mercado asiático, com redução para outros destinos. Segundo a FGV, o cenário de instabilidade, com desvalorização do real, não favorece as vendas de produtos industriais no exterior, que permanecem em queda.

O saldo da balança comercial foi de US$ 4,5 bilhões em maio, inferior em US$ 1,1 bilhão ao valor de igual mês de 2019. No acumulado do ano até maio, o saldo atingiu US$ 15,5 bilhões, resultado menor em US$ 4,8 bilhões ao de igual período do ano passado. O desempenho inferior na comparação interanual do acumulado até maio é explicado pela queda mais acentuada das exportações (-7,2%) em relação às importações (-2,5%), analisou a FGV.

As commodities somaram 71% das exportações brasileiras em maio e estão associadas ao setor de agropecuária, cujo aumento foi de 44,2% entre os meses de maio de 2019 e 2020, seguido do aumento de 11,3% da indústria extrativa. A indústria de transformação teve nova queda (-13,7%).

O volume exportado pelo Brasil aumentou 4,1% e o importado, 0,9% na comparação de maio de 2020 contra o mesmo mês de 2019. O aumento do volume exportado é explicado pelas commodities, que aumentaram 23,7% na comparação entre os meses de maio e 10,9%, no acumulado até maio deste ano comparativamente com o mesmo período do ano passado. Em termos de valor, as exportações de commodities caíram 1,5% em maio, ante maio de 2019, e aumentaram 4% no acumulado do ano até maio. “Ressalta-se que o aumento no volume tem sido compensado pela retração dos preços em maio (-20,5%) e no período de janeiro/maio (-5,2%), o que explica o comportamento do valor”, salienta o Icomex. As vendas de não commodities caem na comparação dos meses de maio (-27,7%) e no acumulado do ano (-20,3%), com queda de preços em ambos os casos.

Plataformas

A FGV esclareceu que os dados de importações foram afetados pelas plataformas de petróleo em maio deste ano. As importações mostraram variação de 78,7% em maio e de 22,2% no acumulado dos cinco primeiros meses deste ano. Embora essas plataformas operem no país, elas eram registradas em subsidiárias da Petrobras no exterior para obtenção de isenções fiscais, de acordo com o Icomex. “Com a instituição do regime aduaneiro especial Repetro-Sped, em 2018, as plataformas têm sido nacionalizadas, o que influencia o valor das importações. Sem as plataformas, as importações em maio teriam recuado em 29% e o saldo seria de US$ 7,3 bilhões, o maior saldo desde 2018. O saldo seria maior, mas explicado pela queda das importações puxada pela retração da atividade econômica”, indica o Icomex.

Se excluirmos as plataformas, há uma queda nos bens de capital de 39,9% (maio) e de 3,7% no acumulado até maio, resultado que afeta a indústria de transformação. “Havíamos registrado uma queda de 13,7% na comparação interanual entre maio de 2019 e 2020 e sem as plataformas passa para um recuo maior de 19,5%”, indica o estudo.

De acordo com a FGV, o cenário recessivo da economia explica a queda nas compras de máquinas e equipamentos para o setor de agropecuária e indústria. Para o setor agropecuário, os resultados no nível de atividade são positivos, mas a desvalorização do real encarece a compra de novos equipamentos.

China

O Icomex confirma que a dependência das exportações das commodities, principalmente do setor agropecuário, se traduz na crescente importância da China como destino das exportações nacionais. Em maio, o volume exportado para a China cresceu 64,7% em relação a igual mês de 2019 e caiu para o restante da Ásia. Mesmo assim, China e o restante da Ásia são os únicos mercados com variação positiva na comparação do período de janeiro/maio entre 2019 e 2020, ressalta o estudo.

A China explicou 32,5% das exportações brasileiras e 20,8% das importações, no período de janeiro a maio de 2020. O mercado chinês é considerado essencial para um desempenho favorável das exportações brasileiras. Em maio, 78% das exportações para a China foram compostas de soja em grão (52,8%), minério de ferro (13,4%) e petróleo (12,2%). As carnes bovina, suína e de frango somaram 9,5% das exportações para o país.

As maiores quedas nas exportações brasileiras foram observadas para a Argentina (-55,2%), México (-46,6%), Estados Unidos (-36,8%) e demais países da América do Sul (-30%).

Perspectivas

As perspectivas não são muito otimistas, analisou o Icomex da FGV. As notícias divulgadas no final da segunda semana de junho sobre uma possível nova onda de epidemia do novo coronavírus na China reacendeu o alerta de um cenário ainda incerto, contrariando perspectiva “moderadamente otimista” sobre retomada das atividades nos mercados europeus, asiáticos e nos Estados Unidos. A projeção da Organização Mundial do Comércio (OMC) continua de queda no comércio mundial entre 13% e 32% este ano.

No Brasil, o Icomex avalia que “a queda das importações e um desempenho favorável das commodities no primeiro semestre atenuam pressões sobre o déficit da conta corrente”. Os resultados no segundo semestre vão depender da retomada da atividade econômica no mundo e no mercado brasileiro.

Agência Brasil

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Economia

Com avanço da pandemia, pedidos de seguro-desemprego saltam 53% em maio, recorde para o mês

Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

A crise no mercado formal de trabalho agravada pela pandemia do novo coronavírus empurrou quase um milhão de brasileiros para o seguro-desemprego em maio, maior patamar para o mês da série histórica, iniciada em 2000. Foram 960.258 pedidos.

Segundo o Ministério da Economia, o número de solicitações subiu 53% no mês passado em relação ao mesmo período de 2019, quando foram registrados 627.779 requerimentos. Na comparação com abril, a alta foi de 28,3%.

No acumulado de março a maio, quando as medidas de isolamento social entraram em vigor em vários estados, foram contabilizados 2,2 milhões de pedidos.

Se considerado o ano todo, ou seja, de janeiro a maio, o número sobe para 3,297 milhões, alta de 12,4% em comparação com o o mesmo período do ano passado (2,933 milhões).

Em maio, os três estados com maior número de requerimentos foram São Paulo (281.360), Minas Gerais (103.329) e Rio de Janeiro (82.584).

Serviços puxam alta de pedidos

O setor de serviços registrou a maior quantidade de pedidos de seguro-desemprego, respondendo por 42% do total. Em seguida, ficaram comércio, indústria, construção civil e agropecuária.

O governo já tinha divulgado os dados parciais do seguro-desemprego de maio, quando foram registrados 504.313 requerimentos até a primeira quinzena, o equivalente a um aumento de 76,2% em relação ao mesmo período de 2019.

O dado fechado de maio reflete o fechamento de vagas com carteira assinada em abril, quando foram eliminados 860.503 postos de trabalho. Considerando março e abril, o saldo de vagas é negativo em 1,1 milhão de empregos.

Em abril, o governo editou a medida provisória (MP) 936 que autoriza a suspensão do contrato de trabalho e redução de jornada e de salário, na tentativa de preservar os empregos.

A medida resultou na formalização de 9,2 milhões de acordos entre patrões e empregados. As empresas que aderem à MP se comprometem a manter o emprego de funcionários por igual período de redução de jornada ou suspensão de contrato.

Em contrapartida, a União ajuda a complementar o salário dos trabalhadores.

Caso demita o trabalhador no período de estabilidade, o empregador deve pagar uma indenização maior.

O Globo

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Economia

Arrecadação de tributos no RN encolhe 18,3% em maio

Foto: Beatriz Albuquerque/VEJA

A arrecadação de tributos no Rio Grande do Norte tem reduzido gradativamente mês a mês depois da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Em maio, o estado recolheu R$ 77 milhões a menos que no mesmo mês do ano passado, uma queda de aproximadamente 18,3%. No mês anterior, essa redução havia sido de 15%, indicando a tendência de diminuição do volume mensal arrecadado. A baixa foi puxada pela queda no recolhimento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), que caiu 16%.

Os dados publicados na sétima edição do Boletim Semanal da Atividade Econômica, divulgada na tarde desta sexta-feira (5) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). A publicação reúne informações sobre os principais indicadores das operações comerciais realizadas no estado. O objetivo do informativo é acompanhar semanalmente os impactos das medidas de combate à pandemia da Covid-19 na economia potiguar. O boletim traz O material está disponível para download no site da SET-RN (www.set.rn.gov.br).

“Já estimávamos que a queda na arrecadação seria maior que a de abril, cuja arrecadação ainda sofreu influência de março. As receitas de maio já contemplam o todo o período de distanciamento social em que a maioria dos estabelecimentos permaneceu fechada, reduzindo assim a atividade econômica. E a tendência nos próximos meses será de diminuição. Daí a importância, desse monitoramento que fazemos com este boletim”, avalia o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

De acordo com o boletim, o recolhimento de IPVA caiu de R$ 53,4 milhões para R$ 46,1 milhões, enquanto o ITCD registrou uma alta, passando de R$ 1,2 milhão para R$ 1,6 milhão. Mas a principal influência na arrecadação foi o ICMS, que encolheu 16%. O volume recolhido desse imposto em maio foi de R$ 374 milhões, porém, no referido mês do ano passado, o montante foi de R$ 443 milhões, impactando diretamente na arrecadação global do RN.

Atividades econômicas

Analisando por setor, o que mais puxou a arrecadação para baixo foi o da indústria de transformação, cuja arrecadação teve uma queda de 47,4% em comparação com maio de 2019. A indústria chegou a arrecadar R$ 41 milhões no mês passado, mas, em compensação, no ano passado, esse total foi de R$ 78 milhões. . Parte dessa baixa está relacionada ao Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do RN (Proedi), que ainda não estava em vigor em maio do ano passado (entrou somente no segundo semestre de 2019), e os incentivos do programa já integraram o cálculo da arrecadação de maio deste ano.

O comércio varejista também registrou recuo. Com a maior parte dos estabelecimentos fechada, a arrecadação do segmento reduziu 31,4%, caindo de R$ 87 milhões para R$ 60 milhõesO recolhimento de imposto da energia elétrica registrou um crescimento de 37,5%, enquanto no de combustível, a queda de arrecadação foi de 16,9%.

A publicação também mediu os níveis de atividades econômicas na última semana de maio, fazendo comparações com semanas anteriores, e constatou que a perda média de faturamento para todos os segmentos econômicos do Rio Grande do Norte é de 23,3% (linha média no gráfico) no período após as restrições comerciais para contenção do Covid-19.

Opinião dos leitores

  1. Vai correr pedir ajuda ao "papai" agora né? Quer ser gente grande, mas na hora em que a onça bebe água pede ajuda a quem? GOVERNO FEDERAL.

  2. Graças a incompetência do secretário da saúde e a burrice da governadora, se colocar ela fazer um O com uma quenga ela faz quadrado

    1. Figuem em casa!!
      Não produzam como é dos costumes dos esquerdistas.
      Vai fechando hospitais como fizeram em Canguaretama, que o RN cresce.
      Fora Fátima, incompetente.

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Economia

Varejo potiguar registra alta de 2,7% na última semana, aponta Secretaria Estadual de Tributação

A média diária de movimentação no varejo do Rio Grande do Norte apresentou um crescimento de 2,7% na semana de 18 a 24 deste mês em comparação com a anterior. As transações do setor passaram de R$ 61,8 milhões por dia para R$ 63,6 milhões de uma semana para outra. Com exceção da indústria extrativa, que cresceu 1,9%, as demais atividades – indústria de transformação, atacado e combustível – tiveram redução no ritmo de operações.

Os dados constam na sexta edição do Boletim Semanal de Atividade Econômica, divulgado na tarde desta sexta-feira (29) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). O estudo se baseia nos documentos fiscais emitidos pelos contribuintes do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) no período, comparando semana a semana. O material completo está disponível para download no site da SET-RN (www.set.rn.gov.br).

Apesar da alta no varejo, o valor global de todas as operações comerciais do Rio Grande do Norte teve um recuo de 13% em comparação com a semana anterior (11 a 17 de maio). O total negociado foi de R$ 223,3 milhões, enquanto na semana anterior o montante foi de R$ 256,6 milhões. A quantidade de documentos fiscais emitidos chegou a aproximadamente 755 mil emissões a cada dia.

A indústria de transformação teve a maior redução no ritmo de negociação de uma semana para outra: 5,2%. A movimentação saiu de R$ 26,5 milhões e caiu para R$ 25,1 milhões. Já o comércio atacadista teve uma queda de 3,8%, enquanto o setor de combustível apresentou uma baixa de 2% no volume movimentado semanalmente.

Opinião dos leitores

  1. Não acredito em nada que saia da boca de petistas ! Sem credibilidade, a fama deles é mentir, enganar , ludibriar o povo.

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Finanças

Prefeitura de Parnamirim efetua pagamento referente ao mês de maio

Foto: Divulgação

A Prefeitura de Parnamirim, através da Secretaria de Administração e Recursos Humanos (SEARH), informa que creditou nesta sexta-feira (29) o pagamento dos 6.092 servidores, referente ao mês de maio de 2020.

Como forma de respeito aos trabalhos prestados pelos servidores, a administração tem priorizado os salários regularmente, mesmo diante da situação de calamidade pública. De acordo com a SEARH, O valor total da folha mais os encargos foi de R$ 26.029.701,47 neste mês.

Opinião dos leitores

  1. Parabéns ao prefeito Rosano Taveira, que mesmo com essa situação de calamidade, Honra o compromisso com os seus funcionários e com fornecedores.
    Que outros municípios venham a seguir seu exemplo de gestor!

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Clima

Seridó registrou bom volume de chuvas nas últimas 24 horas; veja boletim pluviométrico em outras regiões e cidades

Foto: Reprodução/Emparn

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte(Emparn) divulgou o boletim pluviométrico que compreende o período de 07 dessa quarta-feira(27) até 07 desta quinta-feira(28). Destaque para o município de Cruzeta, na região Central, com 71,2 milímetros. Na mesma região, Jardim do Seridó, Acari, Ouro Branco, São Vicente e São José do Seridó também registram bom volume, entre 30 e quase 50 mm. Um outro município também teve destaque, só que no Agreste, em Jaçanã, com 59,3 milímetros. Veja mais cidades abaixo.

OESTE POTIGUAR

Tenente Ananias(Emater-st ) 20,0

Francisco Dantas(Emater) 14,0

Rafael Fernandes(Emater) 4,3

Martins(Particular) 4,0

Portalegre(Particular) 3,7

Pau Dos Ferros(Particular) 3,0

Água Nova(Prefeitura) 2,7

Umarizal(Fazenda Camponesa(partic)) 1,5

Assu(Particular) 0,6

São Rafael(Emater) 0,3

CENTRAL POTIGUAR

Cruzeta(Base Fisica Da Emparn) 71,2

Jardim Do Seridó(Emater/passagem) 46,7

Acari(Particular) 40,0

Ouro Branco(Sindicato Trab.rurais) 39,0

São Vicente(Emater(ex-particular)) 36,4

São José Do Seridó(Associacao Usuarios Agua) 35,0

Carnaúba Dos Dantas(Emater) 27,6

Santana Do Serido(Emater) 25,0

Parelhas(Emater) 20,0

São José Do Seridó(Fz Caatinga Grande) 15,0

Caicó(Acude Itans) 12,7

Caicó(Acude Mundo Novo-emparn) 11,0

São João Do Sabugi(Emater) 7,0

Florânia(Sitio Jucuri) 5,8

Serra Negra Do Norte(Emater) 5,7

Timbaúba Dos Batistas(Prefeitura-fz. Timbauba) 4,0

Currais Novos(Sec Meio Amb. Ex Cersel) 2,0

AGRESTE POTIGUAR

Jaçanã(Emater) 59,3

Boa Saúde(Emater) 8,5

LESTE POTIGUAR

São Gonçalo Do Amarante(Base Fisica Da Emparn) 10,5

Extremoz(Emater) 8,7

Natal 6,8

Parnamirim(Base Fisica Da Emparn) 5,9

Montanhas(Prefeitura) 1,5

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