
Blog reproduz texto do Presidente da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Rio Grande do Norte, Humberto Floriano.

Blog reproduz texto do Presidente da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Rio Grande do Norte, Humberto Floriano.
O aiatolá Alireza Arafi foi eleito o líder supremo interino do Irã neste domingo (1º), um dia após a morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, informaram agências estatais iranianas.
Arafi ficará à frente do país e foi eleito o chefe do Conselho interino de liderança iraniano, com a tarefa de comandar o processo de escolha de um novo líder supremo.
“O Conselho de Discernimento do Interesse do Estado elegeu o aiatolá Alireza Arafi como membro do conselho interino de liderança”, afirmou o porta-voz do conselho, Mohsen Dehnavi, em uma publicação na rede X.
O conselho interino, que também incluirá o presidente e o chefe do Judiciário, conduzirá o país até que a Assembleia dos Peritos “eleja um líder permanente o mais rápido possível”.
Escolha do líder supremo interino
Arafi foi escolhido como líder supremo interino horas após um grupo com três autoridades de alto escalão terem sido nomeadas para liderar interinamente o Irã. O grupo incluía o presidente Masoud Pezeshkian, o Chefe do Judiciário, Gholamhossein Mohseni-Ejei, e um dos juristas do Conselho dos Guardiões.
Morte do líder supremo Ali Khamenei
Khamenei foi morto em um bombardeio coordenado entre EUA e Israel contra o complexo presidencial onde ele estava na madrugada de sábado (28), no horário de Brasília. Sua morte foi confirmada pelo Irã apenas horas depois, já no final da noite.
Como o Irã é liderado
Depois que os aiatolás derrubaram a monarquia do Xá Reza Palévi em 1979, o Irã inaugurou um regime teocrático — onde o poder político é exercido por líderes religiosos ou baseado em dogmas de alguma religião.
O mais alto cargo do país se tornou o do Líder Supremo, que concentra os poderes político e religioso. Apenas 2 pessoas ocuparam essa função até o momento: o aiatolá Khomeíni até 1989, e desde então, Ali Khamenei.
Apesar de ter um presidente, o aiatolá é a maior liderança do país. O cargo é determinado por clérigos islâmicos, que são encarregados de selecionar, supervisionar e, se necessário, derrubar o líder.
Só de um empresário do setor de mineração de Minas Gerais, Janja pessoalmente conseguiu captar R$ 2,5 milhões para que a Acadêmicos de Niterói produzisse o desfile que homenageou o presidente Lula. Mesmo com o aporte financeiro, a escola de samba terminou em último lugar, sendo rebaixada do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, especialmente pelas notas obtidas nos quesitos fantasias, alegorias e enredo.
A informação sobre o valor captado por Janja é o jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo, que ironizou o fato com um questionamento: “Como negar um pedido da primeira-dama para uma causa tão nobre?”
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Imagens: Instagram/Hoje no Mundo Militar
Moradores do Irã foram registrados aplaudindo e comemorando os ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos e por Israel contra instalações ligadas ao regime iraniano em Teerã. As imagens e relatos que circulam nas redes sociais indicam manifestações espontâneas de apoio às ações.
Desde o início dos ataques, até a confirmação da morte do então líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, diversas manifestações da população iraniana celebrando a queda do regime foram registradas e divulgadas nas redes sociais.
Foto: Anadolu via Getty Images
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu o Irã neste domingo (1º) contra novos ataques, após a ofensiva dos EUA e de Israel que matou o líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que, se Teerã avançar, será atingido com “uma força nunca antes vista” e deu o recado: “Melhor que não façam isso”
A ameaça veio após a resposta iraniana aos ataques iniciais de sábado, com o lançamento de centenas de mísseis e drones contra alvos americanos e israelenses, além de países árabes aliados a Washington. O movimento provocou cancelamentos generalizados de voos no Oriente Médio.
As Forças Armadas israelenses informaram que detectaram novos mísseis disparados do Irã neste domingo, com sirenes acionadas no centro do país e alertas para a população buscar abrigo. Explosões também foram registradas em Dubai e Doha pelo segundo dia seguido.
No Bahrein, sirenes foram acionadas e autoridades pediram calma à população. Imagens geolocalizadas mostraram fumaça no aeroporto de Erbil, no norte do Iraque, onde também foram ouvidas explosões.
Teerã afirmou que os ataques a países vizinhos são retaliação direta às ofensivas dos EUA e de Israel e reiterou que continuará mirando bases americanas na região.
Donald Trump o pacificador mundial.
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O professor, advogado e ex-juiz Samer Agi fez duras críticas à postura do governo Lula em defender o regime iraniano sob o pretexto de defender soberanias, assim como fez recentemente após a operação dos EUA na Venezuela que terminou com a captura e prisão do ditador Nicolás Maduro.
Samer disse que a soberania é popular. E assim como aconteceu na Venezuela após a prisão de Maduro, a população do Irã foi às ruas e comemorou o fim da era sob o regime do aiatolá Ali Khamenei.
Em publicação no Instagram, Samer ressaltou ainda que não precisa admirar Trump ou Netanyahu para celebrar a queda de um regime que ‘esmaga mulheres, liberades e dignidades.
Leia a íntegra da publicação de Samer Agi:
É a segunda vez, em 2026, que o governo brasileiro defende ditadores sob o pretexto de defender soberanias.
A soberania é popular. E os iranianos, em festa, nos mostram que eles se sentem um pouco mais soberanos agora.
Eu não preciso admirar Trump para comemorar a queda de um regime que esmaga mulheres, liberdades e dignidades.
Nem aplaudir Netanyahu para aplaudir a impossibilidade de uma bomba por um país que tem a missão de destruir outro.
Deixar um povo ser esmagado em nome da soberania não é respeito a um Estado, mas convivência com o crime.
Aos governistas, deixo sugestão: se não puderem elogiar a queda de um homem mau, calem-se.
Os brasileiros de bem agradecem.
Samer Agi
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
O Rio Grande do Norte ocupa a terceira posição no Nordeste em incidência de estupro de vulnerável. Em 2025, o estado registrou 28,68 casos por 100 mil habitantes, acima da média regional (23,96) e da nacional (27,7). Em números absolutos, foram 991 casos, o equivalente a três vítimas por dia, segundo o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Na região, apenas Sergipe e Piauí tiveram taxas maiores. Apesar disso, o RN apresentou o menor crescimento de registros no Nordeste em relação a 2024 (0,92%), enquanto o Brasil teve leve queda (-0,38%).
Especialistas alertam que a subnotificação ainda é um desafio. Pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte apontam que fatores como grandes eventos e atividades econômicas específicas podem influenciar a violência contra crianças e adolescentes. Por outro lado, o aumento de registros também pode refletir maior capacidade de denúncia.
O crime envolve atos sexuais com menores de 14 anos ou pessoas sem discernimento ou resistência. Desde 2017, o Superior Tribunal de Justiça considera irrelevante qualquer alegação de consentimento ou relacionamento.
Atualmente, o RN conta com três delegacias especializadas (Natal, Parnamirim e Mossoró). Especialistas defendem a ampliação da rede para evitar subnotificação e revitimização no atendimento.
Números (estupro de vulnerável) – Nordeste
Com informações de Tribuna do Norte
E é porque a guvernadora é uma prufessora.
Onde tem esquerda e população que recebe Auxílios e bolsas maior que números de trabalhadores com carteira assinadas, tem os piores índices do que não presta.
Só estados onde a dominância é de esquerda, tá explicado.
Tudo que é ruim o RN fica nas primeiras colocações. Fora PT. Basta de Alves.
Foto: Beto Barata/PL
Grupos e lideranças da direita articulam manifestações em diversas cidades do país neste domingo (1º), com críticas ao presidente Lula e a ministros do Supremo Tribunal Federal. A mobilização, batizada de “Acorda, Brasil”, deve reunir apoiadores em capitais como Belo Horizonte e São Paulo, em um movimento que também projeta o cenário eleitoral de outubro.
O ato foi impulsionado pelo deputado Nikolas Ferreira, que confirmou presença na concentração marcada para as 10h, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, antes de seguir para São Paulo. A convocação ocorre após o parlamentar liderar uma caminhada de 250 quilômetros entre Paracatu (MG) e Brasília em protesto contra a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na capital paulista, são esperadas participações do senador Flávio Bolsonaro e dos governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado, apontados como nomes que buscam dialogar com o eleitorado conservador.
Além de Lula, os protestos também miram o ministro Alexandre de Moraes e o ministro Dias Toffoli, com críticas à atuação da Corte em casos recentes, incluindo desdobramentos envolvendo o Banco Master.
Com informações da Itatiaia
Foto: Official President website/Handout via Reuters
O Irã mantém praticamente intacta sua capacidade militar mesmo após recentes ataques atribuídos a Israel e aos Estados Unidos, segundo análise do professor Ronaldo Carmona, da Escola Superior de Guerra, em entrevista à CNN Brasil. Para ele, o país persa possui Forças Armadas relevantes e um dos programas de mísseis mais desenvolvidos da região.
Carmona destacou que Teerã se preparou ao longo dos anos para um eventual confronto direto, investindo em bases subterrâneas e estruturas capazes de resistir a bombardeios sofisticados. Segundo o especialista, parte dos lançadores e mísseis de grande porte pode estar oculta e pronta para uso em defesa da liderança iraniana.
O professor classificou o cenário atual como um confronto de grandes proporções entre potências militares. De um lado, Estados Unidos e Israel, com forte presença naval e aérea na região; do outro, o Irã, que ainda teria, de acordo com a estimativa apresentada, cerca de dois mil mísseis de cruzeiro disponíveis.
Na avaliação dele, a ofensiva teve como foco tanto a eliminação de lideranças quanto a tentativa de enfraquecer a estrutura militar iraniana. Ainda assim, Carmona acredita que o conflito tende a permanecer concentrado nos principais envolvidos, sem uma ampliação imediata para outros países do Oriente Médio.
Foto: Reprodução e Ueslei Marcelino/Alamy
Um relatório do Comitê Seleto da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos para monitoramento da China afirma que o Brasil abrigaria uma base militar chinesa “não oficial”. Segundo o documento, a chamada Estação Terrestre de Tucano funcionaria em Salvador, na sede da empresa brasileira Ayla Space, que mantém parceria com a Beijing Tianlian Space Technology.
De acordo com o relatório, a instalação teria capacidade de rastrear objetos espaciais e identificar ativos militares estrangeiros em tempo real na América do Sul. O texto sustenta ainda que a estrutura permitiria à República Popular da China ampliar sua influência sobre a doutrina espacial militar brasileira e estabelecer presença estratégica na região.
O documento também menciona o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia Tecnologia, localizado na Serra do Uruba, na Paraíba, fruto de parceria entre instituições chinesas e universidades brasileiras firmada em 2025. O projeto é oficialmente voltado à pesquisa avançada em radioastronomia.
Parlamentares americanos argumentam que tecnologias de observação espacial podem ter uso dual — civil e militar — e por isso acompanham de perto os acordos firmados. O relatório afirma ainda que Pequim manteria ao menos dez instalações semelhantes na América do Sul, dentro de uma estratégia de expansão de influência por meio de cooperação tecnológica e comercial.
Com informações do Poder360

Vídeo: Reprodução/YouTube
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (28), em Juiz de Fora, que vai “desmascarar” políticos que estariam “brincando” de fazer política nas redes sociais. Sem citar nomes, criticou o que chamou de “pirotecnia através do celular” e disse que gravar vídeos e fazer memes não resolve os problemas da população.
A declaração foi dada após visita às áreas da Zona da Mata mineira atingidas por fortes chuvas. Lula sobrevoou regiões afetadas e caminhou ao lado de prefeitos locais, defendendo que o momento exige responsabilidade e ação concreta, não disputa por engajamento digital.
Nos bastidores, aliados interpretaram a fala como uma indireta ao deputado Nikolas Ferreira, que tem publicado vídeos nas cidades atingidas. O parlamentar é um dos nomes mais influentes da oposição nas redes sociais.
Lula afirmou que o governo federal prestará apoio sem critérios partidários e que pretende repetir em Minas o modelo de socorro adotado no Rio Grande do Sul em 2024. Segundo ele, a prioridade agora é o levantamento dos danos e a reconstrução das cidades afetadas.
Com informações do Poder360
Lula, o pior de tudo isso é a corrupção com o dinheiro do contribuinte. Fora corruPTos!
isso é pra todo o RIO GRANDE DO NORTE aprender
votaram na ROSA agora aguentem…..
a ROSA é a BORBOLETA dao certinho…
´fazem promessas é nao cumprem!!!!!!!!
Borboleeta com Rosa Combinam
#FATO
MUITO IMPORTANTE ISSO !
Ah, tá. Pensei que fosse para outro tipo de quadrilha. Confirmando o que se falou na campanha: olhos voltado para seu umbigo, O país de Mossoró. Deveriam seguir o exemplo da Paraíba, para forró de plástico, nada!!!! valorizar a cultura popular, em todas as regiões.
A notícia reflete o que fora abertamente discutido na campanha passada. Natal não quis acreditar, agora aguente Mossoró sendo a capital política do Estado. Em que pese a força da economia de Natal, a maior população, Rosalba já demonstrou que governa para sua terra, Mossoró. Esse governo começa muito mal.