Judiciário

“Recuo” de Bolsonaro não vai mudar comportamento do STF, dizem ministros, que citam importância de ‘colocar limites’

O recuo do presidente Jair Bolsonaro em seus ataques ao Judiciário não vai mudar o comportamento do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação a atos do governo ou de aliados considerados golpistas, antidemocráticos ou ilegais. A avaliação foi obtida pelo blog em conversas com ministros da Suprema Corte.

Em carta divulgada na quinta-feira (9), Bolsonaro voltou atrás nos ataques que fez à democracia e ao Supremo durante as manifestações antidemocráticas de 7 de setembro. Chegou a dizer que nunca teve a intenção de atacar instituições democráticas

Segundo um ministro, não faz sentido imaginar que depois de o presidente recuar o STF passaria a ter outra atuação em relação a atos de Bolsonaro e de seus seguidores. Seria, segundo esse ministro, admitir que o Supremo estaria errando, o que não é o caso.

Outro ministro destacou ao blog que o recuo do presidente mostra, inclusive, que o tribunal está cumprindo o seu papel de atuar de forma independente para colocar limites no governo Bolsonaro quando ele baixa medidas inconstitucionais e ilegais.

E que os limites foram dados também aos militantes bolsonaristas quando usam redes sociais e defendem nas ruas pautas antidemocráticas. “Esse é o papel que a população espera da Suprema Corte”, disse ele.

O blog ouviu também de um ministro que a retratação do presidente, em seus ataques ao STF, “não mudará nada” dentro do Supremo, porque o tribunal age de acordo com a Constituição.

Acrescentou ainda que não foi o STF que procurou o ex-presidente Michel Temer, responsável pela proposta de Bolsonaro divulgar uma “Declaração à nação” como um pedido de paz entre o Executivo e o Judiciário.

O documento divulgado por Bolsonaro foi elaborado por Temer, que veio a Brasília trazido em avião do governo federal.

Ministros do STF dizem que todos os 10 pontos citados na nota mostram um “evidente e declarado recuo” de Bolsonaro, porque a atitude do presidente estavam exatamente na direção contrária.

Por sinal, ministros esperam que, desta vez, o presidente não “recue do seu recuo”, como já fez em outras oportunidades.

Apesar dessa expectativa, a avaliação dentro do Supremo é que o presidente, assim que o clima ficar mais calmo e ele conseguir aprovar suas medidas no Congresso Nacional, voltará aos ataques. “Se é que isso não acontecerá bem antes”, acrescentou um ministro do STF.

Blog do Valdo Cruz – G1

Opinião dos leitores

  1. Esse blogueiro Valdo Cruz do G1 é aquele mesmo pilantra da globonews. O cara passa o dia todo falando de bolsonaro.. já está até com a boca torta! Não tem credibilidade é um pobre cão mandado…

  2. “Um general que avança sem desejar fama e recua sem temer o descrédito, cujo único pensamento é proteger seu país e prestar um bom serviço ao soberano, é a jóia do reino.”
    Foi isso que o MITO fez.
    Fechado com Bolsonaro.

    Sun Tzú

  3. O problema não é o presidente minimizar o tom com o supremo, se o supremo continuar a cuspir na constituição federal o Povo brasileiro não aceitará em com certeza irá dar a resposta a esse tribunal sem nenhuma credibilidade e sem nenhum respeito ao povo, todo poder emana do povo e o povo exige respeito, se a liberdade de expressão e de pensamento não tiver respeito ninguém também respeitará o supremo, acho pouco provável essa corte continuar cometendo crimes contra a sociedade. Assim espero.

  4. E quem diabos ainda acredita na palavra do MINTO das rachadinhas? Só mesmo o gado véi contaminado com o vírus da vaca louca pq até os demais já estão deixando de acreditar nas mentiras desse presidente inepto… KKKKKK

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Mundo

Chance de matar líder supremo do Irã definiu momento do ataque

Foto: Iranian Leader Press Office/Getty Images

O momento da ofensiva contra o Irã foi definido por uma combinação de fatores militares, estratégicos e políticos. A manhã de sábado (28) teria sido escolhida porque o líder supremo Ali Khamenei se reuniria com seus principais assessores de segurança em Teerã, entre eles Ali Shamkhani e Mohammad Pakpour. Segundo o jornal Financial Times, a inteligência israelense monitorava deslocamentos na capital iraniana e serviços americanos teriam confirmado o encontro por meio de fonte humana.

De acordo com relatos, estrategistas consideravam que, caso a campanha começasse sem atingir o topo da hierarquia, os líderes buscariam abrigo e a oportunidade seria perdida. O complexo onde ocorria a reunião foi alvo de dezenas de mísseis disparados por aviões israelenses. Nem todos os presentes morreram — Ali Larijani, por exemplo, sobreviveu —, mas autoridades afirmam que dezenas de comandantes militares e civis foram mortos na ação.

Khamenei, de 86 anos, dispunha de bunkers, mas mantinha rotina ativa em seu gabinete. Analistas avaliam que, após protestos internos recentes contra o regime, o líder estaria ciente do risco de ser alvo direto. A chamada “decapitação” do comando iraniano era vista por planejadores como movimento decisivo para enfraquecer a capacidade de reação imediata do país.

No campo estratégico, pesou ainda a possibilidade de o Irã receber da China mísseis antinavio supersônicos, considerados de difícil interceptação por sistemas de defesa americanos. A eventual chegada desse armamento poderia alterar o equilíbrio militar na região e aumentar a vulnerabilidade de navios dos Estados Unidos no Golfo.

O contexto político também influenciou o cálculo. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, relacionou a ofensiva ao simbolismo do feriado judaico de Purim em pronunciamento oficial. Já nos EUA, pesquisa Ipsos/Reuters indicou apoio limitado da opinião pública à ação militar, sinalizando que o conflito pode ter impacto direto no cenário eleitoral americano.

Com informações da CNN

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Geral

Lulinha vai acusar amiga lobista de usar seu nome em Farra do INSS

Foto: Arte/ Metrópoles

A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, vai sustentar que a lobista Roberta Luchsinger utilizou seu nome sem autorização para fechar negócios com Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A estratégia é afastar o empresário do suposto esquema revelado por delações de ex-integrantes do alto escalão do Instituto Nacional do Seguro Social.

A informação é da colunista Andreza Matais, do Metrópoles. O caso está sob relatoria do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que determinou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telefônico de Lulinha. Documentos apontam que ele viajou com o Careca do INSS em novembro do ano passado, em deslocamento pago pelo operador. A defesa inicialmente negou que tivessem viajado juntos, mas, diante dos registros das passagens, passou a afirmar que não houve fechamento de negócios.

Além de se distanciar de Luchsinger, a defesa pretende atribuir responsabilidades ao sócio Kalil Bittar e à publicitária Danielle Miranda Fonteles, reforçando que o nome de Lulinha teria sido usado para abrir portas sem seu consentimento.

Segundo a Polícia Federal, Luchsinger teria intermediado tratativas envolvendo a venda de canabidiol ao Sistema Único de Saúde e integraria o núcleo político da organização investigada. Mendonça negou pedido de tornozeleira eletrônica, mas determinou a entrega do passaporte e proibiu sua saída do país.

Em despacho, o ministro citou mensagem de áudio enviada pela lobista ao Careca do INSS com menção a Lulinha e referência a antigos boatos envolvendo a marca Friboi. A defesa afirma que ele não participou de negociações ilícitas e que seu nome foi explorado por terceiros, enquanto as investigações seguem em andamento.

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Política

MDB confirma mais três grandes lideranças na disputa por vagas na Assembleia

Foto: Divulgação

O MDB-RN segue consolidando uma nominata competitiva para as Eleições 2026 e confirmou a chegada de três importantes lideranças para compor a chapa de pré-candidatos a deputado estadual: Antônio Jácome, Josivan Bibiano e Ivan Júnior.

Antônio Jácome traz ao partido a experiência de quem já exerceu mandatos como deputado estadual, deputado federal e ocupou o cargo de vice-governador do RN.

Josivan Bibiano construiu sua história como prefeito de Serra do Mel por quatro mandatos, consolidando liderança na região Oeste e ampliando a presença do partido no interior do estado.

Já Ivan Júnior foi prefeito de Assu por dois mandatos e presidiu a Federação dos Municípios do RN (Femurn), período em que se destacou pela defesa dos municípios e pelo diálogo institucional com diversas regiões do RN.

Com as novas confirmações, o MDB se aproxima de fechar os 25 nomes que irão compor a nominata para deputado estadual, reforçando a estratégia de montar um time forte, representativo e competitivo em todas as regiões do estado.

A expectativa do partido é que, com um time forte, competitivo e distribuído em todas as regiões, consiga eleger pelo menos três a quatro deputados estaduais em 2026.

O presidente estadual do MDB, Walter Alves, destacou a importância das novas filiações e o momento vivido pelo partido. “Recebemos Antônio Jácome, Bibiano e Ivan Júnior com muita alegria e senso de responsabilidade. São lideranças com serviços prestados e reconhecimento popular. A chegada desses nomes mostra a força do MDB, a confiança no nosso projeto e a construção de uma nominata sólida, preparada para representar bem o RN”, afirmou.

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Política

Ex-secretária do “Careca do INSS” nega pagamentos a Lulinha e se esquiva de polêmica

Foto: Arquivo

Aline Cabral, ex-secretária de Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, negou nesta segunda-feira (2), durante depoimento à CPMI do INSS, ter emitido passagens ou feito pagamentos a Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”. A negativa veio em resposta a questionamentos do deputado Rogério Correia (PT-MG).

Ao ser questionada pelo relator Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), Aline admitiu ter emitido passagens para Danielle Fonteles, publicitária ligada ao PT que trabalhava com Antunes, mas manteve que nunca pagou pelos bilhetes de Lulinha nem realizou qualquer pagamento em nome do filho do presidente Lula. Ela confirmou, porém, que tinha acesso ao cofre localizado na sede das empresas, em Brasília.

O depoimento acontece no contexto do escândalo que envolve Antunes e as associações ligadas ao INSS, revelado pelo Metrópoles a partir de dezembro de 2023. Segundo as investigações, a arrecadação das entidades com descontos de mensalidade de aposentados chegou a R$ 2 bilhões em um ano, enquanto milhares de processos por fraude nas filiações eram registrados.

As apurações da Polícia Federal e da CGU resultaram na Operação Sem Desconto, deflagrada em abril de 2025, que levou à demissão do presidente do INSS e do ministro da Previdência da época.

Aline Cabral disse não ter participado do esquema e que desconhecia a origem da fortuna de Antunes ao ser contratada. Ela iniciou como secretária, cuidando de passagens e imóveis, e depois assumiu o cargo de chefe de Gestão de Pessoas nas empresas de telemarketing do lobista, permanecendo no centro das operações administrativas, mas sem envolvimento nos pagamentos questionados pela CPMI.

 

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Geral

Moraes barra defesa de Tagliaferro e confirma audiência do ex-assessor para 17 de março

Foto: Reprodução

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, rejeitou nesta segunda-feira (2) o pedido da defesa de Eduardo Tagliaferro para anular a citação no processo em que ele é réu. O ex-assessor queria que a Justiça reconhecesse “nulidade absoluta” da citação por edital e determinasse que fosse feita exclusivamente por carta rogatória — instrumento usado para atos processuais no exterior.

Na decisão, Moraes afirmou que determinou a citação por edital porque Tagliaferro está “em local incerto e não sabido”, ou seja, com endereço desconhecido, e atualmente em país estrangeiro. Segundo o ministro, há “ciência inequívoca” da acusação por parte do réu, o que afastaria qualquer prejuízo à defesa. Por isso, indeferiu o pedido.

Tagliaferro responde por suposta prática de três crimes: coação no curso do processo, obstrução de investigação envolvendo organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito. Citação é o ato que chama oficialmente o réu para integrar o processo e apresentar defesa.

Moraes também marcou audiência de instrução para 17 de março, às 13h, por videoconferência. O ato será presidido pela juíza auxiliar Flávia Martins de Carvalho, do gabinete do ministro, e ouvirá testemunhas arroladas na denúncia, além do interrogatório do réu.

Em novembro do ano passado, a Primeira Turma do STF tornou Tagliaferro réu após denúncia da PGR, que sustenta que, entre maio e agosto, ele teria violado sigilo funcional ao divulgar diálogos mantidos com servidores do STF e do TSE, além de embaraçar investigações. Também afirma que ele teria ameaçado revelar novas informações sigilosas após deixar o Brasil.

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Política

Brisa Bracchi vai depor no mesmo dia em que pode perder o mandato

Foto: Sarah Carvalho/CMNAT

A vereadora Brisa Bracchi (PT) foi notificada para prestar depoimento pessoal nesta quinta-feira (5), às 17h, na Sala de Reuniões da Presidência da Câmara de Natal. A data coincide com o encerramento do prazo máximo para a deliberação sobre o pedido de cassação do mandato da parlamentar.

O processo contra Brisa começou em 26 de novembro de 2025, depois que uma denúncia anterior foi arquivada. Em 19 de dezembro, a vereadora apresentou defesa prévia, negando irregularidades na destinação de emendas parlamentares e alegando perseguição política.

A representação é do vereador Matheus Faustino (União). Ele acusa Brisa de ter usado R$ 18 mil de emenda para custear o evento cultural “Rolé Vermelho”, realizado em 9 de agosto, que, segundo Faustino, acabou se transformando em ato político-partidário.

A vereadora publicou, na véspera, vídeo afirmando que a atividade celebraria a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Após repercussão, os artistas renunciaram aos cachês, eliminando qualquer prejuízo ao erário.

Faustino também aponta que Brisa teria direcionado emendas a eventos com cobrança de ingresso, o que, segundo ele, caracterizaria enriquecimento privado com verba pública, desvio de finalidade e uso político-ideológico de recursos culturais.

A desembargadora Martha Danyelle determinou em 26 de fevereiro a reabertura da fase de instrução, atendendo a recurso da parlamentar que alegou não ter sido ouvida pessoalmente antes do fim da etapa inicial.

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Política

Flávio assume defesa de Bolsonaro no STF e pode ampliar visitas na Papudinha

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O ex-presidente Jair Bolsonaro incluiu o filho, o senador Flávio Bolsonaro, como um dos advogados na ação de execução penal que tramita no STF, no âmbito do inquérito da tentativa de golpe. A designação foi formalizada por petição protocolada na tarde de segunda-feira (2) pelos demais integrantes da defesa.

O documento informa que Bolsonaro “substabelece com reservas de iguais poderes” ao advogado Flávio Nantes Bolsonaro, inscrito na OAB no Rio de Janeiro e no Distrito Federal. A inclusão também foi confirmada pelo senador, por meio de nota, conforme o Metrópoles.

Caso o pedido seja aceito pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do processo, Flávio poderá ter mais liberdade para visitar o pai na Papudinha. Pela legislação, advogados podem visitar clientes diariamente e mais de uma vez por dia — diferente de familiares e amigos. Até então, como filho, ele estava autorizado a visitar Bolsonaro às quartas-feiras e aos sábados.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão no processo da tentativa de golpe. Flávio é advogado com situação regular na OAB e passa a integrar oficialmente a equipe de defesa no caso que corre no STF.

 

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Política

FARRA DO INSS: Mendonça libera inquérito à defesa de Lulinha após PF pedir investigação

Foto: Reprodução/Redes sociais

O ministro André Mendonça, do STF, liberou o acesso da defesa de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, ao inquérito da Polícia Federal que apura a chamada “Farra do INSS”. A defesa havia solicitado vista dos autos em 19 de janeiro.

A PF pediu autorização ao STF para investigar Lulinha depois que o nome dele apareceu em mensagens ligadas ao lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Ele está preso desde setembro, sob suspeita de comandar um esquema milionário de fraudes previdenciárias.

Segundo a investigação, Lulinha foi citado como possível sócio oculto do lobista e é suspeito de ter recebido uma mesada de R$ 300 mil, de acordo com o depoimento de uma testemunha. A defesa nega qualquer envolvimento, afirma que ele não é sócio oculto e diz que nunca recebeu valores do empresário. O advogado Guilherme Suguimori Santos declarou que prestará esclarecimentos ao STF, “foro adequado para a apuração”.

A pedido da PF, Mendonça autorizou a quebra do sigilo bancário de Lulinha. Já a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS também aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal em reunião tumultuada; a base governista contesta a contagem de votos e acusa a presidência do colegiado de irregularidade.

Conforme revelado em janeiro, mensagens apreendidas mostram que o Careca do INSS teria mandado entregar um medicamento no apartamento onde Lulinha morava, em São Paulo, em dezembro de 2024; ele afirmou desconhecer o fato e negou relação de proximidade com o lobista.

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Mundo

Irã fecha Estreito de Ormuz e ameaça queimar navios que tentarem atravessar a rota do petróleo

Foto: Fatemeh Bahrami/Anadolu Agency/Getty Images

O Irã declarou nesta segunda-feira (2) o fechamento total do Estreito de Ormuz, rota marítima vital por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido no mundo, e avisou que qualquer navio que tentar passar será atacado ou incendiado, segundo a própria Guarda Revolucionária iraniana.

Foto: Reprodução/Metrópoles

A medida é uma resposta direta aos ataques militares dos Estados Unidos e de Israel que mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, em ofensiva iniciada no último sábado (28). A Guarda Revolucionária anunciou que Forças Armadas e marinha irão agir para impedir a passagem de embarcações na área.

Foto: Getty Images

O bloqueio já está afetando o mercado de petróleo: o preço do barril de Brent subiu para cotas recordes em meses, refletindo o risco de escassez global se a crise se estender. Navios comerciais e empresas do setor já suspenderam a travessia, e companhias de seguro marítimo cancelaram coberturas de risco de guerra no Golfo, elevando o custo do transporte.

 

Opinião dos leitores

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Saúde

Alta procura: 108 candidatos disputam vagas na Residência Médica do Hospital do Coração

Foto: Divulgação

O Hospital do Coração deu início, nesta segunda-feira (2), às atividades da nova turma de Residência Médica. O processo seletivo contou com 108 candidatos inscritos, que disputaram vagas nas especialidades de Anestesiologia, Cardiologia e Medicina Intensiva.

Reconhecido pela formação de especialistas altamente qualificados, o Programa de Residência em Cardiologia da instituição é credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), órgão vinculado ao Ministério da Educação (MEC), e possui duração de dois anos. A certificação assegura que o programa atende aos critérios nacionais de qualidade e às diretrizes estabelecidas para a formação médica no país.

A Residência Médica é considerada o padrão-ouro na especialização de profissionais da área da saúde, por aliar formação teórica consistente à prática intensiva supervisionada. Durante o período de formação, os residentes atuam diretamente na assistência hospitalar, acompanhando casos clínicos, participando de procedimentos e integrando equipes multiprofissionais.

Mais do que formar especialistas, o Hospital do Coração reforça seu compromisso como instituição de ensino e de transformação social. Ao investir na qualificação médica, a unidade contribui para o fortalecimento da assistência em saúde, promovendo atendimento com excelência técnica, ética profissional e compromisso com a vida.

A chegada da nova turma marca mais um ciclo de formação e reafirma o papel da instituição como referência na capacitação de médicos e no cuidado cardiovascular.

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