Covid-19: média dos últimos sete dias no país é de 521 mortes, segundo Fiocruz

Foto: Reuters

A média móvel de mortes por covid-19 dos últimos sete dias passou de 483,57, no domingo, dia 22 de novembro, para 521,43 novos óbitos, no sábado (29). Os números são do indicador Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Na comparação com os 30 dias anteriores, a diferença sobe: no dia 29 de outubro, foram registradas 438,43 novas mortes.

A média móvel é um indicador considerado importante por pesquisadores para avaliar a tendência da pandemia, com menor interferência das oscilações diárias. O cálculo é feito a partir do número de mortes registradas nas últimas 24 horas, somadas às que ocorreram nos seis dias anteriores, e o resultado é dividido por sete.

Segundo o Monitora-Covid-19, a média móvel de novos casos dos últimos sete dias no Brasil também aumentou. Eram 29.758,29 no dia 22 de novembro e ontem alcançou 34.762,71.

Nos estados

O Brasil registrou nesse domingo 6.314.740 casos confirmados do novo coronavírus, conforme balanço divulgado pelo Ministério da Saúde. Desde o início da pandemia ocorreram em todo o país 172.833 óbitos. Conforme o balanço, 563.789 pessoas estão em acompanhamento. O número de recuperados está em 5.578.118. https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-11/covid-19-brasil-registra-24468-casos-e-272-mortes-em-24-horas

Segundo o Ministério da Saúde, os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (42.076), Rio de Janeiro (22.561), Minas Gerais (10.031), Ceará (9.607) e Pernambuco (9.030). As unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (723), Roraima (727), Amapá (806), Tocantins (1.162) e Rondônia (1.555).

A média móvel de mortes dos últimos sete dias no estado de São Paulo aumentou de 100,43 em 22 de novembro para 115,57 ontem. Já a média móvel de novos casos dos últimos sete dias caiu de 5.849,71 em 22 de novembro para 4.412,14 nesse domingo.

No caso do estado do Rio de Janeiro, a média móvel de novos óbitos dos últimos sete dias caiu de 97,14 em 22 de novembro para 83,86 ontem. Já a média móvel de novos casos dos últimos sete dias cresceu de 1.606,71 em 22 de novembro para 2.159 nesse domingo.

Agência Brasil

Mundo registra maior nº diário de mortes por Covid, e total de vítimas passa de 1,4 milhão

Vista aérea de um cemitério em Jacarta, na Indonésia, mostra coveiros com roupas de proteção carregar um caixão com uma vítima de Covid durante a pandemia do novo coronavírus — Foto: Willy Kurniawan/Reuters

O mundo registrou um novo recorde diário de mortes por Covid, e o total de vítimas ultrapassou a marca de 1,4 milhão, aponta balanço da Universidade Johns Hopkins nesta quarta-feira (25).

Foram 12.785 óbitos na terça-feira (24), que superaram a marca anterior de 11.840 mortes registradas na sexta-feira (20).

O mundo teve por quatro dias seguidos mais de 11 mil vítimas do novo coronavírus na semana passada, segundo o balanço da universidade. Foram 200 mil novas mortes em 23 dias.

A universidade americana tem um painel em tempo real que monitora o avanço da pandemia em todo o mundo. Ele é abastecido com dados oficiais, que podem ser revisados e alterados.

Nos últimos dias, os Estados Unidos superaram as 250 mil mortes, o Brasil passou de 170 mil óbitos e o México se tornou o quarto país do mundo a ultrapassar a marca de 100 mil vítimas.

País mais afetado do mundo, os EUA registraram 2.146 novas mortes nas últimas 24 horas, o maior número desde 6 de maio. O maior número de vítimas (2.609) foi registrado em de 15 de abril.

Os países com mais vítimas são:

Estados Unidos: 259 mil

Brasil: 170 mil

Índia: 134 mil

México: 102 mil

Reino Unido: 55,9 mil

Itália: 51,3 mil

França: 50,3 mil

Irã: 45,7 mil

Espanha: 43,6 mil

Argentina: 37,3 mil

O mundo também se aproxima dos 60 milhões de casos, segundo a Johns Hopkins. Os países com mais infectados são:

Estados Unidos: 12,5 milhões

Índia: 9,2 milhões

Brasil: 6,1 milhões

França: 2,2 milhões

Rússia: 2,1 milhões

Espanha: 1,5 milhão

Reino Unido: 1,5 milhão

Itália: 1,4 milhão

Argentina: 1,3 milhão

Colômbia: 1,2 milhão

Mapa de casos e mortes por Covid em todo mundo, segundo a Universidade Johns Hopkins, na manhã desta quarta-feira (25) — Foto: Reprodução/jh.edu

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Ice campeonato para o TONHO DA LUA . Ele deve estar orgulhoso de estar embaixo de Trump . Olhe que Galego é pesado . Aí Papai

Mundo bate recorde de mortes diárias por Covid-19 desde o início da pandemia

Foto: CNN Brasil

Um levantamento feito pela Universidade Johns Hopkins mostra que o mundo voltou a bater recorde diário de mortes por Covid-19. Foram 11.099 óbitos registrados na terça-feira (17), o maior número diário de vítimas registrado desde o início da pandemia.

Esse aumento ocorre no momento em que os Estados Unidos, o epicentro global do vírus, entraram no inverno. Os países com mais mortes causadas pela doença são os EUA, Brasil, Índia, México e Reino Unido.

Para tentar conter o avanço da Covid-19, muitos países da Europa voltaram a adotar lockdowns e medidas mais restritivas de funcionamento dos estabelecimentos.

Ainda de acordo com a universidade, o mundo tem 55.946.862 casos e 1.344.557 mortes pela doença.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Neto disse:

    A culpa é do Bolsonaro.

Parte de falésia desmorona em Pipa e mata três

Fotos: cedidas

Três pessoas morreram no fim da manhã atingidas por parte de uma falésia que desmoronou na Baía do golfinhos, na praia de Pipa, no litoral sul potiguar. De acordo com informações preliminares, as vítimas não eram turistas e moravam em Pipa.

Segundo a Polícia Militar, as vítimas pertencem a mesma família: um homem, uma mulher e uma criança.

Muitos populares e banhistas se encontram no local da tragédia.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Rafael disse:

    Que triste

  2. pedro pedreira disse:

    lamentável.

Atrás somente das doenças cardíacas, covid-19 é a segunda maior causa de mortes no RN

A covid-19, em sete meses desde a primeira morte após confirmação de pandemia, registra no Rio Grande do Norte a segunda maior causa de mortes no Estado. Até o início da manhã desta terça-feira(27), 2.563 vítimas.

Em primeiro lugar estão as doenças cardíacas, que registraram de janeiro até agosto(dados mais atualizados), 3.420 vítimas.

Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde Pública(Sesap-RN).

Revisão da Sesap eleva mortes por covid no RN em mais 111 em comparação com boletim anterior

Foto: Reprodução(Boletim de quinta-feira, dia 15-10-2020)

A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta sexta-feira (16), e noticiou uma revisão da contagem do número de óbitos.

Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 2.547 no total, sendo 4(quatro) nas últimas 24 horas. Após processo de revisão, mais de 100 óbitos foram confirmados. Os números vão de abril até o momento – de acordo com sistemas de informação de notificação e de gerenciamento de ambiente laboratorial e intensificação da comunicação com os serviços de saúde.

Até a publicação deste post, após coletiva, o acréscimo de mortes comparando o boletim dessa quinta-feira(2.436), com os números desta sexta-feira(2547), registra uma atualização de 111 óbitos.

Distribuição dos 111 óbitos:

Abril – 2

Maio – 9

Junho – 22

Julho – 24

Agosto – 29

Setembro – 13

Outubro – 12

Entenda mais

As ações ocorreram visto que casos inseridos no sistema de notificação de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) não haviam sido encerrados e, também, devido à demora para envio de dados dos óbitos.

Essa busca é reflexo do compromisso da gestão do Estado do Rio Grande do Norte com a qualificação dos dados e que tem se ocorrido desde o primeiro caso suspeito notificado, sendo que diversas ações já foram implantadas e permanecem sendo planejadas, de modo a proporcionar a melhor compreensão do cenário epidemiológico e garantir uma melhor tomada de decisão da gestão.

Ressalta-se que a média de tempo de notificação entre a data do óbito e a data de envio das informações à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), que deveria ocorrer em até 24 horas, é de 8,5 dias atualmente. Mas, o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS) da secretaria já chegou a receber documentos para registro de morte pelo coronavírus após 105 dias do ocorrido; e, em outros momentos, com 100, 93, 90 ou 74 dias.

É importante reforçar que os óbitos inseridos no cenário epidemiológico do Rio Grande do Norte não refletem o momento atual da pandemia no Rio Grande do Norte tendo em conta que não denotam alteração do comportamento da taxa de mortalidade do período atual.

“A Sesap vem investindo nos processos de trabalho e com o compromisso de manter a transparência e a qualificação da informação. Assim essas investigações estão sendo adotadas na rotina da equipe de vigilância para continuar com essa busca ativa das ocorrências”, destacou a subcoordenadora de vigilância epidemiológica da Sesap, Alessandra Lucchesi.

A notificação de casos e óbitos é feita no município de ocorrência a partir da informação do serviço de saúde de atendimento. O município de residência deve investigar e verificar diversos critérios para encerramento das ocorrências, que recentemente foram ampliados pelo Guia de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde que incluem critérios clínicos e epidemiológicos, além do critério laboratorial já existente.

Critérios de investigação dos óbitos

A adoção da estratégia de revisão do sistema de SRAG não é recente e, além dela, outras duas passarão a ser utilizadas em acordo com a ampliação desses critérios. A primeira será a revisão do Sistema Informação de Mortalidade (SIM) em que acontecerá uma análise de óbitos que não foram, inicialmente, identificada a causa básica como sendo do novo coronavírus: causa mal definida, pneumonia, infecção generalizada (sepse) e doenças associadas ao sistema respiratório.

A outra maneira será através da comissão de revisão de óbitos por covid-19, que laboratorialmente foram descartados para a doença. Elas consideram, entre outros pontos, a avaliação clínico-epidemiológica e que serão avaliados gradativamente.

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. FULANO, BELTRANO OU CICRANO??? disse:

    Não vamos ser idiotas. Se quando está bom dizemos que o responsável foi Fulano, quando estiver ruim não devemos dizer que o culpado foi Beltrano nem Cicrano.

  2. Bob disse:

    E Jean não sai do canto, parece que engoliu um poste.

  3. Lopim disse:

    Aínda está em investigação uns 10.000 óbitos ??

  4. Bezerra disse:

    Aguardemos o destaque do JN hoje!

  5. Cabo Silva disse:

    Quem foi que disse que tinha acabado mesmo????

  6. avelino disse:

    ISSO VAI DAR MERDA. NEM PASSOU A POLITICA JÁ COMEÇOU AUMENTAR.

  7. Luciano disse:

    Tudo porque Fátima não bateu a meta das 11.378 mortes em 15 de maio

Mortes no país por Covid caem 23% no mês

Foto: Leo Martins

Findo o mês de setembro, o número mensal de mortos por Covid-19 caiu pela segunda vez no Brasil, desta vez numa queda percentual (-23%) de quase o dobro da queda registrada um mês antes (-12%). Os números reforçam tendência de desaceleração da epidemia no país.

A maior parte da redução foi puxada por São Paulo, por representar uma fatia grande em números absolutos, e por Minas Gerais e Bahia, que tiveram reduções acentuadas de um mês para o outro.

Apenas dois estados registraram alta na comparação entre agosto e setembro. Um deles foi Goiás, que ainda está no auge do pico da doença, e o outro foi o Amazonas, onde parece despontar uma segunda onda.

Outros estados que têm grande número acumulado de mortos, como Rio de Janeiro e Ceará, tiveram picos de morte há mais de três meses, estão relativamente estáveis e não contribuíram tanto para a redução entre agosto e setembro.

Para a microbiologista Natália Pasternak, colunista do GLOBO e presidente do Instituto Questão de Ciência (IQC), apesar de as epidemias terem momentos distintos em diferentes estados, há alguns aspectos nacionais que ajudam a explicar o número geral dos óbitos por coronavírus.

— Acredito que a adesão à quarentena e o uso de máscaras contribuíram para essa queda. É importante dar esse retorno para a população para mostrar que o esforço dela foi recompensado, e que vale a pena cumprir as medidas de quarentena — diz a cientista.

Segundo Pasternak, outra chave para entender a dinâmica da pandemia é o número de pessoas suscetíveis que circulam em cada local.

— A queda no número de mortes tem outros dois motivos: o primeiro é a diminuição de pessoas suscetíveis a serem infectadas pelo vírus, e o outro fator é que existe um aprendizado médico importante de como lidar com a doença que diminui o número de mortes, porque os médicos já conhecem melhor como a doença age no organismo e quais são as maneiras de intervir e de tratar.

Nova onda?

Se o Brasil vai viver uma segunda onda de Covid-19, como países europeus experimentaram, vai depender de como a política de reabertura gradual implementada em vários estados vai se dar.

— Quando vamos reinserindo os suscetíveis na dinâmica de mobilidade da cidade, a tendência é que a taxa de transmissão volte a subir — diz Pasternak. — Com a reabertura das escolas, colocamos em circulação uma grande quantidade de pessoas, porque a escola mobiliza muita gente, são professores, funcionários, estudantes, pais, que vão precisar se deslocar na cidade.

Mauro Schechter, professor de infectologia da UFRJ, afirma que mesmo com a expectativa de um aumento de casos após a reabertura, há motivos para esperar que as mortes não cresçam tanto, com base na experiência de países europeus.

— O que eles estão vendo é um aumento de casos que não se associa ao aumento de mortes ou internações com evolução grave.

Segundo o infectologista, o perfil mais jovem de doentes que se vê agora na Europa é similar ao que o próprio Rio de Janeiro mostra.

— São jovens que ficaram isolados antes e que agora saem para ir na (rua) Dias Ferreira ou à praia — explica. — Por serem jovens, resultam em menos casos graves, mas o que eles estão fazendo é expor seus pais e avós, ainda que deste outro grupo muitos já tenham sido expostos ao vírus antes.

Para Alberto Chebabo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia e infectologista do laboratório Sérgio Franco, ainda há motivo para se preocupar com o Rio:

— O Rio de Janeiro ainda está complicado, pois o percentual de novos casos e óbitos se estabilizou num patamar alto e não cai.

Apesar de a epidemia fluminense ter tido um início similar à paulista, por exemplo, com o fechamento de escolas e comércio quase simultâneos, a dinâmica da Covid-19 foi diferente.

— Comparando as duas capitais, é possível ver já uma diferença, pois São Paulo teve uma queda consistente, enquanto o Rio teve queda e subida, com estabilização em um patamar alto — indica Chebabo.

O médico destaca o papel de alguns estados em puxar para baixo a média nacional.

—São Paulo e Bahia fizeram, de certa forma, o “dever de casa” e estão com a queda sustentada, puxando o número do Brasil para baixo.

Curvas descoladas

Um fenômeno estranho que se apresenta na epidemia brasileira é que a curva de mortes pareceu ter uma dinâmica à frente da curva de casos. Segundo Schechter, da UFRJ, porém, esse fenômeno é um artifício que deriva da deficiência de testagem do Brasil. Como há mais testes sendo feitos só agora, há mais diagnósticos positivos com critério clínico e mais notificação. E ele concorda que o aprendizado dos médicos proporciona uma redução no número de mortes, interferindo na taxa de letalidade do vírus. Dentro dos hospitais, diz, o principal fator de influência é a experiência dos médicos com medidas de suporte e mudanças nos protocolos para cuidar da respiração dos pacientes.

— (A queda de óbitos) Não tem nada a ver com remédio A ou remédio B — diz o professor da UFRJ.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    A queda de óbitos não tem nada a ver com remédios a ou b.
    Esse professor que disse isso é um brincalhão,
    Os índices de óbitos baixaram por grande parte dos médicos utilizarem hoje um kit de medicamentos para um tratamento precoce
    Ninguém fala mais a maioria dos médicos foram os maiores culpados dos óbitos que tiveram que por politicagem ou covardia só receitavam dipirona e vai para casa e só volte quando tiver falta de ar. Se dessem o kit que todos nós conhecemos não haveria tantas mortes.

  2. Luciano disse:

    Os petistas estão tristes, nem as aglomerações de 7 de setembro nem as convenções partidárias conseguiram aumentar o número dos mortos para alegria da esquerda que torce pelo vírus.

Acidente na BR-304, entre Mossoró e Assu, deixa duas pessoas mortas e outra gravemente ferida

Foto: cedida

Uma colisão entre dois carros pequenos e uma carreta Baú, foi registrada na tarde desta quarta-feira(23), na BR 304, sentido Mossoró \Assu, na região Oeste potiguar

Segundo informações preliminares, uma tentativa de ultrapassagem a ser esclarecida resultou em colisão frontal com um outro veículo que trafegava em sentido contrário. Ainda segundo informações, uma carreta que vinha logo atrás acabou colidindo nos dois carros. Na ocasião, o motorista ainda tentou desviar, mas não teve êxito e acabou descendo o aterro.

O motorista da Saveiro e seu ajudante ficaram presos às ferragens. Um morreu na hora, enquanto outro foi resgatado com vida pelos bombeiros e socorrido pelo Samu em estado grave para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

A condutora do outro veículo ainda chegou a receber atendimento no local pelo Samu, mas morreu dentro da ambulância.

Com acréscimo de informações do Blog Fim da Linha

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Berg disse:

    Viajo toda semana pra Areia Branca pó essa BR. E vejo muita ultrapassagem errada, mais o que mais mim chama atenção são os motoristas que ao invés de diminuir a velocidade e entrar para o acostamento ficam só cortando luz. Não sei se nesse caso o motorista teve tempo de desviar.

  2. Faça o bem disse:

    A muito tempo que é urgente duplicar issa rodovia, mas parece impossível, a causa?. Os nossos políticos que são mais fracos do que caldo de batatas, os nossos deputados federais são uma vergonha.

    • Valter disse:

      Concordo com o leitor “Faça o bem “. Além das estradas serem estreitas, pista simples, temos valas após o acostamento, o que já é suficiente para causar grandes acidentes. A estrada sobe ou faz uma curva que não conseguimos ver a 50 metros de distância. Políticos, não temos, sanguessugas, sim.

Cartórios registram recorde de mortes em agosto, informa IBGE; número de óbitos por covid-19, no entanto, foi o menor desde maio

Foto: © Peter Ilicciev/Fiocruz

Um levantamento dos cartórios de registro civil brasileiros, divulgado nesta quarta-feira (16), revela que o mês de agosto deste ano foi o que mais registrou óbitos, desde o início da série histórica feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2002. Os dados catalogados pelo IBGE em base nos registros até 2018 (última divulgação), comparados aos dos anos de 2019 e 2020 disponíveis no Portal da Transparência dos Cartórios, mostram um total de 126.717 óbitos no mês, 17,1% a mais que os 108.178 de agosto do ano passado.

Apesar dos dados, quando considerados os registros de óbitos por covid-19, o mês de agosto teve o menor número desde maio, com 24.966 falecimentos, queda de 13,7% em relação a julho, quando foram registradas 28.916 mortes pela doença. Já com relação à soma dos óbitos por doenças respiratórias no Brasil, agosto teve 55.359 óbitos, com queda de 8,1% em comparação ao mês de julho, quando foram registrados 60.270 falecimentos, e o menor número de mortes por estas causas desde o mês de maio.

De todas as mortes registradas no mês passado, 24.966 são referentes a óbitos causados pela covid-19, o equivalente a 19,7% do total. Quando somadas a essas mortes as ocorridas pelas demais doenças respiratórias – insuficiência respiratória (6.334), pneumonia (11.047), septicemia (11.067), síndrome respiratória aguda grave (1.198) e causas respiratórias indeterminadas (747), totalizando 55.359 óbitos – o índice sobe para 43,7%. Os óbitos restantes foram causados por acidente vascular cerebral (8.114), Infarto (8.135), causas cardiovasculares inespecíficas (8.215) e demais causas naturais (37.631). Há ainda 9.263 ocorridas por razões não naturais, ou seja, decorrentes de causas externas violentas.

Para o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Júnior, os dados disponibilizados pelo Portal da Transparência do Registro Civil são uma importante ferramenta de combate à pandemia de covid-19 no país. “É importante que a população e o Poder Público possam ver esse alto número de mortes ocorridas durante o mês de agosto e, assim, utilizá-los em estudos sobre o impacto do novo coronavírus no país.”

Vendramin destacou que, hoje, os dados do portal são fonte de estudos acadêmicos, de órgãos oficiais do governo e base de dados dos índices de mortalidade no Brasil, com atualização dinâmica pelos cartórios de registro civil e grande detalhamento de dados.

IBGE

O recorde de óbitos em agosto deste ano também é confirmado na pesquisa histórica Estatísticas do Registro Civil, do IBGE, que também usa como fonte primária dados dos cartórios. Em comparação com agosto de 2018 (112.573 óbitos), 2020 registrou um acréscimo de 12,6% mortes, já com relação a 2017 (112.116) foram 13% a mais este ano, enquanto que na comparação com 2016 (108.070), o percentual de aumento em 2020 é de 17,3%.

O Portal da Transparência, administrado pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), é atualizado diariamente por todos os cartórios do país desde 2019, e o IBGE cataloga e tabula os dados anuais do registro civil e os disponibiliza em seu site sempre no fim do ano seguinte.

Desde o início da pandemia, a Plataforma do Registro Civil passou a informar dados de óbitos por covid-19 (suspeita ou confirmada) e, ao longo dos meses, novos módulos sobre óbitos por doenças respiratórias e cardíacas foram adicionados ao portal, com filtros por estado e município com mais de 50 óbitos em 2020, cor da pele, local de falecimento e cidade de domicílio.

Prazos do registro

Mesmo com a plataforma fornecendo um retrato fiel de todos os óbitos registrados pelos cartórios, os prazos legais para o registro e posterior envio à Central de Informações do Registro Civil, podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Segundo a Arpen- Brasil, a justificativa está no fato de a Lei Federal 6.015/73 estabelecer prazo de até 24 horas para registro do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. “Na pandemia, alguns estados abriram a possibilidade de se registrar em um prazo ainda maior, chegando a até 60 dias. A Lei 6.015/73 prevê prazo de até cinco dias para lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ [Conselho Nacional de Justiça] prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito”, esclareceu a entidade.

Agência Brasil

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Edison Cunha disse:

    Todas as mortes, independentemente do tipo de doenças são investigadas se tem alguma relação com o Vírus Chinês ou não.
    Hoje, existem cerca de 250 mortes ainda sob investigação, aguardando diagnóstico.

  2. Jakeline Ferreira disse:

    Muitas dessas doenças respiratórias foi covid19, não tinha teste para fazer , e colocavam e colocam síndrome respiratória.

Mortes por Covid-19 caem 14% no Brasil, e taxa de transmissão indica diminuição de casos

Apesar da reabertura, mortes e taxa de infecção por Covid-19 estão caindo no Brasil. Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

A média móvel semanal de mortes diárias por Covid-19 começou a cair e, pela primeira vez em 90 dias, a epidemia dá sinal razoável de estar perdendo força no Brasil. Saindo de um patamar de mil mortes por dia, há uma semana a média semanal vem diminuindo, e fechou ontem em 859 óbitos.

Ainda são muitas vítimas para contabilizar todo dia, e a situação varia entre estados. Com 122.681 mortes e 3.952.790 casos confirmados pelas secretarias estaduais de saúde, poucos veem o aparente arrefecimento da epidemia como uma vitória da resposta brasileira à doença. A questão que especialistas buscam responder agora é se a queda deve continuar.

— Eu tendo a crer que sim — afirma o epidemiologista Paulo Lotufo, professor da Faculdade de Medicina da USP. — Mas sair de um patamar de 1.000 mortes por dia para um de 850 mortes é como estar devendo 1.000 e pagar 150. Ainda resta uma grande dívida a ser paga.

Segundo o pesquisador, um dos sinais de que a tendência de queda provavelmente é consistente é que o excesso de mortalidade como um todo, por causas naturais (não violentas), também está se reduzindo.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) vem publicando com frequência dados sobre esse indicador. Os números permitem inferir a tendência da epidemia, guardada a limitação provocada pelo atraso das notificações, e vinham mostrando queda.

O dado mais recente, do final de julho, mostra um excedente de 4.418 mortes por semana em relação ao esperado, baseado na média dos últimos anos. No começo de maio essa disparidade era de mais que o dobro: totalizando 9.353 mortes.

As diferenças regionais apontam que o coronavírus ainda está muito ativo no Sul e no Centro-Oeste.

Nos dados de mortalidade de ontem, 16 estados apresentavam tendência de queda e 3 de alta. Os outros permaneciam estáveis. As diferenças regionais, afirma Lotufo, explicam o longo período de platô com mil mortes diárias que o Brasil viveu ao longo de 80 dias na epidemia de Covid-19.

— Foram agrupadas tendências distintas, uma de queda, outra de subida. O platô nunca foi platô, teve muitas subidas e descidas. O método de comparar as médias de 14 dias tem algumas limitações — afirmou o epidemiologista.

Velocidade de infecção caiu

Um outro indicador otimista para a epidemia no Brasil é o valor mais recente do número básico de reprodução, R0, que estima quantas pessoas cada infectado pelo vírus contagia. Segundo levantamento do Imperial College de Londres, o R0 brasileiro caiu de 1 para 0,94 na última semana, o menor desde abril. O valor abaixo de 1,0 indica que a expansão da epidemia deu lugar a uma (leve) contração.

O Imperial College ponderou em seu último relatório que as notificações de casos e mortes no Brasil estão passando por mudanças e, por isso, a análise dos dados do país exige cautela.

Dentro da margem de erro adotada, o R0 brasileiro pode variar de 0,90 para 1,01. Em julho, o país apresentou média de 1,01, e foi classificado como “fora de controle”. O Brasil tem agora taxa menor do que outros países sul-americanos, como Venezuela (1,06), Argentina (1,09) e Paraguai (1,32).

Um dos fatores especulados para explicar a desaceleração da epidemia no Brasil é a “imunidade de rebanho”, que ocorre quando grande parcela da população já se infectou e ganha algum grau de proteção contra novos contágios.

— Pode ser que, em alguns lugares muito atingidos, como Amazonas, Pará e Maranhão, as populações estejam chegando a um percentual alto de imunidade e com isso haja uma disseminação menor dos casos, mas isso não quer dizer ainda que já tenham imunidade de rebanho — diz o médico Alberto Chebabo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. — No país inteiro ainda existe muita gente suscetível. No Rio de Janeiro tivemos um pico grande entre maio e junho, depois em julho começou a cair, mas as mortes voltaram a crescer assustadoramente agora.

Rebanho suscetível

O infectologista concorda que a tendência das próximas semanas é mesmo de queda, mas pede cautela.

— Existe motivo para ser otimista, mas o processo de flexibilização em cada lugar precisa ser feito devagar, ao contrário daquilo que foi feito no Rio, onde vemos esse repique — alerta.

Apesar da queda no número de mortes, o número de novos casos, incluindo as ocorrências não letais, custa a esboçar queda.

Especialistas atribuem esse fenômeno, em parte, à maior capacidade de testagem que o país foi construindo aos poucos. Agora um número maior de casos leves está sendo diagnosticado. Não se sabe, porém, se uma parte desse componente se deve aos “repiques”. É muito provável que hoje ou amanhã o país chegue à marca dos 4 milhões de casos registrados.

Por ainda estar sujeita a algumas incertezas, a interpretação da queda nos números de mortes ficará “sob observação”, diz Lotufo.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pedro disse:

    Atenção mané, vcs soltam baba quando querem usar o cérebro, cuidado isso pode disseminar o vírus.

  2. Sou Ladrão disse:

    Liberou geral e a contaminação pelo vírus cai drasticamente. Huuummm Bolsonaro tinha razão ou foi a PF com a operação Covidão kkkk

    • Manoel disse:

      Nao lave a mão, nao use álcool em gel, nao use máscara e aceite cuspirem na sua cara, gado.
      Siga seu líder.

Coronavírus: Brasil registra 1.163 óbitos e 34.177 casos nas últimas 24h, total de mortes chega a 77.851 e infectados são 2.046.328

Imagem: reprodução

O Ministério da Saúde divulgou os dados mais recentes sobre o coronavírus no Brasil nesta sexta-feira (17):

– Registro de 1.163 óbitos nas últimas 24h, totalizando 77.851 mortes;

– Foram 34.177 novos casos de coronavírus registrados, no total 2.046.328 pessoas já foram infectadas.

– O número total de recuperados do coronavírus é 1.321.036, são mais 24.708 pacientes curados em relação ao boletim de ontem. Outros 647.441 pacientes estão em acompanhamento.

TRAGÉDIA EM GENIPABU: Briga de casal acaba com os dois mortos

Uma discussão envolvendo um casal, em uma residência em Genipabu, no município de Extremoz, no litoral norte potiguar, acabou em tragédia na tarde desta quinta-feira(16), com as mortes de marido e mulher, a golpes de faca.

Ainda não se sabe o que foi discutido a ponto de terminar no desfecho trágico com vias de fato.

Informações preliminares dão conta que a mulher ainda chegou a ser atendida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência(SAMU), mas não resistiu.

Um policial confirmou ao Blog a ocorrência. A mulher foi identificada como Karenine Rêgo, de 49 anos, enquanto o homem, de 62 anos, foi reconhecido como Luiz Guilherme.

A Polícia Militar esteve no local, assim como o Itep, para perícia e recolhimento dos corpos.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Giovanni Sérgio Rêgo disse:

    Bruno, bom dia.
    Está “tragédia em Genipabu” não foi resultado de uma única briga doméstica , mas, sim, um desfecho trágico de uma relação abusiva , uma modalidade atroz e covarde que é o crime de ódio baseado no gênero e na violência contra a mulher no ambiente doméstico. Perdi uma irmã, mulher que por anos foi vítima silenciosa do menosprezo pela condição feminina e que em ato final reagiu ao agressor.
    Na nossa dor um alerta para que homens lutem e mulheres reajam a essa brutalidade persistente pautada no ódio em função do gênero.

    • bruno disse:

      Um grande abraço e os nossos sentimentos. Conheci sua irmã em Genipabu, fizemos parte do mesmo bloco, e da mesma época maravilhosa da praia.

Canadá se aproxima de zero em número de mortes por covid-19

Foto: © Reuters/Patrick Doyle/Direitos Reservados

As iniciativas do Canadá para achatar a curva de casos do novo coronavírus colocaram o país próximo de zero no número de mortes por covid-19 pela primeira vez desde março, mas as autoridades veem sinais preocupantes de possível nova onda conforme as províncias suspendem as restrições.

Durante meses, os canadenses seguiram regras rígidas de saúde pública sobre movimentos sociais, enquanto as dez províncias fecharam rapidamente grandes partes de suas economias, aumentaram a realização de testes e a capacidade das unidades de tratamento intensivo.

Algumas províncias proibiram viagens internas, enquanto Ottawa proibiu a entrada de visitantes internacionais, fechou a fronteira terrestre para viagens não essenciais com os Estados Unidos – que se tornaram um epicentro global da pandemia -, destacando também equipes militares para trabalhar em casas de repouso atingidas pelo vírus.

Oito novas mortes por causa do novo coronavírus foram registradas na noite de terça-feira (14), atingindo um total de 8.798, segundo dados do governo, enquanto o número total de casos cresceu em 331, para 108.486. Em contraste, os Estados Unidos estabeleceram recentemente um recorde diário de 60.500 novos casos registrados, enquanto o número total de mortes subiu para mais 135 mil.

Especialistas em saúde e políticos temem que os sacrifícios feitos pelos canadenses possam ser em vão, conforme o país se dirige à reabertura total, incluindo escolas, especialmente na região central, a mais populosa do Canadá. As autoridades dos Estados Unidos lutam para conter a propagação dos casos ao sul da fronteira.

“Todos estão se preparando para uma potencial alta de casos… Eu acredito que isso seja inevitável”, disse Isaac Bogoch, especialista em doenças infecciosas no Hospital Geral de Toronto.

“Reabrir a economia não é um caminho linear. Haverá reveses e nós, muito provavelmente, teremos de restabelecer restrições de saúde pública em algumas áreas por causa de eventuais números inaceitáveis de novos casos.”

Agência Brasil, com Reuters

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Dr. Veneno disse:

    La já tem a vacina…
    Uma caicoense colega minha, q mora lá, acabou de enviar no grupo.
    R$ 1.143 a dose.

  2. mane disse:

    Populacao 6x menor que o Brasil, país gigante, cidades minusculas, pouco densas e isoladas em sua maioria… Frio do cacete mantem as pessoas afastadas de eventos externos e aglomeracoes entre janeiro e maio. Vamos ver durante o verao como vai ser o milagre. Realmente nao da pra comparar, as seis maiores cidades tem metade da populacao do país e a soma mal chega a população da cidade do Rio…

    • Santos disse:

      Uma pergunta:
      O verão do ano que vem?
      Pq desse ano já está acabando do meio pro fim.

  3. Manoel disse:

    Nossa, será q usaram ivermectina lá?
    Nao achei em nenhum lugar no trcto isso.

  4. Santos disse:

    Eu não li o nome IVERMECTINA nessa matéria. Mas alguém tb não leu?
    Na vdd ví a aplicação das mesmas medidas pdefendida pelo ministério da saúde, ainda sob o comando do ex-ministro Mandeta que foi rechaçada fortemente e publicamente pelo presidente.
    Brasil sendo Brazil.

  5. Soraya disse:

    Igual o Brasil kkkkk.

  6. Chico da Burra disse:

    Esses países conseguem esses feitos, não somente pelas ações de seus governos, mas, também, pela educação de seu povo!!!

Aumento de mortes por causas naturais é 3 vezes maior entre pretos e pardos do que entre brancos

Foto: Agência Brasil

As pessoas que se declaram pretas e pardas são as que mais morreram durante a pandemia do novo coronavírus por causas naturais. O crescimento total de mortes entre pretos e pardos representa quase o triplo do aumento de óbitos entre brancos.

Embora as mortes gerais no país tenham subido 13% desde o início da crise sanitária, há quatro meses, dados do Portal da Transparência do Registro Civil indicam que o aumento dos óbitos na população ocorreu de maneira desigual, quando comparado com os números do ano passado.

Enquanto entre os pretos o crescimento no total de mortes foi de 31,1% e entre os pardos de 31,4%, para os brancos esse índice foi de 9,3%. Para a população indígena, o aumento foi de 13,2% e para os amarelos, 15,3%.O detalhamento das mortes é possível por conta das certidões de óbito repassadas aos cartórios.

As doenças respiratórias também fizeram mais vítimas pretas e pardas. O aumento de óbitos por insuficiência respiratória, pneumonia, septicemia e Síndrome Respiratória Grave (SRAG) e também por Covid-19, foi de 72,8% para os pardos e 70,2% para os pretos. Como O GLOBO mostrou já suspeita de que um número significativo de óbitos registrados por SRAG seja, na verdade, resultante de coronavírus.

O avanço de óbitos por doenças respiratórias também é alarmante entre a população indígena, que registrou um incremento de 45,5%. O total de amarelos que morreram por essas doenças subiu 40,4%. Contudo, entre os a população que se declara branca, o crescimento foi de 24,5%.

Os pretos e pardos também estão morrendo mais por doenças cardíacas, como derrames, infartos e paradas cardiorrespiratórias. Entre março e junho, foram registradas 13,7% mortes a mais de pretos por essas doenças e 8,4% a mais, no caso dos pardos. Mas os brancos tiveram uma melhora nesse índice, que caiu 0,5% no período.

O Globo

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. aof disse:

    Como sempre, jogando uns contra outros.

RN é o único estado do nordeste em queda em mortes por covid-19 no país nas últimas 24 horas, destaca Consórcio Imprensa

Foto: Reprodução

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da epidemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desse domingo (12).

O país registrou 659 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 72.151 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil na última semana foi de 1.036 por dia, uma variação de 4% em relação aos óbitos registrados em 14 dias. Em casos confirmados foram 25.364 registrados no último dia, com o total de 1.866.176 de brasileiros infectados pelo novo coronavírus.

No total, 9 estados mais o Distrito Federal apresentaram alta de mortes: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO e PB.

Brasil, em 12 de julho

Total de mortes: 72.151

Mortes em 24 horas: 659

Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.036 por dia (variação em 14 dias: +4%)

Total de casos confirmados: 1.866.176

Casos confirmados em 24 horas: 25.364

Média de novos casos nos últimos 7 dias: 37.370 por dia (variação em 14 dias: +1%)

Estados e DF

Veja como o número de novas mortes tem variado nas últimas duas semanas, considerando os dados até o consolidado de 12 de julho :

Subindo: PR, RS, SC, MG, DF, GO, MS, MT, TO e PB

Em estabilidade: ES, SP, AM, RO, RR, AL, BA, CE, MA, PE, PI e SE

Em queda: RJ, AC, AP, PA e RN

Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás

Com G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    O protocolo, apesar de sem comprovação, parece q funciona…Se tivessem começado antes…

  2. Maria disse:

    Parabéns, dr FERNANDO SUASSUNA!

  3. Silva disse:

    O protocolo no uso da Ivermectina e Azitromicina foi o secretário de saúde do município juntamente com o pessoal da associação médica. O governo do Estado não queria usar esse protocolo.

  4. Gibira disse:

    Se fossemos depender da Desgovernadora do Estado estaríamos lascados, fez quase nada e ainda pagou 5 milhões por respiradores que até hoje não chegaram.

  5. Carlúcio disse:

    Parabéns a todos.

  6. Manoel disse:

    Parabéns governadora e prefeito que mesmo trabalhando em separados sempre estiveram a favor da vida e do isolamento social. Parabéns a governadora por abrir mais de 300 leitos de uti no estado. Parabéns ao prefeito por tentar testar muita gente. Parabéns aos enfermeiros e médicos que tiveram de enfrentar além do vírus, a irresponsabilidade do presidente e crendices como remédios milagrosos.
    Nao é hora ainda de baixar a guarda. Lave a mão, use máscara, mantenha distância das pessoas. Juntos venceremos essa batalha!!!

  7. James disse:

    Parabens a Dr Albert Dickson que início esse protocolo e que Ta dando certo aqui. Esperamos que se espalhe por todo o Brasil .

  8. Mecio das Quintas disse:

    Não é nas últimas 24 horas e sim na média móvel (últimos 7 dias )

  9. Julia disse:

    Pois eh. Graças a Deus a governadora e prefeito de Natal, usaram o protocolo do SUS. Hidroxicloroquina e ivermectina com Azitromicina

    • Vera disse:

      Governadora? E temos governadora?”,minha filha?? Deixe de mentira.

    • Antenado disse:

      Aonde e quando foi que o governo do RN autorizou o protocolo com o tratamento precoce? Diga aí. Estou curioso.

  10. Marcos Benício disse:

    Que bom. Parabéns RN!

  11. Flávio disse:

    Protocolos utilizados mostrando os resultados !!

  12. Tarcísio Eimar disse:

    Q continue assim

DADOS DO LAIS: Nas última 24 horas não tiveram mortes por covid-19 no RN

Foto: Reprodução

Boa  notícia. Conforme dado dos Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS), do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) na manhã desta segunda-feira(13), nas últimas 24 horas, não foram registradas mortes pelo novo coronavírus no Rio Grande do Norte.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge disse:

    Será porque os laboratórios não funcionam nos domingos?

  2. Nilda disse:

    Gracas a DEUS
    Que DEUS nos proteja sempre
    Obrigado noticia maravilhosa

  3. Marcos Benício disse:

    Que notícia boa! 👋👋👋👋