Judiciário

Sinal Fechado: Garibaldi, Agripino, Rosalba e Carlos Augusto são testemunhas de defesa de George Olímpio

Pelo visto a operação Sinal Fechado vai longe. Vários políticos, mas vários mesmo, são testemunhas no processo que analisa a operação.

Os destaques ficam por conta do ministro Garibaldi Alves Filho (Previdência), o senador José Agripino Maia, a governadora Rosalba Ciarlini e o seu marido e ex-deputado Carlos Augusto Rosado. Os quatro são testemunhas de defesa do advogado George Olímpio, acusado de ser o mentor do esquema de fraudes e corrupção no processo de contratação do programa de inspeção veicular obrigatório entre os anos de 2008 e 2010, através do Departamento de Trânsito (Detran).

As quatro grandes lideranças políticas do RN são apenas algumas das que figuram entre as testemunhas. Sem fazer destinção de de defesa ou de acusação, a lista é muito maior. Seguem os nomes:

Testemunha: Carlos Augusto de Souza Rosado (Marido da governadora)
Testemunha: Robinson Mesquita de Faria (Vice-governador)
Testemunha: Francisco Vagner Gutemberg de Araújo (Ex-secretário estadual e municipal)
Testemunha: Tatiana Mendes Cunha (Ex-controladora geral)
Testemunha: Gustavo Peguy de Oliveira Galvão
Testemunha: Severino Barbosa de Lima
Testemunha: Terezinha Rodrigues Fernandes
Testemunha: Arlindo do Nascimento
Testemunha: Maria da Penha Araújo Silva
Testemunha: José Filho
Testemunha: Henrique de Tal
Testemunha: Paulo Eduardo Pinheiro Teixeira (Presidente da OAB)
Testemunha: Eliana Trigueiro Fontes
Testemunha: Iris de Carvalho Medeiros
Testemunha: Marcos Antônio Pinto
Testemunha: Thomas Silveira Guimarães Filho
Testemunha: Luiz Augusto Maranhão Valle
Testemunha: Albimar Correia de Morais
Testemunha: Débora de Faria Gurgel
Testemunha: Francisco Canindé Alves Filho
Testemunha: Henrique Neto Gomes de Holanda
Testemunha: Luiz Bertoldo Júnior
Testemunha: Eduardo Henrique Viana de Souza
Testemunha: Francisco de Assis Oliveira Fontes
Testemunha: Larissa Gurgel Trigueiro
Testemunha: Gerse Dantas de Oliveira
Testemunha: Maria Neta Pereira
Testemunha: Zildjane Zilânia Ribeiro Guerra
Testemunha: Diogo Ferreira da Silva
Testemunha: Luiz Maria Alves Neto
Testemunha: Gionara Nascimento De Souza
Testemunha: Maciel de Freitas Silva
Testemunha: Severino Gomes de Miranda
Testemunha: Valdemir Braguini
Testemunha: Alexandre Magnun Alves Dantas da Rocha
Testemunha: Paulo Sérgio Morais da Costa
Testemunha: Maria Cícera Pereira Barbalho
Testemunha: Karina Olímpio Freire Queiroz de Brito
Testemunha: Leniena Lucena Lima
Testemunha: Paulo de Tarso Pereira Fernandes
Testemunha: Renato Borges de Miranda
Testemunha: José Carlos Júnior de Carvalho
Testemunha: Daniel Souza de Brito
Testemunha: Jeziel Revoredo de Macedo
Testemunha: Helena Gabriel Ferreira de Freitas
Testemunha: José Eudes Paulino de Medeiros
Testemunha: Carlos Antônio Alves da Silva
Testemunha: Manuel Ferreira da Silva Neto
Testemunha: Marcelo Brito Medeiros Galvão
Testemunha: Gracineide da Cunha
Testemunha: Eduardo Sanches Farias
Testemunha: Fábio Berckmans Veras Dantas
Testemunha: Miguel Josino Neto (Procurador-geral do Estado)
Testemunha: Luís Antonio Lourenço de Farias (Deputado estadual)
Testemunha: Carlos Koch de Carvalho Neto
Testemunha: Idaísa Mota Cavalcanti Fernandes
Testemunha: Ricardo Gomes da Silva
Testemunha: Marcondes Rodrigues Pinheiro (Ex-comandante PM)
Testemunha: Hudson Pereira de Brito
Testemunha: Teresa Lenira de Brito
Testemunha: Evaristo Lacava de Almeida Jr
Testemunha: Alexandre Carlos Cavalcanti Neto
Testemunha: Francisco das Chagas Pontes Júnior
Testemunha: Saulo Lubambo
Testemunha: Wober Lopes Pinheiro Jr. (Ex-deputado estadual)
Testemunha: Célia Cristina Freire Oliveira Aragão
Testemunha: Henrique Severino da Silva
Testemunha: Roberto Karielli Alves Pinheiro
Testemunha: Sidney Rodrigues dos Santos
Testemunha: Rodrigo Jurema de Assis
Testemunha: Pedro Sérgio Ferreira
Testemunha: Luiz Gomes de Almeida Neto
Testemunha: Diego Duarte Romangueira
Testemunha: Rosalba Ciarlini Rosado (Governadora)
Testemunha: Rossana Mray Sudário
Testemunha: Garibaldi Alves Fiho (Ministro da Previdência)
Testemunha: Manoel Onofre de Souza Neto (Procurador-geral de Justiça)
Testemunha: Patrícia Angelina dos Santos Bezerra
Testemunha: Paulo de Tarso Fernandes (Ex-secretário estadual)
Testemunha: Desembargador Oswaldo Cruz (Membro do TJ envolvido em denúncias no escândalo dos precatórios)
Testemunha: Desembargador Rafael Godeiro  (Membro do TJ envolvido em denúncias no escândalo dos precatórios)
Testemunha: Harald Peter Zwetkoff
Testemunha: José Maria Siviero
Testemunha: Sônia Maria Andrade dos Santos
Testemunha: Vanuza de Cássia Arruda
Testemunha: Celso Ubirajara Russomano
Testemunha: Hélio Gurgel
Testemunha: José Agripino Maia (Senador)
Testemunha: Antônio Siqueira Cabral
Testemunha: Álvaro Dias (Ex-deputado estadual)
Testemunha: José Dias (Deputado estadual)
Testemunha: Getúlio Rego  (Deputado estadual)
Testemunha: Luiz Almir (Ex- deputado estadual)
Testemunha: Ricardo Motta  (Deputado estadual)
Testemunha: Gilson Moura  (Deputado estadual)
Testemunha: Nelter Queiroz  (Deputado estadual)
Testemunha: Walter Alves  (Deputado estadual)
Testemunha: Poti Cavalcanti Júnior  (Deputado estadual)
Testemunha: Gesane Marinho  (Deputada estadual)
Testemunha: Leonardo Nogueira  (Deputado estadual)
Testemunha: Ezequiel Ferreira de Souza  (Deputado estadual)
Testemunha: Antônio Jácome  (Deputado estadual)
Testemunha: José Anderson
Testemunha: Arlindo Dantas (Ex-deputado estadual)
Testemunha: Larissa Rosado (Deputada estadual)
Testemunha: Nelson Tavares Filho
Testemunha: João Batista Soares Lima
Testemunha: Helder de Souza Maranhão
Testemunha: Jose Pegado do Nascimento
Testemunha: Paulo Cesar Medeiros Oliveira Junior
Testemunha: Mauricio de Fontes Oliveira
Testemunha: Luiz Antonio Marinho Silva
Testemunha: Eugenio Leopoldo Rosado Cascudo Rodrigues
Testemunha: Gustavo Henrique Lima de Carvalho (Deputado estadual)
Testemunha: Jorge Luiz de Araújo Galvão
Testemunha: Genildo Pereira da Costa
Testemunha: Raimundo Fernades (Deputado estadual)
Testemunha: Flávio Milfont
Testemunha: Genibaldo Barros
Testemunha: Franciso Sales Matos
Testemunha: Diógenes da Cunha Lima
Testemunha: Marcelo Nobre
Testemunha: Laercio Segundo de Oliveira
Testemunha: Aloisio Nunes Ferreira
Testemunha: José Augusto Delgado
Testemunha: Jorge Confessor de Moura
Testemunha: Marcelo Saldanha Toscano
Testemunha: Fernando Antônio Mendes Duarte
Testemunha: Eduardo Campos Pinheiro
Testemunha: Christopher Joseph Araújo de Maria
Testemunha: Bento Herculano Duarte Neto
Testemunha: Roberto Alexandre Neves Fernandes
Testemunha: Hênio Silva Araújo
Testemunha: Francisco Ramos Alves
Testemunha: Carlos Dantas Texeira
Testemunha: Rafael Barroca
Testemunha: Ivan Oliveira
Testemunha: Carlos Magno Pereira do Nascimento
Testemunha: Jairo Medeiros
Testemunha: Wandick Lopes Texeira Neto
Testemunha: Hindemberg Fernandes Dutra
Testemunha: Marco de Almeida Emerenciano
Testemunha: Silvio Roberto Procópio Jr

Opinião dos leitores

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CRISE: Quase mil empresas entram em recuperação judicial no varejo no segundo trimestre de 2026, alta de 20%

Foto: Sarah Brito/g1

Somente no segundo trimestre deste ano, 986 empresas do mais diferentes portes pediram recuperação judicial. O número representa alta de 20% em relação às 819 registradas no mesmo período de 2025 e evidencia que o varejo brasileiro enfrenta uma onda de dificuldades financeiras.

O Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com 6.341 empresas em recuperação judicial, alta de 6,2% em relação ao fim de 2025, segundo o Monitor RGF-Bizdoc.

Apenas nos últimos dias, Casas Bahia e Lojas Marabraz recorreram à recuperação judicial por causa de dívidas. Em maio, foi a vez do Grupo Toky, dono da Tok&Stok e da Mobly. Em março, o Grupo Pão de Açúcar anunciou uma recuperação extrajudicial para renegociar débitos com credores.

Juros elevados, crédito mais caro e o endividamento das famílias estão entre os principais fatores que pressionam o setor. Com menos dinheiro disponível, consumidores reduziram compra de bens como eletrodomésticos e eletrônicos.

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Confira a distribuição de tempo de TV e rádio para os candidatos ao Governo do RN; propaganda eleitoral gratuita começa na sexta-feira (28)

Foto: TRE/Divulgação

A propaganda eleitoral gratuita começa na próxima sexta-feira, 28 de agosto, e o TRE-RN divulgou os tempos que cada coligação terá no rádio e na televisão na disputa pelo Governo do Rio Grande do Norte. A veiculação seguirá até 1º de outubro.

A coligação “Esperança e Trabalho”, de Allyson Bezerra, terá 4 minutos e 8 segundos em cada bloco. A “Endireita RN”, de Álvaro Dias, contará com 2 minutos e 23 segundos, enquanto a coligação “Time que Cuida”, de Cadu de Lula, terá 2 minutos. Já a Federação PSOL-Rede, de Robério Paulino, terá 27 segundos de propaganda em cada bloco.

Na televisão, os programas serão exibidos de segunda a sábado, das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55. As emissoras também terão 70 minutos diários de inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação.

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SENADO: Coligação de Zenaide Maia e Tércio Tinoco terá maior tempo de propaganda eleitoral gratuita na TV

Foto: Reprodução/Redes sociais

O TRE-RN definiu nesta sexta-feira (21), durante audiência pública, os tempos de TV durante o horário eleitoral gratuito que começa no dia no dia 28 de agosto e segue até 1º de outubro. Ao todo, o bloco destinado ao Senado terá sete minutos, divididos entre quatro grupos.

A coligação “Esperança e Trabalho”, formada por Zenaide Maia (PSD) e Tércio Tinoco (União Brasil), terá o maior tempo de propaganda eleitoral gratuita para o Senado no Rio Grande do Norte. A chapa contará com 3 minutos, 13 segundos e 57 centésimos em cada bloco e 451 inserções ao longo da programação.

A chapa de Styvenson Valentim e Coronel Hélio (Endireita RN) terá 1min51s30 e 260 inserções. Rafael Motta e Samanda Alves (Time que Cuida) ficarão com 1min33s51 e 219 inserções. Já Sandro Pimentel e Sonia Godeiro, da Federação PSOL-Rede, terão 21s62 e 50 inserções.

Luciana Mandu e Rosália Fernandes (PSTU), Linhares Jiboia (DC), Gari Wendell Batista e Clóvis Costa do Coletivo Nós (Agir) e Professor Guilherme (UP) não terão direito ao horário eleitoral gratuito por estarem vinculadas a partidos que não atingiram a cláusula de desempenho nas eleições de 2022. Segundo o TRE-RN, a divisão do tempo ainda pode sofrer alterações caso haja mudanças nos registros de candidatura.

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Após comício com Lula em Natal, imprensa nacional repercute denúncia contra Cadu Xavier sobre suposto aumento do próprio salário

Foto: Ricardo Stuckert

Após dividir palanque e receber o apoio do presidente Lula na noite de quinta-feira (20), em Natal, o candidato do PT ao Governo do RN, Cadu Xavier, ganhou destaque negativo na imprensa nacional.

O motivo é uma investigação do Ministério Público de Contas (MPC) que averigua supostas irregularidades em aumento salarial concedido aos auditores fiscais potiguares, categoria do próprio Cadu Xavier, quando o agora candidato era secretário estadual de Tributação em 2021. A medida teria gerado um impacto de R$ 13,1 bilhões aos cofres do RN.

Cadu afirmou que apenas cumpriu uma resolução interadminstrativa que determinava o reajuste salarial aos auditores fiscais. O Ministério Público de Contas, no entanto, contesta a validade da resolução, afirmando que o reajuste deveria ter sido concedido por meio de lei específica, não por um ato da gestão. Além disso, para completar, os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) foram desrespeitados, uma vez que não havia orçamento suficiente.

Com informações do Metrópoles

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Justiça dos EUA conclui que Moraes utilizou falso registro de imigração para embasar ordem de prisão de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro

Fotos: Nelson Jr./SCO/STF e MRE

O juiz federal dos EUA Gregory A. Presnell concluiu que o registro de imigração utilizado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, para determinar a prisão preventiva do ex-assessor especial do ex-presidente Jair Bolsonaro, Filipe Martins em 2024 era falso.

Moraes usou o registro como uma das bases para determinar a prisão preventiva de Martins, sob a suspeita de que ele teria deixado o Brasil e pretendia fugir da Justiça. O ex-assessor ficou preso por quase seis meses, mas apresentou provas de que permanecera no Brasil.

Após a prisão, Martins entrou com uma ação baseada na Lei de Liberdade de Informação dos EUA para descobrir a origem do registro, que indicava sua entrada no país em 30 de outubro de 2022, mesma data em que Jair Bolsonaro viajou para Orlando.

Em outubro passado, a própria Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) admitiu que Martins “não entrou nos EUA” na data indicada e que o registro utilizado por Moraes era “errôneo”.

O magistrado Gregory A. Presnell criticou as agências americanas por manterem o registro incorreto e se recusarem a informar quem o inseriu nos sistemas oficiais. O juiz também classificou como “sem sentido” e “absurdos” os argumentos apresentados pelo governo para não fornecer os documentos.

Durante audiência em março, Presnell afirmou que o registro falso “afetou uma pessoa de forma considerável” e que Martins “tem o direito de saber como isso aconteceu e quem deu causa a isso”.

Ao final, determinou que a CBP entregue documentos capazes de identificar “quem quer que esteja envolvido neste registro e onde quer que essa ou essas pessoas residam”.

Martins foi condenado em dezembro pelo STF a 21 anos de prisão por participação na trama golpista. Ele voltou à prisão preventiva em janeiro deste ano após Moraes considerar que o uso do LinkedIn por seus advogados havia violado uma medida cautelar.

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Prazo de 30 dias imposto por Moraes encerra e defesa comunica ao STF sobre retomada de visitas a Bolsonaro

Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

A defesa de Jair Bolsonaro (PL) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (21) que pretende retomar o agendamento de visitas gerais, sem cunho eleitoral, ao ex-presidente, após o fim do prazo de 30 dias de suspensão determinado pelo ministro Alexandre de Moraes.

As visitas de advogados, médicos e fisioterapeutas continuaram autorizadas durante o período. Agora, segundo os advogados, os novos encontros serão agendados diretamente com o Núcleo de Custódia da Polícia Militar (NCPM), respeitando as medidas cautelares ainda vigentes.

A suspensão foi determinada em 17 de julho, após Moraes considerar que Bolsonaro havia violado restrições da prisão domiciliar. Na ocasião, o ministro também proibiu o ex-presidente de divulgar mensagens ou manifestos de caráter político-eleitoral, inclusive por meio de terceiros.

A proibição de visitas do filho Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, permanece em vigor. A medida foi tomada depois que Flávio divulgou, em uma transmissão nas redes sociais, uma carta escrita pelo pai.

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Em telefonema para Trump, Lula diz que não precisa classificar facções criminosas como organizações terroristas para combater o crime organizado

Foto: Pablo Porciuncula e Andrew Caballero-Reynolds/AFP via Getty Images

O presidente Lula (PT) voltou a defender que facções criminosas não sejam classificadas como organizações terroristas. Em ligação telefônica nesta sexta-feira (21) para o presidente dos EUA, Donald Trump, Lula afirmou que o Brasil não precisa classificar facções criminosas como organizações terroristas para combater o crime organizado.

Segundo o Palácio do Planalto, a conversa durou 1h20 e ocorreu em “tom amistoso e cordial”. Lula defendeu maior cooperação entre os dois países no combate ao crime e afirmou que grupos criminosos brasileiros “não se confundem com organizações terroristas”.

“Lula argumentou que grupos criminosos exercem terror cotidiano sobre as populações mais carentes, mas não se confundem com organizações terroristas. Afirmou que o Brasil tem instrumentos para enfrentar essas organizações sem precisar de classificação especial para designá-las”, informou a Secom em nota.

Em maio, os Estados Unidos classificaram o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O governo brasileiro vinha tentando evitar a medida.

Os presidentes também trataram das tarifas americanas sobre produtos brasileiros. Lula afirmou que as justificativas apresentadas pelos EUA são “infundadas” e defendeu a retomada das negociações. Trump concordou com a necessidade de preservar os vínculos comerciais e propôs que as equipes dos dois países voltem a se reunir em breve.

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DEPUTADO DE PARNAMIRIM: Taveira Júnior destina mais de R$ 4 milhões emendas para o município

Foto: Assessoria ALRN

Mais atendimento na saúde, ruas com melhor infraestrutura, reforço na segurança e investimentos que chegam a diferentes áreas do dia a dia da população de Parnamirim. É com esse foco que o deputado estadual Taveira Júnior destinou mais de R$ 4 milhões em recursos para o município, o maior volume de emendas destinado por um deputado estadual na história de Parnamirim.

Os investimentos em infraestrutura somam mais de R$ 2 milhões, destinados a obras de pavimentação e tapa-buraco, infraestrutura de praças públicas, melhorias na Avenida Maria Lacerda e ações da Secretaria Municipal de Obras.

Na saúde, são R$ 1,1 milhão, sendo R$ 500 mil para melhorias na atenção primária e R$ 600 mil para aquisição de máquina de raio-X e equipamento de ultrassonografia.

A atuação também contempla a segurança pública, com R$ 350 mil para aquisição de veículo para a Guarda Municipal, aparelhamento e melhorias de infraestrutura.

Outros R$ 300 mil foram destinados à causa animal, por meio da Associação de Proteção aos Animais (ASPAN); R$ 200 mil para regularização fundiária; R$ 110 mil para apoio ao esporte, junto a associações e federações; e R$ 30 mil para assistência social.

Para Taveira Júnior, a destinação dos recursos reforça o compromisso do mandato com Parnamirim e com investimentos voltados às necessidades da população.

“Nosso trabalho é ouvir as necessidades de Parnamirim e transformar essas demandas em ações concretas. São recursos para áreas que fazem diferença no dia a dia das pessoas e contribuem para o desenvolvimento da cidade”, destacou o deputado.

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Lobista Roberta Luchsinger pagou R$ 217 mil em faturas de cartão e financiamento de carro para Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, enquanto negociava com governo, diz PF

Foto: Reprodução/Redes sociais

A Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, pagou R$ 217 mil em despesas pessoais de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente Lula. Os pagamentos ocorreram em 2024, período em que, segundo a investigação, Roberta atuava para obter contratos relacionados à Cannabis medicinal no Ministério da Saúde.

Segundo a PF, os R$ 217 mil incluem R$ 95 mil em faturas de cartão de crédito do Banco do Brasil, R$ 36 mil em boletos de financiamento de veículo, R$ 48 mil em um consórcio, R$ 25 mil em um Pix e R$ 9 mil em joias de diamantes presenteadas a Marcola, além de outras despesas.

Em outro episódio, relacionado ao Pix de R$ 25 mil realizado em 26 de novembro, Marcola teria dito: “Depois nos acertamos e te pago”.

Já o financiamento do veículo tinha como beneficiário o banco Toyota. A PF afirma que Marcola tinha em seu nome um Corolla Cross da mesma marca, que estava sendo financiado.

A PF também cita mensagens em que Marcola pede pagamentos. Em 15 de julho de 2024, ele solicitou que Roberta pagasse parte da fatura do cartão e disse que seria um presente de aniversário para sua filha. Em seguida, mencionou um boleto de consórcio. O pagamento foi feito em 18 de julho.

A investigação destaca que parte dos pagamentos coincidiu com conversas entre Roberta e Marcola sobre interesses de Antonio Carlos Camilo Antunes e da World Cannabis junto ao Ministério da Saúde e ao Gabinete Pessoal da Presidência.

A defesa de Marcola afirma que os valores eram referentes a um empréstimo pessoal e foram integralmente quitados. Também diz que não teve acesso à íntegra dos autos e que o vazamento teria o objetivo de distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral. A defesa de Lulinha questiona a veracidade do material reunido pela PF e afirma haver interesse político na investigação. Os advogados de Roberta disseram que só se manifestarão nos autos.

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Toda agência diz que usa IA. A Ratts Ratis mostra no resultado

Virou moda colocar “inteligência artificial” na apresentação. Mas existe um abismo entre abrir uma ferramenta de IA e dominar uma estratégia construída sobre ela. Uma coisa rende um post bonito para o feed. A outra rende resultado para o seu caixa — e são raras as agências que entregam a segunda.

Na Ratts Ratis, IA não é enfeite de proposta nem palavra da moda na reunião de venda. É o que está por trás de cada decisão: o público que escolhemos, o texto que escrevemos, o horário em que disparamos, a otimização que ninguém vê acontecer mas todo mundo sente no resultado final. Tecnologia, para a gente, é meio. O fim é sempre o seu retorno.

Essa diferença não aparece no discurso — aparece nos números. No custo por cliente que cai, no alcance que se qualifica, na campanha que converte em vez de só impressionar. É isso que separa quem fala de IA de quem entrega com IA.

→ Quer comprovar na prática? A Ratts Ratis te mostra o resultado. Chama no @rattscom ou no 99215-9781.

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