A Secretaria Municipal de Saúde de Natal anunciou que o trailer de vacinação contra a Covid-19 estará na Feirinha da Árvore de Mirassol neste sábado (19) e domingo (20). Este ponto extra de imunização vai funcionar no horário das 16h às 21h – apenas neste fim de semana -, vacinando adultos e crianças a partir de 5 anos de idade.
De acordo com a SMS, serão disponibilizadas as três doses da vacina: D1, D2, D3 (reforço), e a dose adicional, D4 (somente para os imunossuprimidos). A prefeitura destaca que o objetivo desta iniciativa é ampliar e facilitar o acesso da população à vacinação contra a Covid.
Com a chegada de novas doses de vacina contra a Covid-19 e o retorno das aulas, a vacinação infantil para o público a partir dos 5 anos, fica disponível em todas as salas de vacinação da capital que funcionam de segunda a sexta, das 8h às 15h com intervalo de uma hora para almoço. Além disso, o Ginásio Nélio Dias também passou a vacinar crianças a partir dos 6 anos com o imunizante Coronavac, de segunda a sexta, das 8h às 16h e aos sábados das 8h às 12h.
O ponto extra de vacinação, localizado na Ferreira Costa, que funciona apenas neste mês de fevereiro, está vacinando crianças a partir de 6 anos com a Coronavac, no período de terça a sábado das 8h às 18h, com intervalo de uma hora para almoço.
Os pontos extras do Partage Norte Shopping, Midway e Via Direta estão vacinando crianças a partir de 05 anos, (Pfizer pediátrica e Coronavac) e também o público adulto. Todos os pontos extras, assim como as salas de vacinação, além do público infantil também estão vacinando o público adulto.
Para agilizar o processo de vacinação e evitar longas esperas na fila é importante que seja feito antecipadamente o cadastro no RN Mais Vacinas Clique aqui
O RN permanece com fila zerada de pacientes para UTI Covid conforme levantamento feito por volta das 13h00 desta quarta-feira (16). Neste período, havia 02 pacientes com perfil para leitos críticos na lista de regulação e seis (06) aguardavam avaliação. Foram registrados disponíveis 48 leitos críticos e outros 117, sendo clínicos.
O Brasil registrou, pela primeira vez em 2022, um sinal de melhora no índice de ocupação de leitos de UTI por pacientes infectados pelo coronavírus. O dado foi obtido na última segunda-feira (14) pelo Observatório Covid-19 Fiocruz.
Das nove unidades federativas que se encontravam na zona crítica na semana passada, com um índice de ocupação de leitos de UTI Covid igual ou superior 80%, somente três permanecem nessa situação: Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
Estados como Tocantins, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Goiás registraram queda de ocupação de 80% para 60%. Amapá e Ceará, por sua vez, saíram da zona de alerta.
“Embora algumas taxas de ocupação de leitos ainda estejam muito elevadas, é um alento a percepção de que o arrefecimento da grande onda de casos provocada pela ômicron, sentida em dados epidemiológicos, está começando a se refletir na diminuição da ocupação de leitos de UTI”, afirma nota técnica da Fiocruz.
“O seguimento das taxas nas próximas semanas deve propiciar uma visão mais conclusiva”, diz ainda.
O índice de leitos de terapia intensiva ocupados caiu ao menos cinco pontos percentuais em 15 estados. Em alguns deles, a diminuição foi ainda mais surpreendente —no Pará, por exemplo, a taxa da ocupação passou de 79% para 63%, enquanto no Amapá despencou de 63% para 44%.
Os pesquisadores da Fiocruz destacam que números mais críticos de internações e óbitos foram evitados no período graças ao avanço da campanha de vacinação.
“Porém não podemos ignorar que riscos de reveses permanecem. É central que se avance ainda mais na campanha de vacinação com políticas e estratégias ativas, para que os adultos não vacinados o façam e que os que tomaram a primeira dose completem o esquema vacinal, além da necessidade de se ampliar rapidamente a cobertura vacinal para crianças”, ponderam.
Das 15 capitais que se encontravam em estado crítico até 7 de fevereiro, oito passaram para a zona de alerta intermediário. Foram elas Porto Velho, Palmas, Teresina, Fortaleza, Maceió, Belo Horizonte, Vitória e Cuiabá.
Outras 17 capitais também registraram queda no nível de ocupação de UTI por Covid-19 sem que houvesse instalação de novos leitos. Foi o caso de Rio de Janeiro, que passou de 86% para 81% de leitos ocupados por pacientes graves, e São Paulo, que teve queda de 72% para 64%.
A nota técnica do Observatório Covid-19 da Fiocruz recomenda, por fim, que sejam feitas campanhas pelo uso adequado de máscaras, já que o item de proteção pode barrar a contaminação pelo coronavírus e até mesmo por outros agentes infecciosos.
Pesquisadores brasileiros da Unesp, Universidade Paulista, descobriram dois novos alvos que, finalmente, vão tornar viáveis a criação do primeiro anticoncepcional masculino.
O foco do projeto é a EPPIN, sigla em inglês para inibidor de protease epididimária, cuja função principal é modular a motilidade dos espermatozoides, ou seja, dificultar sua capacidade de nadar até o óvulo.
O estudo também demonstra a viabilidade de usar camundongos como modelo para testes in vivo. Os resultados foram publicados na revista Molecular Human Reproduction.
Alvo é o espermatozóide
Cientistas e a indústria farmacêutica procuram desenvolver anticoncepcionais masculinos que consigam impedir a mobilidade do espermatozoide, porque é mais difícil chegar a um fármaco para impedir a produção do gameta masculino.
“O grau de complexidade da produção do espermatozoide é maior que o da produção do óvulo feminino. O processo de espermatogênese dura cerca de dois meses e ocorre de forma contínua”, explica Erick José Ramo da Silva, professor do Depto de Biofísica e Farmacologia do Instituto de Biociências de Botucatu e um dos autores do artigo científico.
“Se fosse produzido um contraceptivo masculino que impedisse a produção do espermatozoide, o medicamento demoraria de três a quatro meses para apresentar efeito a partir do momento em que um homem começasse a usá-lo”, completa.
“Com a clivagem feita pela protease PSA, o espermatozoide pode nadar, o que chamamos de motilidade progressiva, e penetrar nas camadas mais externas do óvulo, em um movimento conhecido como motilidade hiperativada”, detalha o pesquisador.
Esse processo de clivagem de proteínas pela PSA ocorre no trato reprodutor feminino, entre cinco e dez minutos após a ejaculação.
“Até o momento em que a PSA atua, o único mecanismo que está levando o espermatozoide em direção ao óvulo é a ejaculação. Ele não precisa de motilidade antes dessa etapa e por isso salva energia para percorrer todo o restante do caminho até o útero”, acrescenta.
Resultados promissores
Na pesquisa conduzida na Unesp, os camundongos receberam três tipos de anticorpos para verificar se eles se ligavam à EPPIN e bloqueavam a motilidade dos espermatozoides.
Ao se ligarem à molécula-alvo, os anticorpos mostraram em que domínios da proteína deveria haver uma intervenção para reduzir ou impedir a motilidade do espermatozoide.
Ao verificar a motilidade dos espermatozoides, foi constatada a sua redução, o que comprova que ambas as regiões apresentam inibidores de protease que regulam a motilidade e que podem ser alvo de novos fármacos.
Ou seja, a pesquisa mostrou ser possível desenhar moléculas que se liguem a essas duas regiões e não apenas à C-terminal, impedindo a mobilidade dos espermatozoides.
A pesquisa também aponta quais sequências da cadeia de 133 aminoácidos que formam a EPPIN devem ser o alvo de quem pensa em desenvolver um anticoncepcional masculino que atue na motilidade dos espermatozoides.
Por fim, ela comprova que é possível usar camundongos como modelos para testes in vivo, o que pode tornar a pesquisa pré-clínica mais simples, rápida e barata.
Agora, Ramo da Silva vai coordenar uma equipe que procurará desenhar pequenas sequências de aminoácidos capazes de se ligar à EPPIN de forma semelhante à da semenogelina e testá-los para ver se interrompem a motilidade espermática.
Para isso, já existe uma parceria com pesquisadores de Portugal e do Reino Unido.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 74,1%, registrada no início da tarde deste domingo (13). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 264.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 72,5% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 73,2% e a Região Seridó tem 86,7%.
Até o momento desta publicação são 22 leitos críticos (UTI) disponíveis e 120 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 88 disponíveis e 144 ocupados.
Outros 20 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 25 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
O melhor remédio para combater o covid e suas variantes é a campanha eleitoral.
Próximo semestre tudo fica uma maravilha, inclusive as infrações de trânsito são esquecidas.
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 74,4%, registrada no início da tarde desta sexta-feira (11). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 277.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 71,4% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 77,8% e a Região Seridó tem 80%.
Até o momento desta publicação são 20 leitos críticos (UTI) disponíveis e 119 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 73 disponíveis e 158 ocupados.
Outros 21 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 31 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
O Rio Grande do Norte tem o 89% dos leitos para Covid-19 ocupados. O estado potiguar é um dos nove que ultrapassaram o patamar de 80% de leitos de terapia intensiva para covid-19 ocupados no Sistema Único de Saúde (SUS). O mapeamento é da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (10) com nota técnica que considera esses locais como situação de alerta crítico para internações.ebcebc
A análise da Fiocruz classifica como fora da zona de alerta os estados e capitais com menos de 60% dos leitos ocupados. Quando a taxa atinge 60% ou mais e fica abaixo dos 80%, o alerta é considerado intermediário. Acima de 80%, a situação é considerada de alerta crítico. As nove unidades da federação que apresentam pior situação são Tocantins (81%), Piauí (87%), Rio Grande do Norte (89%), Pernambuco (88%), Espírito Santo (87%), Mato Grosso do Sul (92%), Mato Grosso (81%), Goiás (80%) e Distrito Federal (99%).
A Fiocruz vê com preocupação a disseminação da variante Ômicron para áreas do país que registram baixas coberturas vacinais e menos recursos assistenciais, o que pode aumentar o número de vítimas da doença. “Como temos sublinhado, a elevadíssima transmissibilidade da variante Ômicron pode incorrer em demanda expressiva de internações em leitos de UTI, mesmo com uma probabilidade mais baixa de ocorrência de casos graves”, afirma o texto.
Será que vai acontecer de novo do povo morrer a míngua em filas???
Não é possível que esse governo meia boca de Fatão vá cometer de novo o mesmo genocídio.
Uma vez, duas vezes???
Repito!
Não é possível!
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 72,5%, registrada no início da tarde desta quinta-feira (10). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 279.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 70,7% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 81,1% e a Região Seridó tem 53,3%.
Até o momento desta publicação são 24 leitos críticos (UTI) disponíveis e 116 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 63 disponíveis e 163 ocupados.
Outros 20 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 33 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
O ministro da Saúde Marcelo Queiroga criticou nesta 4ª feira (9.fev.2022) a decisão de governadores e prefeitos de aplicarem a 4ª dose da vacina contra a covid-19.
“É fundamental avançar na dose de reforço. A gente ouve ‘ah, tem que aplicar uma 4ª dose’. Tem que avançar na dose de reforço, isso sim, é o que devemos fazer: nos unir para aplicar a dose de reforço na população”, disse Queiroga.
A fala do ministro veio logo depois de o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), dizer que o Estado adotaria a 4ª dose “independentemente de haver ou não” uma recomendação do ministério. Além de São Paulo, municípios do Rio de Janeiro também optaram pela aplicação da dose extra.
“O governador de São Paulo e outros chefes de Executivos, seja de estado e município, muitas vezes eles interferem no processo decisório a respeito da imunização”, afirmou o ministro da Saúde.
Segundo Queiroga, ainda não há uma definição sobre o assunto. Ele defendeu que a questão da 4ª dose deve ser discutida no “âmbito” do Ministério da Saúde.
O governo de Nova York deixará de exigir o uso de máscaras em locais fechados a partir dessa quinta-feira (10), quando a medida implementada para combater a disseminação da variante ômicron do coronavírus está prevista para expirar. Após queda nos indicadores da pandemia no Estado, a governadora, Kathy Hochul, anunciou que não prorrogará a exigência em locais como bares, restaurantes e lojas.
Cidades do Estado de Nova York e empresas poderão agora definir suas próprias regras com base nos indicadores locais da pandemia — Foto: Amir Hamja/Bloomberg
A medida foi relaxada devido ao recuo da onda de contágios causada pela variante ômicron. Com a decisão, cidades do Estado de Nova York e empresas poderão agora definir suas próprias regras com base nos indicadores locais da pandemia.
Em entrevista coletiva, Hochul afirmou que as máscaras ainda serão necessárias em alguns espaços fechados, como centros de saúde administrados pelo governo estadual e no transporte público.
Nova York voltou a exigir a proteção em locais fechados em 10 de dezembro, como resposta a um rápido aumento nos casos de covid-19. A média de sete dias de novos registros caiu para 32,3 por cada 100 mil pessoas, após atingir 381 no início de janeiro.
Vários Estados estão flexibilizando as medidas para conter a ômicron à medida que o surto vem sendo controlado nos EUA. Na última segunda-feira, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, disse que poderá deixar de cobrar o uso de máscaras em espaços fechados a partir da próxima semana.
A Secretaria Estadual de Saúde Pública (Sesap) atualizou os números do coronavírus nesta quarta-feira (9). São 448.501casos totalizados. Na terça-feira (8), dia da última atualização, eram contabilizados 444.277, ou seja, 6.224 novos casos em comparação, destes, 1.575 confirmados nas últimas 24 horas. Vale lembrar que a secretaria passou dois dias sem atualizar os números totais.
Com relação aos óbitos no Rio Grande do Norte, são 7.846 no total. Seis (06) óbitos foram registrados nas últimas 24 horas no RN (Apodi, Baía Formosa, Mossoró, São José do Mipibú, Parnamirim e São Miguel do Gostoso).
Recuperados são 404.647. Casos suspeitos somam 4.393 e descartados são 878.496. Estimativa de casos em acompanhamento: 36.008
A taxa de ocupação de leitos críticos das unidades públicas de saúde no RN é de 71,7%, registrada no início da tarde desta quarta-feira (9). Pacientes com Covid-19 internados em leitos clínicos e críticos somam 267.
Segundo a Sesap, a Região metropolitana apresenta 68,5% dos leitos críticos ocupados, a região Oeste tem 80,8% e a Região Seridó tem 60%.
Até o momento desta publicação são 22 leitos críticos (UTI) disponíveis e 114 ocupados, enquanto em relação aos leitos clínicos (enfermaria), são 74 disponíveis e 153 ocupados.
Outros 23 leitos de UTI estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’ e também 34 leitos clínicos também estão ocupados por pacientes ‘não Covid-19’, com outras síndromes gripais.
Um estudo conduzido pela Universidade de São Paulo (USP) apontou que pacientes que se recuperaram de quadros moderados e graves da Covid-19 apresentaram alta incidência de casos de depressão, ansiedade e déficits psiquiátricos. A pesquisa avaliou 425 pacientes, entre seis e nove meses após a alta hospitalar.
Em entrevista à CNN Rádio, o psiquiatra da Faculdade de Medicina da USP e primeiro autor do artigo, Rodolfo Damiano, disse que já era esperada uma prevalência de transtornos mentais. “O que chegou a surpreender, diferente das outras infecções virais, foram os impactos na cognição, memória, atenção e função executiva”, afirmou.
Cerca de 51,1% dos participantes relataram ter percebido declínio da memória após a infecção, e outros 13,6% desenvolveram transtorno de estresse pós-traumático. O transtorno de ansiedade generalizada foi diagnosticado em 15,5%, sendo que em 8,14% deles o problema surgiu após a doença.
A depressão, por sua vez, foi estabelecida para 8% dos pacientes – em 2,5% deles somente após a internação. “Os sintomas cognitivos foram os mais prevalentes, aplicamos um teste para ligar pontos, e os indivíduos da amostra tiveram em média o dobro do tempo esperado para a faixa etária, caracterizando a lentificação na execução de tarefas”, relatou o psiquiatra.
A principal sequela em pessoas que tiveram a Covid-19 tem sido o cansaço, de acordo com a médica cardiologista e intensivista do InCor e Rede D’Or Stephanie Rizk.
Em entrevista à CNN, Rizk afirmou que outras queixas são queda de cabelo e, em um número menor, doenças cardiovasculares. Muitos pacientes que ficaram entubados ou com traqueostomia por muito tempo também não apresentam capacidade pulmonar normal, o que pode atrapalhar na realização de atividades cotidianas.
A médica também avaliou que o Brasil ainda não chegou ao platô de casos da variante Ômicron, pois a têndencia é de aumento no número de infecções, e que o sistema de saúde vive um colapso.
“O colapso não é paciente morrendo na rua, gente não podendo internar. O colapso começa quando aproximadamente 80% dos leitos de UTI ficam ocupados, porque muda a logística da saúde no país. Atrasa cirurgia eletiva, tratamentos de doenças crônicas…. então a gente está vivendo um colapso, sim”, explicou.
Conforme disse durante a entrevista, também não é possível abaixar a guarda contra o coronavírus, porque a população “não está totalmente vacinada” e há o surgimento da subvariante BA.2 da Ômicron.
A cardiologista avaliou que é possível que a Covid nuca seja erradicada – como a gripe – mas que, entendendo a dinâmica do vírus e vacinando efetivamente a população, será possível controlá-la.
Maravilha maravilha , quanto mais postos para vacinação melhor parabéns, parabéns