O Poder Judiciário deferiu medida cautelar requerida pela Procuradoria da Câmara Municipal de Natal e autorizou a condução coercitiva dos representantes da operadora Hapvida para prestarem esclarecimentos à Comissão Especial de Inquérito (CEI) que apura a atuação dos planos de saúde na capital potiguar.
No despacho, o juiz Valdir Flavio Lobo Maia, da 9ª Vara Criminal da Comarca de Natal destacou que a “condução coercitiva deve ser feita com apoio de autoridade policial, face à ausência injustificada na última audiência, embora devidamente intimado”. O magistrado também determinou que a medida seja cumprida já para a próxima reunião da comissão, marcada para o dia 3 de agosto, às 15h.
O vereador Kleber Fernandes (Republicanos), presidente da CEI, comentou a decisão judicial. “A condução coercitiva determinada pela Justiça deixa claro que as operadoras de saúde não estão acima da lei. Precisam dar respostas à sociedade e cumprir suas obrigações. A CEI vai até o fim para defender o direito dos consumidores”, disse.
O Secretário de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, contestou o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN), Geraldo Azevedo, e disse, em entrevista ao programa Repórter 98, da rádio 98FM, que não pode haver coação dos sindicatos e cooperativas sob os… pic.twitter.com/cwWWDZ3yQB
O Secretário de Saúde de Natal, Geraldo Pinho, contestou o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Norte (Sinmed-RN), Geraldo Azevedo, e disse, em entrevista ao programa Repórter 98, da rádio 98FM, que não pode haver coação dos sindicatos e cooperativas sobre os médicos que não optam em aderir a greve. “Sindicato e cooperativa não são donos dos médicos”, afirmou.
Geraldo Pinho defendeu que os médicos podem escolher aderir ou não a greve. “O médico que quiser permanecer na greve, em sua paralisação, é legítimo, é natural. O que não pode é coação e intimidação daquele médico que não quer participar do movimento porque ele é livre para exercer o seu direito de trabalhar”, defendeu o secretário.
Além disso, o titular da pasta criticou a postura de intimidação e disse que a ação era “lamentável” e, segundo ele, isso prejudica a asisstência.
“Isso é lamentável. É um desserviço o que ele está fazendo, mas não a Secretaria Municipal da Saúde e nem a Prefeitura, mas sim a assistência [da população]. Mesmo assim, com toda dificuldade estamos conseguindo manter a assistência integral em toda a rede”, finalizou Pinho.
O Governo do Rio Grande do Norte decretou ponto facultativo nos órgãos e entidades da administração estadual no próximo dia 26 de dezembro de 2025, sexta-feira após o feriado de Natal.
O ponto facultativo se aplica à administração direta, indireta, autárquica e fundacional do Poder Executivo. Conforme o decreto, os dirigentes dos órgãos deverão adotar as providências necessárias para garantir a continuidade dos serviços essenciais, que não poderão sofrer interrupção.
Áreas como saúde, segurança pública e demais atividades consideradas essenciais à população deverão manter funcionamento regular, de acordo com a organização de cada órgão.
A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 35.177, publicado no Diário Oficial do Estado no sábado (12).
Adoro ver bozolóides chorando 😭
Choram pq tem feriado, choram pq Trump revogou a aplicação da lei Magnitsky, choram pq o mito tá preso, etc, etc….
Muito bom ver o chororô de vcs….kkkkkkk
É muito bom ver vcs petralhas todes lascades e cantando de galo….vocês não tem moral e nem governo pra falar de ninguém….Direita 2026 chorem aqui nesse 🪣🪣🪣🪣🪣 idiotas util
Como é que um País dedee possa progredir, cheios de feriados, pontos facultativos, feriadões, etc, etc. Estão achando pouco querem reduzir a jornada de trabalho, por isso vai de mal a pior, empresas fechando, desemprego campeando e bolsa familia tonmando conta. UMA VERGOHA esses ptralhas destruidores da Nação Brasileira.
Sem solução! São uns inúteis,pior governo da história do Brasil e RN.
O Brasil é um país de preguiçoso, o povo quer muitos benefícios e poucas responsabilidades, é folga pra tudo, semana de 4 dias, depois reclama que ganha pouco
Oh povo para não gostar de trabalhar, é só ter um feriado na quinta que eles param também na sexta e quando é na terça eles param na segunda, não se assuste se quando cair feriados no sábado ou no domingo eles mudem esses feriados para quinta e terça feira consecutivamente para pararem também ba sexta e na segunda feira
A Secretária adjunta de saúde do Rio Grande do Norte (Sesap), Leidiane Queiroz, disse nesta sexta-feira (21), em entrevista ao RN 1, da Inter TV, que o centro cirúrgico da ala ortopédica do Hospital Regional Alfredo Mesquita Filho, em Macaíba, ainda passa por “alguns ajustes” para poder começar a funcionar.
A ala ortopédica do hospital foi inaugurada no dia 7 fevereiro com parte de um plano do governo do RN de criar “barreiras ortopédicas” para desafogar, em Natal, o Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, maior unidade de saúde do estado e que convive frequentemente com casos de superlotação. Essa foi a primeira barreira ortopédica desse plano a começar a funcionar.
Desde a abertura, no entanto, o centro cirúrgico não tem funcionado – a unidade atendeu apenas casos que envolveram procedimentos mais simples. O fato foi mostrado pela Inter TV e pelo g1 nesta semana.
Segundo a secretária adjunta de Saúde, o plano é que o centro cirúrgico passe a funcionar “nos próximos dias”, quando também serão resolvidas questões técnicas. Nenhum prazo, no entanto, foi dado.
“O centro cirúrgico está passando por alguns ajustes para que ele possa, nos próximos dias, sim, funcionar. Nós temos equipamentos completos, insumos, equipe, mas é um serviço complexo mesmo, e a gente quer total segurança para funcionamento deste serviço para a população, a gente não quer nenhum risco para a população em relação a isso”, disse.
A Sesap informou que a unidade tem capacidade de fazer 6 cirurgias por plantão. O custo do serviço é de R$ 900 mil por mês, com recursos do Ministério da Saúde.
O personal trainer, Eduardo Alves, de 31 anos, que foi filmado agredindo um sem-teto que havia feito sexo com a esposa dele, dentro do carro da família, no Distrito Federal, publicou um vídeo que começou a circular na internet, nesta quarta-feira (16). Eduardo que, até então não havia falado sobre o assunto, diz que está preocupado com a saúde da mulher e pediu que as pessoas parem de compartilhar “conteúdo ofensivo contra a honra da esposa”
“Vejo que os fatos têm sido transmitidos de maneira errônea, sendo que, no momento, a preocupação deveria ser a saúde dela, até porque a mesma encontra-se internada”, diz o personal trainer.
Na filmagem, o personal trainer afirma que a mulher “sofreu violência sexual por um morador de rua” – apesar de a esposa dele ter admitido, em áudios e para a polícia, que o sexo foi consentido. Ele pediu ainda que as pessoas tenham empatia com a situação delicada.
Em áudios da esposa de Eduardo, que também circulam na internet, ela conta como manteve relações sexuais consensuais com o sem-teto. A mulher diz que enxergou Deus, e o próprio marido, no homem.
“Eu não conseguia nem falar e nem abrir meus olhos. Meu coração estava acelerado, mas eu não conseguia sentir ódio do homem que fez isso comigo porque eu só enxergava Deus nele. Eu só enxergava Deus. Não sei explicar”, diz a mulher em uma mensagem de áudio.
A mulher ainda contou que encontrou o sem-teto em frente a um quiosque, na Rodoviária de Planaltina, e que ele fumava um cigarro. “Tirei o cigarro da mão dele e falei: você não vai fumar mais […] porque você já está curado. E aí eu já enxergava ele como o Eduardo [marido], sabe? Já não estava enxergando ele como Deus. Aí eu tirei o cigarro da mão dele e joguei no lixo. Ele falou: vamos conversar? E eu disse: vamos”, diz a mulher, em áudio. A mulher contou que, então eles foram para o carro onde passaram a manter relações sexuais.
Gente, vamos deixar esse assunto pra lá. De repente ele ou a esposa não aguenta a pressão e comete suicídio aí pronto. Quero ver o q os canais, blogs e engraçadinhos vão dizer. Pior é a inflação e preço dos combustíveis que cabe a todos se indignar e cobrar dos governantes já esse assunto só cabe aos dois.
Corpo é vc Manoel e os eleitores do PT, que levou porrada e furto do ladrão de 8 dedos e ainda defende ele.
EB, vc deve estar me confundido com algum gado do MINTO das rachadinhas ou de Lulaladrão. Mas não é meu caso talkei! E leia direito o que eu postei tá! Vou reiterar pra vc: Esse corno tá igual aos eleitores do MINTOmaníaco das rachadinhas e de lulaladrao…
Concordo kkkkkkkks
Essa situação está tendo foco na questão errada. Se o personal resolveu punir o mendigo, fazendo vista grossa a atitude da esposa, é uma posição dele que não é nada louvável. O mendigo estava na rua, em sua humilhante situação e ela foi até ele dar o que achou devido e estava disposta.
Quem menos tem culpa em tudo é o agredido.
O fato é que a senhora fez a oposição dela, decidiu ter a relação extraconjugal de livre vontade e decisão pessoal, não pensou no casamento, não respeitou o marido, se entregou ao sexo com um desconhecido. De resto é a atitude do valente que não apaga a traição e pune quem não procurou a situação.
O presidente Jair Bolsonaro defendeu a compra de próteses penianas, viagra e botox pelas Forças Armadas, enfatizando que são produtos utilizados em procedimentos de saúde. Ele ainda reiterou que, no caso das próteses, foram apenas duas no ano passado e perguntou qual seria o problema de se dar o implante a quem tem disfunção erétil em razão de problemas de saúde.
“Isso é um crime contras as Forças Armadas, que não são minhas, são de todos nós. Forças Armadas que têm uma história. Não essa [história] contada pela esquerda, mas de vitórias, de luta, de garantir nossa democracia”, disse Bolsonaro, que usou parte da transmissão semanal que faz pelas redes sociais para justificar os gastos dos militares brasileiros.
“Eu fiquei chateado, não como capitão do Exército, mas como cidadão brasileiro [por] parte da mídia atacar as Forças Armadas: ‘compraram Viagra’. Ô, jornalistas, pelo amor de Deus. O Viagra é usado contra hipertensão arterial, entre tantas outras coisas”, iniciou ele.
“O viagra aqui, cujo princípio ativo é a sildenafila, é usado para hipertensão arterial, entre tantas e tantas coisas. Também a questão do botox, bateram muito nas Forças Armadas. O botox é usado, eu não sabia, para algumas patologias neurológicas”, explicou o presidente. Sobre as próteses penianas, ele afirmou que a licitação previa um volume maior, que não foi adquirido, apenas para evitar novas licitações caso fosse necessário.
“Falaram também e um implante peniano, prótese peniana. Olha, foram duas no hospital central, compradas ano passado. Abriu-se licitação para comprar aproximadamente trinta, mas não quer dizer que comprou. Não comprou trinta. Por que bota trinta? Bota a projeção de quanto deve ser usado e uma margem a mais para não fazer uma nova licitação, pois cada licitação custa uma fortuna”, afirmou, complementando com uma defesa do procedimento.
Bolsonaro ainda afirmou que os militares descontam parte do salário em pagamento para a previdência militar e que pagam 20% de cada procedimento. “É dinheiro nosso”, afirmou.
O presidente ainda reclamou da imprensa e afirmou que as pessoas estão achincalhando as Forças Armadas. “Agora, aí vem os memes, vem as brincadeiras. Uma até gostei ne? ‘A nossa pílula jamais será vermelha’. Tá lá a pílula azul do Viagra. Mas quem leva na maldade é um crime contra a Forças Armadas, que não é minha, é de todos nós. Forças Armadas que têm uma história”, reclamou.
“Agora vem os memes, as brincadeira. Um até gostei: a nossa pílula jamais será vermelha, aí tem a pílula azul do Viagra”, concluiu Bolsonaro.
Atenção esquerdopatas mal informados (desculpem o pleonasmo) as 3 próteses não foram compradas com dinheiro do povo e sim retirado do fundo de participação hospitalar dos militares que pagam uma mensalidade como um plano de saúde. Isso não está nem perto do que roubou o maior ladrão do mundo e sua gang, que chega por volta de um trilhão de reais e não teve nenhuma investigação. A crise de abstinência dos bandidos é tão grande que não param de narrativas, é leite condensado, é rachadinha, é cheque, é Mec, é viagra e não vai parar por aí.
Babe mais que tá pouco. Vc tá igualzinho a que defende Lula kkkkk
Para que esses velhos querem fazendo sexo, esses viagras só deixam os senhorzinhos emocionalmente histéricos, quando eram jovens montavam e não faziam nada, enquanto mais agora depois de velhos, provar masculidade com sexo é dificil, o homem tem ter outras qualidades intelectuais, morais e éticas, comportamentais, o homem contemporâneo precisa mudar o seu conceito irracional sobre o que é masculidade.
O dinheiro que paga essas compras é descontado do salário dos militares. Que baixeza tripudiar e debochar dos problemas de saúde alheia. Quem vai nessa onda não é nada melhor que um cretino.
Nós pagamos militares, previdência, plano de saúde e não temos direito a nada disso. Vc deve ser um que vive do dinheiro público e ainda deixa pensão para as filhas…
Governo Bolsonaro coloca sob sigilo visita de filhos do presidente ao Planalto
Os gastos mínimos com saúde e educação exigidos pela Constituição vão consumir todo o espaço das despesas não obrigatórias e comprometer o dinheiro destinado ao custeio e ao investimento nas outras áreas da União até 2028, tornando o orçamento impraticável de acordo com projeções feitas pelo governo.
Elas mostram que pisos de saúde e educação vão consumir 112% das despesas não obrigatórias até 2028.
Mantidas as regras atuais, faltaria dinheiro para o programa Minha Casa, Minha Vida, recuperação de rodovias federais, pagamento do Auxílio Gás a famílias carentes, obras de saneamento básico, ações de Defesa Civil para prevenir desastres naturais e manutenção de todos os órgãos federais.
O cenário foi antecipado pelo Estadão no dia 21 de abril com estimativas do piso da saúde. Agora, a reportagem obteve projeções do Ministério do Planejamento via Lei de Acesso à Informação que confirmam a tendência e apresentam um cenário ainda mais desafiador, com a inclusão dos gastos com educação e a distribuição do dinheiro no Orçamento.
Ao mesmo tempo que despesas obrigatórias e impositivas pela Constituição crescem, entre elas aposentadorias, emendas parlamentares, saúde e educação, o arcabouço fiscal impõe um limite para os gastos públicos (2,5% de crescimento real em relação ao ano anterior), o que diminui o espaço para investimentos em outras áreas.
A Constituição determina um gasto mínimo com saúde e educação atrelado à receita. A saúde tem 15% da Receita Corrente Líquida (RCL) e a educação tem garantia de 18% da Receita Livre de Impostos (RLA). O dinheiro serve para custear a manutenção de postos de saúde, hospitais, escolas e universidades, além de novos investimentos nos dois setores.
Pisos de saúde e educação vão consumir 112% das despesas não obrigatórias até 2028
Os pisos de saúde e educação vão somar R$ 336,3 bilhões em 2025, de acordo com as projeções do governo. O dinheiro é dividido entre despesas obrigatórias e discricionárias (não obrigatórias). Os recursos vão consumir 44% do orçamento disponível para todas as despesas não obrigatórias, espaço disputado com outras áreas. O porcentual subirá para 51% em 2026, 63% em 2027 e 112% em 2028.
Em 2027, sobrariam apenas R$ 45 bilhões para gastos não obrigatórios nas outras áreas, um cenário considerado impraticável por integrantes do governo e economistas. Em 2028, faltariam R$ 12 bilhões para custeio e investimento em outras áreas, paralisando o Orçamento. Isso significa que o governo terá de rever os gastos mínimos com saúde e educação ou mexer no arcabouço fiscal.
Dentro das despesas não obrigatórias, há dois tipos de programações: custeio (manutenção de órgãos e serviços públicos) e investimentos (obras e equipamentos). Como os investimentos ainda têm um mínimo exigido pelo arcabouço, que é de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB), as despesas que correm mais risco são as de custeio: manutenção de todos os ministérios, autarquias e órgãos federais, Auxílio Gás e ações de Defesa Civil, entre outras.
Revisão de gastos não tem consenso dentro do próprio governo
Integrantes da equipe econômica defendem uma revisão dos pisos de saúde e educação. O Tesouro Nacional tem estudos para alterar o índice que reajusta o crescimento dessas despesas, saindo de porcentuais vinculados à arrecadação e partindo para um mínimo vinculado ao crescimento da população ou do Produto Interno Bruto (PIB). Na prática, as mudanças poderiam tirar até R$ 131 bilhões da saúde e educação até 2033, distribuindo o recurso para outras áreas.
Internamente, os ministérios da Saúde e Educação não querem rever os pisos atuais, argumentando que um crescimento menor compromete os investimentos nas duas áreas e a manutenção das unidades de saúde e de ensino nos próximos anos. Não há consenso no governo. As bancadas dos dois setores no Congresso também são contra, assim como parlamentares do PT, partido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em entrevista ao Estadão, na última quinta-feira, 9, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que não vê muito espaço para a desvinculação dos benefícios previdenciários (do salário mínimo) e que a discussão sobre rever os pisos de saúde e educação “não prosperou” no governo.
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, defende uma revisão dos gastos obrigatórios, incluindo um plano para desvincular os benefícios da Previdência Social do salário mínimo. “Ninguém está falando em mexer em nada em 2024 e 2025. O meu papel é mostrar que, a partir de 2026, nós começamos a não ter recursos para as despesas discricionárias livres, tirando emenda parlamentar. A gente vai para um limite insustentável”, afirmou Tebet ao Estadão na última sexta-feira, 10.
O Executivo deve elaborar o Orçamento de 2025 sem mexer nas premissas, mas integrantes da equipe econômica não veem espaço para manter as regras atuais por mais tempo. “É um fator de preocupação para nós, é um desafio que já está colocado nesse cenário de médio prazo e aqui entra a importância redobrada da agenda de revisão de gastos obrigatórios”, afirmou o secretário de Orçamento Federal, Paulo Bijos, em coletiva de imprensa no dia 15 de abril.
A mãe natureza é implacável…
Nas próximas eleições, espero que esse câncer chamado de esquerda, seja extirpardo da nossa Nação….
Mas como dito, um dia esse elemento tão idolatrado pela esquerda, irá para o além…
Quero estar vivo para soltar fogos…
Vejam o exemplo da Argentina, que está se recuperando da tragédia que a esquerda implantou naquela Nação…
PESQUISA CONSULT/ BG/ SÃO MIGUEL DO GOSTOSO também perguntou aos entrevistados em quem votariam para vereador. Os nomes mais lembrados foram: Zé de Luzenário com 7,5%, Jean 5,5%, Neto da Saúde 4,75%, Rodolfo 4,5% e Nenê de Lalá 3,75%, confira lista completa abaixo.
A pesquisa foi realizada em 3 de julho, com 400 entrevistas, margem de erro de 4,9% e confiabilidade de 95%, sendo registrada no TSE com o número RN-07868/2024.
O governo divulgou nesta terça-feira as áreas afetadas pelo congelamento de R$ 15 bilhões em gastos públicos, confirmado na semana passada.
No total, foram segurados R$ 4,5 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Além disso, foram bloqueados R$ 1,095 bilhão em emendas de comissão e R$ 153 milhões de emendas de bancada. As emendas individuais foram poupadas. Também foram congelados R$ 9,2 bilhões em despesas discricionárias do Poder Executivo. Somando esses valores, chega-se ao congelamento de R$ 15 bilhões.
Considerando os ministérios, a Saúde foi o mais afetado, com R$ 4,4 bilhões.
A contenção de gastos é o maior já feito no terceiro mandato do presidente Lula.
No total, R$ 15 bilhões foram congelados do Orçamento. Desse total, foram bloqueados R$ 11,2 bilhões por conta da alta de gastos com os benefícios. Além disso, o governo também contingenciou R$ 3,8 bilhões de modo a cumprir a meta fiscal deste ano diante da frustração com a arrecadação.
O governo bloqueia gastos para cumprir o limite de despesas previsto no arcabouço. E faz contingenciamento de despesas para chegar à meta fiscal — que neste ano prevê um déficit zero.
As estimativas de gastos com aposentadorias e com o Benefício de Prestação Continuara (BPC) subiram R$ 11,3 bilhões e são o principal motivo por trás do bloqueio de despesas no Orçamento.
O decreto que detalhou os cortes por áreas foi discutido com integrantes da Junta de Execução Orçamentária (JEO) e o presidente Lula, no fim da tarde desta terça-feira. A JEO é composta pelos ministros da Fazenda, Fernando Haddad, pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, da Gestão, Esther Dweck e pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa. Com os titulares da pastas em férias e em viagem, caso de Costa, substitutos participaram das discussões finais do decreto.
Segundo integrantes do governo, o tamanho do congelamento orçamentário de R$ 15 bilhões foi um dos pontos que dificultaram os ajustes finais do decreto, prometido para essa terça-feira em edição extra do Diário Oficial da União.
Técnicos da equipe econômica se anteciparam e disseram que devido à cifra a ser bloqueada, todos os ministérios seriam afetados de forma geral, inclusive áreas prioritárias como saúde e obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Lula pode fazer 50 bilhões e emendas e de outros projetos só que a exemplo de alguns governos que já passaram, esse negócio d começar a fazer e não terminar é antigo, e também quando termina e não dá certo é outro problema que melhor seria nem começar. Porque esses casos terminam sempre elefantes branco. Esse negocio de se fazer várias faculdade e colégios técnico. Por exemplo aqui no RN já existem muitos colégios e faculdade e poucos alunos. Porque no RN existem uma evasão de alunos de 25%, de alguns anos para cá. Porque a solução seria empregos para o povo dutos e para os menores de 18 anos, ser adotados 2 turnos e merenda suficiente, para se oferecer ela manhã, um almoço de meio dia e um lanche de 16.40 horas, e no meio das aulas ensinar curso profissionalizante, dessa forma os alunos já saiam , após terminarem os cursos com a suas profissões , e tirar esses 200 reais, porque nenhum estudante necessita de esmola, em contrapartida esse dinheiro poderá trazer mal a os alunos. Tem uma frase que diz, eduque as crianças para mais tarde não ser castigados os adultos.Ficou provado que Lula é um ´péssimo administrador, aliás ele não tem estudo para ser nem um vereador, de uma pequena cidade como Venha Ver que tem 2.400 habitantes
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta terça-feira (31) o empenho das chamadas “emendas de comissão” para que o governo federal consiga cumprir o piso constitucional dos gastos mínimos em saúde.
A Advocacia-Geral da União (AGU) indicou em parecer ao STF que seriam precisos R$ 2,1 bilhões adicionais para que o governo federal conseguisse cumprir o piso constitucional em saúde em 2024, R$ 370 milhões desse montante relativas às emendas de comissões.
“Vale realçar que esse fato mostra uma preocupante dependência de gastos vinculados a emendas parlamentares, que – por sua configuração atual – não se articulam com ações planejadas nas instâncias de direção do SUS. Ao contrário, tem prevalecido nas emendas o caráter fragmentário, inclusive sem levar em conta indicadores sanitários objetivos, além dos terríveis casos de improbidade já identificados ou ainda em investigação”, afirmou Dino.
As emendas parlamentares são uma reserva dentro do Orçamento usadas conforme indicação de deputados e senadores. É esse o dinheiro enviado pelos parlamentares às suas bases eleitorais. A execução do dinheiro é de competência do governo federal.
Além disso, o ministro estabeleceu um prazo para que as comissões de Saúde da Câmara dos Deputados e do Senado Federal informem quem são os parlamentares que indicaram as emendas. Caso isso não seja feito até 31 de março de 2025, as emendas poderão sofrer “anulação imediata e automática”.
Flávio Dino também decidiu que até a aprovação dos nomes dos deputados e senadores que indicaram as emendas, não poderá haver nenhum ato subsequente de execução dos valores além do empenho.
A Constituição Federal estabelece que o governo federal deve desembolsar 15% da Receita Corrente Líquida em gastos com saúde, incluindo exames, cirurgias, construção de hospitais, postos de saúde, pagamento de profissionais e apoio a Estados e municípios.
Na decisão, Dino afirmou que decisões da Suprema Corte, tomadas ao longo do segundo semestre de 2024, visam uma melhor alocação de recursos da Uniã no que diz respetio à eficiência, à transparência e à rastreabilidade. Mas que o planejamento dos gastos é responsabilidade do Executivo e do Legislativo.
“Cabendo a esta Corte lembrar que sem ele, o planejamento, não existe o atendimento aos mandamentos constitucionais da eficiência e da economicidade. E sem planejamento, conjugado com adequada vontade política e administrativa, a balbúrdia orçamentária – violadora da Constituição Federal – não terá fim”, escreveu o ministro.
Sete em cada dez brasileiros acreditam que falta de dinheiro afeta a saúde emocional. É o que revelou um levantamento da fintech Onze em colaboração com a seguradora Icatu. A pesquisa ouviu 8.573 trabalhadores, e descobriu que 59% deles não possuem uma reserva financeira de contingência, enquanto 41% enfrentam dificuldades para cobrir todos os custos mensais com sua renda. Além disso, 54% destacaram que suas maiores preocupações estão relacionadas ao dinheiro, tema que fica a frente de questões como família (17%), saúde (13%) e trabalho (8%).
O estudo que mapeou o estresse financeiro no Brasil aponta que entre os principais problemas causados pela falta de dinheiro estão a ansiedade (53%) e a insônia (41%), mas também há diversos relatos de depressão, problemas em relacionamentos amorosos e familiares e, até mesmo, impactos na saúde física. 68% das pessoas também afirmam que as preocupações financeiras afetam diretamente seu dia a dia no trabalho.
A principal preocupação daqueles que participaram da pesquisa é a falta de recursos para lidar com situações de urgência, como problemas de saúde, acidentes e apoio a familiares e amigos. Entre os que admitiram ter uma visão negativa em relação ao dinheiro, 64% mencionaram que as despesas já estão prejudicando sua qualidade de vida.
A saúde psicológica e financeira estão profundamente entrelaçadas, e a incapacidade de cumprir com os compromissos financeiros, como pagamento de contas ou quitação de dívidas, e manter o padrão de vida da família, pode resultar em um estado crônico de ansiedade e estresse. Mas como lidar com essa situação? Segundo Kennedy Diogenes, CEO da Orenda Pay Soluções Financeiras, o planejamento pode oferecer uma solução.
”Medidas simples podem ajudar a equilibrar o caixa, como por exemplo, criar um orçamento detalhado, e anotar todas as receitas e gastos, e aí você precisa ser muito honesto e precisa ter um controle exato do que está fazendo – não só com o que está ganhando, mas também com o que se gasta. Estabelecer metas financeiras claras e alcansáveis, inclusive no que se refere aos investimentos – o que é importantíssimo para que a gente possa ter clareza para onde está indo. Por fim, criar o hábito de gastar menos do que ganha. Lembrar sempre que ricos gastam menos do que ganham, e é justamente por isso que eles são ricos. Fazer com que haja adesão a compreensão de todos da casa sobre a situação financeira é o passo mais importante para o sucesso desse projeto, que poderá conter o endividamento da família”.
Inadimplência no Brasil
Em março de 2024, o número de brasileiros inadimplentes aumentou em comparação com o mesmo período de 2023, alcançando a marca de 67,18 milhões. Um levantamento realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que cerca de quatro em cada dez adultos do país (40,89%) estavam com pendências financeiras nesse período. Isso representa um aumento de 2,67% em relação ao ano anterior.
A análise dos dados abrange informações de todas as capitais, do interior dos 26 estados brasileiros e do Distrito Federal. De acordo com a CNDL e o SPC Brasil, a variação anual registrada em março deste ano foi menor do que a observada no mês anterior. De fevereiro para março de 2024, houve um acréscimo de 0,89% no número de devedores.
Bom estava no desgoverno do canalha fascista e sua corja de apoiadores direitopatas, com o povo pegando ossos nos açougues e pele de frango nos supermercados pra não morrer de fome, com a gasolina á dez contos o litro e o processo de sucateamento das matrizes energéticas do país a todo vapor!
Eta povim idiota, viu??
Vocês esquecem que teve a pandemia com as pessoas e a economia trancada, o preço do barril de petróleo chegou a 130 dólares neste desgoverno pouco passou dos 90 dólares, enfrentou crise hídrica, crise da guerra na Ucrânia, deu dinheiro para todos os Estados e municípios independente de partido político, ajudou empresas a pagar os salários, ajudou Estados/municípios nas reformas de hospitais, construção de hospitais de campanha, insumos médicos, deu auxílio brasil em tempo recorde para todos os necessitados, vale gás, e sem deixar de investir, terminou a transposição do rio São Francisco (hoje fechada pelo cachaceiro), obras em portos aeroportos e estradas, terminadas, todas as estatais deram lucro, não aumentou e criou nenhum imposto.
E esse desgoverno fez o que até hoje?
Nada.
Só Criou impostos, e sem qualquer crise conseguiu por um déficit nominal no país igual ao de 2020, auge da pandemia.
A última pá com terra para cobrir o caixão será a troca do presidente do banco central. Daí para frente bateremos o recorde mundial de inflação e miséria.
As únicas classes que não reclamam de nada na área financeira pessoal, são os políticos, ocupantes de Cargos comissionados e pessoal do judiciário/magistratura. Essa última classe, tem o auto poder de aumentar seus salários e penduricalhos e, quando querem, cavam Ações que já tinham sido extintas e recebem com efeito retroativo ou ainda têm o poder de criam novos penduricalhos.
Volta e meia vem um bonitinho aqui, nomeado gustavo mafra, que diz estarmos no melhor dos mundos, dinheiro sobrando, inflação em baixa, gasolina barata, o nine levando o país a perfeição, sei não viu, tem morador pra tudo.
Esse que você classifica como”bonitinho”, deve ser classificado de ameba vermelha.
Agora uma bonitinha vai te dizer que tudo está melhor sim, vcs que têm uma máscara feito boi qdo viaja, vcs já viram e como ela funciona? Faz o boi não ver o q está a sua frente, só de lado, com isso, fuça limitado e o vaqueiro consegue levar a boiada e se juntar ao boi maior que num passado muito recente era aquela Ameba de Pulga de Rato.
Agora uma bonitinha vai te dizer que tudo está melhor sim, vcs que têm uma máscara feito boi qdo viaja, vcs já viram e como ela funciona? Faz o boi não ver o q está a sua frente, só de lado, com isso, fica limitado e o vaqueiro consegue levar a boiada e se juntar ao boi maior que num passado muito recente era aquela Ameba de Pulga de Rato.
Buscando uma saúde melhor e um atendimento humanizado, a Prefeitura de Macau investiu perto de R$ 1,5 milhão em recursos com a aquisição de novos equipamentos para a modernização do Hospital Antônio Ferraz. O novo Centro Cirúrgico e de Obstetrícia foi entregue nesta quinta-feira (29) pelo prefeito José Antônio de Menezes.
No sua fala, a Secretária de Saúde, Terezinha Menezes destacou os investimentos que viabilizaram a reforma e modernização com aquisição de equipamentos para a lavanderia e cozinha do hospital, além da implantação do software que interligou os setores do hospital e Pronto Socorro Alfredo Teixeira.
O equipamento municipal de saúde passou a contar agora com um moderno bloco cirúrgico e de obstetrícia. Com isso, cirurgias eletivas e partos cesáreos voltam a acontecer no município. “Recebemos esses investimentos como um marco na saúde de Macau”, disse Ivani Varela, diretora administrativa do HAF.
O prefeito Dr. José Antônio de Menezes destacou que o investimento em equipamentos para o hospital demonstra a preocupação da gestão com a Saúde do cidadão. “Estamos entregando equipamentos para dar mais tranquilidade à nossa população, principalmente as gestantes e a equipe médica e de enfermagem que aqui trabalha”, concluiu.
Macau agora vai!!.
Túlio Lemos acabou com Macau.
E ainda se acha hoje no direito de sair por aí, formando opiniões.
Kkkkkk…
Como é bom a democracia e a liberdade.
O Tribunal de Contas da União (TCU) deve dar aval ao governo para não aplicar o piso mínimo constitucional de investimento em saúde e educação neste ano. A consulta à Corte foi enviada pelo Ministério da Fazenda na noite de quinta-feira (28).
O caso está sob a relatoria do ministro Augusto Nardes e, segundo relatos feitos à CNN, o presidente do TCU, ministro Bruno Dantas, está trabalhando para que o caso seja julgado o mais rápido possível pelo plenário do tribunal.
Após a sanção da nova regra fiscal, em 31 de agosto, voltou a valer a regra constitucional que atrela as despesas com saúde e educação à variação da receita. No caso da educação, o valor reservado no Orçamento deste ano é suficiente para cumprir o piso.
Na saúde, porém, não há recursos suficientes e pode gerar um rombo de R$ 20 bilhões nas contas do governo em 2023. A avaliação da equipe econômica é de que, caso o governo tenha que pagar o piso, precisaria bloquear verbas, deixando outros ministérios descobertos.
Diante desse cenário, o Ministério da Fazenda formalizou a consulta ao TCU, alegando o princípio da anualidade orçamentária para não cumprir o piso neste ano. Outro argumento é que o piso retornará integralmente em 2024.
A área técnica da Corte, contudo, já alertou que não há risco de “shutdown” na máquina pública em função da retomada dos pisos constitucionais, ao analisar representação sobre o tema do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU), Lucas Rocha Furtado. Esse tem sido outro argumento usado pelo governo.
Na última sexta-feira (22), os ministérios do Planejamento e da Fazenda divulgaram o relatório de receitas e despesas para 2023, sem a previsão do cumprimento dos pisos de saúde e educação.
Na ocasião, o secretário do Orçamento, Paulo Bijos, afirmou que aguardava o andamento da consulta no TCU e uma decisão do Congresso Nacional para ter um quadro mais claro. Está no Senado um projeto de lei pelo qual, neste ano, o piso da educação deve ser calculado com base na receita orçada, não a realizada, como prevê a Constituição.
Nesse caso, a conta adicional cai de R$ 20 bilhões para cerca de R$ 5 bilhões. Porém, a Fazenda é contra esse projeto, porque entende que o piso pode não ser aplicado este ano, já que, quando o Orçamento foi aprovado, não estava previsto o retorno da regra constitucional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira o projeto de lei que permite um piso menor de gastos federais com saúde em 2023. O dispositivo foi incluído na proposta que garante a compensação de perdas de ICMS para estados e municípios de R$ 27 bilhões, estipulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O projeto havia sido aprovado pelo Senado no começo do mês e pela Câmara, no mês passado.
O cálculo do novo piso da saúde foi acrescentado em tramitação na Câmara dos Deputados pelo relator, deputado Zeca Dirceu (PT-PR), a pedido do Planalto. Com o fim do teto de gastos, em agosto deste ano, após a aprovação do arcabouço fiscal, o mínimo constitucional para gastos com a saúde voltou a ser de 15% das receitas correntes líquidas.
Como solução, Zeca Dirceu propôs considerar o mínimo de 15% em cima da Lei Orçamentária de 2023, formulada em 2022, que é de um valor menor do que as receitas atuais. Esse dispositivo reduz o gasto adicional necessário para bancar o piso, de R$ 20 bilhões para R$ 5 bilhões.
A ideia teve apoio e aval do governo, que pediu para os senadores da base aprovarem a proposta. Como solução, Zeca Dirceu propôs considerar o mínimo de 15% em cima do Orçamento de 2023, formulado em 2022, que é de um valor menor do que o das receitas atuais. Esse dispositivo reduz o gasto adicional necessário para bancar o piso, de R$ 20 bilhões para R$ 5 bilhões apenas este ano.
Lula vetou, porém, um parágrafo de um artigo do projeto que obrigava o governo federal que obrigava o governo federal a se responsabilizar caso os Estados não destinassem, do valor compensado, 25% para os municípios, 20% para o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Funded) e as vinculações relacionais ao piso constitucional da saúde.
A compensação de ICMS para estados e municípios foi estipulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no valor de R$ 27 bilhões e chancelada pelos parlamentares. A lei traz uma antecipação de pagamento de parte desse montante para este ano, no valor aproximado de R$ 10 bilhões, referente ao ano de 2024.
Vocês são obcecados por dinheiro, ridículo isso. Agora o povo vai ser tratado com muito amor, e isso é melhor que remédio. Nunca esqueçam, amigos: “o amor venceu”. Faz o “L”. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O Ministério da Saúde (MS) deve iniciar neste sábado (3) as reuniões no Centro de Operações de Emergência (COE) para monitorar a situação da dengue no país. A expectativa é que o monitoramento seja feito de forma mais intensa, durante a fase mais crítica da doença.
O comportamento esperado é que os picos sejam em meses diferentes nos estados.
Em um primeiro momento, a avaliação de integrantes do ministério é de que o centro deve funcionar até abril.
Durante o funcionamento do centro, os participantes devem se encontrar duas vezes ao dia para analisar o avanço da doença.
A ministra Nísia Trindade também deve fazer um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão para falar sobre a situação da doença.
O COE deve preparar respostas emergenciais para todo o país. Conter o avanço da dengue é considerada uma das principais agendas do ministério nos primeiros meses deste ano.
Em agosto de 2023, a Prefeitura de Natal foi beneficiada com uma verba significativa de mais de 23 milhões de reais, alocada para melhorias na saúde, construção de hospitais e aquisição de equipamentos. No entanto, até novembro, esses recursos permaneceram intocados.
Este cenário levanta questionamentos críticos: tais recursos não são necessários? Qual seria a motivação do prefeito Álvaro Dias em reter esses fundos?
Em meio a um cenário onde cada centavo na saúde conta, a inércia com um montante tão considerável é, no mínimo, alarmante.
Governadora do RN e Prefeito de Natal: exemplos de que está e permanece TUDO COMO DANTES NO QUARTEL DE ABRANTES: a população sendo vítima de más administrações e, com certeza, serão reeleitos para qualquer outro mandato 🤮😡😈👹👺!
Administração pífia essa do Álvaro ….Não elegerá o sucessor ….Saúde e educação uma vergonha ….Basta ver as escolas e as ubs ….Sem contar as upas ….E olhe que ele é médico….
A motivação desse prefeito é regado a incompetência.
A onde já se viu rejeitar dinheiro??
Ainda mais na saúde.
Tá com medo do senador disparar para prefeito??
Acho o melhor nome de centro direita.
Quando digo que esse prefeito só sabe restaurar praças e tapa buracos no asfalto, tem gente que acha exagero.
Mais não é, procure a obra marcante que esse prefeito fez, mesmo com o governo Bolsonaro derramando dinheiro na prefeitura.
Me digam uma.
Cadê a engorda da praia de ponta negra???
E as obras da Jerônimo Câmara???
Essa se arrasta desde a copa do mundo até hoje.
Isso é uma vergonha.
Em resumo…
O coroné Álvaro é mediano, fraco, não tem destaque.
Pífio, gestão meia boca.
Pessa ao Senador para especificar a destinação dos recursos. Aí verão, verdadeiramente para que finalidade o Senador os destinou.
Foram destinados recursos para instituições filantrópicas e privada. Além do mais, há ainda a necessidade de tramitação burocrática para o uso de tais recursos. O Senador, se disse realmente isso, está sendo leviano.
É uma pena que a forma de se fazer política, aqui em nossa cidade ainda esteja sendo feita sob a batuta da falácia e da covardia. Não será dessa forma, que vcs terão sucesso contra o candidato do Prefeito Álvaro Dias à sua sucessão.
Covardes!
Covardes porque ??
Álvaro é fraco mesmo.
Está traindo Rogério Marinho.
Debandou pro seu ninho esquerdista, parceiro de Garibald e Henrique, os dois foram ministros da canhota.
Um aproveitador, incompetente.
Natal parou!!
O prefeito é zero a esquerda mesmo.
E ainda quer dinheiro das emendas coletivas dos parlamentares federais, para a saúde, parece piada.
Esse prefeito ficou chantageando a bancada federal querendo impedir que a bancada destinasse o recurso para o mutirão de cirurgias de pacientes que estão aguardando na fica correndo eminente risco de vida.
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