Rogério Marinho estima que governo vai obter com a reforma da Previdência economia de R$ 933,5 bilhões em dez anos

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil 

 

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, afirmou nesta quinta-feira (18) que a economia que o governo vai obter com a reforma da Previdência – após as mudanças aprovadas pela Câmara dos Deputados – será de R$ 933,5 bilhões em dez anos.

Essa cifra corresponde ao valor que deixará de ser pago aos beneficiários, e também o aumento de receita com a cobrança da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) dos bancos.

Antes de o projeto ser alterado pelos deputados, a previsão da área econômica era de R$ 1,236 trilhão no mesmo período (2020 a 2029).

“A gente imaginava um número em torno de R$ 900 bilhões, mas precisávamos refinar esses cálculos”, declarou Marinho a jornalistas.

Ele acrescentou que o governo e o Parlamento estão apresentando ao país “a maior, mais abrangente, mais ambiciosa, e mais longeva reestruturação do sistema previdenciário desde a época do império”.

A nova economia anunciada pelo governo ficou abaixo da marca almejada inicialmente pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de R$ 1 trilhão em dez anos.

De acordo com o secretário Rogério Marinho, “há uma concertação nacional favorável à responsabilidade pró-ativa. O país amadureceu, entendeu e incorporou o tema. E o Parlamento foi o arauto desse processo. Acredito que uma PEC com esse tipo de impacto na vida da sociedade, ter esse nível de aceitação, é um feito extraordinário”.

Segundo ele, o impacto fiscal da reforma é “extremamente relevante” e vai permitir que o governo possa fazer as modificações que a equipe econômica está propondo, como a reforma tributária, o pacto federativo, a reforma administrativa e a simplificação do Estado.

Apesar de a economia ter ficado abaixo da marca de R$ 1 trilhão buscada pelo ministro Paulo Guedes, Marinho afirmou que o ministro o cumprimentou porque, além da reforma, também foi aprovada a medida provisória que combate fraudes previdenciárias – que gera economia extra de recursos.

Questionado se pode haver novas mudanças na proposta de reforma da Previdência, Marinho afirmou que não acredita. “É evidente que a luta continua. O Parlamento brasileiro foi o porta-voz do sentimento da sociedade. Temos ainda os destaques supressivos, que vamos enfrentar no segundo turno. Mas tenho muito otimismo nesse processo”, disse.

Metodologia

O secretário de Previdência do Ministério da Economia, Leonardo Rolim, afirmou que a metodologia de cálculo utilizada pelos técnicos da área econômica para estimar a economia com a reforma da Previdência aprovada pela Câmara em primeiro turno, segue padrões internacionais, em linha, segundo ele, com as normas do Banco Mundial e da Organização Internacional de Trabalho (OIT).

De acordo com a área econômica, o impacto somente no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), sistema público que atende aos trabalhadores do setor privado, é de R$ 654,7 bilhões em dez anos, enquanto que nos regimes próprios de servidores é de R$ 159,8 bilhões no mesmo período.

Com a alteração proposta no abono salarial, mais R$ 76,4 bilhões seriam economizados, ao mesmo tempo que as mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) gerariam R$ 23,4 bilhões. A esse valor, se soma a receita extra de R$ 19,2 bilhões que serão arrecadados com a CSLL dos bancos.

Estados e municípios

Rogério Marinho também informou que o Senado Federal avaliará uma PEC paralela da reforma da Previdência para incluir servidores de estados e municípios na reforma da Previdência. Com isso, o texto aprovado pela Câmara, não será modificado.

“O Senado vai opinar. Fazer alguns acréscimos. Esse corpo que será acrescido será uma PEC paralela. Não altera o que chegou da Câmara. O que foi aprovado nas duas casas é promulgado. E o que for acrescido nessa PEC paralela retorna à Câmara”, explicou.

Mudanças no projeto

As primeiras mudanças no texto do governo foram propostas pelo relator Samuel Moreira. Inicialmente, foram retirados pontos que mudavam a aposentadoria rural e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), regras para professores e o sistema de “capitalização”. Posteriormente, ele propôs outras alterações.

Depois disso, a Câmara dos Deputados, na semana passada, concluiu a votação em primeiro turno da reforma da Previdência com quatro mudanças pontuais no texto. São elas:

a flexibilização das exigências para aposentadoria de mulheres;
regras mais brandas para integrantes de carreiras policiais;
redução de 20 anos para 15 anos do tempo mínimo de contribuição de homens que trabalham na iniciativa privada;
regras que beneficiam professores próximos da aposentadoria.

Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), a reforma terá de ser aprovada em um segundo turno de votação, previsto para se iniciar em 6 de agosto, após o recesso parlamentar (de 18 a 31 de julho).

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que em 9 de agosto pretende entregar para o Senado o texto final da reforma da Previdência.

O intervalo entre o primeiro e o segundo turno, previsto nas regras internas da Câmara, é de cinco sessões. Os deputados podem cumprir o período ou aprovar, por maioria simples, um requerimento para quebrar esse intervalo.

Só depois dessa fase começa a análise da PEC em segundo turno, na mesma dinâmica do primeiro turno: votação do texto principal e, depois, destaques, que no segundo turno só podem ser supressivos.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ivan disse:

    Acho q vão botar ele pra coordenar a Tributária tb!! Precisa de reforma, chama o RM!!! Cara competente demais…

  2. B.jose disse:

    Rogério meu lord!!
    Não da pra emendar nessa da previdência a reforma política não???

  3. Pires disse:

    Meu governador!

Governo estuda liberar saque de até 35% do saldo de contas ativas do FGTS

Foto: Reprodução Internet

O Ministério da Economia deve permitir que os trabalhadores saquem até 35% dos recursos de suas contas ativas (dos contratos de trabalho atuais) do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A expectativa do governo é que a medida injete até R$ 42 bilhões na economia.

O plano é uma tentativa de reanimar a economia, via consumo, ainda este ano. A projeção oficial do governo é de crescimento do PIB de 0,81%. Junto com a liberação dos recursos do FGTS, haverá também mais uma rodada de saques do PIS/Pasep.

Segundo fontes a par do assunto, que participaram na terça-feira, 16, de reunião no Ministério da Economia, uma das ideias é autorizar os saques na seguinte proporção: quem tem até R$ 5 mil no fundo, poderia pegar 35% do saldo; trabalhadores com até R$ 10 mil no FGTS teriam autorização para sacar 30%. Ainda se discutia qual parcela terá direito quem tem entre R$ 10 mil e R$ 50 mil no FGTS, mas o porcentual não foi definido. Acima de R$ 50 mil, o trabalhador só poderia sacar 10% do saldo total.

Há quem defenda o anúncio da medida para comemorar os 200 dias do governo Jair Bolsonaro, na quinta-feira. Por isso, a equipe econômica pediu agilidade à Caixa para viabilizar a proposta. Outras fontes da área econômica, porém, afirmam que o modelo não está “maduro”, o que poderia atrasar o anúncio.

Como a votação da reforma da Previdência no segundo turno na Câmara ficou para o início de agosto e a do Senado só deve se encerrar em setembro, as medidas devem sair antes da conclusão do término da Previdência. Integrantes da equipe econômica avaliam que é preciso anunciar um “pacotão de medidas” para mostrar que o governo estava trabalhando, mas priorizando a proposta que modifica as regras previdenciárias.

O calendário de liberação seria feito pela data do aniversário, assim como foi feito nas contas inativas(de contratos já encerrados). Os trabalhadores que já fizeram aniversário este ano já teriam direito ao benefício assim que for autorizado.

Em 2017, durante o governo Michel Temer, 25,9 milhões de trabalhadores fizeram o saque de cerca de R$ 44 bilhões de contas inativas do FGTS. A avaliação da equipe de Guedes é que, no governo Temer, a medida foi bem sucedida. O atual governo também vê com bons olhos a distribuição de metade do lucro do fundo no ano anterior para os trabalhadores com contas no FGTS, prevista em lei sancionada por Temer em 2017. No ano passado, a distribuição de resultados do FGTS de 2017 elevou a rentabilidade das contas do fundo de 3,8% ao ano (3%+ TR) para 5,59% ao ano.

Saque para trabalhador demitido pode ser limitado

O governo também estuda limitar o saque da totalidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para trabalhadores demitidos sem justa causa. Hoje, quem é demitido sem justa causa pode retirar toda a verba que tem no fundo, com rendimentos, além de uma multa de 40% sobre esse valor.

Segundo as fontes, que pediram o anonimato, limitar ou até mesmo impedir o saque nessa condição é uma ideia que está sendo discutida. Por outro lado, o governo passaria permitir que todo ano seja possível resgatar uma parcela do fundo no mês de aniversário do trabalhador.

O setor da construção civil é o mais crítico à medida porque os recursos do FGTS são usados para financiar programas de habitação, como o Minha Casa Minha Vida, além de saneamento e infraestrutura, com juros menores do que as taxas de mercado.

A medida também acabaria, segundo fontes, com os acordos “fakes” entre empresas e trabalhadores de demissão sem justa causa apenas para permitir ao empregado sacar o FGTS.

A reforma trabalhista do ex-presidente Michel Temer, sancionada em 2017, criou a possibilidade de rescisão por acordo entre o trabalhador e a empresa. Nesse caso, ele tem direito de sacar 80% do saldo do FGTS e a multa do empregador é de 20% sobre esse valor.

O FGTS foi instituído em 1966 e hoje está previsto como um direito dos trabalhadores na Constituição. O fundo foi criado como alternativa à chamada estabilidade decenal, que previa que o empregado com mais de 10 anos de serviço na mesma empresa não poderia ser despedido se não fosse por “falta grave ou circunstância de força maior, devidamente comprovadas”. A ideia era compensar a mudança nas regras que acabaram com essa estabilidade com uma proteção financeira ao trabalhador.

Com a criação do FGTS, as empresas passaram a pagar, mensalmente, o equivalente a 8% do valor do salário do trabalhador para a conta dele no fundo.

Hoje, as situações mais conhecidas de saque são aposentadoria e demissão sem justa causa. A retirada também é permitida, por exemplo, na compra de imóvel e quando o trabalhador fica afastado do regime do FGTS por três anos.

Estadão

NEM-NEM: Quase 1/4 dos jovens brasileiros não estuda nem trabalha, revela IBGE

Quase um quarto dos jovens brasileiros (23%) nem estuda nem trabalha, segundo os novos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad contínua) sobre educação, divulgados na manhã desta quarta-feira, 19. O porcentual é ainda mais alto na faixa etária que vai dos 18 aos 24 anos, idade em que, teoricamente, deveriam estar na universidade, chegando a 27,7%.

“Mas não chamem esses jovens de ‘nem, nem'”, pediu a pesquisadora Marina Águas, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento (Coren) do IBGE, responsável pela apresentação da pesquisa. “O fato de nem estarem estudando, nem trabalhando não significa que sejam inúteis. Uma grande parte das mulheres, por exemplo, está ocupada com o trabalho doméstico, com o cuidado de idosos e crianças. Há questões de gênero importantes por trás dessa estatística.”

A família Santos conhece bem essa realidade. Naturais do Recife, os gêmeos Maurício e Maurílio dos Santos, de 29 anos, já tiveram três filhos cada um. Por isso, suas mulheres tiveram que largar os estudos e os trabalhos para cuidar dos filhos e da casa. Elas ainda aceitaram morar em cima da casa da sogra, no bairro do Pina, zona sul da capital pernambucana, para se livrar do aluguel e fazer com que o pequeno rendimento dos maridos dure o mês inteiro.

“Moro aqui porque as contas são apertadas”, explicou Karla Campos da Silva, de 29 anos, admitindo que o que queria mesmo era trabalhar como enfermeira e ter uma casa própria. Esse sonho, no entanto, ficou pelo caminho quando engravidou de Maurício, sem planejar, aos 18 anos. “Eu estava no segundo ano do colégio, mas desisti porque não tinha com quem deixar a bebê”, conta a dona de casa, que, depois da gravidez, até chegou a concluir o ensino médio, mas nunca teve condições de começar o curso de enfermagem que tanto queria.

Com a primeira filha pequena, ela partiu, então, para outras ocupações. Não demorou muito para sair do trabalho, pois engravidou novamente. “Com três filhos, fica impossível arrumar um emprego. Não dá para pagar creche para três. E também não sobra tempo para estudar”, argumenta Karla, que hoje é cuida dos filhos de 11, 7 e 4 anos e da casa.

Ela depende do salário do marido, que é balconista de um supermercado, para pagar as contas. A cunhada Jéssica Cândido de Souza, de 28 anos, por sua vez, não tem a mesma sorte, pois o marido não tem um emprego fixo. Maurílio vive de bicos. Por isso, nem sempre consegue pagar as contas de casa, onde Jéssica passa o dia cuidando dos três filhos, de 11, 4 e 1 ano de idade, e dos afazeres domésticos.

“Queria trabalhar para ajudar. Faria qualquer coisa. Mas não consigo. Minha vida é cuidar dos meninos e limpar a casa”, diz Jéssica, admitindo que já teve que pedir ajuda à família e aos amigos nos dias mais críticos, quando chegou a faltar até comida dentro de casa. “Não voltei para a escola, porque não tinha com quem deixar o bebê.”

Jovens

A Pnad revela que o Brasil tem 47,3 milhões de jovens, de 15 a 29 anos de idade. Desse total, 13,5% estavam ocupados e estudando; 28,6% não estavam ocupados, porém estudavam; 34,9% estavam ocupados e não estudavam. Finalmente, 23% não estavam ocupados nem estudando. Os percentuais aferidos em 2018, segundo os pesquisadores, são similares aos de 2017.

“É importante ressaltar que elevar a instrução e a qualificação dos jovens é uma forma de combater a expressiva desigualdade educacional do País”, sustenta a pesquisa. “Além disso, especialmente em um contexto econômico desfavorável, elevar a escolaridade dos jovens e ampliar sua qualificação pode facilitar a inserção no mercado de trabalho, reduzir empregos de baixa qualidade e a alta rotatividade.”

A desigualdade se revela ainda mais acentuada quando aplicado o recorte por raça e gênero. Entre as pessoas brancas, 16,1% trabalhavam e estudavam – mais do que entre as pessoas autodeclaradas de cor preta ou parda (11,9%). Os percentuais de pessoas brancas apenas trabalhando (36,1%) e apenas estudando (29,3%) também superou o de pessoas pretas e pardas, 34,2% e 28,1%, respectivamente. Consequentemente, o porcentual de pessoas pretas ou pardas que não trabalhavam nem investiam em educação é de 25,8%, 7 pontos percentuais mais elevado que o de brancos.

Comparando homens e mulheres, o problema se repete de forma ainda mais grave. Entre as mulheres, a pesquisa mostrou que o porcentual das que não trabalhavam nem estudavam era de 28,4%. O de homens é bem menor: 17,6%.

De acordo com a pesquisadora, parte da explicação para este fenômeno está nos trabalhos domésticos. A realização de afazeres domésticos ou o cuidado com outras pessoas foram os motivos alegados por 23,3% das mulheres para não estarem estudando nem trabalhando. Entre os homens, esse porcentual é de meros 0,8%. Os números se mantêm estáveis desde 2017.

Águas cita como exemplo um outro indicador levantado pela pesquisa. A Pnad contínua divulgada nesta quarta aferiu pela primeira vez a frequência a creches, entre crianças de até um ano de idade (a educação é obrigatória no Brasil a partir dos 4 anos). No total, somente 12,5% frequentavam a creche. E os piores índices estavam, justamente, no Norte (3,0%) e no Nordeste (4,6%) – lugares onde a participação das mulheres no mercado de trabalho também é mais baixa.

Analfabetismo

Segundo a Pnad contínua, o Brasil tem 11,3 milhões de pessoas (com 15 anos ou mais) que são analfabetas – uma taxa de analfabetismo de 6,8%. Em relação a 2017, houve uma queda de 0,1 ponto porcentual, o que corresponde a uma redução de 121 mil analfabetos. Mais uma vez, os negros são mais afetados que os brancos: são 9,1% contra 3,9%.

O analfabetismo no País está diretamente associado à idade. Quanto mais velho o grupo populacional, maior a proporção de analfabetos; refletindo uma melhora da alfabetização ao longo dos anos. Segundo os números de 2018, eram quase 6 milhões de analfabetos com 60 anos ou mais, o que equivale a uma taxa de analfabetismo de 18,6% para este grupo etário.

“A taxa de analfabetismo em geral vem caindo, a situação melhorou para o Brasil todo”, afirmou Marina Águas. “O que a gente observa é uma questão de idade importante, um componente demográfico. Com esse grupo mais velho falecendo, a tendência é cair ainda mais.”

No Brasil, a proporção de pessoas de 25 anos ou mais que finalizaram a educação básica obrigatória, ou seja, concluíram, no mínimo, o ensino médio, manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 47% da população. O estudo chama atenção para o porcentual de pessoas com o ensino superior completo, que passou de 15,7% em 2017 para 16,5% em 2018.

A média de anos de estudos dos brasileiros é de 9,3 anos – um número que vem crescendo, em média, 0,2 ao ano. A diferença em relação à raça permanece. Os brancos têm 10,3 anos de estudo, contra 8,4 dos negros. As diferenças regionais também acentuam a desigualdade. O número mais baixo é no Nordeste, 7,9, e o mais alto, no Sudeste, 10,0.

Rede Pública

A rede pública de ensino formou 74,3% dos alunos na creche e na pré-escola. O porcentual aumenta no ensino fundamental, chegando a 82,3%. No ensino superior, no entanto, a situação se inverte. A maior parte dos alunos é formada por escolas privadas, 74,2%.

“É natural que tendo cada vez mais gente com o ensino médio completo haja uma pressão para a expansão do ensino superior”, constata a pesquisadora. “E quem tem a maior capacidade de resposta é a rede privada.”

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arnaldo Franco disse:

    É normal que a mulher que casa jovem e já tem varios filhos, não tenha mais tempo pra trabalhar nem estudar. Quem tem obrigação de sustentar o lar é o HOMEM. As mulheres do Recife citadas acima já deveriam estar realizadas. Casa, marido e filhos. Reclamar do que? Não era o sonho delas?

  2. Toni disse:

    mira rato não ne coelho e mais delicado mais voçe queria o que esse povo não tem o que fazer nao tem lazer ai vai foderrr!!! eo que e pior não se previne!!!

  3. Bob disse:

    Infelizmente são cria do PT, do bolsa esmola.

    • Netto disse:

      O PT saiu distribuindo diploma a rodo enquanto enriquecia as elites das mantenedoras com crédito subsidiado ( dinheiro de pobre) e ainda fazia discurso vagabundo de que a elite não quer pobre estudando.

  4. Mira disse:

    Esse povo pobre procria igual a rato. Eu tenho 28 anos, sou pobre, porém tenho outra mentalidade e se for para colocar outro fudido no mundo estou fora.

    • Jorge disse:

      Mira, deixe de canalhismo e atribua sua "inteligenstia" somente aos anticoncepcionais. E para efeito de comparação, o Brasil está gerando menos de 2,1 filhos por casal, o que se mostra insustentável para previdência.

VIAGENS – JULHO: Com planejamento, a economia pode chegar até 35% em passagens de avião; levantamento mostra melhores datas

Pelourinho, em Salvador, é um dos destinos mais procurados por turistas Foto: Eduardo Maia

Um dos períodos do ano mais procurados para viagens é julho , por causa de férias escolares . Como consequência, por ser alta temporada, os pacotes e as passagens nesta época ficam bem mais caros. No entanto, com planejamento, é possível passear com a família sem pagar tanto.

De acordo com um levantamento feito pelo Skyscanner, buscador global de viagens, o dia mais barato para comprar passagens de avião foi domingo (dia 9 de junho), quando a economia chegava a 29% em relação a compras que vierem a ser feitas no próximo dia 28. Se não foi possível efetivar a compra no fim de semana, o consumidor também conseguirá encontrar bons preços na terceira semana deste mês, mais precisamente entre os dias 16 a 23. Para garantir economia, o ideal é fechar a compra dos bilhetes com até 15 dias de antecedência.

Entre os destinos nacionais mais buscados estão: São Paulo, Fortaleza (CE), Recife (PE) e Salvador (BA). O estudo ainda mostra que voar no dia 26 de julho pode ser até 35% mais barato do que embarcar no dia 14. A gerente de Comunicação e Marketing do Skyscanner, Tahiana Rodrigues, aconselha o consumidor a criar um alerta de preços em sites de passagens, que notificam por e-mail ou celular, para pagar menos.

Pesquisar o local mais em conta para viajar é importante mas, ao chegar no destino, é preciso manter o mesmo foco. Em clima de férias e relaxamento, é fácil acabar gastando mais do que deveria durante os passeios, principalmente no cartão de crédito .

— É importante analisar as finanças antes de sair de casa e ver o quanto é possível gastar sem se enrolar na volta. Estipule um limite de despesas e não o extrapole. As férias acabam, e os boletos recorrentes somados às despesas da folga chegam – disse Paula Sauer, economista e especialista em finanças comportamentais.

A alimentação em restaurantes também pode elevar consideravelmente o custo da viagem. Por isso, a economista sugere, como alternativa, escolher hospedagens que tenham algum tipo de estrutura para preparo de refeições, a exemplo de hostels ou casas de aluguel por temporada:

– É bem gostoso se sentar num restaurante com vista bonita e experimentar um prato típico. Mas, se o dinheiro está curto, não faça isso em todas as refeições. Comprar produtos no supermercado local sairá bem mais barato.

O Globo

 

Senador Jean Paul Prates (PT-RN) vota favorável para o COAF sair das mãos de Moro

Painel de votação – transferência do Coaf da Justiça para a Economia — Foto: Fernanda Calgaro/G1

Quatorze parlamentares de comissão no Congresso votaram, nesta quarta-feira (9), pela transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Ministério da Justiça para o Ministério da Economia. Os outros 11 membros da comissão votaram contra a mudança.

A transferência faz parte da medida provisória que reestruturou o governo. O texto da ainda precisa passar por votação no plenário da Câmara e do Senado, e pode sofrer novas alterações. Esse era um dos pontos que enfrentavam maior divergência entre os parlamentares.

Saiba como votaram os deputados:

A FAVOR DA TRANSFERÊNCIA PARA O MINISTÉRIO DA ECONOMIA

Ciro Nogueira, senador (PP-PI)

Nelsinho Trad, senador (PSD-MS)

Jean Paul Prates, senador (PT-RN)

Rogério Carvalho, senador (PT-SE)

Jayme Campos, senador (DEM-MT)

Valtenir Pereira, deputado (MDB-MT)

Elmar Nascimento, deputado (DEM-BA)

Celio Silveira, deputado (PSDB-GO)

Arthur Lira, deputado (PP-AL)

Marx Beltrão, deputado (PSDB-AL)

Subtenente Gonzaga, deputado federal (PDT-MG)

Alexandre Padilha, deputado federal (PT-SP)

Luiz Carlos Motta, deputado federal (PR-SP)

Camilo Capiberibe, deputado federal (PSB-AP)

CONTRA A TRANSFERÊNCIA PARA O MINISTÉRIO DA ECONOMIA

Fernando Bezerra Coelho, senador (MDB-PE)

Simone Tebet, senadora (MDB-MS)

Antonio Anastasia, senadora (PSDB-MG)

Rose de Freitas, senadora (PODE-ES)

Juíza Selma, senadora (PSL-MT)

Randolfe Rodrigues, senador (Rede-AP)

Alessandro Vieira, senador (Cidadania-SE)

Otto Alencar, senador (PSD-BA)

Filipe Barros, deputado federal (PSL-PR)

Diego Garcia, deputado federal (PODE-PR)

Daniel Coelho, deputado federal (Cidadania-PE)

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. disse:

    Protegendo os seus, como já é de se esperar… Oportunismo puro.

  2. PC. R disse:

    Fiquem atentos a esses nomes, Moro querendo moralizar e esses caras, desmoralizando, o crime organizado e a lavagem de dinheiro agradece, entre eles está o nosso Francês Carioca sem votos, dono de um só mandato, Jean Paul Prates.

  3. José aldomar disse:

    A turma que tem o rabo preso ao COAF todos correram com medo de serem pegos

  4. Marcel disse:

    É o PT sendo o PT (sempre contra a vontade do povo brasileiro).

  5. Irany Gomes disse:

    Canalhas, o povo irá dá o troco nas urnas! Aguardem…

  6. Luladrão disse:

    Sempre que o PT escolher uma posição, o certo está do lado oposto. É incrível como esse partido só escolhe o errado, o ilícito o que for na contramão da honestidade.

  7. Lobo disse:

    Vocês venceram petralhas, eram isso que queriam, contribuição enorme pra a continuidade da corrupção desenfreada, os bandidos estão rindo a toa.

  8. Victorino disse:

    Quando que um PeTralha votou a favor do povo, isso não é novidade, a corrupção agradece. Vergonha.

  9. Lourdes Siqueira disse:

    Será que é pecado achar que esses que votaram para tirar do MJ estão morrendo de medo da caneta do Moro?
    Ficou feio, Ciro Nogueira, Padilha….

Senadora Zenaide Maia discute temas importantes da economia com indicados para diretoria do Banco Central

Na manhã desta quarta-feira (20), a senadora Zenaide Maia recebeu os indicados para o Banco Central. A visita dos indicados, que serão sabatinados na próxima semana na CAE – Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, aconteceu no anexo IV da Câmara dos Deputados.

Entre os assuntos conversados com Roberto Campos Neto, indicado ao cargo de Presidente do Banco Central do Brasil; João Manuel Pinho de Mello e Bruno Serra Fernandes, indicados para diretores do Banco Central do Brasil, estavam: geração de emprego, educação financeira e realização de poupança. Durante a conversa, a senadora também explanou sua preocupação sobre os altos juros cobrados no cartão de crédito, já que quando deputada apresentou a PEC 160/15).

A reunião teve como acompanhante o Chefe de Departamento de Relacionamento Institucional e Assuntos Parlamentares, David Facão.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Joel disse:

    É brincadeira, o quê essa senadora limitadissima entende de economia nem se expressar sabe.

Ministério do Trabalho será dividido entre Justiça, Economia e Cidadania, diz Onyx

O ministro da transição e futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Ministro que coordena a transição e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni afirmou nesta segunda-feira (3) que o Ministério do Trabalho deixará de existir no governo de Jair Bolsonaro. A atual estrutura da pasta, segundo ele, será dividida entre os ministérios da Justiça, da Cidadania e da Economia.

Lorenzoni explicou o destino do Ministério do Trabalho durante entrevista à Rádio Gaúcha. Ele foi indagado se a pasta no formato atual desparecerá e confirmou a informação, mas ressaltou que as “funções” do Trabalho permanecerão em outros ministérios.

“O atual Ministério do Trabalho, como é conhecido, ele ficará uma parte no ministério do doutor Moro, outra parte com Osmar Terra e outra parte com Paulo Guedes”, disse.

Lorenzoni explicou a divisão do Ministério do Trabalho. A pasta da Justiça, comanda por Sérgio Moro, cuidará da concessão de cartas sindicais. É possível que a fiscalização do trabalho escravo também fique com Moro, disse.

De acordo com Lorenzoni, a estrutura que lida com políticas ligadas ao emprego ficará uma parte no Ministério da Economia, cujo titular será Paulo Guedes, e outra parte na pasta da Cidadania, com Osmar Terra de ministro.

Trabalho

O destino do Ministério do Trabalho teve idas e vindas desde a vitória de Bolsonaro na eleição presidencial. O presidente eleito afirmou que a pasta seria incorporada por outro ministério e, depois, voltou atrás ao declarar, no dia 13 de novembro, que a pasta manteria o status de ministério.

“O Trabalho vai continuar com status de ministério. Não vai ser secretaria, não. … Vai ser ministério disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto, está certo? O que vale é o status”, afirmou naquela data.

Com a posição apresentada por Lorenzoni, prevaleceu a primeira opção. Até o momento, Bolsonaro anunciou 20 ministros e deve definir nos próximos dias os titulares das pastas do Meio-Ambiente e dos Direitos Humanos.

Direitos Humanos

Lorenzoni ainda comentou que a pastora evangélica Damares Alves é o nome “mais provável” para assumir o Ministério dos Direitos Humanos no governo de Jair Bolsonaro.

“Mais provável que ela seja confirmada ao longo da semana. Quem confirma sempre, e essa disciplina mantenho, é o presidente”, ponderou o ministro.

Damares é assessora parlamentar do senador Magno Malta (PR-ES), que figurou entre os cotados para assumir um ministério no governo de Bolsonaro. Apoiador antigo do presidente eleito, Malta não foi indicado para nenhuma pasta até o momento.

Articulação política

Nesta semana, o presidente eleito Jair Bolsonaro receberá mais de 100 parlamentares de quatro partidos para reuniões no gabinete do governo de transição, em Brasília.

As conversas com integrantes das bancadas de MDB, PRB, PR e PSDB foram intermediadas por Onyx. Até então, a prioridade do presidente eleito era negociar com bancadas temáticas no Congresso.

O futuro ministro da Casa Civil disse à colunista do G1 Andréia Sadi que nas conversas que os dois terão com as bancadas nesta semana, o governo eleito mostrará que “está se criando uma nova fórmula de relacionamento”, “sem distribuição de cargos”.

G1

 

RN deixou de arrecadar quase R$ 3 bilhões por conta da crise financeira

A crise financeira que se abateu sobre o país e afetou fortemente alguns estados foi finalmente mensurada no Rio Grande do Norte.

De acordo com estudo do economista Raul Velloso, divulgado nesta terça-feira (7) pelo Estado de S.Paulo, o RN deixou de arrecadar R$ 2,9 bilhões entre 2015 e 2017, valor suficiente para bancar cerca de 50% dos salários e aposentadorias do Estado em 2016, descreve a reportagem.

O valor se refere a todas as receitas que estavam previstas para chegar aos cofres do Estado mas não se cumpriram, especialmente aquelas receitas originárias de tributos.

O impacto nacional é de R$ 278 bilhões, de acordo com o estudo do economista.

Os R$ 278 bilhões equivalem à quantia extra que os Estados teriam tido de receita tributária se tivessem mantido, dura também inclui episódios de crise.

“Muitos (dos futuros governadores) vão encontrar caixas quebrados e fila de pessoas com quantias a receber. Mesmo que haja melhora na arrecadação neste ano, será difícil, pois há um acúmulo de outros três anos de crise”, afirmou ao Estadão Raul Velloso.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Almir Dionisio disse:

    Fruto de um Desgoverno total, onde não ocorreu um planejamento e plano para enfrentar a crise, ao contrário, contraiu mais despesas, principalmente com pessoal – cargos comissionados que sequer comparecem ao trabalho.
    Buscar alternativas de atrair investidores e dar incentivos fiscais, o governo fez o caminho inverso e deixou que empresas já consolidadas aqui deixassem o RN.
    Caberá ao novo gestor ter essa visão de empreendedor e fazer melhor funcionar a máquina, atrair novas empresas e gerar empregos para aquecer a economia.
    O cenário é desolador e mesmo assim tem muita gente querendo, alguma coisa de atrativa existe, pq as promessas de campanha são muitas e depois de 4 anos ainda continuam mentindo e querendo fazer a população e o funcionalismo público de palhaços.
    Outubro de espera Robinho.

    • Joao disse:

      O problema foi a matriz economica da era petista de uma decada.. acabou com a produtividade e a industria com os juros altos. Ou vc acredita que servico publico produz riqueza? Pra manter a maquina publica e sua realeza de servidores (a Corte); o dinheiro saiu dos empresarios e dos trabalhadores. Sao os impostos sindicais (usado em politica), IPI, ICMS (imposto que atinge diretamente o pobre), ISS, IPTU, e outras mazelas que nao retornam pra sociedade diretamente. Saude é uma consequencia da educacao e segurança. Investindo nesses pilares, se gasta menos com saude. O resto é superfluo… o emprego vem com a educacao de verdade… nao essa que tem aí.

RN entre os estados onde recuperação dos efeitos da crise mais vai demorar; Pará crescerá neste ano 11,3%

 

Com a economia brasileira voltando aos níveis pré-crise, um levantamento da consultoria Tendências identificou o desempenho nos estados.

Apenas oito das 27 unidades federativas vão crescer neste ano. Eles se concentram nas regiões Norte e Centro-Oeste, regiões impulsionadas principalmente pelo agronegócio e mineração, além da forte exposição ao mercado externo.

Nessa lista em que os PIBs vão crescer estão Pará (11,3%), Roraima (6,9%), Mato Grosso (5,5%), Mato Grosso do Sul (2,1%), Santa Catarina (1,9%), Rondônia (1,2%), Tocatins (0,9%) e Amazonas (0,4%).

Na outra ponta, Alagoas (-8,4%), Sergipe (-7,8%) e Pernambuco (-7,5%) aparecem como as unidades com os maiores impactos negativos.

Nenhum estado do Nordeste vai ter crescimento neste ano. Depois dos três priores, a sequência segue com Espírito Santo (6,9%), Bahia (-6,1%) e Rio Grande do Norte (-5,9%).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jacio Maranhão disse:

    Verdadeiro o governador teve 4 anos para resolver nada só piorou

  2. raimundo disse:

    ninguem lembra mais como Rosalba deixou o estado. falido!!

  3. Assis Porto mirim disse:

    Isso e governador cidadão Rio Grande do Norte Forte só na propaganda

  4. Ceará-Mundão disse:

    Crise financeira que se arrasta já faz tempo, prioridades mal definidas, atrasos nos salários do servidor e péssima perspectivas quanto ao futuro governador. Imaginem se a senadora do "gópi" for a eleita. Será que tem competência administrativa para administrar as dificuldades do RN? E, caso alguém ache que tenha, ela terá a vontade política para fazer o certo? Ou continuará apenas preocupada em fazer política e berrar por ai sobre o tal "gópi"? Ou usará a máquina do estado para arrumar "boquinhas" para seus "cumpanhero", via de regra não muito afeitos ao trabalho e que adoram se locupletar nos recursos públicos, como vem sendo provado desde o chamado Mensalão? Usará seu tempo para bradar por ai pela liberdade do seu corrupto favorito ao invés de lutar pelo bem do RN? Terá força política para conseguir ajuda financeira para um estado em sérias dificuldades? Foram perguntas meramente retóricas pois todos nós, até os petistas, sabem as respostas. Mas o nosso problema sempre foi o nosso próprio povo. Senão, como justificar tantos corruptos e incompetentes seguidamente reeleitos? Não será fácil.

  5. Coxa Amarela disse:

    Fui enganado. Me disseram q era só retirar Dilma.

    • Ceará-Mundão disse:

      O atual governador foi eleito junto com o seu PT. Vocês parecem ter a memória muito fraca. Ou muito seletiva. Esquecem muito rápido as m… que fazem. O Temer também foi cria de vocês. E vocês todos se locupletaram juntos por muito tempo. Crie juízo.

  6. Lorena Galvão disse:

    E devendo o 13 salario de 2017, aos funcionários ai da a mulesta mesmo

    • M.D.R. disse:

      Claro, desgoverno dessa natureza ordenando despesas, inclusive, anos ELEITORAL, ñ espere o DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO .
      Ficará para o próximo GOVERNADOR!
      Prestem atenção!!!

  7. euzim disse:

    Um estado vocacionado ao turismo, com tanta violência e péssima estrutura, não tem como sair da crise!

    • M.D.R. disse:

      Como é importante TURISMO no ESTADO, deixa bastante RECEITA para ESTADO , mas há violência está alta escala no RN, que o turista sumiu; ou seja , o destino para os outros ESTADOS.

Governo injeta R$ 215 milhões na economia

O Governo do RN injeta, no final do mês, R$ 215 milhões na economia do Estado. Os servidores ativos da Educação e da Administração Indireta que possuem recursos próprios recebem o pagamento nesta sexta-feira (28), abrindo a folha de julho, um montante de R$ 65 milhões.

O complemento dos salários dos servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 4 mil, encerrando a folha de junho, será depositado no próximo sábado (29), soma equivalente a R$ 65,1 milhões. Mais de 80% da folha já havia sido paga desde o início do mês.

É importante destacar que o pagamento da parcela linear de R$ 4 mil para os servidores que recebem acima de R$ 4 mil será depositada nesta sexta-feira, após às 12h.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Flávio disse:

    E o resto será depositado quando?? Entrará para o próximo mês?
    Governo de fantasia!!!

  2. Allan disse:

    É importante destacar que o pagamento da parcela linear de R$ 4 mil REFERENTE AO MÊS DE JUNHO para os servidores que recebem acima de R$ 4 mil será depositada. Corrija aí camarada, vamos ser justos.

  3. Flauberto Luiz Bezerra disse:

    É o meior arrocho salarial depois de Geraldo Melo!

  4. Flauberto Luiz Bezerra disse:

    Que adianta, dois meses de atraso, juros dos cartões é quem dá conta, num país onde as taxas de juros é uma extorsão, que adianta?

  5. Ildemberg disse:

    Inclusive olhei o saldo da minha conta agora e nada de parte do pagamento! Viva o governador da segurança ???

  6. Ildemberg disse:

    Injeta dinheiro não ! Ele não está fazendo mais do que a obrigação dele! Inclusive estou recebendo hoje uma parte do salário de junho com dois meses de atraso ! Fora Robson Farias !!

  7. Netto disse:

    Injeta ou está devolvendo?

  8. Carlos Bastos disse:

    Ele está fazendo sua obrigação, salário do mês de junho atrasado

Economia: multinacional gera mais de 450 empregos no RN

IMG000000000129010O governador Robinson Faria participou, na manhã dessa quinta-feira (29), da inauguração da loja Leroy Merlin, em Parnamirim, região Metropolitana de Natal. A marca francesa, especializada em material de construção e produtos para o lar, investiu cerca de R$ 100 milhões na implantação da filial e abriu mais de 200 vagas de empregos para os potiguares. A multinacional possui 9 mil m² de área e mais de 80 mil itens, divididos em 15 setores.

Robinson Faria parabenizou a empresa pela abertura e destacou as principais ações do Estado para atrair novos investidores. “Em tempos de recessão econômica, é uma vitória receber uma empresa de atuação mundial. O Estado oferece um ambiente favorável para a instalação de novos investidores. Prova disso é uma pesquisa do IBGE, que aponta que o Rio Grande do Norte é o estado do país que mais cresceu no setor de comércio e serviços. Ficamos muito felizes por a empresa ter apostado no nosso mercado e ter aberto novas oportunidades de emprego e renda para os potiguares”, declarou o governador.

O diretor geral da Leroy Merlin no Brasil, Alaín Ryckeboer, explicou que o investimento no RN era uma das prioridades da empresa e uma das principais apostas de mercado da região Nordeste. “Dentro do nosso planejamento de expansão, escolhemos os estados que ofereciam oportunidades de crescimento para a Leroy. Essa é a terceira loja do Nordeste e acreditamos no potencial do Rio Grande do Norte. O mercado é dinâmico e visualizamos grandes consumidores na região”, ressaltou o diretor geral.

A empresa também abriu oportunidades para fornecedores locais. Segundo a diretoria, pequenos e médios empresários foram cadastrados para oferecer produtos regionais e trazer à loja, as características e identidade do Estado.

O evento de apresentação da multinacional também contou a presença dos secretários estaduais de Comunicação, Juliska Azevedo e do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), Flávio Azevedo, além de representantes da empresa, autoridades políticas e funcionários. A loja será aberta oficialmente ao público nesta sexta-feira (30).

Leroy Merlin

A Leroy Merlin chegou ao Brasil em 1998. Esta é a 39ª loja da marca no país, em 11 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. O home center oferece centenas de opções em jardinagem, ferragens, organização, pintura, decoração, iluminação e cozinhas, entre outros itens para casa.

A multinacional é líder, pelo sétimo ano consecutivo, no setor de Varejo da Construção Civil, conforme um Ranking Nacional das Lojas de Material de Construção da Revista Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val Lima disse:

    Vamos ver como vai se comportar os concorrentes apartir de agora….
    A briga com certeza não vai ser fácil….
    Conheço o mix ofertado pela Leroy de lojas da rede em Brasília,
    é muito amplo e variado…. No mercado local, guardadas as devidas proporções, quem mais se aproxima do padrão da rede francesa é o Armazém Pará….

Consumo deve ter retração de até 5% em 2016, diz especialista

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A economia brasileira tende a registrar neste ano os mesmos níveis de retração verificados em 2015 devido à desconfiança do mercado em relação à situação política do país. A opinião é do professor da Universidade de São Paulo (USP) Fabiano Caxito, que atua nas áreas de gestão comercial, varejo e economia. Segundo o especialista, a retração do consumo deve atingir níveis entre 3% e 5%, com a retração do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma dos consumos do governo, pessoas e empresas.

De acordo com Fabiano Caxito, esse cenário econômico, inevitavelmente, levará a aumentos do índice de desemprego – que, na visão dele, vai girar em torno de 9,5% -, redução na renda e poder de compra, aumento da inflação e queda da confiança. Esses quatro pilares abalados sugerem a propensão dos consumidores a consumir menos. Para as empresas, a consequência direta disso é a queda no rendimento. “Se o faturamento cai e a inflação aumenta, a lucratividade das empresas vai ser menor”, diz.

Ele também acredita que, de todos esses fatores, o mais negativo é o desemprego. Isso porque as empresas reduzem o número de funcionários e os que ficam acabam mantendo a produtividade. Mesmo que a situação econômica melhores, as empresas demorariam em média dois anos para voltar a recontratar. “Imagine quase 10% da população desempregada por dois anos!”.

O especialista veio à capital potiguar ministrar a palestra ‘O Mercado de Consumo e as Oportunidades para 2016’, nesta terça-feira (23), a convite do Sebrae no Rio Grande do Norte, Federação das Associações Comerciais do RN (Facern) e Federação do Comércio Varejista do Estado (Fecomercio-RN). Além de atuar como consultor em empresas, como Ambev e Casas Bahia, ele é autor do livro ‘Não Deixo a Vida me Levar, a Vida Levo Eu!’ (Ed. Saraiva, 2009) e coautor do ‘Manual do Varejo Brasileiro’ (Ed. Saint Paulo, 2013).

A ideia da iniciativa foi apresentar aos empresários potiguares alternativas para driblar a crise e apontar as principais tendências e oportunidades de negócios ao longo do ano. Realizada no auditório do Sebrae, em Natal, a palestra foi transmitida simultaneamente para empreendedores do interior nas cidades de Assu, Caicó, Nova Cruz e Pau dos Ferros, presentes nos escritórios regionais.

Fabiano Caxito recomenda que os empresários passem a pensar em estratégias de curto e longo prazos para minimizar os possíveis efeitos da retração do consumo. Podem ser desde medidas simples de gestão até mais complexas com a compreensão das tendências do mercado. “Não existe mágica, existe trabalho”, resume.

Shell compra a BG por US$ 53 bi; Brasil será país-chave para a nova empresa

shell-bgA Shell anunciou nesta segunda-feira que chegou a um acordo para comprar a rival BG por 53 bilhões de dólares. A empresa resultante da união deverá quadruplicar a produção de óleo e gás no Brasil até o fim da década, transformando o país no principal mercado de exploração e produção da companhia, afirmou nesta segunda-feira o presidente global da Shell, Ben van Beurden.
Atualmente, as duas empresas produzem juntas cerca de 240.000 barris de óleo-equivalente por dia no país, segundo os últimos dados publicados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A BG produziu 205.572 barris de óleo-equivalente em dezembro no Brasil e a Shell, 34.471.
“O Brasil será um dos três principais países para a Shell e, em uma perspectiva de upstream (exploração e produção), provavelmente será o país mais valioso em nosso portfólio”, disse Beurden, em conferência de imprensa sobre a fusão, que passa a vigorar nesta segunda. “As duas companhias juntas deverão quadruplicar (a produção) até o fim desta década”, disse o executivo, em visita ao Rio de Janeiro.
Um dos projetos que deverá ajudar a Shell a ampliar sua produção no país é a área de Libra, no pré-sal, na qual a empresa é sócia da Petrobras e de outras companhias. O primeiro fluxo de óleo da área é esperado para 2017.
Devido às parcerias anteriores da BG com a Petrobras, a Shell passa a ser a principal sócia da estatal no pré-sal. A área de exploração está no foco principal da Petrobras, que vive um dos momentos de crise financeira mais difíceis de sua história, lutando para equacionar uma dívida bilionária.
O executivo destacou que as áreas do pré-sal no Brasil deverão ter equilíbrio financeiro mesmo com os preços do petróleo previstos para o ano. Segundo Beurden, os valores da commodity podem se estabilizar no fim deste ano, possivelmente motivando alta das cotações.

Fonte: Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val Lima disse:

    Kkkkkkkkkkkkk…pense num gordinho caro!!!! Brincadeira amigo Bruno!!!kkkkk

  2. Serapião disse:

    Mandou bem! Próximo passo vai ser o Sultão do Seridó que vai comprar todo esse conglomerado…

  3. Césio disse:

    Todo homem tem seu preço, mas nunca pensei que o de BG chegaria a esse patamar. Kkk

  4. Ilza disse:

    Kkkkkkkk boa…

  5. Assis Oliveira disse:

    Pense!! Super Valorizado!!!!

  6. Rubinho barros. disse:

    Não nos deixe.

    • Eliane disse:

      Não nos abandone BG sei que agora está bilionário .Kkkkkkkkk¤¤¤¤¤

  7. Carvalho disse:

    Estais milionário, hein BG?

Crise já rebaixou quase 4 milhões às classes D e E

Pelo menos 3,7 milhões de brasileiros deixaram a classe C e voltaram para as classes D e E entre janeiro e novembro do ano passado, apontou estudo da economista Ana Maria Barufi, do Bradesco, publicado pelo jornal Valor Econômico, nesta segunda-feira. A pesquisa foi feita com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No mesmo período, a participação da classe C na pirâmide social do país caiu dois pontos porcentuais, de 56,6% para 54,6%. Uma parcela dessa queda alimentou as classes D e E, cuja participação avançou de 16,1% para 18,9% e de 15,5% para 16,1%, respectivamente. O aumento do desemprego e a queda da renda são alguns dos principais fatores que afetam a mobilidade social no país.

Na classe C, que concentra o maior contingente de brasileiros, estão 103,6 milhões de pessoas , com renda mensal entre 1.646 e 6.585 reais. Na classe D estão famílias com renda de 995 a 1.646 e na E, de até 995 reais.

“O problema é que não se vê reversão dessa tendência [no curto prazo]”, disse ao jornal a economista responsável pelo estudo, tendo em conta o cenário de aprofundamento do desemprego.

Ana Maria acrescenta que as recessões afetaram mais rapidamente e de forma mais intensa as classes mais baixas, já que as vagas que demandam menor qualificação são as primeiras a serem cortadas em períodos de ajuste.

A inflação, que acumulou 10,67% em 2015, é um agravante, pois compromete o orçamento doméstico com gastos básicos dessa parcela da população, como alimentação e transporte.

Com isso, a economista prevê que a desigualdade de renda aumente no país nos próximos meses, o que pode levar a classe C a voltar a responder por menos de 50% do total da população do país.

Fonte: Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Val Lima disse:

    Se continuar essa política recessiva do Governo Dilma/PT…o povo vai parar na classe "Z" ou seja,na bst….

Robinson destaca ações para alavancar economia na 17ª Convenção do Comércio

Robinson Faria - CDL
Foto: Ivanizio Ramos

O governador Robinson Faria ressaltou as ações de sua gestão para incrementar a economia, durante a abertura da 17ª Convenção do Comércio e Serviços do RN, realizada na tarde desta segunda-feira (30), pela Federação das Câmaras dos Dirigentes Lojistas (FCDL/RN) em parceria com a Câmara dos Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal).

Só na redução dos gastos públicos, somam-se cerca de 300 milhões. “Mas não foram só corte de gastos que fizemos. Além disso, tomamos medidas arrojadas, inéditas, inclusive para o incentivo do Turismo, como a redução do ICMS sobre o querosene de aviação que teve um impacto muito positivo no setor”, ressaltou o governador, apontando que foram ações como estas que incluíram o estado na disputa do RN para receber o hub da Latam no Nordeste.

Durante o discurso, o governador destacou trecho no hino da nação lojista, executado no início do evento. “O futuro é a gente quem faz. Esta é a razão deste encontro. Estou aqui com muita franqueza e transparência, passados dez meses como governador do estado, e num momento em que no Brasil só se fala de crise. Mas é nos nestes momentos que se encontraram oportunidades, e crise não é para esperar passar, é para ser enfrentada como estamos fazendo aqui no Rio Grande do Norte.”

Robinson ainda realçou que toda a equipe convidada para conduzir o governo foi escolhida por critérios técnicos. Ao final, o governador fez um pedido público ao empresário Flavio Rocha, presidente do grupo Riachuelo e um dos palestrantes do evento, para que trouxesse a sede geral de sua loja para o Rio Grande do Norte, o que impulsionaria a economia potiguar.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Paulo Sergio Martins disse:

    Flávio Rocha, presidente da cadeia de lojas Riachuelo, afirma que o Rio Grande do Norte é hoje o pior estado para quem quer empreender. “A hostilidade do ambiente de negócios no Rio Grande do Norte parece ter incorporado ainda mais uma cultura-modelo de dificultar o empreendedorismo do que no restante do país que já é bastante difícil”. Como se vê, Robinson ampara-se na retórica falaciosa, que por sua vez está escudada na propaganda milionária de um governo que vai mal das pernas.

  2. Luciana Morais Gama disse:

    Baixou o ICMS para a aviação e aumentou para a população. Até rimou!!

CRISE: Mais da metade dos municípios potiguares podem atrasar salários em dezembro

dinheirojpg13061022842pmDiante do cenário da crise, vem a redução na arrecadação e, consequentemente, a redução nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). E por causa disso, mais da metade dos municípios potiguares, cuja principal renda é o FPM, devem atrasar os salários em dezembro.

A redução nos repasses já atinge a marca de 19%. Pelos levantamentos da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), em praticamente todos os meses desse ano, o repasse foi inferior aos repasses de 2014. O FPM é a principal fonte de vários municípios do interior do RN.

Vale lembrar que a falta o atual momento econômico financeiro retrai o consumo, ou seja, faz com que as indústrias produzam menos, reduzindo a arrecadação de Imposto de Produção Industrial (IPI), e aumenta o desemprego e reduz a renda, reduzindo a arrecadação de Imposto de Renda (IRPF), dois dos principais impostos do FPM. Como a previsão é de retração para o primeiro semestre de 2016, a situação dos municípios potiguares pode piorar nos primeiros meses do próximo ano.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jorge disse:

    Mas tenho certeza que para bandas e farra com o dinheiro público não faltará ,POVO BURRO NÃO SABE VOTAR,merecemos os políticos que temos

  2. Thiago disse:

    As propinas de obras e os desvios de dinheiro do transporte e da merenda que os prefeitos embolsam não atrasa e nem diminui….Crise só para os da base da pirâmide.