O Rio Grande do Norte é o Estado do Nordeste com pior índice de vacinação contra a poliomielite, de acordo com os dados do Ministério da Saúde (MS). Apenas 25,32% do público-alvo (crianças de 1 a 5 anos de idade) estava imunizado contra a doença na tarde dessa sexta-feira (9).
Os dados do MS apontam, ainda, que o RN ocupa a 24ª posição no ranking nacional em relação à taxa de vacinação, ou seja, a quarta pior do Brasil. A baixa adesão em todo o Brasil fez com que a Campanha Nacional de imunização fosse prorrogada até o dia 30 de setembro.
A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) disse que os índices preocupam e alerta aos municípios para a promoção do fortalecimento das “ações de vigilância epidemiológica das paralisias flácidas agudas e das ações de vacinação, no sentido de proteger as crianças menores de cinco anos e alcançar altas e homogêneas coberturas vacinais na rotina e nas campanhas”.
O procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma manifestação na qual defende a constitucionalidade da lei que estabeleceu piso salarial nacional para os enfermeiros, auxiliares e técnicos de enfermagem e parteiras.
A movimentação ocorreu em ação apresentada pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde) contra dispositivos da norma.
Para Augusto Aras, não há dúvida de que o Parlamento considerou os aspectos relacionados ao impacto orçamentário, e que a ampla maioria dos parlamentares decidiu que a criação do piso salarial para enfermeiros, auxiliares/técnicos de enfermagem e parteiras “era conduta política desejada e viável, no exercício de função típica daquele Poder”.
Mais de 800 pessoas em todo o Rio Grande do Norte aguardam na fila pelo transplante de algum órgão, como rins, córneas, medula e coração. Neste mês, a mobilização em torno do Setembro Verde busca sensibilizar a população sobre a importância da doação de órgãos.
No estado a maior quantidade de pacientes em espera é pelo transplante de córneas, com 490 pessoas, seguido pelos rins com 270 pacientes aguardando; medula com 70 pessoas e coração com três pessoas na fila.
“Fazer essa fila andar depende diretamente da doação de órgãos que, por sua vez, depende dos familiares aceitarem a doação. Este ato impacta não só na vida dos potiguares, mas se estende por todo o território nacional, já que podemos conseguir enviar os órgãos para estados vizinhos”, explicou Rogéria Medeiros, coordenadora da Central Estadual de Transplantes.
Comparado ao mesmo período do ano passado, houve um crescimento de doações e transplantes no primeiro semestre de 2022. Foram 21 doações este ano (11,8 pmp – por milhão de população), enquanto que em 2021 foram 11 (6,2 pmp) O RN está próximo da média nacional de 15,4 pmp no 1º semestre de 2022 e 13,7 nesse período no ano passado.
Neste primeiro semestre de 2022 foram realizados 27 transplantes de rins no estado, 82 de córnea, 70 de medula óssea, três de pele e o um de coração, que foi o primeiro em dez anos no RN. Durante o ano passado foram dois transplantes de rins, 39 de córnea e 52 de medula, não realizando de pele.
O caso de um homem que foi hospitalizado para retirar um tubo de desodorante que estava alojado em seu ânus há três semanas chamou atenção em West Bengal, na Índia. O rapaz de 27 anos não foi identificado, e procurou o hospital com dores abdominais severas.
Segundo os médicos, o corpo estranho só foi identificado depois que o paciente passou por um raio X. O homem não foi capaz de evacuar durante este período e corria risco de vida se não retirasse o objeto do corpo.
Foi necessário uma cirurgia de duas horas para tirar o desodorante. Porém, o paciente não se recuperou totalmente: o homem teve danos consideráveis no intestino, e deve passar por outros procedimentos para reparar a situação.
O teste para diagnóstico da varíola dos macacos foi incluído pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no rol de procedimentos que devem ter cobertura garantida por planos de saúde privados. A medida consta em uma nova resolução normativa aprovada na segunda-feira (19).
Conhecida internacionalmente como monkeypox, a varíola dos macacos é endêmica em regiões da África e se tornou uma preocupação sanitária devido a sua disseminação por diversos países desde maio. No Brasil, já são 7.019 casos e duas mortes, segundo dados divulgados na manhã de hoje (20) pelo Ministério da Saúde.
Conforme a resolução normativa, os planos deverão cobrir os testes dos beneficiários que apresentarem indicação médica. O exame é realizado a partir de amostras de fluidos coletados diretamente de lesões que se manifestam na pele, usando um swab [cotonete estéril] seco. As análises permitem detectar a presença do vírus que causa a doença.
Segundo nota divulgada pela ANS, a incorporação do teste faz parte do processo dinâmico de revisão do rol, que já foi modificado 12 vezes em 2022, garantindo a cobertura obrigatória de 11 procedimentos e 20 medicamentos.
A 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal determinou o bloqueio online de R$ 8.072.683,14 nas contas do Governo do Estado. O montante deverá ser empregado para garantir medicamentos excepcionais, de alto custo, aos usuários cadastrados no Programa para recebimento dos medicamentos previstos no Componente Especializado da Assistência Farmacêutica sob a responsabilidade do Estado.
A ação foi movida pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), que já tinha uma sentença favorável julgando procedente as pretensões formuladas em dois processos judiciais para determinar ao Estado o fornecimento desses medicamentos. A decisão judicial mencionada, na verdade, é fruto do pedido ministerial para o cumprimento dessa sentença anterior.
Os remédios, de alto custo, estão na lista da Secretaria de Estado de Saúde Pública do RN (Sesap)/Unidade Central de Agentes Terapêuticos (Unicat) e devem ser disponibilizados de forma gratuita e ininterrupta para os cadastrados no Programa de Assistência Farmacêutica Excepcional do Estado. Os medicamentos em questão visam combater as doenças previstas nos Protocolos Clínicos do Ministério da Saúde.
O montante a ser bloqueado, por sua vez, corresponde à somatória dos valores levantados pela 47ª Promotoria de Justiça de Natal, com atribuição na defesa dos direitos da saúde, a partir da consulta das últimas pesquisas mercadológicas realizadas. De acordo com os cálculos ministeriais, R$ 4.685.408,34 deverão ser destinados para a aquisição de medicamentos do Grupo 1B e R$ 3.387.274,80 para os medicamentos do Grupo 2.
Ao todo, o bloqueio judicial garantirá o direito à saúde de 6.979 usuários que precisam fazer uso dos medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica e que, atualmente, não estão sendo dispensados pela Unicat.
O Judiciário determinou que o valor bloqueado deve ficar depositado em conta judicial e ser liberado em favor do executado, ou do próprio fornecedor, à medida em que aquele for comprovando a aquisição dos medicamentos e de acordo com os valores despendidos.
Achava que Rosalba havia sido a pior gestão do RN, depois veio um pior Robinson Faria, para fechar a desgraça, vem esse tribufu e pior, o povo a reelege, me perdoem, mais é para se lascar mesmo, está me parecendo que só aprendemos com muito sofrimento e bote sofrimento nisso.
Olha ai…Desgovernadora …e agora??? ahhh tá tudo bem??? o povinho pode esperar para que a senhora ajude o Lula a ser eleito….Ohhh povo a saúde tá a mil maravilha a segurança nem se fala. Hospitais…. não falta nada.
O Rio Grande do Norte contabiliza 102 casos confirmados de varíola dos macacos em 14 municípios, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap). Natal concentra a maioria dos casos, com 64 pessoas diagnosticadas com a doença. Em seguida aparecem as cidades de Parnamirim (16) e Extremoz (4).
Não há registro de mortes por varíola dos macacos no RN. No Brasil, pelo menos seis mortes já foram registradas. No Rio Grande do Norte, o primeiro caso de varíola dos macacos foi confirmado no dia 1º de julho. Em agosto o governo do estado lançou um plano de contingência para prevenção e combate à disseminação da doença.
Dos 102 casos confirmados no Rio Grande do Norte, 84 são homens e 18, mulheres. A faixa etária entre 30 e 39 anos registra o maior número de casos: 35. Outros 28 pacientes têm entre 20 e 29 anos. Seis casos foram registrados em crianças de 0 a 11 anos de idade.
Todo cuidado é pouco, já foi pedido a redução dos parceiros e não estao nem ai, continua seguindo orientaçoes de Ideologia de M. ……e o preço estar chegando aumento da variolas aumento , do HIV só esse pessoal não ver ou finge que estar tudo certo , infelizmente
Após o segundo turno das eleições as autoridades de saúde vão falar em surto de varíola .No momento tudo bacana inclusive covid ninguém mais ouve falar por aqui.
Inclusive, ouvir Marcos Valério, né? Antes das eleições pode TOSTAR o bandido de 9 dedos, pois queimado, ele já é. Embora, os cegos estão tentando passar uma tinta.
Uma família natural da cidade de São Miguel, no interior do RN, está fazendo uma campanha de financiamento coletivo para o tratamento de um câncer agressivo que foi diagnosticado na caçula de três irmãs Letícia Maria Neves, de 12 anos.
O tratamento em questão é chamado de Cart T Cell e tem o custo total de cerca de R$ 2,5 milhões, sendo feito em parte nos Estados Unidos.
A campanha está sendo feita pela internet, onde qualquer pessoa pode ajudar financeiramente (CLIQUE AQUI para acessar o link e ajudar).
A descoberta do câncer aconteceu no fim do ano passado após Letícia alegar dores. “Em uma consulta de rotina, a médica apalpou a massa no abdômen”, conta a irmã Luana.
O tratamento
Por não ter havido a regressão do tumor, Letícia ainda não pode receber o transplante de medula óssea para o tratamento. Foi daí que surgiu a possibilidade de fazer o tratamento Cart T Cell. A recomendação foi feita pela própria médica.
Basicamente o tratamento consiste na retirada das células doentes de Letícia, que serão levadas para um laboratório nos Estados Unidos e retornarão mais saudáveis, sendo reinjetadas nela, na tentativa de combater o tumor.
No último sábado (22) foi realizado mais um Dia D de vacinação contra a poliomielite e atualização da caderneta no Rio Grande do Norte. O percentual de crianças menores de cinco anos vacinadas está em 63%, quando a meta preconizada pelo Ministério da Saúde é de 95%.
A baixa procura pela vacinação acende o alerta para o risco de reintrodução de um vírus já erradicado no país. Por isso, nesta segunda-feira (24), Dia Mundial de Combate a Poliomielite, a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) reforçou a importância como única forma de prevenção da doença.
“A Sesap reforça o convite de todos os responsáveis das crianças para a vacinação. Temos uma semana para garantir o alcance da meta, que é 95%. Ainda precisamos avançar. Temos apenas 48 municípios que bateram a meta. Esse é um chamado para a manutenção da erradiação da Poliomielite que é uma doença tão grave e não pode voltar para nosso território”, disse a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima.
Os três municípios que estão no topo do ranking da vacinação contra a Poliomielite são: Severiano Melo com 165.41%, Água Nova – 134.57% e José da Penha – 127.21%. Os três com mais baixa vacinação são: Pedro Velho – 51.55%, São Gonçalo do Amarante – 49.65% e Natal – 37.62%, em último lugar dos 167 municípios.
Em reunião extraordinária nesta segunda-feira, 24, o Conselho Federal de Medicina (CFM) suspendeu a resolução que restringia a prescrição de medicamentos à base de cannabis.
O CFM esclareceu que os termos divulgados anteriormente ficam “sob responsabilidade do médico a decisão pela indicação do uso do canabidiol nas apresentações autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”.
Por conta das críticas, o conselho optou por abrir uma consulta pública para o recebimento de contribuições da população sobre o tema. O prazo para apresentações das sugestões começou a valer nesta segunda-feira e vai até dia 23 de dezembro. Elas devem ser apresentadas pelo site www.portal.cfm.org.br.
Quem estiver interessado em se posicionar sobre os artigos e parágrafos da norma deve informar alguns dados para identificação. Em seguida, “o usuário será automaticamente conectado ao sistema, tornando-se apto a apresentar suas propostas. As informações, que servirão de subsídio ao CFM, serão tratadas sob os critérios de sigilo e anonimato”.
A norma anterior autorizava a prescrição do cannabidiol no tratamento de alguns casos de epilepsias da criança e do adolescente com síndromes de Dravet e Lennox-Gastaut e ao Complexo de Esclerose Tuberosa ou em casos os resultados dos tratamentos convencionais não tenham sido efetivos.
O plenário do Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu sustar temporariamente os efeitos da Resolução 2.324/2022, que estabelecia regras para a prescrição de medicamentos à base do canabidiol, um derivado da Cannabis. A decisão foi tomada na manhã desta segunda-feira (24) em reunião plenária extraordinária e publicada nesta terça-feira (25) no Diário Oficial da União (DOU).
Com a nova resolução, ficam suspensos os efeitos da norma publicada no último dia 14 e a decisão pela indicação do uso do canabidiol volta a ser de responsabilidade do médico, de acordo com regras já estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Também nesta segunda-feira, o CFM abriu uma consulta pública para receber contribuições sobre o tema. Os interessados têm 60 dias, até 23 de dezembro, para apresentar suas sugestões por meio de uma plataforma eletrônica. As informações vão servir de subsídio e serão tratadas sob os critérios de sigilo e anonimato, segundo o conselho.
Entenda
A norma agora suspensa foi publicada no último dia 14, restringindo a prescrição do canabidiol apenas para o tratamento de epilepsia refratária em crianças e adolescentes com síndrome de Dravet e Lennox-Gastaut ou complexo de esclerose tuberosa. Para os demais tipos de epilepsia, a substância não poderia mais ser prescrita.
Dessa forma, pessoas adultas e doenças como depressão, ansiedade, dores crônicas, Alzheimer e Parkinson não estavam cobertas pela resolução. A medida também proibia médicos de darem palestras e cursos fora do ambiente científico sobre o uso do canabidiol e de outros produtos derivados da Cannabis, bem como de fazer divulgação publicitária das substâncias.
De acordo com dados da própria Anvisa, estima-se que mais de 100 mil pacientes façam algum tipo de tratamento usando a chamada Cannabis mediinal. Além disso, mais de 66 mil medicamentos à base da planta foram importados em 2021. Atualmente, cerca de 50 países já regulamentaram o uso medicinal e industrial da Cannabis e do Cânhamo.
O atual governo federal está no modo “liberou geral”. Antes chamava o Bolsa Fátima de fábrica de vagabundos. Agora liberou auxílio para todos. Se essa decisão do Conselho Federal de Medicina fosse durante uma gestão do PT, os DOIDELOS NARISTAS estariam fazendo carreatas de protesto com as camisetas da CBF.
Ivermectina e cloroquina podiam ser prescritas mesmo sem nenhuma comprovação científica (ou até comprovadamente não tendo efeito nenhum) contra a covid… Já produtos que contém derivados da maconha não podem ser prescritos, mesmo que tenham inúmeras pesquisas científicas comprovando a eficácia do tratamento… O bolsonarismo criou uma nova onda de médicos: os negacionistas das ciências médicas!
Pronto, só o que faltava. Mané, a diarreia ambulante, agora vai emitir opinião e contrariar o conselho de medicina kkkkkkk
Tenha pena de nós Mané, já é mais que suficiente seus comentários, fezes na cara dos leitores, defendendo LULADRAO e criticando o bozo.
Ivermectina e cloroquina foram canceladas por estudos sérios e revisados. Mas como tudo em ciência, existem refutaçôes. Se atualize.
KKKKKKK. A gadaiada é engraçada! Pra analisar fatos eu preciso ser médico? Pra mim estranho mesmo é um médico negar as ciências médicas e pesquisas científicas… Só mesmo no mundo bizarro do bolsonarismo para isso ser normalizado!
Mané, vc é uma figura mesmo. Kkkkkk
E esse nome, diarreia ambulante, ladcoubgersl. Kkkkk
Na pauta sobre o câncer de mama, além da relevância do diagnóstico precoce, outro ponto primordial é a assistência à mulher após o estágio de descoberta da doença. Segundo dados dos Registros Hospitalares de Câncer(RHC) do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Rio Grande do Norte é o estado do país com o menor tempo de espera entre o diagnóstico e o início do tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, as pacientes aguardam em média 120 dias, número positivo em relação à média nacional de 174 dias.
Na sequência ao estado potiguar, Goiás e Piauí apresentam o melhor tempo de espera com, respectivamente, 125 e 135 dias. Por outro lado, o cenário fica negativo em três estados do Nordeste, Norte e Sul, são eles: Sergipe, com 273 dias em média de aguardo; Rondônia com tempo médio de 245 dias e Mato Grosso com 233 dias. Os dados correspondem ao período de 2015 a 2020 e foram analisados no estudo “Panorama da Atenção ao Câncer de Mama no Sistema Único de Saúde”, realizado entre o Instituto Avon e o Observatório de Oncologia.
De acordo com a sondagem, cerca de 62% das pacientes diagnosticadas levaram mais de 60 dias para iniciar seu tratamento no SUS. Quando considerado o panorama nacional, o estudo aponta que o Brasil possui baixa cobertura de mamografias, grande proporção de diagnósticos tardios e dificuldades no acesso ao diagnóstico e, principalmente, no tratamento do câncer de mama.
Ainda, segundo informações do INCA, o tempo para início do tratamento teve aumento significativo conforme o aumento da faixa etária da paciente. Enquanto mulheres entre 20 e 29 anos aguardaram em média 112 dias para começar o tratamento do câncer de mama, as que correspondem às idades entre 50 e 59 anos esperaram cerca de 179 dias. Já as com idade entre 60 e 69 anos esperaram em média 191 dias.
A direção do Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), em Natal, revogou uma resolução publicada na última segunda-feira (7) que determinava a desativação de salas de cirurgias e suspensão de atendimentos em diversos setores.
O motivo das suspensões era a falta de orçamento para atividades básicas até o fim do ano, após cortes realizados ao longo ao ano. No entanto, uma nova resolução foi publicada na noite de terça-feira (8) e voltou atrás quanto à suspensão dos serviços.
O novo documento assinado por Elio Barreto, superintendente em substituição, considerou a “perspectiva de suplementação orçamentária, extra-teto, apresentada pela Administração Central da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)”.
A possibilidade foi informada aos gestores durante o encontro de superintendentes dos hospitais da rede que começou nesta terça-feira (8) em Brasília. O Huol é referência para procedimentos em várias especialidades e é ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Norte e à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
Na terça-feira (8), ao ser questionada sobre as suspensões, a unidade informou que o superintendente do hospital estava em Brasília, “onde manteve tratativas com o Ministério da Educação, visando solucionar a suspensão dos serviços, através da liberação de orçamento suplementar”.
A nova resolução, no entanto, não confirma a garantia de mais recursos e diz que a revogação da suspensão de serviços ocorre “até a finalização das tratativas com a administração central da Ebserh”.
Uma das bebidas mais populares e antigas do mundo, a cerveja, pode causar diversos problemas se usada em excesso, entretanto, um novo estudo, publicado recentemente na revista ACS Chemical Neuroscience, mostra que produtos químicos extraídos das flores de lúpulo, responsáveis pelo amargor e aroma à cerveja, podem inibir a aglomeração de proteínas beta amiloides, que está associada à doença de Alzheimer.
Os pesquisadores criaram e caracterizaram extratos de quatro variedades comuns de lúpulo usando um método semelhante ao usado no processo de fabricação de cerveja. Em testes, eles descobriram que os extratos tinham propriedades antioxidantes e poderiam impedir que as proteínas beta amiloides se aglutinassem nas células nervosas humanas. O extrato de maior sucesso foi do lúpulo Tettnang, encontrado em muitos tipos de cervejas.
Quando esse extrato foi separado em frações, aquele contendo um alto nível de polifenóis mostrou a atividade antibiótica e inibidora de agregação mais potente. Também promoveu processos que permitem que o corpo elimine proteínas neurotóxicas mal dobradas.
Por fim, a equipe testou o extrato de Tettnang em um modelo de verme microscópico e descobriu que o protegia de paralisias relacionadas ao Alzheimer.
O surgimento de novas subvariantes da covid-19 deve provocar um novo aumento de casos de covid-19 no RN, mas não deverá ocasionar um aumento significativo das internações e casos graves. Essa é conclusão de infectologistas e imunologistas ouvidos pela Tribuna do Norte. O Estado registrou 164 novos casos confirmados de covid-19 em 24 horas, de acordo com boletim da Secretaria de Saúde Pública (Sesap), divulgado nesta quinta (17).
O número de casos suspeitos por sua vez subiu de 294 para 403, entre quarta e quinta-feira. Frente ao crescimento do número de casos, infectologistas do RN recomendam o reforço da vacinação em adultos e crianças, que está abaixo do esperado, e das medidas de prevenção. Segundo dados do RN+Vacina, 21,8% da população do Estado tomou o segundo reforço da vacina (D4) e 57,7%, o primeiro reforço (D3).
Em números reais, são cerca de 719.108 pessoas com a terceira dose em atraso no RN e 558.453 em falta com a quarta dose. A quantidade é abaixo do esperado, tendo em vista a meta de vacinação, que é de 90%. Apenas a D1 cumpriu esse número, com 95,1% da população vacinada.
Funcionários do Hospital Regional Deoclécio Marques de Lucena, em Parnamirim, procuraram o Blog do BG para denunciar que os condicionadores de ar das salas de repouso da UTI estão sem funcionar há meses.
A equipe da engenharia informa que o problema não tem solução fácil porque a rede é sobrecarregada. Enquanto isso, os profissionais descansam com ventilador de casa ou janela aberta.
Os funcionários relataram ainda que, nessa quinta feira (17), entrou um homem em surto psicótico pela janela e invadiu o repouso médico. “Por sorte, o médico conseguiu retirar o invasor, evitando que algo mais grave, como agressão ou até mesmo estupro, pudesse acontecer”, disse a fonte.
A solução dada pela direção, segundo a denúncia, é que a equipe se junte para, com o próprio salário, comprar equipamentos de ar condicionado para a UTI.
Não se preocupe, vai ficar pior, vocês votaram em na governadora novamente, então não reclamem, engulam o choro, vão sofre mas 4 anos
mas passar bem ligeirinho
O importante é que agora vamos comer picanha, não me importo se ocorre desvio de verbas públicas, não faltando dinheiro pra mim, é o que importa. Entenderam manés !!
É um absurdo, duvido que isso aconteça no poder judiciário ou legislativo. É um total desrespeito com os profissionais que arriscam a vida diariamente para salvar outras vidas. Até pouco tempo atrás, com a pandemia da Covid-19, esses mesmos profissionais estavam fazendo o possível e o impossível, muitas vezes tendo que improvisar para salvar vidas e hoje estão deixados de lado.
É um verdadeiro absurdo.
Cadê a resposta dos gestores da SESAP?
RN um estado desgoverado.
Pra piorar, aperte o 13. E tome na baçôra.
Estão satisfeitos???
Então aguente!