O Rio Grande do Norte apresentou, pelo terceiro mês seguido, redução no número de Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) em comparação com o mesmo período do ano passado, o que fez com que os números gerais de 2020 passem a ser menores do que os de 2019. Os dados são da Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais (COINE) da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).
Em setembro deste ano foram registradas 94 CVLIS, enquanto em 2019 foram 120 casos no mesmo mês, uma redução de 21,6%. Em comparação com o mesmo período de 2019, o mês de agosto já havia contabilizado uma queda de 24,4%, passando de 131 casos para 99. Em julho, a redução foi de 14,8%, saindo de 122 em 2019 para 104 em 2020.
Natal e Mossoró, as duas maiores cidades do Estado, acompanharam a tendência de queda e também apresentam variações para baixo. A capital potiguar passou de 224 casos para 215, enquanto o município do Oeste saiu de 155 para 137.
Com as recentes baixas nas quantidades de ocorrências desse tipo, o Rio Grande do Norte passou a registrar menos CVLIS nos nove primeiros meses de 2020 do que o mesmo período de 2019 (1.100 para 1.102).
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou que a ação militar dos Estados Unidos contra a Venezuela foi um recado direto a “ditadores travestidos de democratas”. Presidente nacional do PL Mulher, Michelle disse que a ofensiva marca o “início do fim” do regime autoritário de Nicolás Maduro.
Ainda na nota, Michelle avaliou que a operação norte-americana também serve de alerta a governantes de outros países da América do Sul que, segundo ela, estariam alinhados ao chavismo e tentariam reproduzir práticas semelhantes em seus territórios.
Ela manifestou solidariedade ao povo venezuelano, citou o sofrimento imposto pelo regime ao longo de décadas, especialmente a mulheres e crianças, e afirmou orar por uma transição pacífica e legítima de poder, conduzida pela própria população da Venezuela.
O PL Mulher manifesta sua solidariedade ao povo de bem venezuelano que, graças aos esforços americanos e a despeito da cumplicidade de alguns governantes de países vizinhos, está assistindo o início da sua libertação com a prisão do ditador narcotraficante Nicolás Maduro e a destruição das estruturas de poder narcoterroristas que dominavam o país e aprisionavam o povo.
Winston Churchill dizia que “o preço da grandeza é a responsabilidade” e essa é uma postura assumida por líderes, por pessoas públicas, que não fogem ao seu dever. Quando as instituições de um país são tomadas por criminosos e corruptos sanguinários que dominam as estruturas de poder; quando o povo é oprimido e caçado a tal ponto que não tem mais forças para resistir a esses algozes; o apoio de nações e líderes estrangeiros corajosos pode se tornar a única solução viável para o povo “sequestrado” pelos ditadores. Ontem, esse apoio se materializou na Venezuela.
A operação executada por forças de segurança americanas contra a ditadura narcoterrorista que imperava na Venezuela representa o “início do fim” do regime autoritário e criminoso que, por décadas, vem impondo sofrimento e morte a milhares de cidadãos venezuelanos e atingiu de forma brutal, principalmente, mulheres e crianças.
Milhares de mulheres venezuelanas que se refugiaram no Brasil relataram as dificuldades, os abusos e as violências (inclusive sexuais) pelas quais tiveram que passar enquanto fugiam do narcoestado instalado na Venezuela.
Também irmãos surdos e pessoas com deficiência tiveram seus sofrimentos agravados com a ditadura e, enfrentando condições absurdas, preferiram se arriscar em uma fuga para o nosso país do que morrer em consequência das maldades do regime imposto por Hugo Chávez e Maduro — ambos amigos próximos do atual presidente do Brasil e membros do Foro de São Paulo, do qual Lula é tido como um dos fundadores.
A prisão do narcoterrorista e ditador Nicolás Maduro, e o início da demolição das estruturas de poder dos narcotraficantes — em especial do Cartel dos Soles, que é composto por generais do regime — traz para o povo da Venezuela e da América do Sul a indicação de que a libertação dos povos das mãos dos ditadores latino-americanos está cada dia mais próxima.
A operação americana contra os ditadores narcoterroristas da Venezuela é, também, um aviso para todos os poderosos de outros países da América do Sul que, fazendo parte do mesmo grupo e alinhados ao narcoditador venezuelano, tentam copiar em seus países o modus operandi de Maduro, adotando, dentre outras, as seguintes práticas:
favorecimento, defesa e proteção aos traficantes (até considerando-os como vítimas ou trabalhadores);
cerceamento das liberdades do povo e perseguição da oposição;
imposição gradativa de práticas ditatoriais (disfarçando-as de defesa da democracia); e
cooptação de autoridades de outros poderes e aplicação de lawfare contra as representantes do povo resistentes ao regime.
O recado da operação americana foi bastante claro: “Ditadores disfarçados de democratas e defensores de traficantes, coloquem a ‘barba’ de molho!”
Oramos, pedindo a Deus que toque os corações dos criminosos e também daquelas pessoas que, ludibriadas pelas mentiras dos poderosos, apoiavam o regime, para que deponham as armas e se entreguem pacificamente, de modo a evitar o derramamento de sangue e propiciar uma transição pacífica e legítima de poder por meio das mãos do sofrido povo irmão venezuelano.
Que Deus abençoe a Venezuela e o seu povo de bem. Que Ele abençoe todas as famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil e jamais permita que ditadores prosperem em nosso país.
Brasília – DF, 03 de janeiro de 2026
Michelle Bolsonaro Presidente Nacional do PL Mulher
Por Tyler Pager, Eric Schmitt e Julian E. Barnes – The New York Times
Em agosto, uma equipe clandestina de oficiais da CIA se infiltrou na Venezuela com um plano para coletar informações sobre Nicolás Maduro, o ditador do país, a quem o governo Trump havia rotulado de narcoterrorista.
A equipe da CIA se movimentou por Caracas, permanecendo não detectada por meses enquanto estava no país. As informações coletadas sobre os movimentos diários do líder venezuelano — combinadas com uma fonte próxima a Maduro e uma frota de drones furtivos voando secretamente acima — possibilitaram à agência mapear detalhes minuciosos sobre sua rotina.
Foi uma missão altamente perigosa. Com a embaixada dos EUA fechada, os oficiais da CIA não puderam operar sob o manto da cobertura diplomática. Mas foi altamente bem-sucedida. O Gen. Dan Caine, o chefe do Estado-Maior Conjunto, disse em uma coletiva de imprensa que por causa das informações coletadas pela equipe, os Estados Unidos sabiam onde Maduro se movimentava, o que ele comia e até quais animais de estimação ele tinha.
Na preparação, os comandos do Delta Force ensaiaram a captura dentro de uma estrutura em escala real que simulava habitação onde Maduro se instalava, construída no Kentucky pelo Comando Conjunto de Operações. Lá, eles treinaram para derrubar portas de aço em ritmos cada vez mais rápidos.
O Exército havia se preparado por dias para executar a missão, aguardando boas condições climáticas e um momento em que o risco de vítimas civis fosse minimizado.
Essas informações foram críticas para a subsequente operação militar, um ataque antes do amanhecer no sábado, 3, por comandos de elite da Força Delta do Exército, a operação militar mais arriscada dos Estados Unidos do seu tipo desde que membros da SEAL Team 6 da Marinha mataram Osama bin Laden no Paquistão em 2011.
O resultado foi uma operação taticamente precisa e rapidamente executada que extraiu Maduro de seu país sem nenhuma perda de vida americana, um resultado aclamado pelo presidente Donald Trump em meio a maiores questionamentos sobre a legalidade para as ações dos EUA na Venezuela.
Trump justificou o que foi nomeado Operação Resolução Absoluta como um golpe contra o tráfico de drogas. Mas a Venezuela não é grande participante no comércio internacional de drogas como outros países. Oficiais haviam previamente informado aos líderes congressistas que o objetivo deles na Venezuela não era mudança de regime. E Trump tem longamente dito que ele se opõe a ocupações estrangeiras pelos EUA.
No entanto, no sábado, o presidente proclamou que oficiais americanos estavam no comando da Venezuela e que os Estados Unidos reconstruiriam a infraestrutura petrolífera do país.
Por Tyler Pager, Eric Schmitt e Julian E. Barnes – The New York Times
Depois que o governo americano divulgou uma foto do ditador venezuelano, Nicolás Maduro, sendo transportado rumo aos EUA, neste sábado (3), um curioso detalhe chamou a atenção nas redes sociais: o ditador trajava um conjunto Nike Tech Fleece avaliado em R$ 1.500.
Vale ressaltar que o salário mínimo na Venezuela equivale atualmente a 130 bolívares, ou cerca de R$ 3.
O valor está congelado desde março de 2022.
Visual “capitalista”?
Muitos apontaram a contradição do visual ”capitalista” em relação aos ideais e às políticas de Maduro, enquanto outros levantaram a hipótese de que a roupa “poderia ter sido fornecida pelos militares após a captura”.
As dúvidas, no entanto, não apagam a ironia que é ver Maduro algemado, ostentando peças da gigante do sportswear sediada nos EUA.
O papa Leão XIV afirmou neste domingo (4) que a Venezuela deve permanecer um país independente e disse acompanhar com “muita preocupação” os desdobramentos após a deposição de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos.
Durante a oração na Praça de São Pedro, o pontífice pediu respeito aos direitos humanos, ao Estado de Direito e à Constituição venezuelana. “Não devemos demorar para superar a violência e trilhar os caminhos da justiça e da paz, garantindo a soberania do país”, declarou.
Leão XIV também ressaltou que “o bem do amado povo venezuelano deve prevalecer sobre qualquer outra consideração”. No sábado (3), o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que os Estados Unidos assumiriam o controle da Venezuela após a captura de Maduro, que está detido em Nova York.
Imagens de satélite divulgadas após os bombardeios dos Estados Unidos em Caracas mostram destruição concentrada no complexo militar de Fuerte Tiuna, na zona sul da capital venezuelana.
Os registros indicam danos significativos em áreas de armazenamento e em equipamentos militares da base, considerada uma das principais estruturas das Forças Armadas da Venezuela.
A primeira imagem mostra o Palácio Miraflores antes da captura, a habitual residência de Nicolás Maduro.
A ofensiva americana ocorreu no contexto da operação que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa. Ambos foram levados para Nova York, onde permanecem sob custódia aguardando julgamento.
Até o momento, o governo venezuelano não divulgou um balanço oficial dos prejuízos causados pelos ataques.
Venezuelanos e exilados têm usado as redes sociais para pedir que pessoas de fora do país parem de opinar sobre a crise política e social sem conhecer a realidade local. As mensagens ganharam força após a repercussão internacional da captura do ex-ditador Nicolás Maduro.
Um dos posts mais compartilhados é da usuária Jesse (@jessevalc), no X, que criticou narrativas sobre invasão e exploração do petróleo venezuelano. “O petróleo da Venezuela não nos pertence há anos. O que nos importa é nossa família e viver com dignidade. Não opine sobre algo que você não viveu”, escreveu.
Venezuelanos firmam que análises externas, muitas vezes ideológicas, ignoram o sofrimento cotidiano da população, marcado por escassez de alimentos, repressão e perda de direitos básicos.
Pois é. Segundo os chavistas brasileiros, os mais de sete milhões de venezuelanos que fugiram de lá é que estão errados. É o tal do ‘ lugar de fala’ que ‘progressista’ tanto defende.
Em razão da extensão sem fim das redes sociais e muito mais ainda da polarização política muitas das vezes sem nenhum princípio e conhecimento as pessoas dão suas opiniões que na verdade são pitacos.
O momento é do povo venezuelano que mora dentro ou fora do país.
O que temos é quê respeitar o momento, e aguardamos os próximos passos em relação ao aos últimos acontecimentos.
De nada adianta tecer opiniões muitas das vezes depreciativas e de cunho ideológico sem viver o dia a dia de cada habitante da Venezuela.
O máximo deveríamos fazer é torcer e rezar para que a paz, liberdade e a harmonia volte e que a opressão, a fome fiquem no passado.
Por fim, só cabe ao povo da Venezuela a tomada de suas decisões e a escolha qual é caminho o melhor para eles seguirem.
Foto: reprodução SBT | Zeca Ribeiro / Câmara dos Deputados
O apresentador Ratinho foi absolvido em segunda instância pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) após declarações feitas em um programa de rádio, em 2021, contra a deputada federal Natália Bonavides (PT-RN).
“Tinha que eliminar esses loucos. Não dá para pegar uma metralhadora, não? Natália, você não tem o que fazer?”, disse Ratinho reagindo a um projeto de lei apresentado por Natália Bonavides, que propunha retirar a expressão “declaro marido e mulher” do Código Civil.
Caso fosse condenado, o apresentador poderia pagar indenização de R$ 2 milhões e a Rádio Massa, de sua propriedade, seria obrigada a veicular campanhas de combate à violência de gênero por um ano.
A ação havia sido movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que acusava o apresentador de sugerir violência contra a parlamentar. Com a decisão, o processo seguirá agora para análise no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
O TRF-5 entendeu que as falas, embora ofensivas, estavam direcionadas ao projeto de lei apresentado pela deputada, e não à sua condição pessoal ou de gênero. Para a 7ª Turma, Ratinho não extrapolou os limites da liberdade de expressão.
“Embora hostil e pouco elegante, a crítica foi direcionada não à condição feminina da parlamentar, mas ao projeto legislativo por ela apresentado. As manifestações, por mais antipáticas que fossem, não configuraram discurso de ódio nem violência política de gênero com repercussão difusa”, afirmou o desembargador Frederico Wildson da Silva Dantas em dua decisão.
Essa insignificante, assim como o povo burro que elegeu esse troço , merece o desprezo, essa menina moleca não traz NADA , mas nada de útil para o estado , que projeto Lixo dessa moleca
A captura de Nicolás Maduro e de sua esposa pelos Estados Unidos provocou reações imediatas entre venezuelanos no exterior. Em diversos países, o anúncio foi recebido com alívio, euforia e expectativa por mudanças.
Em Nova York, a Times Square virou palco de celebração. Grupos de venezuelanos comemoraram o que consideram o fim de um ciclo de autoritarismo e crise econômica.
Os manifestantes demonstraram esperança na reconstrução do país e em uma nova fase política, após anos de dificuldades que levaram milhões de pessoas a deixar a Venezuela.
O presidente da França, Emmanuel Macron, comemorou neste sábado (3) a queda do regime de Nicolás Maduro na Venezuela. Em publicação nas redes sociais, escrita em espanhol, afirmou que o povo venezuelano foi libertado da ditadura e tem motivos para celebrar.
Na publicação, Macron afirmou que “o povo venezuelano está hoje libertado da ditadura de Nicolás Maduro e não pode senão celebrar”. Em seguida, declarou que “os venezuelanos podem contar com o apoio da França para erguer a voz de uma transição pacífica, democrática e plenamente respeitosa de sua vontade soberana”.
A manifestação ocorre após a ofensiva militar dos Estados Unidos, que resultou na captura de Maduro e encerrou quase 27 anos de governos chavistas. O ex-presidente deverá responder na Justiça americana por acusações ligadas ao narcotráfico e ao uso de armas.
Para Venezuela, declarações de Macron configuraram “intromissão inadmissível em assuntos internos de um Estado soberano”. Na opinião de Caracas, a fala revela “profundo desconhecimento da realidade política, institucional e social do país” e atual governo “emana da vontade popular e da ordem institucional”.
Não gosto nem um pouco de Trump, mas ele fez um bem enorme ao povo venezuelano. Acho uma canalhice, um desrespeito a inteligência dos outros, quando esses canalhas, militares da Venezuela, falam em soberania e democracia venezuelana. Mesmo pensamento que tenho em relação a essa utópica Esquerda brasileira.
A China afirmou neste domingo (4) que os Estados Unidos devem libertar imediatamente Nicolás Maduro e sua esposa e resolver a crise na Venezuela por meio de diálogo e negociação.
Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores chinês disse que a deportação do líder venezuelano viola o direito internacional e cobrou garantias para a segurança pessoal do casal.
Pequim voltou a condenar a operação militar americana, classificando-a como uso ilegítimo da força contra um Estado soberano e uma afronta à soberania venezuelana. Segundo o governo chinês, a ação reflete um comportamento hegemônico que ameaça a estabilidade regional.
A China, uma das principais parceiras políticas e econômicas da Venezuela, reiterou que a crise no país deve ser resolvida sem interferência externa, pelo próprio povo venezuelano.
Engraçado que esses FDP ata agora não se importavam com a tirania do lixo do maduro contra a população Venezuelana , faça uma pesquisa se o povo está satisfeito com a prisão desse demônio Nicolas maduro ?
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