Oferta de vagas em home office dispara 309% em 2020, diz pesquisa

As ofertas de emprego em modelo home office cresceram 309% no ano passado. É o que revela levantamento realizado pela Vagas.com, empresa de soluções tecnológicas de recrutamento e seleção.

De acordo com a companhia, o volume de vagas ofertadas saltou de 594 posições em 2019 para 2.428 no ano passado. Veja abaixo a criação de vagas em home office trimestre a trimestre:

Foto: Economia G1

De acordo com Rafael Urbano, especialista em Inteligência de Negócios da Vagas.com, os setores que mais contribuíram para esse aumento de posições em regime de trabalho flexível foram:

Tecnologia (41%)

Finanças (11%)

Consultoria e Gestão Empresarial (10%)

Seguros (8%)

Telecom (7%)

Educação (4%)

Outros (19%)

Entre as áreas mais buscadas pelas empresas para atuação remota aparecem:

Tecnologia (38%)

Vendas (10%)

Recursos Humanos (4%)

Marketing (4%)

Administrativo (3%)

Financeiro (2%)

Telemarketing (2%)

Atendimento (2%)

Consultor (2%)

Direito (1%)

Contabilidade (1%)

Inteligência de Mercado (1%)

Outros (20%)

“Notamos um maior interesse por parte dos nossos clientes na oferta de vagas em modelo home office a partir do segundo trimestre, justamente no período em que a pandemia registrou forte expansão de casos registrados no Brasil, forçando as empresas a se readequarem para que não perdessem a produtividade”, explica Urbano.

369 oportunidades abertas

Na plataforma de empregos Vagas.com.br há, neste momento, 369 vagas para atuar em modelo home office, trabalho remoto ou teletrabalho. As remunerações e benefícios variam em cada oferta. Para ter mais informações sobre as oportunidades oferecidas pelas empresas, é recomendado pesquisar as vagas pelas palavras-chave home office, trabalho remoto ou teletrabalho.

G1

“É um dos países que menos caiu no mundo todo, então, tem esse lado positivo”, diz Bolsonaro sobre o PIB em 2020

O presidente Jair Bolsonaro minimizou nesta quarta-feira a queda de 4,1% do Produto Interno Brasileiro (PIB), dizendo que a previsão era de que a redução fosse de 10% e que outros países tiveram quedas maiores, o que seria um “lado positivo”. Bolsonaro ressaltou não ter detalhes sobre o resultado, horas após a divulgação dele.

— Desculpa, eu não tomei conhecimento da avaliação do PIB. O que eu posso falar para você que se esperava que a gente ia cair 10%, parece que caímos 4%. É um dos países que menos caiu no mundo todo, então, tem esse lado positivo — disse o presidente, após reunião com embaixadores do Golfo Pérsico, em Brasília.

VEJA MAIS: Com pandemia em 2020, tombos do PIB na Espanha, França, Alemanha e Japão foram ainda piores que o do Brasil

A queda do PIB brasileiro fez o país sair do ranking das dez maiores economias do mundo despois e 14 anos. O Brasil passou da 9ª para 12ª posição, tendo sido ultrapassado por Canadá, Coreia e Rússia. Vinte países ficaram à frente do Brasil no ranking de desempenho do PIB em 2020, entre eles, Taiwan que aparece na primeira posição, com um crescimento de 3,1%, seguida por China, com alta 2%, e Turquia (1,6%). Outros países acumularam quedas menores do que a registrada pela economia brasileira, como Coréia do Sul que teve retração de -1% e Nova Zelândia, de -1,6%.

O desempenho do ano passado veio em linha com as expectativas de mercado, que projetava queda de 4,2%. As projeções de 10%, citadas por Bolsonaro, foram feitas no início da pandemia de Covid-19.

Mesmo assim, foi a maior queda desde 1990, quando houve o confisco do presidente Fernando Collor de Mello. Naquele ano, o PIB brasileiro desabou 4,35%.

De acordo com Bolsonaro, o auxílio emergencial ajudou a “movimentar” a economia:

— O que que fez a economia movimentar? Em parte, o auxílio emergencial. Esse dinheiro quando vai para o município, ele roda a economia local que interfere na arrecadação de impostos municipais, estaduais e federais também.

O Globo

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Pixuleco disse:

    Desculpa para R …….., murcha , o Brasil está chegando ao fundo do poço .

  2. Santos disse:

    Presidente qur governa no grito.
    Vai comparar o efeito da queda do pib de um país rico à qurda do pid de um pais emergente?
    De cara saiu perdeu 3 lugares no ranking e os efeitos sociais devastadores estão aí e ainda irão piorar.
    Deus tenha misericórdia de nós.

  3. Vitor Araújo disse:

    Bolsonaro reeleito.

  4. João Soares disse:

    Só tem um detalhe, é o segundo em número de mortes, mas isso é so um detalhe. o PIB
    tanto legal, vidas não é problema. Bando de fdp

    • Guto disse:

      Seja mais honesto, o Brasil está em 24o em mortes por milhão. Não se pode comparar uma população de mais de 230 milhões com países onde esses números não chegam a 20 milhões. Lógico que qt maior a população mais mortes em números totais.

    • João Soares disse:

      Faça a conta em percentual guto, ai verá o quanto estamos atrasados em relação a vacinação, e isso se traduz em número de mortes, só isso. Não chegamos a 5% e tem muitos paises que já estão com mais de 50%. E isso está se refletindo no número de mortes.

  5. Samuel Uel disse:

    Bozo Fracassado.
    Nunca twm culpa de nada esse imundo.

  6. Tico de Adauto disse:

    Desgoverno em todas as áreas.

  7. Calígula disse:

    É verdade meu presidente.
    Torcemos pelo Brasil.
    MITO 2022

Com pandemia em 2020, tombos do PIB na Espanha, França, Alemanha e Japão foram ainda piores que o do Brasil

Foto: Cesar Manso/AFP/Getty Images

PIB da Espanha despencou 11% em 2020, maior queda desde a Guerra Civil

Muito dependente de setores, como turismo e de restaurantes, a Espanha sofreu mais com a pandemia do que outros países desenvolvidos, como França (-8,3%), Alemanha (-5%) e Estados Unidos (-3,5%).

A quarta economia da zona do euro afundou na primeira parte do ano, devido ao rígido confinamento imposto na primavera boreal (outono no Brasil) para conter a primeira onda do coronavírus. A medida incluiu duas semanas de paralisação total das atividades não essenciais.

O desconfinamento levou a uma forte reativação, mas o aparecimento precoce de focos e as consequentes restrições para controlá-los voltaram a frear o crescimento.

Crise sanitária provocou queda recorde de 8,3% no PIB da França em 2020

A França e a Espanha registraram uma recessão massiva em 2020 e quedas recordes do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 de 8,3% e 11%, respectivamente.

A epidemia de Covid-19 levou o governo a restringir a atividade econômica para frear as contaminações, resultando em graves perdas para o país. O consumo teve uma queda de 7,1% no conjunto de 2020. Já o investimento registrou um recuo de 9,8%.

A crise sanitária também perturbou as trocas comerciais. As exportações tiveram uma queda de 16,7% enquanto as importações baixaram em 11,6%.

PIB da Alemanha tomba 5% em 2020 ante ano anterior, na maior queda desde 2009

Altamente impactado pela crise do novo coronavírus, o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha tombou 5% em 2020 em relação ao ano anterior, apontou a Destatis, agência oficial de estatísticas do país. Trata-se da maior queda desde 2009, quanto a economia do país encolheu 5,7%, na esteira da crise financeira mundial. Desde então, a Alemanha não registrava PIB negativo.

Segundo comunicado da Destatis, a crise da covid-19 deixou “marcas claras” em quase todos os setores da economia da Alemanha. “A desaceleração econômica foi particularmente evidente nos setores de serviços. Alguns registraram quedas mais severas do que nunca. Um exemplo é o setor combinado de comércio, transporte e hospitalidade, cuja produção , ajustada pelo preço, foi 6,3% menor do que em 2019”, aponta a instituição.

Terceira maior economia do mundo tomba 4,8% em 2020

A economia japonesa encolheu 4,8% no ano de 2020, segundo dados oficiais preliminares divulgados nesta segunda-feira (15). Foi a primeira retração desde a crise financeira de 2009.

Com informações do G1, UOL e Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Cesar Bomone disse:

    Mas para os ESQUERDOPATAS somente o Brasil teve queda do PIB.
    Graças ao Presidente estamos conseguindo atravessar essa pandemia sem a destruição total da nossa economia. Apesar da mídia lixo trabalhar todo dia pelo FIQUE EM CASA, que usado sem critério só serve para destruir as empresas e os empregos, levando todos à miséria.

  2. Santos disse:

    É neh?
    Uma coisa são os efeitos considerando o peso da queda de 5% do PIB da Alemanha, um país Rico. Outra coida são os efeitos considerando o peso de uma queda de 4% do Brasil.
    Com esse presidente logo logo no Brasil só vai sobrar gemidos e ranger de dentes.

  3. Tico de Adauto disse:

    Descalabro esse governo na saúde, educação, segurança, meio ambiente e economia. Nunca antes na história desse país

    • Júlio disse:

      Assim como nunca antes na história desse país tivemos um presidente que arrombou o cofres públicos, como fez o Lulitro 51!

  4. Greg disse:

    A diferença que os países acima citados fizeram lockdow para freiar o vírus e agora já tem vacinação bem mais avançada que o Brasil, aqui ficou meia-boca e a vacinação está a conta-gotas…não temos luz no fim do túnel…lá tem.

  5. Calígula disse:

    P homem é bom, o homem é espetacular.
    MITO TEM RAZÃO
    MITO 2022

  6. Luiz Inácio disse:

    O fato é que país nenhum no mundo, fez o que o nosso presidente Bolsonaro fez aqui.
    Segurou o taco.
    Ô vêi macho da gota serena.
    É cru!!!

Ministério da Economia diz que resultado do PIB demonstra recuperação em ‘V’, mesmo com o maior tombo da atividade econômica da história do país com 2020 de pandemia

FOTO: MARCOS CORRÊA/PR – 05.02.2021

Mesmo com o maior tombo da atividade econômica da história desde 1996, a SPE/ME (Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia) afirmou em nota técnica que o resultado do PIB (Produto Interno Bruto) para 2020, divulgado nesta quarta-feira pelo IBGE, demonstra recuperação da economia na forma de “V”.

A expressão é comumente usada pelo ministro Paulo Guedes ao se referir à retomada da atividade econômica a partir do segundo semestre do ano passado.

Impactada pela pandemia do novo coronavírus, a soma de todos bens e serviços produzidos pelo Brasil desabou 4,1% em 2020, mesmo após registrar uma forte retomada no segundo semestre. Trata-se do primeiro encolhimento anual da economia brasileira desde a recessão encerrada em 2016 e o maior tombo da série histórica, iniciada em 1996.

Conforme avaliação da SPE, o rombo poderia ser bem maior. “O conjunto de ações de estímulo à economia durante a pandemia evitou que o PIB tivesse uma queda superior a 9%, conforme apontavam as previsões mais pessimistas.”

“Os resultados do PIB corroboram a recuperação das expectativas de melhora da atividade econômica ao longo do segundo semestre de 2020 e demonstram o acerto das medidas adotadas de enfrentamento à Covid-19 e a pronta reação da economia brasileira”, destaca.

Entre as medidas implantadas em 2020, às quais na avaliação da SPE evitaram um derrocada ainda maior na atividade econômica brasileira, estão o avanço na agenda de fortalecimento de marcos legais, com a aprovação de novas legislações referentes a saneamento básico, licitações e falências.

A SPE destaca ainda que a retomada no segundo semestre foi “vigorosa”, aumentando o nível da atividade econômica, o que abriu espaço para a construção de um maior crescimento em 2021. A atual previsão oficial é de crescimento do PIB de 3,2% neste ano.

Reformas

No entanto, a SPE alerta que para consolidar esse espaço de crescimento, é necessária a aprovação das reformas estruturais e medidas que viabilizem a consolidação fiscal.

Entre as reformas que o governo luta para aprovar no Congresso estão a tributária e administrativa. Mas antes delas, a equipe econômica precisa que o Senado aprove, nesta quarta (3), a PEC Emergencial, que viabilizará a criação do novo auxílio emergencial. O novo benefício, consenso entre oposição e governo, deve atender cerca de atingir 40 milhões de brasileiros, incluindo os do Bolsa Família, com valor de R$ 250.

Para reforçar a tese de que a atividade econômica está em recuperação, o Ministério da Economia se apoia, principalmente, no resultado do PIB referente ao quarto trimestre de 2020, que foi de crescimento 3,2% na comparação com o trimestre imediatamente anterior, com ajuste sazonal. O resultado representou o segundo aumento consecutivo.

“Tais dados demonstram a recuperação da economia na forma de ‘V’, aponta a SPE. […] A SPE lembra que as projeções para o PIB foram sendo ajustadas a partir da pronta resposta às medidas de combate aos efeitos da crise da Covid-19”, diz nota da secretaria do Ministério da Economia.

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Brasileiro disse:

    De uma coisa até a esquerda há de concordar:
    Além do ataque do COVID ainda tem os comunistas agindo contra o crescimento do Brasil e dos brasileiros.
    Vergonhoso isso, né.

  2. Santos disse:

    Tomara!

  3. Tico de Adauto disse:

    Deve tá falando do banco q adquiriu carteiras “podres” do BB de vultosa monta por uma ninharia, não foi banqueiro Guedes?

  4. reinaldo disse:

    paulo guedes entende o que de economia?
    bolsonaro entende o que de administração?
    se eu fosse eles pedia pra ir cagar, saia de fininho!

  5. Raimundo disse:

    A economia a gente vê depois

ESTRAGOS DA PANDEMIA: PIB do Reino Unido tombou 9,9% em 2020, maior contração da história

O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia AFP/AFP

O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido registrou queda de 9,9% em 2020, uma baixa sem precedentes, devido ao impacto da pandemia de coronavírus que paralisou setores inteiros durante meses. A informação é do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS).

De acordo com a instituição, este é o maior retrocesso anual registrado desde o início das estatísticas sobre a economia britânica. A queda do PIB do ano passado foi mais que o dobro da contração de 2009, provocada pela crise financeira.

Em novembro, o confinamento em vigor na Inglaterra e as restrições em outras regiões britânicas provocaram uma nova queda do PIB de 2,3%. O fechamento de bares, restaurantes, hotéis e outros serviços, assim como a paralisação de empresas vinculadas aos setores de arte e entretenimento, teve um peso negativo importante na economia.

Com informações da Veja, G1 e Infomoney

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jr Silva disse:

    Já podemos colocar culpa no nosso presidente?

  2. Joao Bolsonaro disse:

    BOZO GENOCIDA

EFEITO PANDEMIA: PIB do Brasil despenca 4,1% em 2020, informa IBGE

Setor de serviços foi o mais impactado em 2020 pelas medidas restritivas. — Foto: Marcelo Brandt/G1

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil tombou 4,1% em 2020, segundo divulgou nesta quarta-feira (3) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a maior contração desde o início da série histórica atual do IBGE, iniciada em 1996, superando a queda de 3,5% registrada em 2015.

“É o maior recuo anual da série iniciada em 1996. Essa queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019, quando o PIB acumulou alta de 4,6%”, informou o IBGE.

Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 7,4 trilhões. Já o PIB per capita (por habitante) em 2020 foi de R$ 35.172, com queda de 4,8% – a maior já registrada em 25 anos.

Entre os principais setores houve alta somente na Agropecuária (2%), enquanto que a Indústria (-3,5%) e os Serviços (-4,5%) registraram queda.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

Veja os principais destaques do PIB em 2020:

Serviços: -4,5%

Indústria: -3,5%

Agropecuária: 2%

Consumo das famílias: -5.5%

Consumo do governo: -4,7%

Investimentos: -0,8%

Exportação: -1,8%

Importação: -10,0%

“O resultado é efeito da pandemia de Covid-19, quando diversas atividades econômicas foram parcial ou totalmente paralisadas para controle da disseminação do vírus. Mesmo quando começou a flexibilização do distanciamento social, muitas pessoas permaneceram receosas de consumir, principalmente os serviços que podem provocar aglomeração”, avaliou a coordenadora de Contas Nacionais, Rebeca Palis.

Perspectivas e incertezas

O encolhimento do PIB em 2020 interrompeu uma sequência de 3 anos de crescimento tímido da economia e ocorreu antes do país ter conseguido se recuperar das perdas da recessão anterior, dos anos 2015-2016.

Economistas têm alertado para a perda do ritmo da atividade econômica com o fim dos programas de auxílio sem substitutos definidos e o aumento das incertezas em meio à situação ainda grave da pandemia, uma inflação “mais salgada”, desemprego elevado e persistentes preocupações com a trajetória do endividamento público – o chamado risco fiscal.

Analistas ouvidos pelo G1 avaliam que uma retomada em 2021 continua dependendo da vacinação em massa da população e do controle da pandemia, que já que já deixou mais de 257 mil mortos no Brasil e atingiu nos últimos dias o seu pior momento no país.

A média das projeções do mercado para o crescimento da economia brasileira em 2021 está atualmente em 3,29%, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Os economistas já trabalham, porém, com a expectativa de retração no 1º trimestre e parte do mercado não descarta o risco de uma queda do PIB também no 2º trimestre, o que configuraria uma nova recessão técnica.

G1

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Jailson disse:

    Desde que Bolsonaro foi eleito é só desgraça nessa país!!!
    É pacto com o demônio ctz!!

  2. Cesar Bomone disse:

    Os ESQUERDOPATAS se fazem de loucos, só eles não enxergam que em todos os países afetados pela Covid o PIB caiu. O Brasil não foi diferente, mas ao contrário de muitos países e das previsões feitas, nosso PIB caiu muito menos do que se imaginava.
    Além do que, a maior parte da queda do PIB se deve ao FIQUE EM CASA pregado por muitos governadores. A quebradeira não foi pior graças ao Presidente que teve coragem de lembrar da importância da economia para a vida de todos.

    • José Macedo disse:

      Cesar você chegou na frente dos meu comentários o PIB 👍👍despencou na época do lockdown, depois ficou só positivo em fevereiro teve superávit de mais de um bilhão.
      Podem espernear esquerdopatas, mas o país vai crescer, até mesmo com vocês e as midiaslixo jogando contra.

  3. Greg disse:

    Toque o berrante seu moço….

  4. Irany Gomes disse:

    E a China que criou e disseminou o vírus, rindo à toa com sua economia a todo vapor, sem mortes, sem restrições nenhuma para sua população de apenas 1,4 bilhão de habitantes!!!

  5. Santos disse:

    Agradeçam ao governo do Minto bolsonaro.
    Métiro exclusivamente dele.
    PIB 2019 inferior ao de 2018 e o de 2020 com a maior queda da série histórica.
    O buraco ainda é mais um pouco mais em baixo.
    É o xique xique entrando e os bolsonaristas pobres pedindo mais.

  6. J & J disse:

    Oi, tem gente festejando a queda do PIB brasileiro, é isso mesmo que li? ….hahaha sem noção grandão…hahahaha

  7. Joao Bolsonaro disse:

    O REINO UNIDO CAIU 9,9%. DA-LHE BOZO E PAULINHO!!! CHORA MAIS JUMENTADA!!! A EQUIPE ECONÔMICA DO BRASIL É INCRÍVEL 👉🏻👉🏻👉🏻👉🏻👉🏻

  8. DEL GADO disse:

    Ô VÉI ARROCHADO ESSE PRESIDENTE! O CARA TEM OZÓVO ROXO! PAULO GUÉDE NEM SE FALA.. OUTRO VÉI ARROCHADO DOZÓVO ROXO

Controlador-Geral do Estado diz que Governo do RN não recebeu R$ 18 bilhões em 2020 do governo federal, e cita “valor real” de pouco mais de R$ 5 bilhões

O Controlador-Geral do Estado, Pedro Lopes, disse nesta segunda (1) que a informação do Governo do RN ter recebido em 2020 R$ 18 bilhões do Governo Federal não é verdadeira. “O valor real, conforme consta no  site do Tesouro Nacional foi de R$ R$ 5.040.931.457,53”, explica.

“Deste valor, R$ R$3.101.202.906,76 são decorrentes de tributos pagos pela população ao estado brasileiro, especificamente o imposto de renda e o imposto sobre produtos industrializados, sendo arrecadados pela União e em seguida redistribuídos aos estados e municípios, porque a estes pertence, conforme preceitua a Constituição Federal”, diz o release da assessoria do Governo do Estado.

O Controlador salienta que é centenária a regra de financiamento da República Federativa do Brasil, “respeitada por todos os presidentes, inclusive os militares, na época da ditadura militar, como também na atual redemocratização: Fernando Collor, Itamar Franco, Fernando Henrique, Lula, Dilma Roussef e Michel Temer”.

O texto ainda diz que o Governo do RN ainda recebeu R$ 870.474.483,96 a título de FUNDEB, que é um fundo constitucional de financiamento da educação, que inclusive tem como maior fonte a arrecadação de ICMS, imposto de competência arrecadatória dos Estados.

“Relativo exclusivamente a transferência vinculada à ações de enfrentamento ao coronavírus, o Governo do RN recebeu R$ 358,494 milhões. Para compensar as perdas de arrecadação própria decorrente da pandemia, o Governo do RN recebeu R$ 811,654 milhões”, destaca o Governo do RN.

O texto do Governo do Estado finaliza:

Depõe Pedro que a metade desses recursos enviados aconteceram por uma ação do Congresso Nacional, “que derrotou o presidente Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes, duplicando as verbas previstas originalmente, e não tenho dúvidas em afirmar que ao final contribuíram para a mínima estabilidade da economia nacional”.

Todas as informações de aplicação de recursos na pandemia pelo Governo do RN estão disponíveis no Portal da Transparência do Governo do RN:

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Júnior disse:

    Portal da Transparência, olha lá! Acabou o tempo de vcs falavam mentiras e nós engoliamos , agora eu pergunto! Aonde foi parar toda essa verba ?????

  2. Xbox on disse:

    Hoje em dia, ou fala a verdade ou é desmascarado.
    É só vê o portal da transparência.
    Kkkkkkkkkkkk
    O povo hoje não engole mais essas mentiras.
    Xupa petezada.
    Derrotados.

  3. Manoel g disse:

    Impressionante como os “come capim” acreditem numa fake news e deliram, escorregam na maionese .
    O governo federal não mente pra fazer populismo como fazia o PT , quadrilha que enganava o povo arrotando mentiras. Bando de alienados ! Xupaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa otarios

  4. Cris disse:

    Dá uma olhada no portal da transparência do Gov federal.
    MPF , MPRN?

  5. Jeremias disse:

    Agora que foi pego em outra mentira, acusando irresponsavelmente os governadores (só os que são oposição) Bozo deve prestar contas pra que essa historia fique bem esclarecida. Já não basta o pagamento irregular do auxílio Corona? Aonde foi parar o dinheiro que ele diz que mandou? Toneladas de sal e milhões de latas de leite condensado, pra que? Será que estamos assistindo a uma imensa rachadinha? Com a palavra o STF.

  6. Jean François disse:

    Quem conhece Pedro Lopes, prof. da UFRN e Auditor Fiscal do Estado, sabe sua seriedade e compromisso com o serviço público.
    Foi direto e didático na informação.
    Parabéns.

  7. Thiago Lopes disse:

    A essa altura ainda tem quem acredite nas mentiras do mitômano Bolsonaro?

  8. Luiz Antônio disse:

    Bolsonaro tem sido coerente ao longo da sua vida: foi um mau militar, um inoperante deputado federal e está sendo um péssimo presidente.
    Falta competência e sobra ignorância.

  9. Tico de Adauto disse:

    O PR bovino é um mentiroso miliciano bovino. Só sai ruindade daquela cabeça.

  10. Everton disse:

    Essa cipuada da CONTROL fez Calígula, Neto e Ceará Bobão espumarem de ódio.

  11. João disse:

    Bolsonaro é MENTIROSO!
    Qual a novidade?
    Ele precisa desviar o foco…senão o gado percebe que ele nada faz…
    Muuuuummmmmm

  12. Aprígio disse:

    Fátima até agora, passados dois anos de governo foi gerar desemprego.
    Prometeu pagar os atrazados da gestão anterior que ela tanto criticou, e nada.
    Sindicatos dominados, não dão um piu.
    Todos assistindo e aplaudindo de pé o desmantelo.
    Isso é uma vergonha!

  13. Julia disse:

    Parabéns Dr. Pedro Lopes, excelente gestão a frente da CONTROL.

  14. Luciano Brito disse:

    Governo incompetente do RN, acaba com a vida do trabalhador e do comerciante, agora que desmentir o portal da transparência.

  15. Homem Aranha disse:

    Perdão de dívida não conta? Fale a verdade governdora.

  16. Natalense disse:

    Governozinho medíocre, vive de mentiras. Povo paga caro pela eleição de Bolsonaro.

Rio Grande do Norte arrecada R$ 6,2 bilhões em receitas próprias durante o ano de 2020

Foto: Divulgação

O Rio Grande do Norte encerrou o ano de 2020 com um aumento de 1,6% na arrecadação das receitas próprias em relação ao ano anterior. Foram recolhidos R$ 6,2 bilhões em tributos contra R$ 6,1 bilhões, arrecadados em 2019. O crescimento, no entanto, ficou bem abaixo da inflação oficial do período, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi de 4,52%. Com o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), o estado recolheu R$ 5,8 bilhões, frente aos R$ 5,6 bilhões arrecadados em 2019.

Os dados constam na 15ª edição do Boletim Mensal da Receita Estadual, divulgada nesta quinta-feira (11) pela Secretaria Estadual de Tributação (SET-RN). O informativo com os dados detalhados está disponível no endereço http://www.set.rn.gov.br/contentProducao/aplicacao/set_v2/principal/gerados/boletins-covid19.asp

Três fatores foram decisivos para o resultado: a intensa movimentação econômica após a retomada das atividades econômicas, a realização do Programa de Incentivo à Regularização Fiscal (o Super Refis) e uma série de ações adotadas pela Secretaria Estadual de Tributação para melhorar as malhas fiscais, ciclos de cobrança e negociações de débitos tributários. Lançado em novembro, o Super Refis contribuiu com um acréscimo de R$ 72 milhões na arrecadação global de 2020 (sem levar em consideração o arrecadado na Dívida Ativa).

Medidas Governamentais

As estratégias e ações tomadas pelo Governo do Estado foram determinantes para manter os níveis de arrecadação em 2020, ano marcado pela pandemia da Covid-19 e retração do consumo nos primeiros meses. A governadora Fátima Bezerra também adotou uma série de estímulos ao setor produtivo, com o programa RN Cresce Mais, que influenciaram diretamente o aquecimento das atividades econômicas. Para se ter uma ideia, o mês de dezembro foi o melhor dos últimos tempos. Foi registrado em um total de mais de um milhão de operações comerciais, cujos valores médios foram de R$ 367,6 milhões por dia.

“Esse desempenho, em um ano tão complicado sob todos os aspectos, foi positivo devido às medidas tomadas pelo governo, como o RN Cresce Mais, que estabeleceu políticas de incentivo ao desenvolvimento e uma das principais foi o Super Refis. Esse instrumento possibilitou que a arrecadação, mesmo inferior à inflação, fosse superior a de 2019”, explica o secretário estadual de Tributação, Carlos Eduardo Xavier.

Evolução do ICMS

O Boletim da SET-RN mostra ainda que a evolução da arrecadação do principal tributo que compõe as receitas próprias estaduais, o ICMS, durante o período da pandemia. Verificou-se que houve um crescimento real a partir de agosto, somente no mês de dezembro foi possível recuperar todas as perdas de 2020, fechando o exercício com saldo positivo em relação a 2019. No acumulado do ano passado, o Rio Grande do Norte recolheu R$ 5,6 bilhões desse imposto, contra R$ 5,8 bilhões no ano anterior. Um aumento próximo a 1,75%.

O informativo também traz dados da arrecadação de receitas próprias, ICMS, IPVA, ITCD e das transações comerciais em janeiro deste ano. O total arrecadado chegou a R$ 557 milhões, um aumento de 3,5% em relação ao mesmo mês de 2020, quando o RN arrecadou R$ 538 milhões. No caso do ICMS, o crescimento foi de 3%, subindo de R$ 516 milhões para R$ 532 milhões no comparativo com janeiro deste ano com o referido mês do ano passado. Já as operações comerciais no período chegaram a 955 mil, com uma média de R$ 303,7 milhões por dia.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Brasil disse:

    Um dos estados que mais cobram impostos, mas as contra partidas é fumo no cidadão, esse dinheiro só serve pra pagar o funcionalismo público

  2. Francisco de Assis disse:

    E cadê esse dinheiro, porque não coloca em dia o pagamento dos servidores, ou governo mentirosão, só sabe enganar o povo dados falsos

Heineken tem prejuízo de 204 milhões de euros em 2020

Foto: Divulgação / Heineken

A holandesa Heineken, segunda maior cervejaria do mundo, divulgou nesta quarta-feira, 10, que teve prejuízo líquido de 204 milhões de euros (US$ 247,3 milhões) em 2020, revertendo lucro de 2,17 bilhões de euros apurado em 2019, em meio aos efeitos da pandemia do novo coronavírus.

O lucro operacional ajustado – medida preferida da Heineken que desconsidera itens extraordinários – sofreu queda orgânica de 36% no ano passado, a 2,42 bilhões de euros, ficando um pouco abaixo do consenso de 2,45 bilhões de euros publicado no site da empresa. A receita líquida caiu para 19,72 bilhões de euros, ante 23,97 bilhões de euros em 2019.

Já o volume consolidado de cerveja sofreu um declínio orgânico anual de 8,1%, enquanto o da marca Heineken diminuiu 0,4%. Por volta das 6h30 (de Brasília), a ação da Heineken operava em baixa de 1,4% na Bolsa de Amsterdã.

Estado de Minas, com informações da Dow Jones Newswires

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Tico de Adauto disse:

    Explorando nos preços

  2. ZéGado disse:

    Verdinha da Estrela Vermelha

  3. ZéGado disse:

    A cervejeira aqui da fazenda, tá abarrotada de verdinha.

  4. Paulo disse:

    O cidadão tem que cuidar da saúde e parar de tomar cerveja.

  5. lucio disse:

    Uma Kaiser numa garrafa verde.

  6. Francisco disse:

    Acredito que os motivos para o prejuízo vão além da pandemia… Os aumentos exagerados que a Heineken vem promovendo TB levaram a queda no consumo da cerveja… Os aumentos são inexplicáveis e bem acima do que as outras cervejarias vêm promovendo.

  7. CARBAJAL disse:

    Aqui no Brasil ta faltando vidro, cerveja, tampa

  8. Geofla disse:

    Acho é pouco depois que caiu nas graças do consumidor o preço foi para as alturas.

Pesquisa revela os nomes de cães e gatos mais comuns no Brasil em 2020

Foto: tetsuomorita/Getty Images

Todos os anos, a empresa DogHero faz um levantamento dos nomes mais populares entre cães e gatos no Brasil. O PetCenso começou em 2016, e desde então os clássicos Mel, Nina e Thor lideram o ranking. Não seria diferente em 2020 – a diferença é que, este ano, a pesquisa contou com a maior base de dados desde o início do censo. Foram consultados 1,8 milhões de cachorros e gatos de todas as regiões do país.

Os dados vêm dos animais cadastrados no próprio aplicativo da DogHero, que oferece serviços de passeio, veterinário à domicílio e hospedagem. Também foi utilizada a base de dados do petshop online Petlove. As duas empresas se fundiram em outubro do ano passado.

A Super teve acesso aos resultados do PetCenso 2020 em primeira mão. O ranking foi dividido em nomes de animais machos e fêmeas. Enquanto o primeiro e segundo lugar canino permanecem os mesmos desde 2017, houve uma mudança no perfil dos nomes felinos. Mia, que ocupava o segundo lugar em 2019, perdeu o posto para a onipresente Mel. Abaixo você confere a lista completa.

Top 10 nomes de cachorros

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Fred | Meg
Billy | Amora
Marley | Lola
Theo | Belinha
Nick | Maya
Zeus | Cacau
Max | Pandora

Top 10 nomes de gatos=

Tom | Nina
Simba | Mel
Mingau | Luna
Chico | Mia
Frajola | Amora
Thor | Pandora
Nino | Lua
Fred | Marie
Romeu | Frida
Frederico | Mimi

Além dos nomes, a empresa também fez o levantamento das raças mais populares no país. Como já era esperado, os vira-latas são os que mais conquistam os brasileiros: 32% dos cães e 95% dos gatos não têm raça definida. Veja a porcentagem de cada raça abaixo.

Top 10 raças de cachorros

Sem raça definida (32%)
Shih Tzu (12%)
Yorkshire Terrier (6%)
Poodle (5%)
Lhasa Apso (5%)
Buldogue Francês (3%)
Pinscher (3%)
Golden Retriever (3%)
Spitz Alemão (3%)
Maltês (3%)

Top 10 raças de gatos

Sem raça definida (95%)
Siamês (2%)
Angorá Turco (0,4%)
Himalaio (0,3%)
Azul Russo (0,3%)
Persa (0,2%)
Pelo curto brasileiro (0,2%)
Pelo curto americano (0,2%)
Snowshoe (0,2%)
Exótico (0,2%)

Comportamento

Este ano, o PetCenso também fez o recorte de nomes por região do país. Enquanto os nomes caninos permanecem os mesmos de norte a sul, há uma pequena variação nos nomes de gatos. A porcentagem indica a proporção entre cães e gatos na base de dados da empresa.

Abaixo, você confere com mais detalhes os principais nomes em cada região. De novo, os nomes caninos são aqueles que já estamos acostumados, enquanto os felinos têm bastante influência dos desenhos animados (vide Tom, Simba, Mingau e Frajola). Por fim, devemos tirar o chapéu para os tutores do Norte, Nordeste e Sul. Nessas regiões, alguns dos nomes de gatos mais populares foram (rufem os tambores) Gato e Gatinho. Haja criatividade.

Top 5 nomes de cães e gatos em cada região do Brasil

Centro-Oeste

Cães (92%)

Thor | Mel
Bob | Nina
Luke | Luna
Theo | Meg
Fred | Amora

Gatos (8%)

Tom | Mel
Fred | Mia
Chico | Nina
Simba | Luna
Nino | Amora

Nordeste
Cães (88%)

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Apolo | Meg
Theo | Amora

Gatos (12%)

Tom | Nina
Chico | Mia
Romeu | Mel
Gato | Amora
Nino | Luna

Norte

Cães (89%)

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Apolo | Meg
Theo | Amora

Gatos (11%)

Leon | Mia
Mingau | Luna
Fred | Marie
Gatinho | Charlotte
Chico | Nina

Sudeste

Cães (88%)

Thor | Mel
Luke | Nina
Bob | Luna
Theo | Meg
Fred | Amora

Gatos (12%)

Tom | Nina
Simba | Mia
Mingau | Mel
Theo | Luna
Fred | Amora

Sul

Cães (87%)

Thor | Mel
Luke | Luna
Bob | Nina
Fred | Meg
Theo | Lola

Gatos (13%)

Tom | Luna
Simba | Mia
Gato | Mel
Fred | Nina
Oliver | Mimi

Super Interessante

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Roque Santeiro disse:

    Vc só viu um lado da moeda, tem uns que rosnam, latem, matam,,tem coceira e carrapatos, é desses que falo.

  2. Roque Santeiro disse:

    Faltou o nome "Lula" que os petistas usam com tanto carinho.

  3. Gervasio Mila Filho disse:

    Tá faltando assunto Bruno?

  4. Pixuleco disse:

    Tenho um jacaré 🐊 Gostaria que os esrimsfos leitores me ajudassem a batizá-lo . Afinal jacaré 🐊 no seco anda

  5. Jocildo Dantas da Silva disse:

    O nome da minha cachorra é Voluntária.

  6. Calígula disse:

    Eu tenho um casal um se chama Lula e Dilma

    • ZéGado disse:

      Em algum momento de sua vida, vc teve lucidez.
      O cachorros, são animais inteligentíssimos, carinhosos e fiéis.
      Já imaginou um deficiente visual sem seu cão-guia? 🦮 E os cães farejadores?
      Obrigado 🙏 pela sua generosidade!

    • Chicó disse:

      Que mau gosto, Calígula ??? Os bichos não merecem.

  7. Antonio Turci disse:

    Antigamente none de cachorro era polidoro, negão, preá, buzina, dog, baleia, traíra, castanha, quenguinha , bolinha, etc.

  8. Walmir Farias disse:

    Eu acho que tem assustos mais importantes para fazerem pesquisas

  9. Pamela da Pampa disse:

    Faltou Jupi traíra baleia neguinha mimosa…

TSE confirma suspensão de consequências para quem não votou em 2020

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmou nesta quinta-feira(4), por unanimidade, a suspensão das consequências para quem não votou nas eleições municipais de 2020, que havia sido determinada no mês passado pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso.

Os ministros não estipularam prazo para a medida, embora a resolução aprovada deixe claro que não se trata de uma anistia, que somente poderia ser aprovada pelo Congresso Nacional. O ministro Tarcísio Vieira defendeu que o TSE envie ao parlamento manifestação em prol do perdão ao eleitor, mas a sugestão ainda deve ser melhor analisada pelo tribunal.

Entre as justificativas para a suspensão, a resolução cita que “a persistência e o agravamento da pandemia da covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”.

O texto da norma considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”.

O prazo para justificar ausência no primeiro turno encerrou-se em 14 de janeiro. O limite para justificar a falta no segundo turno é 28 de janeiro. Ambas as datas marcam os 60 dias após as votações, que ocorreram em 15 e 29 de novembro.

O que diz a Constituição

Pela Constituição, o voto é obrigatório para todos os alfabetizados entre 18 e 70 anos. Em decorrência disso, o Artigo 7º do Código Eleitoral prevê uma série de restrições para quem não justificar a ausência na votação ou pagar a multa. Enquanto não regularizar a situação, o eleitor não pode:

inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles;

receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição;

participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias;

obter empréstimos nas autarquias, sociedades de economia mista, caixas econômicas federais ou estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos;

obter passaporte ou carteira de identidade;

renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; e

praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda.

Agência Brasil

Veja lista das ocupações com os 100 maiores e menores salários de contratação no país em 2020

Os cargos de direção executiva e atividades ligadas a áreas como finanças, engenharia, tecnologia da informação e saúde tiveram os maiores salários médios de contratação com carteira assinada no país em 2020, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia.

Diretor de produtos bancários e diretor de riscos de mercado foram as ocupações com maior salário médio de admissão em 2020, passando dos R$ 30 mil.

Enquanto isso, o salário médio de contratação no país ficou em R$ 1.777,30 em 2020, chegando a R$ 2.152,35 na administração pública.

Veja no quadro abaixo os salários médios de admissão por atividades econômicas no período de janeiro a dezembro de 2020 e a variação em relação a 2019:

Foto: Economia G1

Os salários médios se referem especificamente ao valor de remuneração dos profissionais contratados no ano e não podem ser usados como média salarial da ocupação, ressalta o governo.

O Brasil criou 142.690 postos com carteira assinada em 2020, segundo dados do Caged divulgados na semana passada pelo Ministério da Economia.

Veja os 100 cargos com maiores salários:

(mais…)

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. ZéGado disse:

    Faltou cafetão dos boys de Pedroca

CAGED: Enquanto Natal registrou saldo geral negativo de emprego em 2020, Parnamirim se destacou com 1.359 novos postos de trabalho

Foto: Reprodução

Conforme dados divulgados nessa quinta-feira(28) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o município de Parnamirim, na Grande Natal, registrou um saldo positivo ao logo do ano de 2020 de 1.359 novos postos de trabalho.

Enquanto o saldo geral da capital potiguar terminou negativo(- 3.196), o município trampolim confirmou a tendência de crescimento, com maior saldo no Estado.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Aqueles bons tempos disse:

    80% dessas vagas são graças da teleperformance

Apesar da pandemia, RN cria 1.769 postos de trabalho com carteira assinada em 2020, diz Caged

Mesmo diante da pandemia ao longo de 2020, o Rio Grande do Norte registrou um saldo positivo de 1.769 postos de trabalhos criados, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quinta-feira (28).

Esse resultado é a diferença entre as contratações e as demissões no período de 12 meses. Em 2020, o estado registrou 137.454 contratações e 135.685 demissões, concluindo os 12 meses com um “estoque” de 429.385 empregos formais.

Guedes celebra criação de 142 mil empregos no país no acumulado de 2020 mesmo com pandemia, e diz que prioridades para 2021 são saúde, emprego e renda

Foto: Adriano Machado/Reuters

Depois do país criar mais de 142 mil empregos em 2020, o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que além de manter o compromisso com a geração de emprego, a prioridade do Brasil em 2021 será com a saúde e a renda.

“Voltando o Congresso (após as eleições da Câmera dos Deputados e do Senado), temos condições então de atacar saúde, emprego e renda, que são nossas prioridades para o ano de 2021”, afirmou o ministro, nesta quinta-feira (28), em coletiva de imprensa para comentar o resultado do Caged de 2020.

Na ocasião, Guedes comemorou o resultado acumulado de 2020. “A grande notícia para nós é que em um ano terrível, em que o PIB caiu 4,5%, criamos 142 mil novos empregos”, disse.

Segundo o ministro, o resultado positivo só foi possível por causa das medidas emergenciais, em especial pelo programa do BEM, que permite a redução da jornada e salário ou suspensão de contrato em comum acordo entre empregado e empregador.

“Fechamos o ano com 30 milhões de empregos com carteira assinada sendo que 11 milhões foram preservados pelo BEM”, disse ao lembrar também do programa do auxílio emergencial, que serviu de renda ou complemento para 64 milhões de brasileiros no ano passado.

Além disso, Guedes afirmou que os dados de desemprego do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados também nesta quinta confirmam o avanço e recuperação da economia brasileira no formato de “V”, como previa a equipe econômica.

“A população ocupada brasileira subiu 4 milhões quando se compara o trimestre de setembro, outubro e novembro com o anterior. Desses 4 milhões de novas posições, quase 1 milhão foi de carteira assinada. Isso confirma os dados que já tinham saído pelo Caged quando dissemos que após aquela queda inicial forte, estávamos recuperando e criando empregos”, argumentou.

Enquanto o Caged tem uma base de dados que identifica as informações dadas pelas instituições empregadoras de contratações e demissões, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do IBGE, traz um termômetro também das pessoas que estão buscando emprego.

CNN Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. José Macedo disse:

    Esse governo é f… conseguiu na PANDEMIA aumentar o número de empregados mesmo com fechamento quase que total das cidades em alguns momentos PELOS GOVERNADORES.
    Parabéns Paulo Guedes e equipe.!!!!!!
    Os esquerdopatas ficam doidos com a capacidade do governo federal em superar as dificuldades.

  2. Tico de Adauto disse:

    Outro sem futuro desse desgoverno.
    Thuthuca.

  3. Tico de Adauto disse:

    Não contou os 760 mil empregos formais q deixaram de existir.

  4. Santos disse:

    142.000/14.100,000= 0.01
    0.01 x 100=1%
    Ou seja, o Brasil inteiro gerou 1% de emprego pra massa de mais 14,1 milhão de desempregados em 2020.
    As novas regras trabalhistas comparada as anteriores fazem os números melhorar, pois tem gente com carteira assinada, mas não tem emprego certo nem garantia de renda e por aí vai.
    As narrativas não mudam a realidade que é triste e cruel.
    Só podemos pedir misericórdia de Deus do que está por vir daqui pra frente.

  5. Cidadão Indignado disse:

    Um réu em ações penais e improbidade administrativa à frente da câmara dos deputados. Agora o negócio vai ter andamento. Chefe do centrão, o bloco menos confiável que já orbitou pela presidência da república. Agora o Brasil sai do prego! Aguardem os próximos escândalos!

    • Pereirão disse:

      Nunca vi você reclamando do centrão quando dava sustentação política a esquerda.
      Nunca vi você reclamar das ações imorais do botafogo que engavetou todos os projetos que beneficiava o povo e combatia a corrupção e o foro privilegiado.
      Aí já julga e quer adivinhar o futuro?
      Que tal olhar o passado de corrupção incontrolável ao qual o país estava submetido? Isso não conta?

    • Choco disse:

      Já admitiu a derrota da esquerda, amigo? Cadê a frente parlamentar? MST, Boulos, nhonho, Ciro, FHC, Calça colada, frouxo, e CIA. Não vão conseguir derrubar o réu cheio de ações?

    • Direita radical disse:

      Com certeza, pior que Rodrigo Maia ele não é .

  6. Ivan disse:

    Boa hora pra privatizar o BB!!!! Bora Guedes, bote moral homi…

    • sabetudo disse:

      ainda que bolsonaro tivesse cagando ouro, só por causa de Paulo Guedes, eu votaria contra!!
      em 2022

    • Mpj disse:

      Deixe de conversar besteira. No mínimo vc é um frustrado que fez concurso e não passou. Por isso não pensa em milhares de pais e mães de família que se esforçaram para passar em um concurso público e correm o risco de ficarem desempregados , caso haja a privatização.

    • Ivan disse:

      Ôxe, e o banco vai precisar de empregados não???? Pq iria demitir??? E o país precisa manter estatais apenas p/segurar empregos públicos??? Responde aí Mpj…

  7. ZéGado disse:

    Grande paulo jegues, o homem que adora liquidar o patrimônio brasileiro

  8. Neco disse:

    Sem o Nhonho botando areia, agora a coisa vai.
    PG 2026.

    • Manoel disse:

      Kkkkkkkkkkk. Veremos! Torço mesmo pra que o MINTOmaníaco cumprisse pelo menos 10% do que prometeu quanto às privatizações, ajuste fiscal, reforma tributária e administrativa… Mas acho que a única coisa que vai acontecer depois que Lira (mais um corrupto do centrao ganhar a presidência da camara) vai ser continuar aprovando leis que prejudicam o combate a corrupção, não vai mover um dedo pra aprovar a prisão em segunda instância, e não vão aprovar reforma nenhuma! Aguardem!

    • ZéGado disse:

      Afundar mais ainda né gado?

    • Neco disse:

      Sim, Mané.. tem esse risco. Melhor isso do que o continuísmo a Rodrigo Maia.
      Adoraria que fosse Van Hatten.
      Prefiro esperar (sentado mesmo).
      Chegou a hora das coias ficarem mais claras.

SALDO DO ANO POSITIVO: Brasil fecha 2020 com criação de mais de 142 mil vagas formais de trabalho

Foto: Pixabay

O Ministério da Economia divulgou nesta quinta-feira (28) os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Apesar de ter ocorrido em dezembro o fechamento de 67.906 vagas de trabalho formal no país, o saldo do ano é positivo em 142.690 postos, mesmo durante a pandemia de covid-19.

O último mês do ano apresenta tradicionalmente corte de vagas com carteira assinada, explica o ministério. Em dezembro de 2019, como comparação, foram fechados 307.311 postos.

O anúncio ocorre no mesmo dia em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga que o desemprego no país se manteve alto e atinge 14 milhões de brasileiros. A explicação para a diferença, aparentemente contraditória, é a de que o dado da Ministério da Economia se refere apenas às vagas formais, com carteira assinada, enquanto o do IBGE fala de todos os tipos de trabalho.

Em relação apenas às vagas formais, o resultado de dezembro de 2020 veio após 1.239.280 admissões e 1.307.186 desligamentos em todo o país.

De janeiro a dezembro foram 15.166.221 contratações e 15.023.531 demissões. O estoque de empregos com carteira assinada chegou a 38.952.313 vínculos.

Em novembro, o Brasil havia aberto 414.556 vagas formais de trabalho, o melhor resultado para todos os meses desde o início da série histórica, iniciada em 1992, superando o recorde anterior, de outubro (394.989).

R7

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Nordestino disse:

    Olha a notícia de onde veio, da Record de Edir Macedo. Não tem nenhuma credibilidade, basta ver as mentiras que é pregada por ele na igreja.

  2. Leomar Luft disse:

    Valeu mito!!!

  3. Gilvandro Alves disse:

    Notícia excelente! No início da pandemia a expectativa era a de que o desemprego explodiria. Apesar de todo negativismo da imprensa contra o governo, a economia se manteve estável, em que pese toda politicagem que se fez com a doença.

  4. Jailson disse:

    O desemprego está no recorde histórico!!
    O governo Bolsonaro é um desastre p o povo brasileiro.

    • DeSacoCheio disse:

      Sim ô esquerdopata, não aconteceu nada p/ colocar nessa conta não é? O pior é ter que aguentar o choro dessa turma por mais 6 anos KKKKK. Haja saco.

    • João disse:

      Os que usam argola na venta não entendem de economia…não adianta tentar ensinar um burro a ler, muito menos a interpretar….mummmmmmmmm

    • Gustavo disse:

      Deixa de conversa. Como iria recuperar emprego na pandemia? Fica em casa!!!

  5. Neco disse:

    Pro contexto, se tivesse caído dez vezes isso, ainda seria esperável.