Professora da UFRN tem reconhecimento internacional em projeto voluntário

Foto: Reprodução

Um projeto voluntário, idealizado e coordenado pela professora do Departamento de Psicologia da UFRN, Katie Moraes de Almondes, recebeu reconhecimento internacional concedido pelo Projeto Erasmus, o Cap sur l’école inclusive en Europe, e pelo 6th Congresso of Neuroscience and Learning. O trabalho, destinado a atender profissionais de saúde de todo o Brasil com alterações de sono, por meio de uma plataforma virtual, foi reconhecido como uma boa prática para o bem da humanidade.

Intitulado Psicólogas do Sono contra Covid-19, o projeto reúne 10 profissionais certificados pela Sociedade Brasileira do Sono e pela Sociedade Brasileira de Psicologia espalhados pelo Brasil para atender à demanda relativa às queixas de alteração de sono dos trabalhadores da saúde no país.

Segundo a professora Katie Almondes “Quando foi decretada a pandemia, ainda no mês de março, tive a ideia de convidar colegas especialistas que estão em vários estados do Brasil para oferecermos atendimentos inicialmente aos profissionais da linha de frente. No decorrer do projeto, ampliamos também para outros profissionais da saúde que não estavam diretamente ligados ao atendimento da Covid-19”, explicou.

Sobre o reconhecimento do projeto em nível internacional, a professora vê como possibilidade de ampliar cada vez mais o incentivo para a associação entre o ensino, a pesquisa e a extensão para a inserção social. “Vejo como um incentivo para que se possa produzir conhecimento de ponta com qualidade acadêmica, conhecimento técnico-científico, que venha a alcançar a sociedade com mais frequência”.

Com UFRN

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Minion de Peixeira disse:

    Não é certo tirar os méritos da Professora. Fez a parte dela dedicadamente e merece todas as loas. Mas o retorno para sociedade diante do que se gasta no ensino superior é risível.
    Quando existe uma boa produção cientifica, as cidades que sediam os centros de excelência se enchem de empresas com quem as universidades estabelecem uma simbiose, uma troca que se traduz em produtos e serviços altamente demandáveis. Aí vc vê um monte de curso destinado a só formar burocrata ou para o ensino (para formar novos professores.. que vão formar novos professores… que vão formar novos professores e o produto final demandável nunca aparece).

  2. Juliana disse:

    Grande professora, pessoa qualificada! Mais um orgulho da UFRN! A ciência do Brasil ainda vive!!!

  3. PAULO disse:

    As universidades públicas têm demonstrado o seu valo durante a pandemia, estão de parabéns por servirem à sociedade.

    • Paulo disse:

      Negativo.
      Têm deixado muito a desejar.
      Não sei de pesquisa alguma relevante para combate à covid.
      No mínimo, saber quanto tempo o coronavirus sobrevive no Brasil em cada tipo de superfície.
      Coletar amostras em ônibus, supermercados.
      Saber onde e como as pessoas pegam coronavirus no Brasil.
      Em casa?
      No elevador?
      Repito: nenhuma pesquisa realmente relevante no combate ao coronavirus.
      Bilhões são gastos todos os meses em universidades públicas.
      Nos Estados Unidos, pesquisador só recebe se fizer pesquisa.
      No Brasil , o salário cai todo mês.

    • Carlos disse:

      Paulo (com minúsculas),
      Seu comentário é semelhante a muitos que circulam por aí: misturam completa FALTA DE INFORMAÇÃO com tentativa de MANIPULAR FATOS.
      "Não sei de pesquisa alguma relevante para combate à covid." >> DESINFORMAÇÃO total, você NÃO SABE realmente. Todos os dias são divulgados os resultados de pesquisas muito relevantes desenvolvidas no país. Só para exemplificar: o sequenciamento do vírus circulando aqui (em poucos dias), o estudo de base populacional (feito em 133 cidades) e os testes com VACINAS – sim, os testes realizados aqui no Brasil têm uma gestão local, todos pesquisadores/docentes de instituições públicas. Quando você tomar a vacina (se o fizer), pode orgulhar-se do trabalho dos pesquisadores nacionais que colaboraram no seu desenvolvimento.
      Como você desconhece, vai uma informação: mais de 90% da pesquisa nacional de impacto é feita nas instituições públicas e a produção CRESCEU muito no período da pandemia. Isto está na mídia, qualquer olhada rápida nos sites de jornais e revistas te fará passar menos VERGONHA. Eu imagino que este tipo de informação não chega via grupos de WhatApp onde a maioria de informa. Vai no Google e digita "pesquisas relevantes Covid Brasil".
      Quanto aos salários, todos os docentes seguem trabalhando e com mais atividades, porque tivemos que adaptar todo o ensino presencial à modalidade remota. Acredite: as atividade de ENSINO (aulas) seguem acontecendo, assim como as ORIENTAÇÕES de graduação e pós-graduação, as PESQUISAS e especialmente a EXTENSÃO, com projetos que têm levado muita assistência à população nas mais diversas áreas. Muita coisa sai na mídia, como esta notícia aqui no Blog do BG, é só não ter preguiça de ler ou assistir – e não acreditar em tudo que está naqueles memes dos caras do WhatsApp. Você demonstra ser alfabetizado, basta disposição para avaliar antes de julgar.
      Por último, é um exercício para todos nós: há uma diferença enorme entre EU NÃO SEI e NÃO EXISTE, ok?!

  4. Calígula disse:

    2 anos sem balbúrdia. Os resultados chegando.

  5. Greg disse:

    Com certeza não é Bolsominion, com esse gabarito não pensa pequeno…parabéns!

  6. Manoel disse:

    Só balbúrdia essa UFRN. Impressionante!

COMENTE AQUI