País registra criação de 394,9 mil vagas de emprego em outubro, resultado recorde desde 1992

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Pelo quarto mês consecutivo, o saldo de geração de empregos ficou positivo. Foram criadas 394.989 vagas com carteira assinada em outubro, resultado de 1.548.628 admissões e de 1.153.639 desligamentos. O resultado recorde na série histórica iniciada em 1992 está no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (26) pelo Ministério da Economia.

O estoque, que é a quantidade total de vínculos ativos, em outubro chegou a 38.638.484, variação de 1,03% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, o saldo é negativo em 171.139, decorrentes de 12.231.462 admissões e de 12.402.601 desligamentos.

Dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, quatro tiveram saldo positivo no emprego em outubro. O principal foi o setor de serviços, que abriu 156.766 novas vagas. No comércio foram criados 115.647 postos; na indústria, 86.426; na construção, 36.296.

Desempenho regional

O mês foi positivo nas cinco regiões do país: no Sudeste, o saldo ficou em 186.884 postos; no Sul, resultado de 92.932; no Nordeste, foram criados 69.519 empregos formais; no Centro-Oeste, 25.024; e no Norte, 20.658 vagas.

Também houve saldo positivo em todas as unidades federativas, com destaque para São Paulo (119.261 novas vagas), Minas Gerais (42.124) e Paraná (33.008). Em termos relativos, os estados com maior variação em relação ao estoque do mês anterior foram Santa Catarina, Ceará e Amazonas.

Trabalho intermitente e regime parcial

Em outubro, houve saldo positivo de 10.611 empregos na modalidade trabalho intermitente, resultado de 19.927 admissões e 9.316 desligamentos (278 trabalhadores assinaram mais de um contrato desse tipo). As novas contratações ocorreram principalmente no setor de serviços, que teve saldo de 5.692 postos, seguido de construção (1.895 postos), indústria (1,6 mil), comércio (1.056) e agropecuária (368).

Nos contratos de regime de tempo parcial, o saldo foi de 1.328 empregos, consequência de 14.742 admissões e 13.414 desligamentos (46 empregados celebraram mais de um contrato nessa modalidade). As vagas foram abertas principalmente no comércio (638 postos) e nos serviços (614). A indústria gerou 217 novos postos e a agropecuária, 21.

Acordos

Houve ainda 15.331 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado em outubro, envolvendo 10.043 estabelecimentos (38 empregados realizaram mais de um desligamento). Nos dados por atividade econômica, esses acordos distribuíram-se por serviços (7.262), comércio (3.409), indústria (2.736), construção (1.420) e agropecuária (504).

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jânio A. Marie disse:

    A flexibilização das medidas de isolamento social fez com que mais pessoas passassem a procurar emprego no Brasil. Com isso, a taxa de desemprego subiu para 14,4%, no trimestre encerrado em agosto, a maior taxa da série histórica, iniciada em 2012. No total o país tem 13,8 milhões de pessoas na fila do desemprego.
    Só isso.

  2. Chico200 disse:

    Ainda reclamam do modelo de governo.
    Celso três tá agindo

  3. Calígula disse:

    Hô Véio Bom, numa crise dessa e o presidente da um show de administração.
    Esse homem é arroxado, esse homem merece ser chamado de Mito.
    O Mito disparou, disparou o melhor presidente do Brasil.

    • Neco disse:

      Tem gente que vai ficar pistola com esses números.
      Os inimigos do Brasil.

Mundo bate recorde de mortes diárias por Covid-19 desde o início da pandemia

Foto: CNN Brasil

Um levantamento feito pela Universidade Johns Hopkins mostra que o mundo voltou a bater recorde diário de mortes por Covid-19. Foram 11.099 óbitos registrados na terça-feira (17), o maior número diário de vítimas registrado desde o início da pandemia.

Esse aumento ocorre no momento em que os Estados Unidos, o epicentro global do vírus, entraram no inverno. Os países com mais mortes causadas pela doença são os EUA, Brasil, Índia, México e Reino Unido.

Para tentar conter o avanço da Covid-19, muitos países da Europa voltaram a adotar lockdowns e medidas mais restritivas de funcionamento dos estabelecimentos.

Ainda de acordo com a universidade, o mundo tem 55.946.862 casos e 1.344.557 mortes pela doença.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    A culpa é do Bolsonaro.

Desempenho das pequenas indústrias bate recorde no terceiro trimestre no país

Foto: © José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

A reabertura da economia trouxe reflexos positivos para as indústrias de menor porte. Segundo pesquisa divulgada nessa quarta-feira(11) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o índice de desempenho da pequena indústria encerrou o terceiro trimestre no melhor nível desde a criação, em 2012. O indicador fechou o trimestre passado em 52,3 pontos, com alta expressiva em relação aos 41,3 pontos registrados no fim de julho.

O índice de desempenho serve como aproximação para medir a produção das pequenas indústrias. Em abril, no mês seguinte ao início da pandemia de covid-19, o indicador tinha chegado ao nível mais baixo da série histórica, atingindo 27,1 pontos.

A pesquisa também constatou melhora na contabilidade das indústrias de menor porte, depois de um início de ano com impacto da crise gerada pelo novo coronavírus. O índice de situação financeira alcançou 41,9 pontos no terceiro trimestre, alta de 8,7 pontos em relação ao fim do segundo trimestre. O indicador está no melhor nível desde o último trimestre de 2013.

Problemas

A pesquisa também mediu os principais problemas das pequenas indústrias. O encarecimento do dólar, que se refletiu em maiores preços no atacado, e a escassez de várias matérias-primas provocaram uma mudança nas principais reclamações dos empresários.

A falta ou o alto custo de insumos foi citada como a principal preocupação no terceiro trimestre por 60,1% das indústrias de transformação e por 40,5% das indústrias ligadas à construção. Nas indústrias extrativas, a maior dificuldade relatada foi a falta ou o alto custo da energia, por 33,3% dos empresários do setor. No segundo trimestre, a alta carga tributária era considerada o maior problema em todos os segmentos.

Confiança

Os indicadores de confiança e de perspectivas das pequenas empresas industriais oscilaram levemente para baixo em outubro. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) fechou o mês passado em 59,5 pontos, com recuo de 0,2 ponto. Essa foi a primeira queda observada em cinco meses. O valor ainda está abaixo dos 63 pontos registrados nos primeiros meses do ano, antes do início da pandemia. Índices acima de 50 pontos indicam confiança para os próximos meses.

O índice de perspectiva fechou outubro em 52,4 pontos, com recuo de 0,6 ponto. Apesar da oscilação negativa, o otimismo se mantém entre os empresários da pequena indústria. Diferentemente do Icei, que mede a intenção do empresário em aumentar ou diminuir a produção, o índice de perspectivas mede as expectativas em relação à economia.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Josa disse:

    Ôôô governo bom!

  2. Calígula disse:

    Pense em 3 Véios bons, Bolsonaro o Mito, Guedes Guru da Economia e Tarciso o Mestre da Infraestrutura.

Mundo registra mais de meio milhão de casos da Covid-19 em apenas um dia e bate novo recorde, segundo agência

Pessoas usando máscaras nas ruas de Roma durante a pandemia de coronavírus na Itália — Foto: REUTERS/Guglielmo Mangiapane

O mundo registrou na terça-feira (27) um recorde de mais de 500 mil novos casos de coronavírus, segundo um balanço da agência AFP com base nos números divulgados pelas autoridades de saúde.

No total, foram declaradas 516.898 novas infecções e 7.723 mortes em 24 horas. De acordo com especialistas, este aumento do número de casos no mundo não pode ser explicado apenas pelo maior número de testes realizados desde a primeira onda mundial da epidemia, compreendida entre março e abril.

Mais da metade dos casos registrados em 24 horas estão localizados nos dez países mais afetados, segundo o levantamento da AFP: Estados Unidos, Índia, Brasil, Rússia, França, Espanha, Argentina, Colômbia, Reino Unido e México.

Estados Unidos também vive um aumento no número de casos detectados. Pela primeira vez, registrou mais de 500 mil infectados em uma semana, enquanto na semana passada eram 370 mil.

Alerta na Europa

A Europa é o continente onde a pandemia avança mais rápido, com uma média diária maior que 220 mil novos casos nos últimos sete dias, um aumento de 44% em relação à semana anterior, segundo a AFP. A região se aproxima dos 2 mil mortos por dia. Durante o pior momento da pandemia, em abril, eram registrados mais de 4 mil mortes diárias.

A República Tcheca tem a maior taxa de infecção da Europa. Enquanto o mundo apresentou um aumento médio de cerca de 7% nos casos nas últimas duas semanas, segundo dados da OMS, essa taxa no país do Leste Europeu é de cerca de 40%.

Vários países europeus estão aumentando as restrições para controlar essa segunda onda.

Outubro teve 9 recordes

Outubro ainda não terminou, mas já é o pior momento da pandemia no que diz respeito a transmissões do vírus, já que o mundo bateu 9 vezes o recorde de novos casos diários de Covid-19 somente este mês, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Nos dias 22, 23 e 24, os recordes diários foram batidos de forma consecutiva – sendo que, no último deles, veio o maior número diário desde o início da pandemia: 468.409 novas infecções.

Outro levantamento, o da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, mostra que o mundo atingiu os 44 milhões de casos do novo coronavírus nesta quarta-feira (28). O número de mortos pela Covid-19 desde o início da pandemia em todo o planeta passa de 1,1 milhão.

Em apenas dez dias desde a confirmação dos 40 milhões de infectados, mais de quatro milhões de pessoas contraíram a Covid-19. A alta neste balanço é impulsionada pelos Estados Unidos, que em sete dias teve mais de 500 mil casos.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. João disse:

    Fakenews…o doidim da cloroquina já disse que é alarme falso..
    Os Minions(🐴🐴🐴) tão com ele..

    • Gercyvan disse:

      O doidim não rouba, não é comunista e não vende o nosso país, mais um João sem teta pra mamar…

  2. Flávio A disse:

    Enquanto isso quem produziu em laboratório a porra desse vírus,tudo leve, livre e solto e vendendo insumos e vacinas não testadas para os incautos que se habilitarem.

Itália bate recorde de casos diários de Covid-19

Foto: Guglielmo Mangiapane/Reuters

A Itália registrou 10.010 novos casos por coronavírus nas últimas 24 horas, disse o Ministério da Saúde. É a maior contagem diária desde o início do surto no país. O recorde anterior havia sido na quinta-feira (15), quando o país contabilizou 8.804 novas infecções.

O ministério também relatou 55 mortes relacionadas ao coronavírus, contra 83 no dia anterior. O número é bem menor do que no auge da pandemia na Itália (março e abril), quando um pico diário de mais de 900 mortes foi alcançado.

A Itália foi o primeiro país da Europa a ser atingido pela Covid-19 e tem o segundo maior número de mortos no continente depois da Grã-Bretanha – 36.427 mortes, de acordo com dados oficiais.

O governo italiano impôs na terça-feira (13) novas restrições a reuniões, restaurantes, esportes e atividades escolares em uma tentativa de diminuir o aumento de infecções.

No entanto, alguns especialistas disseram que as medidas eram muito limitadas e alguns líderes locais já anunciaram ações mais agressivas para suas regiões.

G1, com Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. george disse:

    Porra Bolsonaro!

  2. Tonhão disse:

    Vão pra rua!

  3. Didi disse:

    Culpa do bolsonaro

IBGE: Desemprego diante da pandemia bate recorde e atinge mais de 14 milhões de brasileiros; nordeste tem maior alta

Entre maio e setembro, aumentou em cerca de 4 milhões o número de desempregados no Brasil, diz IBGE — Foto: Economia/G1

O desemprego diante da pandemia causada pelo novo coronavírus bateu recorde na penúltima semana de setembro, atingindo mais de 14 milhões de brasileiros. É o que apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, entre maio e setembro, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram para a fila do desemprego, o que corresponde a uma alta de 43% do número de desempregados no país em cinco meses.

Com isso, a taxa de desemprego passou de 10,5% para 14,4%, a maior de todo o período pesquisado.

A pesquisa mostrou também que:

Entre as regiões, o Nordeste apresentou a maior alta no número de desempregados, de 69%.

O Sudeste, região mais populosa, concentra cerca de 45% dos desempregados no país.

A população ocupada ficou estável na maior parte do período pesquisado.

O nível de ocupação também ficou estável ao longo da pandemia.

A flexibilização do isolamento social foi responsável por pressionar o mercado de trabalho.

A informalidade teve queda no país, indicando estagnação do mercado de trabalho.

O número de trabalhadores afastados por causa do isolamento social caiu em 83,9% em 5 meses.

O levantamento foi feito entre os dias 20 e 26 de setembro por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Esta foi a última edição da pesquisa semanal.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas.

Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, quando o país atingiu taxa de desemprego recorde, de 13,8%, com mais de 13,1 milhões de brasileiros em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

Nordeste teve maior alta no desemprego entre as regiões

A maior parte dos 14 milhões de desempregados na penúltima semana de setembro estava concentrada na Região Sudeste (6,3 milhões), que é a mais populosa do país.

No entanto, foi na Região Nordeste que se observou a maior alta no número de desempregados ao longo dos cinco meses de pandemia – passou de 2,3 milhões na primeira semana de maio para 3,9 milhões na penúltima de setembro, o que corresponde a uma alta de 69% no período.

A segunda maior alta foi observada na Região Norte, onde o número de desempregados passou de 890 mil para 1,3 milhão – um aumento de 46,9%.

O Sudeste, por sua vez, registrou alta de 39,2% no número de desempregados, passando de 4,3 milhões para 6,3 milhões.

No Centro-Oeste, região com o menor número de desempregados, o número de pessoas buscando emprego aumentou de 819 mil para 1 milhão, o que corresponde a um aumento de 25%.

Já a Região Sul viu o contingente de desempregados passar de 1,3 milhão para 1,5 milhão, uma alta de 16,5%.

Flexibilização do isolamento pressiona o desemprego

Na comparação com a terceira semana de setembro, aumentou em cerca de 700 mil o número de desempregados, fazendo a taxa de desemprego passar de 13,7% para 14,4% em uma semana. Essa alta, no entanto, é considerada como uma estabilidade estatística pelo IBGE.

A gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, avaliou que o avanço da flexibilização do isolamento social por todo o Brasil tem relação direta com o aumento do desemprego ao longo de todo o período do levantamento.

“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, apontou.

A pesquisadora ressaltou que a população ocupada no mercado de trabalho se manteve estável durante a maior parte do levantamento, o que sugere que o desemprego foi pressionado por um maior número de pessoas buscando emprego, ou seja, não houve corte expressivo de postos de trabalho no país.

“Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, destacou Maria Lúcia.

Na penúltima semana de setembro, a população ocupada foi estimada em cerca de 83 milhões de pessoas. Na primeira semana de maio, esse contingente era de cerca de 83,9 milhões. O menor contingente de ocupados havia sido registrado na primeira semana de julho, com 81,1 milhões de trabalhadores ativos no mercado.

O nível de ocupação ficou em 48,7% na última semana do levantamento, estável na comparação com o registrado na primeira semana de maio, que foi de 49,4%.

Também se manteve estável o número de pessoas que não estava trabalhando nem procurava por trabalho no país – eram cerca de 73,4 milhões de pessoas na penúltima semana de setembro contra 76,2 milhões na primeira de maio.

O IBGE destacou, no entanto, que caiu de 27,1 milhões na primeira semana do levantamento para 25,6 milhões o número de pessoas fora da força de trabalho que disseram que gostariam de trabalhar, embora não procurassem por uma ocupação.

Informalidade tem queda

O levantamento mostrou que o número de trabalhadores informais teve queda de, aproximadamente, 1,6 milhão entre o começo e o fim da pesquisa. Na primeira semana de maio, o país tinha cerca de 30 milhões de pessoas trabalhando na informalidade, número que caiu para 28,4 milhões na penúltima semana de setembro.

Com isso, a taxa de de informalidade no país caiu de 35,7% para 34,2% no período.

O IBGE considera como trabalhadores informais aqueles profissionais sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores e por conta própria) e sem remuneração.

O órgão enfatiza que a informalidade é a via de mais fácil acesso ao mercado de trabalho e que, por isso, tende a ser o primeiro meio de ocupação a reagir diante de uma crise financeira como a estabelecida pela pandemia do coronavírus. Ou seja, a evolução da informalidade ao longo da pandemia indica que há certa estagnação do mercado de trabalho no país.

Afastamentos do trabalho tiveram queda de 83,4%

Desde o início do levantamento, o número de trabalhadores afastados do trabalho em função do distanciamento social teve queda semanalmente.

Na primeira semana de maio, eram 16,6 milhões de pessoas nessa condição, número que chegou a 2,7 milhões na penúltima semana de setembro, uma queda de 83,4% no período.

Essa queda, segundo o IBGE, está diretamente relacionada com o avanço gradual da flexibilização das medidas de distanciamento social para conter a disseminação do novo coronavírus.

O IBGE destacou que, somente entre a terceira e quarta semana de setembro, caiu em cerca de 2,2 milhões o número de pessoas que dizia manter isolamento social rigoroso. No mesmo período, aumentou em cerca de 937 mil o número pessoas que disse não ter tomado nenhuma medida de restrição para evitar o contágio pelo novo coronavírus.

A maior parte da população afirmou, na penúltima semana de setembro, ter reduzido o contato com outras pessoas, mas continuou saindo de casa ou recebendo visitas.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Manoel disse:

    A orientação de todo mundo civilizado: fique em casa e preserve sua saúde, de sua vida e de sua familia
    A orientação das terraplanistas bolsonaristas: vá pra rua trabalhar, se contaminar, depois sua família e depois morra.
    O que essa turma come?

  2. Jefferson Silva disse:

    Vamos ficar em Casa! a economia ver depois. Vai da certo!

  3. Jailson disse:

    O governo Bolsonaro é só desgraça e fracasso!
    Nunca vi outro pior!!!

  4. Alisson disse:

    Trabalhe para enriquecer quem fica em casa, a saúde a gente vê depois.

  5. BOLSONARO 2022 disse:

    FIQUE EM CASA!
    A ECONOMIA VÊ DEPOIS.

  6. Paulo disse:

    A vida em primeiro lugar.
    A economia a gente vê depois…

    • Guto disse:

      Pois é. Como se não se pudesse trabalhar às duas coisas juntas. Essa conta é dos governadores e prefeitos.

  7. Ubaldo disse:

    Fique em casa.

Mundo bate recorde ao registrar 350 mil casos de Covid em 24h

Foto: Victoria Jones/PA via AP

O mundo registrou 350.766 novos casos de coronavírus nesta sexta-feira (9), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estabelecendo um novo recorde de casos diários desde o início da pandemia. O recorde anterior havia sido registra um dia antes, na quinta-feira (8).

O recorde desta sexta é o terceiro alcançado em outubro. O primeiro havia sido registrado no dia 2, com 330.340 casos diários, e o anterior foi registrado na quinta-feira (8), com 338.779 infecções em um dia.

Segundo a OMS, os novos recordes têm sido puxados por um novo surto na Europa. Enquanto na quinta o continente registrou 96.996 casos em 24 horas, nesta sexta foram mais de 109 mil novas infecções, o maior número desde o início da pandemia.

O recorde de mortes em 24 horas foi registrado em 17 de abril, quando o mundo teve 12.393 óbitos por coronavírus.

Ao todo, o mundo tem mais de 36 milhões de casos e mais de 1,5 milhão de mortes registrados em 235 países desde o início da pandemia, segundo a OMS.

Casos sobem na Europa

Na coletiva de imprensa desta sexta, o diretor de emergências da OMS, Mike Ryan, pediu para os governos europeus conterem o aumento dos casos.

“É duro ver muitos países da Europa testemunhando um aumento rápido de casos, e os governos têm que adotar ações decisivas para tentar acabar com a transmissão”, disse Ryan.

Na quinta, a OMS alertou que, como região, a Europa reportou mais casos diários do que a Índia, o Brasil e os Estados Unidos, países com o maior número de mortes e casos pela Covid-19.

A situação é mais crítica na França, onde os hospitais estão ficando sem leitos de UTI, e na Espanha, que declarou estado de emergência em Madri, de acordo com a agência de notícias AP. As infecções voltaram a subir também no Reino Unido, na Alemanha e na Bélgica.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Vejam o resultado do lockdown, do fique vem casa, hoje grande parte da Europa que seguiu o Sr MANDETTA e DÓRIA estão tendo a 2ª onda, no Brasil onde há praias lotadas, bares lotados e grandes aglomerações desde setembro ou antes está diminuindo por que?
    Isso mostra mais uma vez que o Bolsonaro está certo com a ideia do isolamento vertical, onde todos irão pegar esse vírus, fazendo dessa forma a imunidade de rebanho, hoje já admitida por vários médicos.
    As mortes ocorridas podemos agradecer aos médicos que agiram por politicagem ou por covardia, se dessem um kit de medicamentos no início dos sintomas ao invés de esperar uma febre alta e a baixa oxigenação, hoje teríamos um número muito menor de óbitos.
    Um exemplo básico, um ônibus vai atravessar uma cancela de travessia férrea com o alerta da sinalização de parar ligado o motorista passa e é atingido pelo trem , a culpa nas mortes é do dono da empresa ou do.motorista que negligenciou o aviso?

OMS relata aumento diário recorde no mundo de casos do novo coronavírus

Foto: Reuters/Denis Balibouse/ Direitos Reservados

A Organização Mundial da Saúde (OMS) relatou um aumento diário recorde de casos globais do novo coronavírus nessa quinta-feira (8), quando o total foi de 338.779 em 24 horas, liderado por uma disparada de infecções na Europa.

A Europa relatou 96.996 casos novos, o maior total da região já registrado pela OMS. As mortes globais aumentaram 5.514 e chegaram a 1,05 milhão.

O recorde anterior de casos novos notificados pela OMS foi de 330.340 no dia 2 de outubro. A agência registrou o recorde de 12.393 mortes em 17 de abril.

Como região, a Europa está relatando mais casos do que a Índia, o Brasil ou os Estados Unidos. A Índia relatou 78.524 casos novos, seguida pelo Brasil com 41.906 e os EUA com 38.904, de acordo com a OMS, cujos dados são menos atualizados do que os relatórios diários de cada país.

De acordo com uma análise dos dados nacionais mais recentes feita pela Reuters, as infecções de covid-19 estão aumentando em 54 países, o que inclui disparadas na Argentina, no Canadá e na maior parte da Europa.

As infecções no Reino Unido atingiram níveis recordes, com mais de 17 mil novos casos registrados ontem.

As novas infecções diárias de covid-19 na França continuaram acima do patamar recorde de 18 mil pelo segundo dia nessa quinta-feira e novas restrições foram impostas para conter o surto.

O número médio de novas infecções na Bélgica aumentou durante sete dias seguidos, e também ontem a Alemanha relatou seu maior aumento diário de casos novos desde abril.

Nos EUA, que têm o maior número total de casos e mortes do mundo, as novas infecções estão crescendo, assim como o número de pacientes de covid-19 hospitalizados desde o início de setembro.

Agência Brasil

Produção na área do pré-sal bate recorde pelo segundo mês seguido; maior número de poços produtores terrestres foi registrado na Bacia Potiguar

Foto: © Geraldo Falcão / Agência Petrobras

Pelo segundo mês consecutivo, a produção na área do pré-sal registrou recorde, tanto no petróleo quanto no gás natural. Em agosto, foram produzidos 2,776 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia). Desse total, 2,201 MMbbl/d (milhões de barris por dia) de petróleo e 91,398 MMm3/d (milhões de m3 por dia) de gás natural.

No recorde anterior, em julho, a produção de petróleo ficou em 2,179 MMbbl/d e a de gás natural 88,88 MMm3. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (2) no Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a ANP, o resultado representa aumento de 1,4% em relação ao mês anterior e de 14,4% na comparação com agosto de 2019. “A produção no pré-sal teve origem em 117 poços e correspondeu a 70,7% da produção nacional”.

Produção nacional

Também em agosto a produção nacional atingiu 3,927 Mmboe/d, de acordo com o boletim. Desse total, 3,087 MMbbl/d são de petróleo e 134 MMm3/d, de gás natural. Na produção de petróleo, houve aumento de 0,3% em relação ao mês anterior e de 3,3% frente a agosto de 2019. Na produção de gás natural, a alta ficou em 2,4% se comparado a julho e de 0,1% ante o mesmo mês do ano anterior.

Por causa da pandemia da Covid-19, 33 campos tiveram as suas produções interrompidas temporariamente em agosto. Entre eles, 16 são marítimos e 17 terrestres. Também permaneceram com a produção interrompida 60 instalações de produção marítimas.

Os campos marítimos produziram 96,9% do petróleo e 85,5% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras responderam por 94,7% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil. Os que tem participação exclusiva da Petrobras produziram 42,9% do total.

Destaques

O maior produtor de petróleo e gás natural foi o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, que registrou 1,004 MMbbl/d de petróleo e 44,5 MMm3/d de gás natural.

A instalação com maior produção de petróleo foi a plataforma Petrobras 77, que produz no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, com a produção atingiu 165,598 Mbbl/d de petróleo.

A unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência (FPSO) Cidade de Itaguaí foi a instalação com maior produção de gás natural. Ela opera no campo de Tupi por meio de sete poços interligados e produziu 7,337 Mmm³/d.

O maior número de poços produtores terrestres (1.097) foi registrado em Estreito, na Bacia Potiguar. Marlim Sul, na Bacia de Campos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 67.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos Benício disse:

    Porém a gasolina continua nas alturas!

  2. Jacó disse:

    Chupa entregador de pizza.
    Kkkkkkk

  3. Torres disse:

    Falta só a gosolina baixar..

    • ? disse:

      o que muito boçal quer é que aumente mais. pra pobre ki nem eu, que anda e uno, deixar de causar engarrafamento.

Cuckold, o fetiche em que o homem tem prazer em ouvir, ver ou liberar a parceira para sexo com outros, é um dos termos mais pesquisados no Google atualmente no país

Foto: Pexels/Reprodução

Há alguns meses um termo novo relacionado a fetiche começou a aparecer com certa frequência nas redes sociais e nas buscas on-line: cuckold. Trata-se da prática em que o homem gosta que sua parceira tenha relações com outras pessoas.

No Brasil, a frequência de busca do termo no Google teve um aumento de cerca de 800% nos últimos 15 anos. A quantidade de pornografia relacionada ao tema também é grande. Só no XVideos, pesquisar por “Cuckold Brasil” aponta mais de 42 mil vídeos sobre a prática.

O que é Cuckold?

Para explicar o que é esse fetiche, o Delas conversou com o psicólogo especialista em sexualidade do Sexo sem Dúvida, Marcos Santos. O termo cuckold é derivado da língua inglesa. Ele explica que se trata de um fetiche de alguns homens em ter a parceira transando com outros homens.

Independente da pessoa ter uma uma relação aberta ou um casamento monogâmico, se o parceiro sente prazer em ouvir, ver ou mesmo ter conhecimento de que sua parceira tem relações deixais com outras pessoas, ele se enquadra nessa fetiche. Não há infidelidade, pois há total consentimento entre as partes.

“No Brasil a figura do ‘corno’ ainda hoje é algo pejorativo e motivo de vergonha para os homens. Ser trocado, sentir-se traído, ser comparado a outros homens, sempre foram temores masculinos. Com o avanço das informações sobre sexo, relacionamentos e o acesso facilitado pela Internet, este fetiche saiu dos bastidores para ganhar fama justamente por despertar antigos medos, mas também possíveis desejos”, acrescenta.

Como o fetiche funciona?

O especialista explica que esse fetiche se enquadra na vertente que envolve masoquismo e voyerismo (quando a pessoa sente prazer sexual em ver ou ser visto por outras pessoas). Existem várias formas e cada casal encontra a que achar melhor para o bem-estar dos dois. Por se tratar do universo das fantasias sexuais, o cuckold pode levar às mais diferentes práticas. Por exemplo:

– A parceira encontra um outro homem e depois conta os detalhes para o parceiro.

– Ela volta para casa com outro homem, enquanto o parceiro fica no ambiente ao lado escutando toda interação.

– A mulher encontra outro homem e grava o encontro. Depois exibe o vídeo para o parceiro.

– O casal também pode usar o voyeurismo, no qual o parceiro apenas observa a relação sexual entre sua mulher e o amante.

Também vale participação ativa do parceiro no sexo, com envolvimento no ato sexual e alternando com a observação.

E quando são as mulheres que gostam de ser traídas?

De fato, o cuckold não é só para homens. As mulheres também têm vez no fetiche. As cuckquean, como são chamadas a mulheres praticantes, gostam de ver os parceiros fazendo sexo com outras mulheres.

Assim como na versão masculina, as mulheres também podem ter prazer em ouvir, assistir e até mesmo participar da relação sexual com o marido e a amante. Há inclusive aquelas que gostam de escolher as mulheres com quem seus parceiros devem sair (seja no swing, entre amizades ou mesmo uma profissional contratada).

É sempre bom lembrar que não existe traição dentro do fetiche cuckold. Toda a prática é acordada por ambas as partes. Se alguém trai fora do combinado, não há fetiche envolvido, e sim falta de consideração.

“Se para o homem pensar em sua parceira com outro cara gera ameaça e sofrimento, então o cuckold não se aplica. Para este tipo de prática é muito importante ter uma relação de muito diálogo, maturidade e sinceridade. Se estão a fim de experimentar, regras também se aplicam a este tipo de fetiche. Qualquer coisa que envolva sexo necessita do consentimento das duas partes.”, encerra.

Existem brinquedos sexuais para quem quiser fazer isso?

Alguns casais utilizam cintas de castidade, modelos onde o pênis é colocado em sextoys que impedem a masturbação. Nessa situação, o homem pode ver sua parceira transando, mas não é permitido se masturbar enquanto assiste. Pode também ser algemado e vendado para apenas ouvir o sexo rolando.

Existem também casas de swing cuja temática da noite é justamente cuckold. Além disso, existem redes sociais como a Mundo Erótico, Fetlife e Sexlog que possuem grande audiência vinda justamente dos cucks (apelido dado aos apreciadores-adeptos da prática).

IG

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Macho todo disse:

    Os adeptos de Bolsonaro odeiam falar de sexo. Sobretudo de homem com mulher. Vá entender….

  2. natal sofrida disse:

    PRIMEIRO FOI A VIADAGEM, AGORA É A CORNAGEM. QUEREM TRANSFORMAR O PAÍS E O MUNDO NUM CABARÉ! PQP!!!!!!! O NOME DISSO É CHIFRE MEU FILHO!!!!!!

  3. Paulo disse:

    Isso é doença.
    Ficam dando nomes engraçados em vez de buscar tratamento.

  4. Toni disse:

    GENTE SO MUDOU O NOME CORNAGEM OU CORNO E MUITO FEIO E MELHOR CUCKOLD SOA MAIS LEVE MAIS AGRADAVEL E AINDA MAIS E O CORNO QUE QUER SER CORNO OUTROS TEMPOS GENTE OUTROS TEMPOS TAQUI PARIU!!!!!!!!!!!!!

  5. Manoel disse:

    corno na plateia

  6. Eu e uzotu disse:

    Há muito estão tentando dar normalidade e aceitação na marra de perversões sexuais.

    • Minion alienado disse:

      Provavelmente você deve ser um dos que desejam o fetiche e apenas expressa um discurso conservador.

  7. Onaireves Caba de Pêia disse:

    O caba que tem esse prazer, se projeta na mulher. Gostaria de estar no lugar dela.
    Cuck significa cuco. A ave é tipo um corno-xuxa na cultura anglófona.
    Aquele que fica tomando conta dos baixinhos, enquanto a fêmea se diverte.

  8. Onaireves Caba de Pêia disse:

    Parece a direita isentona, nutella, cheia de prudência & sofisticação, leite de soja, farialimer, isentoleft, que-não-gosta-da-polarização, mas que gosta de apanhar (fetiche?) de esquerdista para parecer progressoca e isentona. É o MBL, RenovaBR, turminha do Huck que adoram elogiar figuras como Molon ou Freixo.

  9. JSL disse:

    Como é o nome desse negócio aí?
    Cu o quê?

  10. Onaireves Caba de Pêia disse:

    Conta pontos como cornagem no prontuário?

  11. Observando. disse:

    Mudou de nome? Eu pensava q era cornagem.

  12. Ton Lopes disse:

    Menos em Natal, aqui não tem isso! Não, não tem! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

VÍDEO: Live Lacombe, Alexandre Garcia e Caio Copolla bateu recordes em transmissão na plataforma do Youtube e foi assistida por Bolsonaro

Foto: Redes Sociais/Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) postou em suas redes sociais uma foto assistindo à “SuperLive” promovida pelo jornalista Luís Ernesto Lacombe, com a participação de Caio Coppola, comentarista da CNN, e do jornalista Alexandre Garcia, colunista do jornal Estado de Minas.]

Bolsonaro publicou a imagem em forma de “convite”, chamando seus seguidores e apoiadores para assistir à transmissão.

A “SuperLive” promove um debate sobre política. Lacombe e os convidados conversaram sobre diversos assuntos, entre eles o conservadorismo na política.

Lacombe, que pediu demissão da Band após ser “censurado pela emissora”, anunciou a transmissão como um “encontro de três gerações”.

A transmissão bateu recordes na plataforma do Youtube. A live chegou até 100 mil usuários simultâneos e o canal do apresentador já supera 700 mil inscritos em poucos dias. A estreia foi um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Estado de Minas

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Freddy Ragy disse:

    Parabéns. Que sua independência jornalística seja compromissada com a verdade, diferentemente da grande mídia, que é compromissada apenas com seus interesses muitas vezes escusos. Escusos mais até do que o retratado no filme "O Cidadão Kane".

  2. Sweney Mary disse:

    Simplesmente maravilhosos!!! Parabéns.

  3. Ederson disse:

    Bem merecido tem meu respeito e admiração poucos tem está coragem e honra como ele só tenho a desejar muito susesso pois ele merece

  4. Luciane disse:

    Gostei muito, índico a todos.
    Hoje em dia só fica na enganação quem quer, por isso querem censurar internet

  5. Ciro Moreira disse:

    Simplesmente espetacular

  6. Claudia Pinheiro disse:

    Show!! Me sinto previlegiada em ter a oportunidade de assistir ao encontro de três pessoas admiráveis. Parabéns Lacombe , Alexandre, e Copolla.

  7. Janilson Rangel disse:

    O melhor programa que tive oportunidade de vê nos ultimos anos!!Três monstros sagrados da imprensa nacional que além de bastantes inteligentes e bem informados colocam as palavras de forma convincente!!Parabens ao novo canal Lacombe.

  8. Marco disse:

    Foi ótimo, ver jornalista que pensar. Todos juntos…

  9. Clerio Nunes vitória disse:

    Aceita que dói menos.kkkk

  10. Edson Lopes disse:

    Que prazer ouvir três jornalistas independentes, inteligentes e competentes. Ideias claras, sem preconceitos e sem segundas intenções. Felizmente eles não ficam calados nem baixam a cabeça diante do patrulhamento ideológico da grande imprensa. Tomara que mais profissionais de comunicações se libertem também e ajudem a ampliar esse bafejo de ar fresco na nossa mídia.

  11. Aluísio Valença disse:

    Show de horrores da baixa Terra plana

  12. Maria Goreti Lopes De Goes disse:

    Parabéns, Lacome, pela esclarecedora live, na inauguração do seu canal no You Tube.
    Seus convidados e você foram brilhantes nas opiniões das pautas apresentadas. Obrigada pelos esclarecimentos. Faço parte da "nação" conservadora.

  13. Fernando disse:

    Vão lá e se alimetem do melhor tipo de capim!

  14. Bruno Moura disse:

    Showwwwww!!!

  15. Élson Silva.... disse:

    Até que ém fim, o nosso Brasil está mndando pra melhor e estamos caminhando pra uma nova era de ótimos jornalistas sé juntarem pra informar embora digitalmente, mais logo sé Deus Permitir e sei que irá, só assim ficaremos muito mais informado s , este trio tém tudo a vê com a mudança que a maioria da população elegeu pra Governar o nosso país, agora está om vocês lutarem e fazerem a população ouvirem e verem a realidade e informa a todos a verdadeira realidade da vida de todos nós e que juntos iremos dá outra cara ao Brasil Democrático de direito s e expressões!! Parabénsss e sucesso pra está Live!! Que venham outras e que uma emissora de TV como O SBT, contrate vocês e jontos façam chegat a todos nós uma emissora moderna e impacial juntamente com algumas mulheres também inteligentes pra ficar completamente perfeito e mostrar não só pra o Brasil, mais pra o mundo inteiro. Vivas a essa Live. Um Forte Abraço !! Admiro todos Vocês..👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏

  16. Epaminondas disse:

    Eu queria entender como é um debate onde todo mundo pensa igual e a pauta deve ser como o mito pode ser tão infalível.

    • Joao disse:

      Não foi um debate, foi um vídeo ao vivo, onde os três apresentaram pontos de vista do o conservadorismo.

  17. Pepe disse:

    O treino jogo do Vasco contra o Porto Velho na quarta feira teve 500 mil usuários e o Vasco TV teve 746 mil inscritos tambem foi um sucesso.

  18. Antonio disse:

    Como era de se esperar, começou com o pé direito. Mais de 700 mil inscritos, e a live inaugural chegou a mais de 11.700 (pico) usuários ao mesmo tempo. A escolha dos convidados para essa estréia não poderia ter sido melhor. Homens inteligentes, articulados e corajosos, antenados com a atual política brasileira. Parabéns, Lacombe! Sucesso e vida longa ao seu canal no YouTube.

  19. Henrique disse:

    Três lambe botas de milico. São iguais aos petralhas tudo apaixonado.

  20. Chicó disse:

    Obrigado pela dica, BG !!! Esse vídeo não posso perder.

    • Oldair jose braz disse:

      Povo , vamos raciocinar!! Todo esse pessoal ,lacombe ,copolla estão empenhado por uma politica justa e sem corrúpção, a qual o governo do presidente vem demostrando tal façanha, todos outros politicos de frente, na disputa da presidência ,tem ou teve problema com a policia. Se o filho do presidente se envolveu ,foi na época do PT, que se podia tudo, e mesmo assim jair messias.não entrou nesse barco. Isso que importa!!!!!!

Pandemia leva a recorde de fumantes a largar o cigarro

Foto: Getty Images

Mais de um milhão de pessoas no Reino Unido largaram o cigarro desde o começo da pandemia de coronavírus, mostra um levantamento feito por uma organização britânica que alerta para os perigos do tabaco.

Quarenta e um por cento dos entrevistados disseram ter largado o cigarro por causa do surgimento da covid-19.

Outro levantamento, esse da University College London (UCL), aponta que o número de pessoas que pararam de fumar desde o começo do ano até o mês passado é o maior já registrado. As pesquisas da UCL são feitas mensalmente desde 2007.

Autoridades alertam que fumantes correm riscos maiores de sofrerem sintomas graves de covid-19.

Entre 15 de abril e 20 e junho, 10 mil pessoas foram entrevistadas sobre seus hábitos de fumo pela empresa de pesquisas YouGov, a pedido da organização britânica Action on Smoking (conhecida como Ash).

A partir dessa amostra, os estatísticos fizeram uma estimativa de quantas pessoas teriam abandonado o cigarro em todo o país.

Os riscos para saúde não são o único fator para muitos largarem o cigarro. Pesquisadores dizem que o isolamento contribuiu para a queda no fumo com menos eventos sociais e também maior dificuldade em se obter cigarros com o fechamento de muitos estabelecimentos.

Já o estudo da UCL vem ouvindo mil pessoas por mês na Inglaterra sobre seus hábitos de fumo desde 2007.

Neste ano, 7,6% das pessoas que fazem parte do estudo disseram ter largado o cigarro um número que é quase 30% maior que a média.

“Mais de um milhão de fumantes conseguiram parar de fumar desde que a covid-19 chegou ao Reino Unido mas uma quantidade cinco vezes maior segue fumando”, diz a diretora da Ash, Deborah Arnott.

Estima-se que o Reino Unido tinha cerca de 7 milhões de fumantes em 2019.

A entidade está lançando uma campanha contra o tabagismo com dinheiro do Departamento de Saúde voltado para pessoas nas áreas com o maior número de fumantes do país.

Terrence Craggs, que vive em Newcastle, largou o cigarro depois de passar um tempo no hospital mesmo tendo diagnóstico negativo para covid-19.

“Eu não conseguia respirar”, disse ele à BBC. “Eu ficava ofegante o tempo todo. A pandemia é mais um incentivo para largar os cigarros, apesar de ser mais difícil fazer isso neste momento por causa do estresse.”

Quais são os riscos?

Dados de um app chamado Zoe Covid Sympton Tracker, que ajuda a detectar sintomas de covid-19, indicam que fumantes têm probabilidade maior (14%) de desenvolverem três sintomas clássicos da doença, na comparação com não-fumantes: febre, tosse persistente e falta de ar.

O app foi criado por pesquisadores dos hospitais britânicos Guy’s and St Thomas’ e King’s College London, com dados de mais de 2,4 milhões de pessoas.

A análise mostra que fumantes que tiveram diagnóstico positivo de covid-19 tinham duas vezes mais chances de serem hospitalizados do que os não-fumantes.

Isso corrobora dados dos Estados Unidos, que mostram que fumantes com coronavírus têm 1,8 vez mais chances de morrer.

Mas existe evidência nos dados da Zoe de que fumantes podem ter probabilidade menor do que os não-fumantes de serem diagnosticados com covid-19. Ainda assim, os fumantes que contraíram a doença tiveram sintomas mais graves da doença.

Alguns estudos no mundo sugerem que fumar pode até ter um efeito protetor contra o coronavírus. A pesquisadora Jamie Hartmann-Boyce, do Centro de Medicina Baseado em Evidências da Universidade de Oxford, disse que existe uma razão “biologicamente plausível” para isso: a nicotina pode estar bloqueando os receptores usados pelo vírus para invadir as células.

Mas ela afirma que não há clareza sobre a representatividade clínica dos dados.

“Isso não é consistente em vários estudos e não está claro se os dados destes estudos são confiáveis”, ela diz.

Fumar, em vez de usar nicotina de mascar ou em adesivo, é “mortal”, ela afirma. Qualquer benefício potencial do cigarro seria muito menor do que os males causados por ele.

A recomendação das autoridades de saúde da Inglaterra é: “Há evidências fortes de que fumar tabaco está geralmente associado a um aumento no risco de se desenvolver infecções respiratórias virais”.

“Fumar causa dano aos pulmões e vias respiratórias e prejudica o sistema imune, reduzindo a sua capacidade de lutar contra infecções.”

BBC

Com superávit de US$ 7,4 bilhões, balança comercial brasileira registra recorde em junho

Foto: Sergio Souza/Unplash

Resultado de US$ 17,912 bilhões em exportações e US$ 10,449 bilhões em importações, o saldo da balança comercial brasileira em junho foi superavitário em US$ 7,463 bilhões. O valor é o melhor para meses de junho em toda a série histórica, iniciada em 1989.

Os números foram divulgados pelo Ministério da Economia nesta quarta-feira (1º). No mesmo mês de 2019, o saldo da balança foi superavitário em US$ 5,377 bilhões. Assim, o valor no mês passado foi 38,8% melhor que o registrado em junho de 2019.

O resultado do mês foi puxado, principalmente, pela queda de 27,4% na média diária das importações. Nas exportações, a retração foi de 12%, em relação ao mesmo mês do ano passado.

O secretário de Comércio Exterior, Lucas Ferraz, observou que apesar da queda em valores, o volume de exportações, por exemplo, cresceu 14% em junho. “O resultado reflete a queda dos preços internacionais, principalmente nas exportações ão só de commodities mas de produtos de valor agregado, nos quais se concentra a importação brasileira”, disse.

Entre as vendas de produtos brasileiros ao exterior, destacam-se aqueles do setor agropecuário, que subiu 29,7% em relação a junho de 2019. “O setor agropecuário é o grande responsável pela resiliência das exportações”, destacou o secretário.

Já a indústria extrativa e a indústria de transformação registraram recuo de 26,1% e 21%, respectivamente, em suas exportações.

Nas importações o recuo foi generalizado, sendo puxado por produtos da indústria de transformação, que despencaram 28,1%.

Primeiro semestre

Por outro lado, no acumulado de janeiro a junho, a balança comercial recuou 10,3%, ante mesmo período de 2019. O montante totalizou US$ 23.035 bilhões nos primeiros seis meses do ano.

Enquanto as exportações caíram 6,4% somando US$ 102,430 bilhões, as importações apresentaram queda de 5,2%, totalizando US$ 79,395 bilhões, no período.

Previsão para o ano

A equipe econômica atualizou suas projeções para o saldo anual da balança comercial. A estimativa passou de superávit de US$ 45,5 bilhões para US$ 55,4 bilhões.

“Nossa expectativa é de uma reversão contínua dessa tendência de queda por conta da resiliência mostrada pelas nossas exportações, especialmente com as commodities”, comentou Ferraz.

A previsão leva em conta montantes de US$ 202,5 bilhões em exportações e US$ 147,1 bilhões em importações, este ano.

Vale destacar que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem apostado na balança comercial para amenizar a forte queda que o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) deve apresentar este ano.

Segundo ele, o cálculo de contração de 6% do Produto Interno (PIB) considerava que 2% viriam por impactos do comércio exterior, “coisa que não tem acontecido”.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Infelizmente existem pessoas torcendo para que o governo dê errado, um governo que quer melhorar as condições do Brasil e sua nação. Não podemos negar taxa de juros mais baixa da história, deflação, superávit, investimentos nem infraestrutura em estradas, aeroportos, portos, ferrovias e etc… Água para norte/nordeste com o término de um braço da transposição do Rio São Francisco, mais de 200 poços artesianos, dessalinizadoras beneficiando milhares de famílias no nordeste.
    Odeiem as atitudes do JB mas torçam que os bons projetos dêem certo.

  2. A verdade disse:

    Cada vez mais o atual governo, o qual votei, se parece mais com o PT. Distorcer números para tentar enganar o cidadão também era costume nos governos anteriores. Vejam esse "superávit recorde", significa apenas que a classe média está tão lisa que não tem mais como consumir produto importado, enquanto que as exportações também caíram, se tivessem aumentado ae sim poderia comemorar algo, mas esse navio só faz afundar.

  3. MITO pra Sempre disse:

    Não tem quem segure esse país.
    Não tem globo, stf, petralha, o diabo a quatro que impeça o MITO de ganhar em primeiro turno de novo.
    Tamo junto!!
    A galera, desonesta, ladrões comilões do dinheiro público, nunca mais sobe ao poder.
    Nunca mais.
    Kkkkkk

Com pandemia, setor de serviços tem queda recorde de 11,7%

Foto: Mister Shadow/ASI/Estadão Conteúdo

O volume de serviços prestados no Brasil teve queda recorde de 11,7% em abril, na comparação com março, com perdas generalizadas em todas as as atividades, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (17) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Esse é o terceiro recuo consecutivo e o mais intenso da série histórica, iniciada em janeiro de 2011”, destacou o IBGE.

Na comparação com abril do ano passado, a queda foi ainda maior, de 17,2% – a segunda taxa negativa nesta base de comparação.

Esta foi a primeira vez que a pesquisa refletiu um mês inteiro sob o quadro de isolamento social e de restrições impostas pela pandemia de coronavírus, que começaram a ser implementadas no país na segunda quinzena de março.

Com o tombo recorde em abril, o setor, que possui o maior peso na composição do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, passou a acumular perda de 18,7% em 3 meses.

No acumulado do ano, a queda é de 4,5% frente a igual período do ano anterior. Em 12 meses, passou a registrar perda de 0,6%.

Com os resultados de abril, o setor de serviços atingiu o patamar mais baixo da série histórica da pesquisa. Ele ficou 27% abaixo do pico mais alto, registrado em novembro de 2014, e bem abaixo do piso até então alcançado, em maio de 2018, quando ficou 15,7% abaixo do pico.

Veja a variação do volume de serviços em abril, por atividade e subgrupos:

Serviços prestados às famílias: -44,1%

Serviços de alojamento e alimentação: -46,5%

Outros serviços prestados às famílias (salões de beleza, academias, reparos, etc): -33,3%

Serviços de informação e comunicação: -3,6%

Serviços de tecnologia da informação e comunicação: -1,1%

Telecomunicações: 0,1%

Serviços de tecnologia da informação: -2,4%

Serviços audiovisuais: -22,7%

Serviços profissionais, administrativos e complementares: -8,6%

Serviços técnico-profissionais: -3,5%

Serviços administrativos e complementares: -9,9%

Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: -17,8%

Transporte terrestre: -20,6%

Transporte aquaviário: -0,1%

Transporte aéreo: -73,8%

Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: -5,8%

Outros serviços: -7,4%

Quedas recordes em todas as 5 atividades pesquisadas

Este foi o segundo mês seguido em que os cinco grandes ramos de atividade do setor tiveram queda. Desta vez, o recuo foi recorde para os cinco, com destaque para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-17,8%) e serviços prestados às famílias (-44,1%). Em 2 meses, esses dois setores acumulam quedas de 24,9% e 61,6%, respectivamente.

Os demais resultados negativos vieram de serviços profissionais, administrativos e complementares (-8,6%), de informação e comunicação (-3,6%) e de outros serviços (-7,4%).

Segundo o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, antes da pandemia a última vez que se observou queda disseminada entre todos os cinco ramos foi em maio de 2018, quando ocorreu a greve dos caminhoneiros.

Índice de atividades turísticas tem queda recorde de 54,5%

O índice de atividades turísticas também teve forte recorde, com um tombo de 54,5% frente a março.

Regionalmente, todas as 12 unidades da federação acompanharam este movimento de retração observado no Brasil, com destaque para São Paulo (-52,0%), seguido por Rio de Janeiro (-52,7%), Minas Gerais (-49,4%) e Bahia (-63,1%).

Na comparação com abril de 2019, houve retração de 67,3%. No acumulado no ano, a queda ficou em 20,9% frente a igual período do ano passado, pressionada, sobretudo, pelos ramos de restaurantes; hotéis; transporte aéreo e rodoviário coletivo (ambos de passageiros); e catering, bufê e outros serviços de comida preparada.

Serviços caíram em 26 das 27 Unidades da Federação
Regionalmente, 26 das 27 unidades da federação tiveram recuos entre marco e abril, com destaque para São Paulo (-11,6%) e Rio de Janeiro (-12,7%), que sofreram pressão negativa, principalmente, dos segmentos de alojamento e alimentação.

A única alta foi registrada em Mato Grosso (9%), cuja expansão é explicada não só pela baixa base de comparação, já que em março os serviços haviam recuado 12,6%, mas também pelo bom desempenho do transporte ferroviário de cargas.

Cenário de recessão e perspectivas

Na véspera, o IBGE mostrou que as vendas do comércio varejista registraram tombo recorde de 16,8% em abril. Na produção industrial, a queda também foi recorde em abril, com recuo de 18,8% na comparação com março.

Apesar do afrouxamento das medidas de isolamento no país e da reabertura de boa parte das atividades, os economistas do mercado financeiro continuam piorando as estimativas para o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2020.

A projeção do mercado passou de queda de 6,48% para um tombo de 6,51% do PIB em 2020, conforme boletim “Focus” do Banco Central divulgado na segunda-feira (15). Caso a expectativa se confirme, será o pior desempenho anual desde 1901, pelo menos.

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) estima que a retração do PIB do Brasil poderá chegar a 9,1% em caso de segunda onda da pandemia e necessidade de regresso aos confinamentos.

G1

Inflação oficial renova recorde e tem menor nível em 22 anos

Queda no preço da gasolina influenciou IPCA. Foto: Pixabay

A inflação oficial renovou o recorde de abril e atingiu o menor patamar em 22 anos no mês de maio, de acordo com o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), divulgado nesta quarta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O indicador teve deflação de 0,38%. Em agosto de 1998, o índice atingiu o patamar de -0,51%.

A queda nos preços dos itens de Transportes foi o principal impacto negativo de maio em comparação à inflação de abril (-0,31%), puxado fortemente pelos combustíveis mais baratos.

O gerente da pesquisa, Pedro Kislanov, afirma que “a gasolina é o principal subitem em termos de peso dentro do IPCA e, caindo 4,35%, acabou puxando o resultado dos transportes para baixo, assim como as passagens aéreas, que tiveram uma queda de 27,14% e foram a segunda maior contribuição negativa no IPCA de maio”.

Além da queda no preço da gasolina, o etanol seguiu o mesmo movimento, com variação de -5,96% em maio frente aos -13,51% de abril, enquanto o óleo diesel (-6,44%) apresentou resultado próximo ao do mês passado (-6,09%).

O grupo de Alimentação e bebidas (0,24%) desacelerou em relação a abril (1,79%), com recuo dos preços da cenoura (-14,95%) e das frutas (-2,10%).

Já a cebola (30,08%), a batata-inglesa (16,39%) e o feijão carioca (8,66%) ficaram mais caros para os brasileiros em maio. As carnes subiram 0,05%, após quatro meses consecutivos de queda.

O preço dos artigos de residência (0,58%) também ficou mais caro, sofrendo impacto do câmbio. “Esse aumento pode ter relação com o dólar, com o efeito pass-through, quando a mudança no câmbio impacta os preços na economia. E artigos eletrônicos normalmente são mais afetados porque têm muito componentes importados. Então a desvalorização do real acaba impactando o preço desses produtos também”, afirma Kislanov.

Em maio, os preços dos eletrodomésticos e equipamentos aumentaram 1,98%, enquanto os de mobiliário caíram 3,17%.

O índice acumula queda de 0,16% de janeiro a maio deste ano.

Metodologia da pesquisa

O IPCA considera o consumo de famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos em dez regiões metropolitanas do Brasil, além dos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís, Aracaju e de Brasília.

Neste mês, foram considerados os preços coletados entre 30 de abril a 28 de maio de 2020 (referência) com os preços vigentes de 31 de março a 29 de abril de 2020 (base), colhidos por pesquisas em sites, telefone ou e-mail.

A coleta presencial está suspensa desde 18 de março devido a pandemia de coronavírus.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Os esquerdopatas não gostam de saber de boa notícia no país, são carniceiros, querem inflação de 1000%, um milhão de mortos pelo covid. 50 milhões de desempregados,
    Ser inimigo do JB tudo bem, mais torcer para sua nação afundar é suicídio, porque todos nós estamos no mesmo barco em meio a uma tempestade em alto mar se afundar todos morreremos.
    Vamos comemorar bons resultados , dólar caindo, bolsa subindo, número de óbitos do Covid-19 estabilizando, etc…

  2. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Vocês imaginem como está correta está coleta de preços.

  3. Emmanoel do Nascimento Costa disse:

    Tem alguém nesse país que acredita nessa inflação. Até o número de mortos pela covid19 estão tentando burlar.

Com avanço da pandemia, pedidos de seguro-desemprego saltam 53% em maio, recorde para o mês

Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

A crise no mercado formal de trabalho agravada pela pandemia do novo coronavírus empurrou quase um milhão de brasileiros para o seguro-desemprego em maio, maior patamar para o mês da série histórica, iniciada em 2000. Foram 960.258 pedidos.

Segundo o Ministério da Economia, o número de solicitações subiu 53% no mês passado em relação ao mesmo período de 2019, quando foram registrados 627.779 requerimentos. Na comparação com abril, a alta foi de 28,3%.

No acumulado de março a maio, quando as medidas de isolamento social entraram em vigor em vários estados, foram contabilizados 2,2 milhões de pedidos.

Se considerado o ano todo, ou seja, de janeiro a maio, o número sobe para 3,297 milhões, alta de 12,4% em comparação com o o mesmo período do ano passado (2,933 milhões).

Em maio, os três estados com maior número de requerimentos foram São Paulo (281.360), Minas Gerais (103.329) e Rio de Janeiro (82.584).

Serviços puxam alta de pedidos

O setor de serviços registrou a maior quantidade de pedidos de seguro-desemprego, respondendo por 42% do total. Em seguida, ficaram comércio, indústria, construção civil e agropecuária.

O governo já tinha divulgado os dados parciais do seguro-desemprego de maio, quando foram registrados 504.313 requerimentos até a primeira quinzena, o equivalente a um aumento de 76,2% em relação ao mesmo período de 2019.

O dado fechado de maio reflete o fechamento de vagas com carteira assinada em abril, quando foram eliminados 860.503 postos de trabalho. Considerando março e abril, o saldo de vagas é negativo em 1,1 milhão de empregos.

Em abril, o governo editou a medida provisória (MP) 936 que autoriza a suspensão do contrato de trabalho e redução de jornada e de salário, na tentativa de preservar os empregos.

A medida resultou na formalização de 9,2 milhões de acordos entre patrões e empregados. As empresas que aderem à MP se comprometem a manter o emprego de funcionários por igual período de redução de jornada ou suspensão de contrato.

Em contrapartida, a União ajuda a complementar o salário dos trabalhadores.

Caso demita o trabalhador no período de estabilidade, o empregador deve pagar uma indenização maior.

O Globo