7 desolações que só um natalense atravessa em dias de chuva

por Dinarte Assunção

Chove em Natal e a gente tem que rezar ou fugir para lugares altos. Os anos de irresponsabilidade dos gestores de plantão nos trouxeram a essa Veneza em que se torna a cidade.

Como até o reino mineral sabe, a Noiva do Sol é amante da chuva. É como o encontro do fogo e da gasolina e você já vai aceitando que no final será vencido por pelo menos uma das sete situações abaixo. Tão logo a água toca o asfalto de qualidade duvidosa da Semsur, nos sentimos como os náufragos do Titanic tentando escapar do irremediável.

 

 

1) Você tem que aceitar que vai ser um dia ruim. Qualquer corredor da cidade terá um ponto de alagamento que lhe obrigará a atravessar um trânsito confuso. Nem a mais fervorosa prece amenizará a desolação que é está às 7h na linha 73, na Bernardo Vieira, sabendo que você só vai conseguir descer no Praia Shopping às 9h30.

 

2) Isso se o ônibus não quebrar. Em contato com água, o chão de Natal se abre em crateras, logo submersas. Andar pela cidade é um campo minado. Então, seu ônibus despenca num desses abismos e o motorista grita enquanto a água açoita as janelas: “Vai vir outro aí atrás”. Pra piorar, alguém está com o som do telefone insuportavelmente alto.

 

 

3) Quem vai para as paradas de ônibus, contará com o impoderável do destino. Se em dias de sol, já é um salve-se quem puder no trânsito, em dias chuva, o condutor de veículo só pensa em sobreviver. Talvez, por instinto, alguns deles decidam avançar sobre poças de água, mesmo com espaço livre na pista, ensopando de lama quem está nas calçadas. Evite usar roupas legais em dias de chuva em Natal.

 

 

4) Ter que se certificar que o seguro do carro está em dia é desesperador para quem não encontra a resposta e decide se arriscar pelos rios caudalosos que cortam a cidade. As probabilidades de você acionar o serviço por ocorrência de sinistro se multiplicam em dias de chuva em Natal. Implore a Deus para não precisar, pois até o seguro chegar à sua ocorrência, uma vida inteira terá se passado.

5) Nem os mais organizados escapam ao caos. Abrir o aplicativo de navegação é frustrante. São tantas notificações de atenção pela tela do celular que elas mal cabem no smartphone. Quando você dá um zoom, percebe que as ruas estão todas traçadas em vermelho, indicando riscos no trânsito. Você sente o desespero comprimir seu peito.

 

 

6) O ódio lhe consome quando, após uma chuva torrencial, o sol aparece do nada e fotos de gente na praia pipocam no seu Instagram com a legenda “Dia lindo de Sol após uma chuvinha”. E você ainda nem conseguiu tirar a lama da roupa.

 

 

7) Você acha que atingiu a escala máxima de ódio, até que aparece uma mensagem da prefeitura orientando sobre medidas de segurança para dias de chuva. O texto, que é o mesmo desde Adão e Eva, é o epitáfio de seu dia

Bad Hair Day Snl GIF by Saturday Night Live - Find & Share on GIPHY
OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Adriano disse:

    Matéria de quinta.

  2. Junior Pinheiro disse:

    Ai eu pergunto: um cara que não administra a cidade quer ser GOVERNADOR. …???? Passeia pela ZN que ficarás com mais raiva ainda….!!!!!

  3. 🄿🄰🅄🄻🄾 🄼🄰🅁🅃🄸🄽🅂 disse:

    A seção de entretenimento do blog está ficando a cada dia melhor.

  4. Helio Mota disse:

    Bg, pelo amor de Deus não coloque esses animados em seus posts.
    É simplesmente horrível ler a notícia com algo se movendo acima e abaixo dela.

  5. Flávio disse:

    Realmente uma lástima. Aquela latada na Rua São José com Mor Gouveia mostra o descaso do setor público para com os natalenses. E alí embora tenham gasto milhões as enchentes continuam. Aí pergunto e os órgãos de fiscalização estão cegos? Sei não viu. ESSAS Oligarquias pintam e bordam e continuam mangando da miséria do povo. Vergonha!!!!

  6. Luiz Fernando disse:

    Aí já é caso de loucura, chamem um psiquiátra urgente.

Radar que mais multa em Natal está, pasmem, sobre a água

por Dinarte Assunção

O radar que mais multa em Natal está sobre o rio Potengi.

É na descida da Ponte Newton Navarro, no sentido Praia da Redinha, que está o equipamento que mais multou por excesso de velocidade no ano passado: foram 3.223 infrações.

Curiosamente, no sentido oposto, também há um equipamento, e ambos são conhecidos por motoristas que costumam passar no local. Mas o radar do sentido contrário sequer aparece no topo da lista dos equipamentos que mais multam.

Importante esclarecer que radar e lombada eletrônica só são capazes de capturar infração por excesso de velocidade, ao contrário de fotossensor, que captura infração por avanço do semáforo.

Em segundo lugar no ranking dos radares que mais multam está o equipamento situado na Avenida Bernardo Vieira, sentido zona Norte, antes do cruzamento com a Avenida 5. Foram 1.872 multas no ano passado.

Concluindo o ranking, é na Avenida Felizardo Moura, nas imediações da Rua Boa Vista, também no sentido zona Norte, que está o terceiro equipamento que mais multou por excesso de velocidade. Foram 1.516 infrações no ano passado.

No total, em 2017, radares e lombadas eletrônicas registraram em Natal 66.192 infrações por excesso de velocidade.

Confira:

Total por Radares e lombadas eletrônicas: 66.192

1º – Ponte Newton Navarro, sentido Praia da Redinha: 3.223

2º – Av. Bernardo Vieira, defronte ao nº 2453, sentido Zona Norte: 1.872

3º – Av. Felizardo Moura, imediações da Rua Boa Vista sentido Zona Norte: 1.516

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José mané disse:

    Esse sinal da Bernardo Vieira é o mais escondido do Brásil

  2. José mané disse:

    Esse da Bernardo Vieira antes da Av 5 é o mais escondido na face da terra.

  3. Antonio Turci disse:

    Cruzamento da Bernardo Vieira com a Av. 5? Como se cruzam, se elas são paralelas: ou estou enganado? Alguém pode tirar minha dúvida BG?

    • Daniela disse:

      A 5 é inclinada, cruza com a Bernardo onde havia uma grande loja de móveis, se não me engano

  4. Nerivan disse:

    Devemos ter mais cuidados e obedecer a sinalização que por sinal deixa muito a desejar, agora pergunto para onde vai esse dinheiro dessas multas? Ruas esburacadas é uma sinalização precária!

  5. #ficadica disse:

    Aqui cai uma pergunta: pq os carros ainda saem das montadoras com potência de velocidade acima da permitida em todo território nacional….POR QUE? POR QUER? ALGUÉM SABE RESPONDER?

    • #ficadica disse:

      A lei q regulamenta a velocidade dos veículos é do tempo q as nossas estradas eram corroças …. tá na hora de ser revista….. falaram mto das leis trabalhistas q estavam atrasadas e essa não está?1

    • Tomaz disse:

      Estude!

    • #JF disse:

      Se a pessoa comprar um carro aqui e quiser ir para outro país que a regulamentação de velocidade seja superior e a pessoa queira andar na velocidade máxima lá, como faz ? 😬

  6. WRM disse:

    Se cometeu a infração tem que multar mesmo, no entanto é desanimador você ver tanto dinheiro que entra no DETRAN e o sua péssima qualidade no atendimento. Passei quase 8h pra renovar uma carteira. Má vontade dos atendentes é impressionante.

    • Diego Ribeiro disse:

      Concordo com o cidadão, sempre que preciso do Detran o sistema está fora ar, e o acolhimento ao usuário é péssimo, um povo mau humorado que não lhe olha nos olhos. É péssimo essa é minha opinião.

  7. Chico disse:

    Pra onde vai o dinheiro arrecadado???

Infração de trânsito mais cometida pelo natalense em 2017 foi flagrada por equipamento eletrônico

por Dinarte Assunção

Todos os dias, 627 infrações de trânsito, em média, são registradas em Natal, de acordo com levantamento disponibilizado pela Secretaria de Mobilidade Urbana (STTU) a pedido do BlogdoBG.

Os erros cometidos nas vias da cidade são flagrados por agentes de trânsito, fotossensores, lombadas eletrônicas, radares e, mais recentemente, videomonitoramento.

As infrações mais cometidas são justamente as condutas que são senso comum, ou seja, conhecidas exatamente porque não podem ser feitas. É como se o natalense decidisse se arriscar contrariando a lei.

Ao longo de 2017, foram exatas 229.055 infrações registradas por amarelinhos e equipamentos eletrônicos nas ruas de Natal.

A infração campeã e que depende da fiscalização eletrônica para ser flagrada foi o excesso de velocidade.

Já aquela que depende da fiscalização humana para ser apanhada foi a falta de cinto de segurança.

Confira o ranking geral:

> Total geral (agentes e equipamentos eletrônicos): 229.055

1º – Transitar em velocidade superior a máxima em até 20%: 63.465 | 27,71% do total

2º – Avançar o sinal vermelho do semáforo (eletrônico): 15.044 | 6,57 % do total

3º – Deixar o condutor de usar o cinto de segurança: 12.573 | 5,49% do total

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júnior disse:

    Só mesmo Carlos Eduardo pra botar esse estado nos eixos. Carlos Eduardo 2018

  2. Kennedy Diniz disse:

    Sem duvida o local de maior números de inflaçoes aconteceram na Bernardo Vieira.

  3. CHICO-CHIC disse:

    Certíssimo.
    Parabéns aos amarelinhos, deve ser horrível trabalhar com tanta pressão desses natalenses boçais, que se acham dono de tudo e parente de toda a gente importante.
    E mesmo assim, esses condutores incapazes dizem que é indústria da multa. Não sabem nem entrar e sair de uma rotatória e quando sã autuados, esperneiam que é indústria da multa.

Busca por privacidade : 12,2% dos lares brasileiros são habitados por apenas um morador

O bloco do eu sozinho, -pessoas que decidem morar sozinha – já contabiliza cerca de 7 milhões  de pessoas no Brasil. Número pequeno quando comparado a outros países. Afinal a natureza do brasileiro é manter a família sempre perto, na barra da sai da mãe, enquanto que a cultura mundo a fora estimula a revoado dos filhos assim que adquirem a maior idade, ou condições mínimas de se sustentar.

Saiba mais dessa nova tendência na reportagem publicado na edição de O Globo, deste domingo:

Por Cássia Almeida e Roberta Scrivano

Zilda Brafman mora sozinha em Copacabana. Tem a ajuda quinzenal de um faxineiro e os livros são suas companhias. Comunista, batizou os filhos de Luiz e Carlos, em homenagem a Luiz Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança. Dia 24 de outubro, Zilda completa 98 anos, 86 deles no Brasil. De família judia, veio da Polônia aos 12 anos. Ela é uma das 3,4 milhões de mulheres que moram sozinhas no Brasil. Há ainda outros 3,5 milhões de homens nesta situação e, juntos, representam 12,2% dos lares brasileiros em 2010 com apenas um morador, bem acima dos 8,6% de 2000.

Zilda teve dois filhos. Perdeu o mais novo, Carlos, para o câncer, quando ele tinha 36 anos. O nome dele percorre a conversa num amplo apartamento, decorado com as fotos da família que inclui quatro netos e sete bisnetos. Depois que enviuvou, fez trabalho voluntário. Hoje, as saídas de casa são para compras, pagar contas e visitar a família. Doenças, só a pressão alta e a dificuldade para dormir. Por elas, há os dois únicos remédios que toma diariamente.

— Meu filho cuida de tudo para mim. Sou muito agarrada com ele.

Mesmo com a independência pouco comum para seus 98 anos, Zilda diz que sente só.

— Fico recordando de tudo.

A novela a distrai e livros não faltam: parentes e amigos alimentam a variada biblioteca. Ela diz que está cansada de viver, mas a bisneta Ana, de 8 anos, logo rebate: “Vive vó, vive vó, para chegar aos cem anos”, conta.

Colchão, violão e berimbau

Já o ator Rafael Losso Alvares, de 31 anos, saiu há quatro meses do apartamento que dividia com dois amigos para viver sozinho, em busca de privacidade. Com o dinheiro curto, não pode equipar de vez o novo lar. Sua casa, em Pinheiros, na zona oeste de São Paulo, tinha, há um mês, só geladeira e micro-ondas. Suas refeições eram pratos congelados e miojo. Na sala, a TV de 72 polegadas de LCD contrasta com o ambiente austero. No quarto, um colchão no chão, um violão e um berimbau:

— Fiz a opção de morar sozinho em vez de dividir com alguém um apartamento equipado.

Ele reforça a renda fazendo traduções. Sem cartão, apela à namorada, Daniela, para comprar coisas como máquina de lavar. Aos poucos, a casa começa a ficar completa, mas Daniela, que mora com amigas, prefere recebê-lo em casa a “ficar desconfortável” na casa dele.

 

Dilma foge de protesto pela porta dos fundos do Palácio do Planalto

Tânia Monteiro, de O Estado de S. Paulo

Oito representantes de aposentados do INSS de 27 estados foram recebidos, no Palácio do Planalto, por José Lopes Feijó, assessor especial do ministro-chefe da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, depois de passarem mais de duas horas protestando em frente ao Planalto e fechando o trânsito no local, ao lado de inúmeras categorias de grevistas. Os aposentados do INSS querem 7,38% e o fim do fator previdenciário. A imensa manifestação que tomou conta do local e vai permanecer durante toda a noite desta quarta, obrigou a presidente Dilma Rousseff a deixar o Palácio do Planalto pelos fundos.

Assim que os manifestantes tomaram a praça dos 3 Poderes e avançaram em direção ao Planalto, a segurança, que estava reforçada pela Polícia Militar, foi engrossada pelo Batalhão de Choque, que chegou com escudos, armas em punho, cachorros, provocando reação nos manifestantes, que carregavam faixas “Fora Dilma” e “queremos reajuste”. O Batalhão de choque tomou conta do pé da rampa, enquanto manifestantes gritavam: “Abaixo a repressão, polícia é pra ladrão” .     Quando o chefe da segurança do Planalto, general Amaro, viu o pelotão de choque na rampa entrou em contato com a PM para exigir que eles saíssem do local. “Eles (polícia de choque) não têm de entrar aqui. Aqui é nosso (segurança do Planalto). Eles têm de ficar da rua pra lá”, insistiu. Diante da resistência do militar do Choque deixar o local, o general foi pessoalmente conversar com o responsável pela tropa para que ele deixasse o local. A tropa de choque, então, foi instruída a ficar ao lado da rampa, um pouco mais afastada. Deixaram o local sob vaias e gritos dos manifestantes.

Os aposentados entraram no Palácio com os rostos pintados de verde e amarelo, símbolo dos estudantes na era Collor. O presidente da Confederação Brasileira dos Aposentados e Pensionistas, Warley Gonzalez, que esteve com Feijó, disse que “na era Collor existia cara pintada nas ruas. Agora, é cara enrugada nas ruas”. Eles prometeram passar a noite na praça dos 3 Poderes e acender 1.500 velas e fazer até um baile para aguentar o frio da noite e a vigília no local. “O clima não está para festa, mas é o única maneira de enfrentar a noite”, disse ele, ao afirmar que “os aposentados e pensionistas são os únicos que estão sendo roubados porque pagaram a vida inteira sobre sete ou oito salários mínimos e estão ganhando sobre quase um salário”. E completou: “não vamos parar enquanto não derem o que queremos ou algum reajuste”.

Brasileiros se preocupam com segurança na web

Está no Link do Estadão:

Os brasileiros têm se preocupado cada vez mais com sua segurança ao navegar pela web ou postar conteúdo nas redes sociais, principalmente no Facebook. Mas, segundo uma pesquisa recente, que entrevistou 784 pessoas sobre seus hábitos online, a falta de alguns cuidados demonstra que muitos usuários ainda estão expostos a riscos na internet.

A quantidade de brasileiros que diz ter um perfil privado no Facebook (visível apenas para amigos) é menor, por exemplo, do que nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, realizada pela Hi-Mídia e pela M.Sense (especializadas no mercado digital), 45% dos entrevistados  possuem um perfil privado. Nos Estados Unidos, 59% dos usuários dizem ter perfis privados, de acordo com estudo semelhante do instituto Pew Research Center.

O brasileiro também é menos receoso ao compartilhar informações, principalmente fotos — postadas por 63% dos usuários. Mais de um terço dos entrevistados (35%) dizem publicar informações pessoais sobre seus gostos e interesses, 29% postam vídeos e 14% atualizam sua localização através de check-in.

“A pesquisa aponta que os usuários se preocupam com a segurança das informações pessoais e a reputação nas redes sociais. Se comparado o comportamento no Facebook entre brasileiros e americanos, percebe-se que os internautas dos EUA possuem maior grau de preocupação com a privacidade”, afirma Bruno Maletta, sócio-diretor da M. Sense.

Reputação. Há também  por parte dos brasileiros um cuidado com a maneira pela qual são vistos nas redes sociais, ainda que inferior aos percentuais encontrados em pesquisas norte-americanas. No Brasil, 21% dos usuários já se desmarcaram de fotos, contra 37% nos Estados Unidos (segundo pesquisa da Pew Research Center). Entre os brasileiros, 38% já excluíram alguém da lista de amigos, contra 63% de americanos. Quanto a apagar comentários postados, o percentual é igual nos dois países: 45% dos usuários.

De acordo com a pesquisa, 73% dos entrevistados não aceitam convites de amizade de desconhecidos e têm cuidado com o que escrevem e compartilham, o que pode justificar o fato de que 23% já terem se arrependido de algo que publicaram ou compartilharam.

Já em relação à segurança no próprio Facebook , 46% dos usuários acreditam que a rede social segue rigorosamente todas as suas normas de privacidade, enquanto 41% deles afirmam não confiar completamente na política da rede de Zuckerberg.

“A sensação de insegurança e falta de privacidade podem influenciar no relacionamento dos consumidores com as empresas nas redes sociais. As ações de publicidade, ativação, venda e relacionamento devem observar algumas regras para não terem o resultado comprometido pela desconfiança dos consumidores”, diz Maletta.

Outro ponto abordado  foi a influência das redes sociais na vida profissional. 63% dos entrevistados acreditam que o conteúdo exposto nessas mídias pode influenciar em seu trabalho. Um quarto  deles acredita que as empresas não devem monitorar seus funcionários nas redes sociais, enquanto 37% consideram o monitoramento correto apenas quando o funcionário estiver dentro da empresa.

Em relação à web em geral, a pesquisa indica ainda que, para se proteger, 87% dos entrevistados mantém o antivírus atualizado, 79% tomam cuidado com os sites acessados, 78% não abrem e-mails de desconhecidos e 77% realizam compras somente em lojas online confiáveis.

Médico relata mal comportamento dos Jogadores do América dentro de avião da TAM

O médico Bernardo Amorim relata em seu Twitter um comportamento lamentável de alguns jogadores do América no voo TAM 3662 procedente de São Paulo com escala em Salvador.

Outro passageiro, conhecido do Blog, confirmou que realmente houve um pequeno incidente na parte de trás do avião, levando o comissário a chamar  atenção de alguns passageiros, os quais seriam da delegação do América Futebol Clube.

Segue posts do Médico no Twitter:

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. […] do voo da TAM JJ3662 deste sábado, Salvador/Natal, noticiada pelo blog do BG sob o título: ( Médico relata mal comportamento dos Jogadores do América dentro de avião da TAM ), acrescentamos […]

  2. Rodrigo Dantas disse:

    Quer aparecer…
    Vai atrás de uma lavagem de roupa!!!  

  3. Júlio disse:

    Querem de todo jeito  tumultuar o clima do AMÉRICA, mais tudo isso vai se voltar contra o time das letrinhas….

  4. caio fábio disse:

    O cara é demitido e continua puxando o saco.

  5. Fabioperruci disse:

    Pronto, nenhum comentário. Forçou e essa noticia nao teve audiencia.

  6. Eu disse:

    Poxa que furo de reportagem! Materia digna da primeira pagina de qualquer jornal! Parabens ao blog! Fato com total relevancia! E a cobertura melhor estilo "aqui agora".

Acreditar estar bêbado aumenta a autoestima, diz estudo

Uma equipe internacional de cientistas provou por meio de um estudo divulgado nesta quinta-feira, 29, que apesar de as pessoas se sentirem mais sedutoras conforme a quantidade de álcool que ingerem, a melhora da percepção sobre si mesmo não é consequência das bebidas, mas de um efeito “placebo” causado pelo álcool.

O estudo, intitulado “Beauty is in the eye of the beer holder” (A beleza está no olho do que segura a cerveja), aborda o papel do álcool no grau de atração que cada pessoa atribui a si própria e para sua aplicação foi utilizado um grupo de pessoas em um laboratório e em um bar, segundo publicou a Universidade Paris Descartes.

O estudo levantou duas hipóteses: o consumo melhoraria o grau de atração que cada pessoa confere a si própria, ou haveria respostas mais polarizadas que fizessem com que aqueles que se considerassem interessantes reforçassem essa crença, enquanto aqueles que não tivessem a mesma visão positiva se afundariam em seus defeitos.

Na primeira parte, feita com 19 pessoas em um bar, os participantes foram orientados a declarar o quão atraentes, brilhantes, originais e divertidos se consideravam, e ao aumentar a quantidade de álcool ingerida a opinião sobre eles próprios também melhorou.

Na segunda parte, realizada com 86 pessoas, foi entregue aleatoriamente aos voluntários bebidas que continham ou não álcool. Enquanto metade foi levada a acreditar que havia consumido bebidas alcoólicas, a outra metade pensava o contrário.

Esses últimos foram levados a crer que estavam degustando uma nova bebida de uma empresa falsa que ia ser lançada no mercado, e foi pedido que escrevessem uma mensagem publicitária que supostamente ia ser utilizada pela empresa para promover o produto.

Os participantes apresentaram posteriormente sua estratégia, em uma exposição gravada e analisada por um grupo independente de 22 juízes.

Os resultados, segundo os dados da Universidade Paris Descartes, mostraram que quem achava que tinha tomado álcool dava a si próprio as melhores notas.

A análise procedente dos juízes, que não sabiam quais participantes eram de cada grupo, constatou que a melhora registrada nas respectivas percepções não estava relacionada com sua verdadeira atuação.

Para os responsáveis do estudo, entre os quais está a Universidade de Ohio, estas conclusões confirmam que a crença de ter consumido álcool basta para que a mente atue como se o tivesse feito.

Estudos anteriores demonstravam que o consumo de álcool aumenta a atratividade que uma pessoa vê em outra do sexo oposto, mas com a pesquisa de agora foi provado que também faz com que melhore a opinião sobre si própria, uma visão que, segundo os autores, se limita à de quem bebe, e não é compartilhada pelos demais.

Fonte: Estadão

Pessoas narcisistas e com baixa autoestima são as mais ativas no Facebook

Uma pesquisa feita pela Universidade de West Illinois, nos Estados Unidos, chegou à conclusão de que os membros do Facebook que têm alto volume de amigos em sua rede de contatos apresentam, em sua maioria, traços narcisistas.

A pesquisa foi feita com 300 integrantes da rede social, que preencheram um formulário sobre seu comportamento. Os que tinham maior número de amigos no Facebook, costumavam atualizar seu status várias vezes ao longo do dia e tinham o hábito de se marcar constantemente em fotos foram os que mais demonstraram propensão ao narcisismo.

— O Facebook dá às pessoas que têm uma necessidade premente de se sentir bem sobre si mesmas uma chance de explorá-lo para obter o feedback que desejam e assim se tornarem o centro das atenções — contou ao Mashable o autor do estudo, o professor Chris Carpenter.

Segundo Carpenter, não há uma quantidade de amigos definida, nem uma frequência determinada de posts para enquadrar um internauta como possível vaidoso e narcisista.

— Mas é interessante notar como esses indivíduos usam constantemente os pronomes pessoais “eu” e “mim” em seus textos no Facebook — afirmou Carpenter ao site.

A classificação como narcisista em potencial se baseou na análise de dois comportamentos clássicos, batizados como exibição grandiosa (comum em quem precisa ser o centro das atenções o tempo todo) e busca do merecimento — em que alguém está disposto a fazer de tudo para obter o respeito a que acredita ter direito.

Mulheres se autopromovem com fotos bonitas

Outros estudos nos EUA já mostraram como homens se mulheres se autopromovem de maneiras diferentes no Facebook. Os homens costumam caprichar na autodescrição na seção “Sobre”, enquanto as mulheres preferem postar fotos em que aparecem bonitas e deslumbrantes.

Uma pesquisa feita há dois anos pelo Departamento de Psicologia da Universidade de York, em Toronto, no Canadá, mostrou que internautas narcisistas com baixa autoestima e necessidade de aceitação tendem a ser mais ativos nas redes sociais.

“No caso das fotos do perfil, a maioria pode ter sido selecionada ou retocada justamente para encobrir características indesejáveis da aparência pessoal, procurando mostrar a realização de um novo ‘eu’ em potencial”, diz o estudo.

Fonte: O Globo

Mulheres passam 33 anos da vida mal humoradas por causa do cabelo

Sabe bad hair day, quando os seus cabelos adquirem vida própria e, não importa o que você faça, o penteado não fica bom? Uma pesquisa feita com 2 mil mulheres lá no Reino Unido, conta o Daily Mail, constatou que elas acordam nesses dias pelo menos 3 vezes por semana. Fazendo as contas, são cerca de 156 dias por ano de cabelos rebeldes. Considerando a expectativa de vida das mulheres no Brasil — que, segundo o IBGE, é de 77 anos —, são 12.012 dias (ou 33 anos) de insatisfação capilar na vida de uma mulher.

Desesperador, né? E isso, é claro, causa um mau humor danado.

A pesquisa, que foi feita pelo cabeleireiro britânico Mark Hill, aponta que, em um bad hair day, a mulher passa no mínimo 1 hora e 25 minutos irritada e depressiva. E olha só: entre as entrevistadas, 1 em 20 já tinha levado um pé na bunda do namorado por causa dessas crises.

Por outro lado, quando acordam com os cabelos ótimos, 67% das mulheres têm um dia especialmente bom, e 56% são mais gentis do que o normal com as pessoas ao redor.

E vocês aí, sofrem desse mal? E com os homens, será que o efeito é parecido?

Fonte: Ciência Maluca

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    E 45 anos mal humoradas e agressivas por conta da menstruação.
    Homen tem de suportar muita coisa ao viver ao lado de uma mulher.
    Se não tivesse aquilo, era inutil.

Livro diz que mulheres devem aceitar infielidade dos homens

O conselho dado no livro The Monogamy Gap é de que as mulheres precisam entender o instinto infiel dos homens. Depois de quatro anos de pesquisa sobre os aspectos da monogamia e 120 entrevistas, o sociólogo norte-americano Eric Anderson concluiu que, assim como a monogamia é um ideal, a maioria dos homens tem predisposição para a traição. As informações são do jornal The Sun.

Segundo o autor, o conceito da monogamia é irracional, pois, na verdade, o apetite sexual masculino é tal que a maioria deles não conseguirá ficar satisfeito se tiver que passar uma vida inteira fiel a uma mulher só. “Acredito que, idealmente, os homens devem ser honestos com as mulheres e confessar seu desejo de trair”, disse ele.

O argumento do escritor é que as pessoas precisam parar de “adorar” a monogamia e começar a encarar a realidade. Ao insistir no conceito, a verdade masculina é ignorada e isso coloca um peso sobre relacionamentos e sobre o casamento. “Eu acredito que seria muito mais fácil se os homens e mulheres aprendessem a aceitar a verdade: que o amor de um homem para uma mulher não é dependente de sua fidelidade. E que o sexo não é necessariamente melhor ou mais emocionante com alguém que você ama”, explicou.

O sociólogo, no entanto, admitiu que a sinceridade pode causar conflitos graves e difíceis de resolver em um relacionamento.

Anderson ressaltou que não quer colocar o homem como vítima de seu próprio corpo. Mas, segundo ele, ao contrário do que as mulheres pensam, o homem pode amar uma mulher e ter sexo sem compromisso com outras, sem que qualquer sentimento seja envolvido. Como exemplo, ele citou os homens que sentem prazer ao ver mulheres nuas em revistas e na internet, sem que sintam qualquer afeto por elas.

Estudos mostram que a testosterona – hormônio masculino que é produzido no cérebro e é associado ao desejo sexual, músculos e ambição – vive em conflito com a ocitocina – hormônio do amor e união – também produzido no cérebro.

Dado que os homens produzem de cinco a dez vezes mais a quantidade de testosterona em comparação com as mulheres, eles são também muito mais propensos a trair.

Fonte: Livros Só Mudam Pessoas

Brasileiros deixam de beber e comprar roupar para gastar com viagens

Foi-se o tempo em que os grandes sonhos de consumo do brasileiro estavam dentro de casa. Uma pesquisa da Nielsen sobre as intenções de gastos no fim de ano mostra que o consumidor está em busca de “experiências”. No topo da lista dos produtos e serviços com os quais os brasileiros pretendem gastar mais dinheiro do que em 2010 estão as férias, citadas por 29% dos entrevistados. Na lista de prioridades do brasileiro, viajar vem antes de comprar roupas (26%), eletrônicos (25%) e livros (24%).

A pesquisa da Nielsen, que mede a intenção de gastos de fim de ano em diversas partes do mundo, mostrou que os brasileiros estão entre os mais otimistas no planeta: 21% dos consumidores do País pretendem gastar mais neste fim de ano do que no mesmo período do ano passado. Na média da América Latina, este índice não passa de 15%, enquanto nos Estados Unidos somente 6% planejam aumentar os gastos no fim de ano. Na Europa, onde vários países passam por uma severa crise econômica, a média não é superior a 5%.

O consumidor brasileiro, afirma Mário Ruggiero, diretor comercial da Nielsen, está se distanciando de produtos básicos e buscando um consumo mais sofisticado – as viagens de férias, diz ele, são um dos indicadores dessa tendência. “Neste ano, houve uma desaceleração do crescimento dos bens de consumo de massa, como a cerveja e o refrigerante, e um investimento maior em entretenimento, como as viagens”, ressalta.

Bem-estar. Para o economista Ernesto Lozardo, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a mudança de bens tangíveis (roupas, produtos eletrônicos e de tecnologia) para intangíveis (férias) está intimamente ligada ao ganho de poder aquisitivo da população nos últimos anos. “É um indicativo de que o brasileiro já está atingindo um nível de satisfação de bens materiais, com uma série de confortos domésticos. Agora, começa ir atrás de comprar o próprio bem-estar.”

Como ter dinheiro para pagar uma viagem de fim de ano é símbolo de status, o diretor da Nielsen diz que as férias com a família podem ganhar prioridade mesmo frente ao consumo de alguns itens de tecnologia.

“A viagem é um símbolo de ascensão social. As pessoas hoje já têm a possibilidade de pensar o que era inimaginável até pouco tempo atrás, como viajar para o exterior. É um símbolo de migração para outros tipos de consumo”, afirma Ruggiero.

Outras categorias de produtos que têm crescido nos últimos tempos – como seguro de vida e seguro-saúde – reforçam a corrida pela conquista de novas categorias de consumo, na opinião de Lozardo, da FGV.

“Isso reflete também que o brasileiro ainda está confortável em programar gastos, pois confia que a situação macroeconômica vai continuar favorável”, aponta o economista. “Enquanto essa redoma de confiança não se romper, o risco de recessão no Brasil é pequeno”, afirma o economista.

De avião. O músico pernambucano Jorge Cavalcanti, 69 anos, usou o parcelamento da companhia aérea Gol para que a esposa Edeltrude, 41 anos, pudesse ver a mãe pela primeira vez em 32 anos. Ele, a esposa e o filho Filippo, 6 anos, vão voar para Recife neste fim de ano e “esticar” a viagem até Garanhuns, onde Cavalcanti visitará o pai, hoje com 96 anos. “O meu pai eu vi há quatro anos. Ele está bem de saúde e ainda vem para São Paulo sozinho de vez em quando”, explica.

Para garantir a viagem em família, o músico conta que ele e a esposa juntaram “tostões” ao longo do ano e conseguiram poupar a metade dos R$ 2 mil que gastaram nos três bilhetes. Como a companhia aérea parcela no cartão de crédito sem juros, o casal dividiu o restante do valor em dez prestações. “Vamos ficar dez dias viajando”, diz Cavalcanti, que deixou os detalhes do fechamento do negócio para a mulher. “Eu ganho o dinheiro, mas é ela quem cuida das contas.”

Atendimento presencial. Embora saiba que a maior parte das pessoas que viajam com frequência de avião comprem as passagens pela internet, o músico disse que prefere não se arriscar, inserindo o seu cartão de crédito na internet.

Cavalcanti, que optou por comprar os bilhetes no quiosque da Gol na estação de metrô da Praça da Sé, no centro de São Paulo, diz que a conversa com o atendente da companhia aérea dá a impressão de uma compra mais segura.

Outro cliente que visitou o quiosque da Gol na Praça da Sé, o digitador Lupércio Andrade, de 49 anos, se enquadra na “turma dos desconfiados”. Permaneceu poucos minutos falando com o atendente para se informar sobre uma passagem para Foz do Iguaçu (PR) – sua ideia era usar alguns dias de folga para comprar presentes de Natal em Ciudad del Este, no Paraguai.

Mas achou as passagens aéreas a R$ 250 caras demais. “Acho que ainda prefiro ir de ônibus. Custa R$ 120.”

Estadão

Rock in Rio: edição de 2013 deverá ser menor por causa do " mau comportamento" de parte do público

Surpreendida pelo” mau comportamento” de parte do público do Rock in Rio, que resultou em mais de 500 furtos e em banheiros fétidos, e pela falta de responsabilidade de 300 prestadores de serviço, que simplesmente não apareceram para trabalhar, a vice-presidente do festival, Roberta Medina, chamou reforços.

Além do aumento de 30% no número de seguranças, foi convocada uma tropa de fiscais de banheiros para a segunda etapa da jornada, que começa hoje. O Bob’s, por sua vez, vai oferecer sanduíches de preparo mais rápido, e fechou lojas fixas para mandar funcionários extras à Cidade do Rock. Parte da equipe temporária não assumiu os postos – pegou a credencial de serviço e foi curtir os shows. Serão mais 50% latas de lixo.

O transporte para o festival, uma das principais reclamações do público na semana passada, também foi incrementado. Para melhorar a saída do público, um ponto de taxi vai funcionar a partir de 0h na Rua Salvador Allende, na altura da antiga Cidade do Rock.

Aprovação
Bastaram três dias para a organização perceber que cem mil pessoas por noite são demais para o Parque Olímpico Cidade do Rock e sua única via de uso de fornecedores. Portanto, já para 2013, o Rock in Rio será menor (não se sabe ainda quanto menor).

Vinda de quatro edições em Portugal e duas em Madri, Roberta se impressionou com problemas inéditos. “Na Europa não tem furto e as pessoas não fazem xixi na parede. Fiquei aborrecida, mas a pesquisa do Ibope mostrou que a nota média dada pelo público foi 8,7 – 9,3 no primeiro dia, o mais confuso.” Ela negou que a edição na Cidade do México esteja fechada para 2012. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.