Acidente

[VÍDEO] NÃO BASTAVA A BATIDA: Colisão na BR-304 em Assú termina com vítimas atacadas por abelhas

 

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Vídeo: Reprodução

Câmeras de segurança registraram um acidente entre dois carros na entrada da cidade de Assú, na Região Oeste do Rio Grande do Norte, na manhã desta quinta-feira 30. Duas pessoas ficaram feridas levemente, de acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

As imagens, divulgadas pelo Departamento Municipal de Trânsito de Assú (Dmeutran), mostram o momento em que um carro sai da comunidade rural Mendubim e acessa a rodovia. O veículo segue alguns metros pelo acostamento e aciona a seta para entrar à esquerda, em direção ao centro de Assú. Nesse instante, uma caminhonete que vinha logo atrás tenta fazer a ultrapassagem e colide com o automóvel.

Após o impacto, o motorista da caminhonete perdeu o controle do veículo, que saiu da pista e foi parar em um matagal às margens da rodovia. A PRF informou que os dois ocupantes da caminhonete, que seguiam de Mossoró para Recife, sofreram ferimentos leves. Ainda segundo a corporação, após a colisão, eles foram atacados por um enxame de abelhas que estava no mato. O Corpo de Bombeiros foi acionado para o resgate, e as vítimas foram atendidas no local.

O motorista do outro veículo estava sozinho e não sofreu ferimentos, conforme as autoridades.

Agora RN

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Celebridades

Filhas de Palmirinha travam batalha por herança milionária na Justiça

Reprodução

Sandra Bucci, Tania Rosa e Nanci Balan, filhas de Palmirinha Onofre, a carismática vovó da TV, travam uma batalha na Justiça pela herança da apresentadora. A veterana morreu em maio de 2023, aos 91 anos.

De acordo com a coluna Poder SP, da Veja, a briga judicial começou duas semanas após a morte de Palmirinha e conta com acusações de omissões de informação, ocultação de valores do espólio e má-fé.

A briga se divide entre Sandra, a mais nova e responsável pelo inventário, e Tania e Nanci, que contestam a forma com que a irmã mais nova informou ao juiz os bens deixados por Palmirinha. Segundo o colunista, a declaração da caçula foi de uma conta bancária com saldo de R$ 8,13 e cotas da empresa Artes Culinária Palmirinha LTDA, com total de R$ 5,1 mil.

Tania e Nanci contestam no processo: “Sandra não menciona direitos autorais e de imagem, assim como venda de livros, temperos e alimentos, além de direitos de uso de marca, royalties e monetarização de redes sociais (…) o que causa estranheza”.

As filhas mais velhas da apresentadora também apontam que não viram, desde a morte de Palmirinha, a prestação de contas e contratos, além de não terem recebido nenhum valor financeiro da empresa.

Palmirinha teria emprestado R$ 1,5 milhão a Sandra em 2014, para que a filha comprasse um apartamento. Tania e Nanci alegam que nunca houve uma comprovação de devolução do empréstimo e, por todos os motivos, pedem no processo judicial impugnação do processo de inventário.

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Metrópoles

 

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Economia

Brasileiro passará Natal com preço da carne e frango mais caros


A ceia de Natal do brasileiro estará mais cara em 2024. A maioria dos alimentos tradicionalmente consumidos durante o feriado teve aumento nos preços, segundo os dados oficiais de inflação.

Apesar de não terem tido as maiores altas, carnes (14,80%) e o frango inteiro (5,24%) variaram acima do índice geral da inflação no acumulado do ano até novembro.

Os principais fatores que levaram ao encarecimento das proteínas animais foram a alta no dólar e as mudanças no clima. Entenda mais abaixo na reportagem.

Os dados são medidos oficialmente pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Dentre os alimentos listados, o azeite de oliva teve a alta mais expressiva: 21,60%. Isso significa que uma garrafa do produto que custava R$ 30 subiu para R$ 36, em um cenário hipotético.

Tradicionalmente consumidas no fim de ano e também usadas para preparar sobremesas, as frutas em geral tiveram também uma alta expressiva (11,57%). O arroz (9,51%) e a batata inglesa (7,59%) também ficaram acima do IPCA geral.

ALGUNS PREÇOS EM QUEDA

Por outro lado, alguns produtos tiveram queda nos preços em 2024. Destacam-se a cenoura (-23,99%), o tomate (-24,86%) e a cebola (-33,78%).

Mesmo que proporcionalmente expressiva, a baixa não é suficiente para compensar o aumento do custo das proteínas animais. Verduras geralmente têm um valor de varejo mais barato.

“Mesmo que os preços de itens como cebola e tomate tenham caído, a redução em alimentos de menor valor agregado não é suficiente para compensar os aumentos nos cortes como picanha e costela”, disse ao Poder360 Haroldo Torres, economista e sócio-diretor do Pecege Consultoria e Projetos.

CLIMA E DÓLAR NO PREÇO DA CARNE

Alguns motivos justificam a alta do preço dos alimentos em 2024, segundo Torres. No caso das proteínas animais, estes são os principais:

condições climáticas – a seca mais intensa e as temperaturas altas prejudicaram a recuperação das pastagens, o que limitou a disponibilidade do gado;
redução do abate de vacas – os últimos 3 anos tiveram um descarte grande das fêmeas. A prática foi abandonada em 2024, o que diminuiu a oferta no mercado e aumentou os preços;
dólar em alta – a moeda norte-americana tem atingido níveis recordes em 2024. Isso impactou o valor das carnes porque: 1) as vendas para o exterior ficaram mais atrativas que o mercado interno, diminuindo a oferta; e 2) aumentou o custo para a importação de insumos para os animais, repassado aos consumidores;
recomposição de renda – os níveis baixos de desemprego e a economia aquecida elevaram a possibilidade de compra para o brasileiro, que passou a poder comprar mais carne. Nesse caso, houve uma influência do aumento da demanda.
“A variação mais expressiva nos preços das carnes em 2024 foi motivada por uma combinação de fatores estruturais e conjunturais que impactaram tanto a oferta quanto a demanda”, declarou Haroldo Torres.

Alguns cortes de carnes sentiram mais alguns efeitos do que outros. Por exemplo, as peças consideradas premium foram bem impactadas pela recomposição de renda. É o caso da picanha.

Já os valores de varejo de outras proteínas, como as aves, tiveram uma expansão menos intensa –mas ainda impulsionadas pelas importações dos insumos.

Por outro lado, queda no preço de produtos como cebola e tomate se explicam por questões ligadas à colheita:

superprodução – ambos os produtos tiveram uma produtividade elevada, o que aumentou a oferta;
importações – no caso da cebola, o Brasil importou demais o produto por causa das enchentes no Rio Grande do Sul. Quando se normalizou, o mercado já estava saturado.
INFLAÇÃO DOS ALIMENTOS & LULA

A inflação geral para alimentos domiciliares teve um crescimento de 8,4% no acumulado de 12 meses até novembro. Está acima do IPCA geral, de 4,29%.

Dessa forma, o brasileiro deve passar o Natal de 2024 com o índice de preços para o setor mais alto desde fevereiro de 2023 –ou 23 meses.

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Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Inflação, dólar, juros, alimentos (em geral), custo de vida, transporte, medicamentos, equipamentos, material de construção, tudo em alta. O país está desgovernado, sem esperança a curto, médio e longo prazo. Mesmo assim, anda tem gente que vota e defendo esses políticos de esquerda!

  2. Todos calados ninguém faz nem barulho. Gente PT é maquina de destruição. Chega dessa corja. Já mas darei meu voto a essa gente

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Economia

Consumo nos lares brasileiros encerra 1º semestre de 2022 com alta de 2,2%

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O índice do consumo nos lares brasileiros, medido pela Abras (Associação Brasileira de Supermercados), encerrou o 1º semestre com alta de 2,20%.

Na comparação de junho até maio, o indicador apresentou alta de 0,10%. Em relação a junho de 2021, a alta é de 6,03%. Todos os indicadores são deflacionados pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo a Abras, o consumidor optou por produtos de marca própria do supermercado, com preço de 20% a 30% mais baixo, priorizou embalagens econômicas ou com melhor valor agregado e encontrou variedade de marcas nas gôndolas para compor a cesta de consumo.

“A intensificação de ofertas nos supermercados e ampla variedades de marcas somadas aos recursos extras injetados na economia e a queda na taxa de desemprego impulsionaram o consumo nos lares brasileiro no primeiro semestre”, avalia a associação.

Para enfrentar a alta da inflação dos alimentos, o consumidor fez compras mais planejadas, trocou marcas e buscou mais promoções, e o varejo intensificou as negociações comerciais com os fornecedores, ampliou o número de marcas e fez mais promoções nas lojas, disse a Abras.

“Com renda mais restrita, o consumidor não pode errar e, por isso, ele tem mais resistência a trocar de marca. Porém, o produto de marca própria tem alta qualidade, preço competitivo e ajuda a compor a cesta de abastecimento”, explica o vice-presidente da empresa, Marcio Milan.

Segundo ele, o pagamento do pacote de benefícios aprovado pelo Congresso Nacional deve aumentar o consumo nos lares nos próximos meses, com cerca de 50% a 60% dos valores liberados pelo governo sendo destinados à cesta de consumo.

Segundo os dados, o valor da cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) sofreu com o impacto da invasão da Ucrânia, clima adverso e altos custos de produção e transporte, e acumulou alta de 10,41%.

Com isso, o preço médio da cesta nacional chegou a R$ 773,44 em junho. As altas mais expressivas no semestre foram puxadas por batata (55,81%), cebola (48,13%), leite longa vida (41,77%), feijão (40,97%) e queijo muçarela (36,10%).

PREVISÃO

Com a melhora no índice de inflação, o aumento do emprego formal e dos recursos que começaram a ser injetados na economia nesta semana com o pagamento dos auxílios do pacote de benefícios aprovado pelo Congresso Nacional, a Abras revisou as projeções do consumo nos lares brasileiros.

“Esse dinheiro vai movimentar o consumo nos lares, então, o crescimento em ritmo moderado do 1º semestre deve ficar para trás. Daqui para frente, o consumo tende a ser mais intenso e estável porque cresceu o número de famílias, aumentou o valor do benefício e novos auxílios foram criados para outras categorias profissionais: caminhoneiros e taxistas”, avalia o vice-presidente da empresa.

Segundo a entidade, neste ano, o setor supermercadista que previa crescimento de 2,80% no consumo nos lares, acredita em uma alta entre 3% e 3,30%.

“Olhando para frente, o comércio tem ao menos 3 importantes datas para impulsionar as promoções e incentivar o consumo nos lares: a Black Friday, a Copa do Mundo e as festas de fim de ano”, disse Milan.

Poder 360 com informações de Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Foram os governadores q nao fizeram o dever de casa. Dinheiro nao faltou do governo federal para os Estados. Os Estados de governadores esquerdistas sao os piores. Os governadores pensavam que iam se perpetuar no poder. O povo acordou, ainda bem.

  2. 🇧🇷 alguma notícia não está batendo, porque dizem que o número de famintos aumentou? Como pode haver aumento de consumo e famintos ao mesmo tempo? Para haver aumento de consumo tem que ter aumento de renda, nada vem de graça.🇧🇷

  3. 🇧🇷mais dinheiro no mercado = mais consumo = mais produção = mais emprego = menos pessoas passando fome , esta é a regra do mercado.🇧🇷

  4. Matéria com intenção de dar a entender que o presidente ta indo bem. BEM RUIM. O povo na miséria e sai matéria fantasiando uma realidade que não existe.

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Geral

[VÍDEO] ‘BATALHA DAS RAQUETES’: Pacientes e acompanhantes sofrem com infestação de mosquitos em hospital no Recife

Na noite dessa terça-feira (21/10), uma infestação de mosquitos tomou conta do Hospital Getúlio Vargas, em Recife (PE). Nas imagens é possível ver o hospital lotado e os estalos de diversas raquetes elétricas em busca de matar os mosquitos.

A moça que fez as imagens descreve a situação como “a vergonha do [Hospital] Getúlio Vargas, onde era para ter higiene…”. E ainda vai atrás para descobrir a origem de tanta muriçoca no hospital. Ela mostra nas imagens um banheiro com a janela quebrada e diz que é por lá que as muriçocas entram no hospital.

De acordo com o Hospital Getúlio Vargas, o hospital está fazendo dedetizações semanais e reforçou as ações de capinação e limpeza como medidas preventivas e corretivas contra a presença dos mosquitos.

Metrópoles

Opinião dos leitores

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Brasil

Família de Gugu chega a acordo após cinco anos de batalha judicial por herança de R$ 1,4 bilhão

Divulgação

Cinco anos após a morte do apresentador Gugu Liberato, sua família finalmente chegou a um consenso sobre a divisão de sua herança, avaliada em R$ 1,4 bilhão. O acordo encerra uma longa disputa judicial que dividiu a família e trouxe à tona detalhes íntimos da vida do apresentador.

O apresentador, que morreu em novembro de 2019 após sofrer um acidente doméstico em Orlando, nos Estados Unidos, deixou 75% de seu patrimônio para seus três filhos: João Augusto, de 18 anos na época, e as gêmeas Sofia e Marina, de 16 anos.
Os outros 25% foram destinados aos seus cinco sobrinhos. A irmã de Gugu, Aparecida Liberato, foi nomeada inventariante.

A mãe dos filhos de Gugu, Rose Miriam di Matteo, porém, não foi mencionada no testamento, o que deu início a uma batalha judicial. Rose entrou com uma ação para reconhecimento de união estável com Gugu, o que lhe garantiria 50% dos bens do apresentador.

A disputa se intensificou quando o chef de cozinha Thiago Salvático também reivindicou uma união estável com Gugu. Ele desistiu da ação, mas, tempos depois, entrou com outra ação novamente.

“Achava que tudo seria muito tranquilo, que a gente ia fazer a divisão dos bens conversando (…) a família ficou meio dividida na época. Eu tinha opiniões diferentes das minhas irmãs e da minha mãe, e ficou um clima ruim, né”, diz João Augusto.

Em agosto de 2024, Rose Miriam decidiu renunciar ao processo de reconhecimento de união estável, afirmando que não precisava provar nada a ninguém sobre seu relacionamento com Gugu. Com isso, a divisão do patrimônio foi realizada conforme o testamento.

“Foi muito difícil. Meu pai era uma pessoa super discreta, ele não se envolvia em polêmicas e foi muito triste para mim ver tudo aquilo saindo na mídia”, lamentou João.

A irmã do apresentador, que poderia ter direito a até 5% da herança por ser inventariante, abriu mão do valor, afirmando que cumpriu a responsabilidade por amor e lealdade ao irmão.

“Eu espero que daqui pra frente a gente possa voltar a ser uma família 100% unida”.

G1

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Geral

Governo federal amplia previsão de déficit de estatais em 2026 para R$ 1,5 bilhão

Foto: Tiago Queiroz/Estadão

O governo federal aumentou a sua estimativa de déficit primário das empresas estatais este ano, de R$ 1,074 bilhão para R$ 1,520 bilhão. A revisão consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do primeiro bimestre, divulgado na íntegra apenas nesta quarta-feira, 25.

A projeção para o ano já exclui do cálculo gastos de R$ 10 bilhões com o plano de reestruturação dos Correios, além de cerca de R$ 4 bilhões em outras despesas que não são computadas para fins de cumprimento da meta das estatais. Incluindo esses dispêndios, o “déficit de facto” esperado é de R$ 15,458 bilhões.

A meta das empresas estatais este ano é de um déficit primário de até R$ 6,752 bilhões. Assim, considerando as exceções, o governo espera cumprir com folga o alvo.

Entre as 21 empresas consideradas na meta fiscal, o maior déficit esperado é dos Correios. A empresa encerrou janeiro com um rombo de R$ 1,237 bilhão nas contas e deve chegar ao fim de 2026 com um resultado negativo acumulado de R$ 9,688 bilhões, segundo a projeção do relatório.

Em seguida, na lista de maiores déficits primários esperados para 2026, aparecem a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), com R$ 2,923 bilhões; a Hemobras, com R$ 827,230 milhões; a Infraero, com R$ 634,257 milhões; e a Emgea, com R$ 632,570 milhões.

O maior superávit primário previsto, entre as 21 empresas consideradas para fins da meta fiscal, é do Serpro, com R$ 332,509 milhões.

Estadão Conteúdo

Opinião dos leitores

  1. Com esse mudança o tempo de TV de 56 segundo do Republicano faz Alysson passar dos 5:30 e Álvaro ficar igual a Cadu Xavier com 3:30,com isso Alysson tem tudo pra subir quando comecar a propaganda eleitoral, vai acabar sendo Alysson e Cadu no segundo turno kkk

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Geral

PAPO DE FOGÃO: Confira as receitas de chambaril com pirão; e moqueca de camarão com caju

CHAMBARIL COM PIRÃO
Serve até 10 pessoas
Ingredientes:
Marinada
2k de Chambaril/ossobuco
10g Colorau
6g sal
25g Tempero de carne
23g Pimenta do reino
6g Pimenta calabresa
50g Tempero regina

MODO DE PREPARO
Em um bowl, misturar o Colorau (10g), Tempero de carne, Pimenta do reino, Pimenta calabresa, Sal e Tempero Regina. Feito isso, misturar bem tudo ao ossobuco e deixar marinando por 24h.

Execução:
200g maxixe
160g quiabo
190g jerimum
250g batata inglesa
130g cenoura
200g cebola branca
200g pimenta de cheiro
250g tomate
100g cheiro verde
5g Colorau
10g Pasta de alho
100g Óleo de soja
1,5L de água (ou caldo de legumes)
100ml de cachaça

MODO DE PREPARO
Execução:
Na panela de pressão aquecida, adicione o óleo, a pasta de alho e o colorau.
Entrar com o ossobuco, refogar, deixando bem selado.
Durante o processo de selagem, adicione metade das verduras: cebola branca, pimenta de cheiro, tomate e cheiro verde.
Depois de tudo bem refogado e o ossobuco bem selado, adicionar a água ou, de preferência, caldo de legumes (de legumes mesmo, o de “apoio” da cozinha, não de tablete) e o restante das verduras.
Deixar pegar fervura e fechar a panela de pressão. Depois que pegar pressão, cozinhar por 15 minutos.
Após, abrir a panela, verificar o ponto da carne, caso necessário, voltar pra mais 5 minutos de pressão, no máximo, a depender do ponto verificado anteriormente.
Tirar do fogo após concluído.
Após finalizado o cozimento, retirar boa parte do caldo pra utilizar para o cozimento dos legumes por fora.
Reservar 500ml desse caldo do cozimento dos legumes (após cozimento concluído) para o fazer o pirão.
Para finalizar a mão de vaca, voltar a panela em fogo baixo com os legumes e o que restou de caldo, adicionando a cachaça.
Permanecer em fogo baixo até que o álcool da cachaça evapore e o sabor do preparo apure.

PIRÃO
Ingredientes:
500ml do caldo
100g Farinha de mandioca

Modo de preparo:
Leve o caldo ao fogo até que levante a fervura.
Ir adicionando a farinha de trigo aos poucos e misturando sempre com o auxílio de um fouet, para que o pirão não fique “empelotado”.
Se necessário, ajustar sal e pimenta do reino a gosto.

Tempo de preparo: 25h
Tempo de cozimento: 40 min

DICA RÁPIDA

MOQUECA DE CAMARÃO COM CAJU

Ingredientes:
500g de filé de camarão
2 latas de tomate pelado
2 cebolas picadas
3 dentes de alho picados
Flor de Sal a gosto
Manteiga da terra a gosto
Pimentão do reino a gosto
Cheiro verde a gosto
Azeite de dendê a gosto
½ L de leite do coco
3 cajus desfiados

Modo de preparo:
Corte as pontas dos cajus, fure com o garfo e esprema os cajus pra tirar o máximo do líquido.
Deixe a frigideira bem quente, acrescente a manteiga de garrafa, a cebola e refogue até ficar transparente.
Acrescente o alho e refogue um pouco.
Acrescente o tomate pelado, corte os tomates com a colher e misture bem.
Acrescente um pouco de Flor de Sal e misture. Deixe refogar por 5 minutos.
Rasgue os cajus com a mão, para desfiar, e acrescente na panela.
Ajuste o sal e deixe refogar por 5 minutos.
Acrescente o leite de coco, misture bem e deixe incorporar. Retire do fogo e reserve.
Tempere os camarões com pimenta do reino.
Aqueça bem uma frigideira, coloque um pouco de manteiga da terra e azeite de dendê e comece a selar os camarões. Quando estiverem selados, coloque o sal e acrescente na moqueca.
Misture bem, ajuste o sal, desligue o fogo, coloque o cheiro verde e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 15min
Tempo de cozimento: 25min

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Esporte

FOTOS: Batalha entre torcedores no México teria deixado ao menos 15 mortos, mas órgãos do governo ainda não confirmam

Fotos: EFE

Uma pancadaria generalizada entre torcedores do Querétaro e do Atlas, nesse sábado (5), no estádio La Corregidora de Querétaro, no México, pela 9ª rodada do Campeonato Mexicano, teria deixado pelo menos 15 mortos, segundo informaram alguns veículos do país no início da madrugada deste domingo.

Há imagens que circulam nas redes sociais que mostram homens desacordados, sangrando, sem roupa e tendo seus pertences roubados. No entanto, órgãos governamentais ainda não confirmam os óbitos, informando que 22 pessoas foram levadas para hospitais, sendo apenas duas em estado grave. A Liga Mexicana anunciou a suspensão do restante da rodada.

O jogo transcorria normalmente com vitória por 1 a 0 do Atlas, fora de casa, quando, aos 17 minutos do segundo tempo, torcedores invadiram o gramado, iniciando a batalha que teria deixado – porque ainda não há confirmação oficial – muitas vítimas. Famílias correndo assustadas com crianças sem camisa – para não denunciar os times – também chamaram atenção.

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Opinião dos leitores

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Economia

Prepare o bolso para os ‘vilões’ da inflação: café e carnes podem subir até 20% neste ano

Foto: Criação O Globo

Luis Otavio Leal, economista-chefe e sócio da G5 Partners, projeta alta de 5% nos alimentos este ano, abaixo da média histórica de 7%. Ele avalia que a dinâmica deverá ser ajudada pela safra recorde de grãos e pelo clima, já que o fenômeno La Niña tende a ser fraco este ano. No entanto, a carne bovina e o café serão os grandes “vilões”, com altas de 7,5% e 20% este ano, respectivamente.

Ele espera outros impactos significativos nos preços do frango, com chances de aumento na casa de 8%, de 9,1% sobre o arroz e de 5,5% sobre o leite longa vida:

— São alimentos que acabam tendo muita sensibilidade ao consumidor. No caso do frango, não é questão de oferta. Mas como o preço da carne sobe, as pessoas aumentam o consumo da outra proteína.

Alexandre Maluf, economista da XP, espera alta mais significativa: um aumento de até 9,2% para os preços de alimentos e bebidas este ano. O vilão, diz ele, serão as proteínas. Ele espera que a carne bovina fique até 20% mais cara este ano, seguido do frango, que deve ter alta de 14%:

— Vimos uma escalada de preços no fim de 2024 e devemos ver uma alta similar no segundo semestre deste ano. A inversão do ciclo da pecuária faz parte do negócio do próprio setor, e não existe política governamental que consiga intervir nisso no curto prazo.

O café pode ter alta superior a 20%, projeta o economista da XP. E ele não vê instrumento efetivo para conter o preço diante da restrição do grão no mercado internacional.

— É difícil imaginar algum instrumento efetivo e poderoso no curto prazo — diz.

José Carlos Hausknecht, sócio diretor da consultoria MB Agro, diz que os preços do café e das carnes estão altos no mercado internacional pela baixa oferta global, o que traz reflexos sobre preços domésticos. E, por causa da desvalorização do real frente ao dólar, o custo fica maior e afeta a paridade interna.

No mercado interno, o preço da saca de café arábica de 60kg chegou a R$ 2.387,85, uma alta de 132% em apenas um ano, considerando preços de janeiro deste ano frente a igual mês do ano passado. Os dados são do Cepea, compilados pela MB Agro.

— Baixar o câmbio seria a melhor medida (para conter os preços de alimentos) — avalia Hausknecht.

Heron do Carmo, professor da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da USP, prevê que a inflação dos alimentos em 2025 fique mais próxima à média do índice geral de preços, projetado em 5,5% pelo Boletim Focus. Ele diz que a alta da carne bovina está relacionada ao ciclo da pecuária, e os preços sobem quando existem menos fêmeas disponíveis para abate:

Heron destaca, no entanto, que as perspectivas para os preços de alimentos este ano são mais favoráveis em comparação a 2024. Ele aponta menor pressão do câmbio, que não deve desvalorizar no mesmo ritmo do ano passado, e o impulso da safra agrícola recorde no país.

Na visão do economista, o “nó” atual que impede melhora das projeções de preços é a política fiscal. Se o governo conseguir retomar a confiança dos agentes econômicos a partir da apresentação de resultado primário melhor que o esperado, traria reflexos aos preços e estabilidade à inflação.

— Essa deve ser a preocupação. Mexer em preços pode ainda perturbar o mercado, e se preocupar (com alimentos) dessa forma me parece uma preocupação prematura e exagerada com eleição. Não é boa motivação — diz Carmo, que defende a retomada da política de estoque regulador para amenizar preços em períodos de grande oscilação.

Leal, da G5 Partners, também cita a importância de o governo fazer estoques reguladores para ajustar os preços em momentos de alta, mas considera a medida mais estrutural do que de curto prazo. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) coletados até dezembro de 2024, o estoque de café está praticamente zerado desde 2018:

— É um pouco da história da cigarra e da formiga. Ninguém se prepara e depois realmente não tem nem o que fazer.

Em nota, o Ministério do Desenvolvimento Agrário cita o aumento de preços de commodities, como café, açúcar, laranja e carne no mercado internacional e eventos climáticos que afetaram a safra passada como fatores para a alta de preços no mercado interno.

A pasta, recriada em 2023, cita a retomada de planos safra para agricultura familiar e a redução da taxa de juros do crédito rural do Pronaf (de fortalecimento da agricultura familiar). O ministério cita maior financiamento a alimentos como batata, feijão, banana, além da criação de programas para fomentar a produção de arroz e leite.

A nota ressalta que o país deve registrar safra recorde, de 322,3 milhões de toneladas, de acordo com a projeção mais recente, alta de 8,2% sobre a anterior.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. As algemas dos deportados são mais importantes, esquece esses aumentos, são todos culpa dos supermercados…

    1. Lembrando que as algemas são usadas desde sempre, agora porque foi Trump viraram notícia. Quem não conseguir enxergar agora a manipulação da mídia, não enxerga NUNCA MAIS.

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Política

Temos uma das gasolinas mais baratas do mundo, diz Bolsonaro

Foto: Reprodução

Depois de críticas à política de preços da Petrobras, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse em um evento conservador que o Brasil tem uma das gasolinas mais baratas do mundo. Ele falou ainda que o brasileiro sofre, mas não tanto quanto outros povos.

Bolsonaro disse no sábado (12.mar) que a Petrobras não tem “qualquer sensibilidade” na definição dos preços dos combustíveis e que o preço da gasolina está “bastante alto” no Brasil. Falou sobre o assunto em entrevista à imprensa e em conversa com apoiadores em Brasília e Goiás.

No fim da noite, no entanto, disse em um congresso promovido pelo Instituto Conservador-Liberal em Londrina (PR) que a gasolina é mais cara em outros países. Ele participou do evento por videoconferência, quando chegou no Palácio da Alvorada do passeio pelos arredores do Distrito Federal.

“Temos inflação sim, aumento de combustível. Mostrar que infelizmente isso acontece no mundo todo. Estamos dando o melhor de nós, pode ter certeza. Quem pesquisa e vê… uma das gasolinas mais baratas do mundo é a nossa. Nós também estamos sofrendo, mas não tanto quanto os outros povos aí fora”, afirmou Bolsonaro, ao discursar no evento.

Poder360

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Economia

Paraguaios entram no Brasil para comprar gasolina e comida mais baratas

Foto: Denise Paro

A queda do preço da gasolina no Brasil e a desvalorização do real em comparação com o guarani (moeda do Paraguai), estão atraindo paraguaios para compras por aqui. O Guarani vale bem menos que o real, mas mesmo assim ficou vantajoso. R$ 1 está cotado em cerca de 1.300 guaranis. Houve uma desvalorização de 8,5% do real diante do guarani em um ano.

O que está acontecendo? Paraguaios estão cruzando a fronteira do Brasil para ir até Foz do Iguaçu (PR) abastecer o carro e fazer compras em supermercados, mesmo com a inflação aqui. Com a redução dos preços da gasolina pela Petrobras, aumentou o movimento de veículos nos postos de Foz do Iguaçu, que fica na fronteira com Ciudad del Este.

Qual o preço do combustível nos dois países? Em Foz do Iguaçu, o preço médio da gasolina comum é de R$ 5,90 e da aditivada R$ 5,96, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional de Petróleo). No Paraguai, onde há três tipos de gasolina, os valores variam, mas são todos mais altos. O combustível mais barato custa cerca de R$ 6,69 e o mais caro por volta de R$ 7,80.

Como está a procura? Gerente de três postos de combustível em Foz do Iguaçu, Marildo Matiello diz que, em um dos estabelecimentos, os paraguaios representam 50% da clientela. As vendas dobraram a partir do dia 20. Para conseguir atender os consumidores, o posto ampliou o horário de funcionamento de 22h para meia-noite.

A maioria dos paraguaios, conta Matiello, procura gasolina aditivada. Uma das explicações é o tipo de veículo. Boa parte é de grande porte, a exemplo dos SUVS, o que leva os proprietários a buscarem gasolina de melhor qualidade. Outra opção bastante procurada pelos paraguaios é abastecer na Argentina, onde o combustível está mais em conta, se comparado ao do Brasil, variando de R$ 3,40 a R$ 3,70.

Boa parte dos paraguaios que abastecem em Foz já tem o hábito de fazer compras na cidade. Os supermercados situados na região da Ponte da Amizade, via que liga Foz do Iguaçu a Ciudad del Este, são os que mais recebem os clientes estrangeiros.

Que outros produtos são mais baratos no Brasil? A lista de produtos de preço bom para os paraguaios no Brasil é grande. Frutas, verduras, café, chocolate, sucos, entre outros itens. Os paraguaios dizem que os preços em Foz são 30% a 40% mais em conta.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Hô pai bom é o Bolsonaro.
    O Véio Bolsonaro bom e generoso da porra.
    Assim o Véio vai infartar os esquerdistas que só querem miséria e fome do povo brasileiro.
    MITO reeleito e pronto.

  2. Tenho gente que acredita que LULA vai resolver os problemas do Brasil. Mesmo não concordando com algumas atitudes do presidente Bolsonaro, devemos reconhecer que o Brasil é referência para o mundo. Mas os potiguares acham LULA vai melhorar, então, boa sorte, eu não acredito em LULA.

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Geral

Famílias brasileiras comprometem quase 30% da renda com dívidas, maior patamar em 20 anos

Imagem: reprodução

Dados do Banco Central do Brasil mostram que as famílias destinam 29% da renda para dívidas desde outubro, o maior nível em 20 anos — sendo 10,38% para juros e 18,81% para o principal.

A inadimplência chegou a 6,9% entre o fim do ano passado e janeiro, acima dos 5,6% de um ano antes e no maior patamar desde 2012. Entre os mais pobres, o índice atinge 7,5% para atrasos acima de 90 dias.

O problema é puxado por linhas de crédito mais caras: rotativo do cartão (63,5% de inadimplência), cheque especial (16,5%) e cartão parcelado (13%). O crédito rotativo cresceu 31,2% em um ano, o parcelado 18,3% e o cheque especial 13,8%, enquanto o crédito livre subiu 12,4%. As taxas mensais chegam a 14,81% no rotativo, 9,43% no parcelado e 7,52% no cheque especial. A Selic está em 14,75% ao ano.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos, a inadimplência aumentou em todas as faixas de renda, com maior impacto em quem ganha até 3 salários mínimos.

Entre agosto de 2024 e julho de 2025, os gastos com crédito e juros pressionaram o consumo, refletindo no varejo. As vendas em shoppings cresceram apenas 1,2% em 2025, somando R$ 200,9 bilhões, abaixo da inflação.

A expectativa é de melhora a partir de agosto, com renegociação de dívidas e novas linhas como o consignado privado.

Mesmo com renda em alta, o peso das dívidas tem afetado a percepção econômica: pesquisa Datafolha mostra que 46% avaliam piora na economia (ante 41%), e 33% dizem que sua situação financeira piorou (ante 26%).

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Geral

Prêmio Trampolim da Vitória chega à sua 27ª edição celebrando o empresariado de Parnamirim

Foto: Divulgação

O Prêmio Trampolim da Vitória, é o evento mais tradicional e respeitado de Parnamirim, chega em 2026 à sua 27ª edição, reafirmando seu papel como a mais significativa premiação do segmento empresarial no estado do Rio Grande do Norte.

Idealizado pelo jornalista e promoter Rannier Lira, o prêmio tem como principal objetivo reconhecer e valorizar os empresários parnamirinenses que contribuem diretamente para o desenvolvimento do município, gerando emprego, renda e fortalecendo o comércio local.

Ao longo de quase três décadas, o evento se consolidou como uma vitrine de talentos e histórias de sucesso que impulsionam a economia da cidade.

A votação para a edição deste ano tem início amanhã, a partir das 10h, e estará disponível por meio de um link que será divulgado na página oficial do jornalista.

A participação popular é uma das marcas do prêmio, aproximando ainda mais a comunidade do reconhecimento aos destaques do município.

A celebração reúne anualmente mais de 70 empresas e empresários, além de convidados, personalidades que prestigiam esse grande encontro do empreendedorismo local.

Neste ano, mais uma vez, o evento será realizado no Gerbera Recepções, em Nova Parnamirim, com previsão para o final do mês de maio.

Para mais informações e acesso à votação, basta acompanhar o Instagram do jornalista Rannier Lira, @rannierlira onde o link será disponibilizado a partir desta quarta-feira.

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Brasil

VÍDEO: Lula promete reunião com supermercados e produtores para baratear alimentos


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse neste domingo (26.jan.2025) que irá conversar com atacadistas, donos de supermercados e produtores para tentar reduzir o preço dos alimentos no Brasil. A declaração foi feita em vídeo gravado na horta da Granja do Torto, em Brasília, e publicado pela primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, no Instagram.

“Vamos fazer quantas reuniões forem necessárias para tomar todas as decisões. A gente não quer ter inflação porque quem paga é você, é o trabalhador, é aquele que vai no supermercado comprar comida”, disse Lula.

O presidente elencou fatores que, segundo ele, contribuem para a alta dos preços: “A subida do dólar contribui para aumentar o preço da carne, da soja, do milho e de outros produtos que nós exportamos. Mas também temos que lembrar o fogo, o calor, a falta de chuva e o excesso de chuva”, afirmou.

Lula também citou a “capacidade de compra do povo” como um dos fatores. “Na hora que há um aumento na demanda, ou seja, na hora que o povo pode comprar mais, na verdade, os vendedores aumentam os preços. Então, ao aumentar o preço, a gente corre o risco de ter uma inflação. E a gente não quer ter inflação porque quem paga com a inflação é você, é o trabalhador, é aquele que vai no supermercado comprar comida”, disse.

“Nós estamos discutindo, vamos fazer muitas reuniões com atacadistas, com donos de supermercado, com produtores, para que a gente encontre uma solução para garantir que a comida chegue mais barata, de acordo com o seu poder de compra”, acrescentou.

A inflação dos alimentos subiu 8,23% em 2024, segundo o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). O abacate registrou a maior alta (174,7%), seguido pela laranja-lima (91,0%) e tangerina (74,2%).

As carnes bovinas tiveram aumento de 20,8% no ano passado, com destaque para cortes como acém (25,2%) e patinho (24,1%). Outros itens básicos também registraram altas expressivas: café moído (39,6%) e leite longa vida (18,8%).

ÍNDICES PREOCUPAM LULA

O governo de Lula se mobiliza no começo de 2025 em uma tentativa de baratear os alimentos ao longo do ano. O tema é caro para o governo petista, por causa do apelo social e da necessidade de melhorar os índices de popularidade.

Janeiro foi um mês com dificuldades de Lula frente aos brasileiros, especialmente por causa da crise sobre as regras de fiscalização do Pix.

A intenção de melhorar o custo da alimentação existe, mas os ministros estão perdidos quanto à forma de execução da empreitada. Parte da equipe defende que não haja impacto das medidas nas contas públicas. Outros já falam em aumentar subsídios e diminuir impostos, o que traz impacto nos cofres do Tesouro pelo lado das despesas e das receitas.

Poder 360

Vídeo: Metrópoles 

Opinião dos leitores

  1. 1-Vamos criar uma cadeia estatal de mercados e dar subsídios ao produtor.
    2-Não seria mais barato dar dinheiro para as pessoas?
    3- Boa, tome mais Bolsa-Família.
    4- Preços sobem (por que será, né?)
    5- Volte para casa 1.

    1. Imagine só o PT criando uma rede de supermercados…. entregando vocês sabem a quem para geri-los…. hahhahahahahaha!

  2. Reunião com supermercados? O correto deveria ser com os donos de supermercados, vai ensinar a mentir em relação a data de validade dos produtos? Imagina se uma idéia estapafúrdia dessa fosse no governo de Bolsonaro, ainda “jornalulistas” dando apoio e passando pano, o Brasil não é para amadores.

  3. Isso não da certo!
    Nunca deu.
    Todas as vezes gerou escassez, falta de produto nos supermercados.
    Tem que parar com a gastança, equilibrar os gastos e não controlar preços.
    Vai estourar outra bomba no colo dos brasileiros.

  4. Isso não da certo!
    Nunca deu.
    Todas as vezes gerou escassez, falta de produto nos supermercados.
    Tem que parar com a gastança, equilibrar os gastos e não controlar preços.
    Vai estourar outra bombo no colo dos brasileiros.

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Geral

Rússia pede que EUA parem com ultimatos contra o Irã

Explosão no Irã após ataque dos EUA e de Israel. — Foto: ATTA KENARE / AFP

O governo da Rússia pediu neste domingo (5) que os Estados Unidos parem de dar ultimatos contra o Irã, em uma aparente reação às ameaças feitas pelo presidente Donald Trump.

Segundo Moscou, “os EUA contribuiriam para os esforços de desescalada do conflito com o Irã ao abandonar os ultimatos”.
A fala ocorreu em uma ligação telefônica entre os ministros das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, e iraniano, Abbas Araqchi.

Trump voltou a ameaçar bombardear infraestrutura vital do Irã, o que pode configurar uma escalada maior ainda na guerra.

g1

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