O movimento Revolta do Busão realiza mais um protesto nesta quinta-feira, às 14h, em frente à Câmara Municipal de Natal. Intitulado de “Ato do Silêncio”, o manifesto é uma “resposta a repressão do Estado aos movimentos sociais através da Polícia”. Em 18 de julho, o movimento foi fortemente reprimido pela Guarda Legislativa durante um ato que ocupou a CMN.
Membros do Sindicato dos Transportes Opcionais e Alternativos do Rio Grande do Norte (Sitoparn), que na semana passada liderou a ocupação do Palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura de Natal, também vão participar do ato.
Segundo a Tribuna do Norte, o retorno das atividades na CMN, após recesso, aconteceria hoje, mas foi suspenso por causa do protesto. A Câmara rebateu a informação e disse que o reinício dos trabalhos foi adiado para 6 de agosto porque as obras de segurança que estão sendo realizadas no Palácio Padre Miguelinho ainda não foram finalizadas.
“Por que não ensinar o aluno a estudar?” Foi essa a pergunta que Victor Cornetta começou a se fazer quando ainda dava aulas particulares em Natal. Ele percebeu que, quando um aluno ou uma família o procurava por causa de notas baixas, ele resolvia o problema da semana, mas não a causa: o estudante não sabia como estudar. A resposta virou a Kaizen Mentoria Educacional, que completou 6 anos em outubro de 2026 com mais de 800 alunos do ensino fundamental e médio em todos os estados do Brasil.
Engenheiro civil formado pela UFRN e pela Swansea University (País de Gales) e especialista em Tendências Educacionais pela PUC-RS, Cornetta fundou a empresa ao lado do também engenheiro civil Gustavo Peralba. O nome vem do japonês kaizen, “melhoria contínua”.
Nem cursinho, nem aula particular
A Kaizen não ensina uma matéria específica. Cada aluno tem duas sessões semanais de mentoria individual online, de 3 a 4 horas por semana no total. O mentor não entrega respostas prontas: faz perguntas para que o estudante aprenda a pensar, organizar a rotina e identificar os próprios erros. As metas são construídas em conjunto, toda semana, e compartilhadas com a família.
“Um aluno passa dezenas de horas por semana estudando, entre escola e casa. A ideia é que poucas horas de mentoria tornem todas as outras mais eficientes. Quando a família procura ajuda, costuma achar que falta conteúdo e contrata mais aula. Na maioria das vezes, o que falta é método”, explica Cornetta.
Desempenho sem exaustão
Nesses 6 anos, os resultados vão da melhora nas notas e na autoconfiança a aprovações em cursos como Medicina, Direito e Engenharia em universidades concorridas. Para o fundador, o diferencial é chegar lá sem sacrificar a qualidade de vida. “Boa parte da ansiedade antes da prova vem da incerteza: será que vou me sair bem? Quando o aluno sabe exatamente o que precisa fazer para estar pronto, essa ansiedade diminui. A gente busca melhorar o rendimento de um jeito que não seja exaustivo e sem que ele abra mão da vida pessoal”, afirma.
De Natal para o Brasil
O atendimento online, que ganhou aceitação das famílias a partir da pandemia, permitiu à Kaizen crescer além do Rio Grande do Norte, principalmente por indicação de famílias e alunos. Em seis anos, a empresa saiu de Natal para atender estudantes em todos os estados do Brasil e foi destaque na revista Exame.
A expansão continua em 2027. Além da mentoria individual para famílias, a Kaizen passa a atuar com escolas parceiras, levando análise de dados de desempenho, relatórios individuais e listas personalizadas para turmas do 6º ano à 3ª série do ensino médio.
“A gente começou atendendo alunos em Natal e sempre se perguntou como fazer melhor. É isso que kaizen significa. Chegar a todos os estados do Brasil sem perder o acompanhamento individual de cada aluno é o que nos orgulha nesses 6 anos, e é o que vamos manter na próxima fase”, afirma Gustavo Peralba, sócio-diretor da Kaizen.
Sobre a Kaizen Mentoria Educacional
Fundada em Natal (RN) pelos engenheiros civis Victor Cornetta e Gustavo Peralba, a Kaizen é uma empresa de mentoria educacional individualizada que desenvolve organização, confiança e autonomia nos estudos de alunos do ensino fundamental e médio. Atende mais de 800 estudantes em todos os estados do Brasil. Mais informações: @kaizenmentoria
A Polícia Federal avalia solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) o bloqueio de bens e valores do senador Flávio Bolsonaro (PL) após sua saída do Brasil rumo aos Estados Unidos, segundo reportagem de O Globo. A medida seria uma forma de pressioná-lo a retornar ao país.
Flávio é investigado em um inquérito que apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas por meio de plataformas de apostas esportivas. A investigação está sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Entre as medidas em análise está a indisponibilidade de bens, semelhante à determinada contra o empresário e advogado Willer Tomaz, também investigado no caso e que está nos Estados Unidos desde agosto. A decisão contra Tomaz incluiu a quebra de sigilos bancário, fiscal e cambial e o bloqueio de bens até o limite de R$ 6 bilhões.
A PF também realizou diligências para rastrear a rota utilizada por Flávio para deixar o país. Antes da saída, os investigadores haviam alertado o STF para um possível risco de evasão e sugerido a entrega dos passaportes e a proibição de contato com Tomaz.
Como essas medidas não teriam sido cumpridas, a corporação avalia pedir a prisão preventiva do senador. Segundo O Globo, porém, investigadores consideram que a medida pode ter efeito prático limitado, diante da autorização do governo americano para a permanência de Flávio nos Estados Unidos.
Caso a prisão seja decretada, o nome do senador poderá ser incluído na lista vermelha da Interpol, mecanismo que permite solicitar a localização e a prisão provisória de pessoas procuradas. A inclusão, no entanto, não determina detenção automática: a decisão cabe às autoridades do país onde a pessoa for localizada.
O comentarista Thulio Nassa avaliou que a saída do senador Flávio Bolsonaro do país ocorre em um cenário de “insegurança jurídica” e classificou a situação brasileira como uma “terrível disfunção jurídico-institucional”.
Nassa considerou compreensível a decisão de Flávio e criticou a apreensão do passaporte do senador. Ao comentar a prorrogação da votação, afirmou que não há provas nem indícios de adulteração dos votos, mas disse que a medida deixou uma “mancha no processo eleitoral brasileiro”.
As declarações foram feitas em análise sobre os desdobramentos políticos e jurídicos após as eleições.
O senador Rogério Marinho questionou o pedido de medidas da Polícia Federal contra Flávio Bolsonaro feito, segundo ele, apenas sete minutos após a proclamação do resultado das eleições.
Marinho também afirmou que, conforme informações do banco, a conta investigada nunca esteve em nome de Flávio Bolsonaro. Durante a coletiva, o senador ainda questionou a proporcionalidade das sentenças e criticou a abertura de um novo inquérito que menciona uma suposta interferência estrangeira nas eleições.
“Isso é muito grave”, declarou. Marinho também afirmou que o futuro da democracia depende da atuação das instituições. “Se a democracia vai sobreviver, vai depender da vigilância das instituições”, disse.
A procura por informações sobre como morar legalmente nos Estados Unidos aumentou 2.154% após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições presidenciais, segundo a empresa de planejamento internacional D4U Immigration.
De acordo com a empresa, o volume de contatos superou em 2.154% a média diária. A movimentação ocorreu na segunda-feira (26), primeiro dia útil após o segundo turno, e levou a equipe a manter profissionais de plantão para atender os interessados.
O aumento da procura ocorre em meio ao endurecimento das regras migratórias norte-americanas. Segundo o texto do Metrópoles, uma norma que entrou em vigor em 18 de setembro de 2026 ampliou a análise das condições financeiras e pessoais dos solicitantes, incluindo renda, economias, situação de emprego, saúde e eventual recebimento de benefícios sociais.
O crescimento registrado pela empresa indica maior interesse por informações sobre imigração após o resultado eleitoral, mas não significa que todos os contatos tenham se convertido em pedidos de green card ou processos de mudança para os Estados Unidos.
A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante antecipou para esta quarta-feira (28), Dia do Servidor Público, o pagamento dos salários referentes ao mês de outubro. A medida representa uma injeção antecipada de R$ 17 milhões na economia do município.
Além de reconhecer a importância dos profissionais que trabalham diariamente para garantir os serviços públicos à população, a antecipação proporciona maior tranquilidade financeira aos servidores, especialmente neste período de celebrações e feriados, levando em consideração os festejos de São Benedito, patrono do município, que é celebrado em feriado municipal nesta quinta-feira (29), e a proximidade do feriadão de Finados.
“Por orientação do prefeito Jaime Calado, estamos antecipando o pagamento de outubro justamente para o Dia do Servidor Público, como forma de reconhecimento e valorização de quem tanto contribui para o funcionamento da nossa cidade, mantendo a prioridade de pagar os salários em dia e dentro do mês de trabalho. É também uma maneira de permitir que os servidores efetivos, comissionados e inativos aproveitem com mais tranquilidade os festejos de São Benedito e possam se organizar para o feriadão de Finados, seja para viajar, descansar ou antecipar suas compras e compromissos familiares”, destacou o secretário municipal de Finanças, Luis Henrique Nóbrega.
O secretário ressaltou ainda o impacto positivo da medida para a economia são-gonçalense. “Estamos falando de uma folha de R$ 17 milhões, recursos que chegam antecipadamente às mãos dos servidores e ajudam a movimentar o comércio e os serviços locais. É uma decisão que beneficia diretamente o funcionalismo e também contribui para fortalecer a economia do município”, acrescentou.
A Polícia Federal (PF) cumpriu, nesta quarta-feira (28), um mandado de busca e apreensão em um imóvel ligado ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo os investigadores, o alvo da ação é a mansão do parlamentar localizada em Brasília.
A operação foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito que apura o suposto envolvimento do senador em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de casas de apostas. A medida contou com o parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).
O cumprimento dos mandados ocorre após a viagem de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos, realizada depois da derrota nas eleições e do recebimento de uma ordem judicial para a entrega de seus passaportes. Durante as buscas, as equipes da PF visam apreender documentos e dispositivos eletrônicos para subsidiar o andamento das investigações.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) teria despistado a Polícia Federal e a imprensa brasileira durante toda a terça-feira (27) para viabilizar sua fuga. O governo Argentino informou na madrugada de hoje (28) que o político brasileiro só deu entrada no país no fim da noite de ontem.
A confirmação aconteceu por meio da Direção Nacional de Migrações da Argentina, que informou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família ingressaram no país na noite desta terça-feira (27), por volta das 22h50. O registro de entrada ocorreu pelo posto fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga a cidade brasileira de Foz do Iguaçu à província argentina de Misiones.
A informação que repercutiu na imprensa nessa terça-feira (27) era de que o senador e sua família teriam entrado na Argentina a pé ainda na noite da segunda-feira (26) e depois teria seguido com seus familiares para os EUA – o que não aconteceu e foi utilizado para despistar a Polícia Federal e a imprensa brasileira.
Além do parlamentar, a comitiva era composta por sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e pelas duas filhas do casal, Carolina e Luiza Figueira Bolsonaro. Segundo o comunicado oficial do órgão argentino, o grupo apresentou documentação hábil de viagem e ingressou no território vizinho sem nenhum impedimento legal ou restrição cadastrada. Os procedimentos alfandegários e de controle de trânsito foram concluídos pelas autoridades competentes sem o registro de incidentes.
Voo privado rumo a Guayaquil
Poucos minutos após o ingresso por via terrestre, a família embarcou em um voo charter particular. Às 23h30, a comitiva decolou a bordo de uma aeronave operada pela companhia Baires Fly S.A.
De acordo com o plano de voo formalizado junto às autoridades de aviação civil, o destino declarado da aeronave é a cidade de Guayaquil, no Equador.
A Direção Nacional de Migrações da Argentina informou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e sua família ingressaram no país na noite desta terça-feira (27), por volta das 22h50. O registro de entrada ocorreu pelo posto fronteiriço da Ponte Internacional Tancredo Neves, que liga a cidade brasileira de Foz do Iguaçu à província argentina de Misiones.
A informação que repercutiu na imprensa nessa terça-feira (27) era de que o senador e sua família teriam entrado na Argentina a pé ainda na noite da segunda-feira (26).
La Dirección Nacional de Migraciones informa que a las 22:50 hs del dia 27/10, ingresaron por el paso fronterizo de Puente internacional Tancredo Neves en la provincia de Misiones, los ciudadanos Flavio Nantes Bolsonaro, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, Carolina Figueira Bolsonaro y Luiza Figueira Bolsonaro, quienes lo hicieron con documentación hábil de viaje sin ningún impedimento legal para el ingreso al país, asimismo los tránsitos fueron registrados por la autoridad de aplicación sin incidentes.
Por su parte, a las 23:30 hs, la comitiva ingresante abordó un vuelo privado despachado por la compañía Baires Fly S.A con destino a la ciudad de Guayaquil, Ecuador, según se informó en el plan de vuelo.
Além do parlamentar, a comitiva era composta por sua esposa, Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro, e pelas duas filhas do casal, Carolina e Luiza Figueira Bolsonaro. Segundo o comunicado oficial do órgão argentino, o grupo apresentou documentação hábil de viagem e ingressou no território vizinho sem nenhum impedimento legal ou restrição cadastrada. Os procedimentos alfandegários e de controle de trânsito foram concluídos pelas autoridades competentes sem o registro de incidentes.
Voo privado rumo a Guayaquil
Poucos minutos após o ingresso por via terrestre, a família embarcou em um voo charter particular. Às 23h30, a comitiva decolou a bordo de uma aeronave operada pela companhia Baires Fly S.A.
De acordo com o plano de voo formalizado junto às autoridades de aviação civil, o destino declarado da aeronave é a cidade de Guayaquil, no Equador.
Em avaliação sobre o resultado das eleições de 2026, o CEO do Instituto Millenium, Ricardo Gomes, acusou o Partido dos Trabalhadores (PT) de promover um aparelhamento das instituições públicas para consolidar seu projeto de poder. Segundo o executivo, o campo conservador e liberal precisa compreender o funcionamento da estratégia governista para estruturar uma oposição eficaz ao governo Lula.
“O PT pode tudo porque o PT aparelhou tudo. E o PT aparelhou para usar”, declarou Gomes durante análise do cenário pós-pleito.
O executivo apontou o uso da máquina pública como fator decisivo no pleito, citando como exemplo a antecipação do pagamento de benefícios sociais, como o Bolsa Família, no período que antecedeu a votação.
Diante do quadro consolidado, Gomes sustentou que a oposição deve abandonar teses sobre anulação do processo eleitoral e direcionar seus esforços para a reorganização estratégica do campo político. Para ele, a disputa de 2026 exige uma profunda reflexão sobre o papel da corrente liberal e sua capacidade de articulação com outras forças da direita.
O papel de Bolsonaro e a projeção para 2030
Ao analisar a formação do campo conservador, Ricardo Gomes destacou a relevância do ex-presidente Jair Bolsonaro na consolidação dessa vertente no país. Ele enfatizou que a direita brasileira é heterogênea e abrange diferentes correntes que demandam atuação coordenada.
De acordo com o CEO, o expressivo desempenho das forças conservadoras no Congresso Nacional demonstra a solidez dessa base eleitoral no Brasil. No entanto, ele ressaltou que o desafio central da oposição até as próximas eleições presidenciais será converter essa força parlamentar em uma plataforma política estruturada: “É necessário transformar essa força em um projeto político capaz de disputar a Presidência em 2030.”
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