As festas de fim de ano são motivos de alegria e celebração para muitos. Afinal, são festividades em que amigos e familiares se reúnem para comemorar mais um ano que se passou. No entanto, para alguns, esse momento do ano pode ser a época de recordações, saudades e luto de um ente querido que se foi, o que pode tornar o Natal e o Ano Novo angustiantes e melancólicos.
De acordo com a psicóloga especialista em luto do Morada da Paz, Mariana Simonetti, é comum que a saudade do ente querido se intensifique nessa época do ano, e a tristeza seja considerada normal nesse período, embora o luto seja singular e cada pessoa possa lidar de uma forma. “Muitas vezes essas festas são momentos que se confraternizam com as pessoas que você ama ou tem carinho, e nessa falta é preciso tentar aceitar que são momentos que podem acontecer essa sensação de tristeza, e o luto pode ficar agudo, mas isso faz parte do processo”, explica.
“Tentar fazer nesses momentos alguma homenagem, como incluir na festa alguma mensagem que possa trazer a memória dessa pessoa que partiu pode ser um bom caminho, embora alguns optarão por se recolher e é preciso respeitar esse tempo maior de aceitação. As pessoas que estão como apoio precisam entender isso”, conclui Mariana.
Por vezes, familiares e amigos não têm certeza de como agir ou o que dizer para apoiar alguém em processo de luto, e até mesmo o próprio enlutado se sente perdido diante de tantas emoções. Assim como a psicóloga enfatizou, cada pessoa sentirá a perda de forma distinta, mas é possível sim, que essa fase seja vivida com menos dor, principalmente, com o apoio dos familiares e amigos, e é nesta hora que entra a compreensão e estar disponível para ouvir o enlutado.
Não há soluções prontas, então usar de empatia para evitar tentar encontrar soluções rápidas e sem sentido é bem-vindo. Portanto, oferecer consolo e acolhimento, é fundamental para não ser invasivo com quem está passando por uma experiência dolorosa.
A Agência Nacional da Aviação Civil (ANAC) atualizou o valor da indenização a ser paga à Inframérica, empresa que devolveu a concessão do Aeroporto Internacional Aluízio Alves (ASGA), localizado em São Gonçalo do Amarante. Após análises financeiras, a indenização, que havia sido inicialmente estimada em R$ 554,5 milhões, foi reduzida para R$ 505,9 milhões.
A concessionária que assumirá a gestão do aeroporto, a suíça Zurich Airport Internacional, já assinou o contrato de concessão em 12 de setembro. O valor da indenização será deduzido dos R$ 320,1 milhões oferecidos inicialmente no leilão ocorrido em 19 de maio de 2023. Após essa dedução, o Governo Federal deverá quitar a diferença de R$ 185,8 milhões.
O leilão de concessão do Aeroporto Internacional Aluízio Alves deste ano foi a primeira relicitação de um ativo de infraestrutura concedido no país.
A partir de agora, as partes envolvidas iniciarão ajuste de contas para efetuar o pagamento da indenização à Inframérica pelos investimentos realizados. Primeiramente, o Governo Federal será responsável por cobrir a diferença entre o valor ofertado pelo proponente e a indenização devida, o que vai corresponder aos R$ 185,8 milhões. Posteriormente, a concessionária vencedora do leilão realizará o pagamento da contribuição inicial à concessionária anterior, ou seja, os R$ 320,1 milhões do leilão.
A Zurich Airport Internacional já tem presença em quatro outros aeroportos no Brasil, incluindo o Aeroporto de Confins e as operações nos aeroportos de Macaé, Vitória e Florianópolis. O novo contrato de concessão do ASGA terá uma duração de 30 anos.
Processo inédito
Em 7 de fevereiro de 2023, a Diretoria da ANAC aprovou, em caráter inédito, o edital de relicitação do ASGA. O instituto da relicitação foi viabilizado pela Lei nº 13.448, de 5 de junho de 2017, e pelo Decreto nº 9.957, de 6 de agosto de 2019.
A adesão ao processo de relicitação é um ato voluntário e consiste na devolução amigável do ativo, seguida pela realização de novo leilão e a assinatura de contrato de concessão com a nova concessionária vencedora do certame. Trata-se de um mecanismo que traz segurança jurídica aos contratos e permite a continuidade da prestação dos serviços.
Muito bom assim. É isso que os liberais pregam?
Estado mínimo para beneficiar, mas quando não obtém o lucro desejado, o estado não deve ser mínimo e indenizar quando o privado faz besteira.
Hipocritas de plantão.
Fogo, ainda bem que nosso estado é pujante com uma governadora atuante e competente.
Sou baluarte desta briosa,parabéns meu colega THIAGO, pelo seu brilhante texto, combatendo o sr Gilmar , ele esqueceu, que nois estamos salvando vidas a 95 a anos, ja temos cadeira cativa c a sociedade brasileira
Enterraram um jumento de cabeça pra baixa na área desse aeroporto. O prejuízo vai só mudar de mãos. Anotem!!
O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) suspendeu provisoriamente a recuperação judicial da 123 Milhas, atendendo a um pedido do Banco do Brasil, credor da empresa.
A instituição financeira alegou que os documentos apresentados pela 123 Milhas no pedido de recuperação judicial não observaram as “prescrições legais aplicáveis, que asseguram aos credores, stakeholders, Ministério Público e demais interessados na RJ o conhecimento necessário e suficiente das informações gerenciais, econômicas e financeiras da empresa”.
O banco também pediu a realização de constatação prévia, que consiste na verificação das reais condições de funcionamento da empresa e da regularidade documental. Além disso, solicitou a destituição dos administradores judiciais nomeados em 1ª instância.
O desembargador Alexandre Victor de Carvalho determinou a suspensão da recuperação judicial “até que sobrevenha o resultado da constatação prévia”. Esse trabalho deve ser feito por um profissional a ser nomeado pela Justiça.
“A meu ver, afigura-se essencial a análise por profissionais técnicos acerca das reais condições de funcionamento das empresas e da regularidade e da completude da documentação apresentada […] para posterior deferimento ou não do processamento da recuperação judicial”, diz um trecho da decisão.
A Justiça, no entanto, manteve o período de blindagem de 180 dias em que ficam suspensas as ações ordinárias e execuções contra a sociedade devedora.
“Tal providência advém do perigo de dano irremediável à parte agravada, na medida em que poderá restar inviabilizado o resultado útil do processo de recuperação judicial que tramita na origem, caso o resultado da perícia prévia seja pelo seu deferimento”, afirmou o magistrado na decisão.
Em relação ao pedido de destituição dos administradores judiciais, o desembargador pontuou que isso será examinado posteriormente, caso a constatação prévia conclua pela “plausibilidade” da recuperação judicial.
Em nota, a 123 Milhas declarou que todos os efeitos da recuperação judicial “seguem vigentes”.
“A decisão da 21ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais apenas suspendeu a tramitação do processo da Recuperação Judicial, em primeira instância, até que seja concluída perícia designada pelo desembargador”, disse.
Uma professora em Natal descobriu um jeito divertido de fazer os alunos se interessarem por plantas. Mas eles têm que gostar da Taylor Swift! pic.twitter.com/uL3VLOg3FR
Taylor Swift e botânica. Duas paixões da professora Gláucia Lidiane que, juntas, estão revolucionando a forma de ensinar sobre plantas a alunos em Natal. A professora que já havia sido destaque em reportagem do g1, agora virou destaque nacional no Jornal da Band.
O ‘Método da Taylor’, criado por Gláucia, que é bióloga, mestra e doutoranda em Sistemática e Evolução pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), consiste em mostrar a crianças, jovens e adultos, através dos clipes da cantora, que as plantas estão em todos os lugares e merecem atenção, cuidado e respeito.
De acordo com Gláucia, tudo começou em 2020, quando o álbum Folklore foi lançado. “Eu vi no vídeo da música ‘Cardigan’ que tinha muitas coisas com plantas, e eu poderia usar isso para dar aulas futuramente”, contou.
Em 2021, durante a graduação, Gláucia estagiou dando aulas para uma turma de ensino médio em uma escola pública em Natal. No entanto, ela se deparou com uma resistência dos alunos com relação ao assunto.
Foi a partir daí que Gláucia deu início ao ‘Método da Taylor’, com o objetivo de ensinar sobre as plantas de uma forma descontraída.
Finalizado o estágio, Gláucia se questionou se havia mais músicas da Taylor Swift que falavam sobre plantas. Ela revelou que, ao pesquisar, viu que a cantora possui um vasto conhecimento botânico.
O método foi crescendo e, em setembro deste ano, Gláucia o apresentou em uma aula para alunos da UFRN. “Ministrei ele para uma turma de licenciatura em Biologia, na disciplina de estágio supervisionado para a formação de professores do ensino médio”, contou.
O ‘Método da Taylor’ ganhou tanta notoriedade no mundo acadêmico que Gláucia foi convidada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para falar em uma roda de ciência e arte no YouTube.
Um juiz estadual da comarca de Bauru (SP) deu uma decisão que contraria um trecho do projeto de lei que acabou com as “saidinhas” de presos aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo presidente Lula.
A decisão foi proferida pelo juiz Davi Marcio Prado Silva, do Tribunal de Justiça de São Paulo, e considerou inconstitucional o artigo da lei que exige o chamado “exame criminológico” para progressão de pena.
O exame consiste em uma avaliação psicológica por meio da qual o profissional decide se há chances de o detento voltar a cometer crimes nos regimes semiaberto ou aberto.
Segundo o projeto das saidinhas, o preso só poderá progredir de regime caso tenha esse aval de um psicólogo.
Em sua decisão desta terça, porém, o juiz de Bauru defendeu a inconstitucionalidade do trecho. Para isso, citou decisões antigas de ministros do STF contra a exigência do exame, entre eles, de Dias Toffoli e Edson Fachin.
“Evidente, pois, que a nova legislação, no ponto que determina a realização obrigatória, indiscriminada e abstrata do exame criminológico como requisito para progressão de pena, padece de inconstitucionalidade, por violação aos princípios da individualização da pena, da dignidade da pessoa humana e da duração razoável do processo”, escreveu o magistrado na decisão.
Veto derrubado
Nos bastidores, membros do Conselho Nacional de Política Penitenciária (CNPP), vinculado ao Ministério da Justiça, preveem que o trecho da nova lei sobre o exame criminológico será derrubado pelo Supremo.
Em fevereiro, antes da aprovação do projeto, a coluna noticiou juízes e membros do CNPP já avaliavam que o trecho do projeto sobre o exame poderia causar uma “pane” no sistema prisional brasileiro.
“A imposição da obrigatoriedade de exames criminológicos tende a agravar ainda mais esse cenário, na medida em que sua realização envolve uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogos, psiquiatras e assistentes sociais, além da disponibilização de equipamentos, materiais e espaços adequados, já hoje insuficientes para atender a demanda atual”, dizia uma nota técnica do conselho.
Esse é o país que o “poder legislativo” legisla e o PODER JUDICIARIO manda. Hoje grande parte do judiciário funciona para onde o nariz aponta, muitas vezes esquecendo dos pobres e excluidos, está aí, não existe educação, segurança e saúde, os ricos não são presos nunca, juiz não perde o emprego, vcs querem o que?
E agora? Se os representantes legais do povo decidem uma matéria legislativa, de sua competência constitucional, mas um juiz acha que não deve aplicar a lei votada e sancionada. Estamos virando uma casa de mãe Joana. Cada um faz o que quer.
O número de jovens de 14 a 24 anos que não estudam, não trabalham nem estão procurando emprego caiu no último ano, afirma o Ministério do Trabalho e Emprego. Na última terça (28), o governo havia anunciado que esse número tinha subido, mas corrigiu o dado após um alerta feito por uma consultoria econômica.
Agora, o ministério informa que, no 1º trimestre de 2023, o Brasil tinha 4,88 milhões de jovens nesta situação e que esse número foi para 4,62 milhões no mesmo período deste ano.
Na terça, o Ministério do Trabalho havia informado que o número tinha subido de 4 milhões para 5,4 milhões no período, conforme pesquisa da subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho, Paula Montagner, com base a Pnad Contínua, do IBGE.
O g1 entrevistou a pesquisadora na segunda-feira (27), quando a pesquisa foi antecipada à imprensa sob embargo. O levantamento foi amplamente divulgado na terça, quando foi apresentado no evento “Empregabilidade Jovem” do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), em São Paulo (SP). Assim, os dados tiveram ampla divulgação no g1, nas redes sociais do portal e no g1 em 1 minuto.
Após a divulgação, o consultor econômico Bruno Imaizumi, da LCA, procurou o g1 e alertou que, diferente do que o ministério informou, o número de jovens de 14 a 24 anos que não estudam, não trabalham nem estão procurando emprego caiu no período, de acordo com dados da Pnad.
Procurado pelo g1, o ministério confirmou que houve erro na divulgação. “Reprocessamos os dados, os números da LCA são os corretos. No 1º trimestre de 2023 eram 4.888.783 pessoas de 14 a 24 anos que não estudam e não trabalham e, no 1º trimestre de 2024, eram 4.621.964, indicando que havia pequena diminuição dos que não estudam, não trabalham e não estavam procurando trabalho.”
Os valores também foram confirmados por Daniel Duque, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre), que refez o levantamento do MTE a pedido do g1.
O governo de lula aumentou o emprego,baixou a taxa Selic,baixou os juros do consignado,trouxe o país a normalidade,em todas pesquisas no RN tem aprovação de mais de 57 por cento da população,e não adianta desespero lula serä reeleito,16 anos de pt pela frente.
está tão perdido que em todas pesquisas suas notas são acimas de 57 aqui no RN.
PESQUISA CONSULT/TRIBUNA DO NORTE: 66% dos eleitores potiguares não sabem citar realizações do governo Lula no RN. Sr GILVAN, ACHO MELHOR VOCÊ SE ATUALIZAR!
Mentes tão bem
Que até chego a imaginar
Que não quer me enganar……… KKKKKK🤡🤡🤡🤡💩💩💩💩
Sempre assim.
Números negativos, refazem.
Então uma pessoa de fora disse que os números do próprio ministério estão errados?
Quem sabe mais?
Pnad?
Pnad é do IBGE.
O MTE não tem números próprios?
Calor extremo bate recorde no Brasil — Foto: Arte GLOBO
As alterações climáticas são situações que afetam a população global. Nesse sentido, as diferentes nações, especialmente em algumas partes do mundo, não estão isentas da consequência que a aceleração deste fenômeno pode ter. É o que aponta relatório recente da Nasa que gerou alarde, pois alerta que em 50 anos, ou seja, aproximadamente no ano 2070, haveria algumas áreas do mundo que poderiam se tornar inabitáveis devido ao aquecimento global.
A Nasa indica que este relatório foi feito com dados de satélite, que alertam sobre o aumento das temperaturas e da umidade, que podem inviabilizar a vida humana em determinadas regiões. O estudo ressalta também que, entre as próximas três e cinco décadas, algumas áreas da Terra já não terão as condições adequadas para o desenvolvimento da vida humana. Este importante dado foi obtido através de um indicador térmico específico: bulbo úmido.
A temperatura de bulbo úmido, também conhecida como temperatura úmida, é uma medida da temperatura do ar que leva em consideração a temperatura ambiente e a umidade relativa. Ou seja, é a temperatura sentida na pele quando ela está molhada e exposta ao ar em movimento, segundo o portal Sencrop.
A Nasa menciona que o bolbo húmido permite identificar as zonas do planeta que estão em risco e destaca os cinco locais que poderão ficar “inabitáveis” num período máximo de cinco décadas:
Sul da Ásia: esta região, onde vivem milhares de milhões de pessoas, poderá registar temperaturas de bolbo húmido superiores a 35 graus Celsius até 2070. Isto significa que a combinação de calor e humidade poderá atingir níveis perigosos para a saúde humana, mesmo para pessoas saudáveis.
Golfo Pérsico e Mar Vermelho: as temperaturas nestas regiões também já são extremamente elevadas e a previsão é a de que aumentem ainda mais nas próximas décadas. A combinação de calor e umidade poderá tornar a região inabitável até 2070.
Partes da China, Sudeste Asiático e Brasil: estas regiões também poderão enfrentar condições inabitáveis nas próximas décadas, embora o prazo exato seja mais incerto; Porém, a derrubada de árvores e o consumo irresponsável de recursos naturais podem provocar uma aceleração no aumento da temperatura ambiental.
Empresário paulista Guilheme Deiroz Tosetti foi vítima de homicídio | Foto: arquivo
Policiais civis da 89ª Delegacia de Polícia (DP) de São Miguel do Gostoso cumpriram, neste domingo (18), um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 32 anos, pela suspeita da prática do homicídio que vitimou o empresário paulista Guilheme Deiroz Tosetti, de 39 anos, no dia 08 de maio de 2023, no município de São Miguel do Gostoso. A prisão foi realizada durante um evento político na região rural de São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal.
De acordo com as informações, o investigado teria aplicado diversos golpes utilizando-se de uma pedra contra o empresário que tinha uma pousada na região. No decorrer do processo investigativo, foi constatada uma relação próxima entre autor e a vítima, o que incluía o consumo de drogas, inclusive dentro da própria pousada. Após o crime, o suspeito fugiu, deixando para trás cinco filhos menores de idade.
Após informações colhidas sobre o possível paradeiro do autor, policiais civis da 89ª DP de São Miguel do Gostoso, da 21ª DP de São Gonçalo do Amarante e da 93ª DP de Acari empreenderam diligências e localizaram o homem durante um ato político no final da tarde de domingo (18).
Após a captura, ele foi conduzido à Delegacia para a realização dos procedimentos legais e, em seguida, encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Crime
Após o corpo ser encontrado, Guilherme tinha um ferimento na cabeça e havia uma pedra suja de sangue ao lado dele, o que, segundo a Polícia Militar do município, dá indícios de que ele foi vítima de uma pedrada.
O vizinho do empresário foi quem acionou a polícia, ao ver o corpo de Guilherme caído no jardim da pousada. O crime aconteceu na Rua das Anchovas, no Centro de São Miguel do Gostoso, onde ficava a pousada do empresário, que era natural de São Carlos, no interior de São Paulo. A pousada tem registro de ter sido criada em 2018.
Megaevento acontece na Arena das Dunas, de 30 de outubro a 3 de novembro, com diversas modalidades esportivas e shows de cantores renomados; entrada será gratuita
A partir desta terça-feira (15), às 10h, o público já poderá garantir seus ingressos para curtir o Festival Tamo Junto BB, um megaevento que irá reunir todas as modalidades esportivas apoiadas pelo Banco do Brasil – Skate, surfe, corrida de rua, vôlei de praia e games -, além de shows de cantores renomados, ativações culturais e intervenções artísticas, na Arena das Dunas, em Natal.
O Festival Tamo Junto BB tem ingresso solidário: a entrada é 100% gratuita mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível para ajudar os projetos sociais apoiados pelo Mesa Brasil Sesc. Serão aceitos pela organização: arroz, feijão, lentilha, grão de bico, farinha de trigo, farinha de mandioca, leite, óleo; já o macarrão instantâneo tipo miojo, sal e açúcar, não serão considerados.
O evento será para maiores de 18 anos. Menores de idade sem acompanhamento só poderão entrar com uma autorização por escrito do responsável. A entrada será por ordem de chegada e com capacidade limitada. Fique atento aos horários da modalidade escolhida! Os ingressos estão divididos em três modalidades: vôlei de praia e festival – sendo estes separados entre as categorias skate/games e shows. Será proibida a entrada de alimentos ou bebidas no evento. Cliente Banco do Brasil / Ourocard tem direito a fila exclusiva na entrada e caixas exclusivos, além de desconto de 10% no consumo dr alimentos e bebidas na área interna do evento.
Para acessar todas as informações de programação, cronograma de atividades e também para garantir o seu ingresso, basta acessar o site do Festival Tamo Junto BB e ficar por dentro de tudo que estará rolando!
Local: Arena das Dunas – Av. Prudente de Morais, 5121 – Lagoa Nova, Natal
Entrada pelo Portão 2 (P02)
Não esqueça seu documento com foto e atenção aos horários de entrada no evento.
Data: 30, 31, 01, 02 e 03/11
Importante: cada convidado pode retirar um ingresso por dia para cada modalidade.
O governo adiará o envio ao Congresso de um dos projetos de lei complementar (PLC) que regulamentam a reforma tributária, anunciou na noite dessa segunda-feira (22) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Por falta de tempo, o PLC que trata do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e de questões administrativas deverá ser enviado na próxima semana.
O Comitê Gestor será um órgão com representação dos estados e municípios que se encarregará de fixar as alíquotas do IBS, imposto a ser administrado pelos governos locais. O projeto que trata do assunto é mais simples que o texto a ser enviado nesta semana, que abrangerá toda a regulamentação de todos os tributos sobre o consumo, informou Haddad, terá quase 200 páginas e deverá ser enviado nesta quarta-feira (24).
Originalmente, os dois projetos tinham previsão de ser enviados nesta segunda. No entanto, a Casa Civil, disse Haddad, pediu ajustes de última hora em dois pontos que foram discutidos no fim da tarde dessa segunda entre os ministro da Fazenda e da Casa Civil, Rui Costa, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Fechamos com o presidente [Lula]. Não tem mais pendência com ele, agora é um trabalho braçal para fechar o texto com mais de 150 páginas, quase 200. Agora está indo o projeto mais robusto”, declarou Haddad. O ministro não detalhou os dois últimos pontos que teriam ajuste. Apenas disse que seriam “detalhes” sobre os produtos com alíquota zero, alíquota reduzida (para 40% da alíquota cheia) e alíquota cheia.
O projeto a ser enviado amanhã inclui a regulamentação do IBS; da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal sobre o consumo; o Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos com risco à saúde e ao meio ambiente; e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incidirá sobre mercadorias concorrentes das produzidas na Zona Franca de Manaus.
Os temas mais polêmicos são a desoneração da cesta básica e a lista de produtos que terão a cobrança do Imposto Seletivo. A reforma aprovada no ano passado deixou para o projeto de lei complementar decidir se, por exemplo, alimentos processados e ricos em açúcar sofrerão a cobrança do imposto.
Relatoria
Sobre a relatoria do texto, Haddad disse ter recebido do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, a indicação que o senador Eduardo Braga (MDB-AM) relatará o primeiro projeto de lei complementar da reforma tributária. Braga foi relator da proposta de emenda à Constituição no Senado.
Haddad afirmou que só não enviou o projeto de lei complementar principal na semana passada por causa da viagem aos Estados Unidos. Na semana passada, o ministro foi a Washington para as reuniões do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta, mais União Europeia e União Africana), do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial.
Segundo Haddad, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, pediu a entrega do primeiro projeto de lei complementar nesta quarta-feira. O ministro se disse otimista quanto à regulamentação da reforma tributária ainda este ano.
“Não acredito que não vote [a regulamentação] neste ano. Seria até injusto com os presidentes Lira e Pacheco que essa reforma não terminasse no mandato deles [como presidentes das duas casas legislativas]”, destacou.
Perse
Após retornar do Palácio do Planalto, Haddad reuniu-se com líderes da base aliada na Câmara dos Deputados para discutir o projeto de lei que restringe o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Serviços (Perse). Segundo o ministro, a proposta pode ser votada nesta terça-feira (23), se a reunião de líderes na Câmara, prevista para as 12h, der certo.
Segundo o ministro, há consenso sobre os pontos principais do projeto de lei do Perse: a limitação da renúncia fiscal em R$ 15 bilhões até 2026 e um pente-fino na habilitação das empresas a receberem o benefício. O Perse foi criado para socorrer empresas do setor de eventos afetadas pela pandemia de covid-19.
“Nós temos de ter clareza de que estamos beneficiando quem precisa, porque, do jeito que está aberto, está dando margem [para desvios]. Não é para isso que o Perse deveria servir, abrir a porta para o crime organizado ou para quem não foi prejudicado pela pandemia”, ressaltou Haddad.
O ministro disse que, se não houver impedimento por parte dos deputados, pretende participar da reunião de líderes na Câmara. Em referência a um discurso do presidente Lula, que nesta segunda disse para Haddad ler menos livros e conversar com parlamentares, o ministro brincou: “Esqueci meus livros em São Paulo e estou liberado [para negociar com os líderes]”.
A “ONG das Quentinhas” responsável por ação do Ministério do Desenvolvimento Social que distribui refeições a populações vulneráveis contratou uma empresa do próprio dono e outra de um sobrinho dele. Além dos R$ 5,6 milhões do projeto Cozinha Solidária, o Movimento Organizacional Vencer, Educar e Realizar (Mover Helipa) firmou um acordo de R$ 5,2 milhões com o governo federal para promover cursos de capacitação a moradores de baixa renda da periferia da capital paulista.
Essa verba, sob responsabilidade do ministério, veio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), reserva da União destinada a bancar o seguro-desemprego, abono salarial e ações relacionadas ao desenvolvimento econômico.
Após ser procurada pelo GLOBO para falar sobre o serviço, a pasta informou que suspendeu pagamento referente ao convênio de treinamento em áreas carentes.
Como O GLOBO mostrou na quinta-feira, a ONG comandada por José Renato Varjão, ex-assessor do deputado federal Nilto Tatto (PT-SP) e do deputado estadual de São Paulo Ênio Tatto (PT), subcontratou outras entidades em nome de atuais ou ex-integrantes de gabinetes petistas para produzir e distribuir refeições. Representantes dessas ONGs reconheceram que estão entregando um número de pratos por mês abaixo do que foi contratado. O programa Cozinha Solidária foi lançado em março de 2024 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cerimônia no Palácio do Planalto.
Além da entrega de quentinhas, o ministério comandado por Wellington Dias (PT) contratou a ONG para realizar atividades que possam facilitar o acesso ao mercado de trabalho de moradores das favelas de Heliópolis, na Zona Sul de São Paulo, e do Parque Santa Madalena, na Zona Leste. Com a verba federal em mãos, Varjão destinou parte dos recursos para uma empresa da qual é sócio — na Receita Federal, a firma diz prestar “serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas”. Já no acordo com a Mover Helipa, firmado por R$ 96 mil, a firma se tornou responsável por prestar “serviços especializados como consultor de relações institucionais”.
— Os diretores da instituição que executam o trabalho podem receber pelo projeto. Está tudo dentro da lei — argumenta Varjão.
Outra firma contratada pertence a Jhonatas Varjão Ferreira, sobrinho do dono da ONG. O documento prevê repasse de R$ 72 mil para prestar “serviços especializados como analista de comunicação”. O contrato foi assinado no dia 1º de dezembro, três dias antes da abertura oficial da empresa na Receita Federal.
— Eu fui um dos fundadores da ONG, junto com meu tio, mas agora voltei depois de passar por outros empregos. Sou consultor de comunicação e cuido de redes sociais — disse Jhonatas.
Varjão afirma que o sobrinho foi “contratado pela capacidade técnica, não por ser parente”.
Especialista em Direito Administrativo e desembargadora federal aposentada, Cecilia Mello afirma que, por se tratar de dinheiro público, as ONGs devem “optar por serviços mais econômicos e eficientes”.
— Mesmo sendo uma ONG, é necessário fazer uma pesquisa de preços, algo similar a uma licitação. Não se pode contratar a própria empresa sem ter capacitação na área. Se (a empresa) está usando uma verba pública, tem que seguir os critérios de legalidade para utilização desse recurso. Se for o caso de contratação de uma empresa do sobrinho sem a devida qualificação, haverá uma flagrante ilegalidade. Quando ele contrata sua própria empresa, a empresa deve ter experiência na área — diz.
Além da capacitação, o Desenvolvimento Social diz que o convênio visava à “construção de uma cozinha escola”. “Todas as averiguações estão sendo conduzidas com total transparência”. A pasta afirma que, caso sejam confirmadas irregularidades, além da suspensão de repasses, “outras providências serão tomadas conforme a legislação vigente”.
Diante da revelação do caso das quentinhas e pressionado pelas críticas, especialmente da oposição, o ministério acionou na quinta-feira a Polícia Federal e órgãos de controle para investigar os gastos das ONGs envolvidas no programa Cozinha Solidária.
“As denúncias apontadas estão sendo objeto de averiguação, e o ministério já enviou uma equipe ao local nesta quinta, que ficará pelo tempo que for necessário, vistoriando todas a unidades denunciada”, afirmou a pasta.
O ministério acionou a Rede Federal de Fiscalização de programas vinculados ao Cadastro Único, um núcleo que trabalha integrado com a Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Advocacia-Geral da União .
Na quinta-feira, parlamentares da oposição usaram o caso para fazer críticas ao governo nas redes sociais e acionaram a Procuradoria-Geral da República e Tribunal de Contas da União (TCU).
— O governo Lula precisa explicar por que escolheu ONGs sem capacidade comprovada para uma tarefa tão crucial — disse a deputada Silvia Waiãpi (PL-AP), uma das vice-líderes da oposição na Câmara, chamando o episódio de “inadmissível”.
Essa semana eram deputados e vereadores do PL recebendo propina pra repassar emenda pra municípios, agora são do PT fazendo superfaturamento com quentinhas… parece aquela música… “se gritar pega ladrão não fica um meu irmão ” bandidos do PT e do PL… os dois lados da briga ideológica atual…
É verdade, veja o RN, desde do ano passado no mês de SETEMBRO/2024, estava tudo certo pagar FUNDEB, inclusive, os recursos financeiros encontrava-se na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, até hoje ninguém tem mais conhecimento do pagamento. Sabe-se que os ESTADOS vizinhos efetuaram os pagamentos do FUNDEB menos ESTADOS RN.
Referência entre o público francês para análises políticas e sociais, a revista semanal Le Nouvel Obs traz nesta semana um perfil do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Figura central no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro por uma suposta tentativa de golpe de Estado, Moraes é retratado como “um magistrado inflexível”, cuja atuação se tornou símbolo da resistência institucional à erosão democrática no Brasil, um verdadeiro “xerife da democracia” no país.
O Nouvel Obs traça, em dez pontos, o perfil do ministro Alexandre de Moraes, destacando sua atuação no julgamento de Jair Bolsonaro. Segundo a revista, o magistrado brasileiro “descreveu, durante cinco horas e sem consultar suas anotações, a organização criminosa liderada por Bolsonaro e seus aliados”.
Apelidado de “Batman” nas redes sociais, Moraes é apresentado como o juiz mais visível — e também o mais criticado — do país, diz a revista. A semanal relembra episódios emblemáticos, como o bloqueio do aplicativo Telegram em 2021, e a ofensiva verbal de Elon Musk, que o classificou como um “ditador diabólico”.
A publicação francesa ressalta que Moraes ingressou na magistratura aos 23 anos e, desde os anos 2000, passou a ser notado e cortejado pelas elites paulistanas. “Jurista renomado, suas ideias alinhadas à direita fizeram dele um líder pronto para a política”, afirma o veículo.
O perfil também recorda sua passagem pelo Ministério da Justiça, entre 2016 e 2017, durante o governo Michel Temer. À época, era visto como uma “pedra no sapato da esquerda” — imagem que se transformou com a chegada de Bolsonaro ao poder, em 2019, quando Moraes passou a ser considerado um “super-herói” pelos progressistas.
“Ombros de lutador”
Com “maxilar definido e ombros de lutador”, Alexandre de Moraes cultiva sua imagem pessoal com o mesmo rigor que aplica em suas decisões judiciais, observa Le Nouvel Obs. A revista relembra o episódio em que o ministro foi fotografado exibindo o dedo do meio durante uma partida de futebol — gesto que teria ocorrido pouco depois de o presidente Donald Trump revogar seu visto de entrada nos Estados Unidos.
Aos 56 anos, Moraes tem mandato no Supremo Tribunal Federal até 2043, o que, segundo a publicação, garante-lhe “uma longa influência sobre a vida política brasileira”.
Juiz que é vítima investigador e julgador, além de escolher uma turma onde mais da metade dos componentes são inimigos declarados do Réu. Grande exemplo de juiz. Não os petistas acreditam nessa piada
Quem não conhece acredita…🤐 Se fosse um guardião mesmo, ele não teria lado. Ninguém venha dizer que esse meio de comunicação não tem as mãos de Janja através de Macron. Infelizmente, quase tudo é por meio de ludibriacão.
Típico de publicação da mídia patrocinadora da extrema esquerda, a população brasileira do bem e quem realmente defende a democracia não concorda com essa afirmativa.
Eu como brasileiro do bem, quero a minha democracia e liberdade de expressão de volta.
Parlamentares da oposição intensificaram nesta terça-feira (5) os protestos contra a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Aliados do ex-mandatário ocuparam as mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, em um ato coordenado que integra a estratégia de obstrução anunciada mais cedo. O objetivo, segundo os oposicionistas, é impedir o andamento das sessões legislativas até que suas demandas sejam atendidas.
A mobilização deve se estender por tempo indeterminado, inclusive durante a madrugada, e concentra esforços nos plenários das duas Casas legislativas. A medida representa uma escalada da crise política provocada pela decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou na segunda-feira (4) a prisão domiciliar de Bolsonaro por descumprimento de medidas cautelares.
“Não sairemos de ambas as mesas até que os presidentes das duas Casas se reúnam para buscarmos resolver um problema de soberania nacional”, declarou o deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara. Após a fala, o parlamentar colocou uma mordaça na boca em protesto simbólico, em defesa da liberdade de expressão. Entre as exigências da oposição estão:
A votação de um pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes;
A aprovação de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” aos envolvidos nos atos do 8 de Janeiro;
O avanço da PEC que acaba com o foro privilegiado, transferindo o julgamento de autoridades do STF para a Justiça comum.
Com a ocupação das mesas e a obstrução oficializada no Congresso, a tendência é de paralisação das votações nas comissões temáticas e no plenário ao longo da semana. Havia expectativa, por exemplo, de que moções de apoio a Bolsonaro fossem apreciadas ainda nesta terça nas comissões de Segurança Pública e Relações Exteriores — ambas presididas por deputados do PL —, mas os atos foram suspensos diante da nova prioridade da oposição.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), confirmou o início da obstrução parlamentar como forma de resposta política à prisão de Bolsonaro. “A partir de hoje, estamos em obstrução”, afirmou. A medida consiste em travar votações tanto na Câmara quanto no Senado, até que os líderes das duas Casas se posicionem. Já o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reforçou o discurso da base bolsonarista e afirmou que é hora de o Congresso “virar a página”, defendendo a anistia irrestrita como caminho para a pacificação institucional.
Sobretudo no setor de FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios), os investimentos foram fortemente impactados pelo decreto do governo que havia elevado o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).
O setor fala em “uma quantidade expressiva de recursos [que] permaneceu represada” enquanto a medida esteve em vigor, segundo a Ouro Preto Investimentos, uma das maiores gestoras de FIDCs do país. Isso tendo em vista que o mercado de fundos vinha captando de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões por mês antes da majoração do imposto.
Após a derrubada do decreto por parte do Congresso, o governo federal buscou, nesta terça-feira (1º), judicializar a questão, levando-a ao STF (Supremo Tribunal Federal). A Ouro Preto cedeu com exclusividade à CNN cálculos nos quais estima que a judicialização do caso coloca em risco o crédito para mais de 3 milhões de empresas.
“Com a falta de clareza jurídica, os administradores de FIDCs estão em uma situação delicada. A dúvida é se o IOF vai incidir sobre o investidor no momento da aplicação assim como nas operações de compra de cotas de FIDCs dentro do fundo. Como precaução, muitos fundos de investimento que compram cotas de FIDCs suspenderam as captações até que haja uma definição por parte do governo ou da Receita Federal”, explica Leandro Turaça, sócio-gestor da Ouro Preto Investimentos.
“Se esse impasse persistir, o fluxo de caixa de empresas que dependem desse tipo de crédito originado pelos FIDCs será severamente afetado”, enfatiza.
A gestora destaca que uma das consequências da incerteza é um provável aumento da inadimplência e dos pedidos de recuperação judicial.
Richard Ionescu, consultor do fundo IOX I FIDC, ressalta que a decisão do Legislativo representou um alívio para o mercado, porém, ao levar a questão para o tribunal, o governo traz de volta um fantasma.
“Desde a MP, a queda de captação do produto FIDC foi significativa e o que poderia afetar o financiamento da produção de pequenas e médias empresas, já que o fluxo de caixa destas depende desse tipo de crédito originado do produto FIDC”, lembra.
Para tentar contornar o cenário, a equipe da Ouro Preto buscou gerar, já no primeiro dia de novas aplicações, um retorno acima de 0,38%, compensando o valor do imposto. A rentabilidade diária seria, então, ajustada ao longo do tempo.
O Brasil é o sexto país com o maior volume de ameaças de malware no mundo, segundo o relatório “Trend Micro Cyber Risk Report 2025″. Um malware é qualquer software projetado com a intenção de causar danos, roubar informações ou obter acesso não autorizado a sistemas digitais. Durante 2024, foram detectadas mais de 168 milhões de ameaças no país.
O Brasil ficou atrás de Japão, Estados Unidos, Índia, Alemanha e Taiwan. Segundo Flávio Silva, diretor técnico da Trend Micro Brasil, plataforma de cibersegurança, o relatório mostra a crescente sofisticação das ameaças cibernéticas.
Ele diz que a posição de destaque do Brasil no ranking global não é uma surpresa. “Historicamente, o Brasil tem sido um dos países mais visados por cibercriminosos, devido à sua grande população conectada e à rápida digitalização de serviços financeiros e governamentais”, explica.
Para o especialista, “a combinação de uma vasta superfície de ataque com lacunas na maturidade de segurança cibernética contribui para essa posição de destaque no ranking de países mais atacados”.
“O Brasil é um país que tende a adotar tecnologias emergentes de forma rápida, aumentando a superfície de ataques. Diante disso, o país tem sido alvo de ataques cibernéticos sofisticados que visam setores críticos, como transporte e manufatura“, completa Silva.
O estudo também identificou mudanças no perfil das ameaças. Conforme as informações, os ataques com ransomware aumentaram, e as “campanhas” de phishing tornaram-se mais sofisticadas.
Ransomware
Nesse tipo de ataque, os invasores sequestram dados corporativos por meio de criptografia e exigem o pagamento de resgates para restabelecer o acesso às informações.
Phishing
Consiste no envio de mensagens falsas, muitas vezes disfarçadas como comunicações legítimas, visando enganar usuários e obter credenciais, instalar malware ou acessar dados sensíveis.
Soluções
Quando o objetivo é mitigar riscos digitais, Flávio Silva alerta que a visibilidade dos ativos digitais também é essencial. “A visibilidade completa dos ativos digitais permite identificar pontos vulneráveis e priorizar ações de mitigação”, explica.
Segundo Flávio Silva, apesar dos desafios, há avanços. “Observamos uma evolução positiva, com mais empresas reconhecendo a importância da cibersegurança como parte estratégica do negócio. No entanto, ainda há um caminho a se percorrer, especialmente na adoção de práticas proativas e na integração de segurança desde o início dos projetos.”
Policiais civis da 5ª Delegacia Regional (DR) de Macau, em ação conjunta com a Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) de Macau e na 1ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), deflagraram, nesta quinta-feira (12), a Operação Má-Sorte, com o objetivo de combater a prática de loteria ilegal nas cidades de Macau e Guamaré, no litoral potiguar.
Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão, sendo três na cidade de Guamaré e um em Macau, expedidos pela Justiça da comarca de Macau. As investigações foram iniciadas há cerca de três meses, onde identificaram a existência de uma organização criminosa voltada à exploração de loteria clandestina do tipo “2 X 500”, praticada diariamente em locais públicos, especialmente nos mercados municipais.
De acordo com os policiais, a atividade ilegal era chefiada por uma mulher de nacionalidade colombiana, apontada como responsável pela sede da organização, localizada em Macau. No imóvel investigado, as equipes apreenderam R$ 18 mil em dinheiro, um globo de sorteio, carimbos, centenas de bilhetes do jogo e outros materiais relacionados à atividade ilícita. A loteria funcionava rotineiramente no Mercado Público da cidade. Nos alvos em Guamaré, também foram localizados diversos bilhetes do jogo, além de uma banca montada no Mercado Público utilizada para as apostas.
No quarto endereço, ligado a um dos financiadores do esquema, foram apreendidos uma pistola com numeração suprimida, uma munição calibre 12, entorpecentes, dinheiro em espécie e aproximadamente 200 cartões bancários e sociais, como Bolsa Família e cartões de crédito. O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de agiotagem, posse ilegal de munição de uso permitido, posse de arma com numeração raspada e porte para consumo pessoal de drogas. De acordo com a polícia, ele emprestava dinheiro a juros abusivos e retinha os cartões das vítimas como garantia de pagamento.
Além das autuações em flagrante, os envolvidos responderão por crimes como, Loteria não autorizada, Promoção de publicidade enganosa prejudicial à saúde ou segurança, Induzimento à especulação e Associação criminosa.
Os suspeitos foram conduzidos à delegacia para os procedimentos legais e, posteriormente, encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça. A operação mobilizou cerca de 20 policiais civis e militares.
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