Política

Lula escala Drauzio Varella e Roberto Kalil para equipe de saúde da transição

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escalou uma equipe de médicos para atuar no grupo de Saúde da transição. Entre eles, estão Drauzio Varella e o cardiologista Roberto Kalil. A lista traz nove nomes, dos quais apenas uma especialista é mulher, a professora titular da USP, Linamara Rizzo Battistella, que atua como colaboradora da Organização Pan-americana de Saúde.

A equipe reúne nomes de diversas especialidades médicas, como cardiologia, fisiatria, nefrologia, oncologia, entre outras. Até o momento, o grupo deve ser coordenado por quatro ex-ministros da saúde: Humberto Costa, Arthur Chioro, Alexandre Padilha e José Gomes Temporão. O médico David Uip foi convidado para a coordenação da área, mas recusou alegando questões familiares. Há expectativa de que uma mulher seja escolhida para ocupar a vaga. Nesta tarde, ocorre a primeira reunião do núcleo de saúde.

Na lista de nomes escolhidos está também o pneumologista Carlos Carvalho, da USP, que chegou a assessorar o governo de Jair Bolsonaro a pedido do atual ministro Marcelo Queiroga. Carlos construiu um protocolo para o tratamento de Covid-19 a pedido do ministro, mas viu sua proposta sofrer resistência por parte dos negacionistas da pasta por ser taxativo quanto à ineficácia da cloroquina, droga defendida pelo presidente.

A lista inclui o presidente do conselho do Hospital Albert Einstein, Cláudio Lottenberg; o diretor do Hospital do Rim e professor da Unifesp, José Medina Pestana; o diretor da Divisão de Cirurgia Cardiovascular do Incor, Fábio Biscegli Jatene; o presidente do conselho diretor do Instituto de Radiologia da USP, Giovanni Guido Cerri; o urologista e presidente do Conselho do Instituto Criança e Vida; Miguel Srougi.

A Saúde é uma das áreas consideradas prioritárias pelo governo eleito diante dos impactos da pandemia de Covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que a transição faça o diagnóstico da área e comece a planejar uma campanha intensa de vacinação após Lula tomar posse.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Esse tal de Drauzio não é aquele que disse que a covid era uma “gripizinha”? Canalhas.

  2. Deixe eu lembrar aos esquizofrênicos. Esse senhor foi o que disse que o COVID 19 era uma gripezinha no Fantástico. Kkkkkkkkkkkkk

  3. Esse “possivel” ministro ou assessor especial é aquele que disse que o COVID era apenas uma gripezinha? A coisa vai bem.

    1. Que p*ta sacada! o cara é um gênio! Quem paga as contas do governo somos nós. Como não havíamos pensado nisso antes????

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Política

Lira cobra esclarecimentos sobre repasses da Saúde em nova pressão a governo Lula

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e líderes da Casa assinaram um requerimento para cobrar que a ministra da Saúde, Nísia Trindade, preste esclarecimentos sobre os critérios utilizados na liberação de recursos apadrinhados por parlamentares.

Esse gesto acontece num momento de alta tensão entre Lira e o governo Lula (PT), além de fortes críticas de parlamentares sobre o que dizem ter sido uma baixa execução orçamentária do Executivo no fim do ano passado.

Lira e aliados afirmam que o governo não está cumprindo acordos que teriam sido firmados com os parlamentares e culpam, principalmente, o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), responsável pela articulação do Executivo com o Legislativo.

Folha de S. Paulo

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Saúde

Governo fará vacinação em escolas contra diferentes doenças, diz ministra da Saúde

Foto: Reprodução

A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou neste sábado (2) que escolas do país vão receber uma ação de vacinação contra diferentes doenças. A medida do governo federal está prevista para a segunda quinzena deste mês de março, conforme a ministra.

“Estamos organizando uma ação pelo programa Saúde nas Escolas, que é uma ação conjunta do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação”, disse.

“É um programa muito apoiado, de grande apreço, pelo nosso presidente Lula. A vacinação vai ocorrer, prevista para a segunda quinzena de março. É de todas as vacinas”, completou.

No mesmo evento, a ministra defendeu uma união de esforços para combater a dengue no Brasil. Questionada se haveria planos de ampliar o público-alvo da vacinação contra essa doença, Nísia argumentou que a quantidade de imunizantes ainda é reduzida.

Folha de S. Paulo

Opinião dos leitores

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Política

Zenaide atende pedido de Allyson e destina R$ 12 milhões em investimentos para a saúde de Mossoró

Em encontro com a senadora Zenaide Maia, nesta quarta-feira (10), em Brasília-DF, o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, recebeu a confirmação da destinação de mais R$ 12 milhões em recursos para o Município.

Allyson destacou que do valor anunciado pela senadora, R$ 5 milhões serão destinados para realização de cirurgias eletivas e outros R$ 5 milhões serão aplicados em obras de pavimentação.

“Hoje no Município temos a construção de 15 Unidades Básicas de Saúde e 4 Centros de Atenção Psicossocial, para fortalecer a saúde de Mossoró, bem como outras grandes obras em andamento de pavimentação em diversos bairros, com o apoio da nossa senadora Zenaide”, disse Allyson.

Zenaide também anunciou ao lado do gestor municipal a destinação de R$ 2 milhões para a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC). Os recursos serão utilizados para aquisição de equipamentos, explicou ela. A Liga atende pacientes de mais de 60 municípios da região Oeste potiguar.

Opinião dos leitores

  1. Parece até que o dinheiro é dela,o Brasileiro precisa entender que políticos são funcionários temporários do estado , pago e subsidiado com o nosso suado dinheiro pra servir a coletividade ,e não o contrário como se tivessem fazendo favor a população.

    1. Disse tudo com a precisão de um atirador de elite.. Parabéns pelo comentário!!

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Geral

TCU autoriza governo Lula a não cumprir pisos da saúde e da educação em 2023

Foto: Reprodução

O Tribunal de Contas da União (TCU) deu aval para que o governo federal comece a cumprir os novos pisos da saúde e da educação apenas em 2024.

A medida já havia sido aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula, e agora ganha também o sinal verde do tribunal de contas.

O processo foi relatado pelo ministro Augusto Nardes, que foi seguido por todos os demais pedidos. Nardes também arquivou pedido feito pelo Psol, na Câmara, que pedia que o governo cumprisse o piso.

– Mudanças nas aplicações mínimas, em ações de serviços públicos exigidos pela Constiuição Federal, decorrentes de alterações do texto constitucional, não retroagem, salvo quando houver expressa cláusula, devendo ser aplicado somente a partir do orçamento seguinte, em observância da razoabilidade, da segurança jurídica, da anterioridade e do equilíbrio – afirmou Nardes.

Durante a vigência do teto de gastos, de 2017 a 2023, os pisos de Saúde e Educação eram os valores gastos em 2016 acrescido da inflação do período. Com a aprovação do novo arcabouço fiscal, que derrubou o teto de gastos, voltaram a valer as regras antigas.

A regra constitucional prevê a destinação mínima de 15% da chamada receita corrente líquida (RCL) para despesas na área da Saúde, bem como 18% da receita líquida de impostos para Educação.

No fim de setembro, o Ministério da Fazenda oficializou uma consulta ao TCU sobre a possibilidade de aplicação dos pisos constitucionais nessas duas áreas só a partir de 2024, e não no exercício de 2023.

Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou o projeto de lei que permite o piso menor este ano. Essa proposta havia sido incluída no projeto de lei que compensou perdas de ICMS a estados e municípios. O projeto havia sido aprovado pelo Senado no começo do mês e pela Câmara em setembro.

O cálculo do novo piso da Saúde foi acrescentado em tramitação na Câmara pelo relator, deputado Zeca Dirceu (PT-PR), a pedido do Planalto. Com o fim do teto de gastos, em agosto, após a aprovação do arcabouço fiscal, o mínimo constitucional para gastos com Saúde voltou a ser de 15% das receitas correntes líquidas.

Como solução, Zeca Dirceu propôs considerar o mínimo de 15% em cima da Lei Orçamentária de 2023, formulada em 2022, que tem um valor menor do que as receitas atuais. Esse dispositivo reduz o gasto adicional para bancar o piso de R$ 20 bilhões para R$ 5 bilhões apenas este ano. A ideia teve aval do governo, que pediu para os senadores da base aprovarem a proposta.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Por isso que fazem muitos anos que não voto em político nenhum. Nunca votei no Lula e nem no bozo e nunca votaria, pois todo político não presta , são todos farinha do mesmo saco.

  2. A reportagem fala em piso constitucional que o governo deve ou deveria gastar com serviços de saúde pública, não fala do piso salário dos enfermeiros e técnicos de enfermagem, foi o que entendi ou tô errado?

  3. Será que vai ter pneu queimado na frente do Via Direta amanhã? 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

  4. Quero ver o pessoal da saúde e educação fazendo protesto contra o molusco. Fazueli…😂😂😂

  5. Imagina um caso desses no governo Bolsonaro! Cairia um pedaço do mundo. A globo reservaria meia hora do fantástico pra contar. Logo saúde e educação? Tá de brincadeira.

  6. Calma professores, médicos e enfermeiros, tudo que faltar em dinheiro na conta, o governo vai pagar dobrado em AMOR (que vale mais que dinheiro). kkkkkkkkkkkk como é que se diz? Faz o L 🎵🎶

  7. Cadê o discurso do povo da esquerda, que enalteceram tanto o SUS e os profissionais da Saúde, nenhuma palavra de indignação por não pagarem o piso.
    Surpresa nenhuma ! quando não se serve mais ao propósito da esquerda, o destino é igual a seringa usada” Lixo hospitalar”

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Diversos

Copo Stanley é feito com chumbo? Entenda como o metal afeta a saúde

Foto: Divulgação

Uma trend no TikTok desencadeou uma denúncia sobre o famoso copo Stanley, fabricado pela Pacific Market International. Vários influenciadores testaram a composição química do produto para a presença de chumbo, e foi descoberto que a substância está presente no fundo do produto.

Em nota enviada à CNN Internacional, a empresa admitiu que seus copos contêm chumbo, mas garantiu que o metal não entra em contato com o líquido. “O chumbo faz parte do processo de vedação, mas o copo é coberto por uma camada de aço inoxidável que o torna inacessível aos consumidores”, afirma o fabricante.

Sintomas de intoxicação por chumbo
O chumbo é um metal pesado e é tóxico para humanos até mesmo em pequenas doses. Antes de a ciência descobrir o perigo da substância, ela foi base para a fabricação de utensílios diversos, incluindo talheres.

O metal não é processado pelo organismo e se aloja nos órgãos, especialmente no cérebro, fígado e rins. Ele afeta o sistema nervoso gerando intensas dores de cabeça e pode levar a alterações de personalidade.

Outros sintomas são sensação de fraqueza e enjoos, cólicas abdominais, mudanças no trato intestinal, falta de apetite e constante gosto metálico na boca. O impacto à saúde depende diretamente da quantidade de chumbo acumulada no organismo, mas não existe nenhum nível que os médicos considerem saudável.

O chumbo foi eliminado completamente de produtos industrializados no Brasil nos anos 1990 (até então, até a gasolina automotiva era aditivada com o elemento químico).

Usar o copo Stanley traz riscos?
Especialistas ouvidos pela CNN apontam que, em perfeitas condições, o uso do copo não traz risco à saúde. Porém, caso a embalagem seja violada, os consumidores podem ser contaminados.

A fabricante do copo Stanley garantiu que seus produtos têm garantia vitalícia e que se a base do copo se soltar e a vedação for exposta, os consumidores podem solicitar um novo produto. A empresa diz estar estudando o uso de outros metais para fazer o isolamento térmico dos copos.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Quem bebe cerveja em copo Stanley? não é cervejeiro, copo americano sim é o copo de cervejeiro raiz, copo stanley é coisa de menino criado com vó, e tenho dito.

  2. O brasileiro em especial o povo Potiguar é metido a besta , Vaidoso , gosta de copiar o externo. Bebe cerveja , cachaça , Wisk em copos normais do costume . Surgiu esse copo correram todos para aparecer , como se esses copos demonstram poder, ostentação riqueza. A maioria não tem onde cair morto no que é normal. Aí pagam uma fortuna e agora não serve , faz é mal a saúde. Ou povo MANÉ

    1. Mané parece ser você que se incomoda como as pessoas gastam o próprio dinheiro, deixe o povo viver, dispeitado! Seja feliz com seu copo seja qual for!

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Geral

VÍDEO: Homem é preso após desacatar profissionais de saúde e agredir guarda municipal em UPA de Natal

Um homem de 25 anos foi preso em flagrante após desacatar profissionais de saúde e agredir um guarda municipal na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Potengi, na zona Norte de Natal, na noite desta quarta-feira (30).

Segundo a Guarda Municipal de Natal, foi necessário o “uso moderado da força” para conter o homem.

De acordo com o boletim de ocorrência, uma equipe da guarda fazia um patrulhamento de rotina na unidade de saúde, quando encontrou um paciente com comportamento alterado, “perturbando a rotina do ambiente hospitalar”.

Ainda de acordo com a guarda, o atendimento ao paciente prosseguiu normalmente. No entanto, momentos antes da realização de uma sutura em sua mão, o homem passou a se exaltar, desrespeitou a equipe médica e proferiu palavras ofensivas.

“Ao tentar intervir para conter a confusão, o comandante da viatura foi agredido pelo paciente, que arremessou um cesto de lixo e outros objetos, atingindo o rosto e a mão do guarda, que sofreu ferimentos. Durante o surto, o homem também dirigiu xingamentos de baixo calão aos agentes de segurança”, informou a corporação.

Diante das agressões, o homem recebeu voz de prisão, foi imobilizado e algemado. Ele foi conduzido à 2ª Delegacia de Plantão da Zona Norte, onde foi autuado por desacato.

g1-RN

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Saúde

“Complexo da Unimed será um marco na saúde do Estado”, diz Fernando Pinto, presidente da Unimed Natal

Foto: reprodução

Prestes a encerrar seu segundo mandato à frente da Unimed Natal, o médico Fernando Pinto destaca os avanços que a cooperativa conquistou ao longo dos últimos oito anos, inclusive no enfrentamento da pandemia da Covid-19.

Ele destaca o fortalecimento financeiro, a ampliação de mercado e a implementação de serviços inovadores, como o pioneirismo na telemedicina e o complexo de saúde que a Unimed vai inaugurar no mês de março, sendo considerada a maior entrega da história da empresa e que marcará a saída dele da diretoria.

Fernando Pinto apresenta um panorama da trajetória na Presidência da Unimed Natal, as realizações, desafios enfrentados e projetos estratégicos.

Também foi uma gestão marcada por benefícios para cooperados e clientes, certo?
Sim, implementamos a remuneração baseada em indicadores de qualidade assistencial, o que melhorou a remuneração dos cooperados. Além disso, unificamos a carteira do Rio Grande do Norte, fazendo ser o único estado do país que tem uma única operadora do sistema Unimed. Essa iniciativa foi pioneira no Brasil, já que em outros estados existem diversas operadoras regionais. A implementação de governança corporativa e mudanças no modelo de gestão nos possibilitaram ficar entre as 20 maiores operadoras de plano de saúde do país entre quase 700.

Depois, o senhor seguiu para um segundo mandato. Quais avanços o senhor destaca?
O foco foi atravessar a maior crise da história da saúde suplementar e pública: a pandemia de Covid-19. Ela trouxe desafios inéditos, como índices recordes de sinistralidade, que reflete os custos assistenciais que atingiram níveis acima de 90%, quando o ideal seria no máximo 85%. Foi um aumento significativo nos custos com consultas, exames, internações e terapias. Além disso, houve desafios como o impacto das terapias relacionadas ao transtorno do espectro autista, a inflação médica — que é 2,5 vezes o IPCA —, a incorporação constante de novas tecnologias pela Agência Nacional de Saúde e a judicialização da saúde. Graças às reservas financeiras construídas no primeiro mandato, conseguimos enfrentar essa crise sem comprometer nossos indicadores econômico-financeiros, mantendo-os sólidos e seguros.

A Unimed Natal está prestes a inaugurar seu Complexo de Saúde. O que representa para usuários e cooperados?
Esse projeto foi iniciado no final da minha primeira gestão, em 2020, e sofreu atrasos devido à pandemia, quando priorizamos a criação de leitos de UTI e de retaguarda. Retomamos a obra após esse período, e agora estamos perto de concluir. O Complexo contará com um hospital geral, um hospital materno-infantil e uma unidade de diagnóstico, com estrutura moderna, comparável aos melhores hospitais americanos. Será um marco na saúde suplementar em Natal, beneficiando tanto nossos clientes quanto os médicos cooperados. É uma estrutura hospitalar de altíssima qualidade e creditada, o que significa segurança, eficiência e serviços de excelência. Poucos hospitais no estado possuem essa certificação, e o nosso será um dos melhores. Além disso, o hospital será totalmente digital e preparado para receber tecnologias como cirurgia robótica, que queremos implementar em breve. Isso expandirá o espaço de trabalho para os médicos cooperados e atrairá novos clientes para a Unimed Natal.

Quando será a inauguração e qual é o impacto esperado em termos de geração de empregos?
A entrega está prevista para o início de março, logo após o Carnaval. A Unimed Natal já é a quinta maior empresa do estado, gerando 1.800 empregos diretos e 30 mil indiretos. Com o Complexo de Saúde, estimamos criar inicialmente mais 500 empregos diretos. Nossa operação movimenta diversos setores da economia, como fornecedores de insumos e medicamentos, fomentando o desenvolvimento econômico local.

Há expectativa de aumentar o número de usuários?
Hoje, temos cerca de 192 mil beneficiários diretos, mas cobrimos também vidas de outras Unimeds por meio do intercâmbio, somando aproximadamente 230 mil pessoas. Com o novo Complexo, esperamos ampliar esse número, embora o crescimento esteja diretamente ligado ao desempenho da economia local. O estado enfrenta desafios econômicos, com uma renda per capita baixa e apenas 16% da população coberta por planos de saúde, enquanto a média nacional é de 25%. Apesar disso, vemos um crescimento gradual, e nosso hospital está preparado para atender demandas até 2040, com capacidade inicial para 230 leitos, podendo chegar a 430.

A tecnologia também é uma prioridade?
Sem dúvida. Fomos os primeiros a implementar a telemedicina no estado, principalmente durante a pandemia. Hoje, nossos beneficiários têm acesso a pronto atendimento virtual e teleconsultas em diversas especialidades. Estamos sempre buscando inovar, integrando tecnologia aos nossos serviços, como interconsultas médicas e desenvolvimento de aplicativos que auxiliam os clientes. Temos a maior rede própria e credenciada do estado, cobrindo 92% dos municípios brasileiros. Além disso, oferecemos serviços como atendimento domiciliar, SOS Unimed, centros clínicos e unidades especializadas em diversas áreas.

A Unimed tem lançado novos produtos para seus clientes e cooperados. Como tem sido a receptividade?
O nosso carro-chefe continua sendo o plano de saúde, mas atrelamos a ele outros produtos importantes. Um exemplo é o SOS Unimed, que oferece atendimento pré-hospitalar e transporte aeromédico. Também temos o Unimed Odonto, que cresceu muito em nossa região, e a nossa corretora de seguros, que atua em diversos ramos. Além disso, implementamos a holding Unimed Natal Participações, que trouxe iniciativas como o marketplace Uniclube. Ele é acessível, customizável, de baixo custo logístico e permite que pequenos, médios e grandes empreendedores vendam seus produtos. Só no estado, temos 230 mil beneficiários. Isso fomenta a economia potiguar, especialmente para pequenas empresas que encontram dificuldades em vendas digitais.

Há outras iniciativas implementadas recentemente?
Destaco a Univacinas, nossa unidade de vacinas que oferece mais de 20 tipos de imunizações a baixo custo. Isso reforça nosso compromisso com a prevenção e promoção à saúde. Outra conquista foi a abertura do Polo de Educação da Faculdade Unimed em Natal, onde oferecemos cursos de MBA, especialização e pós-graduação e formamos mais de 40 médicos em MBA de cooperativismo e gestão de negócios na saúde, além dos cursos de perícia médica e auditoria médica que foram viabilizados pela Faculdade Unimed. Para fevereiro, planejamos lançar o “PET Mais Saúde”, um plano de saúde para animais de estimação que vamos oferecer de maneira virtual, inicialmente, mas depois com uma estrutura presencial, sempre com a marca e credibilidade da Unimed.

Também há contribuições para a cultura e o esporte no estado. Quais os resultados?
Somos os maiores incentivadores da cultura potiguar, revertendo impostos pagos por meio da Lei Djalma Maranhão em projetos culturais e de esportes. Atualmente, apoiamos, desde música e dança, até a reforma de prédios históricos, como na Ribeira. Também patrocinamos times de futebol, beach tennis, atletismo e ciclismo, reforçando nosso compromisso com a qualidade de vida e prevenção de doenças. Além disso, temos a ONG Atitude e Cooperação financiada pela Unimed e que oferece assistência por meio do esporte, cultura, educação e saúde para afastar crianças e jovens das drogas, da violência e prostituição na zona Oeste de Natal.

Sua gestão à frente da Unimed Natal termina no próximo mês de março. O que espera para o futuro da cooperativa?
Entre os desafios para a próxima gestão, destaco a continuidade da governança corporativa, a viabilização do complexo de saúde – que será um marco –, o controle dos custos assistenciais e a ampliação do mercado de trabalho para médicos cooperados, com melhorias na remuneração. É preciso manter a formação em MBA que iniciamos porque esse preparo é essencial para garantir a continuidade do trabalho e a sustentabilidade da Unimed Natal. Precisamos de pessoas de experiência, capacitadas, especializadas, para dar continuidade a esse trabalho que vem sendo feito a fim de promover a saúde e o bem-estar da nossa comunidade.

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Saúde

SAÚDE EM CRISE: Médicos Pediatras do Hospital Santa Catarina anunciam paralisação por atraso de pagamento

Foto: Sesap

A partir da próxima sexta-feira (6), médicos pediatras do Hospital Santa Catarina, localizado na Zona Norte de Natal, irão suspender suas atividades em protesto pelo atraso no pagamento dos salários. O débito, referente ao mês de julho deste ano, ainda não foi quitado pelo governo estadual, e a categoria deu um ultimato: até a quinta-feira (5), esperam que o pagamento seja regularizado.

Em um comunicado enviado aos responsáveis, os profissionais destacaram a grave situação enfrentada pela pediatria do Hospital José Pedro Bezerra (HJPB), que atende pacientes de diversas regiões da cidade. De acordo com a nota, a escala de plantões da pediatria tem apenas dois médicos da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e 25 cooperados da Coppmed. A falta dos cooperados, em decorrência da paralisação, pode resultar no fechamento do serviço, afetando diretamente o atendimento à população.

Este protesto, junto com outros problemas na saúde, tem gerado críticas à gestão da governadora Fátima Bezerra, que, segundo os profissionais, não tem cumprido com suas obrigações para garantir o funcionamento adequado dos serviços de saúde no estado.

A situação é alarmante, e a expectativa é que o governo estadual se pronuncie para resolver a pendência financeira e evitar que os atendimentos à população sejam comprometidos ainda mais.

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Saúde

Coopanest além de monopolizar serviços de anestesia no RN, quer dizer o que planos de saúde devem fazer

Foto: Reprodução

A Cooperativa de Médicos Anestesiologistas do Rio Grande do Norte (Coopanest-RN) emitiu uma nota pública em que condena a decisão da Unimed de contratar médicos anestesistas de outros estados para atuar no seu hospital.

Com a decisão de contratar a Vórtex Anestesia, a Unimed no Rio Grande do Norte decidiu não mais renovar a contratação da Coopanest-RN, que detinha uma espécie de reserva de mercado da anestesiologia em praticamente todo o estado.

A nota pública da Coopanest-RN critica a Unimed, alegando que a cooperativa médica não mais permitirá que anestesistas potiguares atuem em cirurgias em seu hospital, um dos principais do estado.

Com isso, segundo a cooperativa dos anestesiologista critica o que considera o fim de uma tradição representada pela parceria entre cirurgiões e anestesistas potiguares atuando juntos há décadas.

A Coopanest-RN vai além e, em sua nota pública, fala em defender “qualidade e segurança”.

O que a Cooperativa dos Anestesiologista do RN não diz é que ela não tem o direito de poder determinar quem são profissionais que outra cooperativa, do tamanho e da envergadura da Unimed, deve ou não contratar.

O fato de os anestesistas contratados pela Vórtex Anestesista – que atuam, por exemplo, nas cirurgias realizadas pelo Hospital da Hapvida – serem de outros estados não significa que são menos preparados e competentes que seus colegas potiguares.

Apontados pela nota da Coopanest-RN como meros “desconhecidos”, os anestesistas de outros estados merecem respeito. São profissionais formados, com currículos e longos serviços prestados.

A Coopanest-RN bem que poderia ter evitado a nota pública que divulgou. A cooperativa deveria respeitar a decisão da Unimed. Até porque não são apenas os médicos potiguares que merecem respeito.

Opinião dos leitores

  1. Quem defende a Unimed sabe que o débito dela para com a Copanest é superior a 20 MILHÕES DE REAIS?
    E que mesmo a Copanest tendo buscado negociar a unimed não aceitou acordo? E que desde 15/01/2023 nenhum anestesista da copanest pode entrar no Hospital da unimed mesmo que seja para anestesiar algum familiar seu que afiliado a este plano de saúde ? Mesmo que seja sem cobrar nada?

    1. Agora os honorários de todos os cooperados vão aumentar.
      Senta e espera

  2. Botar esses anestesistas para pagar pró-rata tb, igual a todos os médicos. Sempre viveram de privilégios. Além disso, pagar tb para se associar à Unimed, igual tb a todos os médicos. Além disso, receberem por tabelas defasadas, igual a todos os médicos. Ou seja, sempre se acharam “seres superiores”. Agora a mamata acabou, sofram tb IGUAL A TODOS OS MÉDICOS.

    1. Agora os honorários de todos os cooperados vão aumentar.
      Senta e espera

  3. Não troco uma cooperativa pela outra…. Plano de saúde nenhum também deveria ter hospital próprio. Tem o dever de possibilitar o acesso dos seus clientes a uma rede credenciada ampla e irrestrita, que não fique sujeito a uma espécie de curral que controla os procedimentos ou exames do que pode ou não ser realizado. Esses hospitais de plano de saúde servem pra isso, reduzir custo a qualquer custo; brincando de gerir hospitais e tonando médicos marionetes de suas próprias atividades.

    1. Concordo totalmente, tenho um filho médico anestesista, que era filiado a este “plano de saude” que está se tornando uma cópia do outro plano intitulado aperreio de vida!

    2. Pois é Carioca…a gente que paga um absurdo por esse plano é feito de idiota. Esse pais não é serio mesmo… A ANS jamais poderia permitir planos de saúde terem hospitais próprios. Descaracteriza completamente a sua função E a Unimed daqui é ainda muito pior, não tem a mínima estrutura de gestão. É uma coisa rude, de coronelismo rasteiro mesmo no trato e na ineficiência. E eu queria entender o porquê
      agora de um tempo pra cá, eles estão emitindo notas fiscais de prestação de serviços ao cliente, sem este ter desfrutado do serviço do plano; pois pelo simples fato de se está pagando, não quer dizer que eu esteja usando os serviços, pra receber nota fiscal. Eu queria entender essa novidade….

  4. Vejo aqui que teu apego com o presidente da Unimed é grande. Fale com ele para quitar o débito com os médicos da copanest e com os forcedores, ao invés de patrocinar o futebol e gasta tanto com publicidade enganosa. Quero saber o que ele vai fazer para trazer de volta todos aqueles que vão migrar para outros planos de saúde já que muitos médicos já se desfilaram desta cooperativa.

  5. Oxeeee, mas é o a lei mais básica do capitalismo agindo: oferta e procura (nesse caso, quero acreditar na ressalva importantíssima da qualidade). A UNIMED está exercendo seu direito de contratar quem ela achar melhor.

  6. Médicos são unidos e eu não esperava nada diferente partindo de quem está perdendo uma “mamata”. É um jogo político sujo de quem vai ganhar mais dinheiro! Infelizmente com o atual governo as coisas estão pirando e muito! Todo mundo vai precisar tomar uma decisão diferente para reduzir custos e manter a qualidade dos atendimentos.

  7. Correto a Unimed não se pode ficar refém da Coopanest. Que seja exemplo para as outras operadoras de plano de saúde.

    1. Então entre em conta com Fernando Pinto e fale para ele pagar o que deve aos anestesias e fornecedores os milhões que a Unimed deve ao invés de estar patrocinando times de futebol.

  8. A COPANEST quer se transformar num cartel no RN, fato que não foi aceito pela UNIMED, que sendo uma cooperativa médica, possui prerrogativas em procurar outras cooperativas que lhe atendam, com menores custos. E a competitividade do mercado.

  9. A Coopanest foi flexível na negociação com a Unimed no cenário financeiro que a empresa estava passando? A outra empresa foi….
    Os cooperados da Unimed pagando para trabalhar e os anestegistas inflexíveis no fechando dos valores?
    O mercado é isso…

    1. Que bom que há outras alternativas e a Unimed não precisa mais entrar com liminar obrigando profissionais a praticamente trabalhar de graça, dando ” calote”. Tomara que paguem o que devem com o fim do contrato.

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Saúde

DENGUE: Ministra da Saúde diz que só a vacina não é suficiente para barrar epidemia no país

Ministra da Saúde, Nísia Trindade | Imagem: Julia Prado/Ministério da Saúde

A ministra Nísia Trindade (Saúde) disse hoje (7) que o governo federal “não pode vender a ilusão” de que a vacina contra a dengue é suficiente para barrar a epidemia no país. Ela repetiu diversas vezes que, no momento, o mais importante é combater os focos de proliferação do mosquito nas casas e espaços públicos. Para ela, só a vacina não é a solução, é preciso fazer a prevenção.

A vacina começará a ser distribuída no SUS ainda neste mês para crianças e jovens entre 10 e 14 anos. Para ter uma imunização completa, a pessoa precisa concluir o ciclo de duas doses, com intervalo de tempo de três meses entre elas.

Ou seja: há uma janela de tempo entre as doses que não vai impedir o desenvolvimento da doença. Além disso, o público a ser vacinado no serviço público é pequeno.

“Falamos que iniciaríamos [a vacinação] em fevereiro, estamos em fevereiro. Agora, temos que olhar essa vacina de forma diferente de outras vacinas. A mensagem agora é de controle de vetores [combate ao mosquito transmissor] e cuidado”, afirmou.

“A vacina terá um impacto restrito: se observa três meses de intervalo. A gente não pode vender uma ilusão”, disse Nísia Trindade, ministra da Saúde.
“A vacina é um instrumento muito importante para o ministério. É muito importante começar porque iniciar essa vacinação vai nos dar força e permitir analisar se é possível ampliar faixa etária e permitir num esforço nacional a transferência de tecnologia e mobilizar a capacidade de produção nacional”, acrescentou.

Nísia disse que a pasta está acompanhando a evolução diária de casos. O ciclo epidêmico dura cerca de 15 dias e a proliferação está se dando de maneira diferente nos estados. Por isso, segundo ela, não é possível prever se a epidemia vai piorar nos próximos meses.

UOL

Opinião dos leitores

  1. A dengue avança numa velocidade espantosa, os casos de atendimento nos hospitais também aumentaram muito, mas como ainda não morreram 700mil pessoas não precisa de vacina, não precisa de ação do governo para o combate, o cidadão que resolva o problema para acabar com a pandemia.
    Parabéns Nísia!👏👏👏👏👏👏👏

  2. E quando será reativado o consórcio capitaneado pela Globo pra nos informar sobre a situação caótica que vivemos. Bando de FDP.

  3. O gado também é criadouro do loskito..fazem continência para pneus..deve ter muito nos seus quintais..

  4. Sim, já pode! Os ANALFABETOS FUNCIONAIS já sabem quantos milhões de seguidores do chefe da SEITA BOLSONARISTA apareceram no Litoral de SP?

    Já saiu a quantidade de peixe pescado pelo chefe da SEITA BOLSONARISTA?

    Beijim no chifre 🦬

    1. Só faltam 700 mil mortos..
      Faz arminha 👉👉👉👌

    2. Com toda ojeriza q tenho de Lula reconheço q ele ñ se mete na endemia de Dengue, diferente do outro!

    1. Lula, O GENOCIDA e NEGACIONISTA da dengue.

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Economia

Governo Lula bloqueia R$ 13,3 bilhões no Orçamento; Saúde e Cidades são os ministérios mais afetados

Foto: Ricardo Stuckert/PR

Os ministérios da Saúde, das Cidades e da Educação foram os mais afetados pelo bloqueio de R$ 13,3 bilhões no Orçamento da União. O detalhamento do congelamento foi publicado pelo governo em edição extra, nesta segunda-feira (30), no Diário Oficial da União. Agora, os órgãos terão até 7 de outubro para indicar as ações que serão bloqueadas.

“A distribuição por órgão teve como diretrizes a continuidade das políticas públicas de atendimento à população e o compromisso do governo federal com a meta de resultado fiscal estabelecida para o ano de 2024″, diz o governo. A divisão da contenção dos R$ 13,3 bilhões se dará da seguinte forma: R$ 3,6 bilhões são de recursos discricionários do PAC, R$ 8,6 bilhões são de recursos discricionárias do Executivo e R$ 974 milhões são de emendas de comissão.

O Ministério da Saúde foi o mais atingido, com bloqueio de R$ 4,5 bilhões, enquanto Cidades teve restrição de R$ 1,7 bilhão. O terceiro lugar é ocupado pela pasta da Educação, com bloqueio de R$ 1,3 bilhão. Já o Ministério dos Transportes, na quarta posição, teve restrição de R$ 985 milhões. A lista completa pode ser acessada neste site do governo. O congelamento dos recursos ocorreu em decorrência da elevação das despesas obrigatórias no Orçamento da União.

De acordo com o Ministério do Planejamento e Orçamento, os limites de empenho serão divididos em dois períodos: até novembro e até dezembro. Com a regra, “os ministérios e órgãos poderão empenhar, até novembro, 50% do saldo a empenhar remanescente, sendo os demais 50% liberados para empenho em dezembro”, diz o governo em nota.

“Tal medida objetiva adequar o ritmo de execução de despesas ao avanço do exercício e à realização das receitas, de maneira que a condução da programação orçamentária e financeira ajude a prevenir riscos no ciclo de gestão fiscal do orçamento, como preconiza o § 1º do art. 1º da Lei de Responsabilidade Fiscal”, acrescenta.

R7

Opinião dos leitores

  1. Façam o L e se lasguem.
    Desgoverno total.
    Mais pra frente o bicho vai pegar, não tem dinheiro que renda na mão dessa quadrilha.
    Diga essa galera administrando durante a pandemia!!
    O exército tinha que sair juntando corpos como disse o ilustre ministro mandeta.
    Isso na calada da noite sem que nós soubéssemos pois a mídia do Brasil é comprada pra silenciar a verdadeira noticia.
    Isso tá claro!
    Mas tínhamos as redes sociais pra desmascarar como está desmascarando agora.
    Basta vê e prestar atenção.

  2. Bloqueio do amor.
    Cadê os alunos militantes da UFRN?
    Vão protestar ou o governo deixou capim do Bob Marley pra fazer lavagem cerebral?

  3. Deveria cortar todo orçamento da Defesa, deixar o mínimo possível para pagar salários.
    As Forças Armadas deveria diminuir expedientes, pintura de troncos de árvores e meio fio.
    Agora é só esperar as migalhas do 4,5% de reajustes, a partir do dia da mentira 1° de Abril, isso já virou chacota entre os milicos.

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Mundo

VÍDEO: Homem esfaqueia pedestres em frente a sinagoga em Manchester

 

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Vídeo: Reuters

Um homem atropelou e esfaqueou pedestres em frente a uma sinagoga no norte de Manchester, na Inglaterra, nesta quinta-feira (2/10). Segundo autoridades locais, quatro pessoas ficaram feridas e o suspeito foi baleado pela polícia, que informou ter controlado o incidente.

De acordo com a polícia de Manchester, o suspeito avançou com o carro sobre pedestres em frente à Sinagoga Heaton Park Hebrew Congregation, no bairro de Crumpsall, e após o atropelamento, ele desceu do carro e esfaqueou algumas delas.

“Paramédicos chegaram ao local e estão atendendo membros do público, atualmente quatro pessoas com ferimentos causados tanto pelo veículo quanto por facadas”, disse a polícia de Manchester em comunicado publicado no X.

Até o momento, não se sabe o estado de saúde das vítimas.

O ataque aconteceu no feriado judaico de Yom Kippur, o dia mais sagrado do judaísmo. Nesse dia, um grande número de judeus vai a sinagogas e jejua.

Segundo a polícia, agentes foram chamados ao local às 6h31, no horário de Brasília, e chegaram ao local minutos depois. Às 6h38, os policiais trocaram tiros na cena do crime e balearam uma pessoa que acreditam ser o suspeito. Pouco depois, a polícia afirmou que não havia mais perigo para o público.

O premiê do Reino Unido, Keir Starmer, disse estar “horrorizado” com o ataque, e o fato de ter ocorrido no Yom Kippur “torna o episódio ainda mais horrível”.
O serviço de ambulâncias de Manchester chamou o ataque de “incidente grave” e disse que mobilizou equipes de resgate para atender as vítimas. Equipes de ambulância foram vistas usando coletes de proteção e capacetes, e pelo menos uma pessoa foi vista sendo levada para uma ambulância.

O prefeito de Manchester, Andy Burnham, afirmou à “rádio BBC” se tratar de um incidente grave e pediu para as pessoas evitarem o local. Burnham também elogiou a atuação da polícia.

Metrópoles

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Saúde

Ministério da Saúde passa a tratar varíola dos macacos como surto; Brasil tem mais de mil casos

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde passou a usar o termo “surto” ao divulgar informações relativas aos casos de varíola dos macacos no Brasil. A pasta citou essa definição em um texto divulgado nessa quinta-feira (28), que informa a ativação de um centro de operações para acompanhar a evolução da doença.

Até então, a palavra surto era usada somente em pareceres técnicos ao mencionar casos semelhantes de aumento da curva de contaminação registrados em outros países.

O surto é o primeiro estágio de uma escala de evolução do contágio, que pode se transformar em epidemia, endemia e pandemia, que é o caso da Covid-19. Tecnicamente, desde o aumento repentino dos casos, a varíola dos macacos pode ser considerada uma situação de surto.

O boletim divulgado pelo Ministério da Saúde mostra que o Brasil tem mais de mil casos da doença.

CNN Brasil

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Saúde

ONU liga alerta sobre saúde pública ao projetar mundo com mais idosos do que crianças em 30 anos

Foto: Reprodução

No mesmo relatório em que apresentou a marca de 8 bilhões de pessoas no planeta, a ONU (Organização das Nações Unidas) também chamou atenção para um ponto específico: o envelhecimento da população.

O World Population Prospects 2022, levantamento anual feito pela ONU, estima que, apesar de a população mundial ter levado 12 anos para crescer de 7 para 8 bilhões de pessoas, em 2030 o globo atingirá a marca de 8,5 bilhões de habitantes. Em 2080, esse número pode chegar a 10,4 bilhões.

Durante esse período, o número de pessoas com mais de 65 anos deve ter um aumento acentuado.

“Deverá aumentar de 10% em 2022 para 16% em 2050. Espera-se que o número de pessoas com 65 anos ou mais em todo o mundo seja mais do que o dobro do número de crianças com menos de cinco anos, e aproximadamente o mesmo que o número de crianças com menos de 12 anos”, relata o site das Nações Unidas no Brasil.

Isso significa que a população idosa será composta por cerca de 1,5 bilhão de indivíduos no mundo.

R7

Opinião dos leitores

  1. observem a falácia: existirem mais idosos que crianças é PROVA de que a população irá diminuir e não que irá aumentar, pois ainda não se descobriu o elixir da vida eterna. Os números dizem sim que a população está com tendência a encolher drasticamente

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Geral

PESQUISA BLOGDOBG/SETA/SÃO GONÇALO PROBLEMAS: Saúde, educação e segurança são os mais enfrentados pela população

 

O Instituto Seta também perguntou aos entrevistados quais os principais problemas enfrentados em São Gonçalo do Amarante. Saúde foi o mais lembrado por 47,6%, educação vem em seguida com 15,4%, segurança 13,8% e infraestrutura 7,2%. Confira a lista completa abaixo.

 

A pesquisa entrevistou 500 pessoas entre os dias 12 e 13 de agosto.

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