Economia

Guedes reitera a G20 compromisso com vacinação e reformas

Foto: Ascom/ME

O Brasil está comprometido com a proteção à saúde e com a agenda de reformas econômicas estruturais, disse hoje (9) o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou virtualmente de uma reunião de ministros de Finanças e de presidentes de Bancos Centrais do G20, grupo das 20 maiores economias do planeta.

Durante a sessão sobre Economia Global e Saúde, Guedes disse que a economia brasileira surpreenderá em 2021, “com resultados que superam as expectativas iniciais”. Ele destacou que a estimativa oficial de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) está em 5,2% para este ano e que, desde julho do ano passado, foram criados mais de 2,2 milhões de empregos formais, com mais de 1 milhão de postos abertos somente de janeiro a abril deste ano.

Em relação à vacinação contra a covid-19, Guedes disse que o país aplicou mais de 100 milhões de doses, entre primeira, segunda dose e dose única. Ressaltou que, até agora, a campanha de imunização alcançou 52% da população com mais de 18 anos com a primeira dose. De acordo com o ministro, o programa de vacinação em massa representa a melhor medida para recuperar a economia.

Segundo as estatísticas mais recentes do Ministério da Saúde, o país aplicou, até as 16h de hoje, 112.774.302 doses, das quais 82.872.510 foram aplicadas como primeira dose. Isso equivale a 52,4% do público alvo da população com mais de 18 anos.

Presidido pela Itália, o G20 promoveu a reunião dos ministros de Finanças e dos presidentes de Bancos Centrais em formato híbrido. O encontro presencial ocorreu em Veneza, com os participantes que não puderam ir falando por conexão de vídeo.

Reformas

Guedes destacou que o fluxo comercial do Brasil cresceu 31,8% no primeiro semestre em relação ao mesmo período de 2020, com a soma das exportações e importações devendo fechar o ano acima de US$ 500 bilhões. Também citou avanços na agenda de reformas econômicas, como a aprovação da proposta de emenda à Constituição (PEC) emergencial, e das leis que deram autonomia do Banco Central, modernizaram o processo de falências e instituíram um novo marco para os setores de saneamento e de gás natural.

Segundo o ministro, as privatizações da Eletrobras e dos Correios, assim como os leilões de aeroportos, terminais portuários e ferrovias trarão investimentos ao país. Ao fim da participação, Guedes reafirmou o compromisso de aprovar as reformas tributária e administrativa e prometeu o lançamento de um programa de estágio profissionalizante que beneficiará até 2 milhões de jovens afetados pela pandemia.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. E o bozo disse o que? “Caguei”.
    Essa frase tem tudo a ver com o governo dele. Governo de merda

  2. E eu pensei que o G20 tb cobrava a Cloroquina e Ivermectina? Me enganei, parece que eles exigem a vacina oh? Que coisa?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

RN é o 2º do país e o 1º do nordeste em crescimento de desembarques

Foto: Governo Federal

Levantamento realizado pelo Governo do Estado, por meio da Emprotur, em parceria com a empresa europeia de Big Data, a ForwardKeys revelou que a demanda por passagens aéreas domésticas no Brasil tem crescido substancialmente nas últimas semanas. Entre os destinos nacionais, o Rio Grande do Norte teve o segundo maior crescimento na emissão de passagens aéreas para chegadas até setembro, em relação ao período pré-pandêmico de 2019, sendo o primeiro do Nordeste.

“O resultado é fruto de muitas ações de promoção e apoio à comercialização do destino, pois sabemos que a emissão de bilhetes aéreos é um indicador importante a respeito do status da reativação do mercado. O Governo do RN está trabalhando, junto com todo o trade potiguar, para que esse crescimento seja cada vez mais consolidado, inicialmente no mercado doméstico, mas depois iremos avançar para o internacional”, contou Bruno Reis, responsável pela promoção do destino.

Somente em junho deste ano, o Rio Grande do Norte obteve um aumento de mais de 200% em quantidade de passagens aéreas emitidas, considerando somente as viagens domésticas, nos quais as cidades de Belo Horizonte (423%) e Brasília (235%) registraram as maiores altas de envios de passageiros, porém São Paulo continua correspondendo a maior fatia de visitantes que desembarcam no RN, com 44% do total. O trabalho da Secretaria de Estado de Turismo do RN e da Empresa Potiguar de Promoção Turística foram reconhecidos na análise de dados. Os principais pontos que definem a vinda dos viajantes para o Estado são: a qualidade e quantidade de atrativos turísticos, a sua localização e as ofertas de mercado.

Movimentação no aeroporto

Em junho de 2021, o movimento de passageiros no Aeroporto Internacional de São Gonçalo volta a atingir a casa dos seis dígitos, ultrapassando os 120 mil passageiros domésticos, somando embarques (62 mil) e desembarques (59,6 mil), e alcança 80% da demanda de 2019. O fluxo de passageiros do mês de junho foi aproximadamente 28% superior ao mês de maio. Esse é o segundo mês de crescimento consecutivo de movimentação de passageiros e aeronaves, tendência que deve ser mantida nos próximos meses.

Agora RN

Opinião dos leitores

  1. Graças ao Presidente Bolsonaro e sua equipe Ministerial, que não deixou o país parar e quebrar, como muitos esquerdopatas queriam. Hô Véio arroxado do cunhão rôxo é Bolsonaro. O homem é um trevo de quatro folhas.

  2. Que notícia maravilhosa Senhor. Que Deus abençoe as terras potiguares, e que venha com urgência turistas para a retomada da cadeia turística. Precisamos muito!

    1. Os turistas vem serei assaltados, nesse Estado sem segurança.

  3. Isso é lógico, a economia tá voltando à normalidade. Até o número de carro nas ruas aumentou.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Venezuela: 96,2% da população vive na pobreza e 79,3% estão em situação extrema

Foto: Javier Campos/NurPhoto via Getty Images

Cada vez mais isolada em termos políticos e econômicos, e consequentemente entrando no seu oitavo ano consecutivo de recessão, a Venezuela tem 96,2% de sua população vivendo na pobreza e 79,3% estão em situação extrema. Segundo o Banco Mundial, situação de extrema pobreza significa viver com menos de US$ 1,90 por dia.

Os dados são da Pesquisa Nacional de Condições de Vida (Encovi) 2019-2020, realizada pelo Instituto de Investigações Econômicas e Sociais da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Andrés Bello (IIES-UCAB).

O estudo aponta que, para chegar a este quadro, uma série de fatores foram se deteriorando no país vizinho durante os últimos anos. O PIB, por exemplo, caiu 70% entre 2013 e 2019. Já a inflação subiu assustadores 3.365% entre março de 2019 e 2020, fechando o ano passado com impacto de 2.959,8% nos preços.

Com isso, o salário mínimo, frequentemente ajustado pelo governo, não é suficiente para garantir a subsistência da população. Em maio, o rendimento mínimo saltou 300%, para 10 milhões de bolívares venezuelanos.

Isso dá pouco mais de US$ 3, o que, segundo o Cenda (Centro de Documentação e Análise para os Trabalhadores), não cobre 1% dos gastos com uma cesta básica. Muito por conta disso, 79,3% da população não consegue arcar com o cabaz.

A pesquisa mostra ainda que, entre os mais pobres, apenas 12% têm acesso à internet, 13% utilizam telefonia fixa, 17% têm computadores à disposição e 44% possuem máquina de lavar roupa.

Os programas de transferência de renda do governo, que buscam atenuar o problema, representam 25% da renda das famílias venezuelanas. Mesmo assim, só conseguiram reduzir a pobreza extrema em 1,5%.

No mundo

De acordo com pesquisa do Banco Mundial, divulgada em outubro do ano passado, até 2021, 150 milhões de pessoas devem cair na extrema pobreza devido à Covid-19, recessão, conflitos e mudanças climáticas. Isso representa cerca de 1,4% da população mundial.

Nesse sentido, a extrema pobreza global deverá aumentar pela primeira vez em mais de duas décadas. Extrema pobreza significa viver com menos de US$ 1,90 por dia.

O levantamento aponta que economias de médio rendimento terão 82% dos novos pobres do mundo.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Votem na esquerda bando de lesados, lá gasolina é barata, más o cidadão não pode comprar nem uma motinha, que adianta.

  2. O presidente Bolsonaro é o ÚNICO obstáculo que nos separa do caos já vivido na Venezuela e que já está destruindo a Argentina.

  3. Agora está todo mundo vivendo a utopia da “igualdade”. Muito triste. O comunismo é a mentira mais assassina e devastadora da história.

  4. BANDO DE ALIENADOS! GADO IDOLATRA! A GASOLINA AUMENTANDO E VCS APLAUDINDO O MITO QUE ATÉ AGORA NÃO FEZ NADA QUE MELHORASSE A VIDA DO TRABALHADOR, O BRASIL AINDA VAI VIRAR UMA VENEZUELA NÃO PELO PT MAS PELO MINTO QUE ENGANOU A TODOS..

    1. Nos tamos cagando pra vc.
      Primeiro turno viu??
      Vcs querem deixar o nosso Brasil assim igual a riquíssima Venezuela.
      Canalhas.

    2. Um dos motivos pq o Brasil não está virando a Venezuela é que os preços não estão sendo pautados por decsões políticas. Lá, até há pouco, vc comprova a produção nacional de gasolina diária pelo preço de um celular. Isso quebrou a PDVSA……ALIENADO.

  5. Estatize, exproprie, nacionalize a indústria de base, bancos, hotéis, comunicações… bote grupos armados a para fiscalizar preços, câmbio, contratatos, proíba demissões e despejos, bote a ‘zelite’ de empreendedores para correr do país… quando o resultado vier, bote culpa nos americanos. Pelo menos a petralhada não esconde a sua simpatia pelo chavismo. Quem vota em Lula sabe o que tá contratando.

  6. Quando é pesquisa pra detonar a esquerda o gado todo aplaude e acredita..só não acredita quando é mostrando o bozo derretendo igual a pixe no pingo do meio dia de Mossoró.
    Entenderam como eles são honestos?

  7. O ex presidente Lula ainda defende o Maduro, presidente da Venezuela, um doido defendendo outro, triste querer transformar nosso país em uma Venezuela é só votar no PT.

    1. Lembrando que o Bozo também já defendeu o “pai” do Maduro: Hugo Chavez

  8. Bem que o falso mesias disse que o Brasil ia virar uma venezuela kkkk. Mas pelo menos lá a gasolina é mais barata… aqui nem isso!!

    1. pra que gasolina barata se não conseguem nem comer um ovo? quando mais andar de carro rsrs

    2. Você tá desatualizado. Lá nem tem. Estão levando do Brasil e vendendo a 10 reais. O chato é que todo esquerdistas é desinformado, por isso é esquerdista kkk. Ou é ladrão ou desinformado.

    3. E botar a gasolina aonde??
      Ninguém tem poder econômico pra comprar carro.

  9. Sério? Não acredito! Esse não é o modelo maravilhoso que os PTRALHAS e seus jumentos seguidores tanto desejam implantar aqui no Brasil? Meu país jamais será vermelho!

  10. Se continuarmos com esse Hugo Chávez da extrema direita na cadeira da presidência é capaz de chegarrmos a patamares piores num curto espaço de tempo.

  11. Cadê os Zumbis do Maduro?
    Cadê os Chavistas?
    Ainda bem que elegemos o Véio Bolsonaro. Se não estaríamos no mesmo nível.
    Esquerda nunca mais.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Presidente da FIERN destaca importância do Centro Industrial de Macaíba em solenidade de entrega de alvarás

A remodelação do Centro Industrial Avançado de Macaíba (CIA) superou mais uma etapa, com a entrega de alvarás de funcionamento para as empresas implantadas ou remanejadas no local. Em solenidade realizada, nesta quinta-feira (08), com a participação do presidente da FIERN, Amaro Sales, da governadora Fátima Bezerra e do vice-governador Antenor Roberto, a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SEDEC) contemplou 19 empresas. Entre elas, a SterBom, Transpex, Nortcola, Brick Block, Clan e Tanlux.

Amaro Sales ressaltou o trabalho desenvolvido junto ao empresariado, órgãos e secretarias para a retomada econômica, e disse que os alvarás são um passo importante nesta recuperação. “Vários empresários sabem do empenho da FIERN junto ao IDEMA, SEDEC, SET e a outras federações para retomada. Sentamos com o governo, criamos o plano de retomada da economia, dentro de uma relação muito positiva entre o empresariado e o Governo do Estado; alinhamos também com as prefeituras e vamos sair desta situação. Temos esperança que este distrito mude a história da produção, do emprego e do desenvolvimento”, disse. Toda a estrutura de capacitação do SESI, SENAI e IEL foi colocada à disposição, pelo presidente da FIERN, para a qualificação de mão-de-obra do CIA de Macaíba.

“Não é fácil empreender neste país. É preciso coragem, ousadia. Estamos hoje aqui celebrando mais investimentos, mais empregos para o povo do Rio Grande do Norte”, destacou a governadora Fátima Bezerra.

Para o prefeito de Macaíba, Emídio Júnior, a entrega dos alvarás traz segurança jurídica para promover o desenvolvimento do CIA. “Vamos avançar de mãos dadas. Com a entregas destes alvarás vamos fomentar o Centro Industrial de Macaíba e avançar. Estamos fazendo uma parceria com a o Sistema S para qualificar a mão de obra aqui”, afirmou.

Também participaram da solenidade os secretários de Tributação, Carlos Eduardo Xavier, e de Segurança, Coronel Araújo; o superintendente do BNB, Thiago Dantas; o diretor geral do IDEMA, Leon Aguiar; o deputado estadual, Kleber Rodrigues; e o presidente da FAERN, José Vieira

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Vendas crescem em maio, mas acendem sinal de alerta sobre retomada do comércio no estado, diz Fecomercio RN

Dados da Pesquisa Mensal do Comércio divulgados nesta quarta, 7, pelo IBGE, mostraram um crescimento de vendas no Rio Grande do Norte de 1,8% no Comércio Varejista Ampliado (que inclui Materiais de Construção e Automóveis) no mês de maio, em comparação com abril. O desempenho ficou abaixo da média nacional, que registrou crescimento de 3,8%, e deixou o RN na 6ª colocação no ranking dos nove estados nordestinos.

Para o presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, os números acendem um sinal de alerta. “O primeiro ponto é o fato de termos registrado um crescimento de apenas 1,8% sobre abril, mesmo considerando que temos em maio o Dia das Mães, uma das três datas mais fortes do ano para o comércio. Além disso, nossa posição quando comparamos com os demais estados da região demostra que precisamos de ações que incentivem, de fato, a aceleração do processo de retomada das atividades econômicas”, afirmou.

Na segmentação das vendas, os setores de vestuário e calçados e de lojas de departamentos, outros artigos de uso pessoal e doméstico foram os únicos com desempenho animador em maio, com respectivamente 16,8% e 6,7%.

Considerando o resultado acumulado do ano, o Rio Grande do Norte ocupa a última colocação no Nordeste, com um crescimento de 9,5%, também abaixo da média nacional (12,4%).

“Precisamos ficar atentos a estes indicadores. Quando verificamos o detalhamento do crescimento anual, percebemos que está sustentado nos segmentos de Materiais de Construção e Automóveis. Se formos considerar somente o Comércio Varejista (que exclui estes dois segmentos), a ampliação foi de apenas 4,5%, mesmo considerando a flexibilização dos horários de atendimento de grande parte do comércio”, explicou o presidente da Fecomércio.

Segundo ele, depois de 18 meses de Pandemia, a população sente os impactos da retração econômica. “Há uma alta nos preços em todo o mundo, na esteira da retomada do crescimento global. Além disso, o aumento dos preços das commodities vem influenciando diretamente no custo dos alimentos. Sabemos que, na hora do aperto financeiro, o consumo de bens e serviços fica em segundo plano”, finalizou.

Comércio Varejista Ampliado (jan-mai 2021)

Brasil: 12,4%

Ranking Nordeste

Pernambuco: 28,1%

Piauí: 27,4%

Maranhão: 21,1%

Ceará: 19,2%

Sergipe: 17,6%

Bahia: 15,5%

Alagoas: 13,4%

Paraíba: 12,7%

Rio Grande do Norte: 9,5%

 

Comércio Varejista Ampliado (maio 2021/abril 21)

Brasil: 26,2%

Ranking Nordeste

Piauí: 62,4%

Ceará: 55,5%

Pernambuco: 53%

Bahia: 44%

Maranhão: 39,3%

Alagoas: 32%

Paraíba: 23,1%

Sergipe: 21,9%

Rio Grande do Norte: 20,01%

Fonte: IBGE

Opinião dos leitores

  1. Infelizmente, com esse governo caótico de Fátima do PT, não poderia ser diferente. O RN, que já não estava bem antes dessa pandemia, segue segue “descendo a ladeira”.

  2. Fiquem em casa!!!
    Pqp…
    O RN segura a lanterna pra todos.
    Isso é uma vergonha.
    Governo ruim.
    Fora Fátima incompetente.

  3. Natal possui um custo de vida muito alto, na atual situação com preços subindo, principalmente combustíveis, não sobra dinheiro p nada, comprar só o essencial.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Guedes defende pagamento de imposto por mais ricos

Foto: Edu Andrade/ASCOM ME

O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu hoje (7) o pagamento de imposto pelos mais ricos. Em audiência pública na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, ele reiterou o apoio à tributação dos dividendos (parcela do lucro das empresas distribuídas aos acionistas e sócios) em 20% e disse que a segunda fase da proposta de reforma tributária redistribui o peso dos impostos sobre a sociedade.

“Se reinvestir [o lucro], se [o lucro] ficar na empresa, o imposto deve ser baixo. Agora, se tirou para usufruto pessoal [sob a forma de dividendos], que é natural, não tem problema nenhum ser rico. Não pode ter vergonha de ser rico, tem que ter vergonha de não pagar imposto”, declarou Guedes.

O ministro admitiu que a equipe econômica pode mudar a proposta para acelerar a redução de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) em troca da tributação sobre os dividendos. O corte, que seria de 5 pontos percentuais (2,5 pontos em 2022 e 2,5 pontos em 2023), poderia ser reduzido em até 10 pontos percentuais no próximo ano, desde que haja medidas complementares que mantenham a arrecadação do governo.

“Ia reduzir 2,5 pontos [percentuais]? Reduz 5 [pontos]. Ainda está pesado? Reduz 10 [pontos]. Ainda está pesando? Reduz 15 [pontos]. Essa é a pista que nós estamos seguindo, e temos certeza que estamos no caminho certo, tributando os mais ricos com os dividendos, e desonerando os assalariados, principalmente os mais frágeis, lá embaixo”, declarou.

Atualmente, as empresas pagam 15% de IRPJ para todo lucro até R$ 20 mil por mês e um adicional de 10 pontos percentuais para todo lucro que passar esse limite, totalizando 25%. Além disso, pagam 9% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), chegando a uma tributação de 34% no total.

Segundo o ministro, a proposta de reforma tributária reduz a carga tributária para as empresas e os assalariados. Ele acrescentou que a tributação de dividendos e a retirada de alguns subsídios permitirão a diminuição de impostos para pessoas físicas e empresas.

“O Brasil é um país de baixa renda. Não adianta você jogar os impostos em cima de 30 milhões de brasileiros com renda relativamente baixa quando, do outro lado, 20 mil proprietários de capital receberam R$ 400 bilhões de dividendos e tiveram isenção de R$ 50 bilhões ou R$ 60 bilhões”, justificou Guedes.

Declaração simplificada
Guedes também admitiu revisar o limite de renda para a declaração simplificada das pessoas físicas. A proposta enviada ao Congresso no fim de junho restringe a utilização do mecanismo a pessoas que ganhem até R$ 40 mil por ano. Na avaliação do ministro, atualmente ocorrem abusos por parte de pessoas com renda mais alta.

“Se você é uma pessoa que recebe um salário um pouco mais alto, mostre pelo menos os recibos. O que estava acontecendo é o seguinte: por simplificação, muita gente estava se beneficiando de um estímulo para pagamentos por problemas de saúde que o sujeito não teve”, afirmou.

Guedes disse estar empenhado em corrigir excessos e aparar arestas da proposta enviada ao Congresso. Segundo ele, a equipe econômica e a Receita Federal têm se reunido com frequência com o deputado Celso Sabino (PSDB-PA), relator do texto na Câmara.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Certíssimo. Muito bem Guedes. Chega de mimimi. Os ” entendidos” da esquerda viviam “defendendo” impostos mais altos dos ricos e milionários. E agora?

    1. Ele está fazendo o que o seu ídolo ladrão, que se diz defensor dos pobres e contra os ricos, nunca teve coragem de fazer.

    2. Santos, que você é jumento, não temos a menor dúvida, agora imbecil, estamos sabendo agora.
      Mas o que esperar de um defensor de ladrão?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

União paga dívida de R$ 84,9 milhões do RN

Segundo reportagem do Valor Econômico, o Governo Federal desembolsou R$ 4,562 bilhões para honrar dívidas não pagas por cinco Estados e Municípios, no primeiro semestre deste ano.

Já foram bancadas dívidas dos Estados de Minas Gerais (R$ 1,90 bilhão), Rio de Janeiro (R$ 1,83 bilhão), Goiás (R$ 653,21 milhões), Amapá (R$ 96,14 milhões) e Rio Grande do Norte (R$ 84,96 milhões).

Pelo procedimento regular, a União, como garantidora de operações de crédito, é comunicada por credores de que o Estado não quitou determinada parcela da dívida. O Tesouro Nacional (que representa a União), então, informa o mutuário da dívida para que se manifeste quanto aos atrasos nos pagamentos e, caso o ente não cumpra suas obrigações, a União paga pela dívida.

Opinião dos leitores

  1. Quer dizer que o Estado do RN está dando calote nos credores, com a palavra a governadora Fátima Bezerra.

  2. Quase 2 bilhoes para o Rio de janeiro. Quase 2 bilhões para Minas gerais. Estados ricos do sudeste. Mas…..o caloteiro é o RN miseravel. A atenção so recai sobre nós. Quero saber se em SP e MG o povo ta falando mal do seu governador por causa disso. Aqui….

  3. O filha ingrata, agradece ao teu papai Bolsonaro.
    A ingratidão é um das piores características do caráter humano.

  4. Rabo cheio dona Fátima, o presidente/governador está dando um banho na genocida, que só fez roubar, desmandar e mentir nessa pandemia !

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Ministro Paulo Guedes diz que arrecadação recorde reflete retomada da economia

Foto: © Washington Costa/Ascom/ME

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta terça-feira (29) que o aumento da arrecadação registrado pela Receita Federal (RFB), mostra que a economia brasileira “voltou a ficar de pé”.

“A economia brasileira continua surpreendendo favoravelmente”, disse o ministro ao anunciar a arrecadação de impostos e contribuições federais, de R$ 142,1 bilhões em maio.

“É um recorde histórico esse crescimento de quase 70% em relação ao mesmo mês de maio do ano anterior. No acumulado de janeiro a maio, [a arrecadação] chegou a R$ 744 bilhões. É um acréscimo real de 21% sobre o mesmo período do ano passado”, disse o ministro. Segundo Guedes, todos os setores aumentaram a arrecadação. “É inequívoco que o Brasil já se levantou e a economia está caminhando com velocidade bem acima da que era esperada na virada do ano”.

O ministro reiterou que o país está à beira de uma reforma tributária, que tem como compromisso não deixar que os impostos “sufoquem o empresariado brasileiro”. “Nesse segundo capítulo da reforma tributária, que já enviamos, mandamos sinal muito claro: nosso governo quer reduzir em termos reais a arrecadação sobre as empresas. Se a arrecadação vier acima do que esperávamos, temos de transformar isso em simplificação e redução de outros impostos. Anunciamos redução de 2,5% no Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, mas queremos passar isso para 5% nos próximos anos. Estamos recalibrando nossos cálculos para ver se isso já é possível”, disse o ministro.

Na proposta de reforma entregue ao Congresso Nacional, a equipe econômica retoma tributos que incidem sobre rendimentos de capital e dividendos. A alíquota desses impostos foram zeradas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Guedes disse que a alíquota média que incide sobre dividendos em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é entre 25% ou 26% de cobrança, mas em alguns países ela chega a 40%. “Estamos colocando essa alíquota em 20%, o que ainda é pouco, além de ser menos do que paga um assalariado”, disse o ministro.

Segundo ele, as empresas são um mecanismo de acumulação de recursos visando investimentos, inovação e a criação de emprego e renda. “Na medida em que as empresas acumulam capital e tecnologias, elas aumentam a produtividade do trabalho e os salários. Os impostos têm de ser cada vez mais baixos porque é uma engrenagem econômica. Quando o dinheiro sai da engrenagem e vai para os detentores de capital, aí sim é que se tem de pagar impostos”, argumentou.

O ministro acrescentou que a tributação que historicamente o país faz sobre assalariados se deve às facilidades de tributação dos contracheques. “Como é fácil tributar no contracheque, o Brasil tributava excessivamente trabalhadores de baixa renda. Por isso aumentamos de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil a margem isenta de tributação”.

A expectativa da equipe econômica é a de que, nos próximos meses o país se aproxime dos níveis de arrecadação registrados em 2015. “Todos indicadores mostram que a economia se levantou vigorosamente. Continuamos com nosso compromisso de tirar o Estado do cangote do povo brasileiro. Esse aumento forte da arrecadação nos dá força para avançar nas reformas e desonerar empresas; reduzir impostos sobre trabalhadores de baixa renda; e tributar rendimentos de capital que estavam isentos”.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. O pensamento idiota dos esquerdopatas é impressionante, eles acham que o dinheiro arrecadado tem que ir para a conta do povo para comprar carros, fazer viagens, comprar uma mansão na beira da praia, baixar a gasolina para 1 real, o gás para 50 centavos.
    Estas boas arrecadações, acéfalos, serão utilizadas para investimentos no país em infraestrutura, educação, saúde, tecnologia, diminuição de impostos….. gerando mais emprego em consequência uma maior arrecadação, assim que um país cresce.
    No incompetente governo do luladrão dizia-se que a empregada doméstica viajava para Disney,(kkkkkkkkkk) por outro lado o país foi para o buraco com resultado negativo da Petrobrás, caixa, BB, correios, BNDES e fundos de pensão da Petrobrás e Correios.
    Se o luladrão é o seu candidato, pode se mudar para, cuba, Argentina, Venezuela ou Bolívia, porque aqui não é o país de vocês.

  2. Se a arrecadação é recorde, por que não reflete numa melhor qualidade de vida para o brasileiro ?

    1. Ta porra ! E é instantâneo, é?? De bicho sem noção . E o rombo do ano passado ? Faz o q ? Tem q pagar não??

    2. Não ocorre porque esse dinheiro vai para o 1% da população. É pra esses que o crescimento vai, porque temos um governo comprometido com essa gente. Para o povo resta gasoline a 6.30, aumento de energia, gás a 100 reais, carne a 50, desemprego, fome, miséria, para bancar essa turma e o bolsonaro é família, por isso ele compra picanha a 1.800 reais o quilo.

  3. O Brasil estar em boas mãos. Acabou-se a roubalheira. Por isso que os abutres estão desesperados. Pra eles, progresso é manutenção do atual governo no poder. Portanto, vivem desesperados tentando de toda forma derrubá-lo. Chora, esquerdalha!!!!!

  4. Retomada da economia no bolso dos ricos imortais, porque dos pobres mortais só sacanagem: gasolina,energia, gás de cozinha, carne, leite….quem deve comemorar, sinistro?

  5. A revista britânica Global, elegeu o Véio Ministo Paulo Guedes como o melhor Ministro de Finanças do Mundo.
    Parabéns véião Paulo Guedes, outro do cunhão rôxo da Equipe do MITO.
    A esquerda pira.

  6. Quer dizer que o aumento da cesta básica, gás, combustível, energia e outras coisas, não tem haver com esse aumento, também?

  7. O governo está tomando o ano passado, ano de Lockdowns, do pico da pandemia, ano que a atividade econômica quase chega a zero. Poderia comparar pelo último ano de normalidade, o 2019. Caso contrário, mais um engôdo lançado por esse governo.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Fábrica da Reserva Papéis atende à grandes demandas de fabricação e se destaca na economia do RN

Foto: Divulgação

De acordo com economistas, o Rio Grande do Norte tem grande probabilidade de ser o terceiro estado do país com o maior crescimento econômico, baseado no desenvolvimento do PIB. Esse cenário deve-se ao empenho e avanço de empresas norte-rio-grandenses e, dentre elas, está a Reserva Papéis, que tem se destacado cada vez mais na fabricação de papéis.

As instalações da Reserva Papéis, que fica localizada em São Gonçalo do Amarante, são repletas da mais alta tecnologia no que se refere à produção de papéis. Além disso, conta também com uma mão de obra qualificada e estrutura de logística eficiente, garantindo um processo bem-sucedido desde a produção até à entrega ao cliente final.

De acordo com Moura Júnior, diretor da Reserva Papéis, “fazer parte do crescimento da economia do nosso estado de uma maneira tão relevante é fruto de um trabalho de qualidade e comprometimento com nosso produto e cliente”.

Para conhecer mais sobre a Reserva Papéis, acesse www.reservapapeis.com.br ou entre no perfil do Instagram @reservapapeis.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Jornalismo

Folha de SP inventa “despiora” para dizer que os índices econômicos melhoraram no Brasil

Foto: Reprodução/Folha de São Paulo

 

O jornalismo brasileiro continua inovando. Após o Valor Econômico criticar o Banco Central por excesso de transparência, nesta quarta-feira(09) a Folha de São Paulo dá destaque ao colunista Vinicius Torres Freire, que diz que a economia brasileira “despiorou”, num texto claro de desejo que realmente dê tudo errado aqui. Segue abaixo o texto na íntegra.

Não se deu muita bola para as vendas do comércio em abril, divulgadas nesta terça-feira (8) pelo IBGE: cresceram além da conta de quase todo mundo. Sim, o comércio vem claudicando desde dezembro, com a seca dos auxílios emergenciais e repiques horrendos da epidemia. Abril teria outra baixa, pelos mesmos motivos, era o que se previa, como foi registrado nestas colunas. Só que não.

Receita de impostos, PIB trimestral e comércio tiveram desempenho acima do esperado. Nas entranhas desses indicadores há coisas feias: a inflação ajuda a engordar a arrecadação tributária, o consumo das famílias no PIB caiu. Ainda assim, houve despioras significativas.

O indicador de emprego formal dos economistas do Itaú teve alta em maio. A população ocupada cresceu 5,5%, voltando ao nível anterior ao da epidemia.

Antes de passar às más notícias, convém lembrar outras despioras relevantes. As taxas de juro de prazo mais longo (mais de dois anos) no atacadão de dinheiro andam caindo. Depois de tomar um calmante em meados de abril, o preço do dólar relaxou ainda mais, voltando à casa de R$ 5. O ingrediente mais importante desse calmante foi o fim das turbulências no mercado financeiro americano, com umas pitadas de juros mais altos por aqui e de indícios de que o teto de gastos não desabaria.

O resumo do primeiro ato desta ópera é: 1) a economia real não afundou com o morticínio e as restrições de março e abril; 2) houve um alívio das condições financeiras; 3) os donos do dinheiro grosso acham que a gambiarra fiscal brasileira é tolerável ou, pelo menos, deram fim ao faniquito do primeiro trimestre e, por fim: 4) continua razoável acreditar que o PIB cresça 5% neste ano.

Um crescimento de 5% neste 2021 apenas leva o PIB ao mesmo nível médio de 2019. Isto é, a uma economia ainda deprimida pela recessão de 2015-2016. Ainda pior, será uma economia com menos emprego e envenenada pelos efeitos da inflação sobre a renda, dos mais pobres em particular. Mas a despiora e o alívio em relação ao ano do tombo da epidemia, 2020, serão relevantes, embora desiguais.

Sim, há riscos de que a gente vá para o vinagre, crescentes a partir de 2022.

A ameaça mais óbvia é a de um repique ainda mais assassino da epidemia. No entanto, sem que apareça variante mais pestilenta, a epidemia tende a arrefecer ao longo do restante do ano, dado o número crescente de vacinados e de infectados (em tese imunizados). Como queria Jair Bolsonaro, a epidemia vai acabar de morte morrida, sem que a tenhamos um dia controlado.

Há algum risco de faltar energia, pontualmente, em novembro. Com algumas providências, é possível prevenir colapsos. Se houver inércia, a mera percepção do risco aumentado de apagões pode ser um problema. Isso quanto a 2021. Quanto a 2022, vamos depender da chuva que deveria cair entre novembro e abril.

Há uma inflação enorme nos preços do atacado (o IPA foi a quase 50% nos últimos 12 meses). Não se sabe bem quanto disso será repassado aos preços para o consumidor (IPCA). Se a carestia do IPCA não amainar a partir de junho, a perspectiva de alta de juros pode sabotar parte do crescimento de 2022, que já seria mixuruca.

Por fim, os americanos estão entretidos a discutir se a inflação deles vai voltar (a meros 2,5% ao ano). Caso achem que sim, pode haver algum sururu a partir do final do ano, com alta de juros na praça e fim do relaxamento monetário. Uma reviravolta dessas nos EUA pode nos machucar ou até nos quebrar as pernas. Em 2013, coisa parecida balançou as finanças por aqui e foi um dos fatores da derrocada.​

Folha de São Paulo

Opinião dos leitores

  1. O termo “despiora” realmente existe. Para os que têm dúvidas, procure no dicionário priberam, ou assistam ao vídeo do professor Pablo Jamilk que explica o uso desta palavra.

    1. A crítica não é se existe ou não o termo, mas pelo fato de poder ter apenas dito que “melhorou”.

  2. Que “despiora” que inventaram uma palavra? Meu deus este lugar está fadado ao fracasso mesmo!

  3. A Folha de São Paulo, outrora um jornal sério, que teve em seus articulistas o saudoso Paulo Francis – o primeiro jornalista brasileiro a ter coragem de denunciar as falcatruas na Petrobrás -, hoje não passa de um panfleto vagabundo de esquerda, tipo o GRANMA, que os cubanos usam para limpar a bunda, na falta de papel higiênico. Foi vergonhoso ler na Foice de São Paulo vários articulistas comemorando (subliminarmente) o fim da Operação Lava Jato. Ridículo.

    1. Exatamente, um jornal que até outrora tinha credibilidade e aceitação em massa no país, hoje não passa de um folhetim baixo e desprezível. É impressionante como quem não aceita as mudanças clamam para que o país piore, ( enquanto pior melhor, não é?! ). As “novidade” aparecem diuturnamente sem nenhum pudor ou vergonha, chega ser assustador brasileiros querendo a todo instante denegrir o próprio país. Parem o Brasil que eu quero descer, terei que tomar um remédio para cortar a ânsia de vômito.

  4. E esse tipo de gente faz escola, tem “seguidores”. É só ler os comentários por aqui e identificar uma porção deles. O cara torce e age contra o próprio país, se incomoda com as boas notícias e chega mesmo a NEGÁ-LAS (negacionistas de verdade). Juro que não consigo entender.

  5. Não estão mais sequer disfarçando. É a mesma cambada que torce pelo vírus, os “coronalovers”. A grande mídia brasileira, em sua maior parte, foi reduzida a isso.

  6. Hô desespero grande dessa imprensa imunda.
    Nunca vi tanta imundice junta, kkk kkk canalhas mil vezes canalhas.
    Vão ter que engolir o Véio Bolsonaro até 2026.

    1. Dá pra ver que pra pessoas que se bastam nas mentiras do grupin do zap do MINTOmaníaco, a ilusão de defender o corrupto das rachadinhas eh o suficiente pra alimentar um raciocínio limitado e idiotizado….

  7. Que bom que a economia está indo bem enquanto milhares morrem todos os dias nos hospitais por culpa do desgoverno negacionista e inepto. Ainda bem que 22 tá logo ali.

  8. Economia está tão bem que foi noticiado hj que a inflação obteve o mair alta dos últimos 25 anos. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Despiora é uma visão muito otimista pq no nosso bolso, só piora.

  9. Aviso aos navegantes para refrescar a memória. Antes da pandemia a situação econômica do Brasil estava em pandarecos e já nessa época o Guedes pregava uma reação em V. Só se for o V de vai dar merda.

  10. A midia brasileira já está ficando sem terminologia escrita e falada na formação de termos e orações críticas em desfavor do ilustre presidente do Brasil,estão parecendo comentaristas e narradores de futebol e de formula 1 e outros esportes que já sem nenhum tipo de argumento e de assunto ficam inventando inexistes vocabulos e persistentes redundâncias.

  11. Inflação a 0,83% em maio, em 12 meses 8,06%, desemprego 15% recorde…realmente, está tudo melhorando de vento em popa!

    1. Mas pra que se importar com a realidade dos fatos e números, o que importa mesmo eh acompanhar as notícias pelo grupin do zap do MINTOmaníaco e acreditar cegamente no que ele fala…

    2. Sua conta esqueceu de incluir:
      Pandemia por 16 meses seguidos;
      Lockdown repetidos por governadores de oposição;
      Bares, restaurantes, área de laser, comércio, micro empresas FECHADAS;
      Turismo restrito a 20% das taxas anteriores;
      Tudo isso DETERMINADO pelos GOVERNADORES e PREFEITOS.
      Está desenhado, mas acho que nem assim você será capaz de entender, é zumbi ideologicamente comprometido

  12. BG, meu nobre, você é quem ainda repercute Folha de São Paulo, Estadão, IstoÉ e etc. ainda dando um crédito que esses órgãos não tem mais diante da sociedade. Seja o cidadão de esquerda, centro ou direita o que se quer é o mínimo de imparcialidade.

  13. Por isso quando leio matérias aqui e desconfio do seu texto, vou logo ao final saber a autoria, quando vejo folha de sao paulo já descarto logo tudo. Última vez que comentei isso aqui veio aquele esquerdeopata do Manoel F me criticar. Golpe ta ai, cai quem quer

    1. Kkkkkkkkk. Esquerdopata deve ser vc abestado que se acha diferente por defender o MINTOmaníaco das rachadinhas que de direita não tem NADA!

  14. Tem um jornal na 96fm as 7h da manhã, não vale nem apena escutar deixei de ouvir dão muito valor a folha!

  15. Fico pensando o que leva um ser abjeto desses a escrever tamanha aberração. Chega a ser bizarro um pseudo jornalista “criar” uma palavra só para não dizer que MELHOROU. Deve estar com defecção mental.

  16. Segundo o grande ‘jênio’ econômico Paulo Jegues, essa coisa de milhões de desempregados, de grande parte da população não ter acesso à carne, arroz, feijão e gás, do preço dos combustíveis está na estratosfera não importam! O importante que a bolsa de valores está batendo recordes diárias; portanto, está tudo muito bem!

    1. A gente bate palmas porque entende que isso é uma CONSTRUÇÃO. Realmente é pedir demais que você compreenda esse caminho, a julgar pelo nível dos comentários. Mas vamos combinar um seguinte: Foram quase 30 anos de políticas econômicas socialistas, dê 4 anos à liberdade econômica. Combinado? Se não ajuda, pelo menos não atrapalhe.

  17. Isso é infame, deselegante, injusto, babaca, infantil, produto de uma avaliação sebosa, tendenciosa, sacana, advinda de um profissional burro, em virtude de muitos motivos, inclusive os éticos, isso jamais poderia ser escrito em qualquer canto. Só certifica a certeza de que, parte te salutar da imprensa nacional, torce pelo mal do Brrasil.

    1. Kkkkkkkkk. Seus comentários que se limitam a somente apresentar adjetivos depreciativos em desfavor do colunista são tão pueris que me senti numa discussão de pátio escolar de quinta categoria… A folha de São Paulo tem sim um editorial de esquerda mas isso não invalida, de pronto, o jornal ou os argumentos do colunistas. Mas pra pessoas que se bastam nas mentiras do grupin do zap do MINTOmaníaco, a ilusão de defender o corrupto das rachadinhas eh o suficiente pra alimentar um raciocínio limitado e idiotizado….

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Ministro Paulo Guedes diz que números do PIB apontam para crescimento forte da economia do país

Foto: © Edu Andrade/Ascom/ME

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (1º), em Brasília, que o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2021 aponta para um crescimento forte da economia este ano. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve crescimento de 1,2%, na comparação com os últimos três meses do ano passado. O PIB é a soma de todas as riquezas produzidas no país.

Em valores correntes, o PIB chegou a R$ 2,048 trilhões. Os dados são do Sistema de Contas Nacionais Trimestrais, divulgados hoje, no Rio de Janeiro, pelo IBGE.

“A economia veio forte. Quero manifestar que a economia cresceu no trimestre 1,2% na margem e 1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado, só no trimestre. O que sinaliza um crescimento bastante forte da economia esse ano”, afirmou Paulo Guedes, durante audiência pública na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados para tratar de cortes orçamentários das universidades públicas.

Tom otimista

Segundo o ministro, o resultado do PIB no primeiro trimestre é melhor do que o esperado pelo governo para este período do ano. Ontem (31), o ministro apontou a possibilidade de o PIB crescer até 5% neste ano.

“Como a economia caiu muito fortemente na pandemia do ano passado e, esse ano, a própria ampliação da vacinação, o avanço dos protocolos e o aprendizado de como se proteger durante a pandemia estão protegendo um pouco mais a economia. É possível que estejamos crescendo a taxas bem maiores”, argumentou.

Guedes acrescentou que o resultado também trouxe uma maior arrecadação para o governo. O ministro disse que, com esse aumento, vai ser possível realizar a liberação de recursos contingenciados [bloqueados] do orçamento.

“A arrecadação está vindo forte e, na medida em que essa arrecadação veio, o que a gente fez: a gente tinha bloqueado R$ 9 bi”, disse o ministro, ressaltando que o Ministério da Economia só bloqueou os recursos, mas não é responsável pelas rubricas contingenciadas. “Agora vamos desbloquear R$ 4,5 bilhões. Desses, cerca de R$ 1 bilhão deve ir para o Ministério da Educação”, disse o ministro.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Grande Ministro da Economia Sr Paulo Guedes.
    Pena que Boa parte do congresso Nacional, não tem interesses de votar, algo que interessa ao povo e principalmente ao governo .

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

REABERTURA DA ECONOMIA: Cidadãos ingleses poderão fazer 2 testes gratuitos de covid por semana

Foto: Leon Neal/Getty Images

A partir de sexta-feira, todos os cidadãos ingleses vão receber semanalmente dois testes de Covid-19. Gratuitamente. Junto com a vacina, os testes serão fundamentais para a reabertura da economia, segundo anúncio feito nesta segunda-feira, 05, pelo governo do primeiro-ministro Boris Johnson. Apesar de quase metade da população já ter recebido a primeira dose da vacina, lojas e bares ainda estão fechados no país. Em dezembro, quando a Inglaterra começou a sofrer com um novo pico de contaminação em função de uma nova cepa do vírus, o país determinou um lockdown e as pessoas só podem se encontrar na rua, sem aglomeração.

Os testes são considerados fundamentais pelo governo britânico porque vão ajudar a conter as variantes do vírus. “Por meio da nova tecnologia de teste, casos positivos de variantes preocupantes estão sendo detectados mais rápido do que nunca. Mais pessoas fazendo um teste aumentará nossa capacidade de identificar e controlar as variantes”, diz o anúncio oficial do governo.

Radar – Veja

Opinião dos leitores

  1. Desgoverno milicianus.
    Os bovinos aplaudem até q chegue em suas casas. Aí Inez é morta.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Setores da economia dizem que Lei do Gás, que aguarda sanção de Bolsonaro, reduz custos e preço final

Foto: © André Motta de Souza / Agência Petrobras

O projeto da nova Lei do Gás, que aguarda sanção do presidente Jair Bolsonaro, estabelece novo marco legal do setor no Brasil – entre outros pontos, a mudança do regime de concessão para o de autorização do transporte de gás natural pela iniciativa privada. O texto permite também o acesso de novos agentes a gasodutos de escoamento, instalações de tratamento ou processamento de gás natural e a terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL).

Defensores do projeto, aprovado na semana passada na Câmara dos Deputados, argumentam que a proposta vai aumentar a participação de empresas privadas no mercado de gás natural no Brasil, reduzindo os custos de produção e o preço final às empresas consumidoras do insumo. Também dizem que o gás natural poderá ajudar a reduzir o preço da energia elétrica, uma vez que parte das usinas térmicas usa o combustível para gerar eletricidade.

Para a Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace), o projeto traz segurança jurídica para o setor e perspectivas de abertura do mercado, auxiliando na retomada da economia. “Conseguimos consenso entre mais de 70 setores industriais dos mais diversos segmentos, representados pelo movimento “Gás para sair da crise”, incluindo os agentes da própria cadeia produtiva do gás, como produtores reunidos no IBP [Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás], os transportadores, da ATGás [Associação de Empresas de Transporte de Gás Natural por Gasoduto] e a CNI [Confederação Nacional da Indústria]”, disse o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa.

Na avaliação da Abrace, a expectativa é a mudança no mercado de gás, com potencial de gerar R$ 60 bilhões de investimentos por ano.

“Todos precisamos de uma mudança no rumo do mercado, que vai abrir grandes oportunidades para explorarmos o gás do pré-sal e abrir caminhos para novos competidores com o GNL, o gás em terra. E todo tipo de insumo que poderá abrir um caminho de reindustrialização para o país”, afirmou Pedrosa.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) acredita que a mudança no mercado de gás natural é “uma das grandes apostas do setor produtivo para apoiar a retomada do crescimento econômico, com geração de emprego e renda”. De acordo com a instituição, há possibilidade de a indústria brasileira se tornar uma grande consumidora de gás natural e “triplicar a demanda em uma década”, em um cenário de queda dos preços do produto pela metade.

Atualmente, o preço do gás natural é calculado a partir de referências do petróleo de Brent (internacional) e reajustado conforme os padrões internacionais. O transporte e a distribuição variam ainda conforme o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M).

“Diante desse cenário, os investimentos no país podem chegar a R$ 150 bilhões por ano em 2030, com importantes setores industriais substituindo insumos mais poluentes pelo gás, por ser o combustível fóssil de menor emissão de gases poluentes”, disse a CNI.

Petroleiros

Para a Federação Única dos Petroleiros (FUP), contrária ao projeto, a mudança retira a centralidade da Petrobras do setor com o objetivo de favorecer a privatização da empresa. Segundo a FUP, o objetivo é “escantear” a empresa e favorecer a atuação de importadores e de companhias privadas. A federação avalia ainda que o novo marco não vai favorecer a interiorização do mercado, conforme indica o governo.

“O novo marco regulatório tira a Petrobras do centro dessa articulação, na esperança de que o investimento privado construirá a infraestrutura para utilizar a eventual oferta disponível de gás, interiorizando o seu consumo. O setor privado não costuma ter esse comportamento desbravador dos investimentos”, disse o Instituto de Estudos Estratégicos de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (Ineep), vinculado à FUP.

Atualmente, a Petrobras participa com 100% da importação e do processamento e cerca de 80% da produção (gás de petróleo). Segundo o Ineep, o projeto aumenta a diferenciação entre as atividades de transporte e as outras atividades dessa indústria de rede, “vedando explicitamente a integração vertical das empresas que atuam no setor”.

“A Petrobras é o principal produtor, transportador, investidor e articulador do sistema. Sua simples retirada não necessariamente atrairá atores privados para ocupar os diversos papeis nessa indústria que só na sua maturidade tende a descompactar seus segmentos. O objetivo principal dessas mudanças é alterar a posição da Petrobras, que é a principal produtora e com contratos de transporte que se aproximam da capacidade física da rede de gasodutos”, disse o Ineep.

A federação argumenta ainda que a mudança não vai causar impacto no preço do gás de cozinha, já que o mercado de gás natural é destinado ao abastecimento de indústrias e termelétricas.

“Os preços do gás natural liquefeito (GNL) dispararam na Ásia-Pacífico no final de 2020 e os defensores da Nova Lei do Gás no Brasil insistem em olhar apenas para o Henry Hub, que precifica as operações com a molécula nos EUA e somente lá. Para o GNL no Brasil, muito mais relevante é o JKM que precifica a região da Ásia, referência para o deslocamento dos navios de GNL para o Atlântico Sul, afirmou o instituto.

Governo

Em matéria publicada no site do Ministério de Minas e Energia, o ministro Bento Albuquerque disse que a nova lei favorecerá a formação de um mercado de gás natural aberto, dinâmico e competitivo. Promoverá ainda a concorrência entre fornecedores e a consequente redução no preço final do gás para o consumidor.

Outro ponto destacado por ele são os investimentos esperados, além dos milhares de novos postos de trabalho que poderão ser gerados nos próximos dez anos. “Precisamos retomar nossa economia neste período de pandemia. Investimentos e geração de empregos são instrumentos imprescindíveis à retomada”, disse o ministro.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Alguém viu a redução de 5% no preço da gasolina anunciada pela Petrobras, pra começar a partir do sábado passado?

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Guedes fala em novas ações para ajudar economia na pandemia e cita criação de ‘seguro-emprego’

 (Foto: Edu Andrade/Ascom/ME)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (11) que o governo vai anunciar novas medidas para conter os efeitos econômicos da pandemia da Covid-19 no país.

Segundo o ministro, as medidas “vêm ai” e devem ser anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro em breve.

Sem citar detalhes, Guedes falou na criação de um “seguro-emprego”. De acordo com o ministro, a medida funcionaria com o pagamento de R$ 500 ao mês, por até 12 meses, para evitar demissões.

“Por que não dar R$ 500 para ter um seguro emprego? Em vez de esperar alguém ser demitido e dar R$ 1 mil, vamos evitar a demissão pagando R$ 500 antes. Um seguro-emprego”, disse Guedes.

“Em vez de uma cobertura de quatro, cinco meses, como é hoje o seguro-desemprego, vamos fazer uma cobertura de 11 meses, 12 meses pela metade do custo”, completou o ministro durante encontro da Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa.

O valor do seguro-desemprego recebido pelo trabalhador demitido depende da média salarial dos últimos três meses anteriores à demissão. No entanto, o valor da parcela não pode ser inferior ao salário mínimo vigente, que hoje é de R$ 1,1 mil.

O trabalhador recebe entre três e cinco parcelas, dependendo do tempo trabalhado. São três parcelas do seguro-desemprego se comprovar no mínimo seis meses trabalhado; quatro parcelas se comprovar no mínimo 12 meses; e cinco parcelas a partir de 24 meses trabalhados.

Guedes não deu mais detalhes sobre como funcionaria o “seguro-emprego”. A ideia, entretanto, é parecida com o programa adotado no ano passado e que permitiu a redução de salários e a suspensão de contratos de trabalhos.

Nesse programa, que vigorou até dezembro de 2020, o governo pagava parte do salário desses trabalhadores pelo governo e, em troca, a empresa se comprometia a não demiti-los por um período.

Durante a participação no evento, Guedes voltou a dizer que deve relançar o programa de redução de salários e suspensão de contratos.

O ministro afirmou ainda que a economia brasileira está se recuperando e que, nos próximos dias, o governo vai anunciar a arrecadação de fevereiro, que foi recorde.

“A arrecadação é algo que devemos anunciar no máximo na semana que vem. A arrecadação, em fevereiro desse ano, recorde histórico para fevereiros. A economia voltou em ‘V’, está começando a decolar de novo. Vacina em massa de um lado, para o retorno seguro ao trabalho, e, de outro lado, girar a economia. É isso que estamos olhando para a frente”, disse.

G1

Opinião dos leitores

    1. Se você consegue ser melhor que ele, pede pra ficar no lugar dele.

    2. Realmente Paulo Guedes não é corrupto igual ao Guido Mantega.

    3. Infelizmente meia dúzia de seis gostaria que voltasse aquela política sebosa que a gente vivia no Brasil.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Mourão alerta para ‘pilares básicos da economia no vermelho’, e diz que ‘se nada for feito, como a reforma do Estado, em dois anos não haverá condições de sustentar o governo’

Mourão afirmou que déficit nas contas públicas começou a ser sanado com a reforma previdenciária (Adriano Machado/Reuters)

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse na manhã desta segunda-feira, 7, em palestra comemorativa aos 126 anos da Associação Comercial de São Paulo, que o País tem enfrentado ao longo dos últimos anos crises nos sistemas político, econômico e da sociedade. A crise econômica, destacou, veio sendo gestada ao longo dos últimos 30 anos.

No seu entender, se nada for feito, como a reforma do Estado, em dois anos não haverá condições de sustentar o governo. “Temos dois pilares básicos da economia no vermelho, abalados: o déficit nas contas públicas e a produtividade.”

Segundo ele, o déficit nas contas públicas começou a ser sanado com a reforma previdenciária. Mas isso foi gasto com os recursos destinados à pandemia do novo coronavírus. E alertou que, se não houver reforma do Estado brasileiro, “que é grande e gasta mal”, em dois anos não haverá condições de sustentar o governo. “É responsabilidade do nosso governo nesses dois anos trabalhar para superar os obstáculos, fazer as privatizações e equilibrar as contas púbicas, a fim de transmitir confiança para os investidores que desejam trazer seus recursos para o Brasil.”

Na palestra, ele criticou que os recursos de impostos e da dívida se perderam em gestões incompetentes e na corrupção, ao longo da crise gestada nos últimos 30 anos. Sobre as projeções para o PIB, ele destacou: “Tenho firme crença que a queda do PIB será de 4,5%; menos da metade dos prognósticos.”

Depois de lamentar que nesses dois anos de governo não foi possível avançar nas privatizações, ele falou que a nossa produtividade é baixíssima por conta dos problemas de infraestrutura. “O governo não tem dinheiro para infraestrutura e precisa atrair parceiro privado e, para atrair parceiro privado, precisamos ter ambiente amigável e com segurança jurídica”, frisou. E criticou também a Constituição brasileira, que no seu entender, não olhou futuro e colocou muitos deveres ao governo.

Para Mourão, é preciso investir na reforma tributária, que está madura. “Precisamos organizar e simplificar os impostos”, defendeu, destacando que isso é consenso. “Nosso sistema tributário custa R$ 70 bilhões ao ano (para governo e sistema produtivo), o que é muito”, avaliou.

Sobre o novo coronavírus, ele disse que o País não saiu da primeira onda. “Na minha visão a pandemia nunca saiu da primeira onda; agora é repique”, disse, elogiando o sistema público de saúde brasileiro, que foi capaz – junto com o governo brasileiro – de trabalhar de forma eficiente na pandemia.

E destacou: “Lamentamos as 176 mil vítimas, mas o trabalho da nossa medicina e dos gestores foi fantástico.”

Mourão disse também achar complicado a prorrogação do pagamento do auxílio emergencial pago pelo governo nessa pandemia, que termina neste mês.

Exame

Opinião dos leitores

  1. Everton veve, posso descrever para vc, alguns realmente distribuídos pelo MS, putos não, isso podemos resolver, e se vc teceu pelo meu comentário, a pergunta foi fácil e óbvia, só responder, só sou fixado em mulher bonita e inteligente, trabalhar com dignidade, ser cordial, educado, honesto e amigo. Fui eleitor do PT, mais de forma inteligente não sou mais, acho ruim pessoas Castries e desonestas.

  2. É claro!!! O governo tem que sustentar aposentadoria integral de militar que se aposenta com 50 anos e recebe aposentadoria por mais uns 30. Qual o orçamento que aguenta uma trolha dessa?

  3. Pra aprovar as
    merdas de reforma deles sempre vem com esse terrorismo que o Brasil vai se acabar se.não aprovar as bostas.

  4. O VP faz um comentário 100% alinhado com a agenda do Presidente e os abutres, esses seres trevosos, esses chavistas imundos, alardeiam um antagonismo.

  5. O Vice tem razão. Apenas fez um relato nu e cru da realidade. Não vejo essa necessidade do presidente mandar ele "calar a boca".

  6. Alguém sabe mesmo o que nove dedos era? Pior ainda era a Anta, que mesmo formada, secretaria de governo o escambal, que não sabia somar e falar, uma completa vergonha, fazia o mundo sorrir, se tivesse o título de palhaça, iria desmerecer os comediantes ou palhaços. Aí vcs jericos estariam contentes…..

    1. Vira o disco, sua fixação pelo PT está demais. Vá logo a um psiquiatra, porque o MS vai começar a parar de ofertas certos serviços gratuitos…

    1. Não precisa ser phd pra falar e saber sobre o óbvio. Ele tá certíssimo.

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Economia

Brasil viverá em 2021 a retomada do crescimento sustentado, diz ministro da Economia, Paulo Guedes

Foto: Adriano Machado

O Brasil viverá em 2021 um ano de retomada do crescimento sustentado, baseado em investimentos, em desenvolvimento impulsionado pela manutenção de juros baixos, câmbio competitivo internacionalmente, aceleração da agenda de reformas e de privatizações e, consequentemente, geração de empregos – sempre com pleno respeito ao ajuste fiscal e ao teto de gastos. Esse cenário foi apresentado na tarde da quarta-feira (18/11) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, ao participar, de forma virtual, da Premiação Melhores e Maiores 2020 da Revista Exame.

“Uma enxurrada de reformas está sendo aprovada. Juntos vamos criar emprego em massa, os juros continuam baixos, não haverá aumento de impostos. Vamos retomar os investimentos e, em 2021, vamos transformar uma recuperação cíclica, baseada em consumo, em uma retomada do crescimento sustentada nos investimentos”, afirmou. Ele destacou que o Brasil surpreendeu o mundo pela velocidade da retomada da economia após a fase crítica de impactos da pandemia do novo coronavírus, e que essa fase positiva irá continuar.

A “armadilha do baixo crescimento” está sendo desmontada, ressaltou Guedes, ao se referir a decisões como a implantação da Nova Previdência e de toda a agenda de reformas que está sendo discutida com o Congresso Nacional – como as Propostas de Emenda à Constituição (PECs) dos Fundos Públicos, Emergencial, do Pacto Federativo e da Nova Administração Pública e o projeto de autonomia do Banco Central, entre outros. O ministro lembrou, ainda, dos avanços na construção de novos marcos regulatórios, que levarão à retomada de investimentos. “Cabotagem, setor elétrico — queremos privatizar a Eletrobras —, gás natural, com o choque da energia barata para reindustrializar o país”, apontou.

“A boa notícia é que depois do pesadelo que foi o coronavírus, a economia está se recuperando, a pandemia está descendo e a vacina está chegando. Estamos vendo 2021 como ano de forte recuperação, com crescimento de 3 a 4%, mas podemos surpreender e ir além”, afirmou Guedes.

O ministro lembrou que desde julho o Brasil vem gerando novos empregos formais, o que é um indicador claro da retomada da economia. “É evidente que nossa política anticíclica contra o coronavírus funcionou”, disse. “Os Estados Unidos perderam mais de 30 milhões de empregos formais e nós destruímos menos de um milhão”, enfatizou.

Teto de gastos

Paulo Guedes reforçou ainda o compromisso do atual governo com o ajuste fiscal e o controle das contas públicas. O ministro excluiu qualquer possibilidade de descumprimento do teto de gastos (Emenda Constitucional nº 95), que impede o governo de aumentar o endividamento para financiar despesas correntes, como os gastos com pessoal, para induzir o crescimento. “A saída fácil é furar o teto, mas não faremos isso. Seria uma irresponsabilidade com as futuras gerações”, destacou Guedes. Ao longo de quatro décadas, lembrou o ministro, o descontrole fez as despesas públicas saltarem de 18% para 45% do Produto Interno Bruto (PIB), com efeitos bastante negativos para a população.

O descontrole dos gastos públicos levou o país a dois surtos de hiperinflação, à moratória externa, ao sequestro de ativos financeiros e ao bloqueio de recursos que brasileiros tinham na caderneta de poupança, apontou o ministro. Ele argumentou que tamanho desajuste provocou, ainda, aumento de impostos, juros muito elevados, endividamento em bola de neve, corrupção na política e estagnação econômica. Diante de tantos efeitos negativos, Guedes defendeu que respeitar o teto de gastos é essencial para o Brasil ter um caminho de crescimento efetivo e sustentado.

O ministro da Economia destacou que a chegada da pandemia da Covid-19 exigiu que os esforços fossem redirecionados das reformas estruturais para a adoção de medidas emergenciais. No entanto, como a economia já está se recuperando, a agenda de reformas e de privatizações é essencial, disse Guedes, descartando novamente hipóteses para desrespeito ao teto de gastos. “Se a dívida deu um salto agora, foi por causa da Covid, pois a vida e a saúde dos brasileiros estão em primeiro lugar. Mas vamos voltar a derrubar a relação dívida/PIB”, disse, após lembrar que o Brasil foi um dos países que fez um esforço fiscal maior até do que o de países desenvolvidos para conter os impactos da pandemia. “Gastamos 8,2% do PIB de esforço primário no combate à pandemia, cerca de R$ 800 bilhões”, explicou.

Com o ajuste fiscal promovido desde o início de 2019 e a redução das taxas de juros, o governo economizou R$ 80 bilhões em 2019 e R$ 120 bilhões com a rolagem da dívida. “E teremos mais R$ 100 bilhões por ano em 2021 e 2022”, destacou. Guedes afirmou que o governo adotou uma postura decisiva e fulminante no controle dos gastos públicos, sustentando a bandeira do teto de gastos, e que isso gerou condições para o Brasil estar, neste momento, em momento de recuperação econômica.

Economia de mercado

Paulo Guedes esclareceu que o governo está seguindo firmemente a agenda liberal democrata e que o objetivo é transformar o Brasil em economia de mercado, inserido no cenário internacional. “Sabemos a importância do capital organizacional. Temos quase R$ 1 trilhão em valor de empresas estatais, quase R$ 1 trilhão em imóveis. É um governo liberal democrata, e os votos foram dados para implementar o plano de governo. E um dos eixos é o de privatizações. Também libertar os orçamentos públicos dos grupos de interesse corporativistas, sejam do setor privado ou do setor público. Por isso é que estamos propondo o pacto federativo; desvincular, desindexar, desobrigar e devolver os orçamentos públicos à classe política, que recebeu o mandato pelo voto”, disse Guedes.

No cenário internacional, o ministro destacou que mesmo na fase mais aguda da pandemia, o Brasil manteve fortes exportações. Disse que, daqui para frente, a meta é acentuar ainda mais as relações com os demais mercados, fortalecendo laços com os novos eixos de crescimento globais. Citou a importância de o Brasil reforçar, por exemplo, o comércio com países como Índia, Vietnã e com o Oriente Médio. “Hoje, o Brasil é um país de juro estruturalmente mais baixo e câmbio de equilíbrio mais alto. O Brasil está exportando muito mais. Com a Ásia, estamos com US$ 40 bilhões de superávit”, destacou.

 

Opinião dos leitores

  1. A possibilidade de melhora deixa esses vermes comunistas babando convulsivamente de ódio.

  2. Desde 2016 é só reforma no lombo do povo e promessa de riqueza.
    Até agora foi só fumo nos trabalhadores e servidores públicos civis!

  3. Para desespero dos esquerdopatas antipatriotas, que querem que o seu país vá para o buraco, está previsto para o 3º trimestre um PIB positivo de 9,7% e todo mês, vem aumentando o emprego formal.
    Agora as medidas importantes como a reformas administrativa, tributárias e privatizações, são travadas pelos esquerdopatas antipatriotas do legislativo.
    Se estas medidas fossem implantadas nós hoje estaríamos numa situação muito melhor, com aumento de empregos e investimentos.

  4. o velho e conhecido "QUINTO IMPERIAL" e viva a republica, entra governo sai governo mais a forma de governar ainda é o imperial.

  5. Antes era assim que o governo bozoró assumisse…depois em junho de 2019…enfim. Alguns idiotas acreditam nesse governo de ineptos.

  6. Não existe almoço de graça. O Governo criou o PIX (e incentiva seu uso pelos "desbancalizados"), com a intenção de cobrar e recolher a vindoura "nova" CPMF até daqueles que NÃO possuem contas bancarias

Comente aqui

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *