Tecnologia

Em cinco meses, você pode virar programador – e o curso vai sair de graça

 Foto:  (oatawa/Thinkstock)

Junto com a Digital House, o banco Santander lançou nessa terça-feira, 15, projeto que oferece 240 bolsas de estudo integrais para formação em uma das carreiras com mais demanda no mercado de tecnologia.

Os programadores web full stack são muito visados por sua versatilidade, conseguindo atuar como front-end e back-end, entendendo tanto da construção de sistemas e bases de dados quanto da criação de interfaces de sites e aplicativos para o usuário. Além disso, é mais difícil encontrar pessoas com esse conjunto amplo de habilidades.

Segundo o diretor acadêmico da Digital House, Edney Souza, essa é uma oportunidade única para quem gosta de tecnologia e deseja mudar de carreira. O curso inteiro tem duração de apenas 5 meses, com turmas começando dia 20, 21 e 24 de janeiro. As aulas são das 14 às 17 horas.

“Todo mundo pode aprender a programar e o projeto vem justamente com a proposta de formar profissionais mais preparados para o mercado, por meio de toda a estrutura que já oferecemos baseada em conhecimentos práticos para lidar com o dia a dia das empresas”, diz Souza.

Pelo site do programa, é possível se inscrever até o dia 14 de novembro. Os candidatos não precisam ter nenhum conhecimento anterior sobre programação, mas precisam ser maiores de 18 anos.

Os candidatos receberão um teste de lógica que deve ser concluído até o final do período de inscrições. Quem acertar 7 ou mais questões passa para a fase seguinte, na qual será aplicado um curso online introdutório sobre programação. Em 28 dias, após concluir as aulas, testes e desafios, serão escolhidos os 240 bolsistas.

Além de aprender linguagens como HTML, CSS, PHP, SQL e JavaScript, os alunos também serão introduzidos a habilidades comportamentais valiosas para a vida profissional, como a construção de portfólio, trabalho em equipe, metodologia ágeis e networking.

No final do programa, os alunos com melhor desempenho serão convidados para participar do processo seletivo do banco Santander. Na Digital House, todos passarão por uma mentoria de carreira, entendendo melhor o futuro da profissão, seu perfil profissional e suas áreas de atuação.

 (Digital House/Divulgação)

Exame

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Diversos

Mercado de trabalho do RN perde 7.736 postos em cinco meses‏

Nos cinco primeiros meses de 2015, 7.736 postos de trabalho foram foram perdidos no Rio Grande do Norte. Os setores mais atingidos pelas demissões são os da indústria e da agropecuária. O único setor a ter saldo positivo neste período foi o de serviços. As pequenas empresas conseguiram manter os postos de trabalho. De acordo com levantamento feito pelo Sebrae-RN, com base no Cadastro de Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério do Trabalho e Emprego, as pequenas empresas apresentaram, em maio, um saldo positivo de 1.811 empregos.

A dramática situação do mercado de trabalho no Rio Grande do Norte foi tema de reportagem do jornal Tribuna do Norte. O setor da indústria foi o que mais demitiu. Para o presidente da Federação das Indústrias do RN (Fiern), Amaro Sales, o resultado não poderia ser desastroso. “A indústria vem liderando diante do desaquecimento da economia, falta de investimento por parte do governo federal. Então se começa a fazer o enxugamento das empresas na tentativa de mantê-las. E esse enxugamento passa por demissão”, avalia o dirigente empresarial.

Com uma inflação acumulada em 8,89 por cento no início do segundo semestre, e com o mercado de trabalho em recessão, projeta-se um quadro de muitas dificuldades para a obtenção de reajustes salariais pelos trabalhadores.

No Rio Grande do Norte,nada menos que 46,3 por cento dos trabalhadores das áreas de construção civil, comércio e serviços recebem o salário mínimo.

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Diversos

Bancos cortaram mais de 3 mil empregos em cinco meses, diz pesquisa

De janeiro a maio deste ano, 3.283 empregos foram cortados em 17 bancos do país. Dos 17 estados que registraram cortes, São Paulo teve a maior redução do número de vagas: 1.560 no período. Em seguida, vieram o Rio de Janeiro, com menos 422 empregos, o Rio Grande do Sul, com menos 398, e Minas Gerais, com menos 323. No Pará, o saldo foi positivo, com a criação de 121 vagas nos bancos.

Os números são o resultado da Pesquisa de Emprego Bancário (PEB), divulgada hoje (25) pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). O estudo, feito em parceria com o Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos (Dieese), usou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

De acordo com a pesquisa, enquanto bancos privados e o Banco do Brasil registraram redução no número de vagas, a Caixa Econômica Federal abriu 1.433 novas vagas entre janeiro e maio.

“Mesmo acumulando lucros bilionários, os bancos brasileiros, sobretudo os privados, continuam eliminando postos de trabalho este ano, a exemplo do que ocorreu nos últimos meses de 2013, o que não tem justificativa. No ano passado, os seis maiores bancos lucraram R$ 56,7 bilhões”, disse o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro.

A rotatividade no setor também aumentou de janeiro a maio. Segundo a pesquisa, os bancos brasileiros contrataram nesse período 14.031 funcionários e desligaram 17.314. Os novos admitidos ganharam cerca de 63% da remuneração dos que saíram. A diferença média é ainda maior nos bancos comerciais, chegando a 89,3%.

As desigualdades não estão só entre os trabalhadores que entraram e saíram dos bancos. As mulheres admitidas no setor receberam, em média, R$ 2.792,04, o que equivale a 74,5% do que ganharam os homens admitidos no mesmo período. A diferença permanece entre os demitidos. A pesquisa constatou que as mulheres que tiveram vínculo rompido ganhavam cerca de R$ 4.371,98, 74% do que recebiam os homens na mesma situação.

Para Carlos Cordeiro, os números fortalecem a campanha deste ano dos bancários, que dá prioridade à luta contra as demissões e quer o fim da rotatividade, bem como rejeita Projeto de Lei 4.330, que dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros.

A Agência Brasil procurou a assessoria de imprensa da Federação Brasileira de Bancos e da Associação Brasileira de Bancos, mas não obteve retorno até o momento desta publicação.

Agência Brasil

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