A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 31,6%, registrada no início da tarde deste sábado (5). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 92.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 37% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 25,5% e a Região Seridó tem 20%.
Até o momento desta publicação são 98 leitos críticos (UTI) disponíveis e 50 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 165 disponíveis e 42 ocupados.
Outros 10 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 16 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h30 desta quinta-feira (3).
Neste período, haviam três (03) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nenhum aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 97 leitos críticos e outros 164, sendo clínicos.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 30,8%, registrada no fim da manhã desta quarta-feira (2). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 100.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 34,7% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 26,8% e a Região Seridó tem 20%.
Até o momento desta publicação são 108 leitos críticos (UTI) disponíveis e 53 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 170 disponíveis e 47 ocupados.
Outros 11 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 18 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
Foto: Pavlo Conchar/SOPA Images/LightRocket via Getty Images
A Health Canada, agência de saúde governamental do país, aprovou, na última semana, o uso da primeira vacina contra Covid-19 feita à base de plantas do mundo. Batizada de Covifenz, a vacina deve ser aplicada em duas doses e é indicada para adultos com idades entre 18 a 64 anos.
O imunizante desenvolvido pelos laboratórios farmacêuticos Medicago e GlaxoSmithKline (GSK) é baseado em uma tecnologia na qual partículas não infecciosas que imitam o vírus são elaboradas a partir de plantas. Essas partículas vão ensinar o sistema imune a se defender.
Estudos clínicos mostraram que a vacina é 75,3% eficaz contra a variante Delta do coronavírus e, em média, 71% eficaz contra todas as variantes anteriores. A Ômicron não foi testada devido ao período de conclusão do estudo.
Em um comunicado, o vice-presidente executivo de inovação, desenvolvimento e assuntos médicos da Medicago, Marc-André D’Aoust, informou que a empresa planeja fazer estudos sobre a segurança e eficácia da vacina como uma dose de reforço e para uso pediátrico.
O Brasil atingiu a marca histórica de 460 milhões de vacinas contra a Covid-19 distribuídas para todos os estados e o Distrito Federal, informou o Ministério da Saúde, neste domingo (27).
A cobertura vacinal já ultrapassa 90% da população acima de 12 anos com a primeira dose e 83% deste mesmo público com o esquema vacinal completo ou dose única.
Até agora, mais de 53 milhões de pessoas já tomaram a dose de reforço, aplicada quatro meses após a segunda dose.
Nessa semana, o Governo Federal recebeu o primeiro lote da vacina Covid-19 produzida 100% em solo brasileiro. A primeira remessa de mais de 550 mil doses – entregues pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – será distribuída às unidades federativas nos próximos dias.
“A entrega do primeiro lote fabricado com Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) nacional marca a autossuficiência do Brasil na produção de imunizantes”, destacou o Ministério, em nota.
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h50 deste domingo (27).
Neste período, havia três (03) pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e 01 (um) aguardava avaliação. Foram registrados disponíveis 101 leitos críticos e outros 160, sendo clínicos.
Neste período, não havia pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e nem aguardando avaliação. Foram registrados disponíveis 99 leitos críticos e outros 156, sendo clínicos.
Depois do carnaval vai voltar início de 2020 ou pior, estão brincando o povo do mundo, depois do carnaval vão procurar um leito e não vai ter aguardem!
O número estimado de crianças que perderam um dos pais ou cuidador, como resultado da pandemia de Covid-19, aumentou para mais de 5,2 milhões em todo o mundo. O alerta é de um amplo estudo publicado no periódico científico Lancet Child & Adolescent Health.
As estimativas do número de crianças afetadas pela morte de um dos pais e de responsáveis quase dobraram nos seis meses, de 1º de maio de 2021 a 31 de outubro de 2021, em comparação com o índice após os primeiros 14 meses da pandemia (1º de março de 2020 a 30 de abril de 2021).
Globalmente, o novo estudo sugere que duas em cada três crianças impactadas são crianças e adolescentes de 10 a 17 anos. Além disso, de acordo com as evidências de que as mortes pela doença afetam desproporcionalmente os homens, três em cada quatro crianças em todo o mundo que sofreram a morte de um dos responsáveis durante a pandemia perderam o pai.
Em geral, as crianças que sofrem a perda de um cuidador têm um risco aumentado de pobreza, exploração e violência ou abuso sexual, infecção por HIV, desafios de saúde mental e sofrimento grave e, em alguns contextos, maior vulnerabilidade ao envolvimento com gangues e extremismo violento, alerta o estudo.
Destaques da análise
Antes da pandemia, havia cerca de 140 milhões de crianças órfãs em todo o mundo. O impacto da Covid-19 na orfandade foi revelado pela primeira vez em um estudo publicado em julho de 2021, que estimou que 1,5 milhão de crianças sofreram a morte de um dos pais ou cuidador entre março de 2020 e abril de 2021 como resultado da doença.
O novo estudo aumenta essa estimativa para mais de 2,7 milhões de crianças no mesmo período, recalculando os dados de números atualizados de mortes por Covid-19, juntamente com os informações em excesso de mortalidade para explicar as mortes indiretas associadas à pandemia.
Enquanto as estimativas de julho de 2021 consideravam 1.562.000 crianças afetadas, as mais recentes apontam 2.737.300 crianças. “Infelizmente, por mais altas que sejam nossas estimativas de orfandade e mortes de cuidadores, elas provavelmente serão subnotificadas, esses números devem crescer à medida que mais dados globais sobre as mortes por Covid-19 ficam disponíveis”, afirmou a pesquisadora Juliette Unwin, do Imperial College, de Londres, em um comunicado.
Usando a mesma metodologia, os pesquisadores estenderam a análise até 31 de outubro de 2021, analisando dados de mortalidade e fertilidade de 20 países que representaram a maior proporção de mortes por Covid-19, incluindo o Brasil, Argentina, Colômbia, Inglaterra, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Espanha, Estados Unidos, entre outras nações.
Como realizado anteriormente, a equipe estimou a perda de avós cuidadores usando dados de composição familiar das Nações Unidas (ONU) para a proporção de adultos com mais de 60 anos que moravam na mesma casa que menores de 18 anos, com ou sem um dos pais. Essas proporções foram multiplicadas pelas mortes associadas à Covid-19 na faixa etária relevante para estimar o número de crianças afetadas.
A equipe estima que, durante todo o período de 20 meses do estudo, um mínimo de 3.367.000 crianças sofreram a perda de um dos pais. Outras 1.833.300 crianças foram afetadas pela morte de um avô ou cuidador idoso que morava na mesma casa.
A ideia de que o instante da morte proporciona ao ser humano o contato com uma série de memórias sempre foi considerada uma possibilidade real por muitas pessoas, de acordo com relatos de quem sobreviveu. Agora, uma curiosa pesquisa recente realizada por neurocientistas coletou dados que podem dar força à teoria de que a “vida passa diante dos olhos” de uma pessoa prestes a morrer.
O estudo em questão, publicado pela revista Aging Neuroscience, da editora Frontiers, acompanhou a morte de um idoso – ao acaso, no momento de seu adoecimento – e sugere que o cérebro pode permanecer ativo e coordenado durante a transição para a morte, realizando atividades semelhantes às que ocorrem nos momentos de sonho, flashbacks ou meditação. A hipótese foi fortalecida graças a observações feitas por acaso por uma equipe médica da Universidade de Tartu, na Estônia.
Tudo começou quando o Dr. Raul Vicente e seus colegas estavam detectando e tratando as convulsões de um paciente de 87 anos com epilepsia, por meio da eletroencefalografia contínua, exame que faz registros gráficos de correntes elétricas emitidas no cérebro. Então, durante a avaliação, o paciente teve um ataque cardíaco e morreu.
A situação permitiu que as atividades realizadas pelo cérebro dele no momento do óbito fossem registradas pela máquina. Ao analisarem os dados, os neurocientistas perceberam mudanças nas chamadas oscilações cerebrais, padrão de atividade envolvido em funções como concentração, sonho, meditação, recuperação de memória, processamento de informações, percepção consciente e até mesmo flashbacks.
“Por meio da geração de oscilações envolvidas na recuperação da memória, o cérebro pode estar reproduzindo uma última lembrança de eventos importantes da vida pouco antes de morrermos, semelhantes aos relatados em experiências de quase morte”, disse Ajmal Zemmar, neurocirurgião da Universidade de Louisville, dos EUA, responsável por organizar o estudo.
A pesquisa de Zemmar e seus colegas, revisada por pares, é a primeiro do tipo a medir a atividade cerebral viva durante o processo de morte em humanos, portanto ainda é cedo para tirar conclusões.
“Essas descobertas desafiam nossa compreensão de quando exatamente a vida termina e geram importantes questões subsequentes, como aquelas relacionadas ao momento da doação de órgãos”, refletiu o neurocirurgião.
Mudanças semelhantes já foram observadas em ratos, mas são necessários mais estudos em pessoas para avançar no assunto, até porque o cérebro analisado no novo estudo pertencia a um paciente com lesão, convulsões e inchaço. De qualquer forma, Zemmar cultiva esperança de que a coleta de mais registros desse tipo pode levar a uma maior compreensão sobre a morte.
Ao todo, 22 unidades federativas do Brasil atualizaram seus dados sobre vacinação contra a Covid-19 nesta quinta. Em todo o país, 172.077.436 pessoas receberam a primeira dose de um imunizante, o equivalente a 80,1% da população brasileira. A segunda dose da vacina, por sua vez, foi aplicada em 154.515.728 pessoas, ou 71,93% da população nacional. Já 62.792.791 pessoas receberam uma dose de reforço.
Nas últimas 24h foram registradas a aplicação de um total de 1.406.363 doses de vacinas contra a Covid-19. Foram 262.975 primeiras doses, 300.311 segundas doses, 12.519 doses únicas e 830.558 doses de reforço.
Até o momento, ao menos 8.301.418 crianças de 5 a 11 anos já receberam a primeira dose contra a Covid-19. Esse valor representa 40,49% da faixa etária. A vacinação infantil nas capitais tem avanço desigual, falhas de registro e atraso nos dados. Por isso, as estatísticas podem estar aquém da realidade.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 39,5%, registrada no início da tarde desta quinta-feira (24). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 142.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 44,3% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 33,9% e a Região Seridó tem 26,7%.
Até o momento desta publicação são 97 leitos críticos (UTI) disponíveis e 70 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 148 disponíveis e 72 ocupados.
Outros 10 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 23 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quarta-feira (23). São 473.741 casos totalizados, 859 deles confirmados nas últimas 24 horas.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 8.027 no total. Seis (06) óbitos foram registrados nas últimas 24 horas no RN: Natal (4), Serrinha dos Pintos (1) e Parnamirim (1). Na terça-feira (22), eram 8.020 mortes. Óbitos em investigação são 1.542.
Recuperados são 447.596. Casos suspeitos somam 1.346 e descartados são 901.384. Estimativa de casos em acompanhamento: 18.118.
O Brasil ultrapassou a marca de 93% de brasileiros acima de 12 anos vacinados com a primeira dose da vacina contra covid-19. Com a dose única ou as duas doses do esquema vacinal, são 87% dos brasileiros cobertos, considerando o mesmo público-alvo. Até o momento, foram 380 milhões de doses de vacina aplicadas nesse público. As informações são do Ministério da Saúde.
Já o reforço da imunização foi tomado por 50,6 milhões de pessoas. Desse total, 48,5 milhões são de doses de reforço e 2 milhões de doses adicionais. No total, das mais de 660 milhões de doses de vacinas adquiridas, o Governo Federal já distribuiu mais de 430 milhões às unidades federativas. Segundo o governo, a vacinação do público entre 5 e 11 anos também segue avançando. Das 20,4 milhões de crianças, mais de 5 milhões tomaram a primeira dose.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, falou com jornalistas e reiterou a importância de completar o esquema vacinal contra covid-19 e tomar a terceira dose. “A campanha de vacinação segue firme e aproveito a oportunidade de reiterar o que eu tenho falado todos os dias: a necessidade de avançar com a dose de reforço. Isso é importante para a proteção da nossa população, sobretudo para os idosos, que tomaram as duas doses no começo da campanha. Esse reforço é fundamental para que tenhamos uma proteção maior contra a variante Ômicron”, disse Queiroga.
Vacinação no RN
No caso do Rio Grande do Norte, o estado potiguar chegou a 90% da população vacinada com a pelo menos uma dose, o que representa mais de 2,8 milhões de pessoas. O percentual dos totalmente vacinados está em 78%, isto é, mais de 2,4 milhões de pessoas. Já as pessoas que já receberam a terceira dose correspondem a 34%. Ainda há 186,4 mil pessoas com a segunda dose em atraso.
Alguma dose comprada por Fátima GENOCIDA??
Rsrsrs.
Só sendo mesmo.
Fátima leva só no bico.
Enganou o RN e botou os políticos todinhos no bolso.
Isso é uma vergonha pra esses potiguares que se dizem políticos.
Pense numa cambada fraca.
Fátima vai ganhar de novo pra acabar com o RN e humilhar esses frouxos.
É muito bem empregado pra largarem de ser otários.
Graças a Justiça, imprensa e políticos de oposição, o povo brasileiro se dispuseram a tomar a vacina, claro que que o bostorano tinha que comprar, vcs ainda dizem que ele é a favor da vacinação? Quanta hipocrisia, E6 uma pressão mundial e nacional. Parabéns aí Sus.
O Governo Bolsonaro está fazendo sua parte. Vamos fazer a nossa: tomar a vacina e incentivar os outros a fazer o mesmo .
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 12h10 desta terça-feira (22).
Neste período, não havia pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e dois aguardavam avaliação. Foram registrados disponíveis 88 leitos críticos e outros 140, sendo clínicos.
Um cansaço que não melhora nem mesmo após uma noite de sono, mal-estar depois de realizar esforços físicos ou mentais, dificuldade para organizar ideias e até para permanecer em pé. Estes são sintomas que, se persistirem por mais de seis meses, sugerem uma doença pouco conhecida, mas que tem sido experimentada por algumas pessoas após a Covid-19: a SFC (síndrome da fadiga crônica), também chamada de encefalomielite miálgica.
Longe de ser uma mera preguiça, a doença impõe uma limitação que pode ser severa, além de ter sintomas que podem facilmente ser confundidos com outras condições, como depressão, burnout, hipotireoidismo, anemia e deficiência de vitamina D, por exemplo. Na depressão, existe o pensamento negativo, a falta de perspectivas e desmotivação. Na síndrome da fadiga crônica, a pessoa pode até ter vontade, mas não consegue fazer as tarefas, já que há déficit de raciocínio e memória, descrita como “nevoeiro cerebral”.
Foto: Ilustrativa
Principais características
Embora o diagnóstico de SFC seja por exclusão – o médico vai descartar uma série de outras doenças possíveis por meio de exames ou avaliação clínica –, alguns critérios são levados em conta quando se suspeita desta síndrome. São os seguintes:
• Cansaço importante que persiste por pelo menos seis meses em pessoa que não tinha esta queixa antes;
• Estar cansado a maior parte do dia;
• Fadiga que piora com atividade física ou esforço mental;
• Dificuldade de concentração, aprendizado, raciocínio ou memória;
• Tontura ao se manter em pé;
• Problemas de sono e acordar se sentindo cansado (sono não restaurador).
“Embora até 25% das pessoas relatem sentir fadiga crônica, apenas 0,5% das pessoas (1 em 200) apresenta a síndrome da fadiga crônica”, acrescenta o Manual MSD citando dados norte-americanos. Nos Estados Unidos, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) estima que entre 1 milhão e 2,5 milhões de pessoas sofram de SFC, mas ressalta que “muitas pessoas não foram diagnosticadas”.
Dentre as razões para isto, o órgão aponta o acesso limitado aos serviços de saúde e até mesmo a falta de conhecimento dos profissionais da área sobre a síndrome da fadiga crônica. “A doença é muitas vezes malcompreendida e pode não ser levada a sério por alguns profissionais de saúde“, diz o CDC em seu site.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus neste domingo (20). São 469.595 casos totalizados, 950 deles confirmados nas últimas 24 horas.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.997 no total. Seis (06) óbitos foram registrados nas últimas 24 horas no RN (Natal, Tibau do Sul (2), São José de Mipibu, Macaíba e Acari). No sábado (19), eram 7.988 mortes. A Sesap registou outros 03 óbitos após resultados de exames laboratoriais de dias ou semanas anteriores. Óbitos em investigação são 1.542.
Recuperados são 442.410. Casos suspeitos somam 2.443 e descartados são 896.963. Estimativa de casos em acompanhamento: 19.188.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 58,3%, registrada no início da tarde sexta-feira (18). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 206.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 59,4% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 57,4% e a Região Seridó tem 53,3%.
Até o momento desta publicação são 59 leitos críticos (UTI) disponíveis e 102 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 126 disponíveis e 104 ocupados.
Outros 14 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 29 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
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