A crise financeira que se abateu sobre o país e afetou fortemente alguns estados foi finalmente mensurada no Rio Grande do Norte.
De acordo com estudo do economista Raul Velloso, divulgado nesta terça-feira (7) pelo Estado de S.Paulo, o RN deixou de arrecadar R$ 2,9 bilhões entre 2015 e 2017, valor suficiente para bancar cerca de 50% dos salários e aposentadorias do Estado em 2016, descreve a reportagem.
O valor se refere a todas as receitas que estavam previstas para chegar aos cofres do Estado mas não se cumpriram, especialmente aquelas receitas originárias de tributos.
O impacto nacional é de R$ 278 bilhões, de acordo com o estudo do economista.
Os R$ 278 bilhões equivalem à quantia extra que os Estados teriam tido de receita tributária se tivessem mantido, dura também inclui episódios de crise.
“Muitos (dos futuros governadores) vão encontrar caixas quebrados e fila de pessoas com quantias a receber. Mesmo que haja melhora na arrecadação neste ano, será difícil, pois há um acúmulo de outros três anos de crise”, afirmou ao Estadão Raul Velloso.

Fruto de um Desgoverno total, onde não ocorreu um planejamento e plano para enfrentar a crise, ao contrário, contraiu mais despesas, principalmente com pessoal – cargos comissionados que sequer comparecem ao trabalho.
Buscar alternativas de atrair investidores e dar incentivos fiscais, o governo fez o caminho inverso e deixou que empresas já consolidadas aqui deixassem o RN.
Caberá ao novo gestor ter essa visão de empreendedor e fazer melhor funcionar a máquina, atrair novas empresas e gerar empregos para aquecer a economia.
O cenário é desolador e mesmo assim tem muita gente querendo, alguma coisa de atrativa existe, pq as promessas de campanha são muitas e depois de 4 anos ainda continuam mentindo e querendo fazer a população e o funcionalismo público de palhaços.
Outubro de espera Robinho.
O problema foi a matriz economica da era petista de uma decada.. acabou com a produtividade e a industria com os juros altos. Ou vc acredita que servico publico produz riqueza? Pra manter a maquina publica e sua realeza de servidores (a Corte); o dinheiro saiu dos empresarios e dos trabalhadores. Sao os impostos sindicais (usado em politica), IPI, ICMS (imposto que atinge diretamente o pobre), ISS, IPTU, e outras mazelas que nao retornam pra sociedade diretamente. Saude é uma consequencia da educacao e segurança. Investindo nesses pilares, se gasta menos com saude. O resto é superfluo… o emprego vem com a educacao de verdade… nao essa que tem aí.