Operação da Polícia Civil na Grande Natal combate grupo suspeito de cadastrar ‘motoristas fantasmas’ em aplicativo de transporte

Na manhã desta quinta-feira (18), as equipes das Delegacias Municipais de São Gonçalo do Amarante e Extremoz cumpriram mandados de busca e apreensão em residências de investigados que são suspeitos de fraudarem empresas de aplicativos de mobilidade. Durante a ação, os policiais civis apreenderam diversos documentos, cartões e aparelhos eletrônicos que eram utilizados para o cadastro dos perfis falsos.

As investigações revelaram que os suspeitos montavam uma rede de pessoas que eram indicadas para as empresas de mobilidade e com isto, os suspeitos ganhavam uma bonificação prometida pela empresa que estava sendo vítima da fraude. “Os investigados obtinham CPF de terceiros, criavam uma conta no aplicativo, se passando como uma pessoa indicada por ele mesmo, e conseguiam receber uma quantia em dinheiro da empresa. Os perfis criados eram falsos e possivelmente de pessoas que nem sabiam que eram cadastradas como motoristas de aplicativo ou usavam nomes também pessoas já falecidas”, detalhou o delegado de São Gonçalo do Amarante, Luciano Augusto.

Durante o cumprimento dos mandados, os policiais civis encontraram na residência de um dos investigados diversos cartões da empresa vítima em nomes de diferentes pessoas, documentos de identidades e CPFs de terceiros, documentos de veículos, máquinas de débito, chips de aparelhos telefônicos, comprovantes de endereços em diversos nomes, dentre outras provas que apontam para a culpabilidade dos investigados.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Sergio disse:

    Todo mundo faz esses cadastros. Kkkkkkk
    Já soube que uma pessoa fez um cadastro só pra zuar, utilizou o nome de negão da pirocona, estuprador como profissão, o automóvel uma carroça de burgo…..só pra tirar onda, porém o cadastro foi aprovado. Se é verdade não sei, mas com essas prisões agora dava pra vê que eles faziam o que queriam com esses cadastros e eram aprovados.

  2. Ana leticia disse:

    Coincidência ou não, toda vez que se prende um bandido e se pergunta sua profissão, ele responde imediatamente,motorista da UBER.

  3. Deb&Loide disse:

    Até q fim

PF prende integrante do PCC suspeito de participar da morte de agente penitenciário federal em Mossoró

A Polícia Federal prendeu na última segunda-feira, 17/06, em Sumaré no interior de São Paulo, um homem de 40 anos, natural de Andradina/SP, integrante do PCC, que havia sido indiciado pela PF em Mossoró, Região Oeste Potiguar, como participante no homicídio do Agente Federal de Execuções Penais, Henri Charle Gama e Silva, ocorrido no dia 12.04.2017.

A prisão foi realizada pelo Grupo Especial de Rastreamento e Capturas da Diretoria Executiva da Polícia Federal em Brasília/DF, tendo o mandado de prisão preventiva sido expedido pela 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró.

A investigação demonstrou que o acusado teria adquirido um imóvel próximo ao Presídio Federal de Mossoró no intuito de efetuar levantamentos que auxiliassem os planos de execução daquele Agente Federal.

Por ocasião da sua detenção, o suspeito foi também autuado em flagrante por ter apresentado documentos falsos de identificação aos policiais no momento em que foi abordado.

O preso foi encaminhado para a Cadeia Pública de Campinas/SP, à disposição da Justiça.

 

PF descobre ‘grupo de inteligência’ que vazava informações secretas de operações

 

Foto: Arquivo/PF

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira, 18, a Operação Chabu para desarticular uma organização que violava sigilo de operações policiais em Santa Catarina. O grupo contava com uma rede de políticos, empresários e agentes da PF e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Além de vazar informações, o grupo contrabandeava equipamentos de contra inteligência.

Agentes cumprem 30 mandados, sendo 23 de busca e apreensão e sete de prisão temporária, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Os crimes foram descobertos a partir da análise dos materiais apreendidos durante a Operação Eclipse, deflagrada em agosto de 2018.

A PF identificou que a organização criminosa teria formado uma rede de políticos, empresários e servidores da própria corporação e também da PRF lotados em órgão de inteligência e investigação.

Segundo a PF, o grupo “embaraçava investigações policiais em curso e protegia o núcleo político em troca de vantagens financeiras e políticas”.

A investigação apurou ainda que a quadrilha vazava sistematicamente informações sobre operações policiais que ainda seriam deflagradas e também contrabandeava equipamentos de contra inteligência para montar “salas seguras”, à prova de monitoramento, em órgãos públicos e empresas.

A PF investiga associação criminosa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, tráfico de influência, corrupção ativa e tentativa de interferir em investigação penal que envolva organização criminosa.

‘Falha’

A Polícia Federal ressaltou que o nome da operação, “Chabu”, significa “dar problema, dar errado, falha no sistema”. “O termo é utilizado em festas juninas quando falham fogos de artifício e era empregado por alguns dos investigados para avisar da existência de operações policiais que viriam a acontecer”, destacou a PF.

Estadão

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Marcos disse:

    Vai da em nada!!! A um tempo a trás um delegado da Polícia foi afastado das funções por desviar informações sobre uma operação em Mossoró de tráfico de drogas, passou uns dias afastado e não deu em nada!!!!

  2. LULADRÃO disse:

    Que tristeza confirmar que dentro de Instituições tão sérias ainda existem bandidos. Que esses elementos sejam afastados imediatamente e punidos exemplarmente pelo desvio de conduta.

Polícia Civil participa de Operação contra furto de energia em Natal e Areia Branca e prende suspeitos

Policiais civis da Delegacia Municipal de Areia Branca e da 9a. Delegacia de Polícia Civil de Natal prenderam três suspeitos por furto de energia elétrica, nessa terça-feira (28) e quarta-feira (29), nas cidades de Areia Branca e Natal. As prisões são decorrentes da “Operação Varredura”, realizada em parceria com a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern).

Na última terça-feira (28), duas pessoas foram presas na cidade de Areia Branca e a Cosern desativou 35 ligações clandestinas. Nessa quarta-feira (29), equipes técnicas da Cosern identificaram e desativaram, com apoio da Polícia Civil, 18 ligações clandestinas de energia que abasteciam residências na Travessa Industrial, Jardim Progresso, no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, Zona Norte de Natal. Durante a ação, uma pessoa foi presa.

Nestes primeiros cinco meses do ano, a “Operação Varredura” realizou 23.119 inspeções, identificou e desativou 2.809 ligações clandestinas e prendeu sete pessoas em todo estado. Dados da Cosern demostram que a energia recuperada até agora daria para abastecer, por exemplo, Macaíba por 30 dias ou Patu durante 01 ano.

O furto de energia elétrica, conhecido como “gato”, é crime previsto no artigo 155 do Código Penal e a pena para o responsável pela fraude pode chegar a 04 (quatro) anos de reclusão.

A população pode colaborar com a “Operação Varredura” denunciando as fraudes, de forma anônima e segura, pelo Disque-Denúncia 181, pelo telefone 116 ou no site da Cosern.

FOTO: Operação da Guarda Municipal resgata 96 pássaros silvestres em feira livre na Zona Norte

Foto: Divulgação

O Grupamento de Ação Ambiental da Guarda Municipal do Natal (GMN) deflagrou na manhã desse sábado (25) uma operação de combate ao comércio ilegal de aves silvestres na feira livre do bairro de Soledade, zona Norte da cidade. A intervenção mobilizou 10 guardas municipais que conseguiram resgatar 96 pássaros que estavam sendo comercializados em desacordo com a legislação ambiental.

As aves estavam presas em gaiolas e pequenos viajantes, que eram utilizados para transportar os pássaros. Em vários casos foram encontradas aves com sinais de maus tratos com plumagem caída, sem água e comida, além de estarem acondicionadas em pequenos cubículos com uma quantidade de pássaros acima da capacidade do espaço para manter minimamente as condições sadias de abrigo.

Os guardas municipais listaram 11 espécies de aves, sendo algumas delas ameaçadas de extinção. Os pássaros resgatados foram da espécia Galo-de-campina (27), Colero (27), Canário (16), Sibite (11), Tiziu (05), Sábia do campo (02), Sanhaçu Cinzento (02), Garibaldi (02), Azulão (02), Guriatã (01), e Bigode (01). Todo o material que servia para confinamento dos pássaros foi apreendido e será destruído pela Guarda Municipal.

Na ocasião, os responsáveis pelo crime ambiental conseguiram se evadir da feira livre antes da chegada das viaturas da GMN. A suspeita dos guardas municipais é que algum informante percebeu a aproximação das guarnições e avisou as pessoas que estavam comercializando os pássaros, que fugiram abandonado as aves e gaiolas. “Alguns ainda chegaram esconder parte dos pássaros no meio da vegetação em um terreno baldio, porém tivermos informações da população e as guarnições conseguiram encontrar as gaiolas e os pássaros que estavam no meio da mata”, informou a coordenadora do Grupamento de Ação Ambiental da GMN, Francineide Maria.

Os pássaros foram identificados e após avaliação serão conduzidos para soltura em uma reserva ambiental. Já aqueles que necessitavam de cuidados veterinários ou que não pertencem ao bioma da mata atlântica serão levados a um centro de reabilitação credenciado pelo Ibama.

O tráfico e o comércio ilegal de espécies da fauna silvestre é crime podendo o transgressor ser punido com pena de seis meses a um ano de detenção, além de multa administrativa por crime ambiental de tráfico, que corresponde a R$ 500 por ave e se o animal for ameaçado de extinção, o valor sobe para R$ 5 mil.

O tráfico de animais silvestre é a terceira atividade de comércio ilegal que mais movimenta dinheiro no mundo, ficando atrás apenas do tráfico de drogas e de armas. Segundo a ONG Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, cerca de 38 milhões de animais são retirados anualmente do seu habitat, somente no Brasil. São 12 milhões de espécies distintas e estima-se que 90% desses animais cheguem a óbito logo após retirados da natureza.

O crime é previsto na Lei Federal 9.605/98 e o cidadão pode denunciar esse tipo de delito nos números 190 (Centro Integrado de Operações em Segurança Pública – Ciosp), 181 (Disk Denúncia – Polícia Civil) ou 3616-9829 (Ouvidoria da Semurb).

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. DOliveira disse:

    Dos apresentados acima nenhum é selvagem, portanto é legal criar

  2. Bolora disse:

    numca vi periquito australiano ser ´passaro silvestre, tem que se aualizar mais,

FOTO: Operação da Polícia Civil na Grande Natal apreende drogas, armas e munições

FOTO: PC/ASSECOM

Policiais civis da Delegacia Municipal de Macaíba deflagraram uma operação, na manhã desta terça-feira (21), com o objetivo de combater o tráfico de drogas e a disputa entre facções criminosas que atuam na região. Na ação, os policiais apreenderam drogas, armas e munições. Um homem foi preso em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, posse ilegal de arma de fogo e receptação.

Durante a operação, Francisco Rodrigues da Silva, 38 anos, foi preso quando estava no bairro Vilar de Cima, zona urbana da cidade de Macaíba. Com ele, os policiais civis apreenderam um revólver calibre 38, seis munições calibre 38, uma espingarda calibre 12, cinco munições calibre 12, 24 porções de cocaína, 45 porções de crack, uma pedra média de crack, uma balança de precisão, um aparelho celular e diversos sacos plásticos. Francisco Rodrigues já responde criminalmente por tráfico de drogas e estava solto há pouco tempo, devido a uma decisão judicial.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

 

Operação do MPRN prende aliciador de crianças em São Paulo

Prisão contou com o apoio do GAECO/SP e do GOE/PCSP. Homem foi preso preventivamente. Investigação do MPRN revela que ele manteve conversas de cunho sexual com criança de 10 anos

Foto: Ilustrativa – iStock

Uma investigação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) levou à prisão de um homem suspeito de aliciar sexualmente uma criança de 10 anos. A prisão preventiva dele é a segunda fase da Operação Direct. O MPRN também denunciou o investigado à Justiça potiguar após análise pericial das mídias apreendidas durante a primeira fase da ação e constatação de que o denunciado permanecia utilizando-se da mesma maneira de agir, acessando redes sociais na busca de crianças e adolescentes.

O denunciado foi detido em São Paulo, onde mora. A prisão foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de São Paulo (Gaeco/SP) e pelo Grupo de Operações Especiais da Polícia Civil daquele estado (GOE/PCSP). A primeira fase da Operação Direct aconteceu em março de 2018 quando foram cumpridos, na capital paulista, mandados de busca e apreensão de materiais, como o computador e outros dispositivos de informática. No entanto, o MPRN apontou, após a extração de dados dos equipamentos apreendidos, que o denunciado continuou realizando buscas por vítimas, crianças e adolescentes, demonstrando o elevado grau de periculosidade e a ousadia em continuar perpetrando ações criminosas, mesmo após a ação do Ministério Público.

Crimes e maneira de agir

Entre os anos de 2017 e 2018, de acordo com as provas colhidas no curso da investigação, o denunciado praticou crimes contra crianças e adolescentes, seja por aliciar e instigar a se exibirem de forma sexualmente explícita, seja por armazenar imagens e vídeos contendo cenas de conteúdo sexual com crianças e adolescentes.

De acordo com as investigações do MPRN, o aliciador usou o serviço de mensagem direta de uma rede social da criança potiguar para estabelecer o primeiro contato. Após algumas conversas, o homem passou a tentar seduzir a criança e chegou a enviar fotos pornográficas para ela. Na troca de mensagens, o aliciador usava perfis falsos. O nome da operação é uma alusão a esse serviço de mensagens diretas, disponível na rede social. A mãe estava atenta à navegação da criança na internet e em certo momento acabou vendo a troca de mensagens e procurou o MPRN. Isso deu início à investigação que se baseou em uma metodologia de cruzamentos de dados.

O MPRN alerta aos pais que a maneira mais eficaz de proteção é a atenção, acompanhamento contínuo e orientação das crianças diante da diversidade de informações as quais são expostas, muitas delas difundidas sem qualquer controle, aliada a falta de supervisão da família.

Disque 127

O Disque Denúncia 127 é um canal direto do MPRN para denúncias de crimes em geral. O cidadão pode ligar gratuitamente para o número. A identidade da fonte será preservada.

Além do telefone, as denúncias também podem ser encaminhadas por Whatsapp para o número (84) 98863-4585 ou e-mail para [email protected] Os cidadãos podem encaminhar informações em geral que possam levar à prisão de criminosos, denunciar atos de corrupção e crimes de qualquer natureza. No Whatsapp, são aceitos textos, fotos, áudios e vídeos que possam comprovar as informações oferecidas.

PF faz busca na sede do PSL em Minas em operação que investiga candidaturas-laranja

A Polícia Federal fez buscas na manhã desta quinta-feira (29) na sede do PSL, em Minas Gerais, na investigação sobre supostas candidaturas-laranja durante a eleição de 2018. À época, o diretório era presidido pelo atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, mas ele não é alvo direto da operação. Sete mandados foram cumpridos na capital mineira e mais quatro cidades.

A reportagem tenta contato com a sede do partido, mas nenhum representante foi encontrado até as 9h.

Os mandados foram expedidos pela 26ª Zona Eleitoral de Belo Horizonte, e a operação recebe o nome “Sufrágio”. Houve a apreensão de documentos relativos à produção de material gráfico de campanhas eleitorais.

A sede do partido, na Rua Inconfidentes, na Região Centro-Sul da capital mineira, é um dos endereços das buscas, além de uma gráfica no bairro Ipanema, na Região Noroeste. As buscas ocorrem também em mais duas gráficas em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, e Lagoa Santa. Há endereços também em Coronel Fabriciano e Ipatinga, no Vale do Rio Doce.

Desde fevereiro, a Justiça de Minas Gerais apura supostas irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo PSL a quatro candidatas nas eleições de 2018.

A investigação, que tramita na Justiça de Minas Gerais, apura irregularidades no repasse de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha pelo PSL a quatro candidatas a deputado estadual e federal no estado, nas eleições de 2018. Elas tiveram votações pouco expressivas, embora tenham recebido dinheiro da sigla, o que levantou a suspeita de uso de candidaturas-laranja.

Ainda segundo a PF, o objetivo da ação desta segunda-feira (29) é esclarecer suposta irregularidade na aplicação de recursos para cotas femininas.

O G1 fez contato com o Ministério do Turismo e aguardo retorno. Até esta publicação a assessoria dele não foi localizada.

Na Big Gráfica, no bairro Ipanema, ninguém foi encontrado para comentar a investigação.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Lindemberg disse:

    Se cometeu crime, que seja investigado, processado e sentenciado. No PSL não tem BANDIDO DE ESTIMAÇÃO!

Operação da Polícia Civil no Agreste do RN contra facções e tráfico de drogas prende 16 suspeitos e apreende adolescentes

Na manhã desta quarta-feira (17), a 6ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Nova Cruz e policiais militares do 8º Batalhão de Polícia Militar e da 3ª Companhia, deflagraram em Goianinha uma operação que conseguiu prender 16 pessoas e apreender três adolescentes suspeitos de integrarem uma facção criminosa e de praticarem crimes como tráfico de drogas e roubos.

As investigações da Polícia Civil, com auxílio do trabalho da Polícia Militar, duraram três meses e além das prisões, resultou na apreensão de drogas como cocaína, maconha, apetrechos usados no tráfico de drogas e munições, inclusive de calibre restrito.

A Polícia Civil pede que a população continue enviando informações de forma anônima, através do Disque Denúncia 181.

Polícia Civil auxilia Exército em Operação em Natal e Mossoró que fiscaliza venda de armas

Foto: Divulgação

Policiais civis da Delegacia Regional de Mossoró e da 2ª Delegacia de Polícia de Natal, em conjunto com policiais militares e Secretaria de Tributação, prestaram apoio, nesta terça (09) e quarta-feira (10), aos militares do Exército Brasileiro durante a realização da Operação Alta Pressão, objetivando a fiscalização em lojas que vendem armas e munições, nas cidades de Mossoró e Natal. Segundo o delegado regional de Mossoró, Luiz Fernando, a ação também contou com o trabalho de policiais militares do 2o. Batalhão.

Em Natal, foram fiscalizados estabelecimentos e residências nos bairros de Lagoa Nova, Candelária, Alecrim, Igapó e Ribeira. A presença da polícia se fez necessária em decorrência da constatação de eventuais práticas de atividades ilícitas.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Polícia Civil/RN – SECOMS

Ministério da Justiça e Segurança Pública divulga dados de operação no país contra pornografia na internet; subiu para 141 o número de suspeitos

Operação policial prendeu 141 pessoas suspeitas de crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Subiu para 141 o número de suspeitos de cometer crimes de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes na internet presos em flagrante durante a quarta fase da Operação Luz na Infância, deflagrada nessa quinta-feira (28), em todo o país. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29), em Brasília, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Conforme já havia antecipado, ontem, o delegado Alesandro Barreto, coordenador do laboratório de Inteligência Cibernética, da Secretaria de Operações Integradas, do ministério, a maior parte das prisões ocorreu no estado de São Paulo, onde foram detidos 61 investigados – e não 63, número inicialmente divulgado.

Em seguida, aparecem os estados de Goiás e Minas Gerais, com dez prisões cada. No Acre, foram cumpridos seis mandados de detenção, mesmo número que no Paraná.

Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso e Rio de Janeiro registraram cinco ocorrências, cada.

Quatro prisões em flagrante foram cumpridas em Mato Grosso do Sul – mesmo número que no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. No Pará, houve três mandados de prisão.

Em Alagoas e em Pernambuco houve duas detenções em cada estado. Por fim, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia e Sergipe registraram, cada um, uma prisão.

Mandados judiciais de busca e apreensão

Além das detenções em flagrante, foram cumpridos 266 mandados judiciais de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados em todo o país. Mais de 1,5 mil policiais civis dos 26 estados, além do Distrito Federal, participaram da nova fase da Operação Luz na Infância.

Segundo o delegado Alesandro Barreto, a maioria dos presos é do sexo masculino, tem entre 19 e 29 anos, vive em estados da Região Sudeste e pertence a diferentes classes sociais. Já entre as vítimas, há crianças a partir dos 2 anos de idade.

“São crianças que são abusadas por parentes, por pessoas próximas. Nas operações anteriores, vimos que a parte mais importante deste trabalho é identificar vítimas e tirá-las da situação de abuso e exploração”, disse Barreto, destacando a capacidade das polícias estaduais e federal de identificar quem comete crimes cibernéticos.

A produção, a guarda e a disseminação de material digital contendo cenas de pornografia infantil foram identificadas por equipes do Laboratório de Inteligência Cibernética, da Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Punição

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de um a quatro anos de prisão. Já quem compartilha pode ser condenado a uma pena de três a seis anos.

A produção de conteúdo relacionado a crimes de exploração sexual de crianças e adolescentes pode ser punida com quatro a oito anos de detenção. Somadas, as três primeiras fases da Operação Luz na Infância resultaram em mais de 400 prisões e instauração de vários inquéritos.

Ontem, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou que operações semelhantes voltarão a ser realizadas.

“A operação revela os propósitos da criação da Secretaria de Operações Integradas, com todo o poder de coordenação e operações entre as polícias estaduais; entre as polícias estaduais e federais e entre as forças federais”, comentou Moro.

“Já foram feitas operações semelhantes a esta no passado, mas não com esta envergadura. Certamente, vamos realizar novas ações desta espécie”, acrescentou.

Segundo ele, as investigações vão continuar e, a partir da análise do material apreendido, será possível identificar a eventual rede de conexões existente entre os investigados e outros internautas.

“Este é um crime muito grave e que nos traz um desgosto por atingir muito fortemente a nossa infância e adolescência”, acrescentou Moro, garantindo que as autoridades não vão tolerar práticas criminosas.

Agência Brasil

Operação de combate ao crime organizado cumpre mandados em MG, SP, MS, PR e RN

Foto: Reprodução/Globocop

Policiais civis tentam cumprir 25 mandados de prisão e 30 de busca e apreensão em cidades de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (19). A ação tem por objetivo prender chefes de facção criminosa de São Paulo com atuação em vários estados. Até as 8h, seis ordens de prisão foram cumpridas em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A investigação começou em junho do ano passado, após ataques a ônibus e locais públicos. Em Minas, foram mais de 100 atentados. Levantamento da Polícia Civil identificou, no mês passado, que 2,2 mil integrantes dessa facção criminosa agiam somente em cidades mineiras.

Pela manhã, policiais estiveram em dois pavilhões da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem. Dentro da unidade, as ordens de prisão eram para seis investigados que já estavam presos por crime anterior. No local, também foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão.

Em Minas, também há ordens judiciais para as cidades de Uberaba e Campo Florido, Triângulo Mineiro, Passos, Ouro fino e Três Corações, no Sul do estado.

A investigação é coordenada pelo delegado Marcus Vinicius Leite, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). Um balanço da operação e mais detalhes devem ser divulgados ainda na manhã desta terça-feira (19), em Belo Horizonte. A delegacia integra o Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp).

G1 – MG

Novo juiz da Lava Jato no Paraná comanda a primeira audiência da operação

Luiz Antônio Bonat deve conduzir as primeiras audiências como responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância — Foto: Nathan D’Ornelas/Divulgação

O juiz federal Luiz Antônio Bonat, que assumiu o comando dos processos da Lava Jato em 1ª instância, no Paraná, deve comandar a primeira audiência referente à operação na tarde desta quinta-feira (7).

Por videoconferência, a partir das 14h, ele deve ouvir testemunhas de acusação sobre a 56ª fase da Lava Jato, que apura superfaturamento na construção de uma sede da Petrobras em Salvador. O processo está em fase de audiências de instrução.

Réus

Quarenta e duas pessoas são rés nesta ação penal, respondendo por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, desvios de recursos de instituição financeira e organização criminosa.

O ex-executivo da construtora OAS, José Aldemário Pinheiro Filho – conhecido como Léo Pinheiro –, o ex-presidente da Odebrecht Marcelo Odebrecht, o ex-tesoureiro do PT João Vacari Neto, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e o ex-executivo da OAS Agenor Franklin Magalhães Medeiros estão entre os réus. Eles, inclusive, já foram condenados em outros processos da Lava Jato.

O G1 tenta contato com as defesas dos réus citados na reportagem.

Testemunhas

Entre as testemunhas a serem ouvidas nesta quinta-feira, estão o doleiro Alberto Youssef, o empreiteiro Ricardo Pessoa e Fernando Migliaccio, ex-diretor da Odebrecht. Eles devem prestar depoimento em São Paulo ao juiz, que acompanhará em Curitiba.

Bonat

Bonat ocupa a vaga na 13ª Vara da Justiça Federal do Paraná, após a saída de Sérgio Moro, que assumiu o cargo de ministro da Justiça no governo de Jair Bolsonaro.

A juíza Gabriela Hardt, que estava comandando as ações penais da Lava Jato desde a saída de Moro, volta a ser substituta.

Torre Pituba

A 56ª fase da Lava Jato prendeu 19 pessoas, em novembro do ano passado. A operação foi deflagrada em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Os presos foram encaminhados à Curitiba.

O nome da sede da Petrobras, em Salvador, onde foram realizadas as obras investigadas, é Torre Pituba. As construtoras OAS e Odebrecht, investigadas também em outras fases da Lava Jato são as responsáveis pela construção do prédio.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), as duas empreiteiras distribuíram vantagens indevidas de, pelo menos, R$ 68.295.866.

Os valores representam quase 10% do valor da obra e, conforme o Ministério Público Federal, eram pagos indevidamente para agentes públicos da Petrobras, do PT e dirigentes da Petros.

Ainda conforme o MPF, o esquema de contratações fraudulentas e pagamentos de vantagens indevidas ocorreu entre 2009 a 2016.

G1

 

FOTOS: PF prende 15 e tenta apreender 47 aviões usados por traficantes

Fotos: Divulgação/PF

 

A Polícia Federal tenta apreender nesta quinta-feira (21) 47 aeronaves em operação contra uma quadrilha especializada em transportar drogas da Colômbia e da Bolívia para o Brasil, os Estados Unidos e a Europa. Os agentes também buscam prender 55 pessoas envolvidas no esquema.

João Soares Rocha, apontado como chefe da quadrilha, foi preso em Tucumã, no Pará. Além dele, outras 14 pessoas foram presas até o momento.

Segundo a investigação, a quadrilha transportou mais de 9 toneladas de cocaína entre 2017 e 2018, em 23 voos que carregavam 400 quilos da droga, em média, cada um.

Além de pilotos, a organização contava com mecânicos que adulteravam as aeronaves para aumentar a autonomia dos voos e ocultar o prefixo original dos aparelhos, para despistar as autoridades. O grupo usava Palmas e Porto Nacional, no Tocantins, como pontos de apoio.

As investigações indicam que a rota do transporte de drogas passava pelos países produtores (Colômbia, Bolívia), países intermediários (Venezuela, Honduras, Suriname e Guatemala) e países destinatários (Brasil, Estados Unidos e União Europeia).

A operação envolve 400 policiais e conta com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Grupamento de Rádio Patrulha Aérea da Polícia Militar de Goiás. Os mandados foram expedidos pelo juiz federal Pedro Felipe de Oliveira Santos, da 4ª Vara de Palmas. As investigações também tiveram apoio da agência americana DEA (Drug Enforcement Administration) e da agência surinamesa CTIU (CounterTerrorism Intelligence Unit).

Os mandados são cumpridos no Ceará, no Distrito Federal, em Goiás, no Pará, no Paraná, em Roraima, em São Paulo e no Tocantins. Além da apreensão das aeronaves, o juiz determinou o sequestro de 13 fazendas e de cerca de 10 mil cabeças de gado.

Segundo a PF, os investigados devem responder por tráfico transnacional de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa, lavagem de dinheiro e atentado contra a segurança do transporte aéreo.

A operação foi batizada de Flak, termo que, de acordo com a PF, era usado durante a Segunda Guerra Mundial para identificar a artilharia antiaérea alemã.

O esquema

As investigações da Polícia Federal apontam que o grupo agia dividido em quatro núcleos. O primeiro era comandado por João Soares Rocha e tinha a função de gerenciar as operações de transporte e de distribuição de cocaína. Eles eram responsáveis pela comunicação com produtores e varejistas do tráfico, organização do transporte aéreo, recrutamento de pilotos e mecânicos para tarefas operacionais, definição das estratégias de fuga, seleção das pistas de pouso e pontos de apoio, além de outras funções gerenciais.

O segundo núcleo era composto de pilotos e ajudantes que prestam serviços regulares ao núcleo empresarial. Eles eram responsáveis pela condução das aeronaves adulteradas com drogas e dinheiro, além da elaboração de planos de voos irregulares, mapeando rotas para escapar do controle aeronáutico.

Mecânicos que adulteravam a estrutura dos aviões para prolongar a autonomia do voo integravam o terceiro núcleo. Eles também faziam manutenção das aeronaves e adulteravam os prefixos.

Os produtores ou compradores de cocaína, que contratam os serviços do núcleo logístico para o transporte e a distribuição da droga, são apontados pela PF como quarto núcleo.

G1

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. JOAO disse:

    SUGIRO QUE AS AERONAVES SEJAM DOADAS A POLICIA-FEDERAL E OUTRAS PODERIA VIGIAR A FRONTEIRA DE ONDE VEM 90% DA COCAINA-DEVERIAM FAZER PEQUENAS BASES-COM PISTAS

FOTO: Operação de combate ao tráfico de drogas apreende mais de R$ 100 mil e prende mais de 20 na Grande Natal e interior do RN

Foto: Polícia Civil do RN/Divulgação

Uma operação denominada ‘Sal da Terra’, realizada pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, nesta quinta-feira (31), apreendeu mais de R$ 100 e prendeu pelo menos 21 pessoas. Armas e drogas também foram apreendidas. A ação policial teve o objetivo do cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão contra integrantes de uma facção criminosa que atuam no tráfico de drogas no estado.

A operação cumpriu mandados na Grande Natal, e em quatro cidades da região salineira do estado: Pendências, Alto do Rodrigues, Macau e Guamaré.

Cerca de 200 policiais civis e militares participaram da ação, que também contou com o apoio de agentes penitenciários.

 

Guarda Municipal e Polícia Militar realizam operação para coibir assaltos no transporte público de São Gonçalo

A Guarda Municipal de São Gonçalo do Amarante/RN e a Polícia Militar iniciaram, na última segunda-feira (21), operação São Gonçalo Segura, coordenada pela Secretaria Municipal de Defesa Social, que busca coibir ações de criminosos, como assalto, no transporte público. A ação foi estendida durante toda semana.

Os agentes de segurança do município e da 2ª Companhia do 11º Batalhão da PM atuaram na fiscalização e abordagem de veículos em barreiras itinerantes, com apoio da Central de Videomonitoramento da Prefeitura. Na quinta-feira (17), três pessoas que estavam sob controle de criminosos foram resgatadas.