A demanda por produtos industriais despencou e registrou o pior novembro desde 2016, segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria). O índice caiu de 52,5 para 51,3 pontos, mostrando que os empresários não enxergam ânimo no consumo de fim de ano. Mesmo com Natal e Ano Novo chegando, o setor prevê um movimento bem mais fraco do que o normal — reflexo direto do ambiente econômico inseguro do país sob o governo Lula.
A compra de insumos e matérias-primas também perdeu força, recuando para 50 pontos, o que sinaliza estagnação. Pior: os indicadores de emprego e exportação caíram para 49,1 e 48 pontos, apontando expectativa de demissões e queda nas vendas externas, segundo informações do Poder360. Tudo isso num momento em que o RN, sob a gestão Fátima Bezerra, já sofre com falta de competitividade e fuga de empresas.
Por outro lado, a intenção de investimento subiu para 55,2 pontos, mas segue abaixo do nível de 2024 — ou seja, há vontade de investir, mas falta confiança no cenário nacional. A produção industrial até avançou em outubro (51,5 pontos), e a capacidade instalada ficou em 71%, o mesmo nível do ano passado e ainda distante dos 74% de 2024.
A pesquisa ouviu 1.446 empresas de pequeno, médio e grande porte entre 3 e 12 de novembro. O estoque das indústrias ficou praticamente estável, bem perto da linha dos 50 pontos, que indica equilíbrio. O retrato geral, porém, é claro: a indústria segue andando de lado enquanto o governo federal insiste em políticas que não estimulam produção, emprego e consumo — e quem paga a conta é o trabalhador brasileiro.
O ministro da Defesa, José Múcio, admitiu que parte das Forças Armadas ficou constrangida com a condenação definitiva de Jair Bolsonaro, decidida pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Segundo ele, apesar da indignação de alguns, todos cumpriram “seu papel”.
Múcio destacou que nenhum militar — do Exército, Marinha ou Aeronáutica — se pronunciou durante ou após o julgamento. Para o ministro, o silêncio é positivo: “Uma nota de indignação não saiu nem das instituições, nem das pessoas. Então, eu só tenho que agradecer”.
O ministro ainda comemorou o que chamou de “fim de ciclo” e defendeu que o país precisa “virar essa página e olhar para frente”. O recado é claro: manter a neutralidade institucional, mesmo diante de decisões que chocam parte do efetivo militar.
Bolsonaro está preso desde sábado na sede da Polícia Federal, e a prisão preventiva virou definitiva nesta segunda-feira. A pena ultrapassa 27 anos, e não há mais recursos possíveis. O ex-presidente agora cumpre sua condenação sem chance de reversão, consolidando um capítulo histórico que divide o país.
só os lesados e adoradores do Bozo o julgam inocente. Ele atentou contra a nação por diversas vezes, com provas robustas, e até filmadas. Lives públicas, declarações televisadas.. Só o defende quem realmente não abre o olho para ver a verdade. Mas o Brasil é bonzinho: ele está preso. Em outros países, ele já teria sido fuzilado. Alguém quer ir pra lá?
Bolsonaro foi sentenciado a prisão perpétua decretada por seus oposição da ala política no STF, por um golpe que não aconteceu.
Isso vai acontecer a qualquer um que contrariar o sistema, porque o senado covarde não cumpre sua obrigação constitucional
Uma prisão política sem prova de crime algum sabemos que tudo foi armado desde 2018 quando tentaram contra sua vida, infelizmente o judiciário brasileiro não observa a constituição e sim o ego de alguns que se acham acima dela
O Congresso Nacional derrubou, nesta quinta-feira (27), vetos do presidente Lula (PT) em duas áreas sensíveis — refinanciamento das dívidas estaduais e licenciamento ambiental — aprofundando o clima de confronto entre o Planalto e o Legislativo. Parlamentares restabeleceram trechos do Propag que permitem aos estados usar recursos de obras federais e verbas do Fundo de Desenvolvimento Regional para reduzir juros e dívidas com a União, medida que beneficia especialmente São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Goiás.
Na área ambiental, o desgaste foi ainda maior. Deputados e senadores rejeitaram 63 vetos de Lula ao novo marco de licenciamento, restituindo pontos que flexibilizam regras e ampliam autorizações automáticas. A lista inclui a licença por adesão e compromisso (LAC), a transferência ampla de critérios de licenciamento para estados e municípios, a dispensa de autorização do Ibama para remoção de vegetação nativa da Mata Atlântica e a eliminação da consulta prévia a povos indígenas.
As mudanças provocaram forte reação de ambientalistas e autoridades do setor. O Observatório do Clima classificou a decisão como “o enterro do licenciamento ambiental”, enquanto o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, alertou que quase 80% dos procedimentos passarão a depender apenas de autodeclaração, sem análise técnica. Para o governo, o cenário eleva riscos ambientais e abre espaço para disputas judiciais.
Diante da derrota, a ministra Marina Silva afirmou que o Executivo avalia acionar o STF para contestar trechos da nova legislação, citando possíveis inconstitucionalidades e o temor de uma “terra sem lei” ambiental. A votação terminou com ampla maioria: 295 votos na Câmara e 52 no Senado, reforçando o distanciamento entre o Planalto e o Congresso.
O ministro Alexandre de Moraes solicitou à defesa de Augusto Heleno “o exame inicial que teria identificado ou registrado sintomas diagnóstico de demência mista (Alzheimer e vascular), em 2018”.
A solicitação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) foi feita em resposta ao pedido da defesa do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) de Jair Bolsonaro de concessão de prisão domiciliar humanitária, baseado na condição de saúde do condenado pela trama golpista, que começou a cumprir pena em regime fechado nesta semana.
A Procuradoria Geral da República (PGR) já se manifestou a favor da concessão do benefício.
Avisou quando era ministro?
Para decidir sobre o assunto, contudo, Moraes solicitou também “todos os relatórios, exames, avaliações médicas, neuropsicológicas e psiquiátricas produzidos desde 2018, inclusive prontuários, laudos evolutivos, prescrições e documentos correlatos que comprovem o alegado”.
O ministro do STF pediu também “documentos comprobatórios da realização de consultas e os médicos que acompanharam a evolução da demência mista, Alzheimer e vascular durante todo esse período”. E fez um último pedido aos advogados do ex-ministro:
“A Defesa, também, deverá esclarecer se, em virtude do cargo ocupado entre 2019 e 2022, o réu comunicou ao serviço de saúde da Presidência da República, do Ministério ou a algum órgão seu diagnóstico.”
Os esclarecimentos solicitados por Moraes devem ser apresentados pela defesa de Heleno em um prazo de cinco dias.
Questionamentos
Moraes destaca em seu despacho deste sábado, 29, que “não foi juntado aos autos nenhum documento, exame, relatório, notícia ou comprovação da presença dos sintomas contemporâneos aos anos de 2018, 2019, 2020, 2021, 2022, 2023; período, inclusive, em que o réu exerceu o cargo de Ministro de Estado do Gabinete de Segurança Institucional, cuja estrutura englobada a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) – responsável por informações de inteligência sensíveis à Soberania Nacional -, uma vez que, todos os exames que acompanham o laudo médico foram realizados em 2024”.
O ministro do STF diz ainda que Heleno “foi interrogado em juízo, em 10/06/2025, e, na presença de seu advogado, realizou sua autodefesa, exercendo parcialmente o direito ao silêncio”, acrescentando que “naquela oportunidade, o réu respondeu a todas as perguntas de seu defensor que, em momento algum, alegou problemas cognitivos”.
Que ministro burim, pelo fato do Heleno não comunicar não quer dizer que não tinha affs. O que importa é o tempo presente. Esse ministro Moraes tem atitudes de psicopata…
O desgaste entre o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional ameaça comprometer a cerimônia em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve sancionar, nesta quarta-feira (26), a lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil. Embora convidados, os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), não haviam confirmado presença até a véspera, refletindo o clima azedo entre as cúpulas dos Poderes.
Nos bastidores, a ausência de ambos é atribuída a rupturas recentes com articuladores do governo no Legislativo. Alcolumbre rompeu com Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, após Lula indicar Jorge Messias ao STF sem consultá-lo previamente — movimento que frustrou o grupo que apoiava o nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga deixada por Luís Roberto Barroso.
Na outra ponta, Hugo Motta se afastou do líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), declarando que só tratará de temas com o deputado de forma estritamente institucional. O atrito acabou respingando também na relação da Casa com o Planalto, ampliando a resistência de Motta a participar da agenda presidencial.
Apesar das tensões, os parlamentares responsáveis pela relatoria da proposta no Congresso confirmaram presença no ato. Rivais históricos em Alagoas, Arthur Lira (PP) e Renan Calheiros (MDB) estarão no evento, reforçando o peso político da medida econômica mesmo em meio à turbulência entre Executivo e Legislativo.
Imagens mostram as instalações da cela de Jair Bolsonaro na superintendência da Polícia Federal em Brasília. O local passou por uma reforma recente, após a possibilidade de Bolsonaro ser preso preventivamente por descumprir ordens do Supremo.
A sala possui 12 metros quadrados e passou a contar com banheiro privado, cama, cadeira, armário, escrivaninha, televisão, frigobar e ar-condicionado.
O ambiente é uma sala adaptada, semelhante ao espaço que abrigou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entre 2018 e 2019, em Curitiba (PR).
O espaço fica no andar térreo da Superintendência da PF, no Setor Policial de Brasília, e foi montado após consultas internas na cúpula do órgão e da Vara de Execuções Penais do DF.
Eh, Bolsonaro, vai dar mole pra comunista!!! Vai jogar dentro das 04 linhas da constituição com canalhas, que você finda parando onde parou, entre 04 paredes de uma prisão. Lamentável!
Com apenas dez meses de gestão, a administração municipal de Parnamirim sob a condução da prefeita Nilda. Segue colhendo resultados positivos e registra altos índices de aprovação popular, reflexo direto do trabalho intenso e da reestruturação promovida desde o início do governo. De acordo com dados da pesquisa do Instituto AgoraSei divulgados nesta sexta-feira (07), 58% dos parnamirinenses avaliam a atual administração pública municipal de forma positiva. O levantamento foi realizado entre os dias 4 a 6 de outubro deste ano e ouviu 600 pessoas, de 16 anos e acima, em todos os bairros da cidade.
“Não foi fácil. Encontramos uma cidade em situação muito difícil, mas com muito trabalho, transparência e o apoio de uma equipe comprometida conseguimos recolocar Parnamirim nos trilhos do desenvolvimento. Agradeço de coração a confiança da população, que reconhece o nosso esforço. Seguiremos firmes, buscando sempre o melhor para a cidade e para o nosso povo”, afirmou a prefeita Nilda Cruz.
Ao assumir o comando do município, a prefeita Nilda Cruz herdou uma cidade com finanças comprometidas, serviços paralisados e pagamentos atrasados, cenário que exigiu determinação e planejamento para ser revertido. Hoje, Parnamirim vive uma nova fase, com as contas equilibradas, obras retomadas e serviços essenciais funcionando com regularidade, traduzindo o compromisso da gestão com o bem-estar da população.
Diversos aspectos da administração pública municipal também passaram pelo crivo dos cidadãos. Todos os setores da administração alcançaram índices elevados de aprovação. O sistema de coleta de lixo de Parnamirim é considerado positivo para 89,2% da população. Já a iluminação pública está agrando 84% dos moradores. As escolas municipais atingiram a aprovação de 79,5% dos parnamirinenses. 59,7% disseram que aprovam os serviços encontrados nos postos de saúde da rede pública municipal. Por fim, 58,7% da população gostam do serviço de limpeza pública.
A mexicana Fátima Bosch, 25, foi eleita Miss Universo 2025 nesta sexta-feira (21), em Bangkok, na Tailândia. A final coroou a modelo após semanas marcadas por uma forte polêmica dentro do próprio concurso. A brasileira Maria Gabriela Lacerda avançou até o Top 30.
No início de novembro, Bosch foi alvo de um ataque público do executivo tailandês Nawat Itsaragrisil, um dos responsáveis pela edição deste ano. Durante uma live no dia 4, ele chamou a Miss México de “estúpida”, alegando que ela não produzia conteúdo suficiente sobre a Tailândia em suas redes sociais. O episódio constrangeu a candidata, que deixou o local acompanhada pela Miss Iraque, enquanto outras concorrentes tentavam protestar, mas foram interrompidas por uma ordem ríspida de Nawat.
A repercussão foi imediata e gerou solidariedade internacional. Bosch declarou que o comportamento do organizador foi “desrespeitoso” e que episódios como esse reforçam a importância de mulheres usarem sua visibilidade para se posicionar. A presidente do México, Claudia Sheinbaum, chegou a elogiá-la publicamente, ressaltando sua postura firme diante da agressão.
Diante da pressão, a Organização Miss Universo repudiou a atitude de Nawat, e o presidente do concurso, Raúl Rocha, afirmou que o executivo teria suas funções reduzidas. Nawat apareceu chorando em uma coletiva, dizendo ter sido “traído”, e acabou pedindo desculpas na abertura do evento. Mesmo em meio à turbulência, Bosch seguiu na competição e acabou levando o título máximo.
O advogado Martin De Luca, que atua para a Trump Media e para a plataforma Rumble, nos Estados Unidos, se manifestou após a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na manhã deste sábado (22). A informação é do Metrópoles.
De Luca afirmou que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) é um “insulto” ao presidente Donald Trump e ao senador Marco Rubio, devido ao fato de o magistrado ter mencionado que a residência de Bolsonaro fica próxima à Embaixada dos EUA.
“Moraes literalmente argumentou que, porque Bolsonaro mora a poucos minutos de carro da Embaixada Americana, ele poderia tentar fugir para lá. Como se os Estados Unidos — que sancionaram Moraes por abusos de direitos humanos — fossem contrabandear Bolsonaro para fora do Brasil”, disse.
O advogado prosseguiu: “É difícil imaginar um insulto mais gratuito a Donald Trump e Marco Rubio. A prisão preventiva no Brasil exige evidências concretas de risco de fuga, atos objetivos de obstrução e a conclusão de que nenhuma medida menos severa seria suficiente”, completou.
O defensor de Trump afirmou que a decisão de Moraes de colocar Bolsonaro em prisão preventiva é “tão frágil que beira a sátira” e destacou que a medida foi tomada um dia após os Estados Unidos flexibilizar parte das tarifas impostas ao Brasil.
“Moraes não apresentou nada disso. Ele simplesmente descreveu um plano de fuga hipotético baseado em geografia, especulação e medo de uma multidão pacífica. E ele fez isso um dia depois de os EUA estenderem um gesto de boa vontade nas tarifas. O timing é desafiador”, disse.
Pesquisadores da Universidade de Viena identificaram uma falha estrutural no sistema de busca do WhatsApp que, por anos, permitiu coletar em massa números de celular de todos os usuários do aplicativo. O estudo foi divulgado pelo G1.
A vulnerabilidade expôs dados básicos de até 3,5 bilhões de contas, número superior aos 2 bilhões divulgados oficialmente pelo WhatsApp.
A brecha estava no mecanismo que permite iniciar conversas com usuários não salvos na agenda. Sem limites para consultas sucessivas, os pesquisadores conseguiram realizar até 7 mil buscas por segundo sem qualquer bloqueio por parte da plataforma.
Segundo o estudo, além de identificar quais números estavam ativos no aplicativo, foi possível acessar fotos de perfil e frases de status de grande parte desses usuários. As mensagens das conversas, porém, permaneceram protegidas pela criptografia de ponta a ponta.
Para ajudar o contribuinte a planejar melhor o próximo ano, a Prefeitura do Natal divulgou, por meio da Secretaria Municipal de Finanças (SEFIN), as regras para o IPTU 2026 — que incluem a Taxa de Lixo e a Contribuição de Iluminação Pública (COSIP) — e instituiu um parcelamento especial para débitos referentes a 2025. As medidas ampliam as oportunidades de regularização fiscal e oferecem mais alternativas de organização financeira. A ação foi publicada na íntegra no Diário Oficial do Município (DOM) da última sexta-feira (21).
Uma das principais novidades é o desconto de 16% para quem estiver adimplente até 30 de dezembro de 2025 e optar pelo pagamento antecipado do IPTU em parcela única até 9 de janeiro de 2026. Além da emissão digital do Documento de Arrecadação Municipal (DAM), os contribuintes contemplados também receberão o boleto impresso em casa, garantindo mais praticidade. O pagamento poderá ser feito via PIX, código de barras, cartões de crédito e pelos canais digitais do Banco do Brasil.
O secretário municipal de Finanças, Marcelo Oliveira, destacou a importância das medidas e reforçou os benefícios ao contribuinte. “Estamos garantindo condições mais acessíveis e vantajosas para que o cidadão possa manter sua regularidade fiscal. O desconto de 16% é um estímulo importante, que premia quem se organiza e contribui com a cidade. Nosso objetivo é facilitar, desburocratizar e ampliar os canais de atendimento para que todos tenham acesso às melhores condições de pagamento”, afirmou.
Para quem não optar pelo pagamento antecipado, o município mantém o parcelamento automático do IPTU, da Taxa de Lixo e da COSIP em até 10 parcelas mensais. A SEFIN também instituiu um parcelamento especial para débitos com fatos geradores entre 1º de janeiro e 31 de outubro de 2025. Os contribuintes poderão regularizar a dívida em até 12 parcelas, mediante entrada mínima de 10%. O benefício estará disponível apenas entre 1º e 30 de dezembro de 2025, permitindo que mais contribuintes fiquem adimplentes e possam ter acesso ao desconto antecipado do IPTU 2026.
Formas de pagamento
Os boletos estarão disponíveis no portal da SEFIN. Contribuintes com direito ao desconto antecipado também receberão o documento impresso em suas residências. Os pagamentos poderão ser efetuados utilizando o sistema PIX ou via leitura de código de barras nos canais eletrônicos do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Lotéricas e Correspondentes Bancários desses bancos.
Além disso, correntistas do Banco do Brasil podem consultar e emitir débitos de IPTU sem acessar o sistema da SEFIN e sem necessidade de boleto. O serviço está disponível no aplicativo do Banco do Brasil, no Internet Banking e nos terminais de autoatendimento, pelo caminho: Pagamentos > Impostos e Taxas > IPTU > RN > Natal.
É necessário informar o sequencial do imóvel e o CPF para consultar qualquer débito disponível — seja o IPTU 2026 com desconto ou débitos anteriores. Ao realizar o pagamento pelo Banco do Brasil, a baixa é automática e instantânea na SEFIN, garantindo ainda mais praticidade.
Contribuintes que tenham dúvidas ou necessitem de mais informações sobre o IPTU 2026 podem procurar os canais de atendimento da SEFIN, disponíveis presencialmente na sede da Secretaria, pelo WhatsApp (84) 98786-8208 ou pelo chat online no portal.
Como emitir o boleto do IPTU 2026 pelo WhatsApp
A SEFIN disponibiliza atendimento digital rápido e intuitivo para emissão do boleto com desconto. Basta seguir os passos:
Enviar um “Oi” para o WhatsApp da SEFIN: (84) 98786-1990;
Digitar “IPTU2026” ou o código “116”;
Seguir as instruções automáticas da ferramenta;
Para pessoas físicas, informar o CPF de um dos proprietários e a data de nascimento.
O incêndio de grandes proporções que atingiu um dos pavilhões da COP30, em Belém, no início da tarde desta quinta-feira (20), penúltimo dia do evento, é o ápice da vergonha, do constrangimento e do absurdo em que se transformou o evento que desde sua preparação já dava sinais de fracasso. Felizmente, não houve feridos.
Diversos episódios mostraram ao longo dos últimos meses e principalmente nos últimos dias que a COP30 se tranformou em símbolo de desperdício de dinheiro público.
A começar pelo gasto de quase R$ 500 milhões do Governo Lula sem licitação com a OEI para organizar a COP30. Sem falar em bilhões em obras que não ficaram prontas e contratos suspeitos.
A baixa presença de líderes mundiais, preços altíssimos da hospedagem na capital paraense, questões de segurança com episódios de assaltos a jornalistas e até ameaças do Comando Vermelho à subestação elétrica Belém-Marituba, responsável pelo fornecimento de energia ao evento.
E não para por aí. Alimentação a preços absurdos e até o papel da primeira-dama Janja, nas cerimônias oficiais, viraram motivo de debate público. Lembrando ainda da utilização de cerca de 160 geradores a diesel para garantir conforto térmico aos participantes do evento, contrastando com a poluição provocada pelos equipamentos em um evento que discute sobre o meio ambiente.
Vale lembrar ainda da declaração do Chanceler alemão que disse ter ficado feliz ao ir embora de Belém. E o episídio da atriz Lucélia Santos que foi vítima de um golpe de um anúncio falso de hospedagem.
Em razão de tudo isso, há pressão por pela instalação de uma CPI para investigar superfaturamento, contratos obscuros e a farra com dinheiro público.
Lula não consegue controlar incêndio na COP30 que dirá nos biomas da Amazônia, Pantanal, Serrado, Mata Atlântica…
Na verdade, essa COP30 foi só pra ele e sua gangue queimarem (e roubarem) o dinheiro do povo brasileiro.
O Ministério da Saúde divulgou um novo balanço do surto de intoxicação por metanol relacionado ao consumo de bebidas alcoólicas. Ao total, foram confirmadas 16 mortes e o número de casos registrados chegou a 97, sendo 62 deles confirmados e 35 permanecem em investigação. Mais de 770 suspeitas já foram descartadas pelas autoridades.
O estado de São Paulo concentra a maior parte dos casos, com 48 confirmações e nove óbitos. Os demais estados com mortes confirmadas são Paraná e Pernambuco, com três cada, e Mato Grosso, com uma. Além das 16 fatalidades, outras 10 mortes seguem em análise, distribuídas entre São Paulo, Pernambuco e Minas Gerais, enquanto outros estados investigam notificações suspeitas.
A indústria de pescados ficou de fora da lista de produtos brasileiros que tiveram a tarifa adicional de 40% zerada pelos Estados Unidos e afirma “frustração com as negociações”.
A indústria de pescados ficou de fora da lista de produtos brasileiros que tiveram a tarifa adicional de 40% zerada pelos Estados Unidos e afirma “frustração com as negociações”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira, 20, a ampliação da lista de isenções da tarifa de 40% para incluir mais produtos agrícolas do Brasil. A medida é retroativa, o que significa que estarão isentas todas as mercadorias retiradas de armazéns para consumo a partir de 12h01 (horário de Nova York) de 13 de novembro.
Há uma semana, Trump havia retirado a taxa recíproca de 10% sobre produtos agrícolas. Com isso, importantes produtos agrícolas brasileiros ficam isentos de taxas adicionais aos EUA.
O Rio Grande do Norte deve receber R$ 570 milhões em investimentos no Leilão de Transmissão nº 01/2026 da Aneel, previsto para março de 2026. O valor, antes estimado em R$ 200 milhões pelo MME, foi ampliado após ajustes técnicos no edital. As obras incluem a instalação de compensadores síncronos nas subestações Ceará-Mirim II e Açu III, com previsão de gerar cerca de 1.600 empregos na cadeia produtiva.
Com as mudanças no certame, o investimento total nacional passou de R$ 3,31 bilhões para R$ 5,8 bilhões. O edital, enviado ao TCU em 11 de novembro, deverá ser publicado até fevereiro de 2026. O leilão ocorrerá em 27 de março, na B3, e os contratos devem ser assinados até junho. As obras devem ser concluídas em 42 a 60 meses, entre 2030 e 2031.
O edital contempla 10 lotes, totalizando 888 km de linhas de transmissão e 4.800 MVA em capacidade de transformação, com estimativa de 14.224 empregos diretos. Os empreendimentos alcançarão 11 estados, incluindo o RN.
A ampliação do escopo ocorreu após a Consulta Pública nº 028/2025, que recebeu 163 contribuições, e incluiu lotes remanescentes de leilões anteriores com obras atrasadas. O Leilão 01/2026 também ampliará o número de compensadores síncronos no Nordeste, considerados essenciais para reduzir cortes de geração renovável (curtailment) e melhorar a estabilidade do sistema elétrico.
A COP30 entrou no sábado (22) sem avanço significativo e com as plenárias finais remarcadas para as 10h, após uma madrugada inteira de consultas e tentativas de conciliação. O encontro, que deveria ter sido encerrado na sexta-feira, seguiu o padrão de outras conferências do clima, em que atrasos se tornam inevitáveis diante das divergências entre mais de 190 países.
Os negociadores tentam destravar pontos considerados essenciais para o pacto climático, especialmente o financiamento para adaptação e a criação de um roteiro que aponte caminhos para a eliminação dos combustíveis fósseis — tema que sequer aparece explicitamente nos textos preparatórios e que, na última versão divulgada, foi completamente omitido. O conjunto de rascunhos apresentado na sexta-feira recebeu forte rejeição de especialistas e organizações ambientais, que classificaram o material como frágil e desconectado da ciência.
O impasse também se acirrou com a postura da União Europeia, que ameaçou barrar o acordo caso o texto não seja endurecido. Embora cobre mais ambição e rigor, o bloco enfrenta críticas por não sinalizar, na mesma medida, ampliação de recursos financeiros para apoiar países vulneráveis. O comissário europeu Wopke Hoekstra afirmou, em reunião reservada, que o documento atual “não tem ciência, não tem transição e demonstra fraqueza”, reforçando que a UE não aceitará nada próximo do que está na mesa.
Na outra ponta, o bloco LMDC — composto por países como Arábia Saudita, Índia, Egito e Indonésia — se mobiliza para impedir qualquer referência direta aos combustíveis fósseis, com a China mantendo silêncio estratégico. A combinação das pressões e resistências torna o sábado decisivo para definir se Belém conseguirá entregar um texto final aprovado por consenso ou se a COP30 terminará marcada pela falta de acordo em um momento crítico para o enfrentamento da crise climática.
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