Religião

Papa Francisco realiza missa de Páscoa após não participar da procissão da Sexta-Feira Santa por questões de saúde

Foto: Yara Nardi/Reuters

O Papa Francisco presidiu a missa de Páscoa neste domingo (31) em meio a preocupações renovadas com a saúde do pontífice de 87 anos.

Opinião dos leitores

  1. Vcs desmiolados e adoradores do bebim de nove dedos, que acreditam em Deus (deve existir) leiam, se não souber ler, pessam a alguém e vejam que o PAPA solicita um cessar fogo imediato entre o HAMAS e ISRAEL, atrelado a várias condições de ambos os lados, Israel deve permitir a chegada da ajuda comunitária a Gaza e o Hamas libertar imediatamente os reféns. O chifrudo de vcs se lambe pelo hamas, para variar, um bando de malucos que se escondem atrás dos palestinos.

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Geral

Morre Sebastião Salgado, um dos maiores fotógrafos do mundo, aos 81 anos

Foto: Joel Saget/AFP/Arquivo

Sebastião Salgado, considerado um dos fotógrafos mais importantes do mundo, morreu aos 81 anos. A informação foi confirmada pelo Instituto Terra, organização não-governamental fundada por ele.

Ele tinha um distúrbio sanguíneo causado por malária, que ele contraiu na Indonésia e não conseguiu tratar apropriadamente. Por isso, se aposentou do trabalho de campo em 2024, dizendo que seu corpo estava sentindo “os impactos de anos de trabalho em ambientes hostis e desafiadores”.

“Sebastião foi muito mais do que um dos maiores fotógrafos de nosso tempo. Ao lado de sua companheira de vida, Lélia Deluiz Wanick Salgado, semeou esperança onde havia devastação e fez florescer a ideia de que a restauração ambiental é também um gesto profundo de amor pela humanidade. Sua lente revelou o mundo e suas contradições; sua vida, o poder da ação transformadora”, diz o texto do Instituto Terra.

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Brasil

Defesa de Cid reforça delação e diz ao STF que militar cumpria dever legal

Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A defesa do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), alegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o militar apenas cumpria seu “dever legal” e não tinha poder de decisão nos fatos denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre o plano de golpe. Os advogados também reforçaram o que foi apresentado na delação do militar.

Em manifestação apresentada nesta quinta-feira (6), os advogados pedem a rejeição da denúncia. Caso isso não aconteça, o pedido é para que Cid seja absolvido sumariamente dos crimes de organização criminosa e tentativa de golpe de Estado.

A defesa requer ainda a absorção das acusações de dano ao patrimônio público, sustentando que a destruição de bens na invasão de 8 de janeiro estaria vinculada aos delitos maiores e, portanto, não deveria ser considerada separadamente.

A defesa cita um trecho da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, segundo o qual Mauro Cid, “embora com menor autonomia decisória, também fazia parte desse núcleo…” e atuava como “porta-voz de Jair Messias Bolsonaro e transmitindo orientações aos demais membros do grupo…”.

“Quem integra uma organização criminosa, integra, decerto, por vontade própria, jamais por representação de alguém”, argumenta. Os advogados sustentam que a PGR, com base na própria denúncia, estava ciente de que Mauro Cid apenas desempenhava sua função na ajudância de ordens da Presidência da República, “cumprindo, portanto, seu dever legal”.

Os advogados acrescentam: “Essa conduta de ‘porta-voz’ que lhe é atribuída pela Procuradoria-Geral da República era sua obrigação legal, vinculada ao estrito cumprimento de seu ofício, e, como tal, abrigada por uma excludente de ilicitude devidamente prevista no Código Penal”.

Na resposta à denúncia da PGR, a defesa de Mauro Cid também negou que o ex-ajudante de ordens tenha firmado um acordo de colaboração premiada sob coação, como argumentam o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados.

Os advogados afirmam que a decisão de celebrar o acordo partiu da própria defesa, tendo sido discutida com o tenente-coronel e sua família. Além disso, argumentam que o fato de o acordo ter sido firmado enquanto ele estava preso “trata-se apenas de uma circunstância processual de uma investigação com tamanha envergadura e que, evidentemente, ao ajustar um acordo, impunha a inclusão de uma cláusula que lhe restituísse imediatamente a liberdade assim que fossem, minimamente, comprovadas as informações prestadas na colaboração, como de fato o foram”.

CNN

 

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Mundo

Payton Gendron: Atirador que matou 10 em mercado dos EUA transmitiu ataque ao vivo em plataforma de streaming

Foto: BIGDAWG / BigDawg via REUTERS

A polícia identificou como Payton S. Gendron o atirador de 18 anos que matou 10 pessoas e feriou outras três em um mercado de Buffalo, no estado de Nova York, neste sábado. O ato de violência investigado como “crime de ódio” foi exibido ao vivo pela Twitch, plataforma de transmissão on-line.

A empresa confirmou que o ataque foi exibido no serviço e removeu o vídeo pouco mais de um minuto após o início. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, criticou a empresa, defendendo que o conteúdo deveria ter sido banido no primeiro segundo de transmissão.

O fato de que isso pode ser postado em uma plataforma é absolutamente chocante. Esses meios de comunicação devem estar mais vigilantes no monitoramento do conteúdo das mídias sociais — ressaltou em entrevista coletiva.

Em comunicado, a Twitch disse que ficou “devastada” ao saber do tiroteio e estava tomando medidas para que o vídeo não fosse compartilhado por nenhum outro usuário.

O usuário foi suspenso indefinidamente de nosso serviço e estamos tomando todas as medidas apropriadas, incluindo o monitoramento de quaisquer contas que retransmitam esse conteúdo”, diz a nota.

A emissora americana CNN obteve uma parte da transmissão ao vivo que mostra o suspeito chegando a uma loja da rede regional de supermercados Tops Friendly Markets. O vídeo é gravado do ponto de vista do atirador, enquanto ele entra no estacionamento do mercado. A imagem mostra o rosto dele no espelho retrovisor, usando um capacete e é possível ouvir ele dizendo: “Apenas tenho que ir em frente“. Logo em seguida, para na frente da loja. Cientes são vistos andando pelo estacionamento enquanto o suspeito chega.

Crime de ódio

O FBI investiga o caso como “crime de ódio” e “violência de extremismo racista“, disse à imprensa Stephen Belongia, agente especial da força em Buffalo.

Este foi um crime de ódio com motivação racial direta — disse John Garcia, xerife do condado de Eerie, onde fica Buffalo. — Isso foi uma pura maldade.

A autoridade disse que os investigadores estavam revisando um “manifesto” que se acredita ter sido publicado online pelo suspeito. O documento propaga ideias racistas contra negros e judeus. Conforme a CNN, o documento tinha pelo menos 180 páginas. O autor diz nas páginas que comprou munição por algum tempo, mas não levou a sério o planejamento do ataque até janeiro. Ele atribui à internet a maioria de suas crenças e se descreve como fascista, supremacista branco e antissemita.

O Globo com CNN 

Opinião dos leitores

    1. É o veinho magro chupado careca de esquerda, se fosse o Galegão, isso ocorria não

    2. O cara disse q Biden é de esquerda kkkkkk tá sabendo, ein, jovem?

  1. logo logo aparece um dizendo que o assassino nao pode ter seu video retirado. Que é censura. Que ele tem liberdade de expressao. Que quem quer a censura sao os comunistas, etc.

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Judiciário

Réu do 8/1 posta vídeo xingando ministros do STF e Moraes determina volta à prisão

Foto: André Ribeiro/Futura Press/Estadão Conteúdo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes mandou prender novamente um homem acusado de estar envolvido com os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, em oito de janeiro de 2023.

Marcos Soares Moreira estava solto desde maio e cumpria medidas cautelares, mas voltou a ser preso na sexta-feira (22) depois que postou um vídeo xingando os ministros do STF em suas redes sociais, na última quarta-feira (20).

Nas imagens, Moreira se refere nominalmente a Moraes e à presidente do STF, Rosa Weber, chamando-os de “bandidos” que “têm o poder da caneta na mão” e desafia o Supremo a voltar a prendê-lo.

“Eu jamais vou me curvar a vocês, bandidos, que tem o poder da caneta na mão, porém são bandidos. Alexandre de Moraes, Rosa Weber, todos vocês são bandidos, vagabundos, não vou me curvar a vocês. Querem me prender, podem prender”, disse Moreira.

Ainda nas imagens publicadas por Marcos Soares, o réu afirma ser indiferente aos mandatos do Supremo.

“Para mim é indiferente, vocês mandarem matar, vocês mandarem prender, só que vocês não vão me calar”, reforçou o réu.

Moraes havia proibido Moreira de usar as redes sociais quando lhe concedeu a liberdade. O ministro ressaltou o descumprimento da medida na decisão que determinou o retorno do réu à prisão.

“Mesmo ciente dessa proibição [de uso das redes sociais] e demonstrando total desprezo pela Justiça, o denunciado publicou dois vídeos na rede social TikTok, nos quais ataca esta corte e profere diversas ofensas à honra dos ministros que a integram. Em uma das publicações, convoca manifestantes para, no dia 12 de outubro de 2023, irem às ruas ‘contra essa pauta absurda que esta Justiça está colocando para ser votada para liberar o assassinato e o homicídio de bebês’”, escreveu Moraes na decisão.

Além da proibição do uso das redes sociais, Moreira estava obrigado a comparecer semanalmente ao Juízo de Execução; foi proibido de ausentar-se do país, com recolhimento do passaporte; teve a suspensão de qualquer documento de porte de arma de fogo; e foi proibido de se comunicar com os demais envolvidos.

A CNN não localizou a defesa de Moreira e o espaço segue aberto para esclarecimentos. A assessoria do STF ainda não se posicionou sobre o caso.

CNN Brasil, por Marcos Amorozo e Ana Patrícia Alves

Opinião dos leitores

  1. Esse careca é demais, respeitado e com autoridade dignifica a toga. Aguardemos agora a prisão do ex presidente, conhecido no mundo do crime pela alcunha de BOZO .

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Cultura

Fotógrafa Elke Cunha realiza mostra no Empório Rio Grande

Fotos: Elke Cunha/Divulgação.

O olhar de uma potiguar sobre a riqueza da fauna e da flora do Pantanal: o resultado está na mostra fotográfica “Biomas”, de Elke Cunha, sob a curadoria de Manoel Onofre Neto. A exposição será aberta nesta terça-feira (10), das 19 às 21h30, no Empório Rio Grande, Tirol. A fotógrafa e procuradora da Fazenda Nacional registrou o que viu para dividir a experiência que teve durante uma viagem ao Pantanal, mostrando o resultado de suas lentes curiosas e deslumbradas pela planície pantaneira.

Apreciadora da natureza desde criança, criada em fazenda, Elke viu esse sentimento ser renovado após uma viagem com a filha pelo Pantanal. “Fui impactada pela sinfonia de cores, sons, animais, de aves passando por você. A pessoa vai chegando na estrada e já tendo vários encontros com seres incríveis”, contou. Foi a partir desse impacto visual e ambiental que a procuradora passou a idealizar uma exposição sobre o que estava vendo.

A fauna pantaneira recebeu a maior atenção das lentes de Elke. Viu primeiro as belíssimas araras azuis, seguidas pelo soberano tuiuiú, a imponente onça pintada, e mais as capivaras, antas, e cobras. “O tuiuiú é o simbolo do pantanal e eu consegui registros bem interessantes deles, pois eles estavam olhando pra mim. Um olhar forte, de uma ave de 1,50m!”, disse.

Mais do que exibir imagens plasticamente bonitas de um lugar fascinante, Elke deseja que os visitantes da exposição se sintam tocados por um sentimento maior de preservação da natureza. “Ao chegar na minha exposição, quero que a pessoa tenha vontade de se aprofundar na matéria dos biomas, da preservação, da ecologia. Ver as imagens desses animais convida a pessoa a integrar essa luta da questão ambiental. Desperta o amor por esse bioma, acho que a história da vivência, do conhecimento, desperta na gente o desejo de proteger”, conclui.

Serviço:

Mostra fotográfica “Biomas”, de Elke Cunha. Abertura dia 10 (terça), das 19 às 21h30, no Empório Rio Grande, Av. Hermes da Fonseca, 1250, Tirol. Aberta até 20/10.

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Geral

Surfistas potiguares têm aparelhos eletrônicos e dinheiro furtados após quarto de hotel ser invadido no Peru

Foto: Reprodução

Dois jovens surfistas brasileiros tiveram o quarto de hotel invadido na cidade de Huanchaco, no Peru, que sedia uma etapa do circuito mundial Pro Junior, homologado pela World Surf League (WSL). Os potiguares Samuel Joquinha e Kayan Medeiros tiveram equipamentos e dinheiro furtados e lamentaram o incidente em vídeo publicado nas redes sociais nesta sexta-feira (21).

“Foi uma situação bem chata, bem constrangedora”, falou Kayan, 20 anos. “Durante a manhã, a gente saiu para tomar café, como todos os dias, e quando retornamos para o nosso quarto, vimos que o quarto estava arrombado. Todas as nossas coisas estavam jogadas no chão”, contou.

Segundo Kayan, o ladrão levou um computador MacBook, uma câmera, duas lentes, duas baterias, carregadores, além de US$ 400 e R$ 2 mil que estavam dentro de uma pochete. “Nunca na vida esperamos passar por isso”.

Câmeras e lentes foram furtadas do quarto — Foto: CedidaCâmeras e lentes foram furtadas do quarto — Foto: Cedida

O suspeito teria se hospedado no quarto ao lado dos surfistas, e uma falha na estrutura do hotel teria facilitado o acesso do ladrão, segundo os surfistas.

Kayan lembrou do “momento de pânico, de aflição, que a gente não sabia o que fazer”, e do apoio que recebeu de outros brasileiros que estavam no hotel.

“Espero que nunca mais aconteça isso. É uma situação que a gentre não deseja a ninguém, ainda mais estando fora do nosso país, que não é a nossa língua. Graças a Deus estamos bem fisicamente e vamos recuperar”, finalizou.

Samuel, que é filho do ex-surfista profissional Joca Júnior, que já foi campeão brasileiro, já havia disputado o torneio no Peru quando ocorreu o crime, enquanto Kayan havia apenas filmado o surfista nesta competição. Nenhuma prancha foi levada. Os dois retornam neste sábado a Natal.

g1-RN

Opinião dos leitores

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Mundo

Oito militares israelenses morrem em conflito com Hezbollah no Líbano

Foto: Forças de Defesa de Israel / Divulgação

Oito soldados israelense morreram nesta quarta-feira (2) durante embates diretos no sul do Líbano com membros do Hezbollah, segundo as Forças Armadas de Israel.

As mortes foram as primeiras de militares israelense desde que Israel invadiu o Líbano por terra, na semana passada, como parte da escalada de conflitos entre as forças israelenses e o grupo extremista.

O Exército de Israel não informou como os soldados morreram, mas, na terça-feira (1º), disse que militares israelenses haviam travado o primeiro combate direto com membros do Hezbollah desde o início da guerra na Faixa de Gaza — o Hezbollah, apesar de atuar no Líbano, apoia o Hamas, baseado em Gaza.

Em um comunicado, o Hezbollah afirmou que as mortes foram causadas pela detonação de um explosivo que pegou os militares de surpresa em um vilarejo do Líbano. O grupo extremista disse ainda que outros soldados de Israel morreram na ocasião.

O primeiro militar morto, identificado pelo Exército israelense no começo da manhã desta quarta-feira (2), foi Eitan Oster, de 22 anos, que fazia parte de um braço de elite das Forças Armadas israelenses especializada na luta contra guerrilhas.

Horas depois, mais sete baixas foram confirmadas e, após informar as famílias, as Forças de Defesa israelenses anunciaram os nomes dos militares mortos:

  • Capitão Harel Etinger, 23 anos, de Eli, um comandante de esquadrão na Unidade ‘Egoz’, Brigada de Comando
  • Capitão Itai Ariel Giat, 23 anos, de Shoham, um oficial na Unidade ‘Yahalom’, Corpo de Engenharia de Combate
  • Sargento de Primeira Classe Noam Barzilay, 22 anos, de Kokhav Ya’ir Tzur Yigal, um soldado na Unidade ‘Egoz’, Brigada de Comando
  • Sargento de Primeira Classe Or Mantzur, 21 anos, de Beit Aryeh-Ofarim, um soldado da Unidade ‘Egoz’, Brigada de Comando
  • Sargento de Primeira Classe Nazaar Itkin, 21 anos, de Kiryat Ata, um soldado da Unidade ‘Egoz’, Brigada de Comando
  • O sargento Almken Terefe, 21 anos, de Jerusalém, soldado da Unidade de Reconhecimento Golani, Brigada Golani
  • O sargento Ido Broyer, 21 anos, de Ness Ziona, soldado da Unidade de Reconhecimento Golani, Brigada Golani

 

O mesmo comunicado, liberado às 11h47 do horário de Brasília, diz que sete membros das tropas israelenses ficaram gravemente feridos em confrontos na fronteira e foram levados para o hospital. Em vídeo divulgado no Telegram,

Às 7h44, no horário de Brasília, o Hezbollah divulgou em seu Telegram um vídeo que mostra, supostamente, a evacuação dos feridos, de helicóptero.

Persona non grata

 

Israel declarou nesta quarta-feira (2) o secretário-geral da ONUAntónio Guterres, como “persona non grata” e disse que ele está proibido de entrar no país.

A decisão, inédita na guerra no Oriente Médio, é um protesto pelo fato de a ONU não ter condenado “de forma inequívoca” ataque com mísseis lançado pelo Irã ao território israelense na terça-feira (1º).

“Qualquer um que seja incapaz de condenar de maneira inequívoca o ataque hediondo do Irã contra Israel não merece pisar em solo israelense. Este é um secretário-geral anti-Israel, que dá apoio a terroristas, estupradores e assassinos”, declarou o ministro das Relações Exteriores, Israel Katz, em um comunicado.

 

Na terça (1º), após o ataque do Irã, o secretário-geral da ONU condençou “a ampliação do conflito no Oriente Médio, escalada após escalada”, mas não se referiu diretamente ao lançamento de mísseis por Teerã.

Na diplomacia, a classificação de alguém como “persona non grata” significa que essa pessoa — geralmente um chefe de governo ou um diplomata — não é bem-vinda em um país. A “persona non grata” não é necessariamente proibida de entrar no país.

No caso de Guterres, no entanto, sua entrada em Israel também foi banida, ainda de acordo com o chanceler israelense.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foi declarado persona non grata por Israel em fevereiro. Na ocasião, o governo israelense retaliou após Lula comparar os bombardeios na Faixa de Gaza ao Holocausto, quando milhões de judeus foram exterminados pelo regime nazista de Adolf Hitler.

A ONU ainda não havia se manifestado sobre a classificação de Israel a Guterres até a última atualização desta reportagem.

Fonte: g1

Opinião dos leitores

  1. Terrível, tão jovens e morrendo desnecessariamente. Não conseguem parar de invadir os territórios vizinhos e matar quem se colocar em seus caminhos. E com o apoio americano, aí tudo fica mais fácil.

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Geral

Lula diz que ONU é “insignificante” em discurso para o Banco do Brics

Foto: Marcelo Câmara/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a atuação da ONU (Organização das Nações Unidas) no conflito entre Israel e Palestina. As declarações foram feitas nesta sexta-feira (4) durante seu discurso na abertura da reunião do Banco do Brics, no Rio de Janeiro.

O chefe do Estado brasileiro questionou a eficácia da ONU em resolver o conflito e estabelecer um Estado Palestino. Lula falou sobre aquilo que considera uma crise de liderança global durante seu pronunciamento aos representantes dos países do Brics.

“Nunca vi o mundo tão carente de lideranças políticas como hoje. Há muito tempo não via nossa ONU tão insignificante como se apresenta hoje”, disse Lula durante seu pronunciamento.

O presidente brasileiro voltou a afirmar que as ações militares israelenses em Gaza são genocídio. “Uma ONU capaz de criar o Estado de Israel não é capaz de criar o Estado Palestino, não é capaz de fazer um acordo de paz para impedir o genocídio de mulheres e crianças em Gaza”, afirmou.

Ao final de seu discurso, o presidente brasileiro defendeu a criação de uma nova moeda comum para transações comerciais entre os países do Brics.

“É por isso que a decisão de vocês de uma nova moeda de comércio é extremamente importante, tem problemas, eu sei, mas se não encontrarmos uma nova fórmula, terminaremos o século 21 como terminamos o 20. E isso não será benéfico para a humanidade”, declarou.

O presidente declarou que existem desafios para implementar esta proposta, mas enfatizou sua importância para o futuro das relações comerciais do bloco. A reunião contou com a participação de representantes dos países que compõem o grupo econômico.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Mentindo ele não está. Precisou os EUA se meter para parar a guerra. A ONU não se pronunciou em nada.

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Mundo

ONU corre o risco de acabar se houver guerra maior, avalia especialista

Foto: ONU/Elma Okic

Nos últimos meses, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apontou que a “Terceira Guerra Mundial não está muito distante”, especialmente com o avanço das guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.

O professor Vitelio Brustolin, da Universidade Federal Fluminense (UFF) alerta que a Organização das Nações Unidas (ONU) corre o risco de colapsar caso um conflito de escala global ocorra.

Durante participação do WW Especial, o especialista avalia que, com uma nova guerra global, a ONU pode ter o mesmo fim da Liga das Nações, que chegou ao fim durante a Segunda Guerra Mundial.

Brustolin explica que a ONU foi estruturada com base em dois conceitos fundamentais: o princípio do idealismo na Assembleia Geral, onde cada um dos 193 países membros tem direito a um voto, e o Conselho de Segurança, destinado às potências mundiais para manutenção da paz.

No entanto, o professor ressalta uma falha crítica neste sistema: “O problema é que o Conselho de Segurança não tem conseguido evitar guerras”.

O dilema da eficácia da ONU

Apesar das críticas, Brustolin reconhece o valor histórico da organização: “A ONU, quando a gente olha para a perspectiva histórica, é o que de melhor nós desenvolvemos na história do direito internacional”.

“Muitos colegas meus acreditam que não é a ONU que ajuda a evitar guerras, mas sim o equilíbrio de poder, a balança de poder que vem da posse de armas nucleares”, afirma Brustolin, referindo-se ao equilíbrio que prevaleceu durante a Guerra Fria.

O especialista aponta que a possibilidade de um colapso do bloco em face de uma guerra maior não apenas ameaça décadas de esforços diplomáticos, mas também coloca em xeque a estrutura atual de governança global.

CNN

Opinião dos leitores

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Geral

Em Assembleia Geral da ONU, Brasil pede cessar-fogo e respeito ao direito humanitário na Ucrânia

Embaixador Ronaldo Costa Filho, reiterou a postura brasileira em busca do diálogo durante Assembleia Geral emergencial da ONU | Foto: Wilson Dias/EBC

Após uma série de discursos de países que condenaram a Rússia na Assembleia Geral da ONU emergencial convocada para esta segunda-feira (28), em Nova York, o representante do Brasil na Organização das Nações Unidas (ONU), embaixador Ronaldo Costa Filho, reiterou a postura brasileira em busca do diálogo.

“Essa situação não justifica de forma alguma. O uso de força contra a soberania e integridade territorial de qualquer Estado-membro vai contra as normas e princípios mais básicos e é uma violação clara da Carta da ONU“, disse Costa Filho. “O Brasil reforça seus pedidos de um cessar-fogo imediato na Ucrânia, bem como o respeito pelo direito humanitário internacional”, defendeu.

Em meio a ordem do presidente da Rússia, Vladimir Putin, para que militares russos deixem de prontidão o arsenal nuclear do país, Costa Filho também pediu cautela para não ampliar as tensões na Europa Oriental. O embaixador brasileiro afirmou ainda que o enfraquecimento do Acordo de Minsk foi uma consequência de ações de todos os lados. A falta de aplicação do tratado é um dos motivos que a Rússia usa para justificar a invasão à Ucrânia. “Vemos uma sucessão de eventos que se não forem contidos em breve levarão a um confronto muito mais amplo. Todos sofreram, não só aqueles envolvidos na guerra”.

Sem críticas diretas a Rússia, o Brasil agradeceu aos países que estão recebendo refugiados, inclusive brasileiros pediu a todos os envolvidos que reavaliem as suas decisões sobre o fornecimento de armas, o recurso de ataques cibernéticos e aplicação de sanções seletivas que podem prejudicar a economia mundial, especialmente a produção de alimentos.

Diário do Poder

Opinião dos leitores

    1. É mesmo, dona Maria? Imagina a senhora aguentar mais 4 anos! Serão muitas frases bobas dessa que a senhora tem que tirar da cartola, né? Vai escrevendo aí logo algumas! Pode repetir. Faz igual ao mané. A única palavra que ele conhece é rachadinha. Apesar de não gostar. Tenho certeza.

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Agendão

Comunidade Católica Maria Mater realiza II Bazar de Natal

Cedida

 

A Comunidade Católica Maria Mater, uma associação cristã sem fins lucrativos, realizará hoje (6) e amanhã (7)de dezembro o “II Bazar de Natal”. O evento acontecerá na rua Ceará Mirim, 260 – Tirol, na sede da Maria Mater.

“Realizaremos o II Bazar de Natal no formato presencial, com a exposição das peças e a presença dos artesãos, com artigos de preço justo e parte da renda será revertida para a comunidade católica”, explica a organizadora Kaliny Goes.

À frente da Maria Mater, Rejane Rodrigues coordena o funcionamento das atividades e destaca a importância do evento para a manutenção da sede e dos trabalhos realizados pela comunidade.

“O Bazar ajudará com os recursos que precisamos para continuar nossas ações diárias aqui na casa”, ressalta.

A Maria Mater é uma comunidade de utilidade pública missionária, ligada à Arquidiocese e Paróquia da Catedral de Nossa Senhora da Apresentação, tendo como ponto forte à Adoração Perpétua.

Comunidade Maria Mater

Fundada em 31 de maio de 1995, a Comunidade tem caráter Espiritual, Social, e Cultural. Atua em um novo chamado de Espiritualidade com Batismo no Espírito Santo e Renovação Carismática Católica. 

Além de desenvolver atividades catequéticas em bairros carentespresta assistência espiritual/psicológica através de grupos de oração e ou individualmente, acolhe com estadia e alimentação pessoas vindas de cidades vizinhas para Adoração à Jesus Eucarístico. Mensalmente são distribuídas cestas básicas entre outras ações. Por ser uma instituição sem renda própria, durante todo ano realizamos Eventos com objetivo de angariar fundos para manutenção da Comunidade. 

Daí, mais um evento, O II Bazar de Natal, estará sendo realizado nos dias 6 e 7 de dezembro, na própria 

Comunidade com a participação de vários artesãos como fios da Kaká, conlinhas, melogarte, cedro, divino bolo entre outros.

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Televisão

Globo defende Mônica Waldvogel após críticas por fala sobre ligação do PT com o Hamas

Foto: Daniela Toviansky/Globo

Após críticas nas redes sociais, a Globo defendeu a jornalista Mônica Waldvogel, que nesta segunda-feira (9), falou no Em Ponto, da GloboNews, sobre uma suposta ligação entre o PT (Partido dos Trabalhadores) e o Hamas. O grupo terrorista atacou Israel no sábado (7) e desencadeou uma troca de ataques na região do Oriente Médio.

Durante a cobertura sobre o conflito, a âncora do matinal afirmou que esse suposto vínculo entre o partido e o grupo terrorista é o que teria levado o governo brasileiro —liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, que é do PT— a não repudiar diretamente os ataques do grupo.

“Um dos pontos que chamaram a atenção foi o fato de que o governo brasileiro procurou não mencionar o nome do grupo Hamas. Há relações de parte do Partido dos Trabalhadores, de encarar como resistência, por causa do fato de que não há negociações para oferecer o melhor status para a Palestina”, disse a jornalista.

O vídeo viralizou. Nomes ligados à esquerda na internet criticaram a fala e afirmaram ser uma notícia falsa. Nos bastidores, deputados do PT também se queixaram com jornalistas do canal de notícias da Globo em Brasília.

Procurado pelo F5, o PT não se pronunciou sobre a afirmação de Mônica Waldvogel. Já a Globo diz que não houve erro e que a informação é verdadeira.

Segundo a emissora, em 2021, alguns deputados do PT divulgaram um manifesto defendendo o Hamas como resistência a Israel, que não negociaria para que o povo palestino tivesse paz.

A emissora diz que a apresentadora vai voltar ao assunto na próxima edição do programa, na terça-feira (10), para explicar o que quis dizer.

F5 – Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

  1. É tão falsa igual a Lula ser contra o aborto e legalização das drogas. A repórter só falou a verdade. Infelizmente, deve perder o emprego. O PT não vai bancar a globo pra falar a verdade sobre a quadrilha, tem que omitir. Cadê as imagens de Roma? Quem matou Mariele? Quem organizou a festa em Israel? Ninguém fala mais?

  2. Hoje em dia é assim… Se você defende seu ponto de vista ou fala a verdade, sobre determinado assunto e se for contrário ao posicionamento de certos grupos, pronto você é taxado de tudo que é ruim…

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Mundo

Zelensky deixa Casa Branca sem garantias, mas aposta em Trump para cessar-fogo

Foto: Nathan Howard/Reuters

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, encerrou nesta sexta-feira (17) sua terceira visita à Casa Branca em 2025 sem obter compromissos concretos sobre o futuro da guerra contra a Rússia. Mesmo assim, declarou confiar na capacidade de Donald Trump para intermediar um cessar-fogo. Durante o encontro, Zelensky solicitou o envio de mísseis Tomahawk — armamento de longo alcance capaz de atingir até 880 km/h e transportar 450 kg de explosivos —, mas não recebeu sinal verde do governo americano.

As informações são da coluna do William Waack, da CNN. Trump disse preferir que o conflito chegue ao fim sem o uso dos Tomahawks, classificando-os como “muito poderosos” e afirmando que os EUA precisam manter parte do arsenal em território próprio. “Espero que consigamos acabar com o conflito sem pensar em Tomahawks. Acho que estamos bem próximos disso”, declarou. Zelensky, por sua vez, afirmou que Moscou está “assustada” com a possibilidade de Kiev obter os mísseis.

Na tentativa de aproveitar o momento de alta diplomática de Trump, após o cessar-fogo em Gaza, o líder ucraniano parabenizou o republicano e disse enxergar uma oportunidade para encerrar a guerra. “Acho que este é um momento propício para encerrar a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Entendemos que Putin não está pronto, mas tenho confiança que podemos acabar com o conflito”, disse Zelensky.

Após a reunião, Trump sugeriu que a solução poderia passar por congelar as linhas de fronteira atuais, mantendo os territórios ocupados como estão. A declaração ocorreu um dia depois de uma ligação telefônica com Vladimir Putin, que também felicitou o americano pelo acordo no Oriente Médio. Trump e Putin devem se encontrar em breve em Budapeste, na Hungria — local simbólico, já que foi lá, em 1994, que a Ucrânia abriu mão de seu arsenal nuclear em troca de garantias de segurança que se mostraram insuficientes para evitar a invasão russa.

Com informações da CNN

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Guerra

Grupo de 32 brasileiros é resgatado da Cisjordânia, na Palestina

Foto: Divulgação

A Operação Voltando em Paz realizou nesta quarta-feira (1°) mais uma ação para repatriar brasileiros da zona de conflito no Oriente Médio, dessa vez da Cisjordânia. Foram resgatados 32 passageiros (30 brasileiros, uma jordaniana e um palestino, ambos casados com brasileiros) que manifestaram interesse em deixar a Palestina.

Eles foram conduzidos em vans e ônibus de 11 cidades diferentes da Cisjordânia até a cidade de Jericó. De lá, todos cruzaram a fronteira em um ônibus fretado pelo governo brasileiro até Amã, a capital da Jordânia, em um deslocamento de pouco mais de uma hora.

O embaixador do Brasil na Cisjordânia, Alessandro Candeas, informou que os veículos foram identificados com a bandeira do Brasil para evitar bombardeios. “Para fins de segurança, as placas, trajetos e listas de passageiros foram informados às autoridades da Palestina e de Israel”, destacou.

Os brasileiros já embarcaram no Aeroporto Internacional Queen Alia, em Amã, em uma aeronave cedida pela Presidência da República, e devem pousar na Base Aérea de Brasília às 5h30 desta quinta-feira (2). Já no território nacional, eles seguirão para cinco capitais – São Paulo, Florianópolis, Recife, Rio de Janeiro e Curitiba –, além de Foz do Iguaçu (PR).

Com isso, o total de brasileiros repatriados da região do conflito chega a 1.446. Foram oito voos patrocinados pelo governo brasileiro.

Outro grupo, de 34 brasileiros e familiares, ainda aguarda para deixar a Faixa de Gaza. Eles estão no Sul do enclave, nas cidades de Khan Yunis e Rafah, próximos à fronteira com o Egito.

Nesta quarta-feira (1), a fronteira foi aberta pela primeira vez desde o início do conflito para a saída de palestinos feridos e de um grupo de cerca de 450 estrangeiros.

“Novas listas serão publicadas em breve e nossos brasileiros devem estar nelas”, afirmou o embaixador Candeas.

Agência Brasil

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Geral

Exploração sexual infantil na internet bate recorde em 2023; número de denúncias aumentou 28%

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

As denúncias da presença de imagens de abuso e exploração sexual infantil na internet bateram recorde em 2023 – resultado é o maior da série histórica, iniciada em 2006.  Foram 71.867 queixas no ano passado, número 28% superior ao recorde anterior, registrado em 2008 (56.115 denúncias). Em relação a 2022, houve alta de 77,1%. Os dados, divulgados hoje (6), são da organização não governamental (ONG) Safernet.

Segundo a ONG, três fatores principais motivaram o aumento das denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil: as demissões em massa realizadas pelas big techs, que atingiram as equipes de segurança, integridade e moderação de conteúdo de algumas plataformas; a proliferação da venda de imagens de nudez e sexo autogeradas por adolescentes; e o uso de inteligência artificial para a criação desse tipo de conteúdo.

As denúncias de imagens de abuso e exploração sexual infantil, somadas a outras violações de direitos humanos ou crimes de ódio na internet (xenofobia, tráfico de pessoas, intolerância religiosa, neonazismo, apologia a crimes contra a vida, racismo, LGBTfobia, e misoginia) também foram recorde. Em 2023, a Safernet recebeu um total de 101.313 queixas – o recorde anterior, registrado em 2008, totalizou 89.247 denúncias.

Entre os crimes de ódio praticados na internet destacaram-se as altas, em relação a 2022, de 252,25% das denúncias de xenofobia, e de 29,97% de intolerância religiosa na rede. De acordo com a ONG, o crescimento das queixas desses dois crimes está atrelado à guerra na Faixa de Gaza, na Palestina, no Oriente Médio.

Houve queda no número de denúncias de três crimes de ódio entre 2023 e 2022: racismo, que caiu 20,36%; LGBTfobia, -60,57% e misoginia, -57,56%. Segundo a Safernet, a queda nas denúncias desses tipos de crimes em 2023 já era esperada, uma vez que essas denúncias aumentam em anos eleitorais, comportamento registrado em 2018, 2020 e 2022.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

    1. Fala isso para as duas professoras da UFRN, a sua turminha ! Vá se tratar seu doente. Certeza vc vive mamando na teta do governo!

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