TÃO PENSANDO QUE É BRINCADEIRA: confinamento por coronavírus teria causado número recorde de divórcios em cidade da China

Foto: Getty Images

Enquanto o Ocidente começa a viver a experiência claustrofóbica do confinamento — medida necessária para conter a disseminação da covid-19 —, os relatos vindos da China pintam um quadro de que a vida está, aos poucos, voltando ao normal.

Mas a quarentena forçada deixou algumas consequências inesperadas. Muitos casais parecem não ter resistido à proximidade em tempo integral. A mídia chinesa identificou uma corrida aos cartórios por aqueles que não pretendem seguir juntos.

Xi’am, de 12 milhões de habitantes, capital da província de Shaanxi, região central da China, registrou um recorde no número de pedidos de divórcio nas últimas semanas, segundo o jornal chinês em língua inglesa The Global Times.

Em alguns distritos, todos os horários disponíveis para tratar do tema nos escritórios locais do governo estão tomados por semanas.

Outros sites também indicaram haver relatos de uma procura acima da média em cartórios de municípios de outras províncias, como a de Sichuan, por formulários de divórcio.

Nas redes sociais, a notícia não chegou a causar surpresa entre os chineses. “É muito tempo junto. Eu tenho visto cada vez mais histórias sobre separações. Muitas piadas também. Mas o problema parece sério”, disse à BBC News Brasil, Ge, uma professora de 29 anos. Ela própria não é casada. E diz imaginar o estresse de estar sob o mesmo teto neste momento de muito estresse econômico e perguntas sobre o futuro.

“Grandes episódios como este fazem as pessoas pensar mais nas suas vidas e o que realmente interessa”, afirmou à BBC News Brasil a escritora Lijia Zhang, autora de A garota da Fábrica de Mísseis: memórias de uma operária na nova China. “É verdade também que os casamentos que sobreviveram à quarentena devem seguir mais fortes!”, complementa.

É cedo para entender o que está acontecendo — e se o fenômeno se observará nacionalmente e mesmo em outros países que adotaram medidas de confinamento. Além disso, os cartórios estiveram fechados durante cerca de um mês, o que cria uma demanda reprimida. E os chineses já vinham se divorciando em um ritmo mais acelerado nos últimos anos.

Em 2016, o número de casais que se separou na China chegou a 4,2 milhões, um aumento expressivo em relação a 1985, quando a taxa não passava de 485 mil.

As leis mudaram no país nos últimos anos. Têm se adaptado aos novos tempos. Hoje, 70% dos divórcios já seriam pedidos por mulheres no país, segundo Zhou Qiang, presidente da Suprema Corte do Povo durante discurso proferido em novembro passado. Foi garantido esse direito às mulheres ainda em 1950, quando o partido comunista chinês criou a Nova Lei do Casamento.

“Fiz um brinde com a minha filha quando soube da notícia. Considero isso uma conquista de liberação das chinesas, porque elas estão mais assertivas ao buscar o que querem. Já não estão mais dispostas a aceitar um casamento infeliz, como as nossas mães fizeram”, disse Lijia Zhang.

Mas o fato é que os chineses também estão se casando menos. Apenas 7,2 pessoas em 1 mil resolveram juntar as escovas de dente oficialmente em 2018. Trata-se do índice mais baixo desde 2013, segundo o Escritório Nacional de Estatísticas do governo. Pesquisa realizada pelo Diário do Povo mostra que 29,5% dos entrevistados não tinha se casado porque não haviam encontrado a pessoa certa. Outros 23,4% afirmaram não estar preparados para assumir a responsabilidade de começar uma família.

Neste contexto, as separações provocadas pelo coronavírus certamente não ajudam o governo, que acabou, em 2016, com a longeva política do filho único, adotada na década de 1970. Pequim agora quer mais é que os chineses tenham mais filhos. O problema é que os jovens, e sobretudo mulheres, acham caro aumentar a família e estão mais preocupados em investir em suas carreiras profissionais.

Dados da Comissão Nacional de Saúde da China indicam que o país terá 487 milhões de idosos em 2050, cerca de 35% da população total. Em 2018, a taxa estava em 17,3%, ou 242 milhões de pessoas.

G1, com BBC

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Abel disse:

    Daqui a 9 meses vai ter uma safra de meninos grande ao redor do mundo.

  2. Zuza disse:

    Já são três divórcios aqui em casa, em uma semana, e com a mesma mulher. A gente está decidindo no "zerinho ou um" quem vai sair de casa nesse momento, mas não chegamos a um resultado. Naturalmente, eu sairia, mas…

  3. Sampaio Ribeiro Dias disse:

    Ficar isolado dentro de casa não é a situação normal de uma família, por mais que tenham afinidade. O confinamento é estado de exceção e não rotina social. Ninguém está preparado para ficar confinado e isolado por muito tempo.
    Qual escola, universidade, igreja, conselho comunitário, grupo de pessoas, encontro religioso, encontro social, retiro ou qualquer forma que aglutina, une, reuni pessoas fala, mostra, prepara ou educa as pessoas para viverem isoladas, confinadas? NENHUMA!
    Quem vai a psicólogo, psiquiatra ou faz terapia para aprender a viver isolado? NENHUMA!
    As pessoas não sabem lidar com essa situação, ela é fora do padrão.
    As pessoas não sabem ao certo quais os cuidado devem ter, como evitar os desgastes, como não deixar que o convívio 24 horas por dia se torne desgastante.
    Até 05 dias confinados, teoricamente, deve ficar tudo bem, depois começam os atritos, vem a irritação, surge o descontrole e a coisa pode chegar a destruição familiar.
    Como evitar isso? Como lidar com essa situação completamente desconhecida? Quais as medidas a serem tomadas? O que deve ser evitado para não entrar no estresse?
    Sim a situação é muito complexa e fora do patrão social, fora da conduta de relação pessoal.

Lucro líquido do BNDES cresce 164% em 2019, recorde para o banco

Foto: Ale Silva

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) registrou lucro líquido de R$ 17,7 bilhões em 2019, o que representa crescimento de 164% em relação ao ano anterior, quando obteve R$ 6,71 bilhões. Segundo o banco, o desempenho foi impulsionado pelo resultado das participações societárias.

“É um lucro líquido bem robusto. Um lucro recorde para o BNDES”, disse o presidente da instituição, Gustavo Montezano, no início da apresentação dos resultados, que estão sendo apresentados na sede do banco, no centro do Rio.

A venda de participações societárias, que contribuiu em grande parte para o desempenho financeiro do BNDES, somou R$ 16,25 bilhões, com lucro bruto de R$ 11,4 bilhões. A venda das participações era uma das metas transitórias do banco divulgadas no segundo semestre do ano passado.

No ano passado, o BNDES contribuiu com R$ 142,2 bilhões ao Tesouro Nacional, dos quais R$ 132,5 bilhões eram relativos à dívida com a União. Dentro desse total, R$100 bilhões foram liquidações antecipadas.

Os pagamentos ordinários somaram R$ 23 bilhões, a título de dividendos, foram R$ 9,5 bilhões e, em forma de tributos, R$ 9,7 bilhões. A devolução de recursos ao Tesouro também era uma das metas transitórias divulgadas pelo banco no ano passado.

A carteira de crédito em dezembro de 2019 chegou a R$ 441,8 bilhões, com destaque para a redução de 0,84% da inadimplência no ano.

Trimestre

O lucro líquido do BNDES no quarto trimestre do ano passado atingiu R$ 1,2 bilhão e significa 2,5 vezes o que foi obtido no mesmo período em 2018 e queda de 55% na comparação com o terceiro trimestre de 2019.

Exame

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tarcísio Eimar disse:

    Foi só a Petralhada sair q o negócio vingou

  2. Santos disse:

    Abriram a caixa preta e só encontraram lucros.
    O meu Deus, até quando vai durar essa hipnose desse povo que colocou esse governo criado na mentira e no medo.

Petrobras tem recorde na produção de petróleo e gás

Foto: Agência Petrobras/Geraldo Falcão/direitos reservados

A Petrobras registrou em 2019 uma média diária recorde de produção de petróleo e gás. Foram produzidos, em média, 2,77 milhões de barris de óleo equivalente (boe, medida que une barris de petróleo e metros cúbicos de gás).

O volume ficou acima da meta de 2,7 milhões de boe diários e foi 5,4% superior ao registrado na média de 2018. Os números incluem a produção no Brasil (2,688 milhões de boe por dia) e no exterior (82 mil boe por dia). A produção de petróleo em 2019 ficou em 2,172 milhões de barris, dos quais 1,277 milhão de barris foram no pré-sal.

No último trimestre do ano, a produção média diária atingiu 3,025 milhões de boe. Foi a primeira vez que a empresa rompeu a barreira de 3 milhões de boe por dia, em uma média trimestral.

De acordo com a Petrobras, as reservas da empresa mantiveram-se em 9,59 bilhões de boe. A relação entre reservas provadas e produção é de 10,5 anos. O número não inclui ainda os ativos de Itapu e Búzios, adquiridos no leilão da Excedente da Cessão Onerosa. As informações foram divulgadas na noite de ontem (10), no Rio de Janeiro.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Verdade disse:

    Desafio feito pelos PETROLEIROS ao Presidente Bolsonaro.
    "Se está preocupado com o preço dos combustíveis, mude a política, pare as privatizações e aumente a produção"
    Acesse o desafio aqui https://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/4241-petroleiros-lancam-desafio-a-bolsonaro

  2. Verdade disse:

    Malandro É Malandro, Mané É Mané.
    Dá pra entender que o objetivo de Bolsonaro e Paulo Guedes é destruir tudo que for da nossa nação seu Mané. Bolsoanro e Paulo guedes vederam a alma ao DIABO.

  3. Emerson F. disse:

    Quanto mais ela produz, mais caro a gente paga de gasolina!! : (

  4. Ivan disse:

    E só num roubar pô!!!! Talkey….

  5. H. Marques disse:

    5 conto….faz meses que estamos pagando 4.80 e não vejo os filhotes de bolsonarianos reclamarem!tá tudo ótimo! meu ovo

  6. Olavo disse:

    Melhorando com a gasolina a quase 5 reais??????

    • Ceará-Mundão disse:

      Convence tua governadora a aceitar a proposta do Bolsonaro de retirar o ICMS sobre os combustíveis que o preço baixa. Topa? A hipocrisia é como a mentira, tem pernas muito curtas.

    • Cristian disse:

      Meu amigo, nem Minas Gerais LIBERAL PARTIDO NOVO vai querer entrar nessa roubada, tu acha que RN totalmente dependente disso vai aceitar? Falta-lhe muito.

  7. Ceará-Mundão disse:

    A Petrobrás deixou de ser saqueada, como ocorria nos governos do PT, e está saindo do fosso em que os "cumpanhero" a enfiaram. E o Brasil segue melhorando com o atual governo. Em tudo.

Aprovação a Donald Trump bate recorde

Foto: Reuters

Uma pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Gallup mostra que Donald Trump alcançou o melhor índice de aprovação nos Estados Unidos desde o início de seu mandato.

Segundo o levantamento, feito entre os dias 16 e 29 de janeiro, 49% dos americanos dizem aprovar Trump.

A aprovação ao presidente dos EUA entre os republicanos também é recorde: 94% (seis pontos percentuais a mais do que no início do mês passado).

A pesquisa também revela que 52% dos americanos são contrários ao impeachment de Trump.

O Antagonista

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    Com a menor taxa de desemprego dos últimos 50 anos, o americano médio vai reeleger ele…

  2. Bento disse:

    Lá como cá

  3. Ivan disse:

    Esse é outro mito!!! A esquerda pira!!!! kkkkkkkkkk

Mega da Virada registra recorde de arrecadação para um único dia

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

As Loterias Caixa registraram um recorde de vendas para a Mega da Virada em um único dia. Foram mais de R$ 210 milhões até as 20 horas dessa segunda-feira (30). O recorde era de R$166 milhões, arrecadados no dia 31 de dezembro de 2018, segundo informação divulgada pela Caixa, por meio de sua assessoria de imprensa.

A oportunidade de concorrer ao maior prêmio das loterias no ano, estimado em R$ 300 milhões, deve movimentar as últimas horas de 2019.

Como nos demais concursos especiais, o prêmio principal da Mega da Virada não acumula. Não havendo apostas premiadas com seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números – e assim sucessivamente.

Os apostadores de todo país têm até as 17h desta terça-feira (31) para concorrer ao prêmio especial da 11ª edição da Mega da Virada. O sorteio do concurso 2.220, cujo prêmio está estimado em R$ 300 milhões, será realizado hoje, a partir das 20h (horário de Brasília), na cidade de São Paulo.

As apostas podem ser feitas em qualquer lotérica do país, no Portal Loterias Caixa e também no aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários de iOS.

Segundo a Caixa, para jogar pela internet, o apostador deve preencher os seguintes requisitos: ser maior de 18 anos, efetuar cadastro e ter cartão de crédito.

“O cliente escolhe seus palpites, insere no carrinho e paga todas as suas apostas de uma só vez, utilizando o cartão de crédito”.

O valor mínimo da compra no portal (que pode conter apostas de todas as modalidades disponíveis no site, além da Mega) é R$ 30 e o máximo de R$ 500 por dia.

Os titulares de conta corrente na instituição podem fazer suas apostas na Mega da Virada pelo computador, tablet ou smartphone utilizando o Internet Banking CAIXA. Para isso, basta ter conta no banco.

A aposta simples custa R$ 4,50. Caso um ganhador acerte as seis dezenas e aplique todo o valor do prêmio na poupança, receberia rendimentos mensais acima de R$ 860 mil.

De acordo com a Caixa, a probabilidade de acerto da aposta simples de seis números é de uma em 50 milhões. Já no caso da aposta de dez números, aumenta para uma em 238 mil.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fernando disse:

    Isso só contribuirá pra os petralhas lavarem o dinheiro roubado do povo brasileiro, tenha certeza.

Home office bateu recorde no Brasil em 2018, diz IBGE

Foto: Economia G1

Um levantamento divulgado nesta quarta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que, em 2018, 3,8 milhões de brasileiros trabalhavam dentro de casa, o chamado home office. Trata-se do maior contingente de pessoas nesta condição de trabalho já registrado – resultado da alta informalidade no país, que encerrou o ano passado em 41,1%, e segue em patamares semelhantes em 2019.

De acordo com o IBGE, o home office correspondia a 5,2% do total de trabalhadores ocupados no pais, excluídos da conta os empregados no setor público e os trabalhadores domésticos. Na comparação com 2012, quando teve início a série histórica da pesquisa, esse contingente teve alta de 44,4%.

O home office, destacou o IBGE, teve queda de 2,1% entre 2012 e 2014, cresceu 7,3% em 2015, e voltou a ter queda de 2,2% em 2016. Já entre 2017 e 2018, cresceu em 21,1%.

Também bateram recordes, em 2018, os números de trabalhadores trabalhando em veículo automotor (3,5 milhões), em via pública (2,3 milhões) e em empreendimentos distintos daqueles para o qual a pessoa foi contratada (1 milhão). As altas destes contingentes, na comparação com 2012, foram de 35,21%, 25,9% e 49,78%, respectivamente.

De acordo com a gerente da pesquisa, Adriana Beringuy, esses números refletem o movimento observado nos últimos anos no mercado de trabalho, que diante do desemprego crescente, viu aumentar a informalidade.

“São os arranjos que as pessoas encontraram para se ocuparem no mercado de trabalho”, disse.

Outros locais

O IBGE enfatizou, que a maior parte dos trabalhadores do país atuam no próprio estabelecimento do contratante. Porém, esse número vem registrando queda desde 2014, quando teve início a crise no mercado de trabalho. Em 2012, eram 44,9 milhões nesta condição, número que cresceu em 3 milhões até 2014, uma alta de 6,5%. Desde então, ele foi reduzido em 3,4 milhões (-7,1%), chegando a 44,5 milhões.

Em contrapartida, o trabalho em local designado pelo empregador aumentou em 19,9% entre 2012 e 2018, passando de 8,3 milhões para 10 milhões. Já o trabalho em estabelecimento diferente do contratado, o que indica a terceirização de mão de obra, quase dobrou no mesmo período, passando de 687 mil para 1,029 milhão.

Já o trabalho em fazenda, sítio, granja ou chácara vem registrando queda constante. Segundo a gerente da pesquisa, essa tendência de redução é observada desde o início da série histórica. “Essa diminuição está ligada ao processo de êxodo rural e mecanização dos processos”, disse Adriana Beringuy.

Transporte por aplicativo

O trabalho em veículo automotor é aquele realizado por taxistas, motoristas e trocadores de ônibus, motoristas de caminhão, entre outros. Mas, a alta deste contingente, segundo o IBGE, está relacionado ao crescimento do transporte particular por aplicativo.

“As recentes altas podem estar relacionadas ao crescimento dos serviços de transportes de passageiros e de entregas por aplicativos de celular, refletindo as mudanças na economia atual”, destacou a pesquisadora do IBGE Adriana Beringuy.

Já o trabalho em via pública tem relação direta com o aumento de pessoas trabalhando por conta própria como ambulantes.

G1

 

Safra nacional de grãos de 2020 deve bater recorde e chegar a 240,9 milhões de toneladas

Foto: Arquivo/Agência Brasil

A safra nacional de grãos de 2020 deve atingir 240.913.898 milhões de toneladas, o que será um recorde. Se confirmado, o resultado vai ultrapassar em 33,6 mil toneladas o esperado para 2019. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as estimativas indicam que as safras 2019 e 2020 devem se tornar as maiores da série histórica iniciada em 1975. Vão superar o atual recorde registrado em 2017, quando somou 238,4 milhões de toneladas.

Os números estão no Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado nesta terça-feira (10), pelo IBGE.

Conforme as previsões, a produção de soja terá crescimento 6,7%, a de algodão 2,0% e a do arroz 1,0%, mas a do milho sofrerá redução de 7,5%. O mesmo deve ocorrer com o feijão em grão primeira safra com queda de 0,3%.

Para o milho, o IBGE estima produção de 92,7 milhões de toneladas no próximo ano. A redução de 7,5% prevista em relação à safra 2019, significa recuo de 7,5 milhões de toneladas. “Mantém-se a tendência de um maior volume de produção do milho em segunda safra, devendo essa safra participar com 72,3% da produção nacional para 2020, contra 27,7% de participação da primeira safra de milho”, observou o pesquisador do IBGE, Carlos Barradas.

Na soja, a lata de 6,7%, representa o total de 120,8 milhões de toneladas em 2020. Entre os maiores produtores, boa parte desse volume se refere ao Mato Grosso. Lá a estimativa é colher 33 milhões de toneladas. Em relação a 2019, representa crescimento de 2,2% . O Paraná, que é o segundo maior produtor, prevê aumento de 22,5%, com a produção de 19,8 milhões de toneladas. Também se confirmado, vai significar uma recuperação, uma vez que em 2019 severas restrições de chuvas e o excesso de calor durante o ciclo da cultura comprometeram a safra.

Safra de 2019

A safra nacional também deve atingir 240.880.344 milhões de toneladas em 2019. Com isso, supera o recorde de 2017, em 2,4 milhões de toneladas. Segundo o IBGE, representa alta de 6,4% na comparação do que foi produzido em 2018, quando atingiu 226,5 milhões de toneladas.

Os números do LSPA indicam que o resultado foi influenciado pela produção do milho, que deve registrar recorde de 100,2 milhões em 2019, atingindo 25,9 milhões de toneladas na primeira safra e 74,3 milhões de toneladas na segunda. O volume significa aumento de 23,2%, se comparado ao ano anterior. Na visão do pesquisador, a conjuntura de preços que incentivou o plantio do milho de segunda safra foi um dos fatores que favoreceram a elevação. “O clima também se comportou de forma favorável”, explicou.

A melhora dos preços também favoreceu o possível recorde na produção de algodão diante da série história do IBGE. Deve chegar a 6,9 toneladas, na safra deste ano, representando aumento de 39,8% na comparação com o ano anterior.

A soja e o arroz, no entanto, devem apresentar queda de produção. A colheita de 113,2 milhões de toneladas de soja em 2019, é equivalente ao recuo de 4%, se comparado a 2018. No arroz, a redução de 9,5% na área plantada e de 12% na área a ser colhida provocaram queda na produção. O IBGE estima total de 10,3 milhões de toneladas, resultado 12% menor que o do ano passado. Com a previsão de 63,2 milhões de hectares na área a ser colhida, em 2019, o cálculo é de crescimento de 3,7% ante a de 2018. O percentual equivale ao aumento de 2,2 milhões de hectares. Foi também em 2017, o recorde anterior da produção. Foram produzidas 238,4 milhões de toneladas.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Bosco disse:

    Brasil! Um dos maiores produtores de grãos do mundo ( Não é de hoje) mas também não é de hoje que é um berço de muita gente que mal tem o que comer! Vamos comemorar!

  2. Cigano Lulu disse:

    Brasil, o eterno "gigante" das commodities… Mas o Instituto Metrópole Digital taí, com sua central de incubadoras, para fazer o país ingressar no fechado clube dos gigantes da tecnologia de ponta.

    • joaozinho da escola disse:

      Embora seja um projeto abraçado por Rogerio Marinho, quando passo naquela avenida vejo um predio com muitas salas… muitas salas pra pouca gente circulando. Como está sendo aplicado o recurso publico em termos de eficiencia?

  3. Cigano Lulu disse:

    CHUPA Mané Macron, CHUPA ptezada.
    A inveja mata.
    Kkkkkkk

Produção de camarão no Brasil tem aumento de 11,4% em relação ao ano anterior e RN tem maior destaque com 43,2% do total

Foto: (Arquivo/Governo de SP/ Divulgação)

A Agência Brasil destaca nesta sexta-feira(20) que a produção de camarão, ou carcinicultura, somou 45,8 mil toneladas no ano passado, aumento de 11,4% em relação ao ano anterior.

Entre 2016 e 2017, a produção sofreu queda de 21,2%, devido ao Vírus da Síndrome da Mancha Branca. O resultado de 2018 já demonstra recuperação, disse a analista da pesquisa. “A gente teve queda nas edições anteriores (da pesquisa), mas agora ela voltou a crescer”.

A Região Nordeste responde por 99,4% do total nacional. Destaque para os estados do Rio Grande do Norte, responsável por 43,2% do total da produção, e Ceará, com participação de 28,5%.

O valor de produção da carcinicultura atingiu R$ 1,1 bilhão. Dos 162 municípios que produziram camarão em cativeiro no ano passado, Pendências (RN) se tornou o líder.

Com informações da Agência Brasil

Emprego é recorde no Brasil no trimestre encerrado em julho

Foto: Arquivo Agência Brasil

O mercado de trabalho no Brasil atingiu, no trimestre encerrado em julho deste ano, um volume recorde de pessoas empregadas: 93,6 milhões. É o maior número da série histórica iniciada em 2012 e representa aumentos de 1,3% na comparação com o trimestre encerrado em abril deste ano e de 2,4% na comparação com o trimestre encerrado em julho de 2018.

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad-C), divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento foi puxado pelos empregados sem carteira assinada e pelos trabalhadores por conta própria.

Os trabalhadores sem carteira assinada chegaram a 11,7 milhões em julho, também um recorde na série histórica. A alta chegou a 3,9% em relação a abril (mais 441 mil pessoas) e a 5,6% em relação a julho de 2018 (mais 619 mil pessoas).

Os trabalhadores por conta própria somaram 24,2 milhões e também atingiram um contingente recorde, subindo nas duas comparações: 1,4% (mais 343 mil pessoas) ante abril e 5,2% (mais 1,2 milhão de pessoas) ante julho de 2018.

A taxa de desemprego recuou para 11,8% em julho deste ano, abaixo dos 12,5% de abril deste ano e aos 12,3% de julho do ano passado.

A população fora da força de trabalho, ou seja, as pessoas que não estão nem trabalhando nem procurando emprego, chegou a 64,8 milhões em julho, estável em ambas comparações.

A população subutilizada (ou seja, que está desempregada, que trabalha menos do que poderia, que não procurou emprego mas estava disponível para trabalhar ou que procurou emprego mas não estava disponível para a vaga) ficou em 28,1 milhões de pessoas em julho, estável em relação ao trimestre anterior e 2,6% superior a julho do ano passado.

A taxa de subutilização da força de trabalho chegou a 24,6%, inferior aos 24,9% de abril e aos 24,4% de julho de 2018.

O total de pessoas desalentadas (aquelas que desistiram de procurar emprego) chegou a 4,8 milhões, estável em ambas as comparações. Já o percentual de desalentados chegou a 4,4%, também estável.

O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.286, uma queda de 1% ante o trimestre anterior e não teve variação significativa frente ao mesmo trimestre de 2018. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 208,6 bilhões) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,2% (mais R$ 4,5 bilhões) frente ao mesmo período de 2018.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Alfredo disse:

    mas….
    Assinado: a extrema imprensa 🤣🤣🤣🤣

  2. Ivan disse:

    Vamos reagir PT!!! Libera um diálogo do Intercept logo!!!

  3. Severino disse:

    Imagine com a economia crescendo a uns 3% ao ano. Isso associado à queda nos índices de criminalidade, a se manterem em queda, é ulgo que deve deixar os petralho-chavistas em desespero.

  4. Nilvan Rodrigues da Silva disse:

    Imagine como são os empregos que foram contabilizados criados.
    Com todas as novidades tipo essa encrenca com Macron realmente esse governo corre sério risco de dar certo.

  5. Arnaldo Franco disse:

    Esse Governo corre o serio risco de dar certo.

  6. Gustavo disse:

    Muito bom. A recuperação deve ser consistente, mesmo que lenta. O estrago do PT foi grande.

FGTS registra lucro recorde de mais de R$ 14 bilhões em 2016

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) registrou, no ano passado, lucro de R$ 14,55 bilhões, o melhor resultado da sua história. Com isso, o patrimônio líquido do fundo chegou a R$ 98,17 bilhões. Os números constam do Relatório de Gestão do FGTS, apresentado nesta terça-feira (22) na reunião do Conselho Curador, em Brasília.

O documento mostra também dados da repartição do lucro de 2016, que designou R$ 7,27 bilhões, que corresponde à metade do rendimento, para quem tinha contas com saldo em 31 de dezembro. A medida é resultado da Lei nº 13.446, de 25 de maio deste ano, que fez com que a remuneração dos trabalhadores ficasse acima da inflação anual pela primeira vez em nove anos. A última vez que isso ocorreu foi em 2007.

Para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que preside o Conselho Curador, o resultado é consequência da “gestão responsável” do conselho e dos demais órgãos e entidades que gerem o fundo. “O resultado de 2016 mostra que estamos administrando com seriedade os recursos do FGTS, o que permite remunerar devidamente os trabalhadores e também disponibilizar crédito para habitação, saneamento e infraestrutura do nosso país”, disse.

“O Fundo de Investimentos do FGTS (FI-FGTS) também bateu recorde em 2016, com lucro de R$ 2,63 bilhões. O dinheiro aplicado no FI, que financia grandes obras de infraestrutura como geração de energia, saneamento, ferrovias, rodovias e portos, cresceu 8,3% no ano. Foi o maior rendimento desde a criação da operação, em 2007”, diz a nota do Ministério do Trabalho.

O FGTS é a maior fonte de financiamento em saneamento, habitação e infraestrutura do país. Em 2016, foram contratados R$ 81,48 bilhões, sendo R$ 80,86 bilhões para habitação, principalmente para habitação popular. Em saneamento foram contratados R$ 226,64 milhões e em infraestrutura R$ 386,32 milhões.

Efeito IPI: Venda de carros na 1ª quinzena de janeiro é a maior da história; veja ranking

A primeira quinzena de janeiro fechou com vendas diárias de 15.032 unidades, um volume menor do que o registrado na primeira semana (veja matéria), mas o melhor de todos os meses de janeiro da história.

Foram vendidos até esta quinta-feira (17) 165.355 carros e comerciais leves, o que sinaliza um mês de mais de 330 mil unidades, o que seria também um novo recorde mensal para o primeiro mês do ano. O recorde atual é de 296,8 mil carros em janeiro do ano passado.

O que está levando o consumidor às compras é a possibilidade de comprar o carro com preço menor, fabricado no ano passado, uma vez que o veículo fabricado este ano paga IPI maior. O imposto no carro com motor de 1000 cc subiu de 2% para 3% e o nos carros até 2000 cc subiu de 8% para 10% (gasolina) e 7% para 9% (flex). Os veículos comerciais, que recolhiam 2% no ano passado, passaram a pagar 3%.

Como ainda tem muito carro faturado em 2013 no mercado, a tendência é de que a procura continue alta na segunda quinzena.

As vendas do Gol indicam que ele deve repetir em 2014 o desempenho que tem tido nos últimos 27 anos, isto é: ser mais uma vez o carro mais vendido. Ele começou o ano vendendo o dobro do segundo colocado: na primeira quinzena o Gol vendeu 13.180 unidades, enquanto o Fiesta vendeu 7.950. A surpresa é o carro da Ford, que passou o Uno (3º) e Pálio (4º) e pode fechar janeiro pela primeira vez na vice-liderança.

Fox, Siena e Strada seguem nas posições seguintes; HB20, Ônix e Sandero completam a lista dos dez mais vendidos na primeira quinzena (veja ranking). Vale destacar que a Kombi, que deixou de ser fabricada, vendeu um volume maior do que a média do ano passado: em apenas onze dias úteis, a velha perua conquistou a preferência de 1.562 consumidores.

No ranking por marcas, destaque para a Citroën, que passou a Nissan e ocupa provisoriamente a nona posição, com 2,2% de participação. A marca francesa encerrou 2013 em décimo lugar, atrás da japonesa. As demais posições permanecem inalteradas.

Ranking por marca

1º quinzena de jan/14

Class.    Marca    Unidades    Part. %
1º    FIAT    33.808    20,5
2º    VW    32.465    19,6
3º    GM    30.086    18,2
4º    FORD    16.356    9,9
5º    RENAULT    11.156    6,8
6º    HYUNDAI    9.779    5,9
7º    TOYOTA    7.666    4,6
8º    HONDA    5.988    3,6
9º    CITROËN    3.621    2,2
10º    NISSAN    3.461    2,1

Veja o ranking das 40 marcas que mais venderam na 1º quinzena de janeiro/2014

Ranking por modelo

1º quinzena de jan/14

Class.    Marca / Modelo    Unidades    Part.%
1º     VW/GOL    13.182    8,0
2º     FORD/FIESTA HATCH    7.942    4,8
3º     FIAT/UNO    7.073    4,3
4º     FIAT/PALIO    7.065    4,3
5º     VW/FOX    6.525    3,9
6º     FIAT/SIENA    6.473    3,9
7º     FIAT/STRADA    6.229    3,8
8º     HYUNDAI/HB20    5.313    3,2
9º     GM/ONIX    5.090    3,1
10º     RENAULT/SANDERO    4.681    2,8

O Mundo em Movimento – UOL

Dilma quebra recorde de viagens nacionais

08_34_21_604_fileA presidente Dilma Rousseff quebrou nesta semana o recorde de viagens nacionais feitas desde que assumiu o cargo. Com as idas a Aracaju (SE) e São Bernardo do Campo (SP), ela completou 71 deslocamentos domésticos em 2013, dos quais 45 ocorreram no segundo semestre, após a explosão de protestos nas ruas do País.

O número de viagens presidenciais em 2013 supera o de 2011 (69 ) e o de 2012 (50) e será incrementado na próxima semana, quando estão previstos eventos em pelo menos quatro cidades: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Velho e Ji-Paraná (RO).

Apesar de dizer publicamente que não está preocupada com as eleições do ano que vem, Dilma decidiu intensificar o giro pelo País e tem trocado cada vez mais Brasília por cerimônias de caráter eleitoral. Para o Planalto, são prioridades a entrega de casas do Minha Casa Minha Vida e de chaves de máquinas a prefeitos, além da divulgação de investimentos em obras de mobilidade urbana.

Das viagens nacionais de Dilma neste ano, verifica-se que ela privilegia os grandes colégios eleitorais. Mais de um terço das viagens (30) foram para a região Sudeste, a campeã das visitas e que sozinha tem 43% do eleitorado nacional. Depois, vem o Nordeste (20), que detém 27% dos sufrágios brasileiros.

Trata-se, respectivamente, da primeira e segunda regiões com maior número de eleitores. Os três Estados que ela mais visitou também obedece essa lógica: são os três mais populosos e, consequentemente, aqueles em que se concentram o maior número de eleitores: São Paulo (14 viagens ), Minas Gerais (8) e Rio de Janeiro (8). Juntos, agregam 41,2% dos eleitores do País.

Chama atenção o crescimento da presença de Dilma em Minas Gerais, reduto do senador Aécio Neves (MG), provável candidato do PSDB a presidente em 2014. Ela dobrou o número de viagens para lá neste ano. Foram 4 em 2012 e 8 em 2013. Na próxima segunda-feira, ela retorna a capital mineira para anunciar investimentos em obras de mobilidade urbana, repetindo o que já fez em São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Curitiba e Guarulhos só neste ano. Antes, volta ao Rio para um evento promovido pela Bill Clinton Global Initiative no Copacabana Palace.

Uma análise nas agendas de Dilma fora de Brasília aponta uma mudança no seu perfil: no início do mandato, as viagens tinham um caráter mais institucional. Por exemplo, eventos promovidos por meios de comunicação e premiações. Agora, adquirem um contorno mais político-eleitoral.

Dilma também reforçou a agenda na região Sul, historicamente mais refratária ao PT. É a terceira região com mais eleitores: 14,6% do total. Foram 18 viagens à região em 2013, mais que em 2012 (5) e 2011 (9). Na semana passada, Dilma entregou em São Francisco do Sul, no litoral norte de Santa Catarina, 59 motoniveladoras e 10 caminhões-caçamba para prefeitos — foi a 14ª entrega desse tipo em 2013.

As regiões Centro-Oeste e Norte, que tem o menor número de eleitores do País — somadas têm 14% dos eleitores — foram as menos lembradas por Dilma até agora neste ano: foi apenas uma vez ao Norte, quando entregou unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida em Belém. Em três anos de mandato, Dilma foi ao Centro-Oeste — sem considerar o Distrito Federal — em apenas três ocasiões e ao Norte, em seis.

Justificativa

Procurada pelo Estado, a Secom (Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República) informou que as viagens da presidente “são programadas de modo a conciliar as disponibilidades de sua agenda com as ações de política pública que justifiquem sua presença, tais como inaugurações, lançamentos, vistorias”. De acordo com a Secom, “à medida em que o governo avança, mais entregas surgem à população, acompanhadas de pedidos da presença da presidente nessas cerimônias”.

Em entrevista a emissoras de rádio de Minas Gerais, em outubro passado, a presidente negou estar em campanha.

— Eu passo o dia inteiro fazendo o quê? Governando. Então, veja que não é uma questão que hoje possa me… para a qual eu possa destinar toda a minha atenção. Agora, eu respeito todos os contendores, todas as pessoas que pleiteiam, acho todos os pleitos extremamente legítimos. Agora, meu problema é governar, não é ficar preocupada com quem vai ser candidato, até porque há indefinições.

Estadão

Venda de smartphone no Brasil bate recorde, diz IDC

imagem.phpOs smartphones fazem cada vez mais parte do dia a dia do brasileiro. Segundo a consultoria IDC, os aparelhos responderam por 10,4 milhões dos 17,9 milhões de celulares comercializados entre julho e setembro — 90% deles equipados com Android.

O crescimento foi de 147% ante o mesmo período do ano passado e de 20% em relação ao segundo trimestre de 2013. Já as vendas de feature phones — celulares mais básicos — despencaram 33% em relação a 2012 e 5% na comparação com os últimos três meses.

“Além da redução no valor do ticket médio para os dispositivos, os grandes fabricantes que atuam no Brasil já voltam quase todo seu portfólio para este tipo de aparelho”, diz Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil.

Apesar da redução do preço ser um ponto determinante para a expansão do mercado de smartphones, não é só a venda de produtos de entrada que cresce. “Quem tem um celular básico está migrando para um smartphone de entrada e quem já tem um dispositivo com dados, está comprando um smartphone mais robusto, mais premium”, explica Munin.

Lá fora

No mercado mundial, os números também são recordes. No terceiro trimestre do ano as vendas de smartphones atingiram cerca de 468 milhões de unidades, aumento de 39% frente ao mesmo período no ano passado. No comparativo trimestral, a alta foi de 9%.

Os fatores que sustentam o crescimento são praticamente os mesmos: queda substancial no preço dos aparelhos, chegada de novos fabricantes e bom desempenho do mercado chinês, que hoje já representa mais de um terço do mercado.

A expectativa da IDC é que o mundo todo compre um bilhão de smartphones ao longo de 2013.

Olhar Digital UOL

Dívida pública federal passa de R$ 2 tri em outubro e bate recorde

 A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 1,69% em outubro ante setembro e fechou o mês em R$ 2,022 trilhões. Foi o maior valor da série histórica iniciada em 2006, informou o Tesouro Nacional nesta segunda-feira (25). É a primeira vez que o montante passa de R$ 2 trilhões desde dezembro do ano passado.

A dívida pública mobiliária –em títulos públicos– interna subiu 1,91%, passando de R$ 1,897 trilhão em setembro para R$ 1,933 trilhão em outubro. Isso ocorreu porque, no mês passado, o Tesouro emitiu R$ 18,62 bilhões em títulos a mais do que resgatou. Além disso, reconheceu R$ 17,53 bilhões em juros. O reconhecimento ocorre porque a correção que o Tesouro se compromete a pagar aos investidores é incorporada gradualmente ao valor devido.

A Dívida Pública Federal só não subiu mais por causa da dívida pública externa, que caiu 2,73%, de R$ 88,85 bilhões em setembro para R$ 79,68 bilhões em outubro. O principal fator para essa variação foi a queda de 1,23% do dólar no mês passado.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), divulgado em março, a tendência é que o estoque da Dívida Pública Federal encerre o ano entre R$ 2,1 trilhões e R$ 2,24 trilhões.

As emissões de títulos públicos para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e para a Caixa Econômica Federal foram o principal fator para a alta da dívida pública federal no acumulado do ano.

Os papéis reforçam o capital das instituições financeiras e permitem que os bancos emprestem mais. Desde julho, o Tesouro também passou a emitir títulos públicos para financiar o desconto médio de 20% nas tarifas de energia. O dinheiro vai para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).

Composição da dívida

Em relação à composição da dívida, os títulos prefixados atingiram 40,74% do total, ante 40,36% em setembro. Os papéis corrigidos pela inflação somaram 35,04% do total, ante 35,10% no mês anterior. Já os títulos atrelados aos juros básicos ficaram em 19,95% do total, menor que os 20,04% no mês anterior.

Entre os detentores dos papéis, a participação dos investidores estrangeiros caiu em outubro para 16,91%, frente 17,22% em setembro.

(Com Agência Brasil, Reuters e Valor)

Emparn registra recorde histórico de chuvas em Natal no mês de setembro

A Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn) registrou 124,6 milímetros em apenas 24 horas, no período entre 9h desta terça-feira (3) e quarta-feira (4). Para se ter noção da quantidade de água que “caiu” no solo da capital, o volume representa um recorde, pois nunca se choveu tanto no mês de setembro.

A Emparn destaca que desde 1910, quando foi criada a estação de meteorologia, a maior quantidade de chuva registrada num intervalo de 24h, especialmente em setembro, aconteceu em 1974, com 89,3 milímetros.

Avenida Brasil bate recorde por causa da vingança de Nina

 

por João Luiz Vieira para E+

Divulgação
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Descobri o segredo de mãe Lucinda (Vera Holtz): Nina (Débora Falabella) e João Emanuel Carneiro, o autor de Avenida Brasil, são a mesma pessoa. Ele está conseguindo manipular a audiência como a  dissimulada chef de cozinha da mansão de Tufão (Murilo Benício) fez meses a fio com a família do ex-jogador de futebol. O mais grave é que ele fez com que o telespectador ficasse quase uma hora para assistir a mais um capítulo da tal “virada” da novela. A trama resumiu-se ao embate entre duas personagens, e o sadismo parece mover o telespectador, que respondeu às provocações: a trama das 21h da TV Globo bateu recorde de audiência na noite desta segunda-feira (23), segundo dados prévios: 44,5 pontos – seu teto era de 43.

Dá para imaginar o quanto esse trabalho está exigindo esforço físico da protagonista e da antagonista (Débora e Adriana Esteves, que vive Carminha). Boa parte do elenco sequer apareceu na edição desta segunda, com respingos de uma piada aqui ou acolá. A mudança de rota da história, um traço do autor, só foi concluída mesmo nesta noite. Na quinta-feira (19), Carminha descobriu que estava sendo enganada. No dia seguinte, confrontou-se com a mulher que quer destruí-la por vingança (Nina).

No sábado, tentou afastá-la de sua vida, enterrando-a num cemitério. A mocinha, porém, mostrou-se resiliente, ressurgiu mais forte e com mais sede de justiça e de revanche. A novela entra, enfim, na segunda fase. Agora Nina vai tripudiar e, sem disfarces, fazer com que sua ex-madrasta como pão dormido de uma semana e a seco. Manda mais quem tem melhores cartas ou mais armas.

Há de se comentar a direção de fotografia desta novela, com referências ao filme noir e impecável uso de sombras e iluminação indireta. Duas cenas desta noite já são antológicas. A primeira foi a de Carminha comemorando com seu comparsa (Max, Marcello Novaes) a vitória de pernas curtas numa casa de suingue: será que alguma novela mostrou algo parecido até então?

A segunda foi o cinismo com que Nina ofereceu jantar para sua inimiga exibindo a nova “decoração” da casa, com fotos comprometedoras da relação extraconjugal de sua ex-patroa. O capítulo de amanhã (24) promete ser ainda mais tenso. Como disse um tuiteiro – a novela é fenômeno nas redes sociais, coisa que Fina Estampa, a anterior, não provocou: “esse cara tá ferrando com minhas noites”.