O presidente interino Michel Temer comanda, ao lado do ministro da Casa Civil Eliseu Padilha e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a primeira reunião ministerial em seu governo no Palácio do Planalto – Givaldo Barbosa / O Globo
Por interino
Na busca do equilíbrio fiscal, o ministro Romero Jucá (Planejamento) anunciou nesta sexta-feira que o governo Temer pretende reduzir 4.000 cargos de confiança até o final do ano. Ele ressaltou que não haverá corte de programas sociais que efetivamente estejam funcionando, mas que o governo vai auditar os programas. Segundo ele, os programas atuais têm cadastros que não se cruzam, e o novo governo vai ter o cuidado de fazer esse cruzamento e a análise efetiva de quem está recebendo e o que está recebendo.
– Nós vamos rever a estrutura organizacional dos ministérios. Encerrados ou recepcionados por outros ministérios. Isso implica em uma base de primeiro de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2016 nós deveremos ter cortado 51 métodos diferentes entre cargos comissionados – disse acrescentando:
– Nós queremos, em 31 de dezembro, de 2016, ter diminuido 4 mil postos desse tipo de gratificação e contratação. Isso significa o dobro que o governo anterior tinha anunciado e não tinha cumprido. Isso não resolve o problema de gastos públicos, mas é um posicionamento para dar um exemplo para a sociedade.
O ministro afirmou ainda que aumentos de servidores que já tinham sido negociados pelo governo anterior e que estão em tramitação na Câmara, em regime de urgência, serão mantidos.
– Primeiro existem vários tipos de medidas para acolher. Passando pelo equilibrio fiscal e pela responsabilidade que levará, forçosamente, a uma queda da inflação e um crescimento.
Questionado de que maneira seria feito o corte de cargos, Jucá voltou a explicar:
– Vamos definir uma meta de redução de 25%. Foi uma recomendação feita pelo presidente para todos os ministros. Não quer dizer que o corte será de 25%, mas em tese nós fizemos uma reserva, um espaço de 25% para fazer um ajuste. É para deixar claro que não é 25% a meta de cortes, mas de 4 mil postos – afirmou.
– Todos os órgãos, independente de serem bancos ou empresas públicas, terão a mesma mentalidade. Tem que se gastar pouco nos procedimentos inversos e atender muito ao povo. O poder público tem que servir à sociedade, gastar menos com o meio e mais com a atividade fim de servir à sociedade.
Segundo ele, os cortes serão anunciados no momento certo.
– O que nós temos é uma meta física. Se a gente puder passar dos 4 mil cargos ou postos de trabalho, nós passaremos. É uma meta, mas é claro que não haverá um processo de paralisia quando alcançar a meta.
Ele não soube dizer qual será o impacto do corte desses 4.000 postos. Segundo Jucá, a orientação de Temer a todos os ministros foi para não preencher mais do que 75% dos cargos de suas pastas.
Em todo Brasil 4000…
Enquanto isso aqui na Assembléia Legislativa….
4 MIL SÓ????????????
Se for igual ao que fizeram a Assembleia e o Governo do Estado do Rio Grande do Norte…
Na Assembleia foram exonerados dezenas de pequenos cargos e nomeados muito mais.
E no Estado, foi baixado um decreto para que os servidores retornassem aos seus órgãos de origem e depois as cessões comeram no centro. Foi cessão pra tudo quanto é lado. Sai no Diário Oficial todo dia e o Ministério Público nem ver.
Por que?
Porque só vemos o que queremos ver!
UMA NOVA QUADRILHA!!!!!
ELEIÇÕES GERAIS JÁ !!!!!!!!!!
Sei…
Jucá…
O da Lava Jato…
??????
Se essa auditoria for realmente séria, vai ser um enorme escândalo. Mais um na lista de corrupção do PT.
O que tem de trabalhador com bons salários recebendo. Se foram ao interior falam até em políticos recebendo. O que existe de distorção nesse programa é um caso de polícia.
O PT escondeu que a CEF teve um dos seus piores balanços devido a inadimplência do program minha casa, minha vida. A bagunça com os recursos públicos é caso de PF.
Olha ai o que politica fotos de Dilma Rousseff em recintos de administração pública, salas e gabinetes serão preservadas. só lixo mais do mesmo !! militares já !!