Os recentes dados sobre o HIV no Rio Grande do Norte são preocupantes. De acordo com o Boletim Epidemiológico sobre HIV e Aids, divulgado pelo Ministério da Saúde no início do mês de dezembro, no período entre 2012 e 2022 as notificações passaram de 93 para 608 por ano, o que equivale a um aumento de 553% nos diagnósticos. Entre janeiro e outubro de 2023, foram registrados 308 casos de HIV. Ainda segundo o Boletim, os números da Aids subiram de 463 notificações em 2012 para 609 em 2022, um crescimento de 31,5%.
Ainda de acordo com o documento do Ministério da Saúde, o Rio Grande do Norte é o quinto estado do país com maior detecção do vírus entre grávidas, 1.126 dentro do período. A Aids é a doença causada pela infecção do Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV na sigla em inglês). Esse vírus ataca o sistema imunológico, que é o responsável por defender o organismo de doenças. Ou seja, ter HIV não significa que a pessoa desenvolverá aids. No entanto, quando infectada, a pessoa viverá com o HIV durante toda sua vida.
De acordo com dados do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (SICLOM), detalhados em Boletim Epidemiológico da Sesap em novembro, o RN possui, atualmente, cerca de 12.400 pacientes realizando tratamento para HIV/Aids em 14 Serviços de Atenção Especializada (SAE) existentes nos municípios de Natal, Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu, Santa Cruz, São Paulo do Potengi, Caicó, Mossoró e Pau dos Ferros.
O Brasil lidera o número de casos de dengue no mundo, com 2,9 milhões registrados em 2023, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde). Os casos são mais da metade dos 5 milhões registrados mundialmente. A organização chamou atenção, nesta sexta-feira (22), para a doença que tem se espalhado para países onde historicamente a doença não circulava.
Entre as razões para o aumento está a crise climática, que têm elevado a temperatura mundial e permitido que o mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti sobreviva em ambiente onde antes isso não ocorria. O fenômeno El Niño de 2023 também acentuou os efeitos do aquecimento global das temperaturas e das alterações climáticas.
Em todo o mundo a OMS relatou mais de 5 milhões de infecções por dengue e 5 mil mortes pela doença. A maior parte, 80% desses casos, o equivalente a 4,1 milhões, foram notificados nas Américas, seguidas pelo Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental. Nas Américas, o Brasil concentra o maior número de casos, seguido por Peru e México. Os dados são referentes ao período de 1º de janeiro e 11 de dezembro.
Brasil
Do total de casos constatados no Brasil, 1.474, ou 0,05% do total são casos de dengue grave, também chamada de dengue hemorrágica. O país é o segundo na região com o maior número de casos mais graves, atrás apenas da Colômbia, com 1.504 casos.
Países anteriormente livres de dengue, como França, Itália e Espanha, reportaram casos de infecções originadas no país – a chamada transmissão autóctone – e não no estrangeiro. O mosquito Aedes aegypti é amplamente distribuído na Europa, onde é mais conhecido como mosquito tigre.
Vacina
Nesta quinta-feira (21), o Ministério da Saúde incorporou a vacina contra dengue ao SUS (Sistema Único de Saúde). Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal.
Conhecida como Qdenga, a vacina não será disponibilizada em larga escala em um primeiro momento, mas será focada em público e regiões prioritárias. A incorporação do imunizante foi analisada e aprovada pela Conitec (Comissão Nacional de Incorporações de Tecnologias no SUS).
O prefeito Rosano Taveira reinaugurou nesta sexta-feira (22) o novo Centro Clínico Cardiológico de Parnamirim, que funciona na Rua Sabiá da Mata, em Nova Parnamirim.
A unidade passou por uma ampla reestruturação, com reforma da estrutura física, contratação de mais médicos, aquisição de novos equipamentos para ampliar os tipos de exames cardiológicos oferecidos, implantação do prontuário e chamada eletrônica.
O CCPAR está totalmente climatizado e informatizado com novo sistema de prontuário eletrônico e ganhou agora um espaço exclusivo para testes ergométricos.
Também passa a ser oferecido na unidade o exame do tipo Holter, além Ecocardiogramas e Eletrocardiograma (antes já oferecido à população).
“Nosso investimento é para que o povo de Parnamirim possa contar com um centro de referência na área de consultas e exames cardiológicos. Nossa estrutura tem demanda atual de 500 pacientes mês, mas estamos contratando novos médicos para aumentar essa capacidade de consultas e exames”, destaca o prefeito Rosano Taveira.
O CCPAR funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 16h30 (no prédio ao lado da UBS Suzete Cavalcanti) e tem a porta de entrada regulada pelas unidades básicas de saúde.
A Prefeitura de Parnamirim realiza na próxima sexta-feira (19), às 14h, a reunião de acolhimento dos médicos contratados pelo programa Mais Médicos, em parceria com o Governo Federal.
Ao todo, o município conta com 32 médicos do programa e eles estão distribuídos em 19 Unidades Básicas de Saúde.
A reunião contará com a presença de representantes regionais do Ministério da Saúde, representantes do Departamento de Atenção Primária da Secretaria Municipal de Saúde, diretores das Unidades Básicas de Saúde e médicos.
No ano passado, o Ministério da Previdência Social concedeu 2.573.147 benefícios por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) com duração maior que 15 dias. Entre as dez doenças que mais afastam do trabalho, seis são ligadas a problemas de coluna e ombros. De acordo com a médica da família Lorena Bessa, na maioria das vezes, os trabalhadores exercem funções com elevação de peso ou sobrecarga.
“Muitos trabalhadores não têm orientação e tempo para realizar atividade física e fortalecer a musculatura. Movimentos repetitivos e levantamento de peso sem orientação, principalmente porque a função exige, causam problemas relacionados a coluna e ombros”, explica.
Confira a lista:
1º lugar: Transtornos de discos lombares e de outros discos intervertebrais com radiculopatia – 51.453 afastamentos
2º lugar: Dor lombar baixa (lombalgia) – 46.964 afastamentos
3º lugar: Mioma uterino – 41.888 afastamentos
4º lugar: Fratura do punho – 39.666 afastamentos
5º lugar: Outros transtornos de discos intervertebrais – 37.840 afastamentos
6º lugar: Síndrome do manguito rotador (ombro do nadador) – 35.267 afastamentos
7º lugar: Colelitiase (cálculo ou pedra na vesícula) – 30.876 afastamentos
8º lugar: Hérnia Inguinal – 29.749 afastamentos
9º lugar: Transtorno misto ansioso e depressivo – 28.514 afastamentos
10º lugar: Lesões do Ombro – 28.320 afastamentos
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa) publicou novas recomendações do Comitê Permanente de Biossegurança para os cuidados com a Covid-19, destinados à comunidade acadêmica. Entre as indicações, está a implementação do uso de máscaras cirúrgicas em locais fechados e transportes coletivos.
No texto publicado pela Ufersa, as recomendações são justificadas a partir do aumento do número de pessoas circulando no campus, com origem de “diferentes cidades e estados”. As medidas são válidas para os primeiros 15 dias iniciais do semestre.
Confira as recomendações:
Recomendamos fortemente o uso de máscaras cirúrgicas em locais fechados, como sala de aulas e laboratórios, com especial atenção em locais de atendimento ao público;
Reforço das orientações e disponibilização de álcool em gel;
Orientação de afastamento imediato e uso de máscara N95 até a testagem na rede de saúde para sintomáticos(mesmo que com sintomas brandos);
Estímulo à vacinação;
Propiciar o distanciamento nos RUs e cuidados mais intensos ao servir a refeição;
Reforçar as medidas educativas nas Residências universitárias, com uso de máscara por sintomáticos e os seus contactantes por pelo menos 10 dias. O isolamento em caso de teste positivo deve ser imediato;
Lembramos que contactantes íntimos, ou seja, que tiveram contato maior que 15 minutos sem uso de máscara, de casos positivos em qualquer setor, devem usar máscara adequada por pelo menos 10 dias, mesmo que não apresentando sintomas.
Recomendação do uso de máscara em transportes coletivos.
Já está comprovado que as máscaras não impedem o contágio, mas a ideologia se prepara para uma pandemia fictícia para arrancar milhões dos cofres que não tiveram como fazê-los em 2020… se máscara resolvesse, os médicos não ficariam doentes.
Testes clínicos concluíram que a vacina de dose única contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan tem eficácia de 79,6% em participantes sem evidência de exposição prévia à doença e de 89,2% entre aqueles com histórico de exposição. Os resultados foram publicados na quarta-feira (31.jan.2024) no New England Journal of Medicine.
O imunizante se mostrou eficaz e seguro contra os sorotipos da dengue DENV-1 e DENV-2. O ensaio clínico de fase 3 foi realizado com 16.235 participantes, em 16 centros de pesquisa espalhados pelo Brasil. A expectativa do instituto é submeter a vacina para aprovação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) neste ano.
“Quando falamos de vacina da dengue, estamos, na verdade, falando de 4 vacinas ao mesmo tempo. Esse é o aspecto mais difícil: fazer com que 4 vacinas contra os 4 tipos de vírus da dengue andem em caminhos paralelos e induzindo à proteção de forma equilibrada”, disse Esper Kallás, um dos autores do artigo, diretor do Instituto Butantan e professor licenciado do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).
Mas uma dúvida que não quer calar, os Peixes que o CHEFE DA SEITA BOLSONARISTA e os filhos e ora semana santa, vai distribuir pra comunidade carente do local?
Bebeto funcional só conhecemos uma, que é casado com uma rampeira kkkkkk,chifres é com ele, na Live, vc viu?, a pescaria deu certo, a pescaria do molusco das lives, que peninha. Foram suspensas, faltou peixe, por fim, quem gosta de auxílio esmola vc. Sabe quem é kkkkkkkkkk, Deus me livre de homem pobre, feio, burro e preguiçoso, tu é um.
Os bilhões roubados pela sua quadrilha de estimação vc tem alguma notícia? Sim, o os 5 milhões dos respiradores, informa tbm aí alienado acéfalo.
A balconista de farmácia Mariana Michelini, 35 anos, perdeu parte da boca e do queixo após fazer um preenchimento labial em dezembro de 2020, em Matão, município de São Paulo.
Mariana conta que não pagou pelo procedimento, ele foi uma permuta para um trabalho dela como modelo e influenciadora digital. Ela também relatou que havia sido informada de que o procedimento seria com injeções de ácido hialurônico nos lábios, no queixo e nas maçãs do rosto.
Seis meses depois da aplicação, veio uma reação alérgica grave. Mariana acordou com os lábios e o queixo inchados, vermelhos e doendo. Alguns meses depois, quando investigava as causas da alergia, descobriu que a “harmonização” foi feita com injeções de polimetilmetacrilato (PMMA).
“A harmonização ficou linda, recebi mais trabalhos ainda, mas após seis meses, tive uma grave reação. Acordei toda inchada e com dor. Voltei a mesma profissional e senti que ela estava muito nervosa”, lembrou Mariana, em entrevista ao Metrópoles.
O PMMA é uma substância plástica normalmente indicada para corrigir pequenas deformidades ou a perda da gordura facial em pessoas com HIV, conhecida como lipodistrofia. Ao contrário do ácido hialurônico ou do colágeno, o PMMA não é reabsorvido pelo organismo, ou seja, é um preenchedor definitivo.
O uso do produto para fins estéticos não é recomendado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e caiu em desuso justamente por ser permanente e quase sem possibilidade de remoção.
Tratamento
Após sofrer a reação, Mariana procurou atendimento médico contando ter feito um preenchimento com ácido hialurônico, mas o tratamento padrão para a reversão da substância não funcionou.
“O médico injetou uma ampola de hialuronidase cheia e nada aconteceu. Foi feita uma biópsia e encaminhada para São Paulo. Foi só aí que descobri que era PMMA, uma coisa que eu nem conhecia. Fui pesquisar na internet e só vi mulheres que tinham morrido”, afirma.
Ela começou um tratamento com antibióticos e corticoides em 2021 para tentar remover o PMMA. A jovem também teve de se submeter a uma cirurgia para retirar parte do lábio superior e do buço. “Passei um ano com muita dor, era terrível. Em 2022, foi necessário a remoção do produto e meu lábio, já que esse produto gruda na pele e não sai. Agora luto para poder reconstruir minha boca”, diz Mariana.
As intervenções para remover a substância afetaram a capacidade de Mariana se comunicar e se alimentar. Hoje ela só consegue beber líquidos com a ajuda de um canudo.
A mulher conta que todo esse processo afetou profundamente sua vida. Ela não consegue sair de casa sem máscara para esconder as cicatrizes deixadas pelo procedimento. “Não fui nem no casamento de uma grande amiga. É um mix de sentimentos: tenho tristeza, desespero, raiva”.
A Secretaria de Saúde de Parnamirim está disponibilizando um número de WhatsApp para orientações e denúncias sobre possíveis focos de mosquitos aedes aegypti, transmissor da Dengue.
A população pode entrar em contato pelo ☎️ (84) 98893.7888
O município de Parnamirim também prepara, para a próxima quarta-feira (21), uma capacitação para enfermeiros e técnicos das unidades de saúde, sobre a nova vacina contra a Dengue.
Na quinta-feira (22) as primeiras 6.600 doses destinadas à Parnamirim começam a ser distribuídas.
Por orientação do Ministério da Saúde, apenas crianças de 10 e 11 anos serão vacinadas neste primeiro momento.
A dose do imunizante é anual, com 1 reforço após 90 dias (3 meses).
A capital potiguar está em alerta para a possibilidade iminente de adoecimento por dengue. De acordo com um atlas lançado no final de janeiro pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), 25 dos 36 bairros de Natal possuem risco alto ou muito alto de contaminação por dengue, zika e chikungunya. O levantamento indica que apenas onze bairros (oito na zona Sul, além de Petrópolis, na zona Leste, Bairro Nordeste, na zona Oeste, e Salinas, na zona Norte) apresentam situação de menor vulnerabilidade para as doenças, com risco baixo ou médio. A dengue é a infecção que mais preocupa, por causa do número de casos prováveis em 2024 (foram 442 até esta semana, segundo dados preliminares). A SMS prevê uma epidemia da doença até abril.
Segundo as informações contidas no atlas, o alerta máximo segue para os distritos Norte I e II, Leste e Oeste.
Todos os bairros do distrito Sul (Ponta Negra, Neópolis, Capim Macio, Pitimbu, Planalto, Candelária, Lagoa Nova e Nova Descoberta) registraram baixo ou médio risco.
Já os bairros com maior vulnerabilidade são Santos Reis, que tem toda a área com risco muito alto para contaminações, além de Rocas, Pajuçara, Lagoa Azul e Felipe Camarão, os quais registram boa parte de seus territórios com alerta vermelho (risco muito alto).
Para a confecção do atlas, cada bairro foi subdividido em uma espécie de blocos, chamados ‘zonas’ – que correspondem a áreas constituídas por 800 a mil imóveis – as quais recebem as classificações de acordo com a metodologia do levantamento. Dentro de cada bairro, portanto, existem variações, a depender da região. O que chama atenção, no entanto, é que em alguns desses bairros, como Igapó, Cidade da Esperança, Nossa Senhora de Nazaré, Dix-Sept Rosado, Bom Pastor, Mãe Luiza e outros, todas as áreas são classificadas como risco médio, alto e muito alto.
Em alguns outros bairros, a classificação de baixo risco está restrita a pequenas ‘zonas’, o que aponta para a vulnerabilidade da região, segundo Úrsula Torres, gerente técnica da Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) da SMS. Este é o caso de Pajuçara, Potengi, Lagoa Azul, Redinha e Nossa Senhora da Apresentação. “Esses bairros têm em comum características sociais, econômicas e estruturais, as quais, em geral, são mais semelhantes entre si e por isso estão mais vulneráveis”, explica Torres.
O documento leva em consideração os dados coletados em quatro anos (2019, 2020, 2021 e 2022) para apontar a vulnerabilidade das áreas. A metodologia para se chegar à classificação levou em conta aspectos como entomologia (análise da presença do vetor nas regiões), epidemiologia (análise espaço-temporal do número de casos prováveis e confirmados em cada território) e persistência (levantamento da quantidade persistente de casos e adoecimento em um determinado tempo, no mesmo território).
As subdivisões dos blocos em cada bairro resultaram em 426 ‘zonas’, conforme denominação do levantamento. Deste total, 174 registraram risco alto ou muito alto (140 para risco alto e 34 para a situação considerada mais crítica entre todas as classificações), 164 tiveram risco médio e 88 foram classificados como risco baixo.
De quem será a culpa sobre o atraso na compra das vacinadas para combate a dengue
Será que podemos acusar alguém de genocida? Vai fazer um ano que as vacinas foram aprovadas pela Anvisa
Que atraso, criatura bovina? O Brasil é o primeiro país do planeta terra que vai aplicar vacinas pra dengue em todos os tempos. Na gadolândia, onde você vive, já tão aplicando e eu não sei?
Desligaram o telefone?
CULPA DA PRÓPRIA POPULAÇAO, MAL EDUCADA, QUE DEIXA OS DEPÓSTIOS COM ÁGUA ABERTOS. A CONTA CHEGOU. DENGUE MATA, ASSIM COMO COVID.
Anvisa registra primeira vacina contra dengue no Brasil
Segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 às 14:12 – Ascom SE/UNA-SUS. Jamerson babão. Essa aí, no sistema público. E isso não quer dizer nada. Se nos outros países não há necessidade, por que seriam eles, os primeiros a utilizar?
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) Natal inicia, a partir desta segunda-feira (19), a vacinação contra a dengue de forma escalonada. De acordo com o titular da pasta, George Antunes, a imunização vai ser direcionada inicialmente para crianças de 10 a 11 anos e depois ampliada para o público de 12 a 14 anos.
A estratégia segue a recomendação do Ministério da Saúde, responsável por encaminhar as doses do primeiro lote da vacina Qdenga (TAK-003), desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma, aos estados do país. Ao todo, Natal recebeu 18.806 doses do quantitativo recebido pelo Rio Grande do Norte.
A SMS informou que nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro, crianças com idade entre 10 e 11 anos devem comparecer a uma das oito unidades básicas de saúde de referência para receber a imunização. Para as crianças com idade entre 12 e 14 anos, a vacinação acontece a partir da quinta-feira (22).
Tire as principais dúvidas sobre a imunização:
Quem pode se vacinar?
Crianças com idade entre 10 e 11 anos (nos dias 19, 20 e 21 de fevereiro);
Crianças com idade entre 12 e 14 anos (a partir do dia 22 de fevereiro).
Quem não pode se vacinar?
Gestantes;
Lactantes;
Menores de 4 anos;
Maiores de 60 anos;
Imunossuprimidos.
Como é composto o esquema vacinal?
O esquema vacinal é composto por duas doses do imunizante Qdenga com intervalo de três meses entre elas;
Quais documentos apresentar para vacinação?
Documento de identificação pessoal;
Cartão de vacinação;
Menores de idade – Estar acompanhadas de um responsável maior de idade;
Apresentar comprovante de residência de Natal em nome dos pais.
E o resto da população vai ser vacinada quando?
A dengue virou uma pandemia, os hospitais estão lotados, tem pessoas morrendo todos os dias, a COVID está aumentando muito, as midiaslixo caladas, o desgoverno calado. Podemos sim chamar este desgoverno de genocida e omisso.
A Prefeitura do Natal, através da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reinicia a vacinação contra a dengue para o público com idade entre 10 e 14 anos a partir desta segunda-feira (13), nas Unidades Básicas de Saúde do município. Na capital, cerca de 36 mil crianças e adolescentes estão aptas a receberem o imunizante.
Com o recebimento de 2.510 doses do novo lote da vacina Qdenga (TAK-003), desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda Pharma, na última quinta-feira (9), o município realizou a distribuição do imunizante nas salas de vacinação dos serviços de saúde para dar início à vacinação a partir desta segunda.
O esquema vacinal do imunizante Qdenga é composto por duas doses com intervalo de três meses entre a primeira e a segunda dose. Para se imunizar, o munícipe deve ter entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, e deve procurar uma das Unidades Básicas de Saúde mais próximas da sua residência, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e de 13h às 15h, portando documento de identificação, cartão de vacinação e comprovante de residência de Natal em nome dos pais da criança.
As bebidas alcoólicas são comuns na realidade brasileira. Presentes em momentos festivos ou no dia a dia, elas tornaram-se parte importante de eventos e celebrações. Para aqueles que exageram na dose, porém, os efeitos da temida ressaca não são nada agradáveis: sintomas como dor de cabeça, boca seca e estômago sensibilizado costumam aparecer.
E tem como resolver? De acordo com pesquisadores do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique (ETH Zurich), dá para ter esperança que sim.
Eles produziram, com sucesso, um composto a partir das proteínas do leite junto a nanopartículas de ouro para deter a intoxicação alcoólica em ratos. O resultado foi publicado na revista científica Nature Nanotechnology. Durante o experimento, os cientistas reduziram em 40% os níveis de álcool no sangue em ratos (e isso em apenas 30 minutos).
A criação consiste em transferir a degradação do álcool do fígado para o trato digestivo. Dessa forma, a formação do acetaldeído — metabólito tóxico responsável pela ressaca — não é produzida, diminuindo a sensação ruim da ressaca.
É válido frisar que o ideal, para manter a saúde em dia, é evitar esse tipo de bebida. E, se for beber, lembre-se de ter moderação e de ingerir água entre uma dose e outra.
Eita, a corja direitopata, principalmente os alienados evangélicos, agora vai dizer que os Suíços estão fazendo experiencias com os humanos através desse produto !!!!!!!!
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Que cara mais ridículo! PQP! vai procurar uma lavagem de roupa! Procura o que fazer! Se és desprovido de ideias, tenta aprender alguma coisa relevante!
Desde 1º de janeiro, 113 pessoas morreram em todo o país em decorrência de infecção por dengue. De acordo com o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, há ainda 438 mortes em investigação para a doença.
Os números mostram que, em menos de dois meses, o Brasil contabiliza 653.656 casos prováveis de dengue, o que leva a um coeficiente de incidência de 321,9 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.
As mulheres respondem pela maioria das infecções (55%), enquanto os homens registram 45%. A faixa etária dos 30 aos 39 segue na liderança de casos de dengue, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e pelo grupo de 50 a 59 anos.
O Distrito Federal registra, atualmente, o maior coeficiente de incidência (2.814,5), seguido por Minas Gerais (1.061,7), Acre (644,7), Paraná (611,6) e Goiás (569,6). Em número de casos absolutos, Minas Gerais aparece em primeiro lugar (218.066). Em seguida estão São Paulo (111.470), Distrito Federal (79.287), Paraná (69.991) e Rio de Janeiro (49.263).
Em Niterói RJ , a Fiocruz criou um projeto para implantação de uma Bactéria chamada Wolbachia nos óvulos do mosquito Aedes aegypti que vem dando certo , essa bactéria não permite que o mosquito seja infectado por diversos vírus que o mosquito transmite como dengue, chikungunya, Zika, febre amarela . Em 2024 só foram registrados 55 casos em Niterói. Óbvio que o combate com agentes e ajuda da população também é importante.
Resta agora este desgoverno agir para que este projeto se espalhe pelo Brasil, para que diminua em um período curto de tempo esta pandemia.
Mas como este desgoverno genocida é lento para uma ação, ainda irão morrer milhares de pessoas até ter vacina ou implantação deste método que se comprovou eficaz.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (21) um projeto que obriga governos a divulgar, em portais na internet, a lista de pacientes em espera para procedimentos cirúrgicos eletivos no Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o projeto, as páginas deverão indicar a posição ocupada pelo paciente na fila e indicar a data de agendamento.
O texto, que já havia sido aprovado pelo Senado, retornará para nova rodada de votação dos senadores.
Relatório mais recente do Ministério da Saúde, divulgado em novembro de 2023, aponta que quase 1,1 milhão de pessoas estão na “fila do SUS” para cirurgias eletivas (não emergenciais) nos 26 estados e no Distrito Federal.
Os dados constam de um monitoramento do Programa Nacional de Redução das Filas (PNRF), lançado pelo governo no último ano para reduzir a espera no sistema de saúde.
Identificação por número
A proposta prevê que a “fila do SUS” deverá ser divulgada por tipo de cirurgia eletiva. Também deverá haver publicações das esperas para exames complementares.
A identificação do paciente ocorrerá por meio do número do Cartão Nacional de Saúde — ou documento de identificação equivalente — e pelo estabelecimento no qual o procedimento será realizado.
Todas as listas de espera terão de ser, segundo o texto, atualizadas a cada 15 dias. Um consolidado, com o número total de pacientes nas filas para cirurgias e para exames, deverá ser divulgado mensalmente, junto ao tempo de espera médio para os procedimentos.
Inicialmente, o texto aprovado pelos senadores estabelecia que a ausência de publicação e atualização da lista poderia responsabilizar gestores — estaduais e municipais — por improbidade administrativa.
Em seu parecer, o relator do projeto, deputado Ruy Carneiro (Podemos-PB), retirou a possibilidade. Segundo ele, a nova versão do texto foi construída após “amplo diálogo com diversos líderes partidários” da Casa.
A punição já havia sido retirada em outra oportunidade, durante discussão na Comissão de Trabalho da Câmara, em 2018. À época, o ex-deputado Indio da Costa (PSD-RJ), relator na ocasião, disse que a decisão foi tomada após um “acordo firmado” com o PT.
Ao defender a proposta no plenário da Casa, Carneiro afirmou que o texto vai mudar as práticas políticas voltadas à saúde e dar “maior transparência ao cidadão”.
Agendamento
Além de tornar obrigatória a divulgação das filas, o projeto aprovado pelos deputados também estabelece critérios para o agendamento dos procedimentos.
Segundo o texto, na marcação, todos os pacientes deverão receber um protocolo, com a data do agendamento e a previsão de realização do procedimento.
Em caso de desmarcação — que deverá ser justificada e comunicada ao paciente — este deverá ter direito a uma nova data para realização do procedimento.
Na próxima segunda-feira (04) será realizado o dia D de combate à Dengue.
A data escolhida pelo Ministério da Saúde dará início a uma série de ações em todo país para o enfrentamento de uma possível epidemia da doença que prevê seu pico durante os meses de maio e junho.
“Aqui em Parnamirim, por determinação do Prefeito Rosano Taveira, nós antecipamos e nosso trabalho já começou. Desde janeiro (no verão) intensificamos as visitas dos dos nossos agentes de endemias aos imóveis para vistorias e orientação da população para eliminação de focos do mosquito Aedes Aegypti; também já treinamos e capacitamos nossos profissionais para o início da vacinação; desenvolvemos nosso plano de enfrentamento; protocolo de notificação para termos boletins semanais de acompanhamento dos casos da doença; e estamos produzindo cartilhas e panfletos que vão ajudar na orientação da população. Nossa ideia é evitar o pico da epidemia aqui no município”, destaca a secretária Luciana Guimarães.
O município também disponibilizou o disk dengue, um WhatsApp que vai ser o canal direto da população com a Vigilância Epidemiológica pelo 84 98893.9888.
Outra ação será desenvolvida nas escolas de Parnamirim, onde serão trabalhadas as orientações de combate à dengue de forma lúdica, com cartilhas especiais. “Queremos transformar as crianças em multiplicadores de informações e que elas possam, inclusive, nos ajudar repassando aos adultos das famílias”, explicou a secretária.
Um grande reforço seria a convocação dos ACEs aprovados do (concurso vigente) que estão no cadastro de reversa. Isso sim seria uma grande ação desenvolvida por Parnamirim. Quantos mais agentes em campo,mas combate contra a dengue.
Lembrando que o cadastro de reserva é do concurso vigente de 2019 que tem validade até 2025.
Agora no Carnatal fecha nos1000%
Triste e vergonhosa VERDADE 😢!
Calma que o Carnatal tá chegando ainda.