Esporte

PREVISÍVEL: Portuguesa, rebaixada, leva mais uma goleada no tapetão

BcgCPw9CYAAbEbqA Portuguesa não conseguiu virar o jogo na segunda rodada do tapetão. No julgamento de seu recurso, no início da tarde desta sexta-feira, na sede do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), no Rio de Janeiro, o clube paulista teve seus argumentos rejeitados. A perda de quatro pontos pela escalação de Héverton na última rodada do Brasileirão 2013 foi mantida, o que significa que a equipe não terá como escapar da segunda divisão em 2014. Isso, é claro, se não houver uma nova reviravolta, desta vez na Justiça comum – sem ter como recorrer no tribunal desportivo brasileiro, resta à agremiação ir às cortes civis (direta ou indiretamente, através de seus torcedores) ou à Corte Arbitral do Esporte (CAS), na Suíça.

Seja como for, a situação da Portuguesa e do principal interessado em sua situação, o Fluminense, que se salvou do rebaixamento graças à falha da equipe paulista, só será resolvida definitivamente no ano que vem. Por enquanto, não é possível prever o que pode acontecer na edição de 2014 do campeonato nacional. Um cenário bem diferente do que aconteceu nesta sexta no STJD: apesar das tentativas da Portuguesa de mostrar otimismo em relação ao sucesso de seu recurso, poucos acreditavam que o clube conseguiria virar o placar no pleno do tribunal. O desfecho previsto, nova derrota da Portuguesa, foi confirmado com os cinco primeiros votos pela manutenção da perda de pontos. Mesmo que os outros auditores votem em favor dos paulistas, nada mudará.

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[VÍDEO] “Viva a liberdade, caralho!”: Milei celebra captura de Maduro pelos EUA e relembra fala na cúpula do Mercosul quando rebateu Lula

O presidente da Argentina, Javier Milei, reagiu neste sábado (3) ao ataque militar dos Estados Unidos à Venezuela, celebrado após o anúncio do presidente norte-americano Donald Trump sobre a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.

Milei aproveitou o fato para compartilhar um vídeo relembrando o próprio discurso na cúpula do Mercosul, na presença do presidente Lula, onde condenou o regime Maduro e elogiou as ações dos EUA e Donald Trump contra o ditador venezuelano.

Em publicação na rede social X, Milei comemorou a ação e repetiu seu slogan político: “La libertad avanza. Viva la libertad, carajo”.

 

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VÍDEO: Mais imagens de comemoração dos venezuelanos pela captura de Nicolás Maduro

Enquanto o dia amanhecia na Venezuela, a notícia de que o ditador Nicolás Maduro foi capturado pelos EUA ia se espalhando pelo país, e a população local começava a comemorar. Uma sensação de euforia, liberdade e um futuro melhor vai tomando conta de todo o país, após décadas de ditadura.

 

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Governo Lula convoca reunião de emergência após Trump capturar Maduro

Foto: Kebec Nogueira/Metrópoles

Ministros e assessores do governo Lula se reúnem na manhã deste sábado (3) para discutir a invasão à Venezuela e o anúncio da captura de Nicolás Maduro, feito mais cedo pelo presidente dos EUA, Donald Trump. A informação é coluna do jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles.

A reunião está marcada para as 10h, no Itamaraty. Há expectativa de que o presidente Lula participe por videoconferência, já que está de férias na base da Marinha em Marambaia (RJ).

Lula já foi informado sobre o anúncio de Trump e avalia antecipar o retorno a Brasília, segundo apurou a coluna Igor Gadelha. Inicialmente, o presidente pretendia encerrar o recesso apenas na segunda-feira (6).

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Oposição da Venezuela afirma que captura de Maduro fez parte de uma “saída negociada”

Foto: reprodução

Fontes dentro da oposição venezuelana informaram que a captura do presidente Nicolás Maduro foi “negociada”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou, neste sábado (3/1), ter capturado Nicolás Maduro e o levado para fora do país após atacar Caracas, capital da Venezuela.

Segundo a Sky News, membros da oposição dizem acreditar que a captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, fez parte de uma “saída negociada”.

O ataque à Venezuela ocorre dois dias após Maduro anunciar que estaria disposto a dialogar com o líder dos Estados Unidos. Ele afirmou que precisaria conversar seriamente com Trump, “com fatos em mãos, e o governo dos Estados Unidos sabe disso”.

Com informações de Metrópoles

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Rússia condena ação militar dos EUA na Venezuela e diz que foi um “ato de agressão armada”

O governo da Rússia classificou como um “ato de agressão armada” a intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela, realizada neste sábado (3). A reação ocorre após o presidente Donald Trump confirmar ataques ao país e a captura de Nicolás Maduro e de sua esposa.

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores russo afirmou estar profundamente preocupado com a escalada do conflito e defendeu que as partes busquem uma solução por meio do diálogo, evitando novos confrontos.

A ofensiva norte-americana atingiu Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.

Outros países também reagiram. O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, condenou a ação, enquanto a Colômbia demonstrou preocupação com a segurança da população civil.

No plano interno, o governo venezuelano decretou emergência nacional e acionou planos de defesa após os bombardeios.

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Mundo

VÍDEO: Civis fogem da capital da Venezuela após sequência de explosões e ataques aéreos

Vídeo: Reprodução

A capital da Venezuela, Caracas, viveu momentos de caos durante a madrugada deste sábado, após uma série de explosões e intenso sobrevoo de aeronaves militares. Moradores relataram ao menos sete detonações fortes, com colunas de fumaça vistas em áreas estratégicas da cidade.

Regiões como Fuerte Tiuna, base militar considerada uma das mais importantes do país, La Carlota e os arredores do Palácio de Miraflores, sede do governo, foram apontadas como alguns dos locais afetados pelos ataques.

Em meio ao pânico, centenas de civis tentaram deixar a capital às pressas. Longos congestionamentos se formaram nas principais vias de saída de Caracas, enquanto famílias abandonavam bairros próximos a instalações militares em busca de refúgio em áreas mais afastadas ou em estados vizinhos.

A situação foi agravada por apagões que atingiram grande parte da cidade, dificultando a comunicação e ampliando o clima de insegurança entre a população, que segue sem informações oficiais claras sobre a extensão dos ataques.

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VÍDEO: Quatro cidades da Venezuela foram atacadas pelos EUA, diz TV local

 

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Vídeo: Reprodução

Quatro cidades da Venezuela foram bombardeadas pelos Estados Unidos na manhã deste sábado (3), segundo informações divulgadas pela televisão estatal venezuelana. Os ataques teriam atingido Caracas, capital do país, La Guaira, além de municípios nos estados de Miranda e Aragua, regiões que concentram áreas civis e estruturas militares estratégicas.

De acordo com o canal oficial, o governo venezuelano decretou estado de exceção em todo o território nacional. “São zonas civis e militares. Declaramos estado de exceção e passamos para a luta armada”, afirmou a emissora ao ler um comunicado atribuído às autoridades do país.

Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a ofensiva militar e afirmou que Nicolás Maduro foi capturado e retirado da Venezuela. A declaração foi feita na rede Truth Social, onde Trump disse que a operação foi “bem-sucedida” e realizada em larga escala contra o regime venezuelano.

Em resposta, o governo da Venezuela acusou os EUA de agressão militar e convocou a população a se mobilizar. Em comunicado, Maduro declarou emergência nacional e afirmou que o país deve reagir para “derrotar a agressão imperialista”. O ataque ocorre dois dias após o presidente venezuelano sinalizar disposição para dialogar com o governo norte-americano.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

FOTO: MADURO já está nos EUA sob custódia das forças militares americanas

Foto: Reprodução

Uma imagem que circula nas redes sociais neste sábado (3) mostra Nicolás Maduro já em território dos Estados Unidos, sob custódia de forças militares americanas. Na foto, o líder venezuelano aparece escoltado por agentes armados ao lado de uma aeronave, em cenário que indica uma operação militar.

A divulgação ocorre após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar publicamente que Maduro foi capturado durante uma ofensiva de larga escala contra alvos do regime na Venezuela e retirado do país por via aérea, junto com a esposa.

Até o momento, o governo norte-americano não informou oficialmente o local exato onde Maduro estaria detido, nem quais medidas legais serão adotadas. Já autoridades venezuelanas divergem sobre o paradeiro do presidente e pedem provas de vida.

A situação elevou drasticamente a tensão internacional, com países da região reagindo à ofensiva e o governo da Venezuela decretando estado de emergência, denunciando o que chama de agressão militar e violação do direito internacional.

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Mundo

VÍDEO: Vice-presidente diz que paradeiro de Maduro é desconhecido e cobra prova de vida

Vídeo: Reprodução

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o paradeiro de Nicolás Maduro é desconhecido e cobrou uma prova de vida do presidente. A declaração foi dada em entrevista à emissora estatal Telesur, em meio à escalada de tensão após ataques militares registrados em Caracas na madrugada deste sábado (3).

As explosões e o intenso sobrevoo de aeronaves na capital venezuelana ocorreram horas depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assumir a autoria de uma operação militar “de larga escala”. Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que Maduro teria sido capturado junto com a esposa e retirado do país por via aérea.

Diante da ofensiva, o governo venezuelano decretou estado de emergência e confirmou que os ataques também atingiram os estados de Miranda, La Guaira e Aragua, regiões estratégicas que concentram importantes bases militares. Parte de Caracas ficou sem energia elétrica após as explosões, registradas por volta das 2h no horário local (3h em Brasília).

Em comunicado oficial, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de tentar tomar o controle de recursos estratégicos do país, especialmente petróleo e minerais. A gestão chavista classificou a ação como uma “violação flagrante do direito internacional” e convocou a comunidade internacional a se manifestar contra os ataques, alertando para riscos à vida de milhões de pessoas.

Com informações do Correio Braziliense

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VÍDEO: Ministro da Defesa da Venezuela promete resistência após captura de Maduro

Vídeo: Reprodução

O ministro da Defesa da Venezuela, general Vladimir Padrino López, se pronunciou após a captura de Nicolás Maduro e afirmou que o país “não irá se render”. Em declaração oficial, ele disse que a Venezuela continuará lutando e que, ao final, “vencerá”, mesmo diante da ofensiva militar atribuída aos Estados Unidos.

Padrino López anunciou a ativação plena das capacidades das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (FANB) para a defesa do território e da população. Segundo o ministro, mísseis atingiram instalações militares e também áreas residenciais em Caracas e nos estados de Miranda, Aragua e La Guaira durante os ataques.

No pronunciamento, o chefe da Defesa classificou a ação como uma “agressão militar criminosa” e fez um apelo direto à comunidade internacional. Ele pediu que organismos multilaterais e governos condenem os Estados Unidos por, segundo ele, violarem a Carta das Nações Unidas e o direito internacional. “Trata-se de um ataque vil e covarde que ameaça a paz e a estabilidade da região”, afirmou.

O ministro informou ainda que o governo venezuelano decretou estado de comoção externa em todo o país, com base na Constituição e nas leis de emergência e segurança nacional. A medida, de acordo com Padrino López, autoriza a mobilização integral das forças militares para a defesa da nação e para o restabelecimento da ordem interna.

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