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Proposta de reforma trabalhista prevê jornada diária máxima de 12 horas com acordo coletivo, e folga de 36 horas; entenda

O Governo anunciou nesta quinta-feira (22) uma proposta de reforma da legislação trabalhista que autoriza a formalização de uma jornada de até 220 horas por mês (nos casos de meses com cinco semanas). O texto será encaminhado ao Legislativo por meio de projeto de lei, com urgência.

A proposta do governo mantém a jornada padrão de trabalho de 44 horas semanais com mais quatro horas extras, podendo chegar a até 48 horas por semana. Em um único dia, um trabalhador não poderá trabalhar mais do que 12 horas (oito horas mais quatro horas extras) desde que o limite na semana seja 48 (incluindo as horas extras).

Segundo o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o limite de até 12 horas diárias já é previsto na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para algumas categorias, como profissionais de segurança pública e da área de saúde.

“A jornada padrão, sem acordo coletivo, é de 8 horas diárias e 44 semanais. Com acordo coletivo, poderá se estender a 12 horas e folgar 36 horas. Estamos regulamentando aquilo que já é previsto na CLT”, disse Nogueira.

Os pontos da reforma

Veja os pontos da proposta de reforma trabalhista apresentada pelo governo:

Jornada de trabalho

A proposta do governo manterá a jornada padrão de trabalho de 44 horas semanais com mais quatro horas extras, podendo chegar a até 48 horas por semana. Em um único dia, um trabalhador não poderá trabalhar mais do que 12 horas (oito mais quatro horas extras) desde que o limite na semana seja 48 horas.

Negociado prevalece sobre o legislado

Outra proposta do governo é que passe a prevalecer o negociado pelos trabalhadores, por meio das centrais sindicais, sobre o legislado. Com isso, acordos fechados pelas categorias terão peso legal.

“Algo que deve ser buscado com afinco é justamente a negociação coletiva. Isso evita a judicialização desnecessária e temerária e dá segurança jurídica ao trabalhador e empregador. Nossa proposta prevê que a negociação coletiva terá força de lei. Assim, como ressalva que normas de segurança do trabalho, não poderão ser objeto de acordo”, disse o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

O ministro Padilha anunciou que os seguintes pontos poderão ser negociados em convenção coletiva e, se acordados, passarão a ter força de lei. São os seguintes:

Parcelamento das férias em até três vezes, com pelo menos duas semanas consecutivas de trabalho entre uma dessas parcelas.
Pactuação do limite de 220 horas na jornada mensal.

O direito, se acordado, à participação no lucros e resultados da empresa.

A formação de um banco de horas sendo garantida a conversão da hora que exceder a jornada normal com um acréscimo mínimo de 50%.

O tempo gasto no percurso para se chegar ao local de trabalho e no retorno para casa.

O estabelecimento de um intervalo durante a jornada de trabalho com no mínimo de 30 minutos.

Estabelecimento de um plano de cargos e salários.

O trabalho remoto deverá ser remunerado por produtividade.

Dispor sobre a ultratividade da norma ou instrumento coletivo de trabalho da categoria.

Ingresso no programa de seguro-emprego.

Registro da jornada de trabalho.

Trabalho temporário

Estão previstas alterações no trabalho temporário, com aumento do prazo de contratação de 90 dias prorrogáveis por mais 90 dias para um período maior: 120 dias com possibilidade de prorrogação por mais 120 dias.

Segundo o governo, é garantido ao trabalhador temporário uma remuneração equivalente à dos empregados de mesma categoria da empresa tomadora ou cliente, calculados à base horária.

Além disso, são assegurados ao trabalhador temporário os mesmos direitos previstos na CLT relativos aos contratados por prazo determinado (FGTS, adicionais, horas-extras etc).

As empresas de trabalho temporário são obrigadas a fornecer comprovante da regularidade de sua situação com o INSS, recolhimentos de FGTS e Negativa de Débitos junto a Receita Federal, sob pena de retenção dos valores devidos no contrato com a empresa de mão de obra temporária. O trabalho temporário não se aplica aos empregados domésticos.

Regime parcial

Para o regime parcial de trabalho, também estão sendo propostas mudanças, com ampliação da do prazo de até 25 horas semanais para até 26 horas semanais, com 6 horas extras, ou 30 horas semanais sem horas extras.

“As horas extras devem ser compensadas [no regime parcial] até a semana seguinte, se não forem compensadas, devem ser pagas na folha de pagamento subsequente. Conversão em dinheiro de 1/3 das férias, não mais limitadas a 18 dias”, acrescentou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, estimando que essas mudanças podem gerar cerca de 5 milhões de empregos na economia.

Segundo o governo, as horas suplementares à jornada de trabalho semanal normal serão pagas com o acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o salário-hora normal e poderão ser ser compensadas diretamente até a semana imediatamente posterior à da sua execução, devendo ser feita a sua quitação na folha de pagamento do mês subsequente, caso não compensadas.

Pela proposta, é facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter 1/3 (um terço) do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário. Ele poderá tirar 30 dias de férias, independente do número de horas trabalhadas (férias do regime de trabalho a tempo parcial serão regidas pelo art. 130 da CLT).

Inspeção do trabalho e trabalho informal

O governo também anunciou medidas para combater a informalidade no mercado de trabalho e a precarização das relações trabalhistas.

Pela proposta, o empregador que mantiver empregado não registrado ficará sujeito a multa no valor de R$ 6 mil por empregado não registrado, acrescido de igual valor em cada reincidência.

O valor final da multa aplicada, por sua vez, será de R$ 1 mil por empregado não registrado, quando se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte.

Proteção ao emprego

O governo também anunciou a prorrogação do Programa de Proteção ao Emprego (PPE), criado em julho de 2015, pelo qual o trabalhador tem a jornada e o salário reduzidos, mas com manutenção do seu emprego.

Para isso, será encaminhada uma medida provisória (MP) ao Congresso Nacional. Sem o anúncio, o PPE terminaria no fim deste ano.

O programa, porém, mudou de nome e passará a ser Programa Seguro-Emprego (PSE), mas manterá a regra de que o trabalhador poderá ter a jornada e o salário reduzidos em até 30%. Entretanto, o governo paga um complemento, que corresponde à metade da perda salarial do empregado, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

A participação do governo como compensação pecuniária equivalente a 50% do valor da redução salarial, limitada a 65% do valor máximo da parcela do seguro-desemprego, enquanto perdurar o período de redução temporária da jornada de trabalho, informou o Ministério do Trabalho.

Pelas regras, a redução da jornada de trabalho, que deve ter duração de até seis meses, poderá ser prorrogada por períodos de seis meses – desde que o período total não ultrapasse vinte e quatro meses.

Os últimos dados do governo mostram que, até o início de novembro, foram registrados 188 pedidos de adesão encaminhados ao comitê do Programa de Proteção ao Emprego, sendo que 154 foram deferidas, e 34 ainda estavam em processo de análise, com a manutenção do emprego de 63.345 trabalhadores e pagamentos R$ 170 milhões em recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

G1

Opinião dos leitores

  1. problema é o mesmo, petista é burro pra cacete e não sabe interpretar! 12 horas pra adiantar a carga semanal e diiminuir os dias trabalhados, a exemplo de médicos , policiais, etc. outr, Banco de horas com pagamento de horas extras acrescidas de bonus, etc,,, regulamentando o que ocorre toda hora! agora o fato é, petista não gosta de trabalhar e ponto final! MIMIMI DU CARAIO!

  2. Se essa reforma (estou sendo bozinho chamar esse absurdo de reforma ) fosse proposta de governo do PT com ctza o título do texto aqui seria: PT tira direitos dos trabalhados.
    E as panelas continuam caladas.

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Política

PL CONTRARIA FLÁVIO: Valdemar reconhece vitória de Lula, mas cobra explicações sobre votação estendida

Reprodução

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, reconheceu nesta segunda-feira (26) a vitória de Lula (PT), contrariando Flávio Bolsonaro (PL), que ainda contesta o resultado do segundo turno. A legenda, porém, afirmou que continuará buscando esclarecimentos sobre a decisão que prorrogou a votação no domingo (25).

“Reconhecemos o resultado presidencial, proclamado pelo TSE, mas entendemos que os questionamentos levantados precisam ser devidamente esclarecidos”, afirmou Valdemar em nota.

O presidente do PL também criticou medidas adotadas pelo governo Lula às vésperas da eleição, como antecipação de benefícios sociais e ações para conter o preço dos combustíveis. Segundo ele, o uso de recursos públicos durante a campanha levanta dúvidas sobre o equilíbrio da disputa.

A votação foi prorrogada até as 19h por decisão do ministro Cristiano Zanin, do STF, após relatos de problemas no transporte de eleitores. A medida valeu apenas para seções que ainda estavam abertas. Dados do TSE mostram que 34,3 mil votos foram registrados depois das 17h, enquanto Lula venceu Flávio por uma diferença superior a 4 milhões de votos.

As duas campanhas pediram extensão do horário. O PT solicitou a medida em todo o país, enquanto o PL fez o pedido para municípios de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina.

Com informações do UOL

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Política

Sem maioria na Câmara e no Senado, Lula acelera conversas com Congresso e PT prepara apoio à reeleição de Hugo Motta

Ricardo Stuckert/Planalto

Um dia após confirmar a vitória nas urnas, o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira, no Palácio da Alvorada, os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e do Senado, Davi Alcolumbre. O encontro fora da agenda oficial marca o início das articulações do Palácio do Planalto para construir a sustentação do quarto mandato petista, já que o governo não obteve maioria automática no Congresso.

A reaproximação imediata visa consolidar a aliança para a eleição das mesas diretoras das duas Casas em fevereiro de 2027, quando Motta e Alcolumbre tentarão a recondução para mais dois anos de mandato. Em troca da garantia do apoio integral do Planalto e da bancada do PT, o partido de Lula busca emplacar postos estratégicos na Mesa Diretora da Câmara e assumir o comando de comissões vitais, como a CCJ e a Comissão Mista de Orçamento.

A reunião também serviu para definir a pauta no Congresso até o final de 2026, com foco na aprovação da PEC da Tarifa Zero.

Com informações do Poder360

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Política

Decisão de Moraes contra Flávio gera insatisfação na base de Lula e senadores governistas veem ruído desnecessário

Reprodução

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e proibi-lo de deixar o país encontrou resistência e críticas até mesmo dentro da base aliada do governo no Congresso. Nos bastidores de Brasília, lideranças e senadores alinhados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliaram de forma negativa a medida cautelar e demonstraram preocupação com os impactos políticos do ato.

Integrantes da base governista confidenciaram que a determinação de Moraes “tensiona tudo” no ambiente político em um momento no qual o governo eleito precisa pacificar o país e construir pontes para garantir a governabilidade no Congresso Nacional.

Com informações da coluna de Milena Teixeira / Metrópoles

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Política

APOSTA DA FARIA LIMA: Rafael Fonteles, governador do Piauí, vira preferido para comandar Fazenda no Lula 4

Reprodução

O governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles (PT), desponta como o nome preferido da Faria Lima para assumir o Ministério da Fazenda no quarto mandato do presidente Lula (PT). A informação é da coluna de Mariana Barbosa, no UOL. Lula ainda não anunciou quem comandará a economia a partir de 2027.

A pressão aumentou após a reação negativa do mercado à vitória de Lula sobre Flávio Bolsonaro (PL), com queda da Bolsa e alta do dólar e dos juros futuros. Investidores cobram uma sinalização rápida de compromisso com o controle dos gastos públicos. O vice-presidente Geraldo Alckmin também é citado, mas com menos entusiasmo.

Fonteles é formado em Matemática pela Universidade Federal do Piauí e concluiu mestrado no Instituto de Matemática Pura e Aplicada aos 21 anos. Antes de chegar ao governo estadual, foi secretário da Fazenda do Piauí entre 2015 e 2022 e presidiu o comitê nacional dos secretários estaduais da área.

À frente do estado, aprovou uma regra fiscal para limitar o crescimento das despesas correntes e privatizou a empresa de saneamento Agespisa por R$ 1 bilhão. Também buscou investimentos em energia renovável, agronegócio e economia digital.

Reeleito no primeiro turno com 71% dos votos, Fonteles ainda acumula resultados positivos na educação e na redução da pobreza extrema. Caso aceite um eventual convite de Lula, precisará deixar o governo do Piauí nas mãos do vice Washington Bandeira.

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Judiciário

Decisão de Moraes contra Flávio pega STF de surpresa e Ministros temem novo racha no país

Vinícius Schmidt/ Metrópoles

A decisão do ministro Alexandre de Moraes de determinar a retenção do passaporte do senador Flávio Bolsonaro e proibi-lo de deixar o país gerou surpresa nos bastidores do Supremo Tribunal Federal.

Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, integrantes da própria Corte avaliaram reservadamente que a medida isolada de Moraes compromete os esforços para baixar a temperatura política no país e abre margem para acirrar os ânimos após o resultado do segundo turno.

A preocupação de bastidor também envolve a forte articulação da oposição no Senado Federal. Com a nova composição da Casa, integrantes do STF calculam que ao menos 49 senadores já se posicionam abertamente a favor da abertura de um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes, número que fica a apenas cinco votos dos 54 necessários para o afastamento de um ministro.

Com informações da Folha de São Paulo

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Economia

Bolsa fecha com queda de 13,88% e dólar sobe 8,22%, um dos piores resultados da história após vitória de Lula

Cris Faga/NurPhoto via Getty Images

A Bolsa brasileira fechou esta segunda-feira (26) em queda de 13,88%, aos 177.608 pontos, em meio à forte turbulência no mercado financeiro após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A intensidade da queda levou ao acionamento do circuit breaker, mecanismo que interrompe temporariamente as negociações em momentos de forte instabilidade. O Ibovespa chegou a recuar 16,94% durante o pregão, antes de reduzir parte das perdas.

O dólar comercial também disparou e encerrou o dia cotado a R$ 5,40, alta de 8,22%.

Com informações do Metrópoles 

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Economia

MERCADO EM ALERTA: Vitória de Lula faz risco-país disparar 26% e acende alerta sobre dívida pública

Reprodução

A confirmação da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno provocou forte reação negativa no mercado financeiro nesta segunda-feira (26). O Credit Default Swap (CDS) de 5 anos do Brasil — indicador que mede a percepção do risco-país — saltou 26%, atingindo 151,7 pontos, o maior patamar desde junho de 2025.

Para efeito de comparação, ao fim do primeiro turno, o indicador havia recuado para 108 pontos. A guinada reflete o receio de investidores com o rumo das contas públicas e a sinalização de uma política fiscal mais frouxa nos próximos quatro anos.

Analistas do Morgan Stanley apontam que a pressão sobre os ativos brasileiros pode levar o risco-país a subir mais 40 pontos nas próximas semanas, mantendo a cotação do dólar pressionada.

Com informações da Revista Oeste

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Mundo

[VÍDEO] Prefeito de Nova York parabeniza Lula pela reeleição: “Minha total admiração”


O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, parabenizou Lula (PT) nesta segunda-feira (26) pela vitória sobre Flávio Bolsonaro (PL). Questionado durante uma entrevista coletiva, ele declarou: “Minha total admiração a tudo que Lula fez pelo povo trabalhador”.

Mamdani já havia elogiado a aprovação do fim da escala 6×1 pelo Congresso brasileiro. Nas redes sociais, lembrou que se reuniu com Lula em setembro, antes da Assembleia Geral da ONU, para discutir políticas voltadas à população de baixa renda e aos trabalhadores.

Ao comentar a redução da jornada, o prefeito destacou a previsão de 40 horas semanais, com dois dias de descanso e sem corte salarial. “As pessoas que trabalham merecem tempo para viver, não apenas para trabalhar”, afirmou.

Com informações do Metrópoles

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Mundo

Putin parabeniza Lula pela reeleição, elogia liderança e defende parceria com o Brasil

Sputnik/Alexei Nikolsky via Reuters

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, parabenizou Lula (PT) nesta segunda-feira (26) pela reeleição e defendeu o fortalecimento da cooperação entre os dois países. Na mensagem, o russo afirmou que o resultado demonstra o reconhecimento dos brasileiros às qualidades de liderança do petista.

Putin também classificou como “inestimável” a contribuição pessoal de Lula para a parceria estratégica entre Brasil e Rússia. Segundo ele, os dois governos continuarão trabalhando juntos em diferentes áreas e em fóruns como ONU, Brics e G20.

O presidente russo aproveitou a mensagem para antecipar os cumprimentos pelo aniversário de Lula, que completa 81 anos nesta terça-feira (27), desejando saúde e sucesso no trabalho à frente do governo.

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Brasil

Flávio confirma que pedirá cassação da chapa de Lula e promete estratégia da direita para resistir ao PT no Congresso

Reprodução

Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que pedirá a cassação da chapa vencedora do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice-presidente Geraldo Alckmin.

No pronunciamento, Flávio criticou duramente a condução do pleito, apontou o que chamou de “abuso de poder político e econômico sem precedentes”. Flávio também convocou os parlamentares eleitos pela oposição para articularem uma resistência firme no Congresso Nacional a partir de 2027.

“Eu vou pedir, sim, a cassação da chapa do Lula por todos os abusos que ele cometeu. A lei tem que valer para todo mundo, a competição tem que ser justa e igual, o que não aconteceu. Não fui eu que perdi, foi o sistema que ganhou”, declarou o senador.

“Para resistir ao caos, eu vou organizar a oposição. A gente fez a maioria no Senado e na Câmara. Eu vou reunir os deputados e senadores eleitos para organizar a nossa estratégia e fazer da Câmara e do Senado a nossa fortaleza contra a barbárie. Não vamos desistir do nosso Brasil”, concluiu.

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