EUA abrem 4,8 milhões de vagas em junho, acima da expectativa. Taxa de desemprego cai para 11,1%

Foto: John Sommers II / AFP

A economia dos Estados Unidos voltou a apresentar sinais positivos, com a criação de vagas de emprego em ritmo recorde em junho, à medida que mais restaurantes e bares retomaram as operações, em mais uma evidência de que a recessão causada pela pandemia do novo coronavírus provavelmente já passou, embora um aumento nos casos de Covid-19 ameace a recuperação.

Segundo o relatório do Departamento de Trabalho dos EUA divulgado nesta quinta-feira, a criação de vagas de trabalho fora do setor agrícola chegou a 4,8 milhões em junho. Esse foi o maior salto desde que o governo começou a manter registros, em 1939.

Em maio, haviam sido criados 2,699 milhões de postos de trabalho. A previsão de economistas consultados pela Reuters era de que seriam cradas 3 milhões de empregos no mês passado.

Ainda de acordo com o relatório, a taxa de desemprego nos Estados Unidos surpreendeu e recuou no mês passado mais de dois pontos percentuais, ficando em 11,1%. Em maio, já havia caído a 13,3%, após atingir em abril o maior patamar pós-Segunda Guerra Mundial (14,7%).

Em outro boletim divulgado nesta quinta-feira, o Departamento do Trabalho informou que os pedidos iniciais de seguro-desemprego no país continuam em um patamar acima de um milhão. Na semana encerrada no dia 27 de junho, totalizaram 1,427 milhão, abaixo do total de solicitações registradas na semana anterior, encerrada no dia 20, que foi de 1,482 milhão.

Os dados de emprego somam-se a uma série de dados positivos, incluindo gastos do consumidor, que mostram forte recuperação da atividade.

Donald Trump comemora números do emprego

Durante uma coletiva de imprensa, o presidente Donald Trump comemorou os dados sobre emprego, que, segundo ele, provam que a economia dos EUA está se recuperando com força.

— O anúncio de hoje prova que nossa economia está voltando com tudo — disse Trump, destacando diferentes setores que obtiveram ganhos de empregos, de acordo com o relatório mensal. — Esses são números históricos.

Apesar dos novos casos de Covid-19, Trump disse que espera ver bons números de emprego nos próximos meses e que o relatório do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, dias antes das eleições presidenciais de novembro, também será forte.

O relatório desta quinta-feira, disse o presidente americano, “sugere que os trabalhadores estão confiantes em encontrar um novo emprego”. Ele acrescentou, no entanto, que a Casa Branca e o Congresso continuam a negociar outra rodada de estímulo, frequentemente chamada de “Fase 4”, para ajudar a economia a lidar com a pandemia, que agora está em seu quarto mês.

Freio na reabertura da economia

No entanto, a reabertura de empresas, que estavam fechadas desde meados de março, desencadeou uma onda de infecções por coronavírus em grandes partes do país, incluindo os populosos estados da Califórnia, Flórida e Texas.

Vários estados estão reduzindo ou interrompendo a reabertura desde o fim do mês passado e mandaram alguns trabalhadores para casa. O impacto dessas decisões não apareceu nos dados de emprego de junho, pois o governo pesquisou empresas no meio do mês.

O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, reconheceu nesta semana a recuperação da atividade, dizendo que a economia “entrou em uma nova fase importante e (o fez) antes do esperado”. Mas Powell alertou que a perspectiva “é extraordinariamente incerta” e dependerá de “nosso sucesso em conter o vírus”.

O aumento do emprego se deve em parte ao fato de as empresas estarem recontratando os trabalhadores que foram demitidos quando negócios não essenciais, como restaurantes, bares, academias e consultórios odontológicos, entre outros, foram fechados para retardar a disseminação da Covid-19.

Economistas atribuíram a explosão de ganhos de postos de trabalho ao programa do governo que concede empréstimos às empresas que podem ser parcialmente perdoados se usados para pagar os salários dos funcionários. Esses fundos estão secando.

Em uma economia que já havia entrado em recessão em fevereiro, muitas empresas, incluindo algumas que não foram impactadas inicialmente pelas medidas de isolamento, estão enfrentando uma demanda fraca.

Economistas e observadores do setor dizem que isso, juntamente com o esgotamento dos empréstimos do programa do governo, desencadeou uma nova onda de demissões que mantém semanalmente novos pedidos de auxílio-desemprego extraordinariamente altos.

O Globo

 

Prefeitura de Natal anuncia reabertura do comércio a partir desta terça, 30 de junho; veja serviços que abrem na 1ª fase de retomada

Em coletiva na tarde desta segunda (29), a  Prefeitura de Natal anunciou a reabertura do comércio a partir desta terça (30) na capital potiguar.  A medida será publicada no Diário Oficial do Município desta terça. A decisão do Município antecipa em um dia a reabertura do comércio prevista para o dia 1º de julho no decreto estadual.

“Tomamos a decisão, discutida com o Comitê Científico do município, que se pronunciou e aprovou, por unanimidade, a flexibilização do comércio, e o retorno lento, gradual e responsável das atividades do comércio de Natal”, disse o prefeito Álvaro Dias (PSDB).

Segundo a Prefeitura, os órgãos de fiscalização como Guarda Municipal, fiscais da STTU, da Semsur e do Procon realizarão uma rigorosa fiscalização.

Na primeira fase de reabertura da economia, segundo o prefeito Álvaro Dias, poderão funcionar os seguintes estabelecimentos:

serviços de recursos humanos e terceirização;

atividades de informação, comunicação, agências de publicidade, designers e afins;

centros de distribuição e depósitos;

serviços sociais;

autônomos;

agências de turismo;

salão de beleza e barbearias;

lojas de até 300 metros quadrados de artigos usados; papelarias, material de escritório, variedades, climatização, bicicletas, plantas e vestuário

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Luto disse:

    Importante que a peste dos bolsonaristas fiquem de plantão na rua, sem MÁSCARAS e sem precisar usar as dependências dos HOSPITAIS públicos…só assim a disseminação sera geral…agora levem a CLOROQUINA, uma Dipirona…só uma gripizinha para salvar a vida .

  2. sps disse:

    Depois não chorem o leite derramado. Faz tempo que o governo pede isolamento social, através de decretos e, nunca atingimos os 70%. E o povo morrendo. E agora? Aguardemos

    • Francinete Gomes disse:

      Você diz isso porque deve estar em seu magnífico sofá esperando seu salário no final do mês. Lemvre-se que a economia gira quando se paga impostos. O comércio e empresas estando fechados, vai chegar um dia em que você e os outros milhares que acham que tem o salario certo, que está com a geladeira cheia, chegarão ao banco, só vai ter dívidas !! E aí? Já tivemos viroses piores. Quem tem de sobreviver, sobrevive. São quase 10 milhões de empresas fechadas. Quantas pessoas estão desempregadas ? Multiplique por 4 que são os dependentes ? Você vai sustenta-los ? O estado tem que desmaiar seus dependentes. Ou você e daqueles que acham que o estado e que tem de dar tudo em vez de irmos "pescar"? Acorda Brasil!!!

  3. Nildete Ferreira disse:

    A prefeitura nunca aceitou a orientação do governo estadual. Na briga política ideológica quem perde é o cidadão .

  4. Hermann disse:

    Certíssima a decisão. Reabrir gradualmente. Quem não é servidor público está no desespero

    • Francinete Gomes disse:

      Você está certíssimo !! Mesmo sendo funcionário público, se continuar tudo fechado, vai chegar o dia em que ele vai chegar ao banco e só tem as dívidas. O governo do estado do está pagando porque o governo federal está mandando dinheiro. Se fossem depender dos impostos, como antes, a muito não teria pagamento. Lembro que ela dividia o pagamento dependendo da arrecadação. Quero ver quando a federação fechar as torneiras. Tem que abrir mesmo !! Milhões de pessoas perderam o emprego. Milhões de empresas fechadas…

  5. Jucuturu disse:

    Pereira se vc ta dizendo que nunca fechou, por ta chamando de genocida, a flexibilização, contradição da bixiga e essa sua.

  6. Medeiros disse:

    Parece que Depois da pandemia aí é que tinha gente no Alecrim, nem por isso chegou as 11 mil mortes anunciadas pelo governo, infelizmente vidas se foram, mas muita das vezes por irresponsabilidade das próprias pessoas que não cumpriam as regras principalmente o uso dos EPIs e saírem em casos de necessidades.

  7. .40 disse:

    E desde quando estavam fechados? Alecrim a mesma muvuca de sempre, Av Pompéia também, feiras com gente aglomerada.

  8. Brasil disse:

    Tem muita coisa fechada sim, Quem Tá achando ruin faz o seguinte, pega 30% do salário e dou pra quem depende do trabalho pra ganhar o pão de cada dia

  9. Mito do Gado disse:

    Mesmo sem leitos de UTI, Estado e municípios vão reabrir o comércio?!

  10. Marcelo disse:

    Matéria não falou como a prefeitura deixou retarguarda pronta para paciente com primeiros sintomas. Usar protocolo do Dr Albert Dickson. Será sucesso!!!

  11. Jr e Jr disse:

    Vixe, e estavam fechados?…hahaha

  12. Pereira disse:

    Se está Morrendo duzentas pessoas por FALTA de Leitos, Imagine com o Comércio aberto(NUNCA FECHOU), essa atitude será um Genocídio. CADÊ o Ministério Público que NÃO Pede a Prisão dessa turma por CRIMES CONTRA a HUMANIDADE? Uma VERGONHA.

  13. Carlos Rodrigo disse:

    No Alecrim, sempre esteve tudo aberto.
    Vamos lá pessoal, besteira, todos na rua, vamos aglomerar.
    Só dói nas pessoas que tiveram pessoas da família e amigos que não conseguiram ganhar a batalha.

    • Nildo disse:

      Vc tem que pega o covid 19 ou alguém da sua família morrer para vc senti o poder do vírus

  14. Danilo disse:

    E estavam fechados?

    • Tarcísio Eimar disse:

      Né isso, tudo aberto durante o decreto. É só enchimento de linguiça

Fátima confirma a representantes do setor produtivo reabertura da economia do RN a partir desta quarta

A governadora Fátima Bezerra confirmou nesta segunda-feira(29), com representantes do setor produtivo, que a economia do Rio Grande do Norte iniciará nesta quarta-feira(01) a retomada das atividades. Para a tomada da decisão, a governadora ouviu o Comitê Científico da Sesap.

Com a retomada gradual das atividades econômicas, que será oficialmente confirmados com representantes dos poderes ainda nesta segunda-feira(29), o Governo destaca que condicionará a manutenção da liberação com uma série de exigências e medidas de proteção para que uma nova onda de contaminação não se espalhe no estado.

Conforme publicado em portaria há dias, a retomada se dará em quatro fases, sendo a primeira dividida em frações. Inicialmente reabrirão os pequenos comércios – considerados de baixo poder aquisitivo, e após cinco dias outras atividades.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Robson Trovão disse:

    Vão reabrir o comércio? Vão fazer também a profilaxia da população (eleitores) com a liberação gratuita da hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina? Vamos eleger gestores públicos que se importam verdadeiramente com as nossas vidas.

  2. Juliano bugueiro disse:

    Belo Horizonte fechou tudo fiquem em casa até setembro.

  3. Papa jerimum disse:

    Os que eram CONTRA, agora serão a FAVOR e se mudar, esses também MUDARÃO!

  4. Paulo disse:

    Já estou vendo lockdown daqui a 15 dias, população sem controle e órgãos de fiscalização tanto municipal quanto estadual sem a mínima capacidade de organização e controle.

  5. SEI disse:

    Oba. Sinal que ja estamos abaixo de 70 por cento de ocupacao dos leitos de UTI na rede publica, conforme decreto 29742.

  6. Marcelo disse:

    Pede para governo do estado copiar o que prefeitura de Natal está adotando para deixar retaguarda pronta. Agir nos primeiros sintomas. Protocolo do Dr Albert Dickson.

  7. Pereira disse:

    O que querem FAZER é um CRIME CONTRA a população. Que DEUS tenha MISERICÓRDIA de NÓS.

  8. Marciano disse:

    Com 15 dias veremos os resultados

Bolsonaro: “A gente apela aos senhores governadores e prefeitos que obviamente com responsabilidade comecem a abrir o comércio”

Foto: © Wilson Dias/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender nesta segunda-feira (22) a reabertura do comércio e disse que “talvez tenha havido um pouco de exagero” na maneira como a pandemia do novo coronavírus foi tratada. Ele disse que surgem novas informações no “mundo todo” e que a Organização Mundial de Saúde (OMS) cometeu equívocos, sem especificar quais.

“A gente apela aqui aos senhores governadores e prefeitos que obviamente com responsabilidade comecem a abrir o comércio. Porque novas informações vêm do mundo todo, vêm da OMS, através dos seus equívocos, que talvez tenha havido um pouco de exagero no trato dessa questão lá atrás”, afirmou o presidente para o canal BandNews, após participar de um evento em Brasília.

Nesta segunda, ele voltou a manifestar o posicionamento, que vem demonstrando durante toda a pandemia, de que as medidas de isolamento devem ser relaxadas para não prejudicar demais a economia.

“Eu sempre falei. Vida e emprego, uma coisa está completamente atrelada à outra e não podemos, em alguns locais isolados daqui do Brasil, fazer com que o efeito colateral do tratamento da pandemia seja mais danoso que a própria pandemia”, disse Bolsonaro.

Com informações do G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Justus disse:

    O importante é criticar, não importa se ele bebe água ou engole fogo. E olha que não sou fã dele.

  2. RICARDO LÚCIDO disse:

    Ice como tá educado . O que um rachadinha não faz ! Já tá fazendo até apelo !

  3. Eu disse:

    Acertaram a dose do remédio, tá bem calmo ultimamente. Até parece uma pessoa equilibrada.

Governo do Estado publica primeira fase do cronograma para retomada gradual responsável das atividades econômicas no RN; leia íntegra

O Governo do Rio Grande do Norte publicou nessa quinta-feira(18) um cronograma para a retomada das atividades econômicas no estado, previsto para o dia 24 de junho. VALE RESSALTAR, que os protocolos de procedimentos que os estabelecimentos precisarão seguir nesse retorno estão condicionados ao cumprimento de protocolos específicos de segurança sanitária. Dentre eles, a ocupação dos leitos de UTI que deve estar abaixo de 70%.

A retomada das atividades foi marcada, a princípio, para o dia 17 de junho, mas não pôde acontecer porque a taxa de ocupação de leitos de UTI estava em 99%. (ENTENDA DATAS NO POST: Fecomércio RN detalha protocolos para reabertura do comércio, serviços e turismo conforme portaria do Governo; confira). O Poder Executivo alega que serão inicialmente liberadas as atividades que têm maior capacidade de controle de protocolos, que gerem pouca aglomeração e que se encontram economicamente em situação mais crítica.

PORTARIA Nº 006/2020-GAC/SESAP/SEDEC

Estabelece a primeira fase do cronograma para retomada gradual responsável das atividades econômicas no Rio Grande do Norte de que trata o Decreto Estadual nº 29.742, de 4 de junho de 2020.

O SECRETÁRIO-CHEFE DO GABINETE CIVIL, O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA E O SECRETÁRIO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, no uso das atribuições que lhes confere o art. 54, XIII, da Lei Complementar Estadual nº 163, de 5 de fevereiro de 1999, e com fundamento no art. 28 do Decreto Estadual nº 29.742, de 4 de junho de 2020,

Considerando os termos do Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica no Estado do Rio Grande do Norte, apresentado ao Governo do Estado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (FIERN), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio Grande do Norte (FECOMERCIO), Federação da Agricultura, Pecuária e Pesca do Rio Grande do Norte (FAERN) e pela Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Nordeste (FETRONOR);

Considerando a importância da retomada progressiva das atividades econômicas no Rio Grande do Norte, definida a partir de parâmetros e protocolos de saúde, por meio de um planejamento responsável, ao lado das ações de combate à pandemia, de modo a resgatar a atividade econômica no Estado, setor que inegavelmente foi muito afetado pela pandemia e cuja relevância é fundamental para preservação dos empregos e da renda da população;

Considerando que o avanço na gradual abertura da atividade econômica está condicionado aos bons indicadores de saúde, correlacionados à Taxa de Transmissibilidade da COVID-19 e à Taxa de Ocupação dos Leitos Clínicos e de UTI para COVID-19,

R E S O L V E M:

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. johnny guide disse:

    todas essas medidas já eram para te sido feitas em março como o amigo falou a cima , assim não precisava fecha as coisas mas como o dinheiro federal não tinha entrado por isso não foi possivel, agora o dinheiro ja esta na conta , parabens governo..

  2. Jorge disse:

    As academias entram onde? Não vi no texto

  3. Ricardo disse:

    Todas essas medidas sanitárias deveriam ter sido adotadas já em março.
    Inclundo medkidas específicas para escolas, cursos , shoppings e academias.

Projeção de flexibilização e retomada econômica no RN será a partir de 17/06

O decreto que será publicado no início da tarde desta quinta-feira traz uma data para o início de reabertura e flexibilização da economia potiguar.

A partir de 17 de junho, tendo uma margem de segurança de ocupação de UTIs, o governo vai começar a flexibilizar.

Segundo apuramos, isso vai acontecer se tivermos menos de 75% das UTIS ocupadas.

Se no dia 16 a ocupação atingir essa expectativa, será iniciada a abertura da economia do Estado em estágios.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. duendevermelho disse:

    Só esqueceram de combinar com o vírus.

  2. TATA disse:

    AINDA BEM QUE AQUI SO TEM ESPECIALISTAS EM EPIDEMIAS, ACHO QUE VOU DEIXAR DE OUVIR A CIÊNCIA QUANDO DIZ QUE ONDE HOUVE UM RELAXAMENTO DO AFASTAMENTO SOCIAL AUMENTOU O NUMERO DE CASOS, MAIS AQUI COMPLETO DE DRAUZIOS VARELA, VOCES DEVERIAM E TER VERGONHA E INCENTIVAREM O DISTANCIAMENTO PELO MENOS ENQUANTO ESTIVERMOS NA SITUAÇÃO QUE ESTAMOS

  3. Gustavo disse:

    Empresas e órgãos públicos que puderem deixar boa parte dos funcionários em teletrabalho, deixa. Quem puder trabalhar de casa, trabalhe. As demais pessoas que precisarem sair de casa devem saber como se portar e agir. Não tem bebê. Libera as atividades e pronto.

  4. Seboso disse:

    O povo aqui é SEBOSO , morrendo de dengue e ZIKA , no quintal de casa cheia de lixo , o vagabundo deitado na rede , esperando o agente de saúde do município matar o mosquito….Vergonhoso, você acha que irão fazer isolamento, lavas as mãos??? O povo toma refrigerante e atira a lata na frente de casa , o bacana na LANDROVER atira a embalagem de biscoito pela janela , é falta de educação …cultural

  5. Socorro disse:

    Se querem que se fale só o que lhe agrada, É melhor não comentar. O nosso RN estar ótimo e ninguém estar morrendo de nada.

  6. Ricardo disse:

    Todo o mundo sabe como se proteger. Cada um que assuma as suas responsabilidades. Mãozinha s limpas e rosto com máscara. Pô, tá lidando com retardados? E avisa: se pegar, pode se arrombar por falta de leito. Prorroga as aulas e libera o resto com as mesmas medidas tomadas por supermercado.

    • Matheus disse:

      Exatamente! Ninguém é retardado para o papai Estado dizer se devemos ou não sair de casa. Uso de máscara, higiene nas mãos, evitar aglomerações e isolamento de grupos de risco já é o suficiente. Ninguém pode viver em isolamento total assim.

  7. Anti-Político de Estimação disse:

    Se o nosso povo fosse mais educado e tivesse colaborado de verdade desde o início dessa pandemia, já estaríamos iniciando a retomada da nossa combalida economia. É como diz o velho ditado popular : "Quando a cabeça não pensa, o corpo padece".

    • Socorro disse:

      Se a governadora tivesse usado os recursos corretamente que recebeu do governo Federal, não estávamos nessa situação. Toda minha família estar desde 15/03., em isolamento. Quantos novos leitos e hospitais de campanha ela fez? Ela não sabe nem o que dizer. Falar só o povo não faz sua parte é fácil.

  8. Ricardo disse:

    Todo o mundo já sabe como se proteger. Agora quem vive de atividade "não essencial" (pra quem?) fica dependente da i(i) responsabilidade dos outros. Que horror! A Assembleia precisa conter essa senhora. Bote áí mais um mês de proibição.

Redução gradual da quarentena pode minimizar impacto na economia, diz estudo

Foto: Unsplash

Uma abordagem cautelosa para aliviar as restrições de quarentena pode ser melhor para a economia global a longo prazo, pois evita a reimplementação do distanciamento social por novos surtos de Covid-19. Esta foi a conclusão de um novo estudo de modelagem liderado pela University College London, na Inglaterra, e pela Universidade de Tsinghua, na China.

O artigo publicado nesta quarta-feira (03), no Nature Human Behaviour, é o primeiro a avaliar de maneira abrangente os efeitos da quarentena na cadeia de suprimento global. Para isso os especialistas consideraram o impacto dos bloqueios em 140 países, incluindo alguns não diretamente afetados pela Covid-19.

O estudo constatou que bloqueios mais rigorosos impostos anteriormente (como o de dois meses imposto na China) são economicamente preferíveis a medidas mais moderadas impostas por quatro ou seis meses, já que a duração é mais importante para as economias do que sua gravidade. Isso ocorre porque as empresas podem absorver melhor o choque de um breve período, confiando em suas reservas, e porque bloqueios mais curtos causam menos interrupções nas cadeias de suprimentos regionais e globais.

Os pesquisadores também descobriram que países não diretamente afetados pela Covid-19 podem, no entanto, sofrer perdas de mais de 20% do seu PIB devido a quedas na demanda do consumidor e gargalos nas cadeias de suprimentos. Segundo os especialistas, as economias abertas ou altamente especializadas, como os países do Caribe que dependem do turismo e os países da Ásia Central, como o Cazaquistão, que dependem das exportações de energia, estão especialmente em risco.

“Nosso estudo mostra os efeitos de ondulação causados ​​por bloqueios ao longo da cadeia de suprimentos global, com os países não diretamente afetados pela Covid-19 ainda sofrendo grandes perdas econômicas”, disse Dabo Guan, líder da pesquisa, em comunicado.

A equipe acredita que uma redução gradual das medidas de quarentena ao longo de 12 meses minimizaria os impactos na economia em comparação com o término mais rápido das restrições. “Nossa análise quantifica os benefícios econômicos globais de respostas robustas de saúde pública e sugere que justificativas econômicas para reabrir negócios [precipitadamente] podem sair pela culatra se resultarem em outra rodada de bloqueios”, explicou o coautor Steven Davis.

Tendo em vista o cenário atual, os cientistas preveem uma segunda onda de contaminados pela Covid-19 — e acreditam que implementar um lockdown de dois meses simultaneamente em diversos países seria mais efetivo nesse cenário. De acordo com eles, o custo econômico de um bloqueio vai além das fronteiras nacionais e um choque mais curto e único é mais fácil de ser absorvido pela economia.

“Todas as principais economias viram suas cadeias de suprimentos sofrerem substancialmente com a Covid-19. Nossa análise oferece mais exemplos de que a mitigação do impacto econômico da pandemia do novo coronavírus exige um esforço global”, afirmou Xi Liang, pesquisador da Universidade de Edimburgo que também participou da pesquisa. “Caso isso ocorra em resposta à pandemia, será um excelente exemplo para gerenciar o impacto econômico de uma potencial crise no futuro.”

Galileu

Guedes pede ‘solidariedade’ para retomada rápida da economia e trégua entre poderes senão “o barco naufraga”

Foto: Anderson Riedel/ Presidência da República

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu nesta sexta-feira (29) compreensão e solidariedade para que a retomada da economia, após a crise do coronavírus, seja mais rápida no país.

Guedes fez a declaração pouco depois de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu 1,5% no 1º trimestre, na comparação com os três últimos meses de 2019.

O resultado reflete apenas os primeiros impactos da pandemia do novo coronavírus, e coloca o país à beira de uma nova recessão, uma vez que a expectativa é de um tombo ainda maior no 2º trimestre.

“Precisamos de cooperação, colaboração, compreensão, solidariedade”, disse o ministro durante um seminário virtual.

Se referindo aos recentes conflitos do presidente Jair Bolsonaro com outros poderes, como o Judiciário, Guedes apontou que disputas são “naturais” nesse período, mas defendeu trégua neste momento de crise senão “o barco naufraga.”

“É natural que nessa ansiedade, cada um ao seu estilo, um pisa no pé do outro. E quem foi pisado vai empurrar de volta. Agora, acabou. Um deu o empurrão, tomou o empurrão de volta. Todo mundo remando para chegar na margem. Quando chegar na margem, começa a briga de novo. Pode brigar à vontade na margem. Se brigar a bordo do barco, o barco naufraga”, disse.

Nas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro se envolveu em conflito com diversas autoridades e instituições do país. O presidente, por exemplo, criticou governadores por adotarem, seguindo recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), medidas de isolamento e restrição para evitar o avanço rápido da covid-19. Bolsonaro defende a retomada de todas as atividades para evitar impactos negativos na economia e no emprego.

Mais recentemente, o presidente fez duras críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) devido a decisões que o contrariaram, como a divulgação do vídeo da reunião ministerial de 22 de abril, apontada pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro como prova da tentativa de Bolsonaro de interferir na Polícia Federal; e a ação de busca e apreensão, dentro do inquérito que apura ataques ao Supremo e divulgação de informações falsas na internet, que atingiu aliados do presidente e defensores do seu governo.

Reação em “V”, em “U” ou em “L”

De acordo com o ministro, “depende de nós mesmos” determinar como será a reação da economia no pós-pandemia.

Guedes apontou que há três opções: a chamada retomada em forma de “V”, que seria a mais rápida; a retomada em forma de “U”, um pouco mais lenta; ou então a economia pode se comportar como na forma da letra “L” que, segundo o ministro, significa “cair e virar depressão.

“Só depende de nós. Só depende de nós. Pela terceira vez, só depende de nós”, disse o ministro. “Prefiro ainda trabalhar com o ‘V’, pode ser um ‘V’ meio torto, caiu rápido e vai subir um pouco mais devagar, mas ainda é um ‘V’”, declarou.

Guedes acrescentou que, em sua visão, é preciso aperfeiçoar as instituições democráticas neste momento e disse ser “cretino” quem ataca o governo ao invés de ajudar nesse momento de crise.

“Se, em vez disso, nos jogarmos uns contra os outros, atrapalharmos uns o trabalho dos outros, incriminarmos uns aos outros em vez de entender que isso veio de fora, o vírus veio de fora e está atacando o mundo inteiro. É cretino você atacar o governo do próprio país em vez de ajudar em um momento desse”, afirmou.

Sobre o debate em torno da priorização da saúde, ou da economia, o ministro afirmou que é “natural” alguém achar que um aspecto é mais importante, mas avaliou que os dois são complementares.

“Alguém acha que a asa esquerda é mais importante, outro acha que é a asa direita. O pássaro não voa sem as duas asas. As pessoas não vão conseguir tocar uma economia preocupados com a saúde. As pessoas não vão conseguir salvar a saúde se também destruírem a economia. O pássaro, para voar, precisa das duas asas: da saúde e da economia”, disse.

Retorno ao trabalho

Na visão do ministro da Economia, está na hora de lançar o “sinal” de protocolos para um retorno seguro ao trabalho, que será feito “de forma segmentada, por unidades geográficas”, quando a questão de saúde permitir.

“No caso de indústrias que souberam se proteger, a construção civil está funcionando em 93% da capacidade produtiva, com 55 mil pessoas trabalhando nas obras e 10 mortes. Trágicas, porque cada morte é um universo que se extingue (…) Mas o fato é que, se 55 mil pessoas estão na construção civil e 10 vidas se apagaram, estão fazendo alguma coisa certa no protocolo de trabalho”, declarou.

De acordo com ele, esse retorno ao trabalho, de forma responsável, pode preservar vidas.

“Estão possivelmente até protegendo mais vidas do que está acontecendo em comunidades pobres, onde há o isolamento, distanciamento, mas 8, 9, 10 pessoas em uma casa só. Um sai para fazer uma coisa, outro sai para fazer outra, e no final podem até se contaminar com mais velocidade do que o trabalhador que está indo para um lugar que está tomando conta da saúde. É testado, monitorado, e tratado, só depois volta. Ele pode estar sendo bem tratado”, disse.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Arcanjo do bem disse:

    O ministro manda um recado nas entelinhas para o presidente, pois toda essa guerra foi iniciada por ele. Aliás, essa coisa de achar que estão sempre conspirando contra ele, o faz ver inimigos em toda parte. Bolsonaro não pensa nos brasileiros. Só tá preocupado em proteger os zeros e os amiguinhos dele.

  2. aof disse:

    A Oposição mais a mídia mais o Congresso e o STF não gostam do Presidente e farão de tudo para inviabilizar o seu govermo. Não adianta esperar tregua. É partir com unhas e dentes para a proxima batalha.

  3. Carlão disse:

    Trégua entre "podres", foi um "typo" que foi muito certeiro.

  4. Pedro Henrique disse:

    Bastou uma crise sanitária para mostrar a incompetência deste senhor. A Tchutchuca dos banqueiros só entende de entreguismo e privatização. Alguém sabe como anda a investigação contra ele por lucrar em cima do prejuízo de estatais e seus fundos próprios de aposentadoria complementar?

    • paulo disse:

      BG
      No Brasil é difícil se administrar, uma pandemia dessa o governo Federal de pronto começou a atuar e minimizar os problemas, criou auxilio para a população, no entanto o sacrifício é mundial é inimaginável suas consequências, mais tem sempre ovelhas negras para criticar por criticar. Imagine se essa pandemia tivesse sido no governo da quadrilha como ficaria o Brasil?.

    • Lucia Helena disse:

      Um ministro que considera servidor público como inimingo. Que diz " que não vai gastar dinheiro com as pequenas empresa" não podemos esperar nada de bom

Plano de retomada da economia no Ceará: veja o retorno de cada setor e lista detalhada em quatro fases

Foto: José Leomar/Sistema Verdes Mares

O governador do Ceará, Camilo Santana, divulgou nesta quinta-feira (28) os detalhes do plano de retomada das atividades econômicas do estado em recuperação aos efeitos da epidemia do novo conoravírus (SARS-CoV-2). A partir do dia 1º de junho até o dia 7, haverá uma fase de transição, seguida por outras quatro, cada uma com 14 dias, com a divisão das atividades liberadas para retomarem por grupos. Já na primeira fase, setores do comércio já poderão funcionar. Escolas estão na última fase.

Também na primeira fase serão permitidas a atuação da indústria química, 30% da cadeia da construção civil em obras com até 100 operários; lojas de construção civil; cadeia da saúde (óticas, escritórios, clínicas de dentistas); e cuidados pessoais, como cabeleireiros e barbeiros.

Todo o processo será avaliado e poderá sofrer mudanças, contudo. Segundo Camilo, o plano de retomada é comportamental, baseada em critério de risco sanitário e outro econômico e social. As fases serão especificadas por decretos.

O anúncio foi feito por meio das redes sociais do governador. Antes, no mesmo pronunciamento, o secretário da Saúde do estado, Carlos Roberto Martins Rodrigues Sobrinho, o dr. Cabeto, mostrou gráficos que, segundo ele, demonstram a eficácia do isolamento social na redução do crescimento de casos e óbitos por Covid-19.

Confira abaixo como será o retorno de cada setor da economia durante o plano de retomada econômica no Ceará.

Fase de transição (1/06)

Fase de transição correspondendo aos primeiros sete dias de retomada econômica no Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Primeira fase do plano de retomada econômica no Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Segunda fase (22/06)

Segunda fase do plano de retomada econômica do Ceará — Foto: Governo do Ceará

Terceira fase (6/07)

Terceira fase do plano de retomada econômica do Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Quarta fase (20/07)

Quarta fase do plano de retomada econômica do Ceará. — Foto: Governo do Ceará

Confira alguns destaques do plano de retomada econômica

Escolas

Passam a funcionar na quarta fase do plano, inicialmente a partir de 17 de junho

Igrejas e templos

Entre 22 de junho e 5 de julho podem funcionar com 20% de sua capacidade

Entre 5 e 19 de julho podem funcionar com 50% de sua capacidade

A partir de 20 de julho podem funcionar com 100% da capacidade

Salões de beleza e barbearias

A partir de 1º de junho poderão funcionar com 30% de sua capacidade

A partir da terceira fase poderá funcionar com 100% de sua capacidade

Academias, clubes, shows e espetáculos

Poderão funcionar com 100% da capacidade na quarta fase do plano, inicialmente a partir de 17 de junho

Shoppings

A abertura dos estabelecimentos nos shoppings segue a ordem de abertura de cada setor de comércios e serviços, contando a partir da primeira fase do plano, inicialmente prevista para 8 de junho

Cinemas

Poderão funcionar com 100% da capacidade na quarta fase do plano, inicialmente a partir de 17 de junho

Números no Ceará

O número de mortes provocadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) chegou a 2.671 nesta quarta-feira (27) no Ceará. Os casos de infectados pela Covid-19 atingiu 37.275 pessoas até as 17h21, última atualização da plataforma IntegraSUS, da Secretaria da Saúde.

Os números apresentados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Francisco Alves disse:

    Aqui no RN o governo está esperando o resultado e plano dos outros estados do NE para fazer o control C, control V.

  2. Assis disse:

    Vamos com calma

  3. Márcio Macêdo disse:

    Estamos precisando que o governo do estado do RN , tome está posição.

Comitê de Especialistas da Sesap dá parecer favorável para Plano de Retomada da Economia no RN no pós-pandemia

O Comitê de Especialistas da Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte emitiu parecer técnico favorável ao Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica do Estado do Rio Grande do Norte no pós-pandemia. De acordo com o parecer, “o plano apresenta boa qualidade técnica e demonstra um esforço articulado do setor produtivo na elaboração do documento”.

O documento foi elaborado pela Fecomércio RN, Fiern, Faern, Fetronor, e Sebrae, com o apoio da FCDL RN, da CDL Natal, da Facern e da Associação Comercial do RN, foi apresentado à Governadora Fátima Bezerra no dia 5 de maio, e apresenta um conjunto de propostas e de protocolos para direcionar a volta do funcionamento, de forma progressiva e segura, das atividades econômicas no estado, a partir do momento em que os decretos estaduais determinem a flexibilização do isolamento social em virtude da pandemia do novo Coronavírus.

O plano apresentado pelas federações para o relaxamento social e retomada da economia aponta duas opções, divididas em três ou quatro etapas, com protocolos de saúde específicos para os segmentos da economia potiguar. No entanto, a abertura das atividades não tem data definida, e estará condicionada à expansão da capacidade de testagem no Estado; à situação dos leitos hospitalares; às peculiaridades das regiões do Estado; e à adoção das ações transversais aliadas ao protocolo específico da atividade. A ideia é que entre cada uma das etapas ocorra com intervalos entre 10 e 14 dias.

O órgão consultivo considerou que “o modelo de distensão em quatro fases é o mais adequado para o controle da epidemia, reforçando que o início de cada uma das distensões e cada avanço nas fases sugeridas deve estar pautado por critérios técnicos que permitam verificar se a curva epidêmica encontra-se já na trajetória descendente. No momento, ainda não podemos afirmar quando isso irá ocorrer”.

Os técnicos reforçaram ainda que as fases podem ser revertidas em caso de agravamento dos indicadores epidemiológicos, e que o Estado deve manter as barreiras sanitárias com os demais estados, enquanto o país como um todo estiver com crescente de número de casos diários e de óbitos.

Com a aprovação, nesta quarta-feira, 20, de um novo decreto do Governo do Estado, prorrogando as medidas de isolamento social até o dia 4 de junho, ainda não há uma data para o início da execução do Plano de Retomada Gradual da Atividade Econômica do Estado do Rio Grande do Norte.

AM dispensou economia de R$ 472 mil por respiradores de loja de vinhos

Foto: Reprodução – 23.abr.2019/Facebook/WilsonLimaAM

O governo do Amazonas tinha uma proposta R$ 472 mil mais vantajosa pelos mesmos respiradores que comprou sem licitação a preços acima do mercado de uma loja de vinhos. A compra superfaturada foi revelada pelo UOL no dia 20 de abril. Os respiradores são um equipamento essencial no tratamento de pacientes com covid-19.

No dia 8 de abril, a Susam (Secretaria de Saúde) emitiu uma nota fiscal em que adquire 28 respiradores mecânicos: 24 do modelo Stellar 150, da marca Resmed, por R$ 104,4 mil cada um, e outros quatro aparelhos da marca Philips comprados na mesma adega por R$ 117,6 mil cada um, em um total de R$ 2.976.000.

Apesar do desembolso aprovado pelo governo, a Susam tinha uma proposta mais vantajosa, mas preferiu comprar os respiradores na Vineria Adega, conhecida como ponto de encontros de políticos e empresários de Manaus.

Na proposta entregue à gerente de compras da Susam no dia 1º de abril, a empresa Sonoar cobra R$ 2.944.000 (R$ 32 mil a menos) pelo contrato, mas oferece 5 respiradores a mais: são 29 unidades do modelo Stellar 150 por R$ 88 mil cada um, desconto de R$ 16 mil a unidade.

Já os quatro aparelhos da Philips custariam R$ 98 mil, R$ 19,6 mil mais barato do que a opção oferecida pela Vineria Adega.

Se tivesse optado pela proposta mais vantajosa, o governo teria economizado R$ 32 mil no valor total do contrato e recebido cinco respiradores a mais, o equivalente a R$ 440 mil. Em entrevista ao SBT, o governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), afirmou que recebeu outras propostas, nenhuma mais barata do que a oferecida pela adega.

“Eu tive mais proposta, esta foi a mais barata que eu consegui encontrar. Se encontrar mais barato que isso, eu compro. Wilson Lima (PSC), governador do Amazonas.

Mesmo a proposta perdedora oferecia valores muito acima do mercado. Consulta no mercado feita pelo UOL indica que o primeiro aparelho é vendido por cerca de R$ 25 mil, enquanto o segundo custa R$ 38 mil.

O governador argumenta que a pandemia elevou os preços dos respiradores. “Ou você compra a esse preço ou não vai ter o equipamento (…) Eu desafio alguém a comprar mais barato”, disse.

Procurada, a assessoria de imprensa da Susam informou por meio de nota que algumas propostas foram descartadas “porque tinham a condição de pagamento antecipado, antes do recebimento do produto, e também aquelas que apresentavam prazo muito longo para a entrega, visto que a dispensa foi por situação emergencial”.

Ela afirma que a proposta da Sonoar “tinha validade de 01 dia” e pagamento “à vista ou transferência bancária”. “Portanto, esclarece que não é verdadeira a informação de que a Susam pagou mais caro pelos equipamentos”, conclui.

Aparelhos são inadequados

Além de optar por uma compra menos vantajosa, o governo do Amazonas fez o orçamento de aparelhos incapazes de ajudar pacientes em estado grave, segundo o Cremam (Conselho Regional de Medicina do Amazonas).

No dia 18 de abril, o conselheiro do Cremam Ricardo Goés Filgueiras inspecionou o Hospital Universitário particular Nilton Lins, para onde os ventiladores foram enviados.

“Os aparelhos estão incompletos, sem filtro bacteriano e válvula de fuga”, escreve Filgueiras. “E, segundo o manual de fabricante, não é adequado para uso de suporte à vida. E está contraindicado em pacientes que não possam suportar mais do que breve interrupções da ventilação.”

Em nota, o governo do Amazonas afirma que “os respiradores adquiridos pelo Estado foram aprovados pelos médicos do Hospital Delphina Aziz, referência no tratamento da doença no Amazonas.” Em resposta ao UOL, o INDSH (Instituto Nacional de Desenvolvimento Social e Humano), que administra o Hospital Delphina Aziz, “esclarece não ser atribuição dos gestores do hospital, nem dos médicos que atuam na unidade, a decisão de compra de equipamentos”.

Leia abaixo a nota oficial:

“A compra de insumos e equipamentos para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) é uma dificuldade para o Amazonas e para outros estados do Brasil, uma vez que viabilizar essas aquisições é motivo de disputa no mundo inteiro. Além disso, é fato que fornecedores elevaram os preços dos produtos necessários para o enfrentamento da pandemia.

O Governo do Estado solicitou propostas de fabricantes nacionais para o fornecimento de respiradores, mas o Ministério da Saúde, com base no artigo 3º, VII, Lei n° 13.979/20, requisitou para si bens e serviços por elas produzidos por 180 dias. Outras unidades da federação que tentaram comprar respiradores tiveram os equipamentos confiscados. O Governo do Amazonas pediu ao Ministério da Saúde autorização para compra de aparelhos nacionais e aguarda resposta.

No momento, a única alternativa seria a compra de respiradores em outros países. Mas fornecedores internacionais estão aceitando, somente, pagamento antecipado. Porém, por lei, o Estado, só pode pagar depois de receber e atestar o produto adquirido.

Em meio a esses entraves e priorizando assistência à saúde aos pacientes que precisam de atendimento, uma vez que os respiradores são essenciais nos casos graves da Covid-19, o Governo do Amazonas consultou e vem consultando diariamente vários fornecedores para efetuar a compra dos equipamentos através de compra direta, conforme art.4 da Lei n°13.979/20.

UOL

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ojuara disse:

    Vamos investigar né MPF e PF, tem muito rato se aproveitando da situação pra fazer o que mais gosta, roubar.

  2. Véio de Rui disse:

    Tá ótimo, eles podem, mas se fosse o Bolsonaro o cacete tava comendo. Isso aí pra o pt não é corrupção é apenas uma vantagem devida.

    • Fonsa disse:

      Amado quadrúpede esquecido pela evolução, o governador do Amazonas é do PSC, foi eleito com apoio do bolsonaro e é apoiador do bolsonaro. O que o pt tem a ver com isso?

  3. Sérgio Nogueira disse:

    Mas tem um palhaço lá que bota a culpa do caos em Bolsonaro…

Ibovespa sobe após fala de Bolsonaro com Guedes sobre possível retomada econômica e com início de reabertura no exterior; dólar cai

Foto: Shutterstock

Após o aumento da tensão política no fim da semana passada, o Ibovespa sobe nesta segunda-feira (27) após o presidente Jair Bolsonaro reforçar seu apoio ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Enquanto isso, no exterior, o dia também é positivo com investidores de olho em novos estímulos e a reabertura de alguns países europeus e estados americanos.

Após reunião, o Bolsonaro falou em frente ao Palácio da Alvorada tentando amenizar o clima ruim dos últimos dias. “Acabei mais uma reunião aqui tratando de economia. E o homem que decide a economia no Brasil é um só: chama-se Paulo Guedes. Ele nos dá o norte, nos dá recomendações e o que nós realmente devemos seguir”, disse.

Enquanto isso, o ministro afirmou que o governo segue firme em sua política econômica de responsabilidade fiscal. Guedes explicou ainda que os gastos feitos para combater o novo coronavírus são uma “exceção” na condução da política econômica.

“Queremos reafirmar a todos que acreditam na política econômica que ela segue e a mesma política econômica”, ressaltou Guedes.

Às 10h40, o Ibovespa tinha alta de 1,50%, aos 76.541 pontos, enquanto o dólar comercial registrava queda de 0,83%, cotado a R$ 5,6183 na compra e R$ 5,6208 na venda. O dólar futuro para maio, por sua vez, sobe 1,03%, para R$ 5,644.

Já no mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 sobe 1 ponto-base, em 4,06%, enquanto o DI para janeiro de 2023 tem queda de 3 pontos, para 5,46%. O contrato para janeiro de 2025 avança 11 pontos-base em 7,32%.

As bolsas da Ásia fecharam todas em alta, com destaque para Tóquio, onde o índice Nikkei-225 avançou 2,71% após o Banco do Japão (BoJ) anunciar a compra de comercial papers e outras medidas de estímulo.

O BoJ manteve os juros, como esperado, mas anunciou que continuará a comprar bônus do Japão (JGB) e T-bills “sem estabelecer um limite” e elevou sua meta de compras de dívida corporativa e commercial papers para 20 trilhões de ienes. Segundo o Swissquote, a postura do BoJ “busca ajudar companhias a encontrar financiamento fácil, diante da desaceleração econômica puxada pela pandemia”.

Na Europa, as bolsas abriram em alta, após o governo italiano publicar ontem um decreto para o começo da fase 2 de reabertura da economia em 4 de maio. A terceira fase, disse o premiê italiano Giuseppe Conte, com a reabertura de bares, restaurantes e museus, só começa dia 18 de maio.

No Reino Unido, o premiê Boris Johnson volta hoje ao trabalho em Downing Street no centro de Londres. Johnson ficou duas semanas hospitalizado com o coronavírus. Ele deve anunciar nesta semana medidas para reabrir a economia britânica, mas alertou para os riscos de um aumento no número de casos. Johnson definiu a situação como de “máximo risco”. A Grã-Bretanha tem mais de 20 mil mortes e 100 mil casos do coronavírus.

A última semana de abril terá reuniões de dois bancos centrais importantes: o Federal Reserve dos Estados Unidos, terça e quarta-feira; e o Banco Central Europeu, que se reúne na quinta-feira. Além disto, as empresas de tecnologia, como Apple, Amazon e Microsoft, deverão publicar balanços do primeiro trimestre.

No Brasil, a temporada de resultados corporativos do primeiro trimestre ganha tração nesta semana, com a publicação dos balanços do Santander Brasil, Bradesco, Vale, Minerva e Gol, entre outras empresas. Já a Boeing, que luta com a crise do 737 Max e cancelando pedidos, desistiu do negócio de jatos comerciais da Embraer.

Infomoney

Estado de SP anuncia reabertura gradual das atividades econômicas a partir do dia 11 de maio

Foto: REUTERS/Leonardo Benassatto

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou nesta quarta-feira (22), a reabertura gradual da economia no estado a partir do dia 11 de maio. A medida de flexibilização do isolamento social devido ao coronavírus será feita em etapas, com autorizações específicas para cada região do estado.

“Numa pandemia como essa, quem determina os nossos passos são a saúde e a medicina. A saúde e a ciência e assim continuará a partir de 11 de maio, após o término da atual quarentena que vai até 10 de maio. Vamos levar em conta situações locais, regionais e setores que possam retornar a economia com as devidas medidas de proteção”, disse Doria.

Segundo Patrícia Ellen, secretária do Desenvolvimento Econômico, serão monitorados os leitos disponíveis nos hospitais por cada região, diariamente, para saber como as medidas restritivas serão afrouxadas. O monitoramento de leitos diários já é feito na cidade de São Paulo.

“Primeiro passo é segmentar os municípios de acordo com a situação da pandemia, capacidade do sistema de saúde. Nós receberemos da Saúde [secretaria] a definição de quais os critérios chave, meta de número de casos, quantidade de leitos, testes para sintomáticos e suspeitos. Aqui, vamos precisar de uma colaboração muito grande do setor privado da testagem massiva em grandes empresas, em grandes ambientes econômicos. Nos trabalharemos em conjunto para que as regiões sejam definidas por níveis de risco. Teremos três níveis de risco: zona vermelha, zona amarela e zona verde. Lembrando que hoje nós temos todas as regiões entre a vermelha e a amarela. Para estar na zona verde, nos precisamos alcançar um baixo número de casos, baixa ocupação de leitos de UTI, testes disponíveis para sintomáticos e suspeitos, e protocolos setoriais implementados”, afirmou ela.

A reabertura da economia após a quarentena foi batizada de “Plano São Paulo”. As autorizações para o funcionamento do comércio vão depender da situação específica de cada cidade ou região do estado, no entanto, não foram detalhados os estabelecimentos que poderão voltar a funcionar em 11 de maio.

“A regionalização é extremamente importante porque o país já é heterogêneo, o estado também e, com isso, a gente precisa ter essa regionalização devido aos fatores críticos em cada uma delas”, afirmou o secretário estadual da Saúde, José Henrique Germann.

De acordo com o vice-governador Rodrigo Garcia, a economia do estado não ficou paralisada durante a quarentena e manteve 74% do seu funcionamento. “São Paulo não parou. Praticamente 74% da economia paulista funciona desde o primeiro dia da quarentena decretada no mês passado. A quarentena permitiu ao estado de São Paulo a preparação da rede de Saúde”, declarou.

A quarentena teve início no dia 24 de março nos 645 municípios do estado. Até as 17h desta terça-feira (21), São Paulo registrava 1.037 mortes pelo novo coronavírus e mais de 14 mil casos confirmados.

Algumas cidades do estado já publicaram decretos municipais para a flexibilização da quarentena e o governador de São Paulo condenou a medida. “Não é prudente, não é conveniente que nenhuma cidade do interior do estado de São Paulo rompa a quarentena antes do dia 10 de maio”, afirmou Doria.

Taxa de isolamento

A taxa de isolamento social em São Paulo foi de 57% nesta terça-feira (21). “Quero agradecer a população por ter atendido nosso apelo e este é um número bastante razoável e a nossa busca é estar sempre nesse índice acima de 50% podendo chegar a 60% em algumas regiões, felizmente, ultrapassamos a casa de 60%”, afirmou o governador.

Veja os municípios com isolamento acima de 50%:

São Sebastião, 67%
Ubatuba, 64%
Cruzeiro, 64%
Lorena, 63%
Caraguatatuba, 61%
Ribeirão pires, 61%
Itanhaém, 58%
São Vicente, 58%
Mairiporã, 58%
Caçapava, 58%
Cajamar, 58%
Caieiras, 58%
Bebedouro, 58%
Pindamonhangaba, 58%
Ibiúna 57%
Poá 57%
Itapecerica da Serra, 56%
Votuporanga, 56%
Piraçununga, 56%
Guaratinguetá, 56%

Quarentena até 10 de maio

Inicialmente, o término da quarentena estava previsto para o dia 22 de abril, mas foi prorrogado até o dia 10 de maio. Com taxa de isolamento abaixo do índice desejado, Doria disse que iria confiar na população. “Fechar estradas e rodovias não há nenhuma decisão nesse sentido. Nós respeitamos apenas as decisões locais de prefeituras de cidades turísticas em relação de limitar acesso durante os feriados prolongados e finais de semana apenas aos residentes e proprietários de casas”, disse na sexta-feira (17).

A medida obriga o fechamento do comércio e mantém apenas os serviços essenciais, como nas áreas de Saúde e Segurança.

A prorrogação da quarentena ocorreu devido ao número crescente de casos de contaminação e de mortes registradas, além do baixo índice do isolamento social da população, medida com o sistema de monitoramento que utiliza sinais de celulares para saber se as pessoas estão em casa e localizar aglomerações. O governo diz que a taxa ideal para tentar impedir o avanço da doença é de 70%.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lourdes Siqueira disse:

    "Plano São Paulo"….deveria ser "Plano Santa Catarina" pois lá foi implantado esse esquema de três níveis.
    Ctrl e Crtlv, né Doriman. Cuidado, nao esquece de mudar a assinatura do decreto.

Economia melhora a partir do 4º trimestre, diz presidente do Banco Central


Foto: Cristiano Mariz

Pelas previsões do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, a economia brasileira, baqueada pelo avanço do coronavírus, vai começar a melhorar a partir do quarto trimestre deste ano.

“O último trimestre vai mostrar melhoras. Obviamente de uma base muito baixa. Agora a dúvida é o terceiro trimestre, o quanto vai ser impactado”, diz Campos Neto.

O chefe do BC é o entrevistado do domingo no programa Poder em Foco, do SBT, que vai ao ar logo após o Programa Silvio Santos.

No programa, Campos Neto foi questionado sobre a projeção do Fundo Monetário Internacional que aponta retração de 5,3% da economia do Brasil neste ano. Ele disse que o banco apresentará sua estimativa, em breve, em comunicado oficial e que tudo vai depender da extensão da parada da economia nessa quarentena.

“Eu acho que as pessoas que hoje fazem conta de quanto vai ser o crescimento brasileiro elas estão estimando quanto tempo vai ficar parado e como vai ser essa parada. Eu acho que nunca esteve tão difícil fazer previsão de crescimento, porque é um fenômeno muito diferente, muito novo, a gente não viu”, analisou.

Campos Neto observou que em alguns lugares a movimentação começou a voltar e apostou que a economia voltará aos trilhos e aos projetos econômicos da agenda liberal do Governo.

“É muito importante deixar claro para as pessoas que a gente está fazendo um desvio, não só o Brasil como o mundo inteiro, que é um desvio necessário. E nós entendemos que é importante garantir emprego, a renda das pessoas, que as empresas não quebrem. Mas, acho que o quanto mais nós conseguirmos comunicar que é um desvio, mas a gente vai voltar para os trilhos rapidamente, menor é o efeito maléfico dele”, diz.

Na entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, o presidente do Banco Central também discorre sobre a taxa de câmbio e sobre segurança do sistema financeiro no país. Ele tranquiliza a população e garante que é absolutamente seguro manter o dinheiro na poupança e na conta corrente e que ninguém precisa correr para fazer saques.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Santos disse:

    Parabéns pelo otimismo, mas se o PIB de 2019, sem pandemia e em plena retomada de crescimento como afirma o governo através do PG e do presidente, foi imferior ao de 2018 e agora com pandemia? Deus tenha piedade de cada um de nós.

  2. Ojuara disse:

    Também só tem quatro semestre e já estamos no segundo, ou seja se melhorar só no final do ano. Esse ano tá perdido.

  3. Raimunda disse:

    Também podera, com papai Bolsonaro no governo, vai.
    Tem gente que nunca viu R$ 600. Na mão.
    Nos próximos dois meses ainda vão ter.
    Total de R$ 1800 por pessoa.
    Aí papai o presidente PORRETA!!!
    PAPAI
    BOLSO
    NARO!!!
    MITO MITO MITO MITO MITO MITO, eu não votei, mas agora voto.
    Me acudiu na hora da precisão.
    😘😘😘😘🤗🤗😍😍

  4. Rico disse:

    Agente não sabe nem se vai tá vivo.

‘Temos que ouvir área da saúde, não economistas’, diz secretário do Tesouro sobre isolamento

Foto: Reprodução/Globo News

O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, afirmou em entrevista na manhã desta quinta-feira (16) à GloboNews que o tombo na economia brasileira será determinado pelo período que o distanciamento social perdurar, e que para isso é preciso ouvir especialistas na área de saúde, não economistas.

A decisão de muitos gestores de manter empresas e negócios fechados para ampliar o distanciamento social, que tem o apoio do Ministério da Saúde e de organismos internacionais, como a OMS (Organização Mundial de Saúde), tem recebido muitas críticas daqueles que acham que a política pode levar a uma profunda recessão no país. O falso dilema entre salvar vidas ou a economia não está na mesa, segundo o secretário.

“Eu tenho visto projeções na economia que me deixam assustado. Tem algumas pessoas que projetam o cenário em que a restrição de contato social terá que ser mais longo. Eu confesso que neste assunto temos que escutar a área da saúde, as pessoas da área de saúde são as melhores pessoas, muito mais que economistas, para dizer como isso vai evoluir”, diz ele.

Mansueto, responsável hoje pela chave do cofre do Tesouro, afirma que neste ano a prioridade para o Brasil não é o ajuste fiscal, mas dar recursos para o combate à pandemia do coronavirus. Mas, quando a pandemia passar, será a hora de arrumar a casa para se preparar para futuras crises.

“Esta é a lição para todos os países do mundo. Depois da crise, quando voltarmos a crescer, vamos economizar, fazer ajuste fiscal, para ter fôlego para ficar preparado para a próxima crise. Porque sempre haverá crises, e muitas vezes elas são imprevisíveis, como esta, em que o mundo todo está sendo colocado em “corner” por um vírus invisível. Ninguém imaginava que a gente ia passar por isso hoje, parece um filme de ficção científica”, afirmou.

Mansueto elogiou o papel do Congresso em ajudar a limitar os gastos extras para combater a pandemia a este ano, sem criar despesas permanentes. Ele também afirmou que, apesar do crescimento da dívida pública com os gastos que estão sendo feitos para combater os efeitos da pandemia, não está preocupado com a capacidade do país de se financiar.

Blog da Ana Flor – G1

Novos saques do FGTS deverão injetar R$ 35 bilhões na economia e beneficiar 60 milhões, diz governo

O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida — Foto: Alan Teixeira/Macro Day BTG Pactual/Divulgação

O secretário de Política Econômica do Ministério da Economia, Adolfo Sachsida, informou nesta quarta-feira (8) que a nova rodada de saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), autorizada por meio de medida provisória, tem o potencial de injetar pouco mais de R$ 35 bilhões na economia, beneficiando 60 milhões de trabalhadores.

O saque “emergencial” do FGTS, disse ele, funcionará nos moldes do chamado saque imediato, que terminou em março deste ano e liberou até R$ 500 por trabalhador, ou até R$ 998 por pessoa que tinha até um salário mínimo na conta. A medida foi anunciada para liberar recursos aos trabalhadores nesse momento de combate ao novo coronavírus.

O secretário explicou que o governo não está depositando recursos nas contas individuais dos trabalhadores. Para poder fazer o saque de até R$ 1.045, valor de um salário mínimo, os trabalhadores precisarão ter os recursos em suas contas.

“É o mesmo molde do saque imediato. No saque emergencial, vai sacar o que tem até R$ 1.045. Se eu não me engano, 30 milhões de trabalhadores receberão tudo o que tinham no FGTS de volta”, explicou Sachsida, ao G1. Se o trabalhador tiver menos de R$ 1.045 na conta, poderá sacar o que tiver de saldo e zerar os valores, disse ele.

O secretário de Política Econômica afirmou que a nova rodada de saques não vai afetar a chamada “liquidez” do FGTS, ou seja, os recursos em caixa do fundo para políticas públicas. O FGTS é utilizado como “funding” (financiador) para políticas habitacionais, para o setor de infraestrutura e de saúde.

Isso porque, segundo ele, o governo remanejou R$ 21,5 bilhões em recursos do PIS/Pasep, em valores que não foram sacados das contas inativas até 1988, e o restante dos valores do saque imediato que também não foram buscados pelos trabalhadores, cujo prazo terminou no fim de março, no valor de R$ 14 bilhões. “Estamos colocando um dinheiro novo [no FGTS]”, disse.

Adolfo Sachsida explicou, ainda, que o remanejamento de recursos do PIS/Pasep não afeta os pagamentos anuais do abono salarial, feitos com essa fonte de recursos. Nesta semana, o governo anunciou que decidiu antecipar em um mês o prazo limite para os saques do abono salarial do calendário 2019-2020.

“Não perdeu o direito ao saque do PIS nos moldes que a gente conhece hoje, está mantido. O saque do PIS/Pasep não acabou. O que está acabando são as contas individuais até 1988, os valores não sacados. É isso que setá indo para o FGTS. Mas essas pessoas [com conta inativas até 1988] também não perderam direito ao PIS/Pasep. Quando quiser ir lá, vai buscar, mas a gente sabe que essas pessoas não buscam”, concluiu o secretário.

G1