A região nordeste tem passado por um outono com muitas chuvas. Essas chuvas favorecem o surgimento de casos de doenças como a leptospirose, uma vez que o contágio da doença ocorre pelo contato da água contaminada de enchentes, enxurradas, alagamentos, esgotos, barro e lama com a pele. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal salienta os cuidados para controle da doença e redução da presença e proliferação de ratos.
Em 2023, dois casos confirmados para leptospirose foram registrados no município nos bairros de Rocas e Pajuçara, respectivamente. Este ano já foi contabilizado um caso confirmado no bairro de Potengi, e com a chegada do período chuvoso reforça os cuidados contra a doença.
A leptospirose é uma infecção transmitida pelo contato direto ou indireto com a urina de animais infectados pela bactéria Leptospira, sobretudo do rato. Dentre os sintomas da fase precoce constam: febre, dor de cabeça, dor muscular, principalmente nas panturrilhas, falta de apetite e náuseas ou vômitos. É uma doença aguda que pode evoluir para casos mais graves e levar a óbito se não identificada e tratada a tempo.
Os ratos urbanos são os principais responsáveis pelo contágio, por se alojarem em áreas onde não há segurança sanitária, assim como espaços que não são higienizados. A prevenção pode ser feita seguindo as recomendações de jogar o lixo no local correto, ingerir água potável, lavar bem os alimentos antes do consumo e guardá-los em vasilhas com tampa, manter a higienização de espaços públicos, casas, terrenos baldios, entre outras medidas, além de evitar o contato com água ou lama de enchentes e impedir que crianças tenham contato com essas águas, todas essas ações são essenciais para evitar a presença de transmissores de Leptospirose.
O indivíduo que apresentar algum desses sintomas após contato com águas de enchente ou esgoto deve procurar imediatamente alguma Unidade Básica de Saúde mais próxima da sua residência. O diagnóstico e o tratamento são a melhor solução para evitar casos mais graves da infecção.
Em agosto deste ano o comércio varejista do Rio Grande do Norte registrou aumento de 6,8% no volume de vendas, em comparação ao mesmo mês no ano passado. Para a Fecomércio RN, os dados – divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (10) – refletem bom momento da economia potiguar, marcado por mais emprego e menos endividamento.
“Tivemos, neste ano, o melhor agosto para geração de empregos desde 2021. No RN, mais de 7 mil vagas formais foram abertas, que ajudaram a aumentar o poder de consumo das famílias potiguares. As vendas do varejo também foram afetadas diretamente pela queda no endividamento, que em Natal, por exemplo, já vinha diminuindo há seis meses” explicou o presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz.
O desempenho positivo do comércio potiguar também pode ser observado pela variação acumulada ao longo de 2024. De janeiro a agosto, as vendas do varejo do RN somam alta de 5,7% em comparação ao mesmo período do ano passado. O resultado supera a média registrada no país, que foi de +5,1%; e o crescimento de outros estados da região Nordeste, como Sergipe e Pernambuco, que também apresentaram aumento de 5,1% nas vendas do comércio varejista.
De acordo com o presidente da Fecomércio RN, o resultado é importante para abrir o segundo semestre com otimismo, principalmente diante do desempenho apresentado pelos negócios do segmento no ano passado. Em 2023, as vendas do comércio varejista no estado encerraram o ano registrando retração de 0,8%.
“Ainda temos datas muito aguardadas pelo varejo, como a Black Friday e o Natal, pela frente; então é muito importante que a economia do RN continue crescendo nos próximos meses”, destaca Marcelo.
O icms reduzido é pai dessa proeza e o governo do estado briga pra aumentar o icms, o governo é ruim de matemática não percebe que aumentar o icms pode inclusive reduzir aarrecadação! Alguém ensine a curva do Laffer pra KADu que se mostra até então um perfeito analfabeto no assunto
A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira verde no mês de junho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a agência, dessa forma, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.
É o segundo anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Em maio, a agência já havia acionado a bandeira verde. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.
Bandeiras Tarifárias
Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.
Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre um acréscimos, que variam de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido a 9,492 por 100 kWh.
O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.
Mais de 21% dos usuários de transporte por aplicativo em Natal fazem uso da plataforma para trabalhar, enquanto cerca de 42% usam para lazer. Esses dados foram descobertos por meio de uma pesquisa feita pela Fecomércio RN para mapear o perfil dos usuários de transporte por aplicativo em Natal.
A iniciativa está inserida no projeto Ecossistemas de Competitividade e Inovação em Comércio e Serviços (ECICS) da entidade. A pesquisa ouviu 605 usuários de transporte por aplicativos, residentes em Natal, no mês de março.
O estudo teve como objetivo identificar os hábitos de consumo, aplicativos mais utilizados, frequências de uso, gastos, e principais problemas enfrentados na utilização do serviço. A margem de erro atingido da pesquisa é de 3% com intervalo de confiança de 95%. Em média, 80% dos natalenses já usaram, pelo menos uma vez, os serviços de transporte por aplicativos.
Dentro do universo de pessoas ouvidas, 42,31% afirmaram que utilizam o serviço para lazer, enquanto 21,16% dos usuários acionam o transporte por aplicativo para trabalho. Perguntados sobre a frequência, 27,27% das pessoas disseram que usam o serviço de duas a seis vezes por semana, já 19,83% dos entrevistados usam apenas uma vez a cada semana.
Para 27,93% dos usuários, a principal motivação para utilizar o transporte por aplicativo é a economia de tempo. Em segundo lugar aparece facilidade e conforto com 26,12%. Segurança e preço representam 15,54% e 13,72%, respectivamente. A pesquisa da Fecomércio RN também constatou que 42,15% dos usuários avaliam positivamente o serviço de uma forma geral, com notas entre 9 e 10.
Dentre os principais problemas relatados pelos entrevistados na pesquisa estão cancelamento (62,91%), espera (48,55%) e preço (18%).
O Banco Central (BC) projetou, para 2022, alta de 1,7% do Produto Interno bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A previsão anterior, divulgada em março, era de um crescimento de 1%. A revisão foi apresentada hoje (23) pelo diretor de Política Econômica do BC, Diogo Abry Guillen, em coletiva de imprensa que contou com a participação do presidente do BC, Roberto Campos Neto.
O anúncio foi uma prévia do relatório trimestral de inflação, adiado para o dia 30, devido à greve de servidores do órgão.
De acordo com nota do BC, há expectativa de “arrefecimento da atividade no segundo semestre” em decorrência dos “os efeitos cumulativos do aperto monetário; da persistência de choques de oferta; e das antecipações governamentais às famílias para o primeiro semestre”.
Guillen cita como principais componentes da demanda doméstica a alta no consumo das famílias e o recuo dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo – FBCF).
Inflação
O BC aumentou as projeções para a inflação nos próximos três anos. Para 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) projetado passou dos 6,3%, previstos em março, para 8,8%, nesta projeção de junho. O centro da meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano está em 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para 2023, ano em que a meta está em 3,25%, o BC projeta inflação de 4%, ante aos 3,1% divulgados em março. Já para 2024, ano em que a meta definida pelo CMN está em 3%, as projeções passaram de 2,3% para 2,7%.
Conforme as eleições se aproximam, os golpistas digitais acabam aproveitando o momento para cometer crimes. Por conta disso, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), emitiu um alerta para um golpe que envolve o uso do título eleitor como uma isca para roubar dados dos usuários.
De acordo com o TSE, o teor dos comunicados tem um padrão: normalmente há a informação de uma suposta irregularidade cadastral junto à Justiça Eleitoral que pode causar, se já não causou, o cancelamento do título de eleitor. Depois disso a pessoa recebe um link para poder “regularizar” essa pendência, e então ela deverá informar dados como o CPF, por exemplo. E depois que os bandidos capturam essas informações eles podem usar para cometer crimes em nome da vítima.
Essas mensagens falsas podem chegar pelo WhatsApp, Instagram, e-mail, Telegram e até mesmo SMS; por isso, é bom ficar atento. Por causa disso, o TSE faz questão de ressaltar que: “a Justiça Eleitoral jamais comunica o cancelamento de títulos de eleitor ou alguma irregularidade cadastral mediante mensagens de e-mail ou aplicativos como WhatsApp ou Telegram. Além disso, nenhum dado pessoal é solicitado por esses meios”.
Normalmente os links levam até sites que simulam os canais oficiais do governo, mas eles podem ter erros ortográficos grosseiros, ou imagens distorcidas. Além disso, é importante ver se o endereço que aparece na barra do navegador termina com “jus.br”
O Tribunal informa ainda que no serviço de “Autoatendimento do Eleitor” o leitor pode consultar sua situação cadastral com segurança. O eleitor também tem a opção de entrar em contato com a Ouvidoria do TSE, caso tenha alguma dúvida sobre links recebidos.
Gérson a única vergonha aqui é a tua seu sem vergonha PETRALHA o único idiota aqui querendo falar pelos cidadãos é tu mesmo só que tu não tem procuração para falar pelo povo e a única falta de sintonia de Jair Bolsonaro é com a bandidagem. Criadores de crises são gente da tua laia que entram em rede social para ficar caluniando e difamando o melhor presidente da história do Brasil. Jair Bolsonaro é o único presidente que de fato defendeu e ficou ao lado do povo Brasileiro O único que defendeu e investiu na saúde pública e deixe de ser mentiroso desde o segundo ano de governo Jair Bolsonaro criou o maior programa de transferência de renda do mundo o auxílio emergencial pagando até R$ 1.200,00 seu conversador de asneira e ainda criou o renda Brasil pagando 400 quatro vezes mais do que o bolsa esmola do PT e agora Bolsonaro aumentou para 600 reais sem falar que Bolsonaro comprou e pagou todas as vacinas transformou o BRASIL no terceiro país que mais vacinou no mundo e ainda mandou milhões e milhões para prefeitos e governadores CÃOMUNISTAS PETRALHAS comprarem respiradores e construírem hospitais de campanha e os PETRALHAS roubaram o dinheiro. Jair Bolsonaro o único político que sempre defendeu o tratamento precoce que salvou milhares de vidas. E verdadeiro gângster é aquele que mente e apoia políticos CÃOMUNISTAS PETRALHAS Bandidos e fica caluniando e difamando presidente honesto e Cristão
O GOLPE É O PRÓPRIO TSE ANTRO DE CÃOMUNISTAS PETRALHAS QUE ORGANIZAM ELEIÇÃO COM APURAÇÃO SECRETA SEM RECONTAGEM DE VOTOS E COM MINISTROS CÃOMUNISTAS CRIMINOSOS A FRENTE DA APURAÇÃO
A vergonha desses bolsotralhas vai ser enorme mesmo, isso sim, um bocado de idiotas não perceberem a total falta de sintonia entre esse imbecíl é o cidadão. Palavriado rasteiro, criador de crises, apatia com o sofrimento das pessoas nas necessidades básicas e da saúde pública. Agora, no último segundo do catastrófico governo, vem casa uma esmola de 600 reais, redução de impostos, baixando combustíveis e até afirmando que acreditou na vacinação como a fórmula pra acabar com a pandemia, é muita cara de pau. Pois passou 99% do seu tempo no governo fazendo exatamente o contrário é dizendo que o país não podia atender a população. Com certeza, está usando a fórmula utilizada pelos piores tipos de políticos, esse é um verdadeiro gângster!
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou na sexta-feira (8) 63 dispositivos da proposta que flexibiliza regras de licenciamento ambiental e enviou ao Congresso um projeto de lei e uma Medida Provisória (MP) para que o modelo de Licença Ambiental Especial (LAE) entre imediatamente em vigor, mas sem a previsão de análise em uma só etapa, como o texto original do Congresso previa. No entendimento do governo, o conjunto apresentado dá maior agilidade para o licenciamento de empreendimentos, sem deixar de lado a análise técnica que dimensiona os impactos.
Foram vetadas, por exemplo, a possibilidade de a Licença por Adesão e Compromisso (LAC), conhecida como autolicenciamento, ser usada para obras consideradas de médio potencial poluidor. Essa modalidade possibilita que a autorização seja concedida ao empreendedor que assegure que seguirá as normas estabelecidas — o governo defende que o aval seja possível apenas para obras de baixo impacto.
Também foram barradas a permissão para que cada estado ou município tenha regras de licenciamento ambiental, sem padronização nacional; a restrição para a consulta de povos indígenas e comunidades quilombolas quando seus territórios forem impactados; e a retirada do regime de proteção especial para a Mata Atlântica em relação à supressão de floresta nativa — a lei aprovada retirava poder do Ibama.
Em relação à implementação da LAE, proposta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), o governo elogiou o que chamou de “inovação importante”, mas apresentou uma MP para assegurar que os três ritos tradicionais de avaliação de impactos ambientais sigam ocorrendo. A mudança atende ao pedido de ambientalistas, que viam riscos caso a avaliação ocorresse de uma só vez.
“Não haverá licenciamento monofásico. Todas as fases serão cumpridas. O licenciamento ambiental é a espinha dorsal da proteção ambiental”, afirmou a ministra Marina Silva (Meio Ambiente).
Para o secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, o modelo vai “aumentar a capacidade de resposta dos órgãos públicos” para iniciativas prioritárias.
“Como o caso do Rio Grande do Sul, com eventos climáticos, que passam a exigir decisões estruturantes rápidas”, exemplificou Capobianco.
Além de situações inesperadas, esse formato pode ser usado, por exemplo, em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A LAE dá prioridade a “atividades ou empreendimentos estratégicos” definidos pelo Conselho de Governo, ainda que a iniciativa “seja utilizadora de recursos ambientais, efetiva ou potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente”.
Esse colegiado que dará as definições é formado por todos os ministérios da Esplanada, mas a forma de atuação ainda será regulamentada. Assim, os empreendimentos estratégicos terão que ser avaliados em até um ano, segundo a MP, e terão equipes especialmente dedicadas às análises.
“Adotamos quatro diretrizes principais: garantir integridade do processo de licenciamento, dar segurança jurídica para os empreendimentos e para os investidores, assegurar direito dos povos indígenas e incorporar inovações para licenciamento. Independentemente de quais sejam os projetos estratégicos, terão que cumprir os requisitos ambientais, como é hoje. A única diferença é que vamos ter um tratamento de “fast track”. Como no caso do apagão, que tivemos que acelerar licenciamento de usinas hidrelétricas no início do século XXI”, pontuou a secretária executiva da Casa Civil, Míriam Belchior.
Marina ressaltou que o fato de o modelo ser o que propõe mais agilidade não significa que a resposta será sempre positiva para o aval à intervenção.
Lula não participou da apresentação porque viajou para o Acre e Rondônia. Em publicação nas redes sociais, disse que fez “vetos estratégicos para proteger o meio ambiente, garantir os direitos de povos indígenas e quilombolas e oferecer segurança jurídica a quem quer investir”.
Entidades ligadas à proteção do meio ambiente elogiaram o conjunto proposto pelo governo. Para o Greenpeace, houve um “esforço de tentar preservar o meio ambiente, a segurança jurídica e a vida das pessoas” e de “conciliar a integridade do licenciamento ambiental com o desenvolvimento econômico”. O Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) destacou o fato de a “comunidade científica e a sociedade civil” terem sido ouvidas”, enquanto o Instituto Socioambiental (ISA) ressaltou a “demonstração de um compromisso do governo com a proteção da natureza, com toda a sociedade e com o combate às mudanças climáticas”.
Os vetos serão analisados pelo Congresso. Marina disse que o trabalho foi feito “artigo por artigo” e com respeito às “contribuições” do Parlamento das esferas de governo, incluindo estados e municípios.
“O diálogo com o Congresso é permanente e tivemos consensos que se refletem na sanção. As divergências estão nos vetos, que estão sendo conversada com lideranças”, completou o secretário-executivo de Relações Institucionais, Gustavo Ponce.
Órgão administrativo e de fiscalização, o Conselho da Justiça Federal (CJF) restabeleceu para magistrados desse ramo do Poder Judiciário um benefício salarial extinto há 16 anos. Conhecido como quinquênio, o aumento automático de 5% nos vencimentos a cada cinco anos voltará a cair nos contracheques de quem ingressou na carreira federal até 2006. A medida prevê ainda o pagamento retroativo do penduricalho com correção pela inflação.
O conselho afirma não ter a estimativa do impacto financeiro da decisão tomada no dia 16 deste mês. São contemplados apenas integrantes da Justiça Federal – Ministério Público, Justiça do Trabalho e Justiças Estaduais não respondem ao órgão. Segundo projeção do consultor legislativo do Senado Luiz Alberto dos Santos, feita a pedido do Estadão, um juiz empossado em 1995, por exemplo, poderá receber R$ 2 milhões em atrasados.
O adicional por tempo de serviço (ATS) e uma série de vantagens que ficavam de fora do teto foram eliminados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – órgão de controle de todo o Judiciário. Na época, o vencimento da magistratura fora limitado a R$ 21 mil, equivalentes ao que recebiam os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Hoje, o teto é de R$ 39,3 mil, e, se aprovado no Congresso o reajuste de 18% pedido pela Corte, chegará a R$ 46,3 mil.
Em maio deste ano, o Senado retomou o debate para ressuscitar o ATS acima do teto nas folhas de pagamento de juízes e também procuradores. Foi uma nota técnica de Santos que alertou os impactos da proposta de emenda à Constituição (PEC) que recria o benefício de forma mais abrangente – R$ 7,5 bilhões anuais. Deixado de lado na via legislativa, o adicional agora volta para parte da magistratura federal pela via administrativa.
O CJF atendeu a um pedido da Associação dos Juízes Federais (Ajufe). A entidade argumenta que o adicional não podia ter sido cancelado para juízes que tivessem o alegado direito adquirido antes da decisão do CNJ. A entidade usou como base precedente do STF que beneficiou servidores e considerou que o bônus deveria continuar a valer para aqueles que já o recebiam.
Responsável por julgar a demanda, o CJF é um colegiado formado em parte por integrantes da própria Justiça Federal. Compõem o órgão ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e desembargadores federais.
Relatora do caso e presidente do STJ e do CJF, Maria Thereza de Assis Moura votou contra o pedido. Segundo a ministra, no processo citado como precedente “o autor era um servidor estadual aposentado que não recebia seu benefício pelo regime de subsídio”, que, adotado na magistratura, prevê pagamento em parcela única, sem gratificações e adicionais.
A presidente do Tribunal Regional Federal da 6.ª Região (TRF-6), Mônica Sifuentes, por sua vez, abriu divergência. A desembargadora afirmou que a implementação do regime de subsídio não devia eliminar o adicional, apontado por ela como um dos “direitos adquiridos e atos jurídicos formal e materialmente” vigentes desde o modelo anterior.
Não raro (as entidades de magistrados) obtêm decisões favoráveis ao reconhecimento do pagamento de indenizações (nos conselhos). Ou seja, reconhecem a si mesmos um direito e a forma de satisfazê-lo. (Rafael Viegas, pesquisador do sistema de Justiça na Fundação Getulio Vargas (FGV)).
A tese de Sifuentes venceu por sete a quatro. Conforme a decisão, ficou estabelecida a “reintrodução” do adicional à “folha de pagamento, em parcela separada, sujeita à correção pelos mesmos índices de reajuste do subsídio, e o pagamento, respeitando o teto remuneratório do serviço público”. Em uma nota distribuída aos magistrados logo após o fim da sessão no conselho, a entidade autora do pedido afirma que o caso é uma “vitória histórica da Ajufe e da magistratura federal”.
Benefícios concedidos por vias administrativas são alvo de críticas. Como mostrou o Estadão em abril, as associações recorrem aos órgãos de controle para obter vantagens financeiras. Pesquisador do sistema de Justiça na Fundação Getulio Vargas (FGV), Rafael Viegas afirmou que as entidades atuam em uma “zona cinzenta, que não separa o interesse público – o Estado – do que é o interesse privado – seus associados”.
Segundo Viegas, quando o lobby das entidades não dá certo no Congresso, elas provocam os conselhos ou a própria Justiça, “uma estrutura” que tentam “controlar por meio de sua composição”. “Não raro (as entidades) obtêm decisões favoráveis ao reconhecimento do pagamento de indenizações. Ou seja, reconhecem a si mesmos um direito e a forma de satisfazê-lo”, disse.
Na forma como a decisão foi proferida, eu a vejo como ilícita. Tem caráter meramente administrativo. E ela tende a ser estendida aos magistrados do trabalho, pelo órgão equivalente da Justiça do Trabalho. (Luiz Alberto dos Santos, consultor legislativo do Senado)
Ao Estadão, o CJF afirma, em nota, que “não haverá efeito econômico nos meses em que o magistrado estiver acumulando acervo”. A medida, porém, abre precedente. “Na forma como a decisão foi proferida, eu a vejo como ilícita. Tem caráter meramente administrativo. E ela tende a ser estendida aos magistrados do trabalho, pelo órgão equivalente da Justiça do Trabalho (o Conselho Superior da Justiça do Trabalho)”, disse Santos, consultor legislativo do Senado.
Em nota, a Ajufe afirma que o pedido “teve por base o entendimento do STF de que todos os juízes brasileiros devem ter igual tratamento”. “Por esse entendimento, ficam assegurados aos juízes federais todos os direitos garantidos aos magistrados da Justiça Estadual, assim como o contrário”, diz a associação.
Por esse entendimento (de tratamento igualitário entre os magistrados brasileiros), ficam assegurados aos juízes federais todos os direitos garantidos aos magistrados da Justiça Estadual, assim como o contrário.
A Ajufe afirma que qualquer vencimento na magistratura se limita ao teto. “Ademais, os valores devidos aos beneficiários estarão sujeitos a todos os tributos devidos, especialmente contribuição para a Previdência e Imposto de Renda.”
O Adicional por Tempo de Serviço (ATS) corresponde a um reajuste de 5% a cada cinco anos.
-Em 2006, o ATS foi extinto pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ);
-Em 2013, o então senador Gim Argello (à época no PTB-DF) apresentou PEC que prevê a volta do ATS, sem respeito ao teto;
-Em 2022, a PEC entrou na pauta do Senado, mas não foi votada;
-Estudo da Consultoria Legislativa do Senado mostra que o impacto da PEC seria de R$ 7,5 bilhões por ano;
-Sem sucesso no Congresso, juízes federais conseguiram uma decisão administrativa via Conselho da Justiça Federal (CJF);
-A decisão atende a pedido da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), beneficia quem estava na carreira desde antes de 2006 e prevê respeito ao teto;
-Nem o CJF nem a Ajufe sabem especificar o impacto orçamentário da medida.
Uma ampla análise conduzida por pesquisadores de diversos países apontou que o consumo moderado de álcool entre pessoas com mais de 60 anos pode oferecer um efeito protetor contra a demência. Liderado por cientistas do Centro para Envelhecimento Saudável do Cérebro, da Universidade de New South Wales, na Austrália, o trabalho utilizou informações de quase 25 mil indivíduos que fizeram parte de 15 estudos epidemiológicos conduzidos em nações localizadas em todos os continentes. Os resultados foram publicados na revista científica Addiction.
Durante a análise, os pesquisadores observaram que entre aqueles que bebiam moderadamente, em comparação com os participantes que não ingeriam nada de álcool, houve uma incidência de casos de demência até 38% menor, dependendo da quantidade. Os pesquisadores compararam também aqueles que bebiam, mas largaram o álcool, com os que nunca tiveram o hábito de consumir as bebidas. Porém não houve diferenças significativas na incidência de quadros de demência entre esses dois grupos.
Os cientistas concluíram que beber uma quantidade de até 40 gramas por dia de álcool, acima dos 60 anos, de fato está associado a um risco menor para o comprometimento cognitivo. Porém, embora uma lata de cerveja tenha, em média, 10 gramas, outros estudos apontam que uma quantidade além de duas unidades pode levar na realidade a um aumento do risco.
Conduzido por pesquisadores da França e do Reino Unido, um trabalho publicado no British Medical Journal (BMJ) analisou dados de quase 10 mil pessoas e observou que beber até 14 unidades por semana – cerca de duas latas ou taças de vinho por dia – levou a uma incidência 47% menor de demência em comparação aos que não ingeriam álcool. No entanto, quando avaliado o consumo maior que 14 unidades por semana, foi constatado um efeito inverso: o risco aumentou 17%.
Os cientistas acreditam que os efeitos positivos de doses moderadas podem estar ligados à capacidade de diminuir a inflamação do cérebro e modular a concentração de proteína beta-amiloide no órgão, fator que é ligado ao Alzheimer, por exemplo. Outra hipótese é que baixas concentrações de álcool ativam o sistema glinfático, que funciona limpando as toxinas do cérebro e como uma espécie de protetor dos neurônios, as células cerebrais.
Os pesquisadores ressaltam, no entanto, que os achados não devem ser traduzidos como uma indicação médica de álcool para aqueles que desejam se proteger contra a demência. Eles explicam que, mesmo em doses moderadas, o álcool já foi associado a um aumento em doenças cardiovasculares e outros impactos no cérebro que podem ser prejudiciais para o órgão de outras maneiras.
“O estudo atual encontrou evidências consistentes para sugerir que a abstinência de álcool na vida adulta está associada ao aumento do risco de demência internacionalmente. Esses achados precisam ser equilibrados com evidências de neuroimagem sugerindo que mesmo níveis baixos de uso de álcool estão associados a uma pior saúde cerebral, bem como a relações dose-resposta entre o uso de álcool e outros resultados de saúde, incluindo alguns tipos de câncer. Por essas razões, não é recomendado aconselhar aqueles que atualmente se abstêm a começar a beber”, escreveram os autores do novo estudo.
Além disso, outras evidências apontam que qualquer benefício é limitado para faixas etárias mais velhas. Um time de cientistas analisou dados do Estudo de Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD), uma ampla pesquisa que envolveu dados de pessoas entre 15 a 95 anos, de 204 países, coletados entre 1990 e 2020. O trabalho, publicado no periódico The Lancet, mostrou que somente para os acima de 40 anos, e que não têm problemas de saúde subjacentes, uma quantidade limitada pode ajudar a reduzir os riscos de algumas doenças.
Em resumo, trata-se de uma balança. Embora o novo estudo de fato mostre uma relação com o menor risco de demência para aqueles com mais de 60 anos que bebem de forma moderada, são conhecidos outros aspectos da saúde que são impactados mesmo nas mais baixas incidências do álcool. A boa notícia é que há uma série de fatores que levam de fato a uma proteção contra a doença — sem efeitos negativos.
Um estudo publicado neste ano no periódico Neurology, com informações de mais de 10 mil pessoas, coletadas durante três décadas, mostrou que um conjunto de 7 hábitos simples diminuem o risco de demência em até 43%, mesmo para aqueles com predisposição genética. São eles: permanecer ativo; adotar uma alimentação saudável; evitar o sobrepeso; não fumar; manter a pressão arterial adequada; controlar o colesterol e a taxa de açúcar no sangue.
Não sabe nem ler o idiota kkkkkkkkkk, nós do sexo feminino temos pavor de homem ignorante metido a sabido, óbvio que ficam foras as raparigas de cabelo no sovaco e sujas por não tomar banho, dessas vc deve gostar muito.
Wisck e cerveja é coisa de direita, esquerdopatas tomam chá de capim kkkk por isso gritam Lula livre.
Todo mundo sabe disso, quem não bebe é recalcado, depressivo e cheio de frescurinha. E se for Vegano ciclista, corredor de rua e outras espécies similares e não beber e ficar frescando com quem bebe, saia de perto que é com certeza um chato insuportável.
“Ele estudou tanto, sabia tudo, mas mesmo assim errou na prova” Essa é uma queixa comum entre pais de estudantes do Ensino Fundamental e Médio. Mas o que muitos ainda não sabem é que, na maioria das vezes, o problema não está na execução da prova e sim no conceito de ilusão de competência.
Segundo Victor Cornetta, especialista em Tendências Educacionais e CEO da Kaizen Mentoria, muitos alunos acreditam que sabem um conteúdo apenas porque viram o professor explicar uma vez ou porque conseguiram acertar uma questão isolada em um momento anterior. “Eles confundem familiaridade com domínio real. Acham que sabem, mas não entendem o assunto com profundidade”, explica.
Esse fenômeno é chamado de Ilusão de Competência: o estudante acredita que domina o conteúdo, mas, na verdade, ele teve apenas um contato superficial com ele. E essa falsa sensação de segurança faz com que ele não treine de forma estratégica, não revise com critério e acabe errando nas avaliações.
“Para transformar esse cenário, é preciso mais do que esforço. É necessário método”, destaca Victor Cornetta. Na Kaizen Mentoria, os alunos aprendem um sistema de resolução de questões, que consiste em quebrar cada uma em etapas. “Quando o aluno segue esse sistema com consistência, repetindo o processo corretamente diversas vezes, ele começa a entender o conteúdo de forma estruturada e profunda”, afirma o especialista.
Estudar com profundidade, praticar com método e revisar com estratégia: esses são os pilares do trabalho da Kaizen Mentoria. “Muitos pais pensam que o problema do filho é falta de esforço, mas o que falta, na maioria das vezes, é método, dados e direcionamento”, comenta Victor Cornetta.
Ele explica que na mentoria, os alunos têm acesso a um planejamento individualizado, com metas semanais e revisões adaptadas ao estilo da prova que irão enfrentar. Com isso, eles não apenas aprendem o conteúdo, mas também entendem o raciocínio por trás das questões, o que reduz erros por desatenção, confusão ou pegadinhas.
“Nosso foco é tirar o aluno da superfície e levá-lo a um nível de profundidade. Com as técnicas corretas e um acompanhamento próximo, ele deixa de errar aquilo que acha que sabe, e passa a realmente dominar o que estuda”, finaliza o especialista.
Pais interessados em conhecer o método podem entrar em contato com a equipe da Kaizen Mentoria pelo link: https://bit.ly/blogdobg1
O brasileiro precisará trabalhar até o dia 29 de maio só para pagar impostos em 2025, segundo cálculos do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Isso significa que a população praticamente trabalhará apenas para o governo até a próxima quinta-feira, o que totalizará 149 dias.
Isso significa que a tributação, em relação à renda, patrimônio e consumo, levando-se em conta o rendimento médio do brasileiro (média entre a faixas de cálculo no estudo), está atualmente em 40,82%.
E este ano nem foi o recorde registrado pelo IBPT: entre 2016 e 2019, foram necessários 153 dias para pagar as taxas, impostos e contribuições exigidas pelo poder público. No ano passado, essa conta também chegou a 149 dias.
Nesta terça-feira, o Impostômetro, que faz em tempo real o cálculo de impostos, taxas e contribuições, já bateu em R$ 1,617 trilhão.
Além da alta carga tributária, que consome quase cinco meses inteiros dos rendimentos dos brasileiros, outro estudo do IBPT, o Índice de Retorno ao Bem Estar da Sociedade, aponta que o Brasil, entre os 30 países de maior carga no mundo, é aquele que dá o pior retorno à sua população, em relação aos valores arrecadados — com direcionamento à melhoria dos serviços públicos e, consequentemente, aumento do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Segundo o IBPT, hoje se trabalha mais do que o dobro do que se trabalhava na década de 1970, só para pagar a tributação.
O levantamento base para o cálculo do número de dias trabalhados foi feito por faixa de renda, considerando-se o período de maio de 2024 a abril de 2025. Utilizou-se, para fins tributários, a faixa mensal de rendimento de até R$ 3.000,00 (classe baixa), de R$ 3.000,00 a R$ 10.000,00 (classe média) e acima de R$ 10.000,00 (classe alta).
Sempre foi e será assim, entre quem for na presidência, desde 1500 q somos roubados. todos são iguais, ficar defendendo esquerda e direita isso é ilusão de eleitor iludido.
Em 2021, foram registrados 1.334 acidentes nas rodovias federais que cortam o Rio Grande do Norte. As ocorrências deixaram 1.101 vítimas, entre mortos e feridos. Os dados constam no Painel CNT de Consultas Dinâmicas dos Acidentes Rodoviários.
O relatório aponta que o número de acidentes em 2021 é semelhante ao de 2020, quando foram 1.333 ocorrências. Em média, foram 73 acidentes com vítimas a cada 100 km de rodovia no ano passado. Somente no ano passado, foram 101 mortes nas rodovias federais no RN, sendo 9 mortes para cada 100 acidentes.
Ao todo, entre 2007 e 2021, o RN teve 39.922 acidentes, sendo 19.228 com vítimas. Nesse período, 2011 registrou o maior número de acidentes: 4.083. Já o ano com mais acidentes com vítimas foi 2013, com 1.544; as ocorrências sem vítimas tiveram ápice em 2011, com 2.528. Os dados apontam 2.274 vidas perdidas no intervalo.
Em 2013, 208 pessoas morreram em rodovias federais no RN. No ano anterior, foram 207, sendo os ano com mais mortes. Em 2019, foram 90 vítimas fatais, sendo o menor número analisado. Na região Nordeste, foram registrados 11.012 acidentes com vítimas e 1.675 mortes em 2021.
Acidentes mais frequentes
Os acidentes mais frequentes nas rodovias federais no estado são colisão, atropelamento, capotamento/tombamento, saída de pista, queda de ocupante de veículo, eventos atípicos, derramamento de carga e incêndio. As mortes acontecem mais nas colisões e nos atropelamentos.
A BR-101 foi a rodovia com maior número de acidentes em 2021. Ao todo, foram 478 acidentes com vítimas. No entanto, a BR-304 foi a rodovia mais fatal, com 28 falecimentos.
De acordo com o relatório, o custo anual estimado dos acidentes ocorridos em rodovias federais no Rio Grande do Norte chegou a R$ 249,54 milhões no ano passado. Os acidentes com vítimas geraram custo de R$ 148,3milhões. Os acidentes com mortes somaram R$ 92,9 milhões e os acidentes sem vítimas tiveram custo de R$ 8,3 milhões.
Os dias da semana com mais acidentes foram o sábado (174) e a sexta-feira (172), com o domingo em seguida (163). O domingo, inclusive, foi o dia com mais mortes nas rodovias (23), seguido de sexta-feira (19) e sábado (16).
O documento apontou ainda que a maioria dos mortos tinha mais de 45 anos. As outras faixas etárias que se destacam são de 26 a 35 anos (26 mortes) e de 36 a 45 anos (25 mortes). Motocicletas (42) e automóveis (35) tiveram os maiores números de mortos. Entre as vítimas fatais, 87 eram homens e 14 eram mulheres.
O Brasil tem praticamente 95% de estradas construídas no século XIX, onde os veículos andavam a 60 Km/h. Hoje com as mesmas estradas onde o motorista não tem visão de 200 metros a frente, devido erros nas vias e além de fossos de 7 metros de altura. Nossos governantes só pensam em roubar bilhões. Uma vergonha
O Rio Grande do Norte teve 7.620 candidaturas registradas para prefeito, vice-prefeito e vereador nas eleições municipais deste ano, de acordo com dados do DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O número significa uma redução de 27,82% em comparação com o número de candidaturas registradas para as eleições de 2020, quando a Justiça Eleitoral potiguar recebeu 10.557 registros.
Conforme o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN), a queda no número de candidaturas registradas neste pleito está diretamente relacionada ao fim das coligações partidárias nas eleições para os cargos proporcionais (vereadores, deputados estaduais e distritais e deputados federais), estabelecido pela Emenda Constitucional nº 97/2017.
Das 7.620 candidaturas registradas este ano, 385 são para prefeitos, 387 para vice-prefeitos e 6.848 para vereadores nos 167 municípios potiguares. Além disso, 65% (4.953) dos candidatos em 2024 são homens, enquanto 35% (2.667) são mulheres, representando um aumento de 1% em relação às eleições de 2020.
Os pedidos de registro são processados por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe), e analisados por juízes eleitorais, indicado como relator do processo. O calendário eleitoral determina que todos os pedidos de registro, inclusive os impugnados, sejam julgados pelas instâncias ordinárias até o dia 16 de setembro, 20 dias antes do 1º turno.
No dia 6 de outubro, 2.649.282 eleitores potiguares deverão ir às urnas para escolher os próximos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores dos 167 municípios do Estado. Em Natal, houve redução no número de candidaturas majoritárias, de 14 para seis, e proporcionais. Nas eleições municipais anteriores, 736 candidaturas para vereador foram registradas no TSE, já este ano, o número caiu para 431 registrados, ou seja, uma redução de 41,44%.
Em Mossoró, em comparação a 2020, o número de candidaturas para prefeito e vice caiu de seis para quatro, e o de vereadores de 476 para 223, ou seja, uma redução de 53,15%. Redução também em Parnamirim, que teve uma candidatura a mais para prefeito em 2020 e saiu de 339 candidaturas proporcionais para 282 este ano, o que significa uma queda de 16,81%.
DivulgaCand. O sistema DivulgaCandContas reúne informações detalhadas sobre todas as candidaturas registradas, permitindo a consulta de dados como cargos, atas das convenções e resumos das prestações de contas dos partidos.
Os eleitores têm acesso a informações como nome dos candidatos, número na urna, bens, certidões criminais e propostas de governo para prefeito. Também sobre contribuições, ranking de doadores e fornecedores, limite de gastos, sobras e dívidas de campanha, além de financiamento coletivo.
O Ministério Público no TCU (Tribunal de Contas da União) recomendou, nesta sexta-feira (15), que a Presidência da República reavalie a incorporação ao acervo privado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de 240 presentes recebidos de autoridades estrangeiras.
A reavaliação, que ainda precisa do aval de ministros do tribunal, teria um prazo de 120 dias para ser concluída e valeria para os presentes recebidos de janeiro de 2019 a dezembro de 2022.
O procurador Júlio Marcelo de Oliveira, que assina o documento, ainda pede que a Presidência apure, por processo administrativo e no prazo de 180 dias, a existência de outros possíveis bens ofertados ao ex-presidente e à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) no período.
A medida também alcançaria pessoas e agentes públicos que tenham feito parte da comitiva presidencial, ou representado Bolsonaro em eventos oficiais no Brasil ou no exterior.
Pela proposta, os bens mapeados devem ser recolhidos e registrados, com a posterior incorporação ao patrimônio da União ou ao acervo privado de Bolsonaro, conforme cada caso.
O Ministério Público também pede que o TCU esclareça que “itens de natureza personalíssima” são bens que se destinam ao uso próprio de quem recebeu e estabeleça uma diretriz para nortear a atuação da administração pública federal.
O pedido também prevê audiências com servidores que possam ter negligenciado suas funções ao permitir que presentes recebidos por Bolsonaro fossem incorporados, sem fundamentação jurídica, ao seu acervo privado.
O procurador ainda pede que seja recomendado à Presidência que promova estudos para aperfeiçoar a legislação que rege os acervos documentais privados de interesse público dos presidentes da República.
Segundo o órgão, estão relacionados à pessoa somente bens que, por suas próprias características, “são únicos ou se tornam únicos, possuindo alguma distinção que os relaciona intimamente a seus recebedores e a mais ninguém”.
Também diz que é permitida a aceitação de presentes ofertados aos agentes públicos por autoridades estrangeiras nos casos protocolares em que houver reciprocidade ou em razão do exercício de funções diplomáticas. É vedada a aceitação de presentes de elevado valor comercial.
O documento lembra que a incorporação ao acervo privado dos presidentes da República ou de qualquer outra autoridade pública de presentes de uso pessoal com elevado valor comercial, recebidos em missões oficiais e eventos diplomáticos ou doados por entes privados, “afronta os princípios da razoabilidade e da moralidade administrativa”.
Também foi concluído que não há critérios na distribuição dos presentes recebidos entre os acervos público e documental privado de interesse público de Bolsonaro, tanto que foram catalogadas como itens da mesma natureza camisas, quadros, vasos decorativos, porta-joias e esculturas.
O órgão ponderou que a inclusão de joias no conceito de bem de natureza personalíssima ou de consumo direto pelo recebedor destoa claramente dos princípios, “uma vez que joias possuem alto valor agregado, o que eleva seu preço”.
“Joia não é oferecida à pessoa física do presidente da República que ocupa o cargo, seja a pessoa A, B ou C, mas ao mandatário da nação, independentemente de quem ele seja. A joia é oferecida em nome da nação e para a nação, com o sentido de perpetuidade, daí o imperativo lógico de incorporação das joias ao patrimônio da União”, diz.
De acordo com o sistema de controle do acervo presidencial, Bolsonaro recebeu um total de 9.158 presentes de origens diversas no período.
Relatório preliminar da unidade técnica do tribunal constatou que ele levou irregularmente para o seu acervo privado 128 presentes.
Os técnicos do tribunal dizem que 111 destes itens não têm característica personalíssima ou de consumo direto, enquanto outros 17 presentes são de “elevado valor”. Por essas razões, todos esses itens deveriam ter sido entregues à União, avaliou a auditoria.
Dos itens ofertados por outros países, 55 foram deixados para o patrimônio público e 240 ficaram com Bolsonaro, incluindo as joias da Arábia Sauditaque colocaram o ex-presidente na mira da Polícia Federal e levaram o TCU a abrir a análise sobre os presentes.
A defesa do ex-presidente argumenta que ele tinha respaldo legal para ficar com os artigos de luxo.
A operação da Polícia Federal, em agosto passado, até agora ainda não se tornou uma denúncia (acusação formal).
Os advogados de Bolsonaro têm dito que jamais houve a intenção dele de “se apropriar de algo que não lhe pertencia” e que os procedimentos seguiram regras previstas em lei e decreto, que abriam até a possibilidade de deixar itens à venda ou como herança.
Ome,o nine morre de inveja de Bolsonaro te tudo,imagine agora com o perfume kkkkk,
Em pensar que Bolsonaro dorme ao lado de uma princesa e ele dorme ao lado de uma bruxa deve ser bem dolorido pra ele.
Ótimo, assim se de proceder para separar o público do privado, deve ter lei regulamento isso, resta saber se vão estender aos demais presidentes, se direcionar apenas a bolsonaro fica evidente a perseguição, o que não vai adiantar, se prenderem a gente vota em quem ele mandar kkkkkk.
Já perceberam que a história do golpe não vai dar em nada Já voltaram a questão das joias, logo voltarão a rediscutir a baleia, a carteira de vacina, o assai da Val e por aí vai.
Fica essa zona cinzenta do que é presente personalíssimo e o que não é.
Havia uma regulamentação, acho que do TCU, dizendo que se não tivesse valor historiográfico, documental ou artístico, poderia ser considerado como personalíssimo. Sobre as tais joias, essas tinham esse caráter. Além do que, foram devolvidas. Do que se sabe, Bolsonaro não deu nenhuma contrapartida pelo presente, como algum favorecimento em licitação. Se é que, para esses sauditas, aquilo vale menos do que aqueles anéis que vinham de brinde de chiclete.
A primeira-dama Janja da Silva, a Janja, gastou R$ 34,1 mil em passagens áreas de classe executiva para ir e voltar de Roma, segundo revelou o Estadão.
Esse tipo de assento em aeronaves é considerado mais confortável e espaçoso, porém, com custo acima do que uma poltrona da classe econômica.
Janja viajou em 9 de fevereiro e retornou ao Brasil em 13 de fevereiro.
Mesmo sem cargo no governo, a primeira-dama compôs a comitiva que teve o total de 13 pessoas.
Ao todo, o grupo gastou R$ 292 mil em passagens aéreas e diárias.
Na capital italiana, Janja participou de eventos da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, além de se encontrar com o Papa Francisco.
Em nota, a Secom (Secretaria de Comunicação) afirmou que Janja viajou como “colaboradora” do Ministério do Desenvolvimento e Assistência, Social, Família e Combate à Fome.
“A primeira-dama, Janja Lula da Silva, esteve em Roma a convite do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário – FIDA – para participar da abertura da Reunião do Conselho de Governança do FIDA, e outras agendas em torno do tema da Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza.
Janja viajou como colaboradora do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Para informações sobre custos da viagem, sugerimos consultar o ministério.Quanto à hospedagem, Janja Lula da Silva hospedou-se na Residência Oficial do Brasil em Roma”, diz.
Mais gastos
Depois do “Janjapalooza” e “Janjômetro”, os gastos de Janja da Silva, com sua ‘equipe informal’, numa espécie de gabinete paralelo, foram revelados pelo Estadão.
O ‘Time Janja‘ é composto por assessores de imprensa, fotógrafos, especialistas em redes sociais e um militar.
Em salários, a equipe custa, mensalmente, em torno de R$ 160 mil reais mensais.
Desde o início do governo Lula (PT), em 2023, os gastos para a viagem dos integrantes ultrapassaram R$ 1,2 milhão.
Nunca tem fim até pq usa, abusa e vai continuar abusando do dinheiro público e ninguém pode fazer nada pra bloquear e nem devolve o dinheiro alheio, infelizmente é qd tiver perto de sair da mamada, vai pra lua. Kkkkkkkkkkkkkkk
Após recorrente elevação no preço do café, fabricantes passaram a produzir um produto que estivesse mais acessível. O café fake, ou cafake, como foi apelidado nas redes sociais, é vendido como “bebida sabor café tradicional”, e não possui a semente do café, que é a matéria-prima do café comum. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), o produto não tem registro da Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) para ser comercializado.
O café fake é produzido a base de pó aromatizando produzido a partir de cascas, folhas, palha, paus e outras partes da planta, e se popularizou nas redes sociais nos últimos dias pelo seu baixo custo em comparação com o café comum. Em imagens divulgadas nas redes sociais, o pó do cafake.
A temática dos alimentos “fakes” relembrou o polêmico leite condensado, que é comercializado como “mistura láctea”, e levantou discussão nas redes sociais sobre a similaridade das embalagens dos produtos com as suas versões tradicionais, que comumente leva o cliente a escolher o produto mais barato por engano, sem saber que está comprando um produto de qualidade inferior.
Pela incerteza da sua qualidade, o cafakepode apresentar riscos à saúde da população, aumentando o risco de alergias e consumo de substâncias tóxicas, bem como a ausência dos benefícios que o café apresenta ao seu consumidor. A Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic) informou que o caso da Master Blends já foi denunciado ao Ministério da Agricultura e à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em preocupação com a saúde dos consumidores e a questão mercadológica.
Por razão da semelhança das embalagens, para que não realizem a compra equivocada os consumidores precisam estar conscientes da existência do café de má qualidade, e também se manterem atentos nas idas ao supermercado, efetuando a leitura dos rótulos dos produtos com atenção antes da compra.
Mas o café em pó comercializado já era assim: cheio de impurezas, um sub produto de café e que o povo consome pensando ser café puro.
A única forma de consumir café puro, não necessariamente bom, é comprar os grãos e moer em casa, fora isso é tomar chá de café com milho, casca de milho, até mesmo insetos.
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