Política

Braga Netto e Arthur Lira confirmam que não procede ‘ameaça’ caso voto impresso auditável não fosse aprovado: “mentira e absurdo”

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro da Defesa, o general Walter Souza Braga Netto, disse ao Poder360 na manhã desta 5ª feira (22.jul.2021) que é “mentiroso” o relato sobre ter ameaçado bloquear as eleições de 2022 caso o Congresso não aprove o voto impresso auditável em urnas eletrônicas.

Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, Braga Netto teria enviado “um duro recado” ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), no último dia 8 de julho, “por meio de um importante interlocutor político”. Segundo o Estadão, “O general pediu para comunicar, a quem interessasse, que não haveria eleições em 2022, se não houvesse voto impresso e auditável. Ao dar o aviso, o ministro estava acompanhado de chefes militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica”.

“Eu não mando recados. Eu não tenho interlocutor. Isso é mentiroso”, disse Braga Netto na manhã desta 5ª feira.

O presidente da Câmara, contatado pelo Poder360, respondeu dizendo que o episódio não procede: “Mentira. Absurdo. Você acha que tem cabimento algo assim? Acha que pode haver golpe. Isso não existe. E chama a atenção que essa história vem no dia seguinte ao anúncio do Ciro Nogueira indo para Casa Civil, com o governo caminhando para a política. Não existe essa história de golpe”.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Jornaleco mentiroso criando narrativa pra esquerda corrupta. Realmente o desespero tá gigante. Mito 2022, Tarciso 2026. Esquerdopatas mamadores morrerão por falta de peito. PT é quadrilha.

  2. Ainda bem. Se fosse verdade o genarelo bananeiro teria que ir ao congresso se explicar. Essa turminha precisa aprender a viver na democracia.

    1. Um ze ninguém desse daí, vem chamar um general de 4 estrelas, que estudou e trabalhou pelo bem da pátria durante décadas, dessa maneira baixa, só pode ser um esquerdista nojento, mamador de presidiário solto pelo stf em mais uma de suas falcatruas de interpretações da constituição

    2. Concordo plenamente Pixuleco! O general tem que cumprir a Constituição sob pena de virar um generalzin de república das bananas…

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