Diversos

“Lava Jato usou site O Antagonista para interferir na escolha do presidente do Banco do Brasil”, destaca The Intercept Brasil, que ainda cita “parceria”

Foto: Reprodução/The Intercept Brasil

Mais uma reportagem do site The Intercept Brasil publica que procuradores da Lava Jato “agiram politicamente – usando o site O Antagonista como porta-voz – para interferir na escolha do presidente do Banco do Brasil no governo Bolsonaro”.

“Em fins de 2018, a força-tarefa municiou com documentos o site comandado pelos jornalistas Diogo Mainardi, Mario Sabino e Claudio Dantas para alimentar notícias que evitassem que o ex-presidente da Petrobras Ivan Monteiro ocupasse a presidência do banco. Monteiro era o nome mais forte entre os cotados para assumir o BB, na escolha do ministro da Economia Paulo Guedes – a ele era dado o crédito por ter salvado as contas da Petrobras.”

“O caso é o exemplo mais escandaloso de uma relação promíscua entre o grupo comandado por Deltan Dallagnol e os jornalistas do Antagonista – mas nem de longe o único, como mostram as conversas no aplicativo Telegram que foram entregues ao Intercept por uma fonte anônima e fazem parte da série Vaza Jato, que já publicou 84 reportagens em parceria com os veículos Folha de S. Paulo, El País, Bandnews FM, Veja, BuzzFeed News, Agência Pública e UOL”, descreve o site The Intercept Brasil. Leia matéria completa aqui.

Opinião dos leitores

  1. Verdade sendo verdadeira a desqualificação não vai interferir diminuir o impacto da verdade. O trabalho investigativo é descobrir os meandros da política.
    Esse papel o Intercep Brasil sabe fazer como nenhum outro meio de comunicação.
    Parabéns Intercept. Siga em frente. Tem que enquadrar todos os agentes públicos que se desviam dos princípios da Administração Pública norteadores dos três poderes nos três níveis de governo. .

    1. Verdade verdadeira, se foi assim, obrigado mais uma vez a LJ, evitou que o bb caisse numa mão com princípio de petralha, e assim nos salvou de mais um corrupto

    2. Essa verdade é fakes.
      Tua comparacao é igual a assistir a um lances de um filme e depois dizer que conhece toda história.
      Intercept inventou e inventa narrativas para alegrar os doidins do PT.

  2. Esse verdevaldo é um nada, um zero a esquerda ligado a petralhada. Só não é pior do que os analfabetos e loucos dos Minions….

  3. Qual a credibilidade desse site de terrorista que invadiu msg de autoridades de forma ilegal, e ainda, divulgou diálogos adulterados que não existiram?
    A imprensa deveria ter respeito pelo povo e nosso país e não dar publicidade a esse tipo de desserviço que em nada vai contribuir para o melhor dessa nação que já tem corrupto demais querendo tomar o poder.

    1. Quem és tu no jogo no bicho? À imprensa resta denunciar e não se alinhar aos governos.

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Política

Primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, acusa Macron de usar Amazônia como desculpa para interferir em acordo de livre comércio

Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, apoia acordo comercial entre UE e Mercosul Foto: POOL / REUTERS

O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson , jogou um balde de água fria na intenção do presidente da França, Emmanuel Macron , de vetar o acordo comercial da União Europeia com o Mercosul , que inclui o Brasil, alegando que a preocupação com as queimadas na Amazônia estava sendo usada como uma ”desculpa” para interferir nas negociações de livre comércio .

Na véspera da cúpula do G7, Macron alertou que não assinaria o acordo UE-Mercosul – prestes a ser concluído após 20 anos de negociações -, a menos que o presidente Jair Bolsonaro mostrasse que está levando a sério seu compromisso de proteger o meio ambiente de seu país como parte da luta global contra as mudanças climáticas, como prometeu durante a reunião do G20, realizada no Japão, no início do ano.

Ao chegar em Biarritz para a cúpula do G7, Johnson reafirmou seu horror diante dos incêndios florestais que devastam várias partes da Amazônia brasileira. E ressaltou que faria “tudo o que puder” para ajudar o Brasil a enfrentar a “tragédia” da destruição da floresta tropical:

– Quero ver a tragédia no Brasil resolvida adequadamente. É isso que precisamos fazer e é isso que o Reino Unido está pronto para apoiar em nível global, não apenas no Brasil.

Nesta segunda-feira, último dia do encontro do G7 , Macron anunciou um acordo de 20 milhões de euros (pouco mais de R$ 90 milhões) para uma ajuda emergencial contra as queimadas na Amazônia.

Questionado sobre se juntaria a outros líderes na recusa de ratificar o acordo com o Mercosul, disse:

– As pessoas terão qualquer desculpa para interferir no livre comércio e frustrar os acordos comerciais, e eu não quero ver isso.

Assim, Johnson mostrou que está longe de apoiar a proposta de Macron, referendada pelo primeiro-ministro irlandês, Taioseach Leo Varadkar , de barrar a aprovação final da UE para o acordo de livre comércio com os países sul-americanos. No sábado, a Espanha disse que “não compartilha a postura defendida pelo presidente francêsde bloquear o acordo UE-Mercosul.

O acordo com o Mercosul, do qual fazem parte também a Argentina, o Paraguai e o Uruguai, é contestado por muitos na França porque expõe os agricultores do país à concorrência de grandes quantidades de carne bovina barata proveniente da América do Sul.

Em entrevista ao jornal The Independent, o ativista florestal Juman Kubba lembrou que vivemos uma emergência climática e que Boris Johnson tem muita influência para impedir a destruição da Amazônia, começando com uma pausa de todas as negociações comerciais com o Brasil até que os incêndios estejam sob controle:

– Colocar a proteção da Amazônia e de seu povo no centro de qualquer futuro acordo comercial é uma etapa vital para evitar um desastre completo, não apenas no Brasil, mas no resto do mundo.

O Greenpeace, por sua vez, disse que Johnson deveria estar pronto para usar alavancas comerciais para proteger as florestas.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Nesta guerra política mundial, onde todos querem se projetar em cima de um bem comum de todos: A Amazônia, por ser conhecida mundialmente, só há um mal: As inimizades entre países, pessoas, povos, famílias, vizinhos, famílias, em prol a promoção de políticas, uma pena.

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