Polícia

Demóstenes Torres deu o ar de sua graça na reunião do Conselho de Ética

Demóstenes Torres deu o ar de sua graça na reunião do Conselho de Ética do Senado. Ocupou o microfone por 13m14s. Em meio a uma enfadonha digressão sobre os pedaços do regimento que normatizam a escolha do presidente do conselho, disse:

“O que tem que ser feito judicialmente vai ser feito. Agora, aqui, eu quero me defender no mérito, quero provar minha inocência no mérito. Provarei que sou inocente. Até agora não tive a oportunidade de me defender. O foro competente é esse. E eu farei, farei e provarei que sou inocente.”

Bom saber que o senador quer se defender. Alega que não teve a oportunidade de fazê-lo. Engano. Oportunidades teve. E continua tendo. Falta-lhe, por ora, disposição.

Ao Senado, Demóstenes ofereceu, por ora, um discurso desmentido pelos grampos e o silêncio. À Justiça, seu advogado entregou uma petição na qual pede a anulação das provas sem contestá-las.

O senador sustenta que provará sua inocência. Confrontado com o drama, o velho Demóstenes, aquele de um mês e meio atrás, diria que o ex-Demóstenes lembra muito as virgens de Sodoma e Gomorra.

Fonte: Josias de Souza

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