Economia

Economia cresce, balança comercial tem superávit e FGV confirma previsão de alta do PIB

Foto: AGÊNCIA BRASIL/MARCELLO CASAL JR.

A penúltima semana de setembro começa com números positivos para a economia brasileira. Logo no início da segunda-feira (19), o Boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central), mostrou que o mercado financeiro continuou a melhorar as estimativas de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) em 2022, que saltou de 2,39% para 2,65%. O Monitor do PIB, apurado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), indicou um crescimento da atividade econômica, em julho, de 0,6% em relação ao mês anterior.

Na comparação com julho de 2021, a economia evoluiu 3,1%, enquanto, no trimestre móvel encerrado em julho, a expansão foi de 3,3%. Em termos monetários, a estimativa é que o acumulado do PIB até julho de 2022 tenha alcançado, em valores correntes, R$ 5.482.820.

Esse resultado confirma o crescimento da economia brasileira, que foi de 1,2% no segundo trimestre do ano, na comparação com os primeiros três meses de 2022, de acordo com dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no início do mês.

Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, afirma que o crescimento do PIB em julho refletiu o desempenho positivo da indústria e do setor de serviços no que diz respeito à oferta. “Serviços estão realmente puxando a economia. Mas, quando a gente olha pelo lado da demanda, o consumo está mais ainda impositivo”, avalia.

Para ela, os dados de julho indicam que o desempenho da economia se deve ao consumo, um padrão observado ao longo do ano. Para o segundo semestre, já se esperava o início de uma desaceleração, mas os números de julho sinalizam que a economia ainda está aquecida pelos serviços, explica, ao destacar a existência de uma demanda reprimida.

“A gente tem a expectativa de desaceleração por causa do patamar elevado de juros, mas julho ainda não mostrou isso se concretizando. Então, não sabemos em que momento vai desacelerar”, fala a economista da FGV. A expectativa, diz, é que ela ocorra ainda no segundo semestre e, mais forte ainda, em 2023. “Já neste ano, a gente pode sentir essa desaceleração. Mas, por enquanto, os números não estão mostrando isso”.

Balança comercial

Já a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,732 bilhão na terceira semana de setembro de 2022, no período entre os dias 12 e 18, segundo dados divulgados pela Secex (Secretaria de Comércio Exterior) do Ministério da Economia. O valor alcançado com exportações foi de US$ 7,791 bilhões e, com importações, de US$ 6,058 bilhões.

Em setembro, o resultado comercial acumula superávit de US$ 3,674 bilhões. A média diária das exportações nesse período registrou aumento de 34,2%, com alta de 59,8% em agropecuária, crescimento de 36,8% em indústria da transformação e de 10,5% na indústria extrativa. No ano, o saldo é positivo em US$ 47,550 bilhões.

As importações subiram 27,4%, também pela métrica da média diária, com aumento de 22,2% em agropecuária, alta de 34,7% na indústria extrativa e de 27,3% na indústria da transformação.

Bens e serviços

Sobre o Boletim Focus, a melhor projeção de crescimento do PIB veio após a divulgação dos dados de atividade de julho, de acordo com o BC. A elevação de 2,65% na estimativas contra 2,02% na alta de um mês atrás é a 12ª alta seguida, Para a expansão do PIB em 2023, por enquanto ainda se espera 0,50%, ante 0,39% de um mês antes.

O Focus mostrou redução na projeção para o crescimento do PIB em 2024, de 1,80% para 1,70%. Para 2025, a mediana foi mantida em 2,00%. Quatro semanas atrás, as taxas eram de 1,80% e 2,00%, respectivamente.

R7

Opinião dos leitores

  1. O trabalho será longo, árduo e penoso, mas com força e resiliência vamos extirpar esse mal que se chama corrupção. Força e fé, minha gente!

  2. Essas notícias arrasa a claque petista, tudo que eles não desejam está acontecendo com o Brasil.

  3. Chora esquerdalhas! Apesar da precisa contra de vcs, os números da economia continuam a surpreender o mercado. Brasil, sob o comando do governo Bolsonaro, foi um dos primeiros países a voltar a crescer e gerar emprego e renda. O país tornou-se exemplo para o mundo.

  4. Tudo culpa do Bolsonaro. Nunca vi um cara pra procurar tantos problemas pra ser acusado. Acho que vou votar no ex-presidiário. Não estou gostando desse Brasil prosperarando, sendo exemplo para o mundo.

  5. O Brasil ao contrário de muitos países do mundo é auto suficiente em energia, alimento, recursos naturais, e sem tantos desastres ambientais, isso nos afasta de uma crise energética como a que se prevê para Europa nesse inverno rigoroso que se aproxima. Logo temos uma facilidade grande de superarmos crises, infelizmente vivemos a mercê de gestores corruptos e irresponsáveis, que sempre estão nos empurrando pra o abismo. Mas, vai chegar o dia que iremos perceber e distinguiremos o político canalha, e assim iremos extirpando-os de nossas vidas, pra dá lugar a um gestor decente e sem mácula nenhuma de corrupção, mas sim com propósitos de interesse do coletivo brasileiro, e aí viraremos essas páginas necrosadas que insistimos em mantê-la nas nossas vidas

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Brasil

Governo irá taxar medalhas olímpicas conquistadas por brasileiros campeões em Paris

Foto: Reuters

Medalhistas olímpicos brasileiros terão respectivas suas premiações taxadas pelo Ministério da Fazenda ao entrarem no Brasil. A ginasta Rebeca Andrade é a brasileira que mais faturou até o momento. De acordo com informações do COB, o valor é bruto, com imposto a ser descontado na fonte.

Por ter subido ao segundo lugar mais alto do pódio duas vezes, Rebeca embolsou R$ 420 mil. Já o bronze – em divisão por equipe – representou mais R$ 56 mil à ginasta. As premiações são consideradas rendimentos tributáveis pela legislação brasileira e, portanto, estão sujeitas ao imposto de renda.

As alíquotas variam de acordo com a faixa de renda anual, portanto, consideramos no cálculo apenas premiações individuais que se posicionam acima de R$ 55.975,56, faixa na qual incide uma alíquota de 27,5% que é tem sua parcela respectivamente deduzida.

Desconsiderando atletas que obtiveram premiações abaixo da faixa da alíquota máxima de rendimento, ao todo os atletas brasileiros faturaram R$2,39 milhões em premiações, sendo que podemos afirmar que, no mínimo, R$ 310.846 serão direcionados para governo do Brasil.

Nota:

Após a publicação desta matéria, foi verificado que o governo federal havia se pronunciado a respeito da taxação das medalhas olímpicas e por isso, estamos colocando a retratação oficial a respeito do assunto.

NOTA COMPLETA DO GOVERNO:

Tratamento tributário de medalhas olímpicas pela Receita Federal

As medalhas olímpicas, bem como troféus e quaisquer outros objetos comemorativos recebidos em evento esportivo oficial realizado no exterior, estão isentas de impostos federais.

Isso significa dizer que o atleta medalhista que desembarcar no país trazendo consigo, em sua bagagem, medalha olímpica, não estará sujeito à tributação deste bem. É o que estabelece o artigo 38 da Lei 11.488, de 15 de junho de 2007. O tema também é tratado na Portaria MF 440/2010.

Logo, a Receita Federal garante que entrar no país com a medalha olímpica é um processo rápido e fácil, sem burocracia. Os campeões brasileiros podem ficar tranquilos. Todos serão recebidos com admiração e aplausos.

Art. 38. É concedido isenção do imposto de importação, do imposto sobre produtos industrializados, da contribuição para o PIS/Pasep-Importação, da Cofins-Importação e da CIDE-Combustíveis, nos termos, limites e condições estabelecidos em regulamento, incidentes na importação de:
I – troféus, medalhas, placas, estatuetas, distintivos, flâmulas, bandeiras e outros objetos comemorativos recebidos em evento cultural, científico ou esportivo oficial realizado no exterior ou para serem distribuídos gratuitamente como premiação em evento esportivo realizado no País;
II – bens dos tipos e em quantidades normalmente consumidos em evento esportivo oficial; e
III – material promocional, impressos, folhetos e outros bens com finalidade semelhante, a serem distribuídos gratuitamente ou utilizados em evento esportivo oficial.
Parágrafo único. O disposto no caput deste artigo aplica-se também a bens importados por desportistas, desde que tenham sido utilizados por estes em evento esportivo oficial e recebidos em doação de entidade de prática desportiva estrangeira ou da promotora ou patrocinadora do evento.

Portaria MF 440/2010

“Art. 2º Para os efeitos desta Portaria, entende-se por:
(…)
V – bens de uso ou consumo pessoal: os artigos de vestuário, higiene e demais bens de caráter manifestamente pessoal, em natureza e quantidade compatíveis com as circunstâncias da viagem; e
(…)
Da Isenção de Caráter Geral
Art. 7º O viajante procedente do exterior poderá trazer em sua bagagem acompanhada, com a isenção dos tributos a que se refere o art. 6º:
(…)
II – bens de uso ou consumo pessoal; e”

Dessa forma, quando atletas desembarcam no país com medalha olímpica não estão sujeitos à tributação desse prêmio. E isso é garantido por lei!

A Receita Federal trabalha para o retorno de nossos campeões com tranquilidade, de forma rápida, fácil e sem burocracia. Assim sobra tempo para os aplausos.

Finanças, Impostos e Gestão Pública

Opinião dos leitores

  1. Inteligente foi o BOZO, escondeu a MUAMBA [JOIAS], não pagou impostos, e depois, vendeu tudo. Por óbvio, obtendo lucros. Lembrando, que essa prática vem desde 2019.

    1. E agora o 9 DEDOS (O AMOR) vai usurpar dos medalhista Olímpicos.
      Viva o AMOR. 🥱🤭🇧🇷

  2. Um verdadeiro Desserviço essa matéria !!!

    Medalhas, troféus e outros estão isentos desde de 2007, conforme portaria 440/2010 do Ministério da fazenda e lei 11.488 de 2007.

    1. Você está ERRADISSIMO !
      Se informe !
      Esta isenção é garantida pelo Artigo 38 da Lei 11.488, de 15 de junho de 2007, e reforçada pela Portaria MF 440/2010. No entanto, os prêmios em dinheiro são sujeitos à tributação.

    2. Se você ler no site do governo, existem um valor para isenção, a partir de um certo valor, será cobrado sim imposto, se informe, o pior petista, é aquele que não quer ver…. abraço

  3. A INCIDENCIA DE IMPOSTOS SOBRE OS GANHOS PROVENIENTES DAS PREMIAÇÕES DE OLIMPÍADAS, PAN AMERICANOS, JA EXISTE. O BLOG, QUE É TENDENCIOSO, FALTOU EXPLICAR QUE ESTÁ TRAMITANDO UM PROJETO DE LEI NO CONGRESSO NACIONAL PARA ISENTAR OS ATLETAS QUE GANHAREM MEDALHAS NA OLIMPIADA, POR EXEMPLO. E TODO MUNDO LIGADO NA GLOBO!

  4. Eles tiram até dos aposentados, era de se esperar.
    Vamos trabalhar 5 meses prá manter a “CORTE” e que se dane o resto do populacho!!!

  5. Se fossem espertos, deixavam os ganhos por lá e nem voltavam para esse antro de ladrões! O coitado do atleta Brasileiro não tem apoio de PORRA NENHUMA, recebe migalhas do estado, alguns farelos de patrocínio privado e ainda tem que pagar pelo que conquistou com tanto suor, pq esses abutres só farejam dinheiro para custear sua safadezas…. país de merda com legislação e políticos de merda, ladrões safados, usurpadores do sangue do povo honesto. Não boto meus pés jamais nesse presídio a céu aberto, um puteiro de interior é mais organizado e respeitado!

  6. A título de esclarecimento: Essa taxação sempre existiu, e não se trata de nada de novo em relação as regras relativas ao imposto incidente sobre a renda. Afirmar que se trata de taxação nova, não corresponde a verdade. A matéria acima deveria esclarecer, pois do jeito que foi publicada sugere que se trata de algo novo.

  7. O Brasil no eixo do mal, além de não ajudar , ainda rouba os atletas, ridículo. É preciso mudar isso.

  8. Medalha de Ouro pro governo brasileiro!!!
    Foi pra isso que eu fiz o L
    Vai Brasssiiillllll

  9. Mais um grande incentivo ao esporte brasileiro, principalmente àqueles que recebem “bolsa-atleta” de R$ 1025,00…

  10. É o taxad o senhor dos impostos.
    Mas por outro lado é necessário,se não,como manter os gastos da realeza brasileira!

  11. Não acredito nessa notícia… Quer dizer, vindo do PT, tudo é possível… Os atletas representando nosso País, muitas das vezes chegaram lá sem ajuda governamental, e vem o atual governo federal é quer taxar os atletas…
    No governo anterior desse partido, queriam taxar a metade dos valores que os militares recebiam da ONU, por estarem em missão humanitária no Haiti… O General na época, bateu o pé e disse que, se isso ocorresse, tiraria as tropas daquele País…
    A sanha por dinheiro é grande…
    É lamentável…

  12. Na próxima já sabem será melhor não disputar nada e se disputar da um jeitinho de fica em ultimo lugar,TAXAD ESTAR COMENDO GERAL

    1. Esquerdopata é uma doença incurável, o governo atual está assaltando os brasileiros, incluve eles, e eles estão felizes só porque o outro perdeu, é um caso para ser estudado pelos cientistas da NASA

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Economia

Vendas do varejo e postos de trabalho do RN apresentam queda em janeiro

O IBGE divulgou, nesta quinta-feira (10), os dados das vendas do Comércio Varejista Ampliado no mês de janeiro. O Rio Grande do Norte registrou uma retração de 5,9%, sobre janeiro de 2021, fazendo este mês o pior janeiro para a vendas do comércio potiguar desde 2016 (-12,4%).

O desempenho do RN foi o segundo pior do Nordeste e ficou abaixo também da média nacional (-1,5%). Com este resultado, as vendas do comércio no estado seguem em queda há sete meses. No acumulado dos últimos 12 meses, há um crescimento de 2,3%.

De acordo com análise do Instituto Fecomércio RN, uma combinação de indicadores refletiu negativamente no potencial de consumo dos potiguares. Entre os destaques, o diretor de Inovação e Competitividade da Federação, Luciano Kleiber, apontou o elevado percentual de desempregados (12,7% ou 194 mil pessoas); os altos índices de endividamento (90,7%) e inadimplência (40,8%) das famílias; redução da renda (-7,5% em um ano); e inflação em alta (10,06% no ano passado com algumas inflações específicas, como a da cesta básica, por exemplo, chegado a 20% no período).

Nem mesmo a clara recuperação do setor de turismo e eventos (aumento de quase 50% na taxa de ocupação dos hotéis e pousadas na última alta estação e a realização de grandes eventos no estado) foi suficiente para, com o movimento turístico aquecido, compensar a redução no consumo dos norte-rio-grandenses.

Além desses dados, o IBGE também revisou o crescimento de vendas acumulado em 2021 no Varejo Ampliado potiguar, de 2,3% (divulgado em janeiro) para +2,5%.

EMPREGO 

O Rio Grande do Norte encerrou o mês de janeiro com um saldo negativo de -2.430 vagas de emprego formal. O número representa 1.412 vagas perdidas a mais do que em dezembro (-1.018). Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia nesta quinta-feira, 10.

Quando comparado a janeiro de 2021, o estado registrou saldo positivo de 1.815 vagas, sendo este o pior desempenho para o mês desde 2017, quando janeiro teve 2.955 vagas perdidas.

O setor de Comércio (-1.039 vagas) teve um desempenho pior tanto em relação a dezembro (+380), quanto em relação a janeiro de 2021 (+527). Já o setor de Serviços, gerou este ano +1.184 vagas com carteira assinada, um incremento de 867 empregos em relação ao número de dezembro (+317). Mas, na comparação com janeiro do ano passado, o saldo representou uma redução de 191 postos. Setores como Indústria e Agropecuária também registraram queda, -1.528 vagas e -1.323, respectivamente.

O salário médio de admissão em janeiro ficou em R$ 1.920,59, o que trouxe um incremento de 6,38% sobre o número de dezembro (R$ 1.805,35). Este valor do salário do mercado formal ficou cerca de R$ 20 abaixo do salário médio do mercado como um todo (que engloba também os informais e é medido pelo IBGE): R$ 1.940.

O salário médio de admissão em janeiro de 2022 ficou R$ 160,45 mais alto do que em janeiro de 2021 (R$ 1.760,14). A diferença representa um incremento de 9,11%.

Segundo o Instituto Fecomércio RN, o fechamento de vagas em janeiro não era esperado e foi claramente puxado pelo baixo desempenho dos setores de Comércio e Indústria, uma vez que o saldo negativo no setor Agropecuário já era esperado e ficou muito próximo do que foi registrado em janeiro de 2021 (estas demissões se devem ao início do período de entressafra, sobretudo de frutas). A entidade aponta que as vagas perdidas no comércio estão em sintonia com o movimento de queda nas vendas identificado pela Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE (-5,9%).

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Economia

‘Prévia do PIB’ do Banco Central indica queda de 0,9% no 3º trimestre

Foto: Enildo Amaral/BCB

O Banco Central (BC) informou nesta segunda-feira (17) que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado a “prévia” do Produto Interno Bruto (PIB), registrou queda de 0,9% no terceiro trimestre deste ano.

O resultado pelo BC foi calculado após ajuste sazonal — uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes. A comparação foi feita com o segundo trimestre de 2025.

  • O dado divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central mostra a primeira contração da economia trimestral em dois anos.
  • A última queda do indicador de atividade do BC foi no terceiro trimestre de 2023, quando foi registrado um recuo de 0,5%.
  • A primeira queda do índice de atividade econômica da autoridade monetária acontece em meio a uma puxada na taxa de juros para conter a inflação.
  • Atualmente, a Selic está em 15% ao ao, o maior nível em quase dois anos. Analistas projetam início do ciclo de queda do juro em janeiro de 2026.

Os dados do BC uma contração da atividade nos três setores da economia no terceiro trimestre deste ano, sendo o maior deles na agropecuária.

Veja abaixo o desempenho setor por setor:

  • Agropecuária: -4,5%
  • Indústria: -1%
  • Serviços: -0,3%

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado oficial do período, medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), será divulgado em 4 de dezembro.

Opinião dos leitores

  1. Eu sei que o brasileiro médio nem imagina a pancada que é uma queda de 4,5% no agro, que é o motor do Brasil. É assustador. Senti um frio na espinha quando vi.

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Geral

Jornal Nacional tem queda de audiência de 25% nos últimos 5 anos

Foto: Reprodução / Facebook/ jornalnacional

O Jornal Nacional, principal telejornal da TV Globo, registrou uma queda de 25% na audiência nos últimos cinco anos, encerrando 2025 com uma média de 22,3 pontos, contra 29,8 pontos em 2020. A diminuição no número de telespectadores reflete a migração crescente do público para plataformas digitais e redes sociais, fenômeno que tem impactado toda a TV aberta e que também afeta outros programas da emissora.

Apesar da queda na audiência, um banco digital paga R$ 15 milhões por mês para ser patrocinador do programa, e o valor de um comercial de 30 segundos subiu para R$ 1,04 milhão. Cada edição do JN pode render até R$ 30 milhões para a Globo.

Queda de audiência em novelas e outras atrações 

A queda de audiência não afeta apenas o telejornalismo, mas também as novelas, com a atual das 21h, Três Graças, enfrentando dificuldades de audiência. Das últimas sete novelas exibidas, seis não atingiram a meta de 30 pontos de audiência, um indicativo da queda no interesse pela programação tradicional da TV Globo. O impacto da mudança de comportamento do público, que tem migrado para outras plataformas, e também a crescente competição com outras formas de consumo de conteúdo.
Recordes negativos em atrações matinais
Além disso, em novembro de 2025, a Globo registrou recordes negativos com suas atrações matinais. O Encontro, apresentado por Patrícia Poeta, atingiu apenas 5,2 pontos em São Paulo, ficando entre as cinco piores médias do ano. Já o Mais Você, de Ana Maria Braga, teve sua pior audiência de 2025, com 5,1 pontos, marcando a menor média para um programa matinal nos últimos anos.
Esses números apontam para uma tendência de queda na audiência de programas tradicionais da TV Globo, especialmente em horários de maior exposição, como o Jornal Nacional e as atrações matinais, que continuam a perder espaço para plataformas digitais e outras formas de entretenimento.

Com informações de Revista Oeste

Opinião dos leitores

  1. Com certeza é muito maior essa queda…. Se não fosse os estabelecimentos que deixa as tvs ligadas. A queda seria bem maior!!!!

  2. Só perdeu isso? lembrando que, independente da sua ideologia esquerdista, essa TV precisa saber que o povo, na sua grande maioria, ainda tem o direito do livre arbítrio.

  3. Essa globo-lixo tem mais é que fechar, noticiario tendencioso, novela que só propagam a desestrura familiar, enfim nada a se assitir de proveitoso.

  4. Ainda existe alguém que se ocupa assistir esse negócio? Deve ser algum 🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏🫏

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Geral

RN institui Selo de Responsabilidade e Ética Empresarial na Proteção Animal

Foto: Reprodução 

O Rio Grande do Norte acaba de dar um passo inédito na defesa do bem-estar animal. Foi sancionada a Lei nº 12.429, de 18 de setembro de 2025, que cria o Selo de Responsabilidade e Ética Empresarial na Proteção Animal. A iniciativa é de autoria do deputado estadual Zé Dias, com o objetivo de reconhecer e certificar empresas que adotem práticas responsáveis de cuidado e proteção animal.

O selo será concedido às empresas dos setores alimentício, cosmético, farmacêutico, têxtil, agropecuário e outros que lidem direta ou indiretamente com animais, desde que cumpram critérios rigorosos, como a proibição de testes em animais. Também será observada a garantia de condições adequadas de criação, manejo e transporte, além da promoção do bem-estar em todas as etapas do processo produtivo. Além disso, estão previstas exigências como a substituição de insumos de origem animal por alternativas sustentáveis, quando possível, e o abate humanizado, quando estritamente necessário.

Conforme a lei, as empresas certificadas poderão utilizar o selo em seus produtos, embalagens e materiais institucionais, fortalecendo a confiança dos consumidores. Os empreendimentos terão ainda acesso a incentivos como participação em programas de fomento, linhas de crédito especiais e campanhas de incentivo ao consumo de produtos certificados. A concessão do selo terá validade de dois anos, renovável mediante nova avaliação.

A regulamentação e a fiscalização ficarão a cargo de órgão indicado pelo Poder Executivo, responsável por avaliar os pedidos e garantir o cumprimento das exigências. Agora, para que a lei realmente produza efeitos, é fundamental que a Secretaria de Agricultura, sob a condução de Guilherme Saldanha, avance na implementação e fiscalização do selo, garantindo que o Rio Grande do Norte seja referência em responsabilidade e ética empresarial na proteção animal.

Opinião dos leitores

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Geral

Rogério debate desenvolvimento econômico com presidentes de Federações de Municípios do Nordeste

 

Foto: Divulgação

O pré-candidato ao Senado e ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), participou de um encontro na manhã desta sexta-feira (15), com os presidentes de Federações e Associações de Municípios do Nordeste. No evento, realizado pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte no Hotel Imirá, Via Costeira, Rogério ressaltou o potencial econômico e a importância de obras que garantam segurança hídrica para a região.

“Fizemos um grande esforço para garantir a segurança hídrica da região. E quando falamos em água, não é só para consumo humano. É para permitir a atração de indústrias, de comércio, para reduzir a pressão sobre o sistema de saúde, para melhorar a qualidade de vida. E o que foi feito neste setor nos últimos três anos não tem comparação com nenhuma outra época da história do nosso país. Além dos muitos investimentos em adutoras, dessalinizadores e poços tubulares, conseguimos concluir a sonhada transposição do Rio São Francisco, que vai estimular diretamente o desenvolvimento econômico e social do Nordeste”, disse Rogério Marinho durante palestra.

O Encontro organizado pela Femurn teve como tema o “Nordeste Unido pelo Desenvolvimento”. Na programação, vários debates sobre assuntos de interesse conjunto dos municípios nordestinos, como obras e ações da Codevasf ou parcerias com o Banco do Nordeste (BNB).

O evento contou com a presença do deputado federal Benes Leocádio (UB), do presidente da Femurn e prefeito de São Tomé, Babá Pereira, do presidente da AMSO e prefeito de Acari, Fernando Bezerra, do presidente da AMLAP e prefeito de Espírito Santo, Fernando Teixeira, do prefeito de Santana do Seridó e representante da CNM, Hudson Brito, e do prefeito de Bom Jesus e diretor da Femurn, Clécio Azevedo.

Opinião dos leitores

  1. Futuro Senador Rogério Marinho, o homem do desenvolvimento, da União e geração de empregos.

    1. Da roubalheira dos tempos do escândalo do saco preto na Urbana, do desmonte da CLT e da Previdência, da Operação Kodama. VAGABUNDO ele, VAGABUNDO quem vota nele.

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Saúde

Covid-19 provoca ao menos uma sequela em 65% dos brasileiros, diz estudo

Foto: Breno Esaki/Agência Saúde DF

Para cerca de 65% dos brasileiros, a infecção pela Covid-19 provocou sequelas, que incluem a perda de olfato e do paladar. Os dados são de uma pesquisa nacional chamada Covitel, que avalia, de maneira mais ampla, por telefone fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis.

Ao todo, nove mil brasileiros, de capitais e cidades do interior das cinco regiões do Brasil, foram entrevistados por telefone (fixo e celular).

O questionário trazia perguntas sobre percepção geral de saúde, prática de atividade física, hábitos alimentares, saúde mental e prevalência de hipertensão arterial e diabetes, além de consumo de álcool e de tabaco. Os entrevistados também forneciam informações sobre gênero, faixa etária, raça, escolaridade e situação de trabalho.

Um em cada quatro entrevistados relatou ter infecção por Covid-19 confirmada. Do total de infectados, 8,2% necessitaram de internação, dois terços (64,9%) declararam ter sequelas, e mais da metade (55,1%) afirmou ter mudado algum hábito.

Dentre os infectados, 55,7% relataram morar com alguém que teve a doença e, desse total, 31,7% afirmaram ter se infectado após o início da doença de algum familiar.

Em relação aos tipos de sequelas da doença, a perda de olfato ou paladar foi relatada por 3 em cada 10 pessoas infectadas. Na sequência, problemas musculares foram relatados por 25,5% dos entrevistados; fadiga ou cansaço, por 23,6%; e perda de memória, por 21,3%. Perda de cabelo foi apontada por 19,3% dos entrevistados e falta de ar, por 18,6%. Todas as outras sequelas foram relatadas por menos de 15% da amostra.

CNN Brasil

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Geral

Inclusão de 4,6 milhões de jovens ‘nem-nem’ poderia impulsionar R$ 159,6 bilhões na economia brasileira


Foto: ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL – ARQUIVO

A inclusão dos 4,6 milhões de jovens entre 14 e 24 anos que não trabalham nem procuram emprego poderia aumentar a economia brasileira em aproximadamente R$ 159,6 bilhões por ano, segundo levantamento do R7. Renan Pieri, professor de economia da FGV EAESP, explicou que a entrada dos jovens nem-nem no mercado de trabalho teria impactos econômicos positivos a médio e longo prazo.

“Primeiramente, haverá um aumento da massa salarial e do volume de recursos circulando, especialmente em famílias de renda mais baixa. Isso potencializa o consumo, gera demanda por produtos e serviços e, pelo efeito multiplicador da economia, acaba aumentando o PIB”, afirmou.

O economista ainda explicou que a inclusão desses jovens no mercado de trabalho permite a redução de gastos com transferências sociais, que fazem parte da nossa rede de Seguridade Social. Além disso, ao incluir mais pessoas no mercado de trabalho, há melhorias em outros indicadores sociais, como a diminuição da violência e da desigualdade.

“No entanto, a inclusão produtiva enfrenta dificuldades, pois os setores econômicos e as ocupações são segmentados. Isso significa que não é possível simplesmente inserir esses jovens em diversas ocupações do mercado de trabalho, como no setor industrial, onde algumas ocupações demandam qualificações específicas.”

Em relação ao mesmo trimestre de 2023, quando havia 4,8 milhões de jovens nessa condição, houve uma redução de 0,95% de acordo com um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego.

Com base nas informações da PNAD Contínua do IBGE, o levantamento mostra que a taxa de participação dos jovens no mercado de trabalho ainda não retornou ao patamar de 2019, quando era de 52,7% no primeiro trimestre daquele ano.

R7

Opinião dos leitores

    1. O método de ensino de Paulo Freire não é usado no Brasil.

  1. Se as empresas q dão prejuízo, resolvessem ter lucros exorbitantes, o bostil teria um crescimento enorme. Pra vc ver a várzea em q estamos.

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Geral

Setor de meios de pagamento proíbe uso do cartão de crédito para bets

Joe Raedle/Getty Images

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento, decidiu, em reunião extraordinária realizada na terça-feira (1º/10), antecipar de imediato a proibição do uso do cartão de crédito como meio de pagamento em apostas e jogos on-line nas chamadas “bets” no Brasil.

A aprovação da medida representa uma antecipação ao que já estava programada pelo Ministério da Fazenda, mas apenas para janeiro de 2025, no início do mercado regulado no país.

“A decisão da Abecs baseia-se na crescente preocupação do setor de cartões em torno da prevenção ao superendividamento da população e do crescimento das apostas on-line no país, que, entre outras consequências, pode gerar impactos significativos no endividamento e no consumo relacionado ao varejo e ao setor de serviços”, justificou a associação.

A Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), que representa o setor de meios eletrônicos de pagamento, decidiu, em reunião extraordinária realizada na terça-feira (1º/10), antecipar de imediato a proibição do uso do cartão de crédito como meio de pagamento em apostas e jogos on-line nas chamadas “bets” no Brasil.

A associação afirmou que o uso do cartão de crédito dentro desse segmento se revelou “inexpressivo”, conforme estimativa realizada pelas principais bandeiras de cartão em operação no Brasil.

Ainda assim, a Abecs ponderou que é importante debater o veto ao uso de outras linhas de financiamento para fins de apostas.

Hoje, o Pix é hoje o maior responsável pelos lances realizados em jogos on-line, tendo se mostrado um meio de acesso a linhas de crédito, como o cheque especial, e, por consequência, um vetor de endividamento.

Fonte: Metrópoles

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Geral

Criança de 3 anos segue internada em UTI uma semana após ser atropelada por carro conduzido por motorista embriagado que invadiu lanchonete

Foto: Reprodução

Uma semana após um carro conduzido por um motorista embriagado invadir uma lanchonete em Parnamirim, na Grande Natal, o menino de 3 anos que foi atropelado junto com familiares segue internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) pediátrica do Hospital Walfredo Gurgel, na capital potiguar.

A avó do garoto também continua internada no Hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, com uma fratura no joelho, e aguarda uma cirurgia.

O pai do menino contou que ele entrou em uma nova fase de tratamento, após duas cirurgias para evitar que o paciente perdesse a perna direita. O garoto começou a fase de fisioterapia.

“Dói bastante, mas tem que ser feito, é necessário, porque não está com movimentos do pé e também ele está aguardando a parte do cirurgião plástico para avaliar que tempo de procedimento vai ser feito na parte curativa, onde foi feito o procedimento cirúrgico”, disse o pai, o consultor de veículos Gilclécio Gomes.

O diretor do hospital explicou que a equipe médica trata o menino com diferentes especialidades.

“A perna, pelo que eu soube, teve uma revascularização, começou a ter uma resposta nesse sentido, o que alegra com relação ao medo que se tinha da perda do membro. Então, assim, as expectativas são as melhores, de fato”, disse o médico Geraldo Neto, diretor geral do Hospital Walfredo Gurgel.

O atropelamento aconteceu na noite da última quarta-feira (11) em uma lanchonete no bairro Boa Esperança, em Parnamirim. Uma câmera de segurança registrou o atropelamento.

Segundo a polícia, o homem de 55 anos que causou o atropelamento estava embriagado. Ele continua preso pelo crime. A família vítima do atropelamento pede que ele continue detido e seja punido.

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Economia

Inflação fecha 2024 em 4,83% e estoura o teto da meta

Foto: Freepik

A inflação oficial do Brasil fechou 2024 com alta acumulada de 4,83%, segundo dados apresentados nesta sexta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Com a variação, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ultrapassa o teto da meta.

Inflação ficou em 4,83% no acumulado de 2024. A variação é a maior para um período entre janeiro e dezembro desde 2022, quando o IPCA acumulou alta de 5,78%. Em 2023, a inflação anual foi de 4,62% e ficou dentro do intervalo da meta após dois anos seguidos de descumprimentos.

As carnes, a gasolina, os planos de saúde, o óleo de soja, o azeite de oliva, o café moído e o leite longa vida aparecem entre os vilões do bolso dos brasileiros no ano passado.

Limite da meta de inflação para 2024 era de 4,5%. O valor definido pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) considera a margem de tolerância de 1,5 ponto percentual sobre a meta fixada em 3% para o IPCA do ano passado. O mercado financeiro estimava que o IPCA acumulado nos 12 meses encerrados em dezembro seria de 4,89%.

Variação ultrapassa o teto da meta desde outubro. Desde a divulgação que apontou uma taxa acumulada de 4,76%, o IPCA não voltou mais a aparecer dentro do intervalo da meta, que, até então, havia sido superado apenas em janeiro (4,51%).

O que é o IPCA

Inflação oficial é calculada a partir de 377 produtos e serviços. A escolha pelos itens tem como base o consumo das famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. O cálculo final considera um peso específico para cada um dos itens analisados pelo indicador.

UOL

Opinião dos leitores

  1. Lula é um verdadeiro herói, pois pegou o Brasil totalmente devastado financeiramente, com o rombo que o genocida deixou, e já equilibrou o país financeiramente. Por isso que será reeleito em 2026.

    1. Verdade. No governo LulE assistimos aos rombos nas contas públicas, estatais operando no vermelho, rombos nos fundos de pensão, criação e aumento de impostos, aumento do dólar, queda na bolsa… uma beleza para os esquerdistas de viseiras.

  2. Isso ainda foi conseguido, por obra e graça do Banco Central, que não cedeu as ameaças do governo.

    1. Você deve ser um “pelego” de carteirinha e sem soldo. A ignorância beira a imbecilidade.

    2. Inteligente vc, o brasil saindo de uma situacao brutal, provocada pela epidemia, ondas de desemprego, restricoes a circulacao da moeda, queda na producao industrial, diversos setores em calamidade, porem, o brasil do mito deixou as estatais e o pais no VERDE.

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Geral

Emprego formal no RN bate recorde histórico em 2024, com crescimento de 52,6%

O Rio Grande do Norte encerrou 2024 com um saldo positivo de 34.294 novos postos de trabalho formais, registrando um crescimento de 52,6% em relação a 2023, quando foram geradas 22.472 vagas. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O desempenho do ano passado é o melhor da série histórica, desconsiderando 2021, quando houve a recuperação das perdas causadas pela pandemia.
Todas as atividades econômicas geraram empregos em 2024. O resultado foi impulsionado principalmente pelo setor de Serviços, que sozinho gerou 17.088 novas vagas, quase 50% do total. O Comércio também teve um desempenho expressivo, com 6.099 postos de trabalho formais criados, seguido pelos setores da Construção (com 5.150 vagas a mais), Indústria (com alta de 4.876 vagas) e Agropecuária (com incremento de 1.088 vagas).
O presidente da Fecomércio RN, Marcelo Queiroz, destacou a importância do bom desempenho econômico do estado para a geração de empregos. “Esse resultado reflete o aumento dos investimentos privados no estado, a ampliação do crédito para as famílias e a redução da alíquota do ICMS durante a maior parte do ano.”. Segundo ele, esses são fatores que estimularam o crescimento econômico e o consumo no estado, fortaleceram o mercado de trabalho, especialmente nos segmentos do Comércio e Serviços.
Apesar do saldo anual positivo, dezembro foi o único mês de 2024 com resultado negativo, registrando 2.617 postos de trabalho fechados, um movimento sazonal. Ainda assim, o setor de Comércio manteve saldo positivo, com 44 vagas abertas, enquanto os demais segmentos encerraram o ano em retração.

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Geral

Aneel mantém bandeira tarifária verde para junho; Contas de luz ficam sem cobrança extra no próximo mês

Foto: Vladyslav Dukhin (via Pexels)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira verde no mês de junho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a agência, dessa forma, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o segundo anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica, que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Em maio, a agência já havia acionado a bandeira verde. Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Bandeiras Tarifárias

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre um acréscimos, que variam de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido a 9,492 por 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima. Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. UTILIDADE PUBLICA
    Tomem as vacinas obrigatórias para o COVID, o MITO garante que não faltará vacinas aos brasileiros.

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Comportamento

Em Natal, 21% dos usuários de transporte por aplicativo usam plataforma para trabalho

Foto: Reprodução

Mais de 21% dos usuários de transporte por aplicativo em Natal fazem uso da plataforma para trabalhar, enquanto cerca de 42% usam para lazer. Esses dados foram descobertos por meio de uma pesquisa feita pela Fecomércio RN para mapear o perfil dos usuários de transporte por aplicativo em Natal.

A iniciativa está inserida no projeto Ecossistemas de Competitividade e Inovação em Comércio e Serviços (ECICS) da entidade. A pesquisa ouviu 605 usuários de transporte por aplicativos, residentes em Natal, no mês de março.

O estudo teve como objetivo identificar os hábitos de consumo, aplicativos mais utilizados, frequências de uso, gastos, e principais problemas enfrentados na utilização do serviço. A margem de erro atingido da pesquisa é de 3% com intervalo de confiança de 95%. Em média, 80% dos natalenses já usaram, pelo menos uma vez, os serviços de transporte por aplicativos.

Dentro do universo de pessoas ouvidas, 42,31% afirmaram que utilizam o serviço para lazer, enquanto 21,16% dos usuários acionam o transporte por aplicativo para trabalho. Perguntados sobre a frequência, 27,27% das pessoas disseram que usam o serviço de duas a seis vezes por semana, já 19,83% dos entrevistados usam apenas uma vez a cada semana.

Para 27,93% dos usuários, a principal motivação para utilizar o transporte por aplicativo é a economia de tempo. Em segundo lugar aparece facilidade e conforto com 26,12%. Segurança e preço representam 15,54% e 13,72%, respectivamente. A pesquisa da Fecomércio RN também constatou que 42,15% dos usuários avaliam positivamente o serviço de uma forma geral, com notas entre 9 e 10.

Dentre os principais problemas relatados pelos entrevistados na pesquisa estão cancelamento (62,91%), espera (48,55%) e preço (18%).

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Economia

Banco Central projeta crescimento de 1,7% do PIB para 2022

Foto: Jorge William/Agência O Globo

O Banco Central (BC) projetou, para 2022, alta de 1,7% do Produto Interno bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A previsão anterior, divulgada em março, era de um crescimento de 1%. A revisão foi apresentada hoje (23) pelo diretor de Política Econômica do BC, Diogo Abry Guillen, em coletiva de imprensa que contou com a participação do presidente do BC, Roberto Campos Neto.

O anúncio foi uma prévia do relatório trimestral de inflação, adiado para o dia 30, devido à greve de servidores do órgão.

De acordo com nota do BC, há expectativa de “arrefecimento da atividade no segundo semestre” em decorrência dos “os efeitos cumulativos do aperto monetário; da persistência de choques de oferta; e das antecipações governamentais às famílias para o primeiro semestre”.

Guillen cita como principais componentes da demanda doméstica a alta no consumo das famílias e o recuo dos investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo – FBCF).

Inflação

O BC aumentou as projeções para a inflação nos próximos três anos. Para 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) projetado passou dos 6,3%, previstos em março, para 8,8%, nesta projeção de junho. O centro da meta fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano está em 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2023, ano em que a meta está em 3,25%, o BC projeta inflação de 4%, ante aos 3,1% divulgados em março. Já para 2024, ano em que a meta definida pelo CMN está em 3%, as projeções passaram de 2,3% para 2,7%.

Agência Brasil

Opinião dos leitores

  1. Com Lulão era 5, 7%.
    Vamos levar no 1º pra não causar tanto sofrimento para a boiada mais imunda que existe 👍🏻🇧🇷

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