Número de casos e mortes por Covid-19 em todo o mundo segundo a Johns Hopkins — Foto: Reprodução/jhu.edu
Puxado pelos Estados Unidos, o mundo registrou na terça-feira (12) novo recorde de mortes pelo novo coronavírus, aponta balanço da Universidade Johns Hopkins.
Foram 4.327 óbitos no país mais afetado pela pandemia e 17.186 em todo o planeta. Os recordes anteriores eram de 4.195 mortes nos EUA (7 de janeiro) e 15 mil no mundo (30 de dezembro).
Foi o quarto recorde de vítimas da Covid-19 nos últimos oito dias nos EUA, que também confirmou mais de 215 mil novos casos (o recorde de 302 mil infectados foi registrado no dia 2).
Os EUA são o país mais afetado pela pandemia, com mais de 380 mil óbitos e 22,8 milhões de casos confirmados até o momento.
Na sequência vêm Brasil (204 mil mortes e 8,1 milhões de casos) e Índia (151 mil e 10,4 milhões, respectivamente).
Ao todo, são quase 2 milhões de mortes pelo novo coronavírus em todo o mundo e mais de 91 milhões de infectados.
Hospitalizações e vacinas
Cerca de 131 mil pessoas estão hospitalizadas atualmente nos EUA devido ao novo coronavírus, de acordo com o Covid Tracking Project.
Os Estados Unidos são o país que mais aplicou vacinas contra a Covid-19 no mundo (9,33 milhões de doses), segundo o Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford.
Em seguida vêm China (9 milhões), Reino Unido (2,84 milhões) e Israel (1,93 milhões). Proporcionalmente, Israel é o país que mais aplicou doses em relação à população (22%).
Recorde de casos no Brasil
Segundo país com mais mortes e terceiro em infectados, o Brasil registrou 1.109 óbitos e 61.660 casos confirmados nas últimas 24 horas, segundo o consórcio de veículos da imprensa.
Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias foi de 993, alta de 49% na comparação com a média de 14 dias atrás.
Catorze estados estão com alta no número de óbitos e, pelo quinto dia consecutivo, nenhum apresenta queda de mortes.
Já a média móvel de casos foi de 54.784 novos diagnósticos diários, alta de 51% em duas semanas e um novo recorde desde o início da pandemia.
G1
Não esqueça de Publicar os mais de 7 milhões de pessoas curadas no Brasil.
O probleme meu amigo é a loteria, ninguem sabe quem vai cair na estatistica de mortos ou rechuperados.
O número de curados é proporcional ao número de infectados, TITIA. E proporcional ao número de mortos, TITIA. É sempre bom comemorar a cura, mas esse número só expressa a ignorancia e a incapacidade do BOZO em tomar conta da situação.
Curados que 1/6 deles vem com sequelas de saúde…enfim…fica doentes mesmo assim: rins, coração, pulmões, asmáticos e tome herança maldita do Covid.
Este é o único blogueiro que está de fato mostrando a realidade da covid e da necessidade de uma vacina.
Alguns outros beiram a sandice, indicando remédio ao invés de uma vacina. Parabéns, BG. A história vai lembrar das pessoas que tentaram desestabilizar o país às custas da vida dos seus cidadãos.
BG tem trazido dados de forma ampla. Mas esse papo de remédio x vacinas é um falso dilema.
Na maioria dos países a sociedade se une contra o vírus.
No Brasil, a esquerda tem tentado tomar o poder usando a pandemia como trampolim pois são abutres e comemoram tanto cada óbito quanto o desemprego.
Por exemplo, no México são 130 mil óbitos e não estão atacando o presidente por causa disso.
Na França, 60 mil óbitos.
Inglaterra, 80 mil óbitos.
Colocar a culpa em Bolsonaro é estratégia nefasta de abutres que querem se promover com a desgraça alheia.
Se idosos e pessoas com comorbidades tivessem se isolado, como Bolsonaro sugeriu desde o início, o número de óbitos seria bem menor.