Em um eventual segundo turno no Rio Grande do Norte, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente do senador Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa da Tribuna do Norte em parceria com o Instituto Consult.
O levantamento aponta Lula com 41,82% das intenções de voto, contra 34,71% de Flávio Bolsonaro. 14,76% afirmaram que não votariam em nenhum dos dois.
Além disso, 8,71% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder, reforçando um cenário ainda aberto e com margem para mudanças até a eleição.
A pesquisa ouviu 1.700 eleitores em 55 municípios do estado, entre os dias 15 e 18 de março, com margem de erro de 2,37 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa tem o registro de número: RN-03877/2026.
KKKKKKKKKKKKKKKKK
O povo não vota nesse que dizem estar em primeiro nessa “pesquisa”.
Ele tem sua eleição garantida, sabe-se lá como é esse fenômeno.
Mas uma coisa acontece, mesmo o sul, sudeste e centro oeste dando 40% de vantagem a qualquer candidato da direita, segundo as apurações, o “nordeste” tira essa vantagem, SEM ter votos pra isso.
Salvo se a cada 10 votos, 9 sejam para esquerda e 1 de direita no nordeste. Situação irreal, que nunca existiu, mesmo nas eleições de 2002 e 2006.
São fenômenos eleitorais que acontece nessas terras de Cabral, depois que o voto deixou de ter apuração manual, via olho no olho, fiscalizado voto a voto.
No Brasil tem dinheiro para pagar segurançaa, refeições nobres, frota de veículos de luxo, uma infinidade de assessores, serviçais que ajudam a puxar e empurrar a cadeira em seus bureaus, mas NÃO TEM recurso para trocar as urnas e ter o voto impresso e auditavel.
Coisas da “democracia” no Brasil.
Dois em cada três brasileiros (67%) afirmam possuir dívidas financeiras, como empréstimos. O levantamento é do instituto Datafolha. A pesquisa também mostrou que uma em cada cinco pessoas no país (21%) diz estar com dívidas financeiras atrasadas. Entre os brasileiros que pegaram empréstimos com amigos e familiares, 41% estão devendo.
Já a inadimplência no cartão de crédito parcelado foi mencionada por 29% de quem possui essa dívida, seguida por empréstimos em banco (26%) e carnês de lojas (25%).
Do total de entrevistados, 25% afirmaram que utilizar o cartão de crédito rotativo com diferentes graus de frequência.
O rotativo é uma modalidade de crédito acionada automaticamente quando se paga apenas o valor mínimo da fatura do cartão, parcelando o restante com juros. Os brasileiros que afirmam fazer isso com alta frequência somam 5% e os que usam o rotativo às vezes ou raramente são 22%.
Referente a inadimplência em contas de consumo e serviços, 28% dos brasileiros afirmam estar atrasados, mostrou o levantamento Datafolha. O tipo de conta mais citado é de telefone, celular e internet, para 12% dos inadimplentes. Em seguida, vem IPTU, IPVA, e carnê-leão (12%), luz (11%) e água (9%).
Foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 117 municípios do Brasil, entre os dias 8 e 9 de abril. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Problemas financeiros
O levantamento apontou ainda que os brasileiros se sentem apertados financeiramente. Os entrevistados apontaram oito diferentes tipos de restrição no orçamento nos últimos meses, como reduções de consumo, falta de pagamento de dívida e mudanças de hábitos.
Segundo o Datafolha, 27% dos brasileiros vivem em situação financeira apertada e 18% em condição severa, totalizando 45% da população. Os que se enquadram na categoria moderada são 36%, enquanto os isentos ou leves representam 19%.
Quando questionados sobre o principal problema pessoal, os brasileiros apontam principalmente aspectos financeiros.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte publicou a Nota Técnica Conjunta nº 02/2026 com orientações para gastos públicos durante os festejos juninos deste ano. O documento estabelece parâmetros para a contratação de atrações artísticas pelos municípios, com valores de referência entre R$ 300 mil e R$ 700 mil por apresentação, definidos conforme a capacidade financeira de cada cidade.
A medida, elaborada em conjunto com o Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte, o Ministério Público de Contas do RN e a Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte, tem caráter orientador e busca evitar gastos excessivos, além de reforçar o controle e a responsabilidade fiscal na aplicação de recursos públicos.
Segundo o TCE-RN, os valores indicados não são obrigatórios nem autorizam automaticamente as despesas. Cabe aos gestores municipais avaliar cada contratação de forma individual, considerando a disponibilidade financeira, o cumprimento das metas fiscais e a manutenção de serviços essenciais. Municípios mais dependentes de transferências, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), devem adotar cautela redobrada.
A nota também orienta que as contratações sejam baseadas em planejamento e transparência. Entre as recomendações estão a realização de pesquisas de preços com base em valores praticados em anos anteriores, atualizados por índices oficiais, e a consulta a plataformas públicas, como o Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP).
Nos casos de contratações com valores elevados ou fora da média de mercado, o documento prevê a apresentação de justificativas técnicas detalhadas que comprovem a compatibilidade dos gastos com os princípios da economicidade e da administração pública.
De acordo com o tribunal, a iniciativa tem caráter preventivo e busca reduzir riscos de irregularidades, além de garantir maior segurança jurídica aos gestores, sem comprometer a realização das tradições culturais dos festejos juninos no estado.
Tem cantor que não vale 10 mil em um evento privado, mas no publico ultrapassa os 100 mil. Já passa da hora de se criar uma lei proibindo gastar dinheiro publico com festa. Tem municipio que gasta quase um milhão com festa, mas na farmacia basica falta até dipirona.
O pior é que todos Sam VS antigo play back, é só observar o movimento no pescoço de todos os cantores.
Eu acho um absurdo. As prefeituras antes de pagar R$700 mil reais, deveriam equipar hospitais municipais com desfibriladores (Custo de um desfibrilador varia de R$4.000,00 a R$30.000,00) tem um tomografo (preço de 1 a R$3 milhões), um ultrassom (preço de R$100 mil a R$200 mil), etc. As pessoas parecem que preferem “dançar” o São João, mesmo que depois sejam submetidas a “ambulancioterapia”- serem transportadas de urgência numa ambulância pelas estradas “muito boas e sinalizadas” até uma cidade que tenha equipamentos para serem atendidas. Mas na verdade os recursos públicos deveriam ser aplicadas para o bem permanente dos munícipes, e a população ser consultada antes de rasga dinheiro inútil.
Um estudo divulgado pelo Banco Inter sobre os impactos econômicos da proposta de diminuição da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais e do fim da escala 6 X 1 projetou uma retração de 0,82% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro no médio prazo. O levantamento reconheceu os benefícios sociais da mudança, mas apontou consequências econômicas depois da implementação completa da medida.
“Não trabalhamos com um horizonte temporal fixo, mas estamos comparando o equilíbrio atual com um novo equilíbrio após o fim da escala 6×1”, afirma. “Entre esses dois equilíbrios, inclusive, nada impede que ocorra um aumento do PIB durante a transição”, disse André Valério, gerente de pesquisa macroeconômica do Inter.
A construção civil deve apresentar a maior retração entre os 12 grandes setores analisados. O levantamento projeta queda de 2,14% do PIB neste segmento. A indústria de transformação ficaria em 2º lugar. A perda estimada é de 1,87%.
O setor de atividades imobiliárias representa a única exceção, com ganho projetado de 0,9%. O crescimento decorre de realocação do consumo, aumento de procura por unidades habitacionais e baixa dependência de insumos de outros setores.
As atividades de vigilância e de fabricação de calçados e autopeças devem estar entre as mais afetadas. O levantamento contabilizou impactos indiretos. Insumos de um setor ficando mais caros prejudicam outros setores que dependem deles.
A análise considerou escolhas das empresas para se adaptar à diminuição de 1 dia da escala de trabalho por funcionário.
“Algumas empresas podem preferir ter menos trabalhadores e diminuir a oferta de serviços. Assim, trocariam um menor faturamento por manter o nível de rentabilidade”, afirmou Valério. Essa estratégia pode causar diminuição da capacidade de investimento e crescimento futuro.
Os setores podem sofrer mais ou menos de acordo com o nível de formalidade do trabalho adotado. O segmento de vigilância, por ser mais formalizado, deve ter aumento de 5,5% dos custos. O de atividades artísticas deve ter alta de 0,8%. Esse setor conta mais com contratos de trabalho informal.
Segmentos que exigem mais investimentos em pessoal e em atendimento mais dias por semana vão sentir mais os impactos. A saúde pública, por exemplo, deve registrar aumento de 2% nos custos.
A hipótese de aumento geral dos preços também é colocada em dúvida pelo estudo. A análise cita o exemplo da Austrália. O país fez mudanças na década de 1980. A alta de preços foi proporcional em relação à elevação dos custos de produção. Várias empresas preferiram absorver o ajuste nas suas margens de lucro.
O levantamento do Inter indica que a queda do PIB pode ser neutralizada caso haja um aumento agregado de produtividade de 0,47%. Embora o percentual seja considerado atingível, limitações estruturais da economia brasileira tendem a dificultar esse avanço. Entre os principais entraves estão o baixo nível de poupança, a rigidez das regras trabalhistas e as barreiras à importação de tecnologia.
“Não seria um aumento de produtividade inalcançável, mas a grande questão é que a produtividade permanece estagnada nesta década”, declarou Valério. “Pode haver alguma compensação, ainda que parcial, mas vemos como baixa a probabilidade de isso ocorrer por completo.”
O economista defendeu que a receita para buscar um ganho maior de produtividade passaria por melhorias na infraestrutura.
Outros fatores incluem avanço da qualidade de formação do capital humano, um mercado de trabalho mais flexível, a abertura da economia e o avanço da extensa agenda de reformas. A reforma tributária já pode ajudar. O benefício virá depois de cumprir o seu período de transição. Esse período deve levar uma década.
A Prefeitura de Extremoz, por meio da Secretaria Municipal de Pesca, está disponibilizando apoio logístico para o translado de embarcações destinadas à manutenção. A iniciativa tem como objetivo garantir melhores condições de trabalho para os pescadores do município, além de reforçar a segurança no uso das embarcações.
O serviço consiste no auxílio para retirada e recolocação dos barcos no mar, utilizando equipamentos próprios da Secretaria, o que facilita o acesso às intervenções necessárias, especialmente em casos de manutenção preventiva ou corretiva.
Os interessados podem solicitar o serviço diretamente na sede da Secretaria de Pesca, localizada na Praia de Pitangui, na Rua Expedito José da Costa, nº 240.
A ação integra o conjunto de medidas da gestão municipal voltadas ao fortalecimento da atividade pesqueira local, reconhecendo a importância do setor para a economia e subsistência de diversas famílias em Extremoz.
Dados do Banco Central do Brasil mostram que as famílias destinam 29% da renda para dívidas desde outubro, o maior nível em 20 anos — sendo 10,38% para juros e 18,81% para o principal.
A inadimplência chegou a 6,9% entre o fim do ano passado e janeiro, acima dos 5,6% de um ano antes e no maior patamar desde 2012. Entre os mais pobres, o índice atinge 7,5% para atrasos acima de 90 dias.
O problema é puxado por linhas de crédito mais caras: rotativo do cartão (63,5% de inadimplência), cheque especial (16,5%) e cartão parcelado (13%). O crédito rotativo cresceu 31,2% em um ano, o parcelado 18,3% e o cheque especial 13,8%, enquanto o crédito livre subiu 12,4%. As taxas mensais chegam a 14,81% no rotativo, 9,43% no parcelado e 7,52% no cheque especial. A Selic está em 14,75% ao ano.
Segundo a Federação Brasileira de Bancos, a inadimplência aumentou em todas as faixas de renda, com maior impacto em quem ganha até 3 salários mínimos.
Entre agosto de 2024 e julho de 2025, os gastos com crédito e juros pressionaram o consumo, refletindo no varejo. As vendas em shoppings cresceram apenas 1,2% em 2025, somando R$ 200,9 bilhões, abaixo da inflação.
A expectativa é de melhora a partir de agosto, com renegociação de dívidas e novas linhas como o consignado privado.
Mesmo com renda em alta, o peso das dívidas tem afetado a percepção econômica: pesquisa Datafolha mostra que 46% avaliam piora na economia (ante 41%), e 33% dizem que sua situação financeira piorou (ante 26%).
Novos números divulgados pelo Instituto Consult sobre a disputa eleitoral para o Governo do Estado, apenas com eleitores de Natal, mostram a liderança do senador Rogério Marinho (PL), com quase 6 pontos percentuais de vantagem sobre o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União). O desempenho representa uma maioria de aproximadamente 30 mil votos na capital potiguar. A pesquisa foi divulgada nesta terça-feira (23) pela Tribuna do Norte.
De acordo com o levantamento, Rogério Marinho tem a preferência de 31,2% do eleitorado natalense, enquanto Allyson tem 25,3%. O secretário estadual da Fazenda, Cadu Xavier (PT), surge com 7,3%. Nenhuma das opções ficou com 13,9% das citações, enquanto outros 22,3% não souberam dizer.
A pesquisa foi realizada entre os dias 16 e 19 de dezembro, a margem de erro é de 3% com confiabilidade de 95%. Ao todo foram entrevistadas mil pessoas nas quatro regiões de Natal.
A Consult ainda pesquisou um segundo cenário da disputa. Neste, a liderança também é do senador Rogério Marinho, com 23,8%, seguido por Allyson com 21,2%, o ex-prefeito Álvaro Dias (Republicanos) com 15,9% e Cadu Xavier com 6,3%. Nenhuma das opções teve 12,6% e não soube responder 20,2%.
Eu acho que a candidatura de Alysson bezerra não vai decolar…se vc observar é só cacique velho querendo colocar ele nesse fogo cruzado. Se ele ganhar vai ter que fatiar esse bolo em pedaços fininho…e quem pegar o Estado em 2027 vai pegar com Grandes desafios.
Os Institutos de pesquisaConsult e Perfil divulgaram os comparativos das pesquisas que foram publicadas no estado, juntamente com os resultados das urnas, em gráficos.
A mais recente pesquisaConsult, realizada entre 2 e 5 de dezembro, confirmou o acirramento da corrida pelo Governo do Rio Grande do Norte. O levantamento aponta Allyson Bezerra (União) com 30,47% das intenções de voto, enquanto Rogério Marinho (PL) aparece logo atrás, com 28,76% — uma diferença de apenas 1,71 ponto percentual, dentro da margem de erro de 2,3%. Carlos Eduardo Xavier (PT) surge em terceiro, com 6,41%. Outros 21% não souberam responder e 13,35% disseram não votar em nenhum.
O novo resultado confirma a tendência de aproximação registrada ao longo do ano. Nas quatro pesquisas da Consult de 2025, a vantagem de Allyson vem diminuindo: eram seis pontos em maio, caiu para 4,7 em agosto, desceu para 2,4 em outubro e agora chega ao menor patamar. Allyson e Rogério oscilaram pouco, enquanto Cadu mantém crescimento gradual desde o início do ano.
Foto: consult
A Consult também simulou um cenário em que Álvaro Dias (Republicanos) substitui Rogério Marinho na disputa. Nesse caso, Allyson lidera com 30,53%, seguido por Álvaro com 25,12% e Cadu com 6,35%. Na série histórica, o ex-prefeito de Natal também mostra avanço, embora ainda distante do líder. No voto espontâneo, Allyson aparece com 7,47% contra 4,47% de Rogério, seguido por nomes como Styvenson Valentim (2,06%) e Álvaro Dias (1,06%).
Foto: consult
A nova pesquisaConsult foi realizada entre os dias 2 e 5 de dezembro, com confiabilidade de 95%. Ao todo, foram 1,7 mil entrevistados nas 12 regiões do Estado. A pesquisa espontânea ainda revela forte indecisão do eleitorado: 78,47% não souberam indicar nenhum nome, enquanto 4% afirmaram não votar em ninguém.
Em 2022: Consult (em levantamentos públicos de junho/setembro) apontou corretamente os líderes (Lula à frente para presidente no RN; Fátima favorita para governo), mas subestimou a intensidade do voto pró-PT no estado. As diferenças entre intenção publicada e votos finais foram grandes (em alguns casos >10 pontos), o que indica que — embora a sinalização direcional estivesse correta — as pesquisas daquele período não captaram a magnitude da consolidação pró-PT antes da votação.
Ou seja, credibilidade zero.
PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ A PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ também avaliou junto aos entrevistados a administração estadual.
O Governo Fátima foi reprovado por 63% da população, já 26,6% aprovam e 10,4% não sabem dizer.
A pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de abril com 500 entrevistas e margem de erro de 4,38%. O levantamento foi registrado no TRE-RN no número RN-00056/2024.
A nova pesquisaConsult mostra que a desaprovação ao governo Fátima Bezerra voltou a crescer e alcançou 65,24% em dezembro, praticamente repetindo o índice de maio (65,18%). O movimento confirma a tendência de desgaste registrada ao longo do segundo semestre. Em agosto, o índice era de 62,24% e subiu para 64,59% em outubro, antes de atingir o nível atual.
Sobre a aprovação do governo, em dezembro, 21,65% dos entrevistados avaliaram positivamente a gestão estadual. Em outubro, o percentual era de 19,53%. Em agosto, o número havia sido de 22,94%, enquanto em maio — primeira pesquisa do ano — o índice era de 19,47%.
Foto: consult
No caso de Fátima, os números revelam um cenário de atenção para o último ano de mandato, embora ainda com uma base fiel de aproximadamente um quinto do eleitorado.
O levantamento reforça o desafio do governo estadual em recuperar apoio popular em meio ao ciclo eleitoral de 2026, já que a curva de desaprovação mantém trajetória ascendente mesmo em períodos distintos do ano.
A nova pesquisaConsult foi realizada entre os dias 2 e 5 de dezembro, com confiabilidade de 95%. Ao todo, foram 1,7 mil entrevistados nas 12 regiões do Estado.
Essa INCOMPETENTE ter que ser cassada nas urnas e ir embora daqui pra terra dela, levou o estado a falencia total, com consequencias péssimas para o futuro.
O portal da 96FM divulga hoje (28) a terceira pesquisaConsult para o pleito da UNIMED NATAL, que vai acontecer na próxima segunda-feira, dia 31.
Nos votos válidos, o cardiologista Ricardo Queiroz, que liderou todas as pesquisas, tem uma vantagem de 5% sobre o ortopedista Márcio Rêgo. A diferença entre Ricardo e Márcio é estimada entre 70 e 100 votos, considerando a margem de erro.
Estimulada – votos válidos:
Ricardo Queiroz: 52,43%;
Márcio Rego: 47,57%.
A PESQUISACONSULT/UNIMED/96FM entrevistou 300 médicos cooperados, presencialmente e por telefone, entre os dias 24 e 27 de março. A margem de erro é de 6%, com confiabilidade de 95%.
Bom. Mas a luta continua até o último dia. 6% de margem de erro…significa um empate técnico do ponto de vista estatístico mas…somente pra votos vakidos. Outros voto dos indecisos ainda podem decidir a eleição
PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ A PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ também avaliou junto aos entrevistados a administração federal.
O Governo Lula foi aprovado por 53,4%, enquanto 38,8% reprovam e 7,8% não sabe dizer.
A pesquisa foi realizada em 25 de junho, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e confiabilidade de 95%, sendo registrada no TSE com o número RN-08932/2024
Lula (PT) foi o candidato mais votado para a Presidência da República em Santa Cruz (RN). Ele recebeu 14.462 votos, o equivalente a➡️😡👺 69,01%👈 😵💫😭😭do total da cidade. Já Jair Bolsonaro (PL) foi a escolha de 30,99% dos eleitores e recebeu 6.495 votos. Acho que a JUMENTADA tá abrindo o olho. 69 – 53 = 16
PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ A PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ também avaliou junto aos entrevistados a administração federal.
O Governo Lula foi aprovado por 53,6%, enquanto 33,8% reprovam e 12,6% não sabe dizer.
A pesquisa foi realizada nos dias 8 e 9 de abril com 500 entrevistas e margem de erro de 4,38%. O levantamento foi registrado no TRE-RN no número RN-00056/2024.
Mais uma pesquisa mostrando a verdade, que as urnas sempre estiveram certas, que NOSSO presidente Lula foi eleito de forma democrática pela maioria do povo brasileiro. O povo brasileiro está vendo a economia forte, inflação controlada, mais comida na mesa do brasileiro, etc, etc, etc. Viva a democracia brasileira,.
Tu é muito idiota mesmo, não tem jeito, pode pedir uma canga, uma manta, um brigão, os arreios, um rabicho, 2 câmbios, e vá carregar m……, pesquisas do interior do nordeste? Com grande leva de analfabetos como vc kkkkkkk, sujeitos como vc dá coceira e alergia.
Meu amigo, pode ter certeza que até você tem dúvidas sobre essas caixinhas. É tanto que sempre cita isso em todas as pesquisas. Isso é coisa de quem não tem plena certeza da autencidade. Kkkk Quem não sabe que potiguar é masoquista? Se Fátima Bezerra se candidatar novamente vai ganhar.
Aqui no RN era pra ser 70%, não 53. Um estado onde Bolsonaro só ganhou em Parnamirim. 53% tá pouco.
Os candidatos mais votados na cidade não foram necessariamente eleitos, já que esta é uma eleição de âmbito nacional. Os números abaixo se referem apenas aos votos em Santa Cruz (RN)
Lula (PT) foi o candidato mais votado para a Presidência da República em Santa Cruz (RN). Ele recebeu 14.462 votos, o equivalente a 69,01% do total da cidade. Já Jair Bolsonaro (PL) foi a escolha de 30,99% dos eleitores e recebeu 6.495 votos
Lula teve mais número de votos que no primeiro turno, quando recebeu 13.939 (67,69%). Jair Bolsonaro recebeu mais número de votos que no outro pleito, em que registrou 5.615 votos, o equivalente a 27,27%.➡️➡️69,01% para 53,6 %. O QUE VOCÊ DIZ?
Esse ser nominado Gustavo Mafra é um esquizoide, que sempre viveu as custas da família, sem formação, não possue condições de análises críticas e fica noiando em cima de pesquisas do nordeste, onde os Estados são repletos de analfabetos e preguiçosos, que se entregaram a viver a custa de auxílios, quem previu isso aconteceria foi luiz Gonzada, a maior parcela deles estao viciados nessa prática, o que é um lástima.
Calma!
Ainda vai doer no bolso desse povo.
Quando isso acontecer, as coisas mudam.
Na sua grande maioria esse povo Nordestino não sabe votar, a ignorância alimenta isso que vc está vendo aí, só vai mudar quando doer no bolso.
Entendeu??
É só vc ter um pouquinho de calma.
A dor do bolso ensina.
Vc vai vê.
Não vai demorar.
O Brasil nada a braçadas largas rumo ao fim do poço.
Coitados, nem vc nem eles exergam isso, só pela dor do bolso mesmo.
PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ A PESQUISACONSULT/ BG/ SANTA CRUZ também avaliou junto aos entrevistados a administração federal.
O Governo Lula foi aprovado por 48,4%, enquanto 39,2% reprovam e 12,4% não sabe dizer.
A pesquisa foi realizada em 20 de agosto, com 500 entrevistas, margem de erro de 4,38% e confiabilidade de 95%, sendo registrada no TSE com o número RN-00802/2024
Não é o que a SETA mostra
Não é a toa que o RN estagnou.
Flávio 22
KKKKKKKKKKKKKKKKK
O povo não vota nesse que dizem estar em primeiro nessa “pesquisa”.
Ele tem sua eleição garantida, sabe-se lá como é esse fenômeno.
Mas uma coisa acontece, mesmo o sul, sudeste e centro oeste dando 40% de vantagem a qualquer candidato da direita, segundo as apurações, o “nordeste” tira essa vantagem, SEM ter votos pra isso.
Salvo se a cada 10 votos, 9 sejam para esquerda e 1 de direita no nordeste. Situação irreal, que nunca existiu, mesmo nas eleições de 2002 e 2006.
São fenômenos eleitorais que acontece nessas terras de Cabral, depois que o voto deixou de ter apuração manual, via olho no olho, fiscalizado voto a voto.
No Brasil tem dinheiro para pagar segurançaa, refeições nobres, frota de veículos de luxo, uma infinidade de assessores, serviçais que ajudam a puxar e empurrar a cadeira em seus bureaus, mas NÃO TEM recurso para trocar as urnas e ter o voto impresso e auditavel.
Coisas da “democracia” no Brasil.