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A jornalista Malu Gaspar, da GloboNews, afirmou que o STF vive uma crise interna e já não teria força para resolver impasses do governo como fazia antes. Segundo ela, há desconfiança dentro da Corte em relação ao presidente Lula.
A avaliação é de que a investigação que alcançou o ministro Dias Toffoli, com relatório sobre indícios de suspeição envolvendo relação com o banqueiro Vorcaro, não teria avançado sem autorização do presidente.
De acordo com a jornalista, um dos pontos que agravaram o cenário foi a troca de relator nos casos envolvendo o Master e o INSS. Hoje, quem relata é o ministro André Mendonça, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ela afirmou que isso teria gerado desconforto no Congresso e em Brasília, inclusive em meio a relatos de que Mendonça teria sido boicotado politicamente por Davi Alcolumbre.
Malu Gaspar também comentou a votação na CPI envolvendo o Master. Segundo ela, havia um acordo entre Alcolumbre, o Centrão e a base do governo para barrar determinados requerimentos, tanto ligados ao chamado “Lulinha” quanto a um assessor de Alcolumbre citado como tendo relação com o chamado “careca do INSS”.
Ela disse que a derrota do governo em uma das votações teria sido vista como surpresa e atribuída, por interlocutores no Senado, a excesso de confiança.
Por fim, a análise destaca que Alcolumbre teria três decisões centrais nas mãos: encaminhar a indicação de Jorge Messias ao STF, tratar de um possível acordo envolvendo dosimetria e a CPI do Master e decidir sobre eventual autorização de quebra de sigilo do “Lulinha”.
Segundo a jornalista, qualquer decisão pode gerar judicialização. Ela também afirmou que, em Brasília, há a percepção de que o presidente manda na Polícia Federal — independentemente de isso ocorrer na prática, o que importa, segundo a análise, é como a situação é interpretada politicamente.
A solução é arrumar uma nova eleição, em tempos de comícios políticos o corona não prospera.
Registradas 25 mortes em 48h, por COVID-19, no RN.
Ainda assim, saltamos para 430 óbitos em investigação. Eram 411 há 48h.
Seria, por parte dos governos (TODOS), irresponsabilidade, inconsequência, incompetência, ou "culpa da população" que vem agindo como se estivéssemos dentro da normalidade? Quem sabe até de algum jornaleiro, mantido calado por toda a campanha eleitoral, que insiste em informar óbitos nas últimas 24 h que, dias depois são desmentidos pelos números oficiais. Por exemplo, 8 dias atrás anunciaram que naquele dia não houve mortes, mas de lá para cá, já apareceram 5 naquele dia.
Daqui a pouco, quando for anunciado o aumento de 176% na média móvel de óbitos daqui, virão as velhas explicações de que "se tratam de mortes anteriores, que não refletem o momento atual, …". E assim, seguimos na politização de uma doença grave e assassina, na discussão estéril sobre a atuação de "mitos" e "líderes" nacionais e locais, patinando no real combate, com hospitais incapacitados de atendimento, pela lotação de seus leitos,…
Uma PRIMEIRA ONDA que nunca deixou de existir, apenas teve seus números "cuidadosamente tratados", revelando a voracidade desse vírus.
Fiquei na dúvida se os estoques de Ivermectina e Cloroquina que existem no RN são falsificados ou estão vencidos, afinal, uma cura tão simples e barata não teria como falhar. Há quem venha a dizer que talvez eu seja um "esquerdopata" que devo me negar a tomar remédio contra verme, ou "gado" que não enxerga a maldade "mitológica. Prefiro tentar entender as coisas de modo mais equilibrado.
Até onde iremos com tudo isso?
Deveria colocar também os óbitos em investigação do dia anterior, esse número é que tá aumentando muito. A informação fica mais completa.
E as festas nos bares e restaurantes estão acontecendo e o decreto do prefeito é uma verdadeira piada. Você, que é bacana ou metido a bacana, saiba que não tem leito em unidades privadas.
É só manda o povo para casa desses políticos.